quinta-feira, 27 de agosto de 2026

Três suspeitos por tráfico de drogas são presos e polícia apreende adolescente em Parnamirim

 


A Polícia Civil do Rio Grande do Norte realizou, nesta quarta-feira (26), duas ações policiais no bairro Nova Esperança, em Parnamirim. As diligências resultaram na prisão de três pessoas e na apreensão de um adolescente de 15 anos.

Ao todo, foram apreendidas 382 porções de entorpecentes, sendo 266 porções de maconha, 25 porções de cocaína e 91 porções de crack, além de dois tabletes de maconha. Também foram apreendidos um revólver calibre .38, três munições, três balanças de precisão, aparelhos celulares, dinheiro em espécie e materiais utilizados para o fracionamento e acondicionamento das drogas.

Na primeira ação, os policiais civis cumpriram um mandado de prisão contra uma mulher de 27 anos. Durante as diligências, foram encontradas 156 porções de drogas, além de um aparelho celular com registro de furto.

A mulher foi autuada pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico, receptação e corrupção de menores. Um adolescente de 15 anos, que também se encontrava no local, foi apreendido pela prática de atos infracionais análogos aos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico.

Já na segunda ação, realizada com o apoio da Força Tática do 3º Batalhão da Polícia Militar (BPM), um homem de 23 anos e uma mulher de 27 anos foram presos em flagrante.

Na residência onde a dupla foi localizada, os policiais apreenderam 226 porções de drogas, dois tabletes de maconha, um revólver calibre .38, três munições e duas balanças de precisão. Os dois foram autuados pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e posse irregular de arma de fogo.

Ao final das duas ações, o balanço foi de três adultos presos, um adolescente apreendido e um mandado de prisão cumprido. No total, foram retiradas de circulação 382 porções de drogas e dois tabletes de maconha, além de uma arma de fogo, munições e outros materiais relacionados à atividade criminosa.

 

Detento é encontrado morto dentro de cela na Cadeia Pública de Caraúbas

 


Um detento da Cadeia Pública de Caraúbas, no Oeste do Rio Grande do Norte, morreu após uma suposta agressão dentro da unidade prisional, no início da noite desta quarta-feira (26).

A ocorrência aconteceu no pavilhão A. A vítima foi identificada como Francisco Hildo de Lima Paiva, conhecido como "Chico de Santo" de 40 anos, que estava custodiado na unidade.

Segundo informações preliminares da Secretaria da Administração Penitenciária do RN (SEAP/RN), Francisco Hildo teria sido alvo de uma agressão coletiva.

Conforme os primeiros relatos, ele teria recebido socos e, durante o ataque, um dos internos teria segurado a vítima por trás e a enforcado, enquanto outros detentos também teriam participado das agressões.

Após o ocorrido, os policiais penais acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas a equipe constatou que o interno já estava morto.

Dois detentos foram apontados inicialmente como possíveis participantes da agressão e deverão ser apresentados à Polícia Civil. A Polícia Civil e a Polícia Científica também foram acionadas para investigar o caso.

A suspeita inicial é de que a morte tenha relação com as agressões e uma possível asfixia, mas a causa oficial somente será confirmada após os exames de necropsia no Instituto de Medicina Legal (IML), em Pau dos Ferros.

A investigação ficará sob responsabilidade da Polícia Civil de Caraúbas, que deverá esclarecer a dinâmica do crime e identificar todos os envolvidos.

A SEAP informou que os familiares de Francisco Hildo, o Poder Judiciário e o advogado que acompanhava o interno foram comunicados sobre a morte.

O caso é contabilizado como o 18º homicídio registrado em Caraúbas neste ano, conforme levantamento das mortes violentas no município.

Fonte: Passando na Hora

 

Operação Blackout 2: Polícia Civil prende 04 suspeitos e mira grupo criminoso em Tangará

 


A Polícia Civil do Rio Grande do Norte, com apoio das polícias Militar e Civil da Paraíba, deflagrou nesta quinta-feira (27) a Operação Blackout 2, para cumprir mandados contra um grupo investigado por tráfico de drogas, associação para o tráfico e extorsão em Tangará, na região Agreste do estado.

Ao todo, foram expedidos seis mandados de busca e apreensão e três de prisão preventiva. Quatro suspeitos foram presos. Um deles, de 32 anos, já estava custodiado em um presídio federal no Mato Grosso do Sul. Outro, de 23 anos, estava preso na Penitenciária de Parnamirim. Um homem de 31 anos foi localizado em Araruna, na Paraíba.

