quinta-feira, 16 de julho de 2026

Styvenson desmente Tércio Tinoco sobre emenda para pessoas com deficiência

 


O senador Styvenson Valentim (PODEMOS) ficou bastante chateado com as declarações do pré-candidato a senador Tércio Tinoco, dizendo que ele não destinou recursos para instituições que atendem e cuidam de pessoas com deficiência. Poucas horas após a fala de Tércio, em entrevista ao Jornal das 6, Styvenson rebateu a declaração enviando a seguinte nota: 

"Em entrevista ao Jornal das 6, da 96 FM, nesta quarta-feira (15), o pré-candidato a senador Tércio Tinôco (União Brasil) afirmou que o senador Styvenson Valentim "nunca ajudou as pessoas com deficiência" nem as instituições do terceiro setor do Rio Grande do Norte. 

O senador Styvenson recebe a declaração com surpresa, sobretudo por partir de um político que se apresenta como liderança da causa da pessoa com deficiência e afirma conhecer todas as instituições de Natal. Os números públicos contradizem a afirmação:

Entre 2019 e 2026, o mandato destinou R$ 15,26 milhões a entidades sociais e secretarias municipais de Assistência Social em 20 municípios potiguares, por meio de 78 iniciativas — da capital ao Seridó, do Alto Oeste ao Agreste. Desse total, mais de R$ 5 milhões foram direcionados especificamente a 37 instituições dedicadas à pessoa com deficiência e ao acolhimento social.

Entre as iniciativas municipais estão a construção, ampliação e adequação de abrigos; o Condomínio de Idosos em Acari — uma das mais belas obras deste mandato; unidades de acolhimento e centros especializados para atendimento de públicos específicos; e o Projeto Mãos de Obra, que vem capacitando mulheres em situação de vulnerabilidade social a se profissionalizarem na construção civil, oferecendo creche e atendimento especializado aos filhos autistas dessas mulheres durante o período das aulas.

Destacamos, a recente entrega de 40 casas em condomínio fechado no município de Nova Cruz destinadas a famílias em situação de vulnerabilidade onde as mães atípicas tiveram prioridade no processo de seleção das contempladas, bem como a entrega das chaves de mais 20 casas que estão em fase final de construção em Acari. Montanhas, Nova Cruz e São Tomé iniciaram o mesmo programa de habitação.

Só às APAEs foram 11 emendas, somando R$ 650 mil, para as unidades de Assu, Caicó, Currais Novos, Macaíba, Mossoró e Natal — em custeio, equipamentos e até veículo sanitário.

Também receberam recursos a ADOTE, o Instituto de Educação e Reabilitação de Cegos (Natal), CIADE (em três exercícios distintos), a Escola Especial Plácido Gondim (Parelhas) e a ACAPORD (João Câmara), entre outras entidades.

É lamentável que um pré-candidato tão devotado à causa desconheça, de forma tão categórica, a trajetória de quem sempre apoiou a pessoa com deficiência e a assistência social no RN. Divulgar informação falsa logo em um dos primeiros atos públicos da pré-campanha empobrece o debate democrático. Styvenson Valentim reafirma seu compromisso com a transparência: mantém, com recursos próprios, o site www.svrn.com.br, onde qualquer cidadão pode acompanhar a destinação das emendas parlamentares e a prestação de contas do mandato.

Assessoria de Comunicação

Gabinete do Senador Styvenson Valentim"

 

 

Setor privado alerta governo sobre riscos de retaliação a Trump

 


Lideranças do setor privado já fizeram chegar, nesta quinta-feira (16), a representantes do governo federal a preocupação com os sinais de que o presidente Lula e o Itamaraty pretendem retaliar os Estados Unidos em razão do novo tarifaço contra o Brasil.

O alerta foi feito em três aspectos.

Primeiro, o de que apenas a China obteve êxito ao retaliar Trump, justamente por ser a segunda maior economia do mundo. E que nenhum outro país optou por escalar o conflito, de economias fortes, como Reino Unido e Japão, a blocos econômicos, como a União Europeia. E que mesmo quem ameaçou retaliar desistiu, caso do Canadá.

