terça-feira, 30 de junho de 2026

Operação contra caça ilegal apreende 120 arribaçãs no Seridó

 


Uma operação integrada entre o IBAMA e o Batalhão de Policiamento Ambiental (BPAmb) resultou na apreensão de 120 arribaçãs abatidas e de uma motocicleta utilizada na prática de caça ilegal na região do Seridó. A ação teve como objetivo combater a caça predatória da espécie e reforçar a proteção da fauna silvestre.

Operação Migratorius V mobilizou quatro equipes de fiscalização que atuaram em diferentes áreas da região. Além disso, os agentes utilizaram um drone para ampliar o monitoramento de locais de difícil acesso, o que permitiu aumentar a eficiência das ações em campo e facilitar a identificação de possíveis infrações ambientais.

Segundo os órgãos responsáveis, a caça predatória de arribaçãs representa uma ameaça ao equilíbrio ambiental e compromete a conservação da fauna silvestre. Por isso, a operação concentrou esforços em áreas onde há registro recorrente dessa prática ilegal.

Durante a fiscalização, as equipes apreenderam uma motocicleta utilizada pelos infratores, além de recolherem 120 arribaçãs abatidas. Com a ação, os órgãos ambientais impediram que os animais fossem comercializados ou consumidos de forma ilegal.

Além das apreensões, a atuação conjunta entre o IBAMA e o BPAmb demonstrou a importância da integração entre as instituições e do emprego de tecnologia nas ações de fiscalização ambiental. O uso de drones permitiu ampliar a cobertura das equipes e tornar as operações mais eficazes.

Os órgãos ambientais destacaram que as fiscalizações continuarão sendo realizadas em diferentes regiões do estado. O objetivo é combater crimes contra a fauna, preservar a biodiversidade e responsabilizar os envolvidos em práticas ilegais que colocam em risco espécies da fauna brasileira.

 

 

Caiado deve anunciar Kassab como vice na disputa pela Presidência

 


Ronaldo Caiado, pré-candidato do PSD à presidência da República, deve anunciar Gilberto Kassab (PSD) como vice em sua chapa nesta quarta-feira (1). O escolhido é presidente do partido e considerado um ótimo articulador político.

Kassab fez parte do secretariado do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).

Caiado se apresenta como um nome da direita tradicional que pode ser alternativa ao bolsonarismo. Nas conversas com políticos e em entrevistas, ele cita indicadores positivos em segurança pública e economia obtidos durante sua gestão como governador de Goiás.

A ligação com o agronegócio também é mencionada. Caiado lembra que foi candidato a presidente contra Lula em 1989 e ressalta que desde aquela época se opõe ao PT.

Apesar do discurso, não há avanço nas pesquisas. Diferentes institutos apontam que Caiado tem entre 2% e 3%. Nem mesmo as revelações da ligação de Flávio Bolsonaro (PL) com o caso Master fizeram o pré-candidato subir nas pesquisas.

Com a escolha de Kassab como vice, o PSD vai para a corrida presidencial com chapa pura. Kassab defendia que Tarcísio fosse o indicado da direita para concorrer contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Como esta não foi a opção da família Bolsonaro, lançou um candidato.

CNN Brasil

Após delações frustradas, Vorcaro busca caminho para invalidar provas de seu celular

 


Com suas tentativas de fazer uma delação premiada fracassadas, Daniel Vorcaro tem estudado um caminho para encontrar alguma nulidade nos processos que tramitam no Supremo Tribunal Federal (STF). Uma das estratégias em análise é tentar invalidar as mensagens dos celulares do banqueiro usadas para embasar as ações do caso Master.

O foco seria questionar a cadeia de custódia dos aparelhos apreendidos pela Polícia Federal. Esse procedimento garante que as provas coletadas na investigação sejam preservadas de forma íntegra, segura e rastreável, desde a apreensão até a apresentação no processo. No caso dos celulares, é documentado todo o histórico dos aparelhos desde a apreensão, para assegurar que o conteúdo seja autêntico e não tenha sofrido alterações.

Advogados e peritos já foram procurados por interlocutores de Vorcaro para avaliar se a tese da quebra da cadeia de custódia seria viável. A ideia é que esses especialistas busquem eventuais falhas no procedimento e abram brechas para a defesa argumentar que as mensagens foram acessadas de forma irregular.

