segunda-feira, 10 de agosto de 2026

VÍDEO - BOMBA: Depoimento de comerciante indica possível trama para forjar acusação de estupro contra vice de Flávio

 


O depoimento prestado por um comerciante carioca aponta suposta armação envolvendo o deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) e pagamentos de pelo menos R$ 16 mil para forjar a acusação de estupro contra o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), vice na chapa presidencial do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

A Câmara enviou o depoimento do comerciante ao STF. O relato foi colhido pela Polícia Legislativa de forma virtual em 23 de abril, após a corporação ser acionada pelo próprio Alfredo Gaspar. O parlamentar alagoano relatou que o depoente teria ligado para seu gabinete funcional a fim de denunciar a possível trama. As informações são do portal Metrópoles.

Blog do BG


Cadu entra na mira do TCE por reajuste para auditores durante a pandemia

 


O candidato do PT ao Governo do Rio Grande do Norte, Cadu Xavier, responde no Tribunal de Contas do Estado (TCE-RN) a um processo que apura possíveis irregularidades na concessão de um reajuste de 12% em parte da remuneração dos auditores fiscais estaduais em plena pandemia de Covid-19, quando aumentos para servidores públicos estavam proibidos devido ao estado de calamidade. Com informações do Agora RN.

O aumento foi autorizado em maio de 2021 por uma resolução conjunta das secretarias estaduais da Administração e da Tributação, essa última comandada à época pelo petista.

A representação tramita sob o número 001708/2021 e ainda não foi julgada definitivamente. Em 29 de setembro de 2025, Cadu foi citado pessoalmente pelo TCE para apresentar defesa e produzir provas sobre os fatos examinados.

O processo teve origem em uma representação apresentada pela Diretoria de Despesa com Pessoal do próprio Tribunal de Contas, em maio de 2021. A unidade técnica questionou a Resolução Interadministrativa nº 355/2021, que elevou de R$ 97,24 para R$ 108,91 o valor da Unidade da Parcela Variável (UPV) paga aos auditores fiscais. A UPV é uma espécie de gratificação por produtividade, prevista em lei. A medida do reajuste entrou em vigor em 7 de maio daquele ano, mas produziu efeitos financeiros retroativos a março.

Os técnicos apontaram que o reajuste foi concedido por um ato administrativo, sem a aprovação de uma lei específica pela Assembleia Legislativa. A representação sustenta que a forma escolhida poderia contrariar a Constituição Federal, segundo a qual a remuneração dos servidores públicos somente pode ser fixada ou modificada por lei.

O TCE também levantou dúvidas sobre o impacto orçamentário e financeiro da medida. O documento menciona uma estimativa superior a R$ 13 milhões, mas afirma que as informações disponíveis à época eram insuficientes para demonstrar a compatibilidade do aumento com o Orçamento, a Lei de Diretrizes Orçamentárias e o Plano Plurianual. A unidade técnica solicitou, por isso, explicações detalhadas sobre o cálculo, o número de auditores beneficiados e os possíveis efeitos previdenciários.

Outro ponto sob análise é a concessão do reajuste durante a vigência da Lei Complementar Federal nº 173, aprovada no contexto da pandemia. A norma restringia, até 31 de dezembro de 2021, aumentos e vantagens remuneratórias para servidores, com exceção daqueles decorrentes de decisão judicial ou determinação legal anterior à calamidade pública.

A representação argumentou ainda que, na época do reajuste, o Estado estava acima do limite legal de gastos com pessoal. Com base nesses questionamentos, a Diretoria de Despesa com Pessoal pediu cautelarmente que o Governo suspendesse qualquer pagamento fundamentado na resolução até o julgamento do mérito.

Defesa diz que cumpriu determinação legal

Em defesa apresentada ao Tribunal de Contas em outubro de 2025, Cadu Xavier sustenta que a atualização da UPV não representou um aumento concedido livremente pelo Governo, mas o cumprimento de uma determinação prevista na legislação estadual. Ele cita que a Lei Complementar Estadual nº 484/2013 estabeleceu critérios objetivos, relacionados à arrecadação e às metas de fiscalização, e determinou que o novo valor fosse homologado por resolução conjunta das secretarias de Administração e Tributação.

