terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

VÍDEO - Motorista por aplicativo é agredido após expulsar passageiros do carro por prática de sexo oral

 

Um motorista por aplicativo foi agredido após interromper uma corrida porque um casal praticava sexo oral no banco traseiro do veículo. A situação aconteceu em Salvador-BA, no domingo (1º), e é investigada pela Polícia Civil (PC).

Em um vídeo publicado nas redes sociais, o motorista conta que aceitou uma viagem para o bairro do Rio Vermelho e três homens embarcaram no veículo. Dois deles, quem estavam no banco de trás do carro, começaram a trocar beijos e passaram a praticar sexo oral.

Diante da situação, o motorista — que tem 23 anos e se apresenta apenas como Zeca — parou o carro, na Ladeira da Barra, e pediu que todos saíssem do veículo. No vídeo, que não captou áudio, é possível ver que um dos homens troca palavras com o motorista, que se irrita.

Em seguida, o homem ameaça socar o condutor do veículo, que se revolta e sai do carro. Ao g1, Zeca admitiu que revidou o soco e disse que agiu para se defender. Ele registrou um boletim de ocorrência contra a pessoa que solicitou a viagem, uma vez que não tinha outras informações sobre os passageiros, mas contou que ainda não foi contatado pela polícia.

Em nota, a Polícia Civil informou que registrou a ocorrência como “vias de fato” e que houve agressões dos dois lados. O caso é apurado pela 14ª Delegacia Territorial (DT/Barra).

g1

 


Polícia Ambiental apreende 102 aves em feira de Natal

 


O Batalhão de Polícia Ambiental realizou fiscalização na feira do bairro Cidade da Esperança, em Natal, e apreendeu 102 aves silvestres mantidas em cativeiro para comercialização. Gaiolas e objetos usados na captura dos animais também foram recolhidos.

As pessoas envolvidas na venda foram autuadas e responderão a Termos Circunstanciados de Ocorrência (TCO). A manutenção de aves silvestres sem licença dos órgãos ambientais é considerada crime segundo a legislação brasileira, e os processos foram encaminhados à Justiça.

As aves foram levadas à sede do batalhão para perícia da Polícia Científica. O procedimento inclui identificação das espécies, verificação de animais em risco de extinção e avaliação do estado de saúde. Animais em condições adequadas serão devolvidos aos seus ecossistemas de origem.

 

Anvisa proíbe venda de leite condensado e dois suplementos

 


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nessa segunda-feira (2), a interdição cautelar do leite condensado semidesnatado La Vaquita e apreendeu os suplementos Glicojax e Durasil.

O lote do leite condensado foi reprovado no teste microbiológico Estafilococos Coagulase Positiva (ECP), após análises fiscais do Laboratório Central de Saúde Pública Noel Nutels. O teste mede a quantidade de bactérias Staphylococcus aureus em alimentos, bebidas e embalagens, que, em níveis elevados, podem causar intoxicações alimentares e outras doenças.

A Anvisa atribuiu o leite condensado La Vaquita à empresa Apti Alimentos, porém, a alimentícia afirmou, em nota oficial, que o produto não faz parte do seu portfólio e que foi associado erroneamente pela agência de vigilância sanitária.

Suplementos

A Anvisa constatou que os suplementos Glicojax e Durasil possuem origem desconhecida e utilizam propagandas enganosas. O Glicojax diz possuir benefícios terapêuticos, como auxílio no controle da glicose sanguínea, suporte cardiovascular, suporte à saúde metabólica e controle da diabetes. Segundo a Anvisa, tais benefícios não apresentam comprovação científica.

Já o suplemento em gotas da marca Durasil promete aliviar dores e melhorar a função erétil. O produto também tem o fabricante desconhecido. Apesar das irregularidades, plataformas de vendas online como Shopee e Mercado Livre continuam a distribuir o suplemento.

A Agência Brasil entrou em contato com as empresas e aguarda os retornos.

