quinta-feira, 9 de abril de 2026

As 6 doenças mais comuns transmitidas dentro das academias (e como preveni-las)

 


O ambiente da academia, fechado e com muitas pessoas facilita a proliferação de fungos, vírus e bactérias transmissores de doenças. A depender da estrutura do local — as de bairro não costumam ter uma boa refrigeração — o cenário úmido e abafado favorece ainda mais a proliferação de agentes nocivos. Por isso, para além dos cuidados com a preparação do corpo, é preciso ter atenção à limpeza dos aparelhos e pesos.

Mas existem medidas de segurança que você pode tomar para evitar ao máximo as contaminações. Entre elas, estão passar álcool gel sempre antes de tocar nos aparelhos e colchões e usar uma toalha sobre os aparelhos para evitar o contato direto da pele com a superfície do equipamento.

— No vestiário da academia e até mesmo debaixo do chuveiro, o indicado é sempre usar um chinelo para evitar o contato direto do pé com o chão potencialmente contaminado — aconselha o dermatologista Luiz Gameiro, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Veja abaixo as principais doenças que podem ser transmitidas na academia. Ao perceber algum sintoma ou sinal, procure por um médico. Não se automedique.

Escabiose

A escabiose, popularmente conhecida como sarna humana, é uma parasitose causada pelo ácaro Sarcoptes scabiei variedade hominis. O contágio ocorre por contato direto com pessoa, roupas ou outros objetos contaminados. O problema causa bolhas no corpo que podem coçar. A cicatrização pode deixar manchas na pele.

Conjuntivite

A conjuntivite pode ter variadas causas — viral, bacteriana ou fúngica. Ela é caracterizada pela inflamação da conjuntiva, membrana transparente e fina que reveste a parte branca dos olhos e o interior das pálpebras.

— A transmissão sempre ocorre quando uma pessoa que está com essa infecção purulenta esfrega a mão nos olhos e depois passa em algum objeto. Aí uma outra pessoa coloca a mão sobre o local contaminado e leva aos olhos, gerando um novo processo de conjuntivite — explica Figueiredo.

Verrugas

Existem verrugas virais, que são causadas pelo vírus do papiloma humano (HPV). O patógeno entra na pele por meio de pequenas lesões, desenvolvendo a verruga.

— Uma pessoa que tem uma verruga palmar, que aparece na palma da mão e é conhecida como olho de peixe, quando pega em uma barra da academia, potencialmente está disseminando aquele vírus. Quando uma outra pessoa for usar o mesmo aparelho, ela pode acabar sendo infectada. Não significa que será, mas há um risco — detalha Gameiro.

Foliculites

Bactérias como a Staphylococcus aureus podem provocar infecções de pele, como as foliculites — inflamação que se inicia nos folículos pilosos. Ela é caracterizada pela formação de pequenas espinhas, de pontas brancas, em torno dos pelos. Elas podem coçar e deixar a pele avermelhada e sensível. A transmissão pode ocorrer em contato com superfícies contaminadas com o pus que sai das bolhas.

Micoses

As micoses são causadas por fungos — existentes no ambiente e na própria pele humana — que se proliferam em áreas mais úmidas do corpo. A transpiração excessiva por conta da atividade física, somada ao aumento da temperatura e a fricção da pele em alguns aparelhos da academia é a combinação perfeita para a multiplicação desses microrganismos que fazem mal quando estão em grande quantidade. As micoses normalmente causam coceira, escamação da pele e vermelhidão

Banheiros e vestiários da academia, por exemplo, vivem molhados e normalmente não possuem sistema de refrigeração ou uma boa circulação de ar. Esse é um local propicio para o desenvolvimento dos fungos. Por isso, nunca ande descalço e sempre tome banho de chinelo nesses locais.

Doenças respiratórias

Alguns vírus (como o da gripe) sobrevivem por algumas horas nas superfícies. Se alguém espirra sobre a mão e depois manuseia um aparelho, outra pessoa pode acabar se contaminando ao encostar no local e levar a mão ao nariz ou boca.