Cadu argumenta que a parcela questionada se referia à UPV de 2017, calculada com base no desempenho de 2016, e deveria ter sido implementada em 2018. Por isso, afirma que a medida estava amparada por uma determinação legal anterior à pandemia e se enquadrava nas exceções da Lei Complementar Federal nº 173/2020, que proibiu aumentos salariais no serviço público durante a crise sanitária. A defesa também cita decisões judiciais que reconheceram a possibilidade de pagamento da parcela por derivar de legislação anterior.

O petista alega ainda que o próprio plenário do TCE já havia negado, por unanimidade, o pedido cautelar para suspender os pagamentos, em julho de 2021. Na interpretação da defesa, o Tribunal reconheceu naquela ocasião que a atualização estava, em princípio, fundamentada em legislação anterior e poderia ser enquadrada nas exceções às restrições fiscais.

Sobre o impacto financeiro, Cadu afirma que havia dotação suficiente para pagar a parcela aos servidores ativos. A defesa aponta que R$ 2,81 milhões foram utilizados para essa finalidade, diante de uma disponibilidade orçamentária de R$ 20,66 milhões. Em relação aos aposentados e pensionistas, sustenta que as despesas foram executadas pelo Instituto de Previdência dos Servidores (Ipern) com recursos e dotações próprias do regime previdenciário estadual, afastando, na avaliação do ex-secretário, a alegação de falta de cobertura orçamentária.

Ao final, Cadu pede que o TCE reconheça a regularidade da resolução e da execução financeira correspondente, exclua sua responsabilidade pessoal e arquive a representação. Ele afirma não ter praticado conduta irregular, omissiva ou prejudicial aos cofres públicos e solicita que sejam consideradas as manifestações técnicas e os documentos apresentados para comprovar a legalidade do ato.

 

Samara Martins: Candidata da UP é de Natal/RN

 


A candidata da Unidade Popular (UP) à Presidência da República, Samara Martins, tem uma relação de cerca de 16 anos com Natal. Embora tenha nascido em Belo Horizonte (MG), ela chegou à capital potiguar para estudar Odontologia na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Aos 38 anos, Samara trabalha como dentista do SUS em Parnamirim. Além disso, ocupa a vice-presidência nacional da UP e já disputou eleições no Rio Grande do Norte.

Em 2020, ela foi candidata a vereadora de Natal. Já em 2022, integrou a chapa presidencial da UP como candidata a vice-presidente, ao lado de Léo Péricles. Agora, quatro anos depois, disputa a Presidência.

Propostas de Samara

A candidata coloca as mulheres e os trabalhadores entre os principais pontos de sua campanha. A chapa da UP é formada exclusivamente por mulheres, com Raquel Brício como candidata a vice-presidente.

Na economia, Samara defende a industrialização do país, a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6×1. Além disso, propõe mudanças na política de cobrança da dívida pública para ampliar investimentos em áreas como saúde e educação.

Na segurança pública, a candidata defende investimentos em educação, saúde, moradia e geração de empregos. Por outro lado, critica o encarceramento como principal estratégia de combate à violência e é contra a redução da maioridade penal.

Defesa do SUS

Como profissional da saúde pública, Samara também coloca o SUS entre as prioridades. Ela defende mais investimentos no sistema e se posiciona contra a privatização dos serviços de saúde.

Além disso, a candidata defende medidas para ampliar a participação das mulheres na política e combater a violência e a desigualdade de gênero.

Samara foi oficializada pela Unidade Popular como candidata à Presidência em julho. Com isso, passou a representar a legenda na disputa nacional de 2026.

 

PM prende dupla com Live Rosin, uma nova variação da maconha

 


Policiais militares prenderam dois homens durante uma abordagem no final de semana, na Rua Atalaia, na Zona Leste de Natal. Com a dupla, os agentes encontraram drogas e aparelhos celulares.

Entre os materiais apreendidos estava uma nova variação da maconha conhecida como Live Rosin. Além disso, a ocorrência contou com equipes do 1º Batalhão da Polícia Militar.

O que é Live Rosin?

Live Rosin é uma resina de cannabis produzida sem o uso de solventes químicos, como butano ou propano. Para isso, o processo utiliza métodos de extração que preservam compostos presentes na planta.

O produto apresenta uma textura que pode variar. Em alguns casos, ele se aproxima de um mel mais espesso. Por outro lado, também pode apresentar aspecto semelhante ao de uma manteiga.

Além disso, a substância concentra níveis elevados de canabinoides, como o THC, e terpenos. Por isso, o produto costuma apresentar maior concentração desses compostos em comparação com a planta in natura.