Agência Brasil

 

Pesquisa da UFRN cria sensor mais barato e rápido para evitar falhas na produção de petróleo

 


Uma pesquisa desenvolvida na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) pode trazer um avanço importante para a segurança energética e a continuidade da produção de petróleo no Brasil. Pesquisadores da instituição criaram um sensor químico mais rápido e de baixo custo capaz de monitorar, em tempo quase real, substâncias usadas para evitar incrustações, um dos principais problemas operacionais da indústria petrolífera.

As incrustações são depósitos minerais que se formam em poços e dutos e podem causar entupimentos, paralisações na produção e grandes prejuízos financeiros. Para evitá-las, a indústria utiliza inibidores químicos, cujo controle de dosagem ainda depende de métodos analíticos caros, demorados e que exigem infraestrutura complexa.

A nova tecnologia, desenvolvida em parceria com o Núcleo de Processamento de Alto Desempenho (NPAD), utiliza a técnica de Espectroscopia Raman Aumentada por Superfície (SERS) como alternativa aos métodos tradicionais. O diferencial está no sensor criado pelos pesquisadores: um substrato de vidro com quatro camadas de nanopartículas de prata, capaz de ampliar o sinal de detecção em até sete vezes.

Com essa sensibilidade, foi possível identificar o inibidor ATMP (Ácido Aminotrismetileno Fosfônico) em concentrações muito baixas, compatíveis com as condições reais das operações em campo. Segundo o professor Rafael Fernandes, do Instituto de Química da UFRN, o método é mais rápido, econômico e menos dependente de infraestrutura do que técnicas como a ICP-OES e a cromatografia iônica, além de permitir o monitoramento contínuo dos inibidores.

Além do trabalho experimental, o NPAD foi responsável por cálculos teóricos que confirmaram a afinidade química entre o inibidor e a prata, validando a eficiência do sensor. Os resultados da pesquisa foram publicados em revista internacional da Elsevier.

O próximo passo do estudo é o desenvolvimento de sensores SERS portáteis, com potencial para uso direto em poços de petróleo. A proposta é facilitar a análise no local da operação, reduzir custos e ampliar o controle químico, contribuindo para a prevenção de falhas e a otimização da produção no setor energético.

 

Corpos que podem ser de irmãs desaparecidas são encontrados na Grande Natal

 


A polícia encontrou nesta terça-feira (3), às margens da BR-304, em Macaíba, na Grande Nataldois corpos que podem ser de duas irmãs que estão desaparecidas desde o dia 30 de dezembro do ano passado no Rio Grande do Norte.

Lidemila Alinny Fernandes de Souza, de 16 anos, e Ana Beatriz Fernandes de Freitas, de 19 anos, foram vistas a última vez na cidade de Bom Jesus.

Na semana passada, a polícia prendeu quatro pessoas suspeitas de participação no desaparecimento das irmãs. Um deles estava com o celular de uma delas.

Os corpos não haviam sido identificados até a atualização mais recente desta reportagem, mas as roupas indicam que podem se tratar das irmãs, segundo a Polícia Civil.

"Há a suspeita de que as ossadas possam ser das duas irmãs desaparecidas no município de Bom Jesus, hipótese baseada nas vestimentas encontradas no local. A identificação, no entanto, ainda não foi confirmada oficialmente", informou, em nota, a Polícia Civil.

Os corpos foram recolhidos e encaminhados à Polícia Científica para serem submetidos a exames periciais. O reconhecimento será realizado por meio de exames genéticos.

A possível motivação do crime não foi revelada pela polícia, que mantém a investigação. A polícia informou que mais informações serão divulgadas após a conclusão do laudo pericial.

Quatro presos suspeitos de envolvimento no caso

Quatro pessoas foram presas no dia 29 de janeiro em uma operação que investigava o desaparecimento das duas irmãs.

A polícia investigava a residência de um dos suspeitos de envolvimento no crime, na cidade de Extremoz, na Grande Natal, quando encontrou um aparelho celular que pertencia a uma das jovens.

