quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

EXCLUSIVO: Reunião em Brasília confirma Babá Pereira como vice na chapa de Álvaro Dias

 


Uma reunião realizada nesta terça-feira (04), em Brasília, confirmou a escolha do ex-prefeito de São Tomé e atual presidente da Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (Femurn), Babá Pereira, para compor a chapa majoritária como candidato a vice-governador, ao lado do ex-prefeito de Natal, Álvaro Dias, pré-candidato ao Governo do Estado.

Participaram do encontro o prefeito de Natal, Paulinho Freire (União Brasil), o ex-prefeito da capital Álvaro Dias (Republicanos) e os senadores Rogério Marinho (PL) e Styvenson Valentim (PSDB), reforçando a unidade do grupo político que articula uma candidatura de oposição no Rio Grande do Norte.

A definição do nome de Babá Pereira é vista como estratégica dentro do projeto político liderado por Álvaro Dias. À frente da Femurn, Babá construiu forte relação com os municípios potiguares, destacando-se pela defesa do municipalismo e pela articulação junto à prefeitos, ex-prefeitos, vereadores e lideranças locais em todas as regiões do estado.

Nos bastidores da política, a confirmação da chapa vem sendo recebida com entusiasmo, especialmente no interior, onde Babá Pereira possui ampla capilaridade política. A expectativa é de que o anúncio fortaleça a presença da pré-candidatura nos municípios e amplie o diálogo com as bases locais.
De acordo com interlocutores do grupo, a chapa completa deverá ser anunciada no início do mês de março, período que coincide com a abertura da janela partidária, momento decisivo para definições partidárias e rearranjos políticos visando as eleições deste ano.

Com a consolidação do nome de Babá Pereira como vice, o grupo sinaliza coesão política e avança na construção de uma chapa considerada competitiva para a disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte.

Grande Ponto

Duas carretas com quase 150 mil cervejas são apreendidas em Parnamirim em ação de combate à sonegação

 


Duas carretas carregadas com mais de 12 mil caixas de cerveja foram apreendidas em um depósito localizado no município de Parnamirim, na Grande Natal. As caixas continham, ao todo, 148.464 cervejas sem a devida regularização fiscal. A apreensão aconteceu na última terça-feira 3, mas os detalhes só foram divulgados nesta quarta-feira 4.

A apreensão foi feita durante uma fiscalização de rotina realizada por auditores da Secretaria Estadual de Fazenda do Rio Grande do Norte (Sefaz-RN), com o apoio da Polícia Civil, através da Delegacia Especializada de Investigação de Crimes Contra a Ordem Tributária (Deicot). A ação ocorreu em um depósito localizado no município de Parnamirim.

De acordo com a equipe de fiscalização, o valor estimado da mercadoria é de R$ 838.090,08. A irregularidade gerou um crédito tributário de R$ 370.759,63, entre imposto e multa, que deixaria de ser recolhido aos cofres públicos.

Segundo a Sefaz, os donos da carga tentavam sonegar ICMS devido por substituição tributária na comercialização de cerveja no Rio Grande do Norte, por meio da simulação do pagamento do imposto para outros estados.

Em nota, a secretaria afirmou que “o trabalho de combate à sonegação fiscal, realizado diariamente pelos auditores da Sefaz-RN, é essencial para a regularização do mercado, a promoção da concorrência leal e a garantia de que as empresas que cumprem suas obrigações tributárias não sejam prejudicadas no comércio local.”

 

Irmão de Lewandowski critica ministros do Judiciário e dispara: “No Brasil não existe lei nem justiça”

 


O economista Luciano Lewandowski, irmão do ex-ministro do STF e ex-ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, fez um duro desabafo nas redes sociais ao criticar a atuação das autoridades brasileiras, especialmente do Judiciário. Em comentário publicado no LinkedIn, ele afirmou que, no Brasil atual, “não existe lei nem justiça”.

A declaração foi feita em resposta a uma postagem do ex-diretor do Banco Central e investidor Luiz Fernando Figueiredo sobre o caso do Banco Master. No texto, Luciano atacou diretamente a atuação de ministros de tribunais superiores, afirmando que a jurisprudência foi “rasgada” e que cada autoridade decide “da maneira que quer”, sem respeito a prazos ou critérios iguais para todos.

