A Prefeitura de Goianinha abriu concurso público com
322 oportunidades. Desse total, 181 vagas são imediatas e outras 141 formam
cadastro reserva. Ao todo, o certame reúne 44 cargos distribuídos entre níveis
médio, técnico e superior.
Vagas e salários
As oportunidades abrangem diferentes áreas. Para
nível médio, por exemplo, há cargos como artesão e agente de saúde. Já no nível
técnico, o edital inclui funções como fiscal ambiental, eletricista e operador
de máquinas.
Além disso, no nível superior, aparecem vagas para
professor, médico e assistente social.
Os salários iniciais variam entre R$ 1.621,00 e R$
6.165,00, conforme o cargo escolhido.
Inscrições e provas
As inscrições seguem abertas até às 23h59 do dia 4
de maio de 2026. Para participar, o candidato deve acessar o site do Instituto
de Desenvolvimento Institucional Brasileiro.
A taxa custa R$ 120 para níveis médio e técnico. Já
para nível superior, o valor sobe para R$ 140. Após emitir o boleto, o
candidato precisa efetuar o pagamento em até 24 horas.
As provas estão previstas para o dia 7 de junho de
2026. Nesse sentido, a aplicação ocorrerá no próprio município.
Organização do concurso
O Instituto de Desenvolvimento Institucional
Brasileiro organiza o certame e atua em concursos em todo o país.
Além disso, a banca utiliza tecnologias como
biometria digital e reconhecimento facial. Dessa forma, busca reforçar a
segurança e reduzir fraudes durante a aplicação das provas.
Por fim, o concurso amplia as oportunidades de
emprego na região e, ao mesmo tempo, deve atrair candidatos de diversas áreas
de formação.
Os bairros Cohabinal, Santos Reis, Vale do Sol, Rosa
dos Ventos e Passagem de Areia, em Parnamirim tiveram o abastecimento suspenso
desde essa quarta-feira (15). A Caern concorda com a variação em instalações
elétricas provocadas por vândalos.
A equipe está trabalhando e a previsão é religar o
envio de água até o início da noite desta quinta-feira (16). A normalização
ocorrerá em até 24 horas, após o sistema voltar a funcionar.
A Caern registra Boletim de Ocorrência e trabalha em
conjunto com autoridades policiais para identificar os responsáveis por esse
crime contra o patrimônio público.
Um homem em surto foi detido por policiais do 16º
Batalhão da Polícia Militar no início da tarde desta quinta-feira (16), no
município de São Gonçalo do Amarante.
A ocorrência foi registrada na Avenida dos Lírios,
no bairro Jardins, e teve início ainda na noite de quarta-feira (15), quando o
homem ateou fogo na própria residência pela primeira vez. Ele chegou a ser
detido e encaminhado para atendimento hospitalar, mas conseguiu fugir.
Já nesta quinta-feira, o homem retornou ao imóvel,
provocou um novo incêndio e apresentou comportamento de autoagressão, chegando
a se ferir antes da chegada das equipes policiais.
A situação mobilizou diversas viaturas da Polícia
Militar e contou com o apoio do Corpo de Bombeiros. Após uma longa negociação,
a equipe tática conseguiu acessar a residência e realizar a contenção do homem.
Ele foi novamente encaminhado para atendimento
médico, enquanto a área foi isolada para evitar riscos à população. A
ocorrência, iniciada na noite anterior, só foi encerrada no início da tarde
desta quinta-feira..
A prisão de Raphael Sousa Oliveira, dono da Choquei,
na Operação Narco Fluxo, expõe uma história que parte da imprensa preferiu
ignorar. A página nasceu em 2014 como perfil de fofocas, mas em 2022 adotou
linha abertamente pró-Lula e anti-Bolsonaro durante as eleições. Não foi acaso.
Segundo a revista Piauí, a primeira-dama Janja tornou-se fonte direta de
Raphael, trocando mensagens pelo Instagram e fornecendo informações publicadas
como "furos".