Segundo a Polícia Civil, a conferência do IMEI - uma espécie de RG de cada a celular - confirmou que o aparelho pertencia a uma das vítimas.

Questionado, o suspeito afirmou possuir um telefone com características semelhantes e alegou que o comprou em uma feira livre no bairro Nova Natal, na Zona Norte.

As quatro pessoas que estavam na casa foram detidas após a polícia encontrar no local, além do celular da jovem:

  • um veículo Volkswagen Tera, de cor vermelha, que apresentava sinais evidentes de adulteração e possuía vínculo com outros crimes graves investigados na Zona Norte de Natal;
  • uma arma de fogo dentro do veículo;
  • uma mochila contendo mais três armas de fogo, carregadores e munições.

Suspeito apresentou documento falso

Os quatro suspeitos foram presos em flagrante pelos crimes de posse ilegal de arma de fogo, receptação e outros delitos correlatos.

Além das apreensões, dois dos suspeitos informaram integrar uma organização criminosa.

Um deles também apresentou documentação falsa no momento da abordagem. Após verificação, foi constatada a existência de mandado de prisão em aberto no nome dele.

 

TANGARAENSE - PREGO BATIDO E PONTA VIRADA: Nilson Lima, comunica ao povo tangaraense, amigos e apoiadores que apoia a pré-candidatura de Nina Freire a Deputada Federal

 


Tangaraense, registro importante da reunião realizada na tarde desta segunda-feira (02), em Natal, com o prefeito Paulinho Freire.

Em virtude da desistência da pré-candidatura a Deputado Federal de Daniel Marinho, comunico ao povo tangaraense, amigos e apoiadores que tomamos a decisão de alinhar nosso projeto à união do nosso grupo, liderado por Jorginho Bezerra e Cacá Bezerra.

Agradeço a confiança e o apoio dos amigos Zezinho Dantas, o Suplente de Vereador Robertinho, Valério Nixon, Beto de Elza, e do vereador Thiago Lima, que caminham conosco nessa decisão de trabalhar em parceria com Gustavo Carvalho (Estadual) e Nina Souza (Federal).

Nilson Lima falou que em breve, irá apresentar oficialmente Nina Souza ao povo de Tangará, somando forças para trabalhar e trazer avanços para nossa cidade.

Nina Souza é a primeira-Dama da cidade do Natal-RN, Secretária de Assistência Social, da gestão de Pulinho Freire, Vereadora licenciada, Advogada, mãe e avó. Nilson tem certeza que ela irá ajudar o nosso município e trazer avanços para a nossa cidade.

Ex-presidente do Rioprevidência é preso em operação da Polícia Federal

 


A Polícia Federal (PF) prendeu, nesta terça-feira (3), o ex-presidente do Rioprevidência Deivis Marcon Antunes. A prisão foi feita no âmbito da segunda fase da Operação Barco de Papel, que investiga crimes contra o sistema financeiro envolvendo a gestão de recursos do Fundo Único de Previdência Social do Estado do Rio de Janeiro. Outros dois mandados de prisão temporária foram expedidos, mas não foram cumpridos. Segundo a PF, as duas pessoas estão foragidas.

A PF informou que Antunes foi conduzido à Delegacia de Polícia Federal em Volta Redonda, de onde será encaminhado à Superintendência da PF no Rio de Janeiro para ser ouvido e, após os procedimentos de polícia judiciária, será introduzido no sistema prisional do estado, onde permanecerá à disposição da justiça.

A prisão foi efetuada em Itatiaia (RJ), com o apoio da Delegacia Especial da PF no Aeroporto Internacional de Guarulhos (DEAIN) e da Polícia Rodoviária Federal. 

Antunes renunciou ao cargo no final de janeiro. Em 23 de janeiro, ele foi alvo de operação de busca e apreensão da Polícia Federal em sua residência.