Também havia um mandado contra um homem de 58 anos, pai do suspeito de 32 anos. Ele não foi localizado e permanece foragido.

Investigações

Segundo a Polícia Civil, o homem de 32 anos continuava, mesmo preso em uma unidade federal, exercendo liderança sobre o grupo que atuava em Tangará. As investigações apontam que ele utilizava outros integrantes e familiares para manter as atividades criminosas no município.

O grupo teria dividido áreas da cidade para a comercialização de drogas. Familiares do suspeito também são investigados por supostamente arrecadar dinheiro de comerciantes locais. De acordo com a apuração, os valores seriam destinados à compra de armas e munições e ao pagamento de advogados.

O homem de 23 anos, que já estava preso por um homicídio ocorrido em dezembro de 2025, em Tangará, também foi alvo de um novo mandado de prisão. Conforme a investigação, o homicídio teria relação com uma disputa entre organizações criminosas.

A prisão do quarto suspeito, de 31 anos, ocorreu em Araruna (PB), com apoio da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco-CE) e das polícias Civil e Militar da Paraíba.

As investigações continuam para identificar outros integrantes e esclarecer a atuação do grupo criminoso em Tangará. 

Fonte: Os Amigos da Onça

Em sabatina da TCM, Álvaro Dias diz que saúde, segurança e equilíbrio fiscal serão prioridades no RN

 


O candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, Álvaro Dias (PL), afirmou nesta quarta-feira (26), durante sabatina da TCM, em Mossoró, que saúde, segurança pública e equilíbrio fiscal estarão entre as prioridades de uma eventual gestão. A entrevista foi conduzida pelos jornalistas Moisés Albuquerque, Saulo Vale, Isaiana Santos e Natália Rebouças.

Ao tratar dos primeiros meses de um eventual governo, Álvaro disse que pretende contratar uma auditoria para realizar um diagnóstico da situação fiscal do Estado. Segundo ele, a medida segue uma experiência adotada quando assumiu a Prefeitura de Natal, onde utilizou uma auditoria para identificar problemas e apontar soluções para a administração. Na área fiscal, disse ainda que não pretende aumentar impostos caso seja eleito e que a estratégia será ampliar a arrecadação por meio da atração de empresas, indústrias e novos investimentos para o Rio Grande do Norte.

Na saúde, o candidato defendeu a descentralização dos serviços e a ampliação do atendimento no interior. Ele citou sua atuação durante a pandemia de Covid-19, quando sua gestão ganhou reconhecimento nacional pela atuação no enfrentamento à doença, com a instalação, em tempo recorde, de um hospital de campanha em Natal, que atendeu pacientes de diferentes regiões do Rio Grande do Norte.

A segurança pública também foi apontada como prioridade. Álvaro defendeu a integração das forças de segurança do Estado e a ampliação do uso de tecnologia no combate à criminalidade e ao crime organizado. Segundo ele, o Rio Grande do Norte precisa de uma política de segurança com atuação coordenada entre as forças policiais.

A Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) e a Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (CAERN) também foram abordadas na entrevista. Álvaro negou que pretenda privatizar as duas instituições e afirmou que essa proposta não faz parte de seu projeto. Para a UERN, defendeu investimentos e citou a criação de um Parque Metropolitano Digital em Mossoró. Segundo o candidato, uma equipe técnica deverá avaliar as condições dos órgãos e buscar medidas para melhorar a qualidade dos serviços públicos.

 

VÍDEO: Álvaro Dias critica Fátima Bezerra e acusa governo de recuar sobre presídio por medo de perder votos

 



O candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, Álvaro Dias (PL), criticou duramente a atual gestão estadual e o projeto de construção de uma nova unidade prisional na Zona Norte de Natal. Em vídeo de campanha divulgado nesta semana, ele afirmou que a governadora desistiu da obra com medo de perde votos da população da região.

“A maior verdade é que Fátima queria o presídio na Zona Norte, tanto que ela anunciou a sua construção. O que fez ela desistir foi o medo de perder o que ainda imagina ter de votos na Zona Norte. No meu governo não será construído nenhum presídio naquela área de Natal”, comentou Álvaro Dias.

Após anunciar a construção da unidade prisional na última terça-feira (25), a governadora Fátima Bezerra emitiu uma nota em suas redes sociais nesta quarta-feira (26) , determinando “a revogação imediata da licitação da construção da cadeia pública na Zona Norte de Natal”.