Em paralelo, advogados do dono do Banco Master tentam reabrir negociações para um acordo de delação com a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República (PGR). Segundo interlocutores de ambos os lados — tanto do banqueiro quanto dos investigadores —, todas as tentativas de reaproximação feitas até agora foram frustradas, conforme informou a colunista Malu Gaspar.

Os próprios investigadores consideram os celulares de Vorcaro a principal prova dos crimes praticados pelo banqueiro e também um dos fatores que torna sua delação desnecessária.

Bela Megale - O Globo

 

 

Escândalo dos respiradores pode virar dor de cabeça eleitoral para candidatos

 


A pouco menos de cem dias do primeiro turno, um fantasma que há anos assombra o ex-ministro e pré-candidato ao Senado Rui Costa (PT) pode ganhar contornos eleitorais e respingar também nas campanhas do ex-ministro Renan Filho (MDB) ao governo de Alagoas e do ex-governador João Azevêdo (PSB), pré-candidato ao Senado em outubro. O motivo: além de Costa, os dois eram governadores quando o Consórcio Nordeste pagou adiantado — e não recebeu — 300 respiradores hospitalares durante a pandemia.

A menção a Rui Costa foi responsável por levar o inquérito sobre o caso de volta ao Supremo Tribunal Federal (STF) sob a acusação de que existe um “crime permanente” desde que o colegiado de governadores pagou 48 milhões de reais a uma empresa de comercialização de cannabis para que trouxesse da China os ventiladores e não conseguiu reaver o dinheiro. Renan e Azevêdo não são investigados, mas adversários políticos têm como plano usar a presença deles no Consórcio como fator de desgaste.

Os indícios de que a aquisição dos ventiladores médicos pelo Consórcio Nordeste era suspeita e arriscada sempre foram enormes, mas mesmo assim a transação foi levada adiante. A Hempcare, paga para importar o maquinário, havia sido aberta pouco mais de nove meses antes da assinatura do contrato milionário, apresentava capital social irrisório e sua dona tinha como principal feito comercial ter importado roupas de praia do mercado chinês.

A fraude nos respiradores é o principal escândalo da pandemia e, no governo Lula, levou o então ministro Rui Costa a bater de frente com o diretor-geral da Polícia Federal Andrei Rodrigues, a quem atribuía ímpetos de perseguição. A PF de Rodrigues estava sob o guarda-chuva do então ministro da Justiça e atual juiz do STF Flávio Dino, que sempre esteve em campos opostos a Costa. Por uma dessas reviravoltas da política, Dino é o relator no Supremo do processo que pode definir o destino do pré-candidato ao Senado pela Bahia.

Os indícios de que a transação para a compra dos respiradores cheirava mal foram detectados, por exemplo, por uma auditoria do Tribunal de Contas da Paraíba, estado governado à época por Azevêdo, que alertara que a Hempcare apresentava numeração muito baixa de nota fiscal – 000.000.02, da série 1 – o que equivale dizer que não tinha qualquer expertise no serviço que se propunha a prestar.

O Tribunal de Contas de Pernambuco, por sua vez, emitiu um “alerta de responsabilização” e determinou que fosse proibido qualquer negócio na área de saúde com o Consórcio Nordeste porque “em duas oportunidades as práticas do consórcio já se revelaram inábeis, com expressivos prejuízos financeiros ao estado de Pernambuco (…) resultando em operações policiais e inquéritos criminais”.

Embora a calamidade sanitária tenha jogado nas alturas os valores de insumos para pacientes em todo o país, laudo do Ministério Público Federal conclui que as cifras pagas exclusivamente pela Bahia, na época governada por Rui Costa, foram 156% maiores do que a média dos outros estados brasileiros na pandemia.

De acordo com o MP, ainda que os respiradores tivessem chegado de fato ao Brasil, o que nunca aconteceu, o Consórcio Nordeste teria amargado prejuízos de mais de 28 milhões de reais por ter fechado negócio com preços inflacionados apresentados pela empresa Hempcare, de propriedade de Cristiana Taddeo.

As negociações eram tão amadoras que o contrato de importação que previa pagamento adiantado de exatos 48.748.575,82 de reais e abria mão de garantias comezinhas, como cláusulas contra atrasos e inadimplência, foi fechado a partir de uma simples ligação telefônica. Um dia depois de o dinheiro ter caído na conta, Cristiana disse ter recebido “o contrato assinado digitalmente por Rui Costa, governador do Estado da Bahia e representante do Consórcio Nordeste”.