O Globo

 

Master pagou R$ 27 milhões ao Metrópoles, que fez ‘débito imediato’ a empresas da família de Luiz Estevão

 


O Banco Master repassou R$ 27,2 milhões, entre 2024 e 2025, ao Metrópoles, site de notícias comandado pelo ex-senador Luiz Estevão, segundo documento do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).

O relatório registra os pagamentos como suspeitos ao apontar que o veículo fez “débito imediato” de valores recebidos do Master em direção a outras empresas da família de Luiz Estevão, o que “pode configurar possível movimentação de recursos em benefício de terceiros”.

Além disso, o documento classifica os aportes do Master como “inusitados” e aponta uma movimentação do Metrópoles “incompatível com o faturamento médio mensal”.

Procurado, o ex-senador afirmou que os pagamentos dizem respeito ao patrocínio do Will Bank, que pertencia ao Master, à transmissão da Série D do Campeonato Brasileiro de 2025, feita pelo Metrópoles, e à venda dos naming rights da competição . Em relação às transferências para empresas da família, ele diz que pode dar a destinação que quiser ao dinheiro recebido (leia mais abaixo).

Ao todo, o Master enviou R$ 27.283.800 à empresa Metrópoles Marketing e Propaganda LTDA. No segundo semestre de 2024, o banco fez dois pagamentos que totalizaram R$ 838,8 mil. Todo o restante foi transferido entre janeiro e outubro de 2025.

Este período foi crucial para a instituição financeira. O banqueiro Daniel Vorcaro tentou vendê-la ao BRB, em março, virou alvo de investigações por suspeita de fraude financeira bilionária e viu sua empresa acabar liquidada pelo Banco Central, em novembro. Vorcaro está preso.

De acordo com o relatório, o Master aparece como “principal remetente” de recursos ao Metrópoles nos período analisados em 2025, com pagamentos mensais que variaram de R$ 5 milhões a R$ 5,7 milhões.

Embora esses repasses tenham começado em janeiro de 2025 e Luiz Estevão os atribua ao contrato de patrocínio da Série D, as transmissões só começaram a exibir a logomarca do Will Bank três meses depois do início do campeonato.

A competição começou em 19 de abril de 2025. O Metrópoles e a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciaram, nos dias 2 e 3 de julho, respectivamente, um acordo referente apenas à transmissão dos jogos. As primeiras partidas exibidas no YouTube, gratuitamente, foram as da 11ª rodada da Série D, com 15 jogos transmitidos nos dias 5 e 6 de julho.

Luiz Estevão também tinha negociado com o banco a venda dos naming rights. O campeonato passou a ser chamado de “Brasileirão Série D Will Bank”. Foi a primeira vez que a competição, organizada pela CBF, teve os “direitos sobre o nome” comercializados.

Mas a logomarca do Will Bank só foi instalada na placa de publicidade central dos campos de jogo a partir de 26 de julho, na 14ª rodada, a última da primeira fase. Portanto, mais de três meses após o início do campeonato e seis meses após o Master começar a injetar dinheiro no Metrópoles.

A parceria do ex-senador com a empresa de Vorcaro foi revelada pelo Estadão.

O documento do Coaf destaca que o Metrópoles fez “débito imediato” de valores recebidos pelo Master para empresas como Madison Gerenciamento S/A, Sense Construções e Participações S/A e Macondo Construções e Participações S/A.

As três firmas têm Luiz Estevão e filhas no quadro societário ou em funções de direção. Segundo o relatório, esse fluxo financeiro “pode configurar, possível movimentação de recursos em benefício de terceiros”.

As comunicações ao órgão de controle foram feitas pela Caixa Econômica Federal. Nos alertas, o banco também pontuou uma “movimentação de recursos incompatível com o faturamento médio mensal”, “recebimento de transferências de valores inusitados”, com as do Master.

