Uma adolescente morreu após se envolver em um
acidente de trânsito em Felipe Guerra, no Oeste Potiguar. O sinistro aconteceu
na manhã desta terça-feira (4). Ela foi identificada como Lara Gabriela Morais
de Brito, de 16 anos.
De acordo com a Polícia Militar, a jovem conduzia a
motocicleta no momento da colisão, que aconteceu no cruzamento das avenidas
Mira Selva com Adelino Bonifácio, no bairro Cidade Alta. Devido à gravidade dos
ferimentos, a adolescente não resistiu e morreu na hora. A PM isolou o local e
a Polícia Científica foi acionada para fazer o recolhimento do corpo da vítima.
Ainda de acordo com a Polícia Militar, o condutor da
pá carregadeira não permaneceu no local. No entanto, ele foi identificado
posteriormente. A ocorrência foi encaminhada para a Delegacia de Polícia Civil
para a adoção dos procedimentos legais cabíveis.
A corporação afirmou ainda que a máquina envolvida
no acidente pertence à Prefeitura Municipal de Felipe Guerra. Em nota, a gestão
lamentou o acidente. "Solidarizamo-nos inteiramente com os seus pais,
familiares e amigos, que agora sofrem com esta perda tão sentida. Rogamos a
Deus que conforte cada coração neste momento de tamanha tristeza, dê forças
para suportar a saudade e acolha a sua alma em paz", publicou.
A Advocacia-Geral da União (AGU) não vai recorrer da
ordem do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça para que a
Polícia Federal encaminhe ao seu gabinete todos os documentos brutos da
investigação sobre o esquema do INSS, bem como qualquer mudança na equipe de
delegados que atua no caso.
A notícia é da coluna de Andreza Matais, do
Metrópoles. Segundo ela, o ministro Jorge Messias tentará resolver o impasse
por meio do diálogo. Ele pretende propor uma reunião entre Mendonça e o
ministro da Justiça, Wellington César, ao qual a PF é subordinada, para que
cheguem a um entendimento sobre os procedimentos a serem adotados.
Como revelou a coluna, Mendonça entende que o
diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, pode ter cometido obstrução de Justiça
ao descumprir sua decisão. Há dois meses, seu despacho foi encaminhado ao
Ministério da Justiça e à Polícia Federal, sem que fossem adotadas as providências
determinadas pelo ministro. Na PF, porém, a avaliação é a de que a ordem fere a
lei que garante aos delegados autonomia para conduzir as investigações.
O entendimento na AGU é que contestar a ordem do
ministro do Supremo abriria espaço para que os investigados tentassem anular
toda a operação. Na avaliação de integrantes do governo, diante dos
questionamentos sobre a legalidade da determinação, advogados poderiam
contestar os procedimentos adotados, usando o mesmo atalho que “descondenou” o
presidente Lula nos processos da Lava Jato.
A coluna apurou que o diretor-geral da PF já foi
informado da decisão da AGU. Quem acompanha a queda de braço afirma que “está
todo mundo uma pilha de nervos” e é preciso reduzir a temperatura da crise para
evitar que ela escale a ponto de resultar em acusação de obstrução de Justiça
por descumprimento de uma ordem de um ministro do Supremo e, até mesmo, medidas
extremas contra o diretor-geral da PF.
Havia a expectativa de que a iniciativa de resolver
o impasse pelas vias diplomáticas partisse do ministro da Justiça, que
permanece de braços cruzados, o que tem irritado, inclusive, o presidente Lula,
a PF e a Procuradoria-Geral da República (PGR).
Se André Mendonça aceitar a reunião, o ministro
Wellington César deverá argumentar que a Polícia Federal conduz cerca de 400
inquéritos simultaneamente e conta com muitos delegados cedidos a outros
órgãos, inclusive ao gabinete do ministro André Mendonça, numa espécie de
polícia paralela.
O ator Marco Furlan foi preso em flagrante sob a
acusação de estupro de vulnerável durante uma festa infantil em
Pindamonhangaba, São Paulo. O caso ocorreu quando o choro da criança chamou a
atenção dos convidados que estavam presentes no evento. A vítima tem apenas 5
anos.
A notícia é do R7. Durante a comemoração do
aniversário da criança, os convidados perceberam seu desespero e buscaram
entender o ocorrido. Após ouvir o relato da vítima sobre o incidente, eles
detiveram Marco até a chegada das autoridades policiais. Ele foi levado à
delegacia local e permanece preso após passar pela audiência de custódia.
