quinta-feira, 15 de outubro de 2026

Suspeitos de participação em roubo de armas de CAC são presos em Mossoró; avó de um deles tentou subornar policial

 


A Polícia Militar prendeu dois suspeitos de participação no roubo à casa de um CAC em Mossoró. As prisões aconteceram na noite dessa quarta-feira (14), poucas horas após o crime, que aconteceu na madrugada. Na ação, a avó de um deles acabou sendo detida por corrupção ativa, suspeita de oferecer suborno de R$ 1 mil a um policial militar.

"A PM estava em diligências e abordou as pessoas, dois possíveis autores, e tinham duas mulheres, sendo a avó de um deles e uma namorada. Durante a abordagem, um deles tentou subornar o tenente, pedindo para que o tenente o ajudasse e perguntou de que forma. Ele disse que seria financeiro. A avó entendeu que ele estava querendo subornar e ofereceu R$ 1 mil. Ela disse que não tinha, mas que iria arrumar. Nisso, o tenente deu voz de prisão por corrupção ativa e aos dois pelo assalto", contou o delegado Luiz Antônio.

As prisões aconteceram na avenida Presidente Dutra, no bairro Alto de São Manoel. Segundo a polícia, o grupo estaria se deslocando para Natal para deixar um dos suspeitos pelo crime. Além da prisão de uma mulher e do material que já tinha sido recuperado, que incluía armas, munições e objetos de valor, a polícia recuperou outros pertences, incluindo uma espingarda calibre 12.

"Estava nas proximidades de onde a envolvida foi presa. Essa arma foi apreendida e conduzida para a delegacia para englobar esse procedimento", pontuou o tenente Cleiton.

 

Bebê de 23 dias é morto com pelo menos 15 facadas na Paraíba; pai e mãe são presos

 


Um crime brutal causou comoção na cidade de Patos, no Sertão da Paraíba, nesta quarta-feira (14 de outubro de 2026). Um bebê de apenas 23 dias de vida, identificado como Bryan Gabriel, foi encontrado morto dentro de uma residência, apresentando pelo menos 15 ferimentos provocados por arma branca.

Os pais da criança, ambos de 19 anos, foram presos em flagrante, suspeitos de envolvimento na morte do recém-nascido.

De acordo com a Polícia Civil, uma discussão entre o casal teria ocorrido antes do crime. Durante as diligências, os investigadores encontraram uma faca com vestígios de sangue na residência. O objeto foi apreendido e encaminhado para perícia.

Pais apresentam versões diferentes sobre a morte do filho

Segundo o delegado responsável pelo caso, o pai declarou em depoimento que a mãe teria atacado o bebê por ciúmes da atenção que ele dedicava à criança.

Ainda conforme a versão apresentada pelo suspeito, ele teria presenciado o primeiro golpe de faca contra o filho e, em seguida, deixado a residência em estado de desespero.

O homem também afirmou que não retornou ao imóvel para verificar a situação do recém-nascido nem prestar socorro. Essa conduta está sendo analisada pelos investigadores para esclarecer uma possível omissão de socorro.

A mãe também foi ouvida pela Polícia Civil, e os depoimentos apresentados pelo casal possuem divergências que deverão ser esclarecidas ao longo da investigação.

As autoridades buscam determinar a dinâmica do crime, identificar quem praticou os golpes e estabelecer a responsabilidade individual de cada suspeito.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil da Paraíba. As acusações ainda dependem da apuração dos fatos, e os envolvidos têm direito à presunção de inocência.

Fonte: Patos Online e Jornal da Paraíba.

 

CPRE captura foragido da justiça durante blitz na zona Norte de Natal

 


A Polícia Militar do Rio Grande do Norte (PMRN), por meio do Comando de Policiamento Rodoviário Estadual (CPRE), capturou, nesta quarta-feira (14), um homem de 40 anos que estava com mandado de prisão em aberto.

A captura ocorreu durante uma blitz na avenida João Medeiros Filho, na zona Norte de Natal. Durante a fiscalização e a consulta aos sistemas de segurança, os policiais constataram a existência de um mandado de prisão expedido pela 14ª Vara Criminal da Comarca de Natal, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN), pelo crime de furto.

O homem foi encaminhado à delegacia de Polícia Civil para os procedimentos legais cabíveis. Logo em seguida, foi para o sistema prisional.