“A comunicação ao Coaf é justificada pois no período analisado foi movimentado recursos incompatíveis com o faturamento médio mensal da pessoa jurídica, identificamos o recebimento de transferências de valores inusitados, a movimentação foi caracterizada pelo recebimento de crédito com o débito imediato dos valores, há indícios de movimentação de recursos em benefício de terceiros e movimentação com pessoas expostas politicamente”, frisa o documento.

Will Bank na série D

A reportagem sondou operadores do mercado de futebol e eles disseram que a Série D, geralmente, não é rentável para quem exibe o torneio e, historicamente, há poucos interessados na competição.

Luiz Estevão nega que os valores negociados com o Master tenham sido superdimensionados. Segundo ele, os pagamentos deveriam ter sido ainda maiores, mas foram cortados com a liquidação do banco.

“O valor foi maior. Eles não pagaram tudo. Ainda estão devendo dinheiro e estamos atrás de receber”, disse, antes de completar: “O valor não está nada fora. E ainda temos que comprar os direitos da CBF, que não disponibiliza gratuitamente, não.”

O ex-senador também frisou que não há nenhum tipo de problema com os “débitos imediatos” feitos pelo Metrópoles.

“O dinheiro que eu recebi passa a ser meu e faço com ele o que eu quiser. Posso comprar publicidade no Estadão, posso transferir esses recursos para outras empresas minhas, comprar um imóvel, fazer o que quiser“, afirmou.

Estadão

 

 

Fala de Lula sobre Moraes mostra que roteiro para se descolar do caso Master precisa de ajuste

 


Uma hora a realidade acabaria se impondo. Depois de tentar resolver a crise do Master atuando nos bastidores, Lula finalmente compreendeu que abafar o caso ou circunscrevê-lo à oposição não é uma possibilidade. As pesquisas de opinião vêm mostrando que o Supremo Tribunal Federal (STF) está com a imagem enlameada e, embora o escândalo não atinja diretamente o Palácio do Planalto, a sujeira pode respingar no governo. Não foi por outra razão que o presidente da República resolveu falar. Numa longa entrevista ao site de notícias ICL, ontem, ele afirmou que o STF tem de dar “uma explicação convincente para a sociedade”, porque “essas coisas a gente não joga debaixo do tapete achando que o povo vai esquecer”. E ainda completou dizendo que, “se o cara quiser ficar milionário, não pode ser ministro da Suprema Corte”.

Ao comentar sobre o contrato de R$ 130 milhões da mulher do ministro Alexandre de Moraes com o Master, o presidente tentou tirar a meia sem tirar o sapato, dizendo que o “companheiro” não poderia permitir que Vorcaro jogasse fora a sua biografia, mas logo emendou que não havia nada de ilegal no contrato:

— Primeiro, porque você não estava advogando no seu escritório há quase 15 anos. Mas, se sua mulher estava advogando, diga que sua mulher estava advogando, que não tem que pedir licença para fazer as coisas. E prometa que na Suprema Corte estará impedido de votar em casos [que envolvam] a sua mulher.

Aliados explicaram que as falas de Lula foram roteirizadas pelo ministro-chefe da Secretaria de Comunicação, Sidônio Palmeira, com o objetivo de descolar o governo da crise sem jogar Moraes na fogueira. O problema desse plano é que ficou faltando combinar com os russos, ou seja, com a realidade.

Além de ser impossível dissociar o STF de seu ministro mais poderoso, Lula se movimenta como se não fosse possível surgir mais nenhuma novidade sobre Vorcaro e Moraes. Foi o que disseram para ele, mas não é o que se constata diariamente. Só na última semana, a Folha de S.Paulo revelou que o ministro e a mulher fizeram sete viagens nos aviões do dono do Master. Viviane Barci ainda divulgou uma nota dizendo ter ressarcido o Master pelos voos, mas, dois dias depois, documentos da Receita Federal desmontaram essa versão, já que nenhum real foi descontado dos R$ 80 milhões pagos pelo banco ao escritório nos últimos dois anos.

