No programa “Meio Dia RN” desta sexta-feira (15), BG
comenta sobre uma possível delação premiada de um dos envolvidos na Operação
Mederi, deflagrada no final de janeiro pela Polícia Federal, com o objetivo de
investigar um suposto esquema de distribuição de propinas em contratos da
empresa Dismed com a Prefeitura de Mossoró, durante a gestão do ex-prefeito e
pré-candidato a governador Allyson Bezerra (União Brasil).
“Tudo indica que está em negociação uma delação
premiada de um dos personagens envolvidos nesse escândalo de corrupção. Em se
confirmando essa delação premida, salve-se quem puder!!! Envolve o ex-prefeito
de Mossoró Allyson Bezerra, que foi alvo da operação da Polícia Federal,
envolve em muito o atual prefeito Marcos Medeiros (Republicanos), envolve
pessoas ligadíssimas a Allyson Bezerra e envolve pessoas dos municípios de Pau
dos Ferros e Apodi”, disse com exclusividade BG.
Poucos minutos depois de Virginia tornar pública a
separação, Day apareceu nos stories do Instagram exibindo uma garrafa de
champanhe. “Meu dia hoje começando com champanhe”, escreveu ela na postagem, o
suficiente para gerar uma enxurrada de comentários e especulações nas redes
sociais.
À coluna Fábia Oliveira, ela revelou que
já sabia do término: “Sim, eu já sabia antes do ocorrido. Eu e Vini
conversamos”, declarou Day com exclusividade.
Pivô da separação de Virginia e Vini
Day Magalhães já havia sido apontada por rumores na
internet como suposto pivô de uma antiga crise entre Virginia e Vini Jr., o que
fez o assunto voltar a circular com força após a confirmação da separação. No
ano passado, ela ficou conhecida depois de revelar supostas conversas íntimas
com o jogador, justamente no período em que o craque já se envolvia com a
influenciadora.
Nesta semana, a modelo chegou a aproveitar o
burburinho sobre a crise entre o atleta e a influenciadora para republicar um
meme nos seus stories. Na imagem compartilhada, um boi aparecia com uma coroa
de flores presa ao chifre, ao som da música Entregador de Flor, da dupla Diego
e Victor Hugo.
Em um dos momentos mais tensos da entrevista ao
programa GloboNews Mais, nesta quinta-feira (14), o senador e pré-candidato à
Presidência Flávio Bolsonaro (PL) virou o jogo contra os próprios
entrevistadores ao revelar, ao vivo, que o Banco Master — de Daniel Vorcaro —
investiu R$ 160 milhões na TV Globo, especificamente no programa Domingão com
Huck, entre 2025 e 2026.
"É dinheiro sujo? Vocês sabiam da origem desse
dinheiro? Acho que não. Acho que vocês agiram de boa-fé, como eu também
agi", disparou o senador, direcionando aos jornalistas Octávio Guedes,
Malu Gaspar e Júlia Duailibi a mesma pergunta que lhe faziam.
A declaração escancara uma incômoda proximidade
entre a principal emissora do país e o conglomerado financeiro de Vorcaro, hoje
preso e acusado de chefiar um esquema bilionário de fraudes que pode alcançar
R$ 12 bilhões, segundo a Polícia Federal. O apresentador Luciano Huck foi o
principal rosto publicitário do Will Bank — braço digital do Banco Master —
tornando-se garoto-propaganda da instituição a partir de 2023. O contrato
previa ativações comerciais integradas ao Domingão, incluindo quadros especiais
com clientes do banco e menções em horário nobre.
Em 2025, a parceria se aprofundou com a criação das
"Willimpíadas", um quadro de competição gamificada exibido em quatro
episódios (outubro e novembro), que distribuiu R$ 1 milhão em prêmio e
mobilizou mais de 200 mil inscritos de 99 cidades. A produção envolveu um
estúdio de mil metros quadrados, 18 câmeras e foi uma cocriação entre Will
Bank, a agência Monkey-Land, a própria Globo e a produtora Endemol Shine Brasil
— configurando muito mais que uma simples compra de espaço publicitário: era
uma operação conjunta de conteúdo e marca.
