sexta-feira, 1 de maio de 2026

Flávio Bolsonaro lidera entre trabalhadores e abre vantagem fora da margem de erro sobre Lula, aponta pesquisa

 


No Dia do Trabalhador, celebrado em 1º de maio, levantamento do Instituto Veritá mostra como votaria a População Economicamente Ativa (PEA) se as eleições fossem hoje. O senador Flávio Bolsonaro lidera com 44,6% das intenções de voto, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece com 38,1%.

A diferença de 6,5 pontos percentuais coloca Flávio Bolsonaro fora da margem de erro, indicando vantagem estatisticamente relevante dentro do segmento de trabalhadores e pessoas em busca de emprego. O levantamento foi realizado com nível de confiança de 95%, seguindo padrões usuais de pesquisas eleitorais.

Influentes do mundo político acreditam que o resultado pode refletir mudanças no humor do eleitorado trabalhador, influenciado por fatores como emprego, renda e custo de vida. Ainda assim, o cenário segue aberto e pode evoluir conforme o andamento do debate político e de novas pesquisas.

Messias terá conversa final com Lula antes de decidir permanência na AGU

 


O advogado-geral da União, Jorge Messias, terá uma conversa final com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) antes de decidir se pedirá ou não demissão do cargo. A reunião está prevista para ocorrer ao longo da próxima semana. A informação é do blog da jornalista Jussara Soares, da CNN Brasil.

Após ser rejeitado para uma vaga no STF (Supremo Tribunal Federal) na quarta-feira (29), Messias manifestou ao presidente a intenção de deixar o comando da AGU (Advocacia-Geral da União).

Na reunião no Palácio do Alvorada, logo após a derrota histórica, Lula pediu ao ministro que não tomasse nenhuma decisão de cabeça quente e orientou que tirasse os próximos dias para descansar e refletir sobre a saída do governo.

Messias tem previsão de retornar ao trabalho na AGU na próxima segunda-feira (4). Ele estava de férias desde o início de abril, quando se afastou para se preparar para a sabatina na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado.

De acordo com aliados, Messias, embora inclinado a deixar o cargo, deve atender aos apelos do presidente, caso ele peça que continue por mais um tempo na função.

Há uma avaliação de que a permanência na AGU poderia reforçar a confiança do presidente em Messias, enfatizando que a derrota foi resultado de uma articulação contra o governo, e não uma rejeição à capacidade jurídica do advogado-geral da União.

Outra possibilidade que passou a ser avaliada pelo presidente é nomear Messias para o comando do Ministério da Justiça e Segurança Pública como uma deferência política. Nos bastidores, a leitura é de que a transferência para a Justiça o colocaria em um patamar mais elevado dentro do governo federal, ajudando a mitigar o desgaste provocado pela derrota.

Rejeitado por 42 votos a 34 no plenário do Senado, em uma articulação da oposição com o presidente da Casa, senador Davi Alcolumbre (União-AP), Messias tem desabafado não ver ambiente político para seguir na AGU. Além disso, cita o desconforto em atuar junto ao STF. A derrota histórica teria sido construída também com o apoio de ministros da Corte.

Blog Jussara Soares, da CNN Brasil

Débora do Batom pede ao STF redução de pena após queda de veto à dosimetria

 


A defesa de Débora Rodrigues dos Santos, conhecida como “Débora do Batom”, pediu ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, a redução da pena após a derrubada do veto ao projeto da dosimetria.

Condenada a 14 anos de prisão pelos atos de 8 de janeiro de 2023, Débora ficou conhecida por escrever “perdeu, mané” em uma estátua em frente ao STF.

Na petição apresentada nesta sexta-feira (1º), os advogados alegam que a nova regra é mais favorável, permitindo revisão da pena, especialmente em casos sem liderança ou financiamento.

A defesa também pediu progressão de regime, afirmando que a ré já cumpriu mais de três anos de pena e deve atingir o requisito legal em junho.

Apesar do pedido, a nova lei ainda não entrou em vigor, pois aguarda promulgação, e sua aplicação pode ser analisada pelo próprio STF.

Nikolas Ferreira rompe com clã Bolsonaro e racha na direita explode às vésperas da eleição

 


A última semana de abril escancarou uma fratura que vinha se formando há meses dentro do bolsonarismo. O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) rompeu publicamente com o núcleo duro ideológico do movimento, incluindo Eduardo Bolsonaro, o blogueiro Allan dos Santos, Kim Paim e o comentarista Paulo Figueiredo. O episódio chegou ao ponto de Nikolas hostilizar Jair Renan Bolsonaro, o filho mais novo do ex-presidente.