Segundo, o de que uma eventual escalada nada traria de ganho para os exportadores brasileiros, que já veem seus negócios sob risco diante do novo tarifaço. Reafirmaram a relevância do mercado americano e dos produtos que se exportam para lá, de alto valor agregado.

É o país para o qual o Brasil exporta produtos de maior valor agregado, onde está a indústria mais sofisticada. Empresas correm o risco de fechar linhas importantes de desenvolvimento tecnológico e científico.

E, terceiro, que a reação de Donald Trump a uma retaliação é imprevisível. Pode ir desde ignorar a medida até tomar providências mais drásticas contra o Brasil, inclusive em outras áreas não afetadas pelo novo tarifaço.

A avaliação de quem conversou com o governo é a de que a tendência é, de ato, levar adiante a aplicação da Lei da Reciprocidade, muito embora haja uma ala mais pragmática e minoritária que defenda cautela neste momento e que nada seja feito.

CNN Brasil

 

 

Lula convoca ministros para reunião no Planalto após decisão dos EUA de impor ‘novo tarifaço’

 


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reuniu ministros nesta quinta-feira (16) para definir a resposta do governo à decisão dos Estados Unidos de impor uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros.

Participam da reunião os ministros Dario Durigan (Fazenda), Miriam Belchior (Casa Civil), Márcio Elias Rosa (Indústria, Desenvolvimento e Comércio) e Mauro Vieira (Relações Exteriores). Após o encontro, o governo fará pronunciamentos no Itamaraty e no Ministério da Indústria, Desenvolvimento e Comércio (MDIC).

A medida foi confirmada pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), que divulgou uma lista de exceções. Produtos como petróleo, café e carne bovina ficaram fora da nova tarifa, que passa a valer em 22 de julho.

A decisão é resultado de uma investigação conduzida pelo USTR com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974. Segundo o governo americano, o tarifaço foi motivado por fatores econômicos, jurídicos e ambientais. Integrantes da gestão Trump também afirmam que a medida tem caráter político e acusam o governo Lula de não negociar “de boa-fé”.

No Brasil, a decisão gerou disputa política. Enquanto a oposição atribui o aumento das tarifas a falhas do governo nas negociações com os EUA, aliados de Lula sustentam que a medida foi motivada por razões políticas e ideológicas.

 

FORÇA NO AGRESTE: Grupo de Flávio de Berói declara apoio à pré-candidatura de Álvaro Dias

 


O pré-candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, Álvaro Dias, recebeu uma das mais expressivas adesões políticas de sua pré-candidatura no Agreste potiguar. O ex-prefeito de Nova Cruz e pré-candidato a deputado estadual, Flávio de Berói, oficializou apoio ao projeto político liderado por Álvaro Dias, acompanhado de todo o seu grupo político.

A articulação também reúne o apoio do atual prefeito de Nova Cruz, Joquinha, de toda a bancada de vereadores do município e de importantes lideranças políticas da região, consolidando uma ampla aliança em torno da pré-candidatura ao Governo do Estado.

A chegada do grupo representa um importante reforço à base política de Álvaro Dias no Agreste potiguar, ampliando sua presença em uma das regiões mais estratégicas do Rio Grande do Norte e fortalecendo a construção de um projeto voltado ao desenvolvimento dos municípios do interior.

Nos últimos dias, a pré-candidatura de Álvaro Dias vem recebendo sucessivas adesões de prefeitos, vice-prefeitos, vereadores, ex-prefeitos e lideranças comunitárias em diversas regiões do estado. O apoio do grupo liderado por Flávio de Berói reforça esse movimento de crescimento político e amplia a articulação da pré-candidatura no Agreste potiguar.

 

BOICOTE: Vereadores que apoiam Allyson Bezerra não aceitam que Carlos Eduardo coordene campanha em Natal

 


O vereador e pré-candidato a senador Tércio Tinôco confirmou em entrevista ao “Meio Dia RN”, nesta quinta-feira (16), que os sete vereadores que apoiam Allyson Bezerra não aceitam a coordenação do ex-prefeito Carlos Eduardo em Natal.

Tércio afirmou que Carlos Eduardo pode até coordenar a campanha de Allyson em Natal, mas o vereadores não serão coordenados pelo ex-prefeito. As lideranças comunicaram a decisão a Allyson Bezerra.