Banco Master

A Operação Barco de Papel apura irregularidades na aquisição de letras financeiras emitidas pelo Banco Master, recentemente liquidado pelo Banco Central. Segundo a PF, entre novembro de 2023 e julho de 2024, a RioPrevidência teria investido aproximadamente R$ 970 milhões na instituição financeira.

As prisões foram determinadas pelo Juízo da 6ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, que considerou risco concreto de destruição de provas e obstrução das investigações caso os envolvidos permanecessem em liberdade.

Os mandados foram cumpridos, de acordo com a PF, em endereços vinculados aos investigados no Rio de Janeiro e em Santa Catarina. Os mandados foram decretados pela 6ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro com base em indícios de obstrução de investigações e ocultação de provas.

Após o cumprimento do mandado de busca e apreensão no apartamento do principal alvo da operação deflagrada em 23 de janeiro, a Polícia Federal identificou movimentações suspeitas de retirada de documentos do apartamento do investigado, manipulação de provas digitais, além da transferência de dois veículos de luxo para terceiros.

 

Trump aciona Justiça dos EUA e liga Alexandre de Moraes ao escândalo do Banco Master

 


Trump Media & Technology Group, empresa ligada ao ex-presidente Donald Trump, entrou com uma ação na Justiça Federal dos Estados Unidos, especificamente na Flórida, que associa o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ao escândalo do Banco Master, instituição financeira brasileira que foi colocada em liquidação pelo Banco Central do Brasil após irregularidades graves.

📌 Principais pontos da ação

1. Associação de Moraes ao caso Banco Master

A ação movida nos EUA afirma que há um suposto conflito de interesses entre Moraes e o Banco Master por causa de um contrato firmado entre o banco e o escritório de advocacia da esposa do ministro, a advogada Viviane Barci de Moraes. Segundo os autores, o acordo teria um valor total de cerca de R$ 129 milhões e pagamentos mensais altos, apesar de, segundo a petição, haver poucas evidências de trabalho substancial realizado pelo escritório.

2. Alegação de favorecimento nos processos

Os advogados da Trump Media afirmam que o contrato coincidiu com decisões no STF consideradas favoráveis ao Banco Master e com o sigilo de investigações no Brasil, o que para eles levanta dúvidas sobre neutralidade e possível favorecimento institucional.

3. Processo e notificação de Moraes

O pedido na Justiça da Flórida busca oficialmente notificar o ministro Alexandre de Moraes sobre o processo, já que autoridades americanas afirmam que os canais formais de citação no Brasil estariam “bloqueados”. Por isso, empresas como a plataforma Rumble também pediram ao tribunal autorização para notificá-lo por e-mail para que o caso possa prosseguir.

🔎 Contexto do Banco Master

O Banco Master, controlado pelo empresário Daniel Vorcaro, enfrentou graves problemas que levaram o Banco Central a decretar sua liquidação depois de identificar irregularidades, como transações com ativos que teriam sido considerados fictícios e riscos a outras instituições públicas.

🧑⚖️ Reações e posição oficial

Até o momento, não houve manifestação pública oficial do ministro Alexandre de Moraes ou de sua defesa sobre as acusações que hoje foram apresentadas na Justiça americana. Fonte: Poder Nacional

 

VÍDEO - O Caso Master e a captura do Estado: como governo Lula e ministros aliados do STF orbitam o mesmo escândalo

 



O caso do Banco Master deixou de ser um caso de fraude privada para se tornar um escândalo político-institucional de grandes proporções. Reportagens, investigações e decisões atípicas revelam uma proximidade preocupante entre integrantes do governo Lula, aliados políticos e ministros do Supremo Tribunal Federal justamente no momento em que o banco entrava em colapso. Encontros fora da agenda, contratos milionários e tentativas posteriores de dissociação expõem um padrão de pacidade e promiscuidade que compromete a credibilidade das instituições e a separação entre o público e o privado.