Dupla tentou fugir durante abordagem

Segundo a Polícia Militar, um dos suspeitos utilizava tornozeleira eletrônica e responde por receptação. Ao perceberem a presença dos policiais, os dois homens correram.

No entanto, duas equipes que realizavam patrulhamento na região conseguiram alcançar a dupla. Em seguida, os policiais fizeram a abordagem e encontraram drogas e celulares.

Os dois suspeitos têm cerca de 20 anos. Depois da abordagem, os policiais conduziram a dupla à delegacia.

A ocorrência foi apresentada à autoridade policial para os procedimentos cabíveis. A suspeita de envolvimento dos homens com o tráfico de drogas será apurada pelas autoridades.

 

Homem é morto a facada após discussão em bar na zona rural de Baraúna

 


Um homem de 31 anos foi morto a facada após uma discussão em um bar, neste domingo (9), na comunidade Primavera, zona rural de Baraúna, no Oeste do Rio Grande do Norte. A vítima foi identificada como Thadson Ferreira da Silva.

Segundo informações do delegado responsável pela investigação, Thadson estava no estabelecimento quando iniciou uma discussão com outro homem. O desentendimento teria sido rápido e envolvido apenas os dois.

Durante a discussão, o suspeito teria utilizado uma arma branca e atingido a vítima. Thadson não resistiu ao ferimento e morreu ainda no local.

A Polícia Civil informou que o caso conta com diversas testemunhas, o que ajudou no andamento inicial da investigação. De acordo com o delegado, o principal suspeito já foi identificado.

A dinâmica e a motivação do homicídio ainda serão esclarecidas durante a investigação.

O corpo da vítima foi encaminhado para os procedimentos de perícia. A Polícia Civil segue realizando diligências para localizar o suspeito e esclarecer todas as circunstâncias do crime.

 

Inmet alerta para frente fria, ciclone extratropical e ventos de até 90 km/h na primeira semana de agosto

 


O tempo na primeira semana de agosto será marcado por mudanças nas condições climáticas em diferentes regiões do Brasil. Enquanto áreas do Centro-Oeste, Sudeste, Norte e Nordeste terão predomínio de sol, calor e baixa umidade do ar, a Região Sul deve enfrentar um período de maior instabilidade com a chegada de uma frente fria e a formação de um ciclone extratropical.

A previsão indica que o sistema deve se formar entre quinta-feira (6) e sexta-feira (7), com atuação principalmente sobre o Rio Grande do Sul. O ciclone pode provocar ventos fortes, com rajadas que podem chegar a 90 km/h em algumas áreas.

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a instabilidade já começa a aparecer no Sul do país, especialmente no centro-sul gaúcho e em áreas próximas às divisas com Santa Catarina, Paraná e Argentina. Há possibilidade de chuva, trovoadas, rajadas de vento e ocorrência de granizo em pontos isolados.

O ciclone extratropical deve se formar entre a Argentina, o Uruguai e o Rio Grande do Sul na quinta-feira (6). Depois, o sistema deve avançar para o Oceano Atlântico, mantendo influência sobre o litoral gaúcho na sexta-feira (7).

Além dos ventos de até 90 km/h previstos para o Rio Grande do Sul, a frente fria associada ao fenômeno pode provocar rajadas próximas de 80 km/h em áreas do sul de Mato Grosso do Sul, Paraná e Santa Catarina.

Tempo seco continua em grande parte do país

Enquanto o Sul concentra as instabilidades, uma massa de ar seco mantém o tempo firme em boa parte do Brasil. Estados das regiões Centro-Oeste, Sudeste, Norte e Nordeste seguem com baixos índices de umidade relativa do ar.

Há previsão de níveis abaixo de 20% em áreas do Tocantins, sudeste do Pará, oeste da Bahia e sul do Piauí. Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e o Distrito Federal também devem registrar condições críticas durante as tardes.

O cenário aumenta o risco de queimadas, piora da qualidade do ar e problemas respiratórios. A recomendação é manter a hidratação e reduzir a exposição ao sol nos horários mais quentes.

Chuva fica concentrada em poucas regiões

No início da semana, as chuvas permanecem concentradas principalmente no Rio Grande do Sul. Na Região Norte, as instabilidades devem atingir áreas de Roraima, norte do Amazonas, litoral do Pará e Amapá.

No Nordeste, a previsão aponta chuva principalmente na faixa litorânea, com destaque para a Bahia. Já no Centro-Oeste, apenas áreas do sul e sudoeste de Mato Grosso do Sul podem registrar chuva isolada.