Vale lembrar que não foi Allyson Bezerra quem fez o anúncio sobre a coordenação da campanha, mas foi o próprio Carlos Eduardo quem disse que tinha sido convidado para o posto. Não houve sequer um comunicado oficial do partido.

Carlos Eduardo já tinha tentado ser candidato a senador, mas foi desconvidado pelo União Brasil. Ele chegou a se lançar como pré-candidato a deputado estadual, mas recuou após não conseguir a garantia de que teria os votos necessários para ser eleito. Agora, diante do boicote dos vereadores ao seu nome, poderá ser novamente desconvidado para evitar o aprofundamento da crise no palanque do União Brasil.

Blog do BG

MARIO SABINO: Marco Rubio tem razão: Lula não negociou de boa-fé com os americanos

 


Marco Rubio, secretário de Estado americano, colocou a culpa em Lula pelas tarifas de 25%, no mínimo, que os Estados Unidos aplicarão mesmo a produtos brasileiros.

“Para que não haja confusão sobre o motivo: o presidente Lula e seu governo não negociaram com os EUA de boa-fé”, escreveu Marco Rubio, acrescentando que o presidente brasileiro colocou “o próprio ego à frente de fazer um acordo pelo bem-estar do povo brasileiro” e que “as tarifas são o preço por isso”.

O secretário americano pode até ter dado uma piscadela para Flávio Bolsonaro, a quem Lula espertamente responsabiliza pela aplicação das tarifas, jogando no erro de Donald Trump de dar uma conotação político-eleitoral a sua natural sanha tarifária. Mas Marco Rubio não está mentindo.

Faltou vontade ao governo brasileiro para negociar de verdade com os Estados Unidos, assim como fizeram os governos dos demais países. Faltou reconhecer que, independentemente de Donald Trump ser quem é, são velhas e justas as reclamações americanas contra o nosso protecionismo e a nossa sem-vergonhice na falta de proteção à propriedade intelectual.

Também é justa a nova reclamação sobre as ações que STF e Planalto tomaram contra as Big Techs americanas, ao responsabilizá-las por conteúdos que os seus usuários postam, inclusive conteúdos políticos, em evidente intenção censória.

Havia, no entanto, uma forma de contornar dificuldades. O que os americanos querem, principalmente, é acesso às terras raras brasileiras para diminuir a dependência da China. Terras raras são aqueles minerais necessários para a fabricação de toda sorte de equipamentos eletrônicos.

Lula deu até uma reboladinha para Donald Trump ao tocar no assunto, mas depois voltou à discurseira de defesa da soberania, do repúdio ao entreguismo e coisa e tal.

Por quê? Porque lhe rende votos na eleição presidencial. A má-fé do chefão petista é esta: em vez de tomar a defesa dos interesses das empresas brasileiras, usando das cartas de que o país dispõe, e as terras raras são uma carta e tanto, ele seguiu no caminho do populismo eleitoral para beneficiar apenas si próprio e o seu partido.

Em troca do acesso às terras raras, os americanos poderiam nos dar conhecimento e tecnologia para explorá-las a contento. Coisas que nós não temos. Seria uma parceria em que ambos os lados ganhariam.

O governo Lula, porém, não quis conversar a sério a respeito desse tema. Escuda-se na quantidade de reuniões para esconder a falta de qualidade delas. Preferiu o oportunismo carregado de demagogia antiamericana, tão cara à esquerda e tão à mão com Donald Trump em Washington, como se negociar e usar alavancas para minimizar danos hoje e obter vantagens amanhã, em relações sobretudo comerciais, fosse atentar contra a independência nacional, quando é o contrário.

Agora, Dario Durigan, o apparatchik à frente do Ministério da Fazenda, tenta minimizar o impacto das tarifas dos Estados Unidos sobre a economia nacional, dizendo que terá efeito insignificante no PIB.

É redutor e burro. Perder espaço no maior mercado consumidor do mundo é erro estratégico grosseiro, em especial para os setores mais tecnológicos, com maior valor agregado, caso dos exportadores de maquinário, que devem ficar fora da exceções tarifárias.

Lula e os seus apparatchiks pensam em retaliar. Duplamente estúpido. Não temos o poder de fogo da China, e é praticamente certo que, se partirmos para a retaliação, o governo americano dobrará a aposta contra o Brasil. O chefão petista é um ratinho que ruge. Ratinho oportunista.