Conforme revelou VEJA, Cristiana Taddeo fechou um acordo de delação premiada em que, entre outros pontos, afirma que:

mencionou pelo menos três vezes o nome de Rui Costa ao longo de cinco dias de oitivas como investigada e alega que nenhuma referência ao petista ficou registrada nos autos. “Todas as vezes que eu mencionei o governador Rui Costa os delegados minimizaram a sua participação dizendo que ele não tinha nenhum conhecimento sobre as tratativas do contrato”, declarou.

um advogado designado para defende-la no caso era, na verdade, advogado pessoal de Rui Costa e parte dos investigadores atuavam como anteparo para que as acusações não chegassem ao petista.

a delatora disse ter sido vítima de maus tratos no período em que ficou presa preventivamente na Bahia.

VEJA

 

 

Cotada para vice de Flávio, Tereza Cristina mira presidência do Senado

 


Um dos nomes mais cotados para a vice de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), a senadora Tereza Cristina (PP-MS) não vem demonstrando, nos bastidores, disposição em encarar o desafio.

Tereza tem outros planos políticos. Segundo aliados, a parlamentar mira ocupar a presidência do Senado a partir de 2027, caso Flávio seja eleito para o Palácio do Planalto em 2026.

A senadora, contudo, enfrentará adversário forte na disputa: o atual presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), que pretende tentar reeleição ao comando da Casa em 2027.

Alcolumbre trabalha nos bastidores para se reeleger presidente do Senado tanto se Lula for reeleito ao Planalto, quanto se o vencedor das eleições presidenciais de 2026 for Flávio.

Já Tereza sabe que só tem chances de chegar ao posto se o filho “01” de Jair Bolsonaro ganhar. Para isso, ela aposta ainda na eleição de uma maioria de direita ao Senado em outubro.

Igor Gadelha - Metrópoles

 

 

Lula libera R$ 520 mi para propaganda antes da eleição, mais que o dobro de Bolsonaro em 2022

 


O governo Lula (PT) ampliou despesas em propaganda no primeiro semestre deste ano, às vésperas do início da campanha do presidente à reeleição, e destinou mais que o dobro dos gastos do governo Jair Bolsonaro (PL) no mesmo período de 2022.

A gestão petista já empenhou R$ 520 milhões para a ação do Orçamento que é usada principalmente para custear as campanhas publicitárias da Secom (Secretaria de Comunicação Social) de janeiro a junho, antes de o calendário eleitoral impor travas aos gastos com comunicação. No ano da última disputa à Presidência, Bolsonaro encaminhou R$ 213,5 milhões no período.

Em anos eleitorais, a propaganda oficial fica concentrada principalmente no primeiro semestre porque a lei determina suspensão da publicidade institucional durante o período conhecido como defeso, que neste ano começa em 4 de julho. Ficam liberadas apenas exceções, como campanhas que a Justiça Eleitoral reconhece como de “grave e urgente necessidade pública”.

A legislação também impõe limites de verba que os governos podem empenhar no primeiro semestre. A cifra é calculada a partir dos valores empenhados nos três anos anteriores com diversos tipos de ações de comunicação, incluindo a Secom.

Na mesma ação do Orçamento que custeia propagandas, o governo também destinou cerca de R$ 7,6 milhões para contratar pesquisas de opinião. Em nota, o governo afirmou que segue os limites de despesas estabelecidos por lei.

“Eventuais comparações entre exercícios distintos devem considerar as especificidades de cada período, as políticas públicas desenvolvidas, o planejamento anual de comunicação e as necessidades de campanhas de utilidade pública, não sendo adequada a comparação isolada de valores empenhados entre anos sem a devida contextualização”, disse a Secom.

O levantamento feito pela Folha considera valores atualizados pela inflação e destinados à ação orçamentária de “comunicação institucional”, que é totalmente destinada para a Secom encomendar peças de propaganda sobre programas do governo. Foi contabilizado o valor empenhado, que representa a fatia do orçamento reservada oficialmente para pagar uma determinada despesa.

A gestão federal também tem verbas de “publicidade de utilidade pública”, que servem principalmente para campanhas do Ministério da Saúde. Elas também ficam travadas durante o período de defeso eleitoral, ressalvadas campanhas informativas e ligadas a temas como vacinação, com vedação ao uso de slogans do governo e menções a candidatos.