Nesta quinta-feira (27), o Ministério Público ingressou com um pedido de tutela de urgência na Justiça Federal para obrigar que seja mantido o contrato de construção de uma nova unidade prisional no bairro Potengi, na zona Norte de Natal. A medida contesta o anúncio de cancelamento do processo de seleção da empresa responsável pela obra, feito pelo Governo do Estado após repercussão negativa nas redes sociais nesta quarta-feira (26).

Blog do BG

Operação apura uso de laudos para desviar R$ 37 milhões em serviços de home care no RN

 



Uma operação deflagrada nesta quinta-feira (27) investiga um esquema de lavagem de dinheiro abastecido por recursos públicos desviados de serviços de assistência domiciliar, conhecidos como home care, no Rio Grande do Norte. Segundo informações, mais de R$ 37 milhões teriam sido desviados do Estado e do Município de Natal por meio de fraudes em processos judiciais e contratações públicas.

A ação do Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), denominada Operação Oxigênio Financeiro, cumpriu 13 mandados de busca e apreensão em endereços residenciais e profissionais ligados aos investigados. Durante as diligências, foram apreendidos documentos, dinheiro em espécie sem comprovação de origem, joias, celulares e computadores.

De acordo com as investigações, o grupo utilizava laudos médicos superdimensionados para obter decisões judiciais de urgência que determinavam o custeio de serviços de home care. Em seguida, eram apresentados orçamentos previamente combinados entre empresas ligadas ao mesmo núcleo familiar, simulando uma disputa de preços.

Com esse mecanismo, segundo o Ministério Público, os investigados conseguiam concentrar os contratos e direcionar recursos públicos para empresas do próprio grupo.

Parte do dinheiro obtido com as fraudes teria sido utilizada na compra e manutenção de outros negócios. Entre os empreendimentos identificados estão uma cafeteria, um salão de beleza e uma clínica popular, além de empresas criadas para blindagem patrimonial.

A investigação aponta ainda que a estrutura contava com a participação de um advogado, um contador e gerentes administrativos, responsáveis por operacionalizar pagamentos e movimentações financeiras.

Para dificultar a identificação dos verdadeiros proprietários dos negócios, o grupo também teria utilizado pessoas como laranjas. Segundo o MPRN, uma manicure e uma empregada doméstica que trabalhava na residência dos líderes do esquema apareciam formalmente como proprietárias de empresas de saúde e estabelecimentos comerciais.

Outra frente da investigação envolve uma cooperativa de trabalho que, de acordo com o órgão, teria sido criada para centralizar a contratação de profissionais de saúde e funcionar como uma espécie de departamento de pessoal. O Ministério Público afirma que o modelo era usado para descumprir o piso salarial da enfermagem e sonegar direitos trabalhistas.

Desdobramento

A Operação Oxigênio Financeiro é um desdobramento da Operação Curari Domi, iniciada após a identificação de um aumento considerado anormal na judicialização de serviços de saúde. Na investigação anterior, foi apurado que pacientes estáveis eram mantidos vinculados a laudos médicos com informações infladas para justificar bloqueios de verbas públicas.

A operação desta quinta-feira mobilizou nove promotores de Justiça, 36 servidores do Ministério Público e 36 policiais militares. O material apreendido será submetido a análise técnica para aprofundar a identificação de movimentações financeiras e de outros possíveis envolvidos.

 

El Niño deve ser muito forte no RN e Seridó é a região que mais preocupa

 


O Seridó é a região do Rio Grande do Norte que mais preocupa diante dos impactos esperados do El Niño, fenômeno que pode provocar uma redução acentuada das chuvas no Estado. Segundo o secretário estadual do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos, Paulo Varella, a situação exige atenção principalmente porque a maior parte dos reservatórios da região teve pouca ou nenhuma recarga durante o período chuvoso deste ano.

O El Niño é caracterizado pelo aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico Equatorial e produz efeitos diferentes sobre o regime de chuvas em diversas partes do mundo. No Nordeste brasileiro, a influência do fenômeno pode favorecer a redução das precipitações.

Além disso, de acordo com o meteorologista da Emparn, Gilmar Bistrot, o efeito do El Ninõ no estado está entrando na categoria “forte” e deve ser classificado como “muito forte” entre outubro e novembro deste ano. Segundo com Varella, mais de 95% do território potiguar está inserido no semiárido e, portanto, sujeito aos efeitos da redução das precipitações associada ao El Niño. A situação do Seridó, no entanto, é considerada mais delicada pelas condições atuais dos reservatórios.

“Dentro da questão da vulnerabilidade, a área do Seridó aparece como uma área que merece uma atenção especial. Não pela quantidade de chuva diferenciada em relação aos outros, mas pela recarga dos reservatórios que foi estabelecida neste ano”, afirmou.

A principal exceção foi a Barragem de Oiticica, que, segundo o secretário, chegou a 75% de armazenamento. O reservatório tem capacidade para 560 milhões de metros cúbicos. Em outros importantes açudes da região, o cenário foi diferente.

“Praticamente todo o resto da açudagem potiguar não pegou água. Os açudes de Gargalheiras, Dourado, Sabugi, Boqueirão de Parelhas, Esguicho, Passagem das Traíras, Itans, enfim, a açudagem do Seridó teve uma recarga pífia”, disse Varella.

Segundo o secretário, a expectativa é de que o fenômeno provoque diminuição das chuvas principalmente no semiárido potiguar, enquanto o impacto tende a ser menor no litoral leste.

Uma eventual redução mais acentuada das chuvas pode ter reflexos diretos sobre o abastecimento de água, principalmente pela menor recarga dos reservatórios. Os efeitos também podem atingir atividades econômicas que dependem da disponibilidade hídrica.

No setor agropecuário, uma das preocupações é a redução da produção de forragem e, consequentemente, da disponibilidade de alimento para os rebanhos. A indústria e outras atividades produtivas também podem ser afetadas. “A redução do padrão das chuvas implicará em impactos no abastecimento das cidades, porque haverá restrição de recarga dos açudes, dos nossos reservatórios. Haverá impactos do ponto de vista econômico e social”, afirmou Varella.

Obras e ações preventivas
O secretário afirma que as medidas de preparação para períodos de estiagem não começam com a chegada de uma nova seca. Segundo ele, o Estado mantém ações permanentes de segurança hídrica, com investimentos em armazenamento e distribuição de água.

Entre as medidas citadas estão a recuperação de barragens, a conclusão da Barragem de Oiticica e a ampliação da rede de adutoras. Varella destacou o Projeto Seridó, cuja primeira etapa, segundo ele, deverá ser concluída até o fim deste ano, além da Adutora do Agreste, já contratada e em execução, e de projetos destinados ao Alto Oeste.

A estratégia inclui ainda as estruturas relacionadas à transposição do Rio São Francisco, como o eixo que atende o Seridó e o Ramal do Apodi.
Além das grandes obras, a Semarh aponta como medidas de enfrentamento a perfuração de poços e a instalação de dessalinizadores em localidades onde a água subterrânea não apresenta condições adequadas para consumo.

Outra frente é a gestão da água disponível nos reservatórios. O Instituto de Gestão das Águas do Rio Grande do Norte (Igarn) realiza o monitoramento e a fiscalização das reservas hídricas, ações que, segundo Varella, deverão ser intensificadas caso a estiagem se agrave.

O Estado também acompanha, em conjunto com a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), o Monitor de Secas, ferramenta que permite observar mensalmente a evolução da seca no território. Para Varella, diante da possibilidade de agravamento do quadro, as ações precisam combinar infraestrutura, acompanhamento dos reservatórios e racionalização do consumo. “A segurança hídrica depende tanto da infraestrutura quanto da gestão eficiente e da participação da população, que deve contribuir para o uso consciente da água”, afirmou.

Em resposta à reportagem da TRIBUNA DO NORTE, a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado (Faern) defende que a principal medida para prevenir os efeitos na agropecuária é antecipar o planejamento. É o caso, dentre outros pontos, de adotar tecnologias de irrigação mais eficientes, orientar calendários de plantio a partir das informações meteorológicas na agricultura de sequeiro e formar de forma antecipada as reservas de alimentação animal na pecuária.

“Caso se confirme um período de chuvas abaixo da média ou mal distribuídas, podemos ter redução da umidade do solo, perdas de produtividade nas lavouras de sequeiro [ex: milho e feijão], menor disponibilidade de pastagens e aumento dos custos de alimentação dos rebanhos. A pecuária de leite merece atenção especial porque necessita de oferta regular de água e alimento ao longo de todo o ano”, destaca a entidade.

Em relação à agricultura irrigada, embora apresente maior capacidade de proteção contra a irregularidade das chuvas, a Faern observa que um período seco prolongado pode aumentar a demanda por irrigação e pressionar a disponibilidade de água e os custos de produção. “Existe um cenário que merece atenção e preparação, mas não de alarmismo. O El Niño está configurado, porém a intensidade dos seus efeitos no estado dependerá de como irão se comportar as chuvas nos próximos meses”, completa.

 

MP pede na Justiça continuidade do contrato de construção de presídio anunciado por Fátima na Zona Norte de Natal

 


O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) ingressou com um pedido de tutela de urgência na Justiça Federal para obrigar que seja mantido o contrato de construção de uma nova unidade prisional no bairro Potengi, na zona Norte de Natal. A medida contesta o anúncio de cancelamento do processo de seleção da empresa responsável pela obra, feito pelo Governo do Estado após repercussão negativa nas redes sociais nesta quarta-feira (26).

Após anunciar a construção da unidade prisional na última terça-feira (25), a governadora Fátima Bezerra emitiu uma nota em suas redes sociais nesta quarta-feira (26) , determinando “a revogação imediata da licitação da construção da cadeia pública na Zona Norte de Natal”.

O pedido do MP tem por objetivo a continuidade imediata dos trabalhos já contratados. A obra da unidade prisional tem custo previsto de mais de R$ 8 milhões, com a maior parte dos recursos vinda do governo federal. As verbas repassadas desde 2016 correm risco de devolução caso a obra não seja executada dentro dos prazos legais estabelecidos.

Riscos contratuais

O processo para a escolha da empresa responsável durou quase um ano e a ordem para início dos serviços tinha sido emitida nesta semana. A solicitação encaminhada pelo MPRN à Justiça Federal destaca que a decisão de cancelar o processo fere compromissos assumidos pelo próprio Estado ao longo de três anos de negociações judiciais.

O local escolhido para a construção abrigou uma estrutura de custódia de presos no passado e a mudança sem justificativa técnica compromete o planejamento do sistema prisional. O MPRN pontuou no pedido que o recuo repentino afeta a cooperação entre as partes do processo. Além disso, a justificativa apresentada nas redes sociais foi considerada sem embasamento técnico ou jurídico válido.

O MPRN ressalta que a zona Norte de Natal já possui outros estabelecimentos prisionais em funcionamento regular. Por isso, a alegação usada para interromper o projeto não justifica a paralisação de um empreendimento que busca reduzir a falta de vagas no sistema penitenciário.

Tramitação

O MPRN pede que a Justiça determine o cumprimento do contrato sob pena de multa mensal para os gestores estaduais responsáveis pela interrupção. A medida busca garantir a aplicação correta das verbas pública, evitar prejuízos financeiros com o adiamento de metas fixadas para o setor e afastar o risco de perda de verbas federais.

O MPRN também enviou uma cópia da documentação para a Procuradoria Regional Eleitoral analisar a conduta da gestão estadual sob o ponto de vista da legislação das eleições. O objetivo é apurar se o anúncio de interrupção da obra  possui relação com o período eleitoral em andamento.

 

ECLIPSE PARCIAL DA LUA NO BRASIL: Saiba os horários e como observar o fenômeno

 


A partir das 23h34 (horário de Brasília) desta quinta-feira (27), moradores de todo o Brasil poderão acompanhar um eclipse parcial da Lua. O ápice do fenômeno ocorrerá à 1h31 da madrugada de sexta-feira (28), momento em que o satélite natural atingirá sua fase mais escura na umbra terrestre.

De acordo com a astrônoma Josina Oliveira do Nascimento, do Observatório Nacional, o evento astronômico é fruto da mecânica celeste envolvendo a incidência solar. “Sempre existe a sombra da Terra no espaço, porque o Sol está sempre iluminando a Terra, mas a Lua nem sempre entra nessa sombra”, explica. Como os corpos celestes não são pontuais, geram duas zonas distintas: a penumbra (mais clara) e a umbra (mais escura).

Como e Onde Observar

Diferentemente dos eclipses solares, que exigem filtros especiais por motivos de segurança, o eclipse parcial da Lua pode ser observado totalmente a olho nu e de qualquer ponto do país, desde que o clima colabore.

O início vísivel da Umbra será a partir das 23h34 9quando a “mordidinha” escura começa a surgir), enquanto o ponto máximo ocorre a partir das 1h13 da sexta-feira (28), com 96,2% do disco lunar tomado pela sombra, ganhando possivelmente uma tonalidade avermelhada logo em seguida.

O eclipse ainda terá duração de 3h18 em sua fase parcial, que deve ser finalizada às 2h52 da sexta-feira. Quem estiver em fusos horários diferentes do de Brasília acompanhará o exato mesmo instante físico, mas ajustado ao relógio local, precisando subtrair a diferença de horas.

O fenômeno pertence ao Saros 138, um ciclo de aproximadamente 18 anos que dita repetições de eclipses com propriedades semelhantes. Para a especialista, com 47 anos de carreira, eventos assim exercem um fascínio universal que impulsiona a educação científica. “Não conheço, em 47 anos de profissão, e nunca ouvi ninguém dizer que não gosta de olhar para o céu”, destaca.

Caso as condições climáticas impeçam a visão direta, o Observatório Nacional fará uma transmissão ao vivo em seu canal no YouTube a partir das 23h (horário de Brasília), por meio do programa “O Céu em sua Casa: observação remota”.

Com informações do Poder360

 

VÍDEO - SABATINA GLOBO: Renan Santos defende que o Brasil desenvolva armas nucleares para garantir soberania militar

 



Durante a sabatina da TV Globo, realizada na noite desta quarta-feira (26), o candidato à Presidência Renan Santos (Missão) defendeu que o Brasil desenvolva armamento nuclear para assegurar relevância geopolítica global e soberania militar. A entrevista foi conduzido pelos jornalistas César Tralli e Renata Vasconcellos.

“Se o Brasil quiser ser uma das 5 maiores nações do mundo, que se presta a sentar na mesa com Estados Unidos, Índia, Rússia e China, ele vai precisar ter soberania, a soberania sobre o seu próprio território, soberania militar, e vai ter que discutir ter bombas atômicas”, afirmou o candidato.

Apesar da proposta, Santos comentou que o país não dispõe de condições técnicas e estruturais para viabilizar esse tipo de armamento na próxima década. A Constituição brasileira restringe a exploração nuclear estritamente a fins pacíficos, sob aval do Congresso, e o país é signatário do Tratado de não proliferação de armas nucleares.

Questionado pelos apresentadores sobre o precedente da Coreia do Norte, que rompeu com o tratado em 2003 para se armar, o candidato argumentou que, embora critique o regime norte-coreano, o país asiático conquistou respeito internacional que a Venezuela não obteve, fazendo menção à intervenção dos Estados Unidos no território venezuelano em janeiro deste ano.

Críticas à Política Externa e à China

No campo diplomático, Renan direcionou duras críticas à condução da política externa do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), classificando a atual postura brasileira frente a Pequim como submissa.

De acordo com o candidato, o Brasil atua como “vassalo” ao endossar sistematicamente os interesses chineses em disputas internacionais. Renan Santos também reprovou os posicionamentos do governo em crises como o confronto entre Israel e Irã, apontando que tais manifestações ocorrem “sem o Brasil ter nenhum ganho” estratégico.

Com informações do Poder360

 

ESTRATÉGIA DE CAMPANHA: Flávio Bolsonaro tenta reatar com o mercado financeiro

 


A campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL) aposta em uma nova ofensiva para atrair o setor financeiro e o empresariado nas próximas semanas. Aliados articulam aproximações com lideranças da Faria Lima durante agendas do senador em São Paulo previstas para setembro, buscando destravar pontes que sofreram abalos recentes.

A reaproximação com o mercado financeiro ocorre após tentativas frustradas nos últimos meses. Em junho, uma articulação para reunir o candidato e empresários no interior paulista foi cancelada na sequência da repercussão de áudios de conversas entre Flávio e o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Nas gravações, o senador pedia recursos para financiar o filme Dark Horse sobre Jair Bolsonaro (PL), o que gerou desgaste político e travou as investidas da campanha junto ao setor.

Antes mesmo do episódio, parte do empresariado demonstrava preferência pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), para a disputa presidencial antes da oficialização do nome de Flávio pelo PL. Para superar essas barreiras, a campanha conta com o suporte dos coordenadores econômicos Daniella Marques e Adolfo Sachsida, além de reuniões pontuais promovidas nas viagens do candidato.

Com informações do Metrópoles 

 

Três suspeitos por tráfico de drogas são presos e polícia apreende adolescente em Parnamirim

  A Polícia Civil do Rio Grande do Norte realizou, nesta quarta-feira (26), duas ações policiais no bairro Nova Esperança, em Parnamirim. As...