Mas a relação entre Huck e Vorcaro ia além do
contrato publicitário. Mensagens apreendidas pela PF no celular do banqueiro
revelam que, em 28 de outubro de 2024, Vorcaro escreveu à ex-noiva Martha
Graeff: "To saindo banco e indo pra jantar com Luciano Huck". Naquela
altura, o Master já enfrentava graves problemas de liquidez. Segundo apurações
da Folha de S.Paulo e do Metrópoles, Huck chegou a negociar a compra do Will
Bank ao lado da gestora EB Capital, em uma tentativa de Vorcaro de aliviar a
crise antes da intervenção regulatória. A negociação não se concretizou. Em
janeiro de 2026, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial da Will
Financeira, sepultando a instituição que meses antes brilhava no horário nobre.
A provocação de Flávio Bolsonaro levanta uma questão
que, até então, ficava fora do noticiário da própria Globo: se a emissora e seu
principal apresentador tinham relações comerciais, publicitárias e até negociais
com o grupo de Vorcaro, qual a autoridade moral para cobrar exclusivamente o
senador pela mesma proximidade? O argumento não elimina as responsabilidades de
Flávio — que admitiu ter negociado R$ 134 milhões com Vorcaro para financiar o
filme Dark Horse, sobre Jair Bolsonaro —, mas insere a emissora no mesmo
ecossistema de relações com o banqueiro que ela investiga.
A resposta dos jornalistas foi esquivar-se do ponto
levantado pelo senador e manter a pressão sobre os áudios revelados pelo
Intercept Brasil. A Globo não se pronunciou publicamente sobre os valores
citados por Flávio nem sobre a extensão de seus contratos com o grupo
Master/Will Bank. Até o momento, nenhuma reportagem da emissora abordou com a
mesma profundidade os vínculos de Luciano Huck e da própria empresa com Vorcaro
— um silêncio editorial que, no mínimo, suscita debate sobre isenção
jornalística.
⚠️ Nota de transparência: As informações sobre o
contrato de Huck com o Will Bank, as Willimpíadas, as negociações de compra e a
liquidação pelo Banco Central foram publicadas por veículos como Folha de
S.Paulo, Metrópoles, Brasil 247, Revista Fórum, Jornal Opção e Diário do Centro
do Mundo, além do próprio G1. O valor de R$ 160 milhões citado por Flávio
Bolsonaro ao vivo na GloboNews não foi contestado pela emissora durante a
entrevista.
O governo federal zerou o imposto de importação
sobre compras internacionais de até US$ 50, mas a mudança deve durar pouco.
Embora a revogação da “taxa das blusinhas” já esteja valendo, especialistas
afirmam que a tributação federal voltará em 2027 com a entrada em vigor da
reforma tributária.
A isenção foi autorizada por medida provisória
publicada nesta semana. O texto terá validade de 120 dias e depende da
aprovação do Congresso Nacional para não perder efeito. Durante esse período,
as compras de menor valor feitas em plataformas internacionais continuarão
sujeitas apenas ao ICMS estadual, cuja alíquota varia conforme o Estado.
A partir de janeiro de 2027, porém, a nova
Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) deve voltar a atingir esse tipo de
operação. Tributaristas afirmam que o fim da chamada “taxa das blusinhas” cria
apenas uma trégua temporária antes da retomada da cobrança federal.
Cerca de R$ 52 bilhões em ativos
financeiros foram bloqueados pela Justiça durante uma investigação sobre
suspeitas de fraudes fiscais, ocultação patrimonial e envio irregular de
recursos ao exterior envolvendo um grupo do setor de combustíveis.
A Operação Sem Refino foi
deflagrada nesta sexta-feira (15) pela Polícia Federal no Rio de Janeiro, em
São Paulo e no Distrito Federal. Ao todo, foram cumpridos 17 mandados de busca
e apreensão e sete medidas de afastamento de função pública por determinação do
Supremo Tribunal Federal (STF). Um dos investigados também teve inclusão
determinada na Difusão Vermelha da Interpol.
Segundo as investigações, o conglomerado econômico é
suspeito de utilizar estruturas societárias e financeiras para ocultar
patrimônio, dissimular bens e movimentar recursos no exterior. As apurações
também apontam irregularidades relacionadas à operação de uma refinaria ligada
ao grupo.