Até o momento não há registro de advogados para
defender o ator. As investigações continuam com as autoridades buscando
autorização judicial para apreender dispositivos eletrônicos do acusado e
verificar se há armazenamento ilegal relacionado à pornografia infantil.
QUEM É FURLAN
Conhecido por trabalhos na televisão, Furlan ganhou
projeção nacional ao interpretar Heitor na série Aline, exibida pela TV Globo
em 2009. Na trama, seu personagem era um dos interesses amorosos da
protagonista e integrava o triângulo amoroso que conduzia a história.
O escândalo envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o
Lulinha, filho mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ganhou
nova dimensão nos últimos dias e passou a envolver diretamente pessoas próximas
ao presidente da República. O ministro Flávio Dino, do STF, autorizou nesta
terça-feira (4) a abertura de um terceiro inquérito contra Lulinha, além de uma
quarta investigação sobre vazamento de dados sigilosos relacionados ao caso.
As apurações têm origem na Operação Sem Desconto,
que investiga fraudes em aposentadorias do INSS. A partir dela, a Polícia
Federal identificou indícios de que Lulinha teria atuado em esquema de tráfico
de influência dentro do governo federal, em parceria com a empresária Roberta
Luchsinger, apontada como lobista e amiga do filho do presidente.
O caso ultrapassou os limites da família Lula e
chegou ao núcleo do Palácio do Planalto. A PF revelou que Roberta fez uma
transferência financeira a Marco Aurélio Santana Ribeiro, o
"Marcola", ex-chefe do Gabinete Pessoal da Presidência da República,
que deixou o cargo em 21 de julho para atuar na campanha de reeleição de Lula.
Procurado, Marcola confirmou ter recebido o valor, mas alegou se tratar de um
"empréstimo pessoal já quitado".
Segundo mensagens reveladas pelo Estadão, Roberta
também mantinha articulações com o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, o
"Careca do INSS" — nome central da Operação Sem Desconto —, para
"abrir portas" no governo federal e prospectar negócios.
Ao todo, Lulinha é hoje alvo de três inquéritos
distintos no STF, sob relatoria dividida entre os ministros André Mendonça e
Flávio Dino: um relacionado ao Ministério da Saúde, outro à Dataprev, e o mais
recente sobre supostos negócios ilícitos em outras áreas do governo — este
último envolvendo suspeita de favorecimento a uma empresa de tecnologia com
mais de R$ 55 milhões em contratos com a União.
A multiplicação de investigações e o fatiamento dos
casos entre diferentes ministros do STF têm gerado, segundo apurou a revista
Veja, certo desconforto na própria Corte, por dificultar a centralização das
apurações sobre um mesmo esquema.
A defesa de Lulinha, hoje residente na Espanha, nega
qualquer irregularidade e afirma que o filho do presidente está
"tranquilo" diante das investigações. Seus advogados já solicitaram
acesso aos autos e pretendem pedir que ele preste depoimento formal à Polícia
Federal.
O caso ocorre em meio à movimentação da campanha de
reeleição de Lula, e o envolvimento de um ex-integrante do primeiro escalão do
Palácio do Planalto amplia a pressão política sobre o governo, que até então
buscava tratar o episódio como uma questão restrita à esfera pessoal do
presidente.
A Polícia Federal encontrou uma máquina de contar
dinheiro durante a nova fase da Operação Sem Desconto deflagrada nesta
terça-feira (4). O equipamento foi achado pela corporação enquanto cumpria
mandados de busca e apreensão.
Entre os alvos da operação estão familiares do
senador Weverton Rocha (PDT-MA), que já havia sido alvo da PF em dezembro de
2025. O advogado Willer Tomaz também figura entre os investigados.
Os investigadores estão cumprindo 18 mandados de
busca e apreensão autorizados pelo Supremo Tribunal Federal, no Distrito
Federal e no Maranhão. Eles servem para apurar a suposta lavagem de dinheiro
entre os fatos investigados na Operação Sem Desconto.
As apurações começaram após os investigadores
identificarem indícios de operações financeiras e patrimoniais consideradas
suspeitas. Segundo a PF, o esquema teria recorrido a pessoas físicas e
empresas, contas bancárias de terceiros, estruturas societárias e movimentações
em dinheiro vivo para dificultar o rastreamento da origem e do destino dos valores.