 

No comentário, ele afirma que processos de pessoas comuns levam décadas para serem julgados, enquanto decisões envolvendo “amigos do rei” saem em poucas horas. Luciano ainda escreveu que, na sua avaliação, o país teria que “começar do zero”, algo que, segundo ele, não deve acontecer nesta geração.

Segundo o Metrópoles, Luciano Lewandowski não quis se manifestar sobre a mensagem.

O episódio ocorre em meio às revelações de que Ricardo Lewandowski foi contratado para atuar em favor do Banco Master por meio de seu escritório de advocacia, com honorários de R$ 250 mil mensais, pagos por quase dois anos mesmo após ele assumir o Ministério da Justiça no governo Lula (PT). O contrato seguiu em vigor sendo executado por seu filho, Enrique, e por sua esposa, Yara Lewandowski.

 Blog do BG


Brasil possui 336 condenados ou suspeitos de feminicídio procurados pela Justiça com mandados de prisão pendentes

 


Pelo menos 336 homens são procurados pela Justiça no Brasil por crimes de feminicídio e seguem em liberdade, apesar de terem mandados de prisão em aberto. Os dados fazem parte de um levantamento exclusivo do g1.

A maioria dos mandados é de prisão preventiva, aplicada quando o suspeito já foi identificado e deve ser preso durante o andamento do processo. Em 19 casos, os réus já foram condenados definitivamente e não podem mais recorrer, mas ainda não cumpriram a pena.

Entre os procurados estão autores de crimes considerados brutais, alguns incluídos na lista dos mais procurados do país. São Paulo lidera o número de mandados pendentes (108), seguido por Bahia (32), Maranhão (28) e Pará (27).

O levantamento foi feito a partir do Banco Nacional de Medidas Penais e Mandados de Prisão (BNMP), do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), e abrange crimes registrados entre o fim dos anos 1990 e 2023, incluindo feminicídios consumados e tentativas.

Embora a autoria dos crimes já tenha sido identificada na maioria dos casos, os mandados seguem sem cumprimento pelas polícias, em meio a um cenário de alta da violência contra mulheres. Em 2025, o Brasil registrou recorde de feminicídios: 1.530 mulheres assassinadas, média de quatro por dia.

Nesta quarta-feira (4), representantes dos Três Poderes lançaram, em Brasília, o Pacto Nacional Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio, que prevê ações de prevenção, proteção às vítimas, responsabilização de agressores e garantia de direitos.

 

Carla Dickson denuncia burocracia do Governo que deixa pescadores sem renda

 


Agora membro da Comissão Especial Mista que vai avaliar as alterações no Seguro-Defeso, a deputada federal Carla Dickson (União Brasil-RN) fez duras criticas ao Governo Federal por atrasos relevantes no pagamento do Seguro-Defeso. A comissão foi instalada nesta terça-feira (3) no Senado e vai analisar a Medida Provisória nº 1.323/2025, que altera regras do pagamento do benefício aos pescadores artesanais.

A entrada da deputada reforça a representatividade do Rio Grande do Norte e faz chegar ao parlamento a voz das colônias des pescadores potiguares.

“A esposa de um pescador chegou pra mim chorando e disse que teve um dos natais mais amargos da vida. Ela ainda me contou o drama que se por acaso o marido quiser sair pra pescar pra dar comida aos filhos, será preso e tratado como um bandido. Enquanto milhares de famílias passam fome e estão em desespero por burocracia, os recursos para o carnaval já foram liberados pelo governo. Isso pra mim é maldade”, detonou a parlamentar.

Publicada em 5 de novembro de 2025, a MP 1.323/2025 transfere do INSS para o Ministério do Trabalho a responsabilidade de receber, processar e habilitar os beneficiários do seguro-defeso. O texto também estabelece novas exigências, como inscrição no CadÚnico, fornecimento de dados biométricos e cumprimento de requisitos adicionais para concessão e manutenção do benefício, com o objetivo de evitar fraudes.