De acordo com os investigadores, o caso integra
apurações realizadas no âmbito da ADPF 635/RJ, que investiga a atuação de
organizações criminosas e possíveis conexões com agentes públicos no estado do
Rio de Janeiro.
A operação contou com apoio técnico da Receita
Federal.
Na manhã desta sexta-feira, 15 de maio de 2026, a
Polícia Militar foi acionada após informações sobre um homem encontrado morto
em uma estrada carroçável que dá acesso ao Assentamento Marcos Freire, na zona
rural do município de Pendências, na região do Vale do Açu.
Segundo as primeiras informações, a vítima seria um
taxista do sitio Canto Grande, no município de Afonso Bezerra. (versão essa a
ser confirmada pela policia)
No local, os policiais encontraram um veículo tipo
Gol branco acoplado a uma carroceria de boi com um animal em cima. A vítima
apresentava uma perfuração provocada por disparo de arma de fogo na região da
cabeça.
A Polícia Militar permanece isolando a área até a
chegada da equipe do ITEP e da Polícia Civil, que irão realizar a perícia e
iniciar as investigações para esclarecer o crime.
A Polícia Federal trocou o delegado que
comandava as investigações sobre as fraudes do INSS e apresentou os novos
delegados ao ministro André Mendonça, do STF, nesta sexta-feira (15).
O delegado substituído foi o responsável pelo pedido
de quebra de sigilo contra o filho mais velho do presidente Lula (PT),
conhecido como Lulinha.
Um dos delegados ligados ao caso, chefe da divisão
de combate a crimes previdenciários, deixou o cargo em meio às mudanças. A PF
informou que ele continua auxiliando os trabalhos.
Segundo fontes ouvidas pela reportagem, o delegado
teria solicitado a transferência para Minas Gerais, seu estado natal.
Os demais delegados da investigação permanecem na
nova coordenação, ainda vinculados à Diretoria de Combate ao Crime Organizado e
à Corrupção.
Após as mudanças, o senador Carlos Viana,
ex-presidente da CPMI do INSS, enviou ofício ao diretor-geral da PF, Andrei
Rodrigues, pedindo esclarecimentos formais sobre a saída do delegado.
A oposição relaciona a mudança às investigações
envolvendo Lulinha. A coordenação anterior foi responsável tanto pelo pedido de
quebra de sigilos quanto pela negociação da delação premiada do empresário
Mauricio Camisotti.
A proposta de delação foi enviada ao STF, mas
retornou para ser refeita com participação da Procuradoria-Geral da República.
“Trocas dessa natureza, em momentos delicados da
investigação, exigem explicações claras e imediatas à sociedade brasileira”,
afirmou o senador Carlos Viana.
O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho
(PL-RN), e os senadores Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Fabiano Contarato (PT-ES)
assinaram o requerimento de criação da CPMI (Comissão Parlamentar Mista de
Inquérito) para investigar as fraudes ligadas ao Banco Master. A informação foi
divulgada nas redes sociais pelo senador Carlos Viana (PSD-MG).
No último dia 13, Viana disse ter protocolado o
pedido no Congresso Nacional. “Está oficialmente aberto para assinaturas o
pedido de criação da CPMI do Banco Master no Congresso Nacional. Quem não deve
não teme CPMI”, escreveu, na ocasião.
Segundo o senador, os líderes do governo no Senado e
na Câmara ainda não assinaram o pedido, assim como os demais parlamentares
governistas.
“O governo terá que decidir: apoia uma investigação
ampla e sem blindagem… ou continuará apenas no discurso político?”, completou.
As solicitações para a instalação da comissão são
feitas desde o escândalo do Master. Entretanto, apesar de ter atingido o número
de assinaturas, a pauta não tem avançado no Congresso. A resistência surge,
principalmente, devido ao possível envolvimento de congressistas no esquema.
No início do mês, parlamentares de oposição ao
governo do presidente Lula negaram ter feito acordo com o presidente do Senado,
Davi Alcolumbre (União-AP), para abrir mão de uma CPI a fim de investigar o
Banco Master em troca da derrubada do veto presidencial ao projeto da
dosimetria, que reduz penas a condenados do 8 de Janeiro.