 

A sócia que a imprensa esqueceu: por que ninguém lembra que a mulher de Moraes também tem parte no avião de Vorcaro?

 


Há uma assimetria curiosa na forma como a imprensa brasileira tratou, nos últimos dias, as revelações sobre o Legacy 650 ligado ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Desde a última quarta-feira (14), manchetes nacionais destacaram que o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) foi identificado pela Polícia Federal como "usuário master" de uma conta bancária vinculada à Alcazar Holdings — offshore sediada na Ilha da Madeira, em Portugal, que detinha um terço de participação na empresa proprietária da aeronave.

A informação, revelada pela colunista Malu Gaspar, de O Globo, e confirmada pelo g1, ganhou ampla repercussão, acompanhada de peças sobre a viagem que o próprio Flávio fez no jato dos Estados Unidos para o Brasil, em janeiro de 2025.

O detalhe que recebeu tratamento editorial muito mais discreto é que esse mesmo avião — o mesmo Legacy 650, prefixo PP-NLR, administrado pela empresa de Vorcaro — foi utilizado, meses depois, pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e por sua mulher, a advogada Viviane Barci de Moraes.

E não se tratou de uma simples carona pontual: segundo relatório da própria Polícia Federal, obtido por Folha e g1, Vorcaro negociou com o escritório de Viviane um contrato de R$ 50 milhões em que parte do pagamento seria quitada com a transferência de cotas de duas aeronaves — justamente o jatinho e um helicóptero da empresa Prime You, da qual o banqueiro era sócio.

Mensagens trocadas entre Vorcaro e um interlocutor identificado como "Marcos Prime" tratam da liberação de cotas da aeronave "P1" para o casal, mencionam viagens já realizadas por Moraes e Viviane e registram que a advogada estaria "gostando muito" de usar os veículos da empresa.

Em outras palavras: enquanto a reportagem detalha minuciosamente o grau de acesso bancário de Flávio Bolsonaro a uma offshore com participação minoritária no avião, a mesma cobertura trata como nota de rodapé o fato de que a esposa de um ministro do STF que hoje julga ações envolvendo o colapso do Banco Master negociava a própria titularidade de cotas da aeronave com o dono do banco investigado.

 Não se trata de uma mera coincidência de uso — é uma negociação de propriedade, documentada pela PF em mensagens que mostram tratativas específicas sobre "as 2 cotas da P1 pra eles".

A ironia é dupla. Primeiro, porque o enquadramento editorial escolhido — "usuário master de conta de offshore sócia do jato" — soa tecnicamente mais grave do que de fato é: ser cadastrado como usuário com acesso a uma conta corporativa é, no limite, uma questão de procuração bancária, cuja gravidade depende do uso concreto feito dela, algo que a reportagem não comprova.

Já o caso de Viviane Barci envolve negociação direta de patrimônio — cotas de aeronaves como forma de pagamento — com o controlador de uma instituição financeira que colapsou sob suspeita de fraude bilionária, cujo desfecho judicial passa, em alguma medida, pelas mãos do marido dela no STF. Comparar as duas situações apenas pelo volume de manchetes já é revelador de qual delas a imprensa trata como escândalo e qual trata como detalhe incômodo a ser mencionado de passagem.

Segundo, porque a narrativa amplamente repercutida — "o avião de Vorcaro usado por Flávio Bolsonaro" — convenientemente comprime um fato mais incômodo: o mesmo avião também é, por vias contratuais, parcialmente ligado à família de quem ocupa a cadeira mais poderosa do Judiciário brasileiro no momento em que o esquema Vorcaro é investigado.

Se o critério editorial para noticiar o uso de uma aeronave vinculada a um banqueiro sob investigação é a gravidade do vínculo financeiro, o caso de Viviane Barci de Moraes — com negociação de cotas de propriedade, e não apenas acesso a conta — deveria, por rigor jornalístico, ocupar manchete equivalente ou superior. Não ocupa. E essa escolha, feita silenciosamente edição após edição, diz menos sobre os fatos do que sobre quem a imprensa está, ou não, disposta a incomodar.

 

 

Imprensa nacional descobriu agora que saúde, comércio e segurança serão afetados com fim da escala 6x1

 


O Senado aprovou na noite de quarta-feira (14), por 75 votos a 1, em dois turnos, a PEC (proposta de emenda à Constituição) que acaba com a escala de trabalho 6x1 e reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas, sem diminuição de salários.