Moraes também não tem ajudado. Enquanto Lula procurava demonstrar que não tem compromisso com os erros alheios, ele decidiu levar ao plenário do STF uma tentativa de restringir o alcance e a validade das delações premiadas. Para isso, tirou da gaveta uma ação de 2021 movida pelo PT. Além de não ter ouvido o conselho de Lula para ficar longe do caso, ainda se socorreu de uma ação do partido do presidente para tentar evitar os danos de uma eventual delação de Daniel Vorcaro.

Quem também parece não estar plenamente engajado na estratégia lulista é o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo. Em reunião no mês passado com Sidônio e outros ministros, ele apresentou uma linha do tempo que, de acordo com testemunhas, deixava claro que o Master só virou o que virou por causa de medidas tomadas por seu antecessor, Roberto Campos Neto.

No centro do relato estava o fato de, em fevereiro de 2019, na gestão de Ilan Goldfajn, o BC ter negado permissão para Vorcaro assumir o controle do enrolado Máxima e formar o Master. Oito meses depois, já com Campos Neto no comando, a autorização saiu. Com base nessa informação, Lula afirmou ao ICL que o “Master é obra, é ovo da serpente do Bolsonaro e do Roberto Campos, ex-presidente do Banco Central”. E concluiu:

— Se a gente não tomar cuidado, vão tentar dizer que somos nós.

Contudo, na mesma hora em que o chefe acusava Campos Neto no Palácio do Planalto, do outro lado da Praça dos Três Poderes, Galípolo rasgava o script. Ao depor na CPI do Crime Organizado sobre o caso, ele afirmou que “não há, em nenhum processo de auditoria ou de sindicância, nada que encontre qualquer culpa por parte do ex-presidente Roberto Campos”. Negou, ainda, que o antecessor tivesse atuado para impedir uma intervenção ou liquidação do Master ao longo de 2024.

Tudo somado, está claro que Lula foi convencido de que fingir não ter nada a ver com o rolo de Vorcaro não é uma opção e decidiu brigar pelo controle da narrativa. Diante das circunstâncias, era o que lhe restava fazer, mas esse tipo de estratégia exige cuidado dobrado. Sem informações precisas, um script azeitado e atores bem ensaiados, o que deveria ser um roteiro de final feliz pode acabar virando uma tragédia.

Malu Gaspar - O Globo

 

 

Ministros do STF fazem campanha para Jorge Messias de olho em apoio futuro; saiba qual ala ganha

 


A campanha que ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) fazem pela aprovação de Jorge Messias no Senado não é de todo desinteressada. Nos bastidores, integrantes de diferentes alas da Corte lutam para engordar seu próprio time – e, assim, conquistarem um aliado quando Messias passar pelo crivo dos parlamentares.

Diante de um tribunal conflagrado, uma parceria a mais é bem-vinda. Hoje, a ala crítica ao comando de Edson Fachin está numericamente empatada com o time do presidente. A correlação de forças internas pode mudar com a chegada do novato.

De um lado, Gilmar Mendes e Cristiano Zanin, que são aliados no Supremo e fazem oposição a Fachin em temas que o presidente considera cruciais, pedem votos aos senadores em favor de Messias. Correm pelo outro lado André Mendonça e Kassio Nunes Marques – que, por sua vez, apoiam a gestão de Fachin e as prioridades eleitas por ele.

Nesse cenário, o time de Fachin leva vantagem. A atuação de Mendonça rompeu os bastidores e ganhou contornos públicos na última segunda-feira, 6, quando discursou a favor de Messias em um evento na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). Na presença do candidato à cadeira vaga no Supremo, Mendonça disse que torce para o advogado-geral da União chegar logo à Corte.

Nunes Marques é amigo de Messias há mais tempo, desde que ambos moravam no Piauí. Depois que Jair Bolsonaro indicou Nunes Marques ao Supremo, Messias foi o principal articulador da aproximação do ministro com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Nunes Marques conseguiu emplacar aliados para tribunais de Brasília e, agora, quer fazer o mesmo pelo advogado-geral.