Flávio Bolsonaro tentou se equilibrar entre os lados, mas foi rebatido publicamente por Kim Paim. O episódio não é isolado. Nos bastidores, a tensão entre o núcleo ideológico e os quadros políticos da direita bolsonarista se acumula desde o início de 2025. A movimentação de Eduardo nos Estados Unidos desgastou a relação com aliados internos. A disputa entre Carlos Bolsonaro e Carol De Toni pela vaga ao Senado em Santa Catarina, com Ana Campagnolo criticando abertamente a família, mostrou que aliados próximos a Michelle e Nikolas já operam fora da tutela do clã.

Os números confirmam a divisão. Dados da Palver, que monitora mais de 100 mil grupos públicos de WhatsApp, mostram que Flávio Bolsonaro chega a este momento com o saldo mais equilibrado entre todos os atores da direita: exatamente 50% de aprovação e 50% de rejeição nas mensagens posicionadas sobre ele. A ascensão de Tarcísio de Freitas como alternativa com lógica própria e o episódio recente do maquiador de Michelle criticando Flávio publicamente reforçam a leitura de que o bolsonarismo deixou de operar como bloco unificado. A questão agora é se a fratura será administrada ou se vai se ampliar até outubro.


Helicóptero Potiguar 01 auxilia PF em apreensão de duas toneladas de drogas

 


O helicóptero Potiguar 01, do Centro Integrado de Operações Aéreas, ganhou destaque na Operação Carcará XIII ao apoiar diretamente a Polícia Federal no combate ao tráfico de drogas no sertão nordestino. A ação ocorreu no dia 24 de abril de 2026, mas só foi divulgada nesta sexta-feira (01), e resultou na apreensão de aproximadamente duas toneladas de maconha.

Helicóptero identifica áreas de difícil acesso

Desde o início da operação, as equipes concentraram esforços na identificação de plantações ilegais. Nesse contexto, o Potiguar 01 sobrevoou regiões remotas e localizou áreas de difícil acesso utilizadas para o cultivo da droga.

Além disso, a aeronave orientou as equipes em solo e indicou os pontos exatos para abordagem. Com isso, os agentes conseguiram agir com mais precisão e rapidez.

Erradicação de plantios e apreensão

Durante a operação, os policiais destruíram milhares de pés de maconha. Ao mesmo tempo, recolheram grandes quantidades da droga já pronta para consumo.

Um dos principais resultados ocorreu na divisa entre Alagoas e Bahia, nas proximidades de Delmiro Gouveia. No local, os agentes encontraram e apreenderam cerca de duas toneladas de maconha.

Apoio aéreo acelera ações em campo

O uso do Potiguar 01 garantiu mais agilidade nas ações. Enquanto as equipes terrestres avançavam, o helicóptero monitorava a área e atualizava as informações em tempo real.

Dessa forma, os agentes reduziram o tempo de resposta e ampliaram o alcance da operação. Além disso, conseguiram acessar locais que exigiriam maior esforço logístico por terra.

Integração fortalece combate ao tráfico

A Operação Carcará XIII integra uma estratégia nacional de repressão ao tráfico de drogas. Por isso, a atuação conjunta entre o CIOPAER e a Polícia Federal fortalece o combate às organizações criminosas.

Como resultado, a ação reduz a produção e a circulação de entorpecentes na região Nordeste. Consequentemente, diminui o fluxo de drogas que poderia chegar ao Rio Grande do Norte.

 

“Gato” de energia é flagrado e homem é detido em Natal

 


Um caso de furto de energia elétrica terminou com um homem de 31 anos conduzido à delegacia na noite desta quinta-feira (30), no bairro Potengi, na zona Norte de Natal. A ação contou com policiais militares do 4º Batalhão da Polícia Militar (4º BPM), que atuaram após denúncia de irregularidade no fornecimento de energia em um imóvel da região.

Inicialmente, a equipe do Comando de Policiamento da Capital recebeu o chamado para apoiar técnicos da concessionária de energia durante uma vistoria. A verificação ocorreu na Rua Porto de Ilhéus, onde havia suspeita de ligação clandestina.

Durante a inspeção, os técnicos identificaram um desvio direto na rede elétrica. Além disso, constataram que o imóvel utilizava energia sem qualquer tipo de medição oficial, o que caracteriza o chamado “gato” de energia. Com isso, ficou evidente a irregularidade no consumo.

Em seguida, os profissionais recolheram fios e materiais usados para fazer a ligação clandestina. Segundo a equipe técnica, o esquema permitia o uso contínuo de energia sem registro, gerando prejuízo à rede pública e configurando crime de furto.

Diante da situação, os policiais conduziram o proprietário do estabelecimento à Delegacia de Plantão. No local, a autoridade policial realizou os procedimentos necessários e registrou a ocorrência.