Por meio de nota, o líder oposicionista da Câmara,
deputado Cabo Gilberto (PL-PB), afirmou que não houve acordo ou negociação e
que não haverá recuo no pedido de abertura da CPI. O deputado declarou ser a
favor da instalação da investigação.
“A CPI do Banco Master não é uma pauta política, é
uma necessidade do país. O povo brasileiro tem o direito de saber o que
aconteceu”, afirmou o parlamentar.
O pré-candidato ao Governo do Rio Grande do Norte,
Álvaro Dias (PL), e o pré-candidato Babá receberam mais um importante reforço
político no interior do estado. Desta vez, o apoio veio de Campo Redondo,
município estratégico da região Trairi.
O prefeito da cidade declarou oficialmente apoio ao
projeto político de Álvaro e Babá durante encontro que reuniu lideranças
locais, a vice-prefeita e os nove vereadores do município, consolidando
praticamente a união completa do grupo político da cidade em torno da
pré-candidatura.
Além do peso político local, o movimento chamou
atenção pelo simbolismo. O prefeito de Campo Redondo integra a base política de
lideranças como o presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira, e do
deputado federal João Maia (PP).
Durante o encontro, o prefeito destacou a confiança
no projeto liderado por Álvaro Dias e Babá.
“Obrigado por ter vindo para Campo Redondo, meu
amigo. Eu sei que você vai fazer um trabalho grande pela nossa cidade. Alô, meu
amigo. Conte com Campo Redondo.”
A adesão de Campo Redondo fortalece ainda mais a
presença de Álvaro Dias na região Trairi e amplia a construção de alianças
políticas no interior do estado. Nos últimos dias, o ex-prefeito de Natal vem
acumulando apoios de prefeitos, vereadores, ex-prefeitos e lideranças políticas
em diferentes regiões do RN, consolidando musculatura política para a disputa
de 2026.
O protesto de estudantes da UFRN, em Natal, nesta
sexta-feira (15), expôs denúncias de falta de professores, problemas na
alimentação, estrutura precária e situações de vulnerabilidade na residência
universitária.
Segundo eles, os impactos atingem diretamente a
rotina acadêmica, com disciplinas sem docentes, falhas na assistência estudantil
e relatos de dificuldades no ambiente universitário.
“Quando vão ligar pra gente, hein? A gente está sem
professor, com disciplina sem professor desde o começo do semestre. A gente
está com fome, sem horário de janta. As pessoas estão sendo assediadas na
UFRN”, questionaram.
Os manifestantes disseram que não estão sendo
ouvidos pela gestão da instituição e criticaram a estrutura da residência
universitária.
“A residência não tem estrutura para fazer comida
porque a cozinha é minúscula, não tem fogão, não tem geladeira, não tem
armário. A cozinha é toda infestada de barata e a pró-reitoria não está nem aí.
Quando a gente chega aqui, a gente ouve que eles têm coisas mais importantes
para fazer”.
Os estudantes também questionaram a forma como são
tratados e cobraram reconhecimento. “Quando é que o residente
universitário vai ser visto como a importância que ele realmente tem? Só somos
vistos como um número de matrícula”.
O protesto terminou com um discurso mais exaltado,
que repercutiu entre os presentes. “Por isso que eu vou puxar de novo:
acabou a paz. Mexeu com o estudante, mexeu com o Satanás”.
O jovem foi visto com vida pela última vez em uma
lanchonete próxima à ponte do Rio Jundiaí, momentos antes de entrar na
água. Segundo familiares, Elenilson estava acompanhado de um amigo, que
também entrou no rio, mas conseguiu sair com vida.
As buscas foram realizadas por equipes do Corpo de
Bombeiros Militar do RN, com apoio de moradores da região. O corpo foi
localizado a cerca de 1 km do ponto do desaparecimento, em um trecho do rio com
acesso pela Rua José de Baltazar (Rua do Mosquito), no bairro Auta de Souza,
após ser avistado por um pescador, que acionou as equipes.
O pai da vítima, Eli Ferreira, acompanhou as buscas
desde o início e esteve no local no momento da confirmação do achado do corpo.