No Sudeste, a instabilidade fica restrita ao Espírito Santo, leste de Minas Gerais e trechos do litoral de São Paulo e Rio de Janeiro.

O cenário para os próximos dias será de contraste: ciclone extratropical e ventos fortes no Sul, enquanto grande parte do país enfrenta tempo seco e baixa umidade.

 

Empresários denunciam "chantagem" do Governo do RN para antecipar pagamento de ICMS

 



Empresários do Rio Grande do Norte levaram a público uma denúncia de pressão indevida por parte do Governo do Estado para antecipar o pagamento de ICMS, sob ameaça de perda do regime especial de tributação que garante alíquota reduzida a determinados setores.

Segundo relatos, no mês passado todo um setor empresarial foi orientado a pagar o imposto antes da data de vencimento, sob risco de perder o benefício fiscal. Apenas uma empresa recorreu à Justiça contra a cobrança antecipada e obteve liminar favorável na comarca de Mossoró — as demais teriam cedido à pressão para não correr o risco de perder o regime especial. Segundo os empresários, a antecipação forçada prejudica diretamente o fluxo de caixa das companhias.

A denúncia surge em meio à difícil situação fiscal do estado. Dados do Relatório Resumido da Execução Orçamentária do governo estadual apontam déficit de R$ 1,022 bilhão no Regime Próprio de Previdência Social apenas no primeiro semestre de 2026 — média de R$ 170 milhões por mês —, com projeção de que o rombo chegue a R$ 2,4 bilhões até dezembro.

Empresários também apontam a lentidão do Idema na concessão de licenças ambientais como outro obstáculo à economia potiguar, com mais de 3.500 processos parados, alguns há três ou quatro anos, travando investimentos no estado.

Esse texto foi copiado do Blog do Gustavo Negreiros

VÍDEO: A dancinha do diretor do Walfredo Gurgel enquanto população morre no Hospital

 


O vídeo acima mostra que pouco importa as ações judiciais que determinam celeridade na conclusão de reformas intermináveis no Hospital Walfredo Gurgel. Assim como também não importa a fila de pacientes na maior unidade hospital do estado, que só vive superlotada. O que importa para a turma do PT é que é eleição e vale tudo, até fazer dancinha em frente a TV Band, para mandar energias positivas para Cadu de Lula no debate. 

A dancinha aí é do diretor-geral do Hospital Walfredo Gurgel, Geraldo Neto. Com uma bebida na mão, ele mostrou que não carrega peso nenhum nas costas pelos vários problemas estruturais do hospital público. Seguiu a cartilha direitinho da governadora Fátima Bezerra. 

Esse texto foi copiado do Blog do Gustavo Negreiros


O assessor potiguar do Planalto que abriu o Ministério da Saúde para amiga de Lulinha

 


Um episódio do começo de 2025 mostra como atuava no Ministério da Saúde a lobista Roberta Luchsinger, amiga do empresário e biólogo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho primogênito do presidente Lula (PT).

Segundo pessoas que conviveram com ela na pasta, Roberta se reunia com frequência com o então secretário-executivo do ministério, Swedenberger Barbosa, o Berge, e alegava ter influência sobre a liberação de recursos da Saúde para estados e municípios.

Berge foi o nº 2 na hierarquia do Ministério da Saúde de janeiro de 2023, no começo do terceiro mandato de Lula, até março de 2025, quando se tornou assessor da Presidência da República, despachando dentro do Palácio do Planalto.

Em março de 2025, pouco depois da posse de Alexandre Padilha como ministro da Saúde, um assessor dele foi procurado por um aliado do governador do Maranhão, Carlos Brandão (PSB), a respeito de verba de R$ 40 milhões destinada ao Fundo Estadual de Saúde local.

O dinheiro estava retido porque a Comissão Intergestores Bipartite (CIB) local não tinha emitido a resolução necessária à liberação. Esse tipo de resolução é um acordo entre gestores estaduais e municipais sobre como será usado o dinheiro.

A verba tinha sido pedida a Padilha ainda em 2024, quando ele estava na Secretaria de Relações Institucionais (SRI) da Presidência. O dinheiro foi empenhado (isto é, reservado), mas não tinha sido pago por causa da pendência. O empenho estava prestes a ser cancelado, pondo a verba a perder.