O tema gerou críticas de parlamentares quanto às dificuldades de acesso de pescadores ao sistema Gov.br e às barreiras tecnológicas enfrentadas, sobretudo em regiões mais vulneráveis. Para Carla Dickson, a atuação da Comissão será decisiva para corrigir distorções. “É fundamental garantir rigor no controle, mas sem penalizar pescadores legítimos que dependem do benefício para sobreviver”, finalizou.

Por aclamação, o deputado JoseniIdo (PDT-AP) foi eleito presidente do colegiado. O senador Beto Faro (PT-PA) e o deputado Sidney Leite (PSD-AM) foram indicados relator e relator-revisor, respectivamente.

 

Seis parlamentares do RN assinam pedidos para abrir CPI sobre fraudes envolvendo banco Master

 


Seis parlamentares do Rio Grande do Norte assinaram pedidos para a abertura de Comissões Parlamentares de Inquérito (CPI) no Congresso Nacional para apurar fraudes envolvendo o banco Master, que foi liquidado pelo Banco Central em novembro de 2025 e é pivô de uma investigação da Polícia Federal sobre fraudes no sistema financeiro.

Até agora, dois pedidos foram apresentados no Congresso.

O maior deles foi apresentado nesta terça-feira 3. Um requerimento de autoria do deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ) pede a instalação de uma CPI mista — que, se criada, terá deputados federais e senadores como integrantes. Cinco parlamentares do RN assinam o pedido: os deputados Carla Dickson (União), General Girão (PL) e Sargento Gonçalves (PL) e os senadores Rogério Marinho (PL) e Styvenson Valentim (PSDB).

Esse requerimento tem, ao todo, a assinatura de 239 deputados e 42 senadores, majoritariamente da oposição. Apenas um petista, o senador Fabiano Contarato (ES), é subscritor do requerimento. Eram necessárias as assinaturas de 171 deputados e 27 senadores.

O outro pedido apresentado é para abertura de uma CPI na Câmara dos Deputados. Esse outro requerimento é de autoria do deputado Rodrigo Rollemberg (PSB-DF). O pedido tem 201 assinaturas — eram necessários, no mínimo, 171 apoios. Da bancada potiguar, assinam o pedido os deputados Carla Dickson (União), Natália Bonavides (PT) e Sargento Gonçalves (PL).

Diferentemente do caso de Jordy, o PT apoia a CPI de Rollemberg, que se antecipou a Jordy no protocolo. A sigla do presidente Luiz Inácio Lula da Silva deu 42 assinaturas; do lado do PL, 34 deputados apoiaram essa proposta.

Caso Master

O Master está no centro das investigações da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal, que investiga suspeitas de fraudes bilionárias em operações do banco de Daniel Vorcaro e o BRB, instituição financeira controlada pelo governo do Distrito Federal.

O banco foi liquidado extrajudicialmente em novembro, pelo Banco Central, e deixou para o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) o ressarcimento de clientes da ordem de R$ 40 bilhões. No entanto, dada a ampla rede de contatos de Vorcaro em Brasília, o caso tem vários desdobramentos políticos, com desdobramentos até mesmo na cúpula do Judiciário.

São investigadas pela PF fraudes financeiras estimadas em mais de R$ 12,2 bilhões, a constituição de fundos e ativos supostamente inexistentes, a falsificação de contratos e manipulação contábil, bem como a tentativa de transferência de passivos a instituição financeira estatal, caso do BRB, com potenciais danos ao patrimônio público.

 

VÍDEO - Senado abre investigação sobre reuniões "secretas" de Lula com Vorcaro: "Lama mau cheirosa"

 

O senador Renan Calheiros detalhou hoje (4) como será o trabalho da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), do Senado Federal, na análise das ligações políticas do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. 

Segundo o parlamentar, até o presidente Lula será convidado a se explicar sobre as reuniões que teve com Vorcaro fora da agenda oficial. "Vamos analisar essa lama mau cheirosa", disse Calheiros. 

A CAE realiza reunião de trabalho para a instalação do Grupo de Trabalho de Acompanhamento das investigações relacionadas aos fatos e condutas atribuídas ao Banco Master. 

O colegiado terá como finalidade acompanhar e analisar informações sobre o caso no âmbito das competências da comissão.