A campanha do governo de maior valor até aqui tem custo estimado em R$ 150 milhões e o slogan “conectando entregas e futuro”. É uma propaganda classificada como de posicionamento, com objetivo de distribuir anúncios sobre diversas bandeiras da gestão petista.

A Secom também empenhou ao menos R$ 80 milhões para a campanha sobre o fim da escala 6×1, em que seis dias de trabalho são seguidos de um dia de descanso.

Os recursos foram usados para produzir a campanha com o mote “tempo com a família”, lançada no começo de maio. A PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que acaba com a escala foi aprovada pela Câmara e ainda precisa passar pelo Senado.

O governo Lula destinou R$ 45 milhões para promover a nova edição do Desenrola Brasil, que prevê renegociação de dívidas.

Como a Folha mostrou, a verba empenhada para campanhas de utilidade pública e para propaganda do governo atingiu cerca de R$ 1,6 bilhão no ano passado, o maior valor desde 2017. A Secom consumiu a principal fatia (R$ 968 milhões), enquanto o restante foi utilizado principalmente pelo Ministério da Saúde.

O Orçamento total de 2026 prevê menos despesas com propaganda em comparação com o ano passado, cerca de R$ 1,5 bilhão, sendo que a maior fatia foi destinada às ações de interesse público (R$ 825,3 milhões).

Neste mandato, o governo Lula ampliou de cerca de 20% para mais de 30% a fatia de gastos com campanhas publicitárias na internet. Com a mudança, o recurso destinado para Google e Meta (dona do Facebook, Instagram e WhatsApp) superou pela primeira vez, no ano passado, o valor em anúncios pagos nas redes de televisão SBT e Band.

O governo também tem contratado influenciadores digitais para promover as suas bandeiras. A Secom ainda contratou no último ano três agências —a Briviacom Comunicação e Marketing, a Binder Comunicação e a BKR Agência de Publicidade— para gestão de uma conta de R$ 100 milhões destinada à produção de vídeos, podcasts e outras propagandas do governo.

Os valores das campanhas publicitárias não são detalhados no Portal da Transparência. O site mostra de forma genérica quanto cada agência recebeu. A Secom tem um portal próprio com informações sobre a distribuição dos anúncios, mas com atualização defasada.

A Folha levantou os custos de parte das propagandas a partir de informações registradas em notas de empenho no Siafi (Sistema Integrado de Administração Financeira) e de dados obtidos com pessoas que acompanham a execução das campanhas federais. Os valores foram depois confirmados pela Secom.

Na quarta-feira (24), o PL, partido do senador Flávio Bolsonaro (RJ), pediu ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) a suspensão de todas as campanhas publicitárias do governo Lula, sob argumento de que a gestão federal já ultrapassou o teto de gastos com publicidade no primeiro semestre do ano eleitoral (que é calculado com base na média mensal dos anos anteriores à eleição). O ministro André Mendonça é relator do caso.

No último dia 17, a Justiça Federal no Distrito Federal atendeu a um pedido do deputado Carlos Jordy (PL-RJ) e mandou o governo suspender, especificamente, anúncios nas redes da campanha pelo fim da escala 6×1.

A Secom informou que apresentará à Justiça “os esclarecimentos técnicos e jurídicos que se fizerem necessários”.

Em 2022, o governo Bolsonaro pagou ao menos R$ 20 milhões para uma campanha sobre o bicentenário da Independência —o uso eleitoral da cerimônia motivaria uma das condenações em que o ex-presidente foi punido com inelegibilidade pelo TSE.

Um acórdão de 2024 do TCU (Tribunal de Contas da União) ainda apontou que campanhas de alto valor feitas em 2022 tiveram temática mal delimitada, como uma de R$ 100 milhões para “prestação de contas e balanço”, além de outra de R$ 120 milhões classificada como “always on”, estratégia voltada a manter por mais tempo na mídia diferentes mensagens do governo.

Parte destas campanhas do último ano do governo Bolsonaro foi empenhada após o período eleitoral, quando ele já havia sido derrotado.

Folha de S. Paulo

 

VÍDEO: Caminhonete invade contramão na BR-101 e provoca colisão com 3 carros em frente à Leroy Merlin, em Nova Parnamirim

 



Uma caminhonete invadiu a contramão e provocou um acidente envolvendo três veículos na marginal da BR-101, em frente à loja Leroy Merlin, em Nova Parnamirim, na Grande Natal.

O caso aconteceu em uma das vias marginais da rodovia federal e mobilizou motoristas que passavam pelo local no momento da colisão.