Embora as duas alas do Supremo sejam matematicamente iguais, o time de Gilmar e Zanin fala mais alto – especialmente pela maior capacidade de articulação política interna e externa. Estão nesse time também Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Dias Toffoli. Ao lado de Mendonça e Nunes Marques estão Cármen Lúcia, Luiz Fux e Fachin.

A divisão política do Supremo ficou mais patente depois que estourou o escândalo do Banco Master. Fachin passou a defender um comportamento mais sóbrio dos colegas e a aprovação de um código de conduta para a Corte. Esbarrou na contrariedade da ala de Moraes e Toffoli. Ambos foram mencionados no caso Master por relações mantidas com Daniel Vorcaro.

A turma de Fachin ficou enfraquecida nesse processo. O presidente do Supremo insiste na aprovação do código de ética. Quer também encerrar o inquérito das fake news para demonstrar à política disposição para distensionar o clima polarizado em Brasília. A esperança dessa ala é que a chegada de Messias fortaleça o presidente da Corte.

Carolina Brígido - Estadão

 

 

Duas ocorrências de furto de carne são registradas em supermercados de Mossoró; suspeitos são detidos

 


Duas ocorrências de furto de carne foram registradas em supermercados localizados nos bairros Santo Antônio e Abolição IV, em Mossoró, no Oeste do Rio Grande do Norte. As ações distintas, mas com características semelhantes, resultaram na detenção de dois suspeitos.

De acordo com informações da Polícia Militar, ao todo foram furtadas seis peças de carne de primeira, entre cortes de contra-filé e maminha, gerando um prejuízo estimado em aproximadamente R$ 700 aos estabelecimentos.

Na ocorrência registrada no bairro Abolição IV, o suspeito identificado como José Amaro dos Santos teria, inicialmente, consumido bebidas energéticas ainda dentro do supermercado e, em seguida, tentado sair do local levando três peças de contra-filé sem efetuar o pagamento. A ação foi percebida por funcionários, e o homem acabou sendo contido pela equipe de segurança.

Já no bairro Santo Antônio, na Avenida Rio Branco, o segundo suspeito, Pedro José Targino, foi flagrado ao tentar furtar três peças de maminha. Assim como no primeiro caso, ele foi detido por seguranças do estabelecimento até a chegada da Polícia Militar.

Após as detenções, ambos os suspeitos foram encaminhados à Delegacia de Plantão, onde passaram pelos procedimentos legais cabíveis e ficaram à disposição da Justiça.

Os casos reforçam a atenção das autoridades e dos comerciantes para a ocorrência de furtos em estabelecimentos comerciais da cidade.

 

Identificados os três suspeitos mortos após confronto com a PM em Assú

 


Uma operação integrada das forças de segurança resultou na morte de três suspeitos na tarde desta quarta-feira (08), no bairro Meus Amores, em Assú, região do Vale do Açu.

A ação foi conduzida por equipes da Polícia Militar, por meio do 10º BPM, em conjunto com a Polícia Civil, contando ainda com o apoio da Agência de Inteligência da 3ª Companhia do 23º BPM da Polícia Militar do Ceará, sediada em Paracuru/CE.

De acordo com as informações repassadas pelas autoridades, o alvo da operação eram integrantes de um grupo criminoso suspeito de envolvimento em diversos homicídios na região. Durante a intervenção policial, houve confronto, e três indivíduos foram baleados.

Os suspeitos chegaram a ser socorridos e encaminhados à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Assú, mas não resistiram aos ferimentos e foram a óbito.

São eles: Emanuel Monteiro, “Tota”, Francisco Jefferson Barbosa, “Jeffin” e Jhonatan Mauricio Silva Barros, “Jhon”, ambos do Ceará.