Por fim, o caso seguirá sob investigação. A legislação brasileira prevê penalidades para o furto de energia elétrica, incluindo multa e até detenção, dependendo da gravidade da infração.

 

VÍDEO: Câmeras registram acidente e perseguição após colisão em Parelhas




 

Um acidente envolvendo um carro e uma motocicleta foi registrado no fim da tarde desta quinta-feira (30), na Rua Padre Bento, no centro de Parelhas.

Imagens de câmeras de segurança mostram o momento em que o veículo entra na via e atinge uma moto. Com o impacto, a condutora e a pessoa que estava na garupa foram arremessadas. Apesar do susto, as duas sofreram apenas escoriações.

Após as investidas, um motociclista que presenciou a cena do carro envolvido, na tentativa de colaborar com a identificação do motorista.

A Polícia Militar foi acionada e, com base nas imagens e na placa do veículo, deve chegar ao responsável. O carro pertence a um morador do Jardim do Seridó.

O caso deverá ser investigado.

Banco Master é o elo oculto entre Wagner e Alcolumbre na derrota de Messias, apontam aliados do AGU

 


Por trás da queixa de Jorge Messias contra Jaques Wagner existe uma suspeita que vai além da incompetência política: a de que o líder do governo e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), tinham um interesse em comum para derrubar a indicação. O alvo, segundo aliados de Messias ouvidos pelo Metrópoles e pelo O Globo, era evitar o fortalecimento do ministro do STF André Mendonça, relator do caso do Banco Master e principal cabo eleitoral de Messias na campanha pela aprovação.

A lógica é direta: com Messias no Supremo, Mendonça ganharia um aliado de peso na Corte. Isso desagradava tanto Alcolumbre quanto Wagner, ambos com aliados diretamente expostos nas investigações sobre o banco de Daniel Vorcaro. Como revelou a coluna de Milena Teixeira, no Metrópoles, uma nora do líder do governo recebeu R$ 11 milhões do Banco Master.

O próprio Wagner já havia admitido, ainda em fevereiro, que ficou em "saia justa" com a indicação de Messias, já que Alcolumbre e a maioria dos senadores preferiam o nome de Rodrigo Pacheco. "Eu sou representante do governo no Senado, não ao contrário", disse ao portal A Tarde. Relida à luz da derrota, a frase ganha outro significado: para Messias e seus aliados, Wagner nunca comprou de fato a briga pela indicação.

A colunista Mônica Bergamo, da Folha, revelou que aliados de Lula já defendem a demissão do ministro da Justiça, Wellington Lima e Silva, apadrinhado de Wagner, como resposta ao fiasco. A pergunta que ninguém no governo consegue responder com clareza é: Jaques Wagner errou o cálculo ou acertou o plano?

 

 

Alcolumbre sinaliza apoio a impeachment de ministros do STF em negociação por reeleição no Senado

 


O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, sinalizou a integrantes da oposição que pode pautar pedidos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal caso consiga apoio para tentar a reeleição ao comando da Casa em 2027.

De acordo com apuração da Folha de S.Paulo, nos bastidores Alcolumbre tem buscado fortalecer sua base política no Senado. Além disso, interlocutores apontam que o senador ampliou gestos à oposição após a rejeição do nome de Jorge Messias ao STF.

O presidente da Casa também pautou a derrubada de vetos ao projeto da dosimetria e retirou trechos que poderiam beneficiar condenados por outros crimes para facilitar a votação.

Impeachment de ministros entra nas negociações

Segundo relatos de aliados, Alcolumbre afirmou a senadores oposicionistas que não descarta abrir algum processo de impeachment contra ministros do Supremo caso permaneça no comando do Senado.

Atualmente, o presidente da Casa mantém engavetados os pedidos de afastamento de integrantes da Corte.

PL ainda demonstra desconfiança

Apesar de parte da oposição apoiar a articulação, integrantes do Partido Liberal ainda demonstram resistência. Nos bastidores, parlamentares afirmam que só confiarão no compromisso caso algum processo avance ainda neste ano.

Além disso, uma ala do partido defende que o próximo presidente do Senado seja alinhado ao bolsonarismo. Entre os nomes citados para a disputa está o senador Rogério Marinho, apontado como um dos favoritos dentro do PL. Atualmente, ele coordena a pré-campanha presidencial de Flávio Bolsonaro.

 

Toffoli travou apuração contra advogado considerado “figura instrumental” de Vorcaro

 


O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu uma investigação contra um advogado apontado como “figura instrumental” do empresário Daniel Vorcaro, do Banco Master. A notícia é do Metrópoles. 