Segundo informações de testemunhas repassadas ao portal Via Certa Natal, o condutor da caminhonete apresentava sinais de desorientação e teria comportamento compatível com possível embriaguez.

Ainda de acordo com essas informações, o veículo perdeu o controle, entrou na contramão e atingiu outros três automóveis que trafegavam normalmente pela via.

Até o momento, não há registro de feridos.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) foi acionada para atender a ocorrência, controlar o tráfego e iniciar os procedimentos de apuração das circunstâncias do acidente.

Cachorrinho morre após se assustar com fogos durante vitória do Brasil: “Perdi meu amor de quatro patas”, diz tutora

 



Um cachorro de estimação morreu após sofrer um mal súbito provocado pelo susto causado por fogos de artifício durante a comemoração da vitória da Seleção Brasileira, em Pedro Velho. Em um vídeo publicado nas redes sociais, a tutora relatou que o animal, chamado Nick, estava dentro de casa quando ouviu a explosão dos fogos no momento do primeiro gol do Brasil. Assustado, ele correu em sua direção, caiu no chão apresentando sinais semelhantes a uma convulsão e, apesar das tentativas de reanimação, não resistiu.

Muito emocionada, a dona fez um apelo para que as pessoas repensem o uso de fogos com estampido. Segundo ela, o cachorro chegou a urinar pela casa devido ao medo antes de morrer. “Parem de soltar fogos. Parabéns, Brasil, rumo ao hexa, mas será que não percebem que esses fogos só causam sofrimento?”, desabafou. O caso reacende o debate sobre os impactos dos fogos de artifício com barulho em animais, idosos, crianças e pessoas com sensibilidade auditiva.

 

CAMPESTRENSE - EMOÇÃO, UNIÃO E MUITA TORCIDA: A Prefeitura Municipal proporcionou mais um momento especial para a população acompanhar o jogo da nossa Seleção Brasileira

 


A Prefeitura Municipal de São José do Campestre, promoveu mais um momento de integração e lazer para a população ao disponibilizar um espaço para que os campestrenses acompanhassem a partida da Seleção Brasileira.

O evento reuniu famílias, amigos e torcedores em um ambiente de confraternização, marcado pela emoção e pelo incentivo à equipe nacional. A iniciativa teve como objetivo proporcionar um momento de convivência entre a comunidade, fortalecendo os laços sociais por meio do esporte.

A ação foi marcada pela grande participação popular e pelo clima de entusiasmo, com a torcida acompanhando cada lance da partida e demonstrando o tradicional apoio à Seleção Brasileira.

 




















BOM JESUS - VÍDEO: Cachorro de rua é atacado por Pitbull e população procura tutor do animal

 



Moradores de Bom Jesus estão à procura do tutor de um pitbull que se encontra nas proximidades do Espetinho de Romildo, no bairro Paraíso.

Segundo informações, o animal foi visto na região após um ataque a um cachorro de rua, o que gerou preocupação entre os moradores.

Quem reconhecer o pitbull ou souber quem é o seu responsável pode entrar em contato com os moradores da área para que o animal seja recolhido em segurança e sejam adotadas as providências necessárias.

A colaboração da população é importante para evitar novos incidentes e garantir a segurança de todos.

PF pede mais prazo para analisar provas contra Lulinha no caso INSS

 


A Polícia Federal (PF) informou ao ministro do STF, André Mendonça, que vai precisar de mais tempo para concluir a análise de materiais relacionados a Fábio Luís Lula da Silva, no âmbito da Operação Sem Desconto, que apura possíveis irregularidades no INSS.

O pedido da PF envolve a continuidade da avaliação de dados obtidos a partir da quebra de sigilos bancário, fiscal e telemático, autorizada pelo ministro em fevereiro, conforme a revista Oeste.

Segundo o relatório encaminhado ao STF, ainda estão em andamento diligências que incluem a perícia de celulares, computadores, HDs, pen drives e outros equipamentos apreendidos com investigados e alvos de medidas judiciais.

A PF afirma que o volume de material analisado exige mais prazo para a conclusão técnica das investigações.

Em decisão anterior, Mendonça havia determinado prazo de 60 dias para a finalização das perícias, destacando a necessidade de maior celeridade no andamento do caso.

Agora, a corporação solicita extensão desse prazo para concluir a análise completa do conteúdo recolhido.

 

Operação contra caça ilegal apreende 120 arribaçãs no Seridó

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