O objetivo da investigação é identificar de onde
vieram e para onde foram os recursos, esclarecer a finalidade das
transferências e definir a responsabilidade individual de cada um dos
envolvidos no suposto esquema.
A CNN procurou o senador e não houve resposta. O
espaço segue aberto para posicionamento.
Em nota, o advogado Willer Tomaz se manifestou
dizendo que foi alvo de mandado de busca e apreensão porque é dono de uma
aeronave usada por Weverton Rocha.
Confira a íntegra da nota:
Willer Tomaz, advogado e empresário, esclarece que a
diligência de busca e apreensão a que foi submetido nesta manhã decorre
exclusivamente do fato de ser proprietário da aeronave utilizada, em caráter
estritamente particular, pelo senador Weverton Rocha em viagem já de
conhecimento público. Willer Tomaz não é investigado no âmbito da Operação Sem
Desconto e não possui qualquer vínculo com o esquema de fraudes em descontos
previdenciários apurado pela Polícia Federal.
A disponibilização da aeronave teve caráter pessoal
e amistoso, sem qualquer relação com os fatos investigados. O advogado reitera
que está à disposição das autoridades para prestar todos os esclarecimentos
necessários e confia na apuração serena dos fatos, certo de que sua conduta em
nada se relaciona com o objeto da operação.
A decisão do ministro André Mendonça autorizou a
quebra de sigilo de dados telefônicos e mandados de busca e apreensão na nova
fase da Operação Sem Desconto. A investigação apura suspeitas de lavagem de
dinheiro ligada às fraudes no INSS e mira familiares do senador Weverton Rocha
(PDT-MA), vice-líder de Lula no Senado, e o advogado Willer Tomaz.
A Polícia Federal afirma que o senador Weverton
Rocha (PDT-MA) atuava diretamente em um suposto esquema investigado na Operação
Sem Desconto, formulando pedidos, indicando beneficiários, cobrando repasses,
gerenciando patrimônio e interferindo em decisões financeiras.
As conclusões constam de decisão do ministro do STF
André Mendonça, que autorizou uma nova fase da operação, deflagrada nesta
terça-feira (4). A investigação teve origem em suspeitas de fraudes envolvendo
descontos indevidos em benefícios do INSS.
Embora Weverton não tenha sido alvo de mandados, a
PF cumpriu 18 buscas no Distrito Federal e no Maranhão contra pessoas ligadas
ao senador, entre elas a esposa, a filha, duas irmãs e o advogado Willer Tomaz.
Segundo a investigação, a estrutura ligada a Willer
Tomaz funcionava como um “hub financeiro, patrimonial e logístico”, fornecendo
empresas, imóveis, aeronaves e operadores financeiros aos beneficiários. A PF
aponta ainda que Fayla Zulmira Menezes coordenava movimentações financeiras e
repasses, consultando o advogado antes de atender solicitações do senador.
Os investigadores afirmam que mensagens mostram
Weverton cobrando um repasse de R$ 500 mil e que sua esposa, Samya Rocha,
recebeu mais de R$ 11 milhões de empresas vinculadas a Willer Tomaz.
A investigação também apura a compra de uma mansão
no Lago Sul, em Brasília, registrada em nome de uma empresa de Willer Tomaz,
além da utilização de postos de combustíveis para movimentação de recursos e
suposta lavagem de dinheiro. A PF cita ainda movimentações em dinheiro vivo,
uso de aeronaves particulares e a apreensão de R$ 1 milhão em espécie, que
teria como destino um ex-assessor do senador.
Procurado, Weverton Rocha não havia se manifestado
até a publicação da reportagem publicada pelo g1. Em nota, a defesa de Willer
Tomaz afirmou que ele não é investigado na Operação Sem Desconto, disse que
apenas cedeu uma aeronave ao senador em caráter pessoal e declarou confiar “na
apuração serena dos fatos, certo de que sua conduta em nada se relaciona com o
objeto da operação”.
No programa “Meio Dia RN” desta terça-feira (4), BG
avaliou que a espiral de notícias negativas sobre a gestão da governadora
Fátima Bezerra poderá comprometer a candidatura de Cadu Xavier ao Governo do
Estado. Ele citou as crises recentes envolvendo o Aeródromo de Caicó, fechado a
pedido do Governo do Estado pela Agência Nacional da Aviação Civil (Anac), a
fuga dos detentos de Alcaçuz, o atraso no pagamento de aposentados e pensionistas
e a suspensão de cirurgias eletivas em hospitais privados que atendem pelo SUS
no RN. “O Estado está sem eira nem beira”, disse.