Fotos de Lula beijando a testa de Júnior Silva,
administrador da Choquei, e de Janja abraçando o mesmo colaborador viralizaram
e documentaram a proximidade. Levantamento da revista Crusoé mostrou que a
Choquei era o perfil brasileiro mais corrigido por fake news no X, com 440
notas da comunidade, o terceiro mais repreendido do mundo.
Em dezembro de 2023, a Choquei publicou prints
falsos de uma suposta conversa entre a jovem Jéssica Canedo e Whindersson
Nunes. Ambos desmentiram. Jéssica, alvo de uma avalanche de ódio virtual, tirou
a própria vida aos 22 anos. O caso provocou comoção nacional e ministros do
governo pediram regulação das redes. Mas o STF, que mantinha aberto o inquérito
das fake news desde 2019, ignorou o caso. Segundo a Gazeta do Povo, 14 dias
após a morte, o Supremo não respondeu se a Choquei seria incluída na
investigação. Semanas antes, o mesmo tribunal havia mobilizado a PF em menos de
24 horas para identificar um adolescente que invadiu o perfil de Janja.
O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) foi o primeiro a
comprar briga pública com a Choquei. Em dezembro de 2022, quase um ano antes da
morte de Jéssica, Nikolas expôs as relações de Raphael com políticos de
esquerda e com Janja. O criador da Choquei trancou suas contas pessoais diante
da repercussão. Quando Jéssica morreu, Nikolas escalou: "A Polícia Federal
não bateu na porta da Choquei até agora? Do hacker adolescente da Janja foi no
outro dia." O deputado anunciou representação no MPF contra Raphael,
apontando "responsabilidade penal e cível".
A reação de parte da imprensa e da esquerda foi
acusar Nikolas de oportunismo. Influenciadores progressistas gravaram vídeos
chamando-o de hipócrita. A Revista Fórum publicou matéria classificando sua
postura como autopromoção às custas de uma tragédia. Agora, com Raphael preso
pela PF não por fake news, mas por ser apontado como operador de mídia de uma
organização criminosa que movimentou R$ 1,6 bilhão e tem conexão com o PCC, o
alerta que Nikolas fez há mais de três anos ganha outro peso.
Esse texto foi copiado do Blog do Gustavo Negreiros
Levantamento do Instituto Paraná Pesquisas,
divulgado nesta quinta-feira (16), mostra que o ex-ministro da Fazenda do
governo Lula (PT) e ex-prefeito da capital paulista, Fernando Haddad (PT), é o
nome mais rejeitado ao governo de São Paulo.
A notícia é do portal Diário do POder. Conforme a
pesquisa, o petista aparece com 42,9% de rejeição. O governador paulista
Tarcísio de Freitas (Republicanos), é o segundo nome mais rejeitado, com 27,2%
e é seguido pelo deputado federal Kim Kataguiri (Missão-SP), que tem 17,5% de
rejeição.
O ex-prefeito de Santo André (SP), Paulo Serra
(PSDB), também é listado e aparece com 17,3% de rejeição. Não souberam ou não
opinaram: 10,2%; disseram que poderiam em todos: 6,9%.
O levantamento ouviu 1.600 eleitores, entre os dias
11 e 14 de abril, por meio de entrevista presencial. A margem de erro é de 2,5
pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa está registrada no TSE
sob o número SP-00378/2026.
Quem acompanha a trajetória política de Flávio
Bolsonaro (PL-RJ) testemunhou nesta semana uma transformação que seria
impensável há dois anos. Do plenário do Senado, o pré-candidato à Presidência
fez o discurso mais duro de sua carreira contra o ministro Alexandre de Moraes
(inclusive, questionando sua legitimidade, denunciando perseguição e acusando-o
de querer desequilibrar as eleições de 2026).
É o mesmo Flávio que, em abril de 2024, declarou ao
vivo no Roda Viva: "Sou contra o impeachment de Moraes. Não resolve os
problemas." O mesmo que, em agosto de 2025, quando a ala bolsonarista mais
radical recolhia assinaturas para o impedimento do ministro, evitou assinar o
pedido.