A notícia é da CNN Brasil. Com a aprovação pelo Congresso, a emenda constitucional segue para a promulgação, sem ser necessária a sanção pelo presidente da República.

A redução será feita em duas etapas, a primeira, prevê jornada de 42 horas semanais e entra em vigor 60 dias após a promulgação. A segunda leva a jornada a 40 horas e ocorre 12 meses depois — totalizando 14 meses de transição.

O fim da 6x1, com a garantia de dois dias de descanso, também passa a valer em 60 dias.

Quais setores são afetados?

A mudança na escala de trabalho no Brasil afeta diferentes setores a economia, mas a redução da jornada e a adição de um dia de descanso deve alterar a rotina, principalmente, de segmentos do varejo, construção e indústria.

Comércio: Shoppings centers, supermercados, farmácias e o varejo em geral, que funcionam de segunda a domingo e dependem fortemente da escala 6x1;

Bares e restaurantes: Serviços de alimentação, alojamento e turismo, que operam em finais de semana e feriados;

Construção Civil: Aponta impactos nos custos operacionais e necessidade de reorganização das turmas de trabalho.

"A PEC alterou a possibilidade de escalas em regime seis por um para cinco por dois, ou seja, os trabalhadores agora passam a ter dois dias de descanso semanal remunerado na semana", afirma Henrique Melo, sócio da área trabalhista do NHM Advogados.

Nessa linha, Melo afirma que alguns setores que já trabalhavam com horário semanal reduzido, mas em uma escala 6x1, precisarão ser alterados.

"Um trabalhador do telemarketing, por exemplo, que está numa escala de seis dias de segunda a sábado de 36 horas semanais, vai ter mudar sua escala", constatou.

Quais setores poderão ter regimes diferentes?

A proposta permite ainda regimes diferenciados de jornada e descanso, que poderão ser regulamentados por lei e normas coletivas.

Nesse contexto entram setores como:

Saúde: Hospitais e serviços de emergência;

Transportes: Necessidade de funcionamentos dos serviços deve influenciar na organização da escala desses trabalhadores;

Limpeza urbana: Setor pode adotar jornada diferenciada por funcionar de forma contínua e com horários variados em diferentes cidades;

Segurança: Profissionais com necessidade de atividade contínua também poderão manter escalas diferentes;

Portaria e vigilância

Por serem segmentos que precisam manter serviços contínuos, estes poderão organizar jornadas e descansos de maneira diferenciada, conforme a regulamentação e as regras de negociação coletiva.

Outras exceções

A PEC também prevê tratamento específico para empregados com diploma de nível superior e remuneração igual ou superior a duas vezes e meia o teto do RGPS (Regime Geral de Previdência Social).

Nesses casos, as regras de duração e controle de jornada poderão não ser aplicadas, mas o direito ao repouso semanal será preservado.

Para microempreendedores individuais, microempresas e empresas de pequeno porte, o texto autoriza a criação de medidas transitórias por meio de lei complementar, condicionadas à manutenção dos níveis de emprego.

Outros setores que já trabalham em escala e horários reduzidos, como os bancos, tendem a não ser muito afetados com a medida.

"Bancários possuem uma jornada de seis horas diárias, normalmente de segunda a sexta. Embora os bancos façam acordos para aumentar para 40 horas, oito horas por dia, isso não passa das 44 que foram reduzidas pela PEC", explica.

 

 

VÍDEO - Vorcaro e executivo da Globo comentaram sobre Sabrina Sato e Deborah Secco: "Tava pra jogo" e "Tava muito feia"

 


Num dos diálogos entre Daniel Vorcaro e o executivo da Globo, Frederic Kachar, o ex-banqueiro disse que a atriz Deborah Secco “tava pra jogo”. Acrescentando: “Eu só olhava pra bunda dela”. Os dois estavam no Baile da Vogue.

 Daniel Vorcaro criticou a aparência de Deborah Secco: “Tava muito feia kkk”. Frederic Kachar respondeu: “Mas concordo q a fantasia era broxante” O dono do Master continuou no ataque: “Tá doido, mulher não pode fazer isso”.

Frederic Kachar menciona também sobre uma apresentadora: “A Sabrina [Sato] tava pra jogo. Aniversário dela, soltinha”.