Por Mario Sabino, Metrópoles

 

Dois meses após ordem de serviço, obras da duplicação da BR-304 seguem sem começar

 


Passados cerca de dois meses da assinatura da ordem de serviço para o trecho 2 da duplicação da BR-304, entre os municípios de Macaíba e Riachuelo, as obras ainda não foram iniciadas.

A falta de movimentação no local tem gerado questionamentos sobre o andamento do projeto. Segundo informações divulgadas pelo Blog Gustavo Negreiros, o processo ainda enfrenta entraves, incluindo a ausência da emissão das licenças ambientais necessárias para o início da execução.

O trecho faz parte de uma das etapas mais aguardadas da duplicação da BR-304, considerada estratégica para melhorar a mobilidade, ampliar a segurança viária e fortalecer o escoamento da produção no Rio Grande do Norte.

Até o momento, não há confirmação de uma nova data para o início efetivo das obras.

 

Jornalista Renato Machado, ex-apresentador do Bom Dia Brasil, morre aos 83 anos

 


O jornalista Renato Machado, ex-apresentador e ex-editor-chefe do Bom Dia Brasil, morreu na manhã desta quinta-feira (16), aos 83 anos, na Clínica São Vicente, localizada na Gávea, Zona Sul do Rio de Janeiro. A causa do falecimento não foi divulgada.

Renato Machado acumulou mais de quatro décadas de atuação na TV Globo. Entre 1996 e 2010, comandou o Bom Dia Brasil, período em que coordenou a reformulação do formato do telejornal matutino ao lado de Leilane Neubarth e, posteriormente, de Renata Vasconcellos, introduzindo maior dinamismo e interatividade ao vivo no estúdio. Ao longo de sua carreira na emissora, o jornalista também apresentou o Jornal da Globo e o RJTV, integrou a bancada do Jornal Nacional e atuou como repórter especial.

Sua trajetória profissional no jornalismo iniciou-se em 1969, como repórter no diário Jornal do Brasil. Em 1982, ingressou na TV Globo, onde cobriu a Guerra das Malvinas. No ano de 1983, assumiu pela primeira vez o posto de correspondente internacional em Londres, de onde reportou eventos históricos como os atentados em Paris em 1986 e o desastre nuclear de Chernobyl.

Em setembro de 2011, Renato Machado retornou à capital britânica na função de correspondente internacional. De lá, participou de coberturas jornalísticas como o ataque ao jornal francês Charlie Hebdo em 2015, a crise financeira na Grécia e as celebrações do aniversário de 95 anos de Nelson Mandela.

Durante sua permanência na Europa, o correspondente também produziu conteúdos informativos sobre culinária, comportamento e cultura. Em 2014, realizou uma série especial de reportagens para o Jornal Hoje sobre a região francesa da Provença, abordando a cadeia produtiva de vinhos locais e o impacto do vento alpino mistral no cultivo das vinícolas, tema que continuou compartilhando em suas redes sociais nos últimos anos.

Novo Notícias

 

Monsenhor de paróquia em Natal aguarda por transplante de medula, informa Arquidiocese; saiba como doar

 


A Arquidiocese de Natal informou, nesta quinta-feira (16), que o Monsenhor Robério Camilo da Silva, pároco da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, no bairro de Mãe Luiza, em Natal, necessita de um transplante de medula óssea.

Segundo a Arquidiocese, a Igreja também informou a situação do pároco para motivar pessoas consideradas aptas para que se tornem doadores voluntários de medula óssea. Um gesto simples que pode representar a cura para aqueles que aguardam por um doador compatível.

Para doar, basta ter entre 18 e 35 anos de idade, estar em boas condições de saúde, procurar o Hemocentro, em Natal, e fazer o cadastro. Mesmo que o doador não seja compatível com Monsenhor Robério, o seu cadastro pode salvar a vida de outra pessoa que está esperando por um doador.

Na nota, a Arquidiocese pediu ainda que fiéis orem pelo monsenhor e por seus familiares.