🔎 Material apreendido

Durante a ação, as equipes policiais apreenderam um vasto material, que reforça a atuação do grupo no crime organizado:

  • 01 pistola calibre 9 mm (Derya DY9)
  • 01 fuzil calibre 5.56 mm (Taurus T4)
  • 189 munições calibre 5.56 mm
  • 175 munições calibre .40
  • 173 munições calibre 9 mm
  • Aproximadamente 5,2 kg de maconha
  • 540 gramas de crack
  • Cerca de 30 gramas de cocaína
  • 03 aparelhos celulares
  • 02 carregadores de fuzil convencional
  • 01 carregador de fuzil tipo caracol
  • 02 carregadores de pistola 9 mm convencionais
  • 02 carregadores de pistola 9 mm alongados
  • 01 balança de precisão
  • R$ 324,00 em dinheiro fracionado
  • 01 coldre
  • 01 porta-carregador

⚠️ Investigação segue

As investigações continuam com o objetivo de identificar outros possíveis integrantes do grupo criminoso e aprofundar a apuração sobre a atuação da organização na região do Vale do Açu.

A operação reforça o trabalho integrado das forças de segurança no combate à criminalidade e à violência na região.

 

FOTOS: Ação policial termina com três suspeitos mortos e grande apreensão em Assú

 


Uma ação da polícia militar do 10º BPM, resultou na morte de três suspeitos e na apreensão de um vasto material ilícito na tarde desta quarta-feira, 08 de abril de 2026, no município de Assú.

De acordo com as informações, durante a operação, houve confronto entre os indivíduos e as forças de segurança, três elementos foram atingidos, não resistiram aos ferimentos e morreram ao da entrada na UPA.

Na ocorrência, os policiais conseguiram apreender dois veículos, além de um verdadeiro arsenal e entorpecentes. Entre o material recolhido estão armas de fogo, munições, carregadores e drogas, o que reforça a suspeita de envolvimento dos indivíduos com atividades criminosas na região.

Todo o material foi encaminhado para os procedimentos legais, e o caso seguirá sob investigação para identificar possíveis ligações com outros crimes e a atuação do grupo na área.

A ação reforça o trabalho das forças de segurança no combate à criminalidade no interior do estado. Uma ação em conjunto com; Força Tática, GTO, Radio Patrulha, NORE, RP de Itaja e Policia civil de Assú.

 




Depoimento de Galípolo à CPI do Crime Organizado sobre caso Master irrita o Planalto

 


Integrantes do governo manifestaram nos bastidores irritação com o fato de o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, não ter apontado responsabilidade de seu antecessor, Roberto Campos Neto, no escândalo do Banco Master, durante depoimento à CPI do Crime Organizado nesta quarta-feira.

A ida de Galípolo à comissão foi debatida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva com auxiliares. A avaliação na conversa foi que valeria Galípolo atender ao convite da CPI para depor se fosse para falar de Campos Neto.

O Planalto e o PT têm propagado que o escândalo Master é resultado da falta de ação do chefe da autoridade monetária indicado para o cargo pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.

Mas ao ser perguntado nesta quarta-feira sobre a responsabilidade do antecessor, Galípolo respondeu:

“Não há nenhum processo de auditoria ou sindicância, nada que encontre qualquer culpa por parte do ex-presidente Roberto Campos Neto.”

Em outro momento, o presidente da CPI, o petista Fabiano Contarato (ES), insistiu se Galípolo tinha algum conhecimento de que Campos Neto tenha atuado para evitar a liquidação ou intervenção no Master ao longo de 2024.

“A sindicância que foi feita não encontrou nada nesse sentido”, respondeu.

Também nesta quarta-feira, em entrevista ao ICL Notícias, Lula voltou a culpar o antecessor de Galípolo pelo escândalo do Banco Master.

“Sabe, qual a serpente que colocou o ovo? O senhor Roberto Campos.”

Infomoney

 

Feminista aciona Justiça contra Erika Hilton após ser chamada de “criminosa”

 


A deputada Erika Hilton (PSOL) virou alvo de uma queixa-crime por calúnia e injúria apresentada pela designer gráfica Isabella Alves Cêpa, militante de um movimento feminista. A ação foi motivada por declarações públicas em que a parlamentar classificou a ativista como “criminosa”, “fracassada” e fez comparações com figuras ligadas ao nazismo.