Na decisão monocrática de 30 de setembro de 2025, Toffoli determinou o trancamento de uma investigação do Ministério Público do Maranhão (MPMA) sobre a contratação do escritório de advocacia de Daniel de Faria Jerônimo Leite pela Câmara Municipal de Imperatriz. O contrato rende ao escritório cerca de R$ 180 mil por ano.

O contrato entre o escritório de Daniel Leite e a Câmara Municipal foi firmado em abril de 2023. Em abril de 2025, a Câmara Municipal decidiu renovar o contrato sem realizar nova licitação — o que, para o MPMA, poderia configurar improbidade administrativa.

Na decisão, Toffoli argumenta que não há improbidade administrativa sem dolo, isto é, sem intenção deliberada de cometer irregularidade. O ministro afirmou ainda que não havia “lastro mínimo” para acusar o escritório e a Câmara Municipal.

Dias Toffoli foi o primeiro relator do caso Master no STF. No entanto, deixou de conduzir as investigações em 12 de fevereiro, após a imprensa revelar que ele manteve relação comercial com Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro, no Resort Tayayá, em Ribeirão Claro.

Como mostrou a coluna, o resort operava um cassino com máquinas caça-níquel e mesas de carteado. A coluna procurou Dias Toffoli, por meio da assessoria de imprensa do STF, nesta segunda-feira (27), mas não houve resposta. O espaço segue aberto.

A relação de Daniel Leite com Vorcaro

Segundo investigação técnica da empresa Kroll, anexada a um processo movido pelo Banco de Brasília (BRB) contra Daniel Vorcaro, Daniel Leite atuou como “figura instrumental” de Vorcaro, de seu sócio Maurício Quadrado e do empresário João Carlos Mansur, da Reag.

A investigação da Kroll aponta que, em abril de 2025, Daniel Leite tomou um empréstimo de R$ 93,7 milhões e usou a maior parte dos recursos para comprar ações do BRB, por meio de fundos de investimento. Um deles, o Verbier, era administrado por Maurício Quadrado.

Para o BRB, Daniel Leite não teria capacidade patrimonial para obter esse empréstimo, já que seu patrimônio pessoal seria de cerca de R$ 6 milhões. No processo, o advogado — que também foi procurador municipal em São Luís — afirmou que a operação era compatível com seu patrimônio, estimado por ele em R$ 75 milhões.

 

 

Filha de Clezão, preso do 8 de Janeiro que morreu na cadeia, diz que dosimetria é "remédio para dor de cabeça" e que luta pela anistia continua

 


Luíza da Cunha, filha de Clériston Pereira da Cunha, o Clezão, afirmou nesta quinta-feira (30) que a derrubada do veto ao PL da Dosimetria é um alívio momentâneo, mas não encerra a mobilização dos familiares dos presos do 8 de Janeiro. "Essa dosimetria é meio que um acalento para os nossos. É como se fosse um remédio para dor de cabeça. Vai passar, mas a gente vai continuar lutando pela anistia", comparou, em entrevista logo após a sessão do Congresso.

Clezão morreu no dia 20 de novembro de 2023, aos 46 anos, após sofrer um mal súbito durante o banho de sol no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, onde estava preso desde os atos de 8 de janeiro. Mesmo com pedidos de prisão domiciliar apoiados por advogados e pelo Ministério Público, sua solicitação foi negada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF. Ele morreu dentro do presídio. O caso se tornou símbolo para os familiares dos condenados, que passaram a tratar a situação como exemplo de excesso punitivo.

Luíza reconheceu que o projeto "não era aquilo que a gente desejava", já que os familiares defendem a anulação total dos processos, e não apenas a redução das penas. Segundo ela, a aceitação da dosimetria aconteceu porque era a medida viável no momento. "Eles colocaram a ideologia na frente da Justiça", disse, criticando a condução dos julgamentos no STF e classificando os processos como ideológicos.

Aprovado no final de 2025, o PL da Dosimetria foi vetado integralmente por Lula em 8 de janeiro deste ano, exatamente no aniversário de três anos dos ataques. O Congresso derrubou o veto com 318 votos na Câmara e 49 no Senado, superando com folga os 257 deputados e 41 senadores exigidos. A nova lei pode beneficiar ao menos 179 presos, sendo 114 em regime fechado, 50 em prisão domiciliar e 15 em prisão preventiva. No caso de Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e 3 meses, a progressão ao regime semiaberto pode ser antecipada de 2033 para 2028. Para Luíza e os demais familiares, porém, a dosimetria é só uma etapa. O objetivo final segue sendo a anistia ampla e a anulação dos processos.

 

 

Flávio Bolsonaro lidera entre trabalhadores e abre vantagem fora da margem de erro sobre Lula, aponta pesquisa

  No Dia do Trabalhador, celebrado em 1º de maio, levantamento do Instituto Veritá mostra como votaria a População Economicamente Ativa (PEA...