O colapso do Banco Master deixou de ser um episódio isolado de má gestão financeira para se tornar um escândalo político-institucional de grandes proporções. O que as investigações da Polícia Federal, as reportagens de veículos nacionais e a imprensa internacional vêm revelando é um padrão inquietante de proximidade, proteção cruzada e opacidade envolvendo integrantes centrais do governo Lula e ministros do Supremo Tribunal Federal alinhados ao Planalto.

Não se trata de uma coincidência. Tampouco de episódios desconexos. O que emerge é uma teia de relações pessoais, contratuais e políticas que atravessa o Executivo, o Judiciário e o sistema financeiro — justamente no momento em que o banco entrava em colapso e passava a ser investigado.

Leia o conteúdo completo no link a seguir: https://bit.ly/4aaisPD

Prisão de Oruam foi determinada pelo STJ após constatação de 66 violações do monitoramento da tornozeleira eletrônica

 


O Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou o retorno à prisão do rapper Oruam após constatar 66 violações do monitoramento eletrônico desde que ele passou a usar tornozeleira, em setembro do ano passado. Segundo a Secretaria de Administração Penitenciária, todas as ocorrências foram causadas por falta de carregamento do equipamento.

Na decisão desta segunda-feira, o ministro Joel Ilan Paciornik afirmou que o descumprimento foi “reiterado e sucessivo”, principalmente à noite e nos fins de semana. Relatórios apontam períodos de até 10 horas sem bateria, o que gerou lacunas no rastreamento e tornou a fiscalização ineficaz.

Para o ministro, a conduta indica risco de fuga e desrespeito às medidas cautelares e às decisões judiciais. A defesa alegou falhas técnicas na tornozeleira e negou descumprimento deliberado, mas o argumento foi rejeitado. O STJ entendeu que a repetição do problema configura risco à ordem pública e à aplicação da lei penal.

Oruam havia sido preso em julho de 2025 após uma operação da Polícia Civil no Joá, Zona Oeste do Rio, quando policiais foram atacados durante o cumprimento de um mandado. Ele ficou mais de 60 dias detido em Gericinó antes de obter liberdade com uso de tornozeleira. A defesa não se manifestou até o momento.

Justiça do Rio manda prender rapper Oruam após STJ revogar habeas corpus

 


A Justiça do Rio de Janeiro decretou a prisão preventiva do rapper Oruam, nome artístico de Mauro Davi dos Santos Nepomuceno. A decisão é da juíza Tulla Correa de Mello, da 3ª Vara Criminal, após o STJ revogar a liminar que mantinha o cantor em liberdade.

Segundo a magistrada, relatórios da Secretaria de Administração Penitenciária apontam descumprimento reiterado das medidas cautelares, sobretudo no uso da tornozeleira eletrônica. Entre outubro e novembro de 2025, foram registrados mais de 20 episódios de falhas, como falta de bateria, inoperância do equipamento e violações do recolhimento domiciliar noturno, principalmente de madrugada e nos fins de semana.

Na decisão, a juíza determinou a expedição imediata do mandado de prisão preventiva, com o mesmo prazo do anterior, já revogado.

A defesa afirma que os problemas na tornozeleira foram técnicos e nega intenção de fuga. A CNN informou que aguarda novo posicionamento dos advogados.

Acusações

O processo tem origem em um episódio ocorrido em julho de 2025, no bairro do Joá, zona oeste do Rio. O Ministério Público acusa Oruam e outros envolvidos de duas tentativas de homicídio qualificado contra policiais civis durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão.

Segundo os agentes, pedras teriam sido arremessadas do andar superior da residência do cantor. A Justiça também cita o uso de redes sociais para desafiar autoridades e incitar a população contra operações policiais.

 

VÍDEO - Motorista por aplicativo é agredido após expulsar passageiros do carro por prática de sexo oral

  Um motorista por aplicativo foi agredido após interromper uma corrida porque um casal praticava sexo oral no banco traseiro do veículo. A ...