Conhecido como por negociar com um exército de prostitutas, brasileiros e estrangeiras, Daniel Vorcaro convidou o diretor da Globo para uma festa “sem risco e sem celular”.

Mais tarde, Daniel Vorcaro convida Frederic Kachar para outra comemoração: “Se você animar, hoje tem. Fechei um lugar sem risco e sem celular para a verdadeira festa”. O diretor da Globo aceitou: “É nessa que eu vou”. O banqueiro alegrou-se: “Você é meu convidado de honra”.

Esse texto foi copiado do Blog do Gustavo Negreiros

 

Namorada de líder do PCC, delegada do Pará é presa no DF

 


A delegada Maria Virgínia Grimwood Pinto (foto em destaque), da Polícia Civil do Pará, e Renato Henrique do Carmo, conhecido como “Gordão” e apontado como liderança do Primeiro Comando da Capital (PCC), foram presos nesta quinta-feira (15/10). A delegada é suspeita de receber R$ 50 mil para fornecer informações sigilosas e proteção institucional a integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC).

A notícia é da coluna Na Mira, do Metrópoles. A delegada foi presa em um hotel localizado no Setor Hoteleiro Norte, em Brasília (DF), enquanto Renato Henrique foi preso em um resort de luxo em Recife (PE).

A suspeita surgiu durante a Operação Sinalagma, conduzida pela Polícia Civil de Pernambuco, que investiga um esquema interestadual de tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio que movimentou mais de R$ 14 milhões.

A investigação policial apontou que a delegada mantém um relacionamento amoroso com Renato Henrique do Carmo, apontado como líder na região de Muro Alto, em Ipojuca (PE). O suspeito já havia sido preso em janeiro de 2025 durante a Operação Sinalagma e foi solto.

Após a prisão de Renato, o celular dele foi apreendido e os policiais obtiveram autorização judicial para extrair os dados do aparelho. A análise das conversas permitiu identificar outros possíveis integrantes e colaboradores da organização criminosa, além de levantar suspeitas sobre a relação entre o investigado e a delegada.

Segundo a apuração, Maria Virgínia teria recebido vantagens financeiras indevidas em troca de proteção institucional, fornecimento de informações sigilosas e acesso a sistemas restritos de segurança pública

Além das suspeitas de envolvimento de agentes públicos, a Operação Sinalagma identificou indícios de lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio.

De acordo com as investigações, os suspeitos teriam utilizado documentos falsos, empresas formalmente constituídas e contas bancárias de terceiros para movimentar recursos e esconder a origem do dinheiro.

A análise financeira também identificou operações bancárias incompatíveis com a capacidade econômica declarada dos investigados. Para rastrear os recursos, os policiais analisaram dados telemáticos, informações de inteligência e Relatórios de Inteligência Financeira do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).

Comércio do RN registra seis meses seguidos de queda nas vendas, aponta IBGE

 


O comércio varejista do Rio Grande do Norte registrou a terceira maior queda do país em agosto, com retração de 1,1% nas vendas em relação a julho. Segundo dados divulgados nesta quinta-feira (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o setor acumula seis meses consecutivos de resultados negativos.

A sequência de quedas começou em março, com recuo de 0,1%, e seguiu em abril (-0,2%), maio (-1,4%), junho (-0,4%) e julho (-0,9%). Na contramão do RN, o comércio nacional cresceu 0,1% em agosto.

Na comparação com agosto de 2025, as vendas do varejo potiguar caíram 4,4%. Apesar do desempenho recente, o setor ainda acumula alta de 3% entre janeiro e agosto e de 4,7% nos últimos 12 meses, o quinto melhor resultado do país.

No varejo ampliado, que inclui veículos, materiais de construção e atacado de alimentos, bebidas e fumo, as vendas recuaram 0,4% em agosto, na comparação mensal. Em relação ao mesmo mês do ano passado, a queda foi de 2,4%. No acumulado do ano, o segmento registra crescimento de 2%.

Com informações de Tribuna do Norte

Camilo Santana sofre resistência do próprio PT ao propor maioridade penal aos 16 anos para crimes hediondos

 


A proposta de reduzir a maioridade penal de 18 para 16 anos em casos de crimes hediondos, apresentada pelo líder do PT no Senado, Camilo Santana (CE), não deve avançar na bancada do partido. A iniciativa enfrenta resistência de senadores governistas e do relator da PEC da Segurança Pública, Rogério Carvalho (PT-SE).