“Fazia tempo que eu não via o governo Fátima passar
por uma espiral de notícias negativas tão grande, que coloca em xeque a
candidatura de Carlos Eduardo Xavier, porque não existe legado [do Governo do
Estado]. O efeito negativo está ficando tão pesado que eu tô começando a achar
que mesmo o PT, com estrutura política e com Lula, poderá de fato segurar o
crescimento de Cadu”, avaliou BG.
O Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas
invadiu a sede da Secretaria Municipal de Habitação e ocupou dependências do
prédio nesta terça-feira (8).
Integrantes do movimento levaram também crianças
para a manifestação e exigiam falar com a secretária Iris Machado. Em
publicação nas redes sociais, o MLB informou que a titular da pasta recebeu
integrantes do movimento.
Relatos feitos ao BLOGDOBG dão conta que a presença
dos manifestantes estava impedindo o trânsito de servidores que ficaram
trancados em suas salas com receio do protesto.
O pré-candidato ao Governo do Rio Grande do Norte,
Álvaro Dias, participou, no último sábado (1º), do congresso de jovens da
Assembleia de Deus Ministério Madureira, onde foi recebido pelo
pastor-presidente José Pedro Teixeira.
Durante o evento, o líder religioso declarou
publicamente apoio à pré-candidatura de Álvaro Dias ao Governo do Estado,
manifestando seu voto e desejando sucesso em sua caminhada.
A participação no congresso reforça a aproximação de
Álvaro Dias com o segmento evangélico potiguar. Nos últimos dias, o
pré-candidato também esteve em São Paulo, onde foi recebido pelo pastor José
Wellington Júnior, presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no
Brasil (CGADB) e uma das principais lideranças da Assembleia de Deus Ministério
Belém. Na ocasião, o pastor gravou uma mensagem pública destacando o
compromisso de Álvaro com os valores cristãos e fez uma oração em favor de sua
trajetória e do futuro do Rio Grande do Norte.
Com isso, Álvaro Dias passa a reunir manifestações
públicas de apoio de importantes lideranças de dois dos principais ramos da
Assembleia de Deus: o Ministério Belém e o Ministério Madureira.
No Rio Grande do Norte, a declaração do pastor José
Pedro ganha relevância pela representatividade da Assembleia de Deus Madureira,
que reúne cerca de 250 igrejas em todo o estado, consolidando-se como uma das
maiores organizações evangélicas potiguares.
O secretário estadual de Infraestrutura Gustavo
Coelho soltou uma nota ontem negando que o Governo do Estado tivesse
determinado o fechamento do Aeródromo de Mossoró. O Blog do BG comprovou com
documentos oficiais que essa versão não é verdadeira.
Na presa de negar os fatos, Gustavo Coelho criou uma
crise que expôs o Governo do Estado, a própria governadora Fátima Bezerra (PT)
e fez ela e sua gestão passarem vergonha e sairem como mentirosos nessa
história.
O secretário só esqueceu de informar em sua nota
oficial que o aeródromo só foi fechado porque o Governo do Estado questionou a
validade do convênio que permitiu a regularização do equipamento e pedir a
revisão da situação junto à Agência Nacional da Aviação Civil (ANAC).
Na prática, isso significa que, sim, o fechamento da
unidade é responsabilidade do Governo do Estado, que além de não fazer nada
para recuperar o equipamento ainda atrapalha quem investiu tempo, trabalho e
dinheiro no aeródromo, que só tinha sido reaberto graças à iniciativa da
Associação Comunidade Aeronáutica de Caicó.
Uma confusão envolvendo jipeiros foi registrada na
manhã desta segunda-feira (3), em Ponta Negra. De acordo com relatos de
testemunhas, a discussão evoluiu para agressões físicas entre os envolvidos.
Segundo as informações que circulam nas redes
sociais, um dos participantes seria policial penal e estaria armado no momento
da confusão. Apesar da tensão, não houve registro de disparos ou de feridos
graves.
Logo após o incidente, imagens que circulam nas
redes sociais mostram um veículo da Polícia Penal na região onde a confusão
aconteceu. No entanto, não há confirmação oficial de que a presença do veículo
esteja relacionada diretamente à ocorrência.
Até o momento, não foram divulgadas versões oficiais
sobre o caso nem informações sobre eventuais providências adotadas pelas
autoridades.