A informação é do colunista Paulo Cappelli, do portal Metrópoles. O embate entre as duas teve origem ainda em 2020, quando Isabella criticou o PSOL e questionou o resultado das eleições municipais em São Paulo. Desde então, o conflito escalou para o campo judicial, com trocas de acusações e processos entre as partes. A defesa da designer sustenta que as falas recentes de Erika não têm relação com o exercício do mandato parlamentar, o que justificaria a tramitação do caso na Justiça comum.

Na denúncia, Isabella argumenta que não possui condenações ou processos em andamento que justifiquem ser chamada de criminosa. Segundo a peça, decisões anteriores já teriam reconhecido a legalidade de suas manifestações, o que tornaria as declarações da deputada ofensivas e sem respaldo jurídico.

As falas que motivaram a ação ocorreram durante uma entrevista ao programa “20 minutos”, do canal Opera Mundi, em março deste ano. Na ocasião, Erika Hilton afirmou que declarações consideradas transfóbicas configuram crime e comparou esse tipo de posicionamento a ideologias discriminatórias históricas, reforçando que tais condutas seriam passíveis de responsabilização judicial.

A militante também relembra que já enfrentou ameaças após a repercussão do caso e que deixou o Brasil em 2025, quando obteve asilo político em um país europeu. Agora, busca na Justiça uma reparação pelas declarações da deputada, em mais um capítulo de uma disputa que mistura política, ativismo e liberdade de expressão.

 

Master pagou R$ 1,1 milhão a empresa ligada ao pai de ex-ministro de Lula

 


O Banco Master repassou R$ 1,1 milhão para uma empresa vinculada ao pai do ex-ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho. As informações constam em dados enviados pela Receita Federal à CPI do Crime Organizado no Senado.

A informação é do colunista Tácio Lorran, do portal Metrópoles. A quantia foi destinada à RI Consulting, que tem como sócio o ex-deputado federal Silvio Costa, pai do ex-ministro. A administração da empresa está sob responsabilidade do empresário Carlos Antônio da Costa Cavalcanti Neto.

De acordo com os registros, os pagamentos foram realizados ao longo de 2025, em meio ao avanço das investigações que envolvem o banco e seus vínculos com agentes públicos e privados.

A empresa é registrada como atuante em diversas áreas, incluindo consultoria em tecnologia da informação, publicidade, organização de eventos e captação de recursos.

O caso reforça a ampliação do cerco sobre as operações do Banco Master, que já é alvo de apurações em diferentes frentes no Congresso Nacional.

 

Em nova derrota de Nicolás Maduro nos EUA, justiça barra acesso de defesa a provas do caso

 


O ex-presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, sofreu mais um revés na Justiça dos Estados Unidos. Em decisão recente, o juiz federal Alvin K. Hellerstein proibiu que os advogados do venezuelano compartilhem provas do processo com outros investigados que seguem foragidos.

A medida atende a um pedido da promotoria, que alegou riscos à investigação e à segurança de testemunhas. Na prática, a decisão restringe a atuação da defesa e dificulta a articulação conjunta entre os acusados no caso, que envolve suspeitas graves ligadas ao sistema financeiro e ao crime internacional.

O magistrado foi direto ao afirmar que o material “não pode ser compartilhado com nenhum réu que ainda não tenha sido preso”, reforçando que o acesso às provas não é necessário para garantir o direito de defesa neste momento do processo.

Preso em Nova York desde janeiro após uma operação dos Estados Unidos, Maduro responde a acusações como narcotráfico, lavagem de dinheiro e corrupção. Ele nega todas as acusações e já se declarou inocente perante a Justiça americana, enquanto sua defesa tenta derrubar o processo ou ao menos reduzir seus impactos.

Essa é mais uma derrota recente do líder venezuelano nos tribunais dos EUA, que vêm rejeitando sucessivos pedidos da defesa e endurecendo o andamento do caso, considerado um dos mais sensíveis da política internacional atual.

 

As 6 doenças mais comuns transmitidas dentro das academias (e como preveni-las)

  O ambiente da academia, fechado e com muitas pessoas facilita a proliferação de fungos, vírus e bactérias transmissores de doenças. A depe...