Um suspeito com apelido de herói. No entanto, por trás da alcunha, a verdadeira face era do mal. A Polícia Militar prendeu, nesta quinta-feira (16), o homem identificado como “Ben 10”, aquele mesmo personagem que usa um dispositivo extraterrestre em formato de relógio de pulso para se transformar, por tráfico de drogas. A prisão aconteceu em um condomínio no bairro Nova Esperança, em Parnamirim.
De acordo com a polícia, uma denúncia foi informada de que o suspeito estaria traficando drogas no condomínio. No local, os policiais encontraram porções de maconha, dinheiro, facas, além de peças de motocicletas.
Outro detalhe da ocorrência, de acordo com a polícia, é que ele cortejou o celular ao ser abordado pelos policiais. Após a prisão, ele foi encaminhado para a 17ª Delegacia de Polícia, em Parnamirim.
O novo ministro da Secretaria de Relações Institucionais do governo Lula, José Guimarães, afirmou nesta quinta-feira (16) que o Brasil pode aumentar o endividamento público como alternativa para “salvar a economia popular” diante dos impactos da guerra no Oriente Médio.
Segundo o ministro, a medida seria uma forma de evitar que os efeitos do conflito internacional sejam repassados diretamente à população brasileira.
Guimarães destacou que o governo Lula mantém o compromisso com a responsabilidade fiscal e social, mas afirmou que cenários de crise podem exigir decisões excepcionais.
De acordo com ele, o Executivo trabalha com a hipótese de que o conflito no Oriente Médio possa se prolongar por cerca de dois meses, o que já pressiona o planejamento econômico do país.
O ministro também indicou que o governo avalia novas medidas para reduzir os impactos da guerra sobre os combustíveis, especialmente a gasolina, e que anúncios podem ser feitos em breve.
Entre as alternativas em estudo estão mecanismos de contenção de preços e possíveis subsídios, embora detalhes ainda não tenham sido divulgados oficialmente.
Guimarães reforçou ainda que o Brasil não tem envolvimento direto no conflito, mas sofre reflexos indiretos que exigem respostas econômicas do governo.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump,
afirmou nesta quinta-feira (16) que o Irã teria concordado em entregar suas
reservas de urânio enriquecido, uma das principais exigências de Washington em
meio às negociações para encerrar o conflito no Oriente Médio. Até o momento, o
governo iraniano não se manifestou oficialmente sobre a declaração.
Segundo Trump, a medida seria um avanço importante
nas conversas entre Estados Unidos e Irã, que buscam um acordo de paz após
meses de tensão e confrontos indiretos na região. “Eles concordaram em nos
devolver o pó nuclear”, disse, em referência ao estoque de urânio enriquecido
acumulado pelo Irã.
De acordo com autoridades internacionais citadas nas
negociações, o material em questão estaria próximo do nível necessário para uso
militar, o que mantém o tema no centro da crise diplomática.
Apesar da fala de Trump, autoridades iranianas ainda
não confirmaram qualquer acordo, o que mantém o cenário em forte instabilidade
e incerteza.
Atualmente, 46.930 pessoas aguardam por uma cirurgia
no Sistema Único de Saúde (SUS) no Rio Grande do Norte, segundo dados do portal
Regula Cirurgia, da Secretaria de Estado da Saúde Pública do RN. O número foi
verificado em consulta realizada às 12h desta quinta-feira 16.
O tratamento cirúrgico de varizes lidera a demanda
por procedimentos no RN, com 3.296 pessoas aguardando na fila. Em seguida
aparece a colecistectomia (cirurgia para retirada da vesícula biliar) com 2.808
pacientes à espera. Já a histeroscopia, exame utilizado para avaliar o interior
do útero, ocupa a terceira posição, com 2.149 solicitações registradas.