Ainda em março, o problema na CIB foi resolvido. A verba — uma parcela única destinada a procedimentos de média e alta complexidade — foi salva. O pagamento caiu na conta do Fundo Estadual maranhense no dia 4 de agosto de 2025.

Swedenberger Barbosa entra na história pouco depois disso. Segundo duas fontes ouvidas pela coluna, ele ligou para o governador Carlos Brandão — de dentro do gabinete da Presidência da República, onde já atuava — para informar que foi ele quem “liberou” os R$ 40 milhões. Segundo ele, a verba só saiu por causa dele e de Roberta Luchsinger.

Procurado pela coluna, Carlos Brandão foi evasivo. Disse não ter “conhecimento sobre esse assunto”.

No Instagram, Luchsinger fez um elogio público a Swedenberger em março de 2024.

“Com essa dupla especial que tem feito muito pelo país no Ministério da Saúde. Não tem sido fácil, muito trabalho, muita coisa para ser reconstruída e também construída, mas a ministra @nisiatrindadelima e o secretário executivo @swedenbergerbarbosaoficial, junto aos demais quadros espetaculares do MS, estão colocando a saúde pública em dia!”, escreveu ela.

Enquanto esteve no Ministério da Saúde, Swedenberger Barbosa atuou para favorecer cidades governadas por prefeitos do PT ou de partidos aliados na distribuição de verbas da saúde.

Foram priorizadas localidades como as paulistas Mauá, Araraquara, Diadema e Hortolândia e as fluminenses Cabo Frio e Belford Roxo, que receberam R$ 1,4 bilhão de janeiro de 2023 a agosto de 2024, segundo reportagens da época.

Além de Swedenberger Barbosa, outro ex-assessor próximo de Lula que atuou na liberação das verbas foi Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola. Ex-chefe de gabinete de Lula, Marcola teve despesas pessoais pagas por Roberta Luchsinger. Ele nega irregularidades e diz que o dinheiro era parte de um empréstimo pessoal da lobista.

Com informações de Andreza Matais - Metrópoles

 

 

Desvio da BR-226 libera acesso a 20,8 toneladas de ouro no Rio Grande do Norte

 


A liberação de uma área atualmente ocupada pelo traçado da BR-226 abrirá caminho para a extração de mais 670 mil onças de ouro na cidade de Currais Novos, no Rio Grande do Norte. A medida é equivalente a 20,8 toneladas do metal precioso. O volume adicional, localizado exatamente sob da rodovia federal, será acessado por meio de um Acordo de Cooperação Técnica firmado entre o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e a empresa mineradora Aura Minerals. A manobra deve atrair mão de obra especializada e aquecer a economia local.

A intervenção viabilizará a expansão do Projeto Borborema, empreendimento que já recebeu investimentos de cerca de R$ 1 bilhão. Com o desvio, a Aura amplia em 82% a base total de reservas do projeto, elevando o potencial da Mina Borborema para cerca de 1,5 milhão de onças de ouro (40,7 toneladas) e estendendo sua vida útil a céu aberto para mais de 20 anos, com produção média anual estimada em 65 mil onças (duas a 2.4 toneladas de ouro puro).

 Efeitos na economia e no comércio local

 O reflexo direto da chegada da mineradora na economia local é acompanhado pela geração de postos de trabalho e movimentação no comércio do Seridó. Dados do Instituto de Desenvolvimento Econômico e Estatística (IDEE) indicam que, até abril de 2026, a operação sustentava 239 empregos diretos e 919 terceirizados.

O aquecimento foi sentido no balcão das empresas da região. “Teve um boom econômico muito grande porque veio muita gente de fora para a instalação da planta. A rede hoteleira e de alimentos sentiu bastante, mas houve uma inflação na moradia e no aluguel”, relata Elton Gomes Souto, morador da cidade e sócio-diretor da Óticas Mirna, ao Movimento Econômico.

“Depois da instalação, o comércio estabilizou em um patamar superior ao de antes”, acrescenta, lembrando que o município tem histórico ligado à mineração desde os tempos da exploração de scheelita.

 

Segundo o secretário municipal de Turismo e Desenvolvimento Econômico de Currais Novos, David Narwith, o impacto se multiplica por diversos segmentos. “A chegada da mineradora representa um marco importante para Currais Novos e para o Seridó. Há reflexos positivos em setores como hospedagem, alimentação, transporte, serviços e construção civil, aumentando a circulação de renda e contribuindo para o crescimento sustentável”, destaca.