 


VÍDEO - Styvenson expõe pedido inesperado para mostrar que algumas pessoas são "viciadas em pedir"


 

O senador Styvenson Valentim (PSDB) expôs um caso registrado em vídeo para criticar a postura de algumas pessoas, segundo ele, "viciadas em pedir". 

As imagens foram feitas quando Styvenson Valentim estava inaugurando uma unidade de saúde em Montanhas, interior do RN. Com a cachorrinha no braço, Styvenson é chamado por um senhor, que pede dinheiro para comprar gás. 

O contexto em que o vídeo é exibido é a aprovação do "Gás do Povo", projeto do Governo Lula com objetivo de dar gás para pessoas carentes.

Portal da 96

Mesmo com alta no lucro, ações do Santander caem após balanço

 


Apesar de ter registrado alta no lucro obtido no quarto trimestre do ano passado, alcançando seu melhor resultado trimestral em quatro anos, o Santander vê suas ações operarem em queda no pregão desta quarta-feira (4/2) da Bolsa de Valores do Brasil (B3).

A notícia é do Metrópoles. Mais cedo, o Santander divulgou seus resultados financeiros referentes ao quarto trimestre de 2025, abrindo a temporada de balanços dos maiores bancos do país, e teve um desempenho que veio dentro do esperado pelo mercado.

O lucro líquido gerencial da instituição financeira no período entre outubro e dezembro de 2025 foi de R$ 4,086 bilhões. Foi o melhor resultado trimestral dos últimos quatro anos, com um crescimento de 6% em relação ao quarto trimestre do ano anterior. Já na comparação com o terceiro trimestre de 2025, a alta no lucro do Santander foi de 1,9%.

De acordo com a média das estimativas reunidas pela LSEG, o Santander teria um lucro de R$ 4,033 bilhões. O resultado do último trimestre do ano passado alinha-se, portanto, ao esperado pelos analistas.

Segundo o balanço do Santander, o lucro contábil do banco atingiu R$ 4,023 bilhões, o que representou um aumento de 2% em relação ao terceiro trimestre. Na comparação anual, a alta foi de 7,4%.

Ações em queda

Apesar dos resultados positivos do balanço financeiro, as ações do Santander recuavam na manhã desta quarta-feira. Por volta das 10h35 (pelo horário de Brasília), os papéis do banco registravam perdas de 2,39% e eram negociados a R$ 35,08.

O que diz o mercado

De acordo com a visão predominante entre analistas, apesar dos bons números do Santander no último trimestre do ano passado, a qualidade dos ativos é vista sob desconfiança por parte dos agentes do mercado.

Segundo o JPMorgan, a primeira impressão sobre os resultados do Santander é neutra. “Observamos que o índice de inadimplência de 90 dias foi 30 pontos-base maior em relação ao trimestre anterior, impulsionado principalmente por pequenas e médias empresas, ou PMEs (+80 pontos-base), com indústrias individuais também apresentando piora de 0,4 ponto percentual”, diz o JPMorgan.

Em linhas gerais, a instituição financeira apresenta uma interpretação mista sobre a qualidade dos ativos do Santander, levando em conta, especialmente, características de sazonalidade do quarto trimestre.

“O Santander tem sido muito vocal sobre sua agenda de melhoria de eficiência – em 2025, a empresa reduziu o número de funcionários em cerca de 6 mil e o número de agências em cerca de 580. Em um tom mais negativo, no entanto, outras despesas foram maiores e fizeram com que o índice de eficiência piorasse no 4º trimestre de 2025. No geral, um trimestre fraco, mas em linha com as expectativas e melhor do que o temido”, avalia o JPMorgan.

 

 

Gustavo Carvalho denuncia "apropriação indébita" de consignados pelo Governo do RN e aciona Banco Central

 


Em pronunciamento contundente, o deputado estadual Gustavo Carvalho (PL) denunciou o que classifica como “apropriação indébita” por parte do Governo do Rio Grande do Norte. A acusação foca na retenção dos valores de empréstimos consignados dos servidores públicos: a gestão estadual desconta as parcelas diretamente dos salários, mas não repassa o montante às instituições financeiras.

Desde novembro de 2023, o parlamentar tenta obter dados sobre o volume total da dívida, mas relata enfrentar "barreiras institucionais e sigilo injustificado".