"Ao mesmo tempo, continuemos unidos em oração pelo Monsenhor Robério e por tantas outras pessoas acometidas por esta ou outras enfermidades. A ele, seus familiares, paroquianos e amigos, desejamos o dom da fortaleza e a virtude da esperança, sob a bênção do Senhor e a amorosa proteção de Nossa Senhora da Apresentação".

 

Tarifa adicional de 25% dos EUA prejudica competitividade e ameaça exportações, avalia CNI

 


A Confederação Nacional da Indústria (CNI) afirmou que acompanha com preocupação a nova rodada de tarifas sobre exportações brasileiras. Segundo a entidade, a sobretaxa agrava um cenário e amplia a insegurança para empresas dos dois países.

"Os efeitos do aumento de tarifas dos Estados Unidos estão sendo cada vez mais sentidos pela indústria brasileira: 20 dos 27 Estados reduziram suas exportações ao mercado norte-americano no primeiro semestre. Diante do anúncio de hoje, o cenário tende a piorar, corroendo ainda mais a competitividade da indústria brasileira. Não podemos poupar esforços para reverter essa lógica e retomar a relação que Brasil e Estados Unidos construíram", afirma o presidente da CNI, Ricardo Alban.

As exportações brasileiras para o mercado norte-americano diminuíram 13%, o equivalente a US$ 2,6 bilhões, desde 2025 com o tarifaço. A retração foi influenciada pela redução de 8,7% nas vendas de bens industriais, especialmente de produtos semimanufaturados de ferro e aço, ferro fundido bruto, pasta química de madeira não conífera, óleos de petróleo e produtos semimanufaturados de outras ligas de aço. Apesar da queda, os Estados Unidos permaneceram como principal destino das exportações da indústria de transformação brasileira no período.

Segundo levantamento da CNI, os Estados com mais participação de exportações para os EUA são Sergipe (52,3%), Ceará (33,4%), Espírito Santo (27,5%) e São Paulo (17,1%). Juntos, eles exportaram US$ 7,8 bilhões para os Estados Unidos no primeiro semestre de 2026.

Estadão Conteúdo

 

Comércio do RN recua 1,3% em maio e registra maior queda do Nordeste, aponta IBGE

 


O volume de vendas do comércio varejista do Rio Grande do Norte recuou 1,3% em maio na comparação com abril, registrando a maior queda entre os estados do Nordeste. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com dados da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC).

Além do Rio Grande do Norte, outros quatro estados nordestinos apresentaram redução nas vendas durante o período. Sergipe registrou queda de 1%, seguido por Pernambuco, com 0,6%, Maranhão, com 0,3%, e Ceará, com 0,2%. Os resultados consideram a série com ajuste sazonal.

Apesar do recuo mensal, o comércio potiguar apresentou crescimento de 1,4% na comparação com maio de 2025. O resultado foi o terceiro maior da região, atrás de Pernambuco, que avançou 7,4%, e do Ceará, com alta de 2,6%.

O comércio varejista acompanhado pela pesquisa inclui segmentos de bens não duráveis ou semiduráveis, como hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo.

No acumulado entre janeiro e maio de 2026, o setor cresceu 5% no Rio Grande do Norte em relação ao mesmo período do ano passado. O desempenho colocou o Estado na quinta posição entre as unidades da Federação. Já no acumulado dos últimos 12 meses, o comércio varejista potiguar avançou 6,1%, a maior variação registrada no país nessa base de comparação.

Comércio ampliado

O comércio varejista ampliado, que também considera as vendas de veículos, motocicletas, peças, materiais de construção e o atacado de produtos alimentícios, bebidas e fumo, apresentou redução de 1,6% na comparação mensal. Esse é o segundo pior resultado do Nordeste.

Em relação a maio do ano passado, o segmento avançou 0,4%. As vendas do comércio ampliado acumulam crescimento de 3,3% nos cinco primeiros meses de 2026 e também alta de 3,3% nos últimos 12 meses.

A Pesquisa Mensal de Comércio acompanha mensalmente o comportamento do volume de vendas e da receita nominal do varejo brasileiro. A próxima divulgação, referente a junho, está prevista para 13 de agosto.

 

Styvenson desmente Tércio Tinoco sobre emenda para pessoas com deficiência

  O senador Styvenson Valentim (PODEMOS) ficou bastante chateado com as declarações do pré-candidato a senador Tércio Tinoco, dizendo que el...