Salto na arrecadação e presença internacional

O ganho de escala na operação ocorre em um momento de consolidação da mineradora no estado. A extração oficial em Currais Novos, iniciada em outubro de 2025, transformou o mapa da mineração potiguar.

 Segundo dados da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, da Ciência, da Tecnologia e da Inovação do RN (Sedec), o estado deu um salto no cenário nacional da Compensação Financeira pela Exploração Mineral (CFEM), tributo cobrado sobre a atividade, subindo da 21ª posição em 2025 para o 14º lugar até julho de 2026, superando outros polos do Nordeste como Ceará, Maranhão, Sergipe, Pernambuco, Paraíba e Piauí.

 O avanço na arrecadação reflete o volume das operações do ativo. Somente em 2025, destaca a pasta, o estado recolheu R$ 6,9 milhões em CFEM (taxa com alíquota de 1,5% sobre o ouro), sendo que Currais Novos recebeu R$ 3,4 milhões por ser o município produtor.

 Até julho de 2026, o recolhimento acumulado no RN atingiu R$ 11,5 milhões, distribuídos entre município produtor (60%), estado (15%), municípios afetados (15%) e União (10%).

 No comércio exterior, as exportações do projeto, beneficiado com 85% de incentivo do Programa de Estímulo ao Desenvolvimento Industrial do RN (Proedi), somaram US$ 112,8 milhões para o Canadá e US$ 44,6 milhões para a Suíça em 2026, com meta de extrair entre 65 mil e 77 mil onças no ano.

 “A gente entende como positiva uma instalação da mineradora respeitando todas as leis ambientais, trazendo impacto na nossa economia com a geração de empregos e também uma geração de divisas que ficam para nosso estado. Inclusive, nós temos outros projetos de mineração para serem implantados e outros que foram retomados”, avalia o secretário de Desenvolvimento Econômico do RN, Lahyre Rosado.

 Métrica operacional e valorização do ativo

 Concluída em 19 meses, a Mina Borborema opera pelo método de lavra a céu aberto e processa aproximadamente dois milhões de toneladas de rocha mineralizada por ano. A unidade entrou em fase de ramp-up após a emissão da primeira barra de ouro no ano passado, tendo registrado no primeiro semestre de 2026 uma produção de 31.352 GEO (Gold Equivalent Ounce, métrica que equivale a cerca de 975 kg de ouro).

 Com a atualização dos relatórios técnicos e o acréscimo das reservas sob a rodovia, o Valor Presente Líquido (VPL) do projeto, indicador que mede a rentabilidade futura da jazida a valores atuais, saltou de US$ 182 milhões para US$ 612,5 milhões.

 Pelo acordo firmado com o Dnit, a Aura Minerals assumirá a responsabilidade integral pelos projetos de engenharia, desapropriações e execução das obras do novo traçado da via, garantindo a continuidade do tráfego sem qualquer aporte de recursos públicos.

 O início efetivo das obras e a definição dos custos da intervenção viária dependem da aprovação final dos projetos técnicos junto ao Dnit, além do licenciamento ambiental.

 ”Esse acordo representa um marco importante que acelera de forma significativa a geração de valor em Borborema. Desde a aquisição do projeto, o potencial de expansão levou ao planejamento de uma planta totalmente expansível”, afirma Rodrigo Barbosa, presidente e CEO da Aura.

Por movimento econômico.

 

VÍDEO: Motociclista vai parar em cima de carro após acidente na Grande Natal

 



Um motociclista foi parar em cima de um carro após um acidente na manhã desta segunda-feira (10) na BR-406, em São Gonçalo do Amarante, na Grande Natal. O condutor recebeu atendimento e imobilização do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) em cima do veículo, onde ficou "deitado".

A situação chamou a atenção de quem passava pela rodovia no sentido de Ceará-Mirim para Natal.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o motociclista bateu na traseira do veículo, um Gol, caindo por cima do carro logo em seguida.

O motociclista permaneceu deitado sobre o teto do carro até a chegada do atendimento médico. Segundo a PRF, ele teve apenas ferimentos leves.

O condutor foi levado pelo Samu para passar por exames em uma unidade de saúde, mas o estado de saúde dele não havia sido informado até a atualização mais recente desta reportagem.

O trânsito na região já havia sido normalizado.

 

Número de mortos por terremoto na Colômbia sobe para 111 e presidente declara emergência

  O presidente da Colômbia, Abelardo de la Espriella, declarou “situação de emergência” no país após o forte terremoto que atingiu o país ne...