"Estamos diante de uma situação gravíssima. Isso é improbidade administrativa e caso de prisão. O governo castiga o servidor, que paga sua conta, mas acaba inadimplente perante o banco porque o Estado retém o dinheiro de forma irresponsável", afirmou o deputado.

Mesmo após o acionamento da Lei de Acesso à Informação (LAI), a falta de transparência persiste. O Banco do Brasil confirmou, via ofício, que os repasses estão em atraso, mas se recusou a detalhar os valores sob a justificativa de sigilo bancário.

A denúncia, apresentada em sessão na Assembleia Legislativa, também aponta a inércia dos órgãos fiscalizadores. Segundo Gustavo, uma representação foi entregue diretamente ao Procurador-Geral de Justiça, Dr. Glaucio Garcia, mas já se passaram 60 dias sem resposta.

Em paralelo, nesta segunda-feira (3), foi protocolada uma denúncia formal junto ao Banco Central. O objetivo é que a autoridade monetária intervenha na conduta das instituições envolvidas — especialmente o Banco do Brasil — diante da falta de informações detalhadas sobre os atrasos.

Além do dano moral e jurídico, o bloqueio dos repasses impede que milhares de servidores acessem novos créditos, mesmo possuindo margem salarial, uma vez que o Estado figura como inadimplente no sistema financeiro.

O parlamentar alerta para um cenário de "falência técnica", pontuando que o descontrole fiscal criou um rombo tão profundo que gera incertezas sobre a sucessão governamental. "Ninguém quer assumir o Estado sem saber o tamanho real do buraco. O silêncio do governo é a prova de sua irresponsabilidade", declarou.

Ao encerrar, Gustavo Carvalho convocou a sociedade e os pares do Legislativo para uma cobrança conjunta. "Chegamos ao limite. Exigimos que o Governo venha a esta Casa e diga claramente: quanto deve e quando pretende regularizar os pagamentos. Não aceitaremos que a transparência seja substituída por sigilos enquanto o servidor é punido por um erro que não cometeu."

O deputado ressaltou, ainda, que vai buscar diálogo com a Assembleia para viabilizar uma apuração concreta via Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). Ele reforçou que, embora o convite para esclarecimentos seja o passo inicial, a abertura de uma investigação rigorosa não está descartada caso o Executivo mantenha o silêncio. “Não podemos ficar apenas no convite enquanto não houver respeito e respostas”, concluiu.

 

 

Ministro do STJ é acusado de assédio sexual contra jovem de 18 anos

 


O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Marco Buzzi é alvo de grave acusação de assédio sexual contra uma jovem de 18 anos que passou as férias de janeiro hospedada na casa do magistrado, em Balneário Camboriú (SC).

A moça é filha de um casal de amigos do ministro Marco Buzzi, conforme apurou o Metrópoles. No dia 9 de janeiro, eles se encontravam na praia, e, em determinado momento, a jovem foi tomar um banho de mar. Buzzi também estava dentro da água. Segundo relatos da jovem, que entrou em estado de desespero, o ministro, que estaria visivelmente excitado, tentou agarrá-la três vezes.

Ela conseguiu se desvencilhar, correu para a praia e contou para os pais o ocorrido. Estupefato, o casal de amigos deixou o local e seguiu para São Paulo, onde registrou boletim de ocorrência sobre o caso em uma delegacia de polícia.

O casal foi encaminhado para relatar e denunciar o fato ao Supremo Tribunal Federal (STF), já que Buzzi, na condição de ministro do STJ, tem foro privilegiado.

Nessa terça-feira (3/2), os denunciantes estiveram com o desembargador Luís Geraldo Sant’Ana Lanfredi, juiz auxiliar de Fachin. Neste momento, encontram-se no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) formalizando a denúncia.

Buzzi tomou posse no STJ em 2011, indicado pela então presidente da República, Dilma Rousseff (PT). O magistrado completa 68 anos de idade nesta quarta-feira (4/2).

O Metrópoles tenta contato com Marco Buzzi e o STJ. O espaço permanece aberto para eventuais manifestações.

Com informações do Metrópoles

 

 

EXCLUSIVO: Reunião em Brasília confirma Babá Pereira como vice na chapa de Álvaro Dias

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