Fila por cirurgias no Rio Grande do Norte chega a
46.930 pacientes, com Natal concentrando o maior número de pessoas à espera por
procedimentos - Foto: Ascom / HU-UFS / Ebeserh
Entre os municípios com maior demanda por cirurgias,
Natal lidera com 8.861 pessoas na fila, seguida por Parnamirim, com 2.174, e
Macaíba, que soma 1.880 pacientes aguardando. Na sequência aparecem Mossoró
(1.549) e Ceará-Mirim (1.372). Também registram números elevados São José de
Mipibu (967), Currais Novos (908) e Extremoz (805). Em seguida estão São Gonçalo
do Amarante (790), Santa Cruz (750), Goianinha (741), Macau (733) e Nova Cruz
(710). Com menores volumes na lista aparecem João Câmara (652) e Santo Antônio
(642).
A Sesap informou ao O Correio de Hoje que não é
possível precisar o tempo de espera na fila por cirurgias, já que cada tipo de
procedimento possui características e demandas específicas.
Março foi o mês que o RN mais realizou cirurgias em
2026, com 7.893 regulados. Desde a criação do sistema Regula Cirurgia foram
contabilizados 135.528 procedimentos. As unidades de saúde que mais recebem
pacientes para a realização de cirurgias do estado são: Hospital Saúde de Todos
(15 mil vagas), Hospital Lindolfo Gomes (15 mil vagas) e Hospital Regional de
João Câmara (13 mil).
Sobre a fila de espera, o Governo do Estado destacou
as ações que já foram realizadas para amenizar a situação. Disse ainda que, em
sete anos, as unidades próprias de saúde foram reestruturadas por investimentos
do Governo do Estado e realizaram 76.530 cirurgias.
A deputada Gleisi Hoffmann sofreu uma
derrota na Justiça após o pedido de tutela antecipada contra o senador Flávio
Bolsonaro ser negado pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e
Territórios (TJDFT). A decisão envolve uma ação por supostos danos morais
ligados à publicação de um vídeo com uso de inteligência artificial.
A ação movida pela parlamentar pedia o pagamento
antecipado de R$ 30 mil como forma de indenização, antes mesmo do julgamento
final do processo, conforme informações do Metrópoles.
Segundo a defesa de Gleisi, o conteúdo publicado nas
redes sociais do senador teria sido produzido com manipulação digital,
incluindo uso de IA para alterar imagem e voz, associando a deputada a um
contexto de criminalidade.
O desembargador responsável pelo caso entendeu que
não há elementos suficientes, neste momento, que justifiquem a concessão da
medida de urgência solicitada.
Na decisão, o magistrado também destacou que a
liberdade de expressão não pode ser usada de forma abusiva, mas ressaltou que o
direito à honra e à imagem também não pode ser aplicado para restringir o
debate político sem provas consistentes.
O caso segue agora para análise do mérito, quando a
Justiça vai decidir se houve ou não dano moral e se haverá indenização
definitiva.
A defesa do banqueiro Daniel Vorcaro sinalizou ao
ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) André Mendonça, relator do caso
Master, uma delação premiada “forte” que envolva personagens dos Três Poderes,
segundo relatos feitos por interlocutores à CNN.
A conversa entre o advogado José Luís de Oliveira
Lima e o ministro aconteceu recentemente em São Paulo e foi pelo menos a
segunda já realizada entre ambos.
Os relatos foram de uma mudança entre a primeira e a
segunda conversa.
Enquanto no primeiro encontro Mendonça saiu mais
pessimista quanto ao alcance da delação de Vorcaro e sem dar garantias de que
caminharia para homologar a delação, nesta segunda o ministro pareceu mais
otimista.
A expectativa é de que o material, que só deve ser
apresentado a ele em maio, seja amplo e aborde a relação de Vorcaro com
integrantes dos Três Poderes da República tratando inclusive de ministros do
governo Lula e o Judiciário.
Uma mudança no plano inicial da defesa de poupar
ministro do Supremo Tribunal Federal.
O motivo principal é de que sem uma delação
completa, a chance de Mendonça não homologar o acordo é grande e
consequentemente a de Vorcaro permanecer por um longo tempo preso.
Um estudo do Insper aponta que o governo
federal pode economizar ao menos R$ 22,4 bilhões por ano com a revisão de