A ideia de Camilo, que também coordena a campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), buscava responder à pressão da oposição por mudanças nas regras de responsabilização criminal de menores de idade.

Reunida nesta quinta-feira (15), a bancada petista defendeu que o debate sobre a maioridade penal ocorra separadamente da PEC da Segurança. Além das divergências políticas, os senadores argumentam que alterações no texto poderiam obrigar a proposta a retornar à Câmara, atrasando sua aprovação.

O relator Rogério Carvalho deve rejeitar emendas que incluam a redução da maioridade penal. A oposição, aliada ao senador Flávio Bolsonaro (PL), pretende apresentar um destaque para votar a mudança separadamente, defendendo a redução para 16 anos e, em casos de crimes hediondos, para 14 anos. Lideranças ouvidas pelo Metrópoles, a oposição estima contar com cerca de 32 votos favoráveis à inclusão da medida na proposta.

Com informações de Metrópoles

 

O DESESPERO BATEU À PORTA: Diante do risco de derrota, governo Lula agora cogita propor redução da maioridade penal

 


Bastou o medo de perder a eleição bater à porta para fazer o PT abandonar uma velha bandeira do partido. A base do governo Lula avalia apoiar a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos em casos de crimes hediondos, dentro da PEC da Segurança Pública.

A proposta surge depois de aliados de Flávio Bolsonaro (PL) apresentarem uma emenda mais ampla, reduzindo a maioridade para 16 anos em geral e para 14 em crimes hediondos. De acordo com reportagem da Folha de S.Paulo, o movimento governista busca esvaziar a ofensiva da direita e evitar a perda de votos no segundo turno. A ideia, porém, divide os senadores petistas e ainda não tem consenso.

A ironia é que, há poucos meses, o discurso era bem diferente. Em março, o Ministério dos Direitos Humanos do governo Lula classificou a redução como “inconstitucional” e “ineficaz”. Em fevereiro, a bancada do PT afirmou que a mudança representava um “grave retrocesso jurídico, social e civilizatório”. Em 2015, todos os deputados petistas votaram contra a medida.

Grupo Globo demite diretor-geral Frederic Kachar após divulgação de conversas privadas com Vorcaro

 


O Grupo Globo demitiu nesta quinta-feira (15) Fred Kachar, diretor-geral de mídia impressa e rádio, após analisar conversas privadas mantidas pelo executivo com Daniel Vorcaro, entre outubro de 2023 e julho de 2025.

Em comunicado, a empresa afirmou que as mensagens, às quais teve acesso na quarta-feira (14), revelam uma relação inadequada com um anunciante. A Globo também reafirmou seu compromisso com a ética, a transparência e a independência editorial, destacando a cobertura crítica e independente do caso Master.

Kachar trabalhou por 29 anos no grupo. O nome de seu substituto à frente da Editora Globo e do Sistema Globo de Rádio será anunciado em breve.

Leia a íntegra da nota divulgada pelo Grupo Globo:

O Grupo Globo comunicou hoje o desligamento do diretor-geral de Mídia Impressa e Rádio, Frederic Kachar. O conteúdo das conversas privadas mantidas com Daniel Vorcaro entre outubro de 2023 e julho de 2025, às quais a empresa teve acesso ontem, revela uma relação inadequada do executivo com um anunciante.

A Editora Globo reforça seu compromisso com a ética e a transparência e reafirma a absoluta independência editorial do jornalismo de seus veículos, premissa essencial de sua atuação. O protagonismo da cobertura crítica, isenta e independente que tem feito do caso Master é a demonstração concreta do compromisso inegociável de seus veículos com os Princípios Editoriais do Grupo Globo.

A empresa reconhece os 29 anos de dedicação de Kachar ao desenvolvimento de seus negócios de mídia e informa que o nome de seu substituto à frente da Editora Globo e do Sistema Globo de Rádio será divulgado em breve.

 

Suspeitos de participação em roubo de armas de CAC são presos em Mossoró; avó de um deles tentou subornar policial

  A Polícia Militar prendeu dois suspeitos de participação no roubo à casa de um CAC em Mossoró. As prisões aconteceram na noite dessa quart...