De moderado a protagonista do embate
A mudança não foi acidental. Até março de 2026,
quando começou a se posicionar como pré-candidato ao Planalto, Flávio cultivava
deliberadamente um perfil de moderação. O próprio Moraes chegou a classificar a
postura do senador como "moderada" em conversas reservadas,
contrastando-o com o estilo combativo do pai.
Mas a abertura do inquérito por calúnia — motivada
por um post em que Flávio escreveu que "Lula será delatado" após a
captura de Maduro — mudou o cálculo político.
No Senado, o senador não poupou palavras: "Onde
está a imunidade parlamentar? Onde está a liberdade de expressão? Uma petição
simples de ser arquivada. Não se trata de ofensa, mas da opinião de um senador
da República."
E foi além, apontando diretamente para as eleições:
"Já que Moraes não está mais no TSE, vai querer desequilibrar as eleições
lá do Supremo. Isso vai ser usado para tentar me impedir de falar a verdade —
inclusive sobre ele."
O cálculo por trás da virada
A mudança de tom responde a uma equação eleitoral
precisa. Com pesquisas mostrando Flávio competitivo contra Lula no segundo
turno (42% a 40%, segundo Genial/Quaest), manter a moderação passou a ser um
risco — não uma virtude.
O eleitorado bolsonarista cobra firmeza. Jair
Bolsonaro, da prisão domiciliar, articula uma bancada de senadores que priorize
o impeachment de ministros do STF em 2027. E o próprio Flávio, que em março já
havia defendido a "renúncia ou impeachment" de Moraes nas redes
sociais, precisava transformar palavras em ação.
O inquérito de Moraes forneceu o pretexto perfeito:
agora Flávio não ataca — reage. A narrativa de perseguição permite endurecer
sem parecer irresponsável.
O apoio de Magno Malta
O senador Magno Malta (PL-ES) ampliou o alcance do
confronto ao subir na tribuna logo após Flávio. Com seu estilo inflamado, Malta
chamou Moraes de "lobista com capa preta", mencionou o caso do
colchão de R$ 129 milhões e disparou: "Quem é Alexandre Moraes? Quem é
você? Te ponha no teu lugar."
A dupla Flávio-Malta sinaliza uma estratégia
coordenada: enquanto o pré-candidato questiona a legalidade do inquérito com
tom institucional, Malta faz o trabalho pesado do confronto direto — permitindo
que Flávio mantenha um pé na moderação e outro na trincheira.
O risco da estratégia
A virada tem custos. Moraes segue sendo relator do
inquérito das fake news — aberto há sete anos e que pode atrair qualquer fato
que o ministro considere relevante. Cada declaração mais dura de Flávio pode se
transformar em novo combustível processual.
Por outro lado, recuar agora seria fatal
eleitoralmente. O novo Flávio apostou suas fichas: entre a cautela que o
protegeu por anos e a combatividade que a eleição exige, escolheu a segunda.
Resta saber se o STF lhe dará espaço — ou se o inquérito será exatamente a
mordaça que ele denuncia.
Esse texto foi copiado do Blog do Gustavo Negreiros
Preso hoje pela Polícia Federal, o advogado Daniel
Lopes Monteiro é apontado como “operador técnico e estrutural da engrenagem
criminosa” que viabilizou o pagamento de quase R$ 150 milhões em propina de
Daniel Vorcaro a Paulo Henrique Costa. Segundo os investigadores, o advogado atuou
na “formalização das operações entre Master, Tirreno e BRB e na ocultação do
beneficiário real das aquisições imobiliárias”.
A PF aponta que ele e sua equipe passaram a operar
estrutura societária, financeira e documental por meio da qual os imóveis eram
adquiridos sem vinculação formal ao verdadeiro beneficiário. Numa troca de
mensagens com Vorcaro, Monteiro diz que “o Paulo me procurou para dar andamento
em estrutura de compra de imóveis para ele”.
“Disse que vc pediu para ele falar comigo a respeito.
Devo dar andamento?”, pergunta. O banqueiro, então, responde inquieto. “Eu pedi
isso anteontem. Para dar foco nisso. Achei que estava resolvido.” Ao que o
advogado esclarece: “Ele só me contou agora cedo. Vou pedir os dados dos
imóveis e ele e faço hoje mesmo.”
Outras mensagens dão conta do avanço das tratativas,
com Monteiro questionando Vorcaro sobre quem seria a pessoa que figuraria como
diretor das empresas de fachada, “para não misturar com o restante das
estruturas que temos”. “A documentação está pronta. Só falta confirmar imóveis
e valores (…) definirmos quem será o diretor das sociedades que comprarão os
imóveis (…) Descer o dinheiro do Astrato para o fundo dono das sociedades que
comprarão os imóveis.”
Segundo a PF, Monteiro colocou como laranja Hamilton
Edward Suaki, seu cunhado, tendo como endereço registrado a mesma localização
do seu escritório Monteiro Rusu Advogados. “Em juízo sumário, esse arranjo
afasta a aparência de atuação jurídica meramente consultiva e revela domínio
prático sobre os mecanismos de ocultação da titularidade e da origem dos
valores”, escreve André Mendonça, em sua decisão.
O ministro ressalta ainda que, de acordo com a
apuração da PF, o Monteiro Rusu funcionou como uma espécie de ‘compliance
paralelo’ do Banco Master, fora dos fluxos internos ordinários de controle,
inclusive no tocante às operações da Tirreno, que originaram as carteiras de
CDBs fajutas adquiridas pelo BRB.
“Os dados extraídos de aparelhos apreendidos
indicariam que DANIEL MONTEIRO participou da elaboração, revisão e ajuste de
instrumentos contratuais, declarações, notificações e contranotificações
ligadas à Tirreno e às cessões de carteira, inclusive documentos posteriormente
associados pelo Banco Central a indícios de fraude. A Polícia Federal menciona,
ainda, a participação do escritório na substituição das carteiras da Tirreno e
a existência de documento apreendido na residência de VORCARO indicando
repasses financeiros destinados a DANIEL MONTEIRO por ações relativas ao BRB.”
Para Mendonça, a individualização da conduta de
Monteiro evidencia o exercício de funções indispensáveis à sobrevivência do
esquema: dar aparência de juridicidade às operações espúrias, construir a malha
societária de interposição, operacionalizar fluxos entre fundos e empresas-veículos,
administrar a ocultação registral dos bens e manter sob guarda documentação
sensível”.
O Tribunal de Contas da União determinou a
reformulação das regras para uso de aeronaves da Força Aérea Brasileira por
autoridades e deu prazo de 30 dias para apresentação de um plano de ação.
A decisão envolve a Casa Civil, o Ministério da
Defesa e o Comando da Aeronáutica. A partir das novas diretrizes, será
obrigatório justificar formalmente o uso de aviões oficiais em vez de voos
comerciais.
Auditoria do TCU analisou 266 voos e identificou
falhas relevantes: em mais de um quarto dos casos não havia documentação
disponível, além da ausência de dados básicos como finalidade da viagem e
identificação de passageiros.
Entre as principais exigências determinadas pelo
tribunal estão:
demonstração
da necessidade real de uso da FAB em vez da aviação comercial;
justificativa
formal do motivo da viagem (serviço, segurança ou emergência médica);
comprovação
documental da situação que motivou o voo;
identificação
completa dos passageiros, com nome, cargo e CPF;
demonstração
da relação entre os integrantes da comitiva e a agenda da autoridade;
registro
e arquivamento dos documentos para garantir transparência e prestação de
contas.
O TCU também apontou falhas nos controles internos,
destacando que a FAB atua como executora dos pedidos, sem verificar
adequadamente o cumprimento dos requisitos legais.
Entre março de 2020 e julho de 2024, foram
realizadas 7.491 missões para transporte de autoridades, com mais de 73 mil
passageiros e custo estimado em R$ 285,2 milhões.
Como encaminhamento, o tribunal recomendou maior
rigor na fiscalização e melhorias nos controles para evitar uso indevido de
recursos públicos.
O Tribunal de Contas da União identificou indícios
de desperdício e baixa eficiência no uso de aeronaves da Força Aérea Brasileira
por autoridades.
Entre janeiro de 2020 e julho de 2024, foram
registrados 111 voos com apenas um passageiro e 1.585 operações — 21% do total
— com até cinco ocupantes. No período, os gastos somaram cerca de R$ 285,2
milhões.
A auditoria analisou 7.491 missões, que
transportaram mais de 73 mil passageiros, e apontou taxa média de ocupação de
55%, indicando subutilização das aeronaves.
Segundo o TCU, o uso da FAB é, em média, 6,4 vezes
mais caro que voos comerciais, mesmo em rotas atendidas por companhias aéreas.
Ainda assim, faltam justificativas consistentes para a escolha da aviação
oficial.
O relatório também identificou falhas de controle:
em uma amostra de 266 processos, mais de um quarto não foi localizado, e cerca
de 70% dos voos tinham passageiros sem identificação adequada. Em vários casos,
não havia registro da finalidade da viagem ou da agenda oficial.
O tribunal apontou ainda que a FAB atua apenas como
executora dos pedidos, sem verificar o cumprimento dos requisitos legais, o que
amplia o risco de uso irregular.
A liberação do ex-deputado Alexandre Ramagem nos
Estados Unidos surpreendeu autoridades brasileiras, que ainda aguardam
explicações oficiais sobre a decisão. As informações são do g1 e
da GloboNews.
Ramagem havia sido detido na segunda-feira (13), em
Orlando, por questões migratórias, e liberado dois dias depois, às 14h52
(horário local). Após a soltura, seu nome deixou de constar nos sistemas do
serviço de imigração americano.
A Polícia Federal informou que não foi
comunicada previamente e aguarda esclarecimentos sobre os motivos da decisão. A
expectativa do governo era manter o ex-parlamentar sob custódia enquanto
avançavam as tratativas para deportação.
Condenado a 16 anos de prisão por envolvimento na
tentativa de golpe de 2022, Ramagem é considerado foragido da Justiça brasileira.
Segundo o Supremo Tribunal Federal, ele teria usado a estrutura da Abin
para tentar manter o ex-presidente Jair Bolsonaro no poder.
Antes da soltura, autoridades preparavam um dossiê
com informações sobre sua situação judicial e entrada irregular nos EUA, que
seria entregue ao setor de deportação americano.
A estratégia também inclui contestar um possível
pedido de asilo político e reforçar a cooperação com autoridades dos EUA para
viabilizar o retorno de Ramagem ao Brasil. Uma reunião entre os países estava
prevista, mas ainda não há confirmação após a liberação.
A prisão dos funkeiros MC Ryan SP e MC Poze do Rodo
em uma operação da Polícia Federal na 4ª feira (15.abr.2026) fez com que vídeos
antigos dos artistas em que eles declaram apoio ao presidente Luiz Inácio Lula
da Silva (PT) voltassem a circular nas redes sociais. Segundo a PF, os 2 são
suspeitos de integrar uma organização criminosa que movimentou R$ 1,6 bilhão
com esquemas de lavagem de dinheiro.
As imagens mostram manifestações públicas dos 2
durante a campanha eleitoral de 2022 e após a vitória do petista. O nome de
Poze também já apareceu em um evento do governo: na posse da ministra da
Cultura, Margareth Menezes, a atriz Elisa Lucinda cantou a música “A Cara do
Crime (Nós Incomoda)”.
Ryan SP aparece em um dos vídeos dentro de uma
piscina, ao lado de outras pessoas. Parece comemorar o resultado da eleição.
Na gravação, ele diz o seguinte: “Ganhou, é. Ô,
Lula, já churrasco para fazer, hein, Lula. Ei, churrasquinho, picanha,
churrasco”.
Já Poze do Rodo surge em um show, ainda durante a
campanha, fazendo gesto de apoio ao então candidato e afirmando: “Cada um
escolhe o que quer ser, e eu sou Lula, porra. Um papo só, e quem fecha comigo
canta assim, ó: vai dar PT, vai dar”.
Poze do Rodo também foi citado na posse da ministra
da Cultura, Margareth Menezes. Durante a cerimônia, a atriz Elisa Lucinda fez
um discurso e cantou a música “A Cara do Crime (Nós Incomoda)”, do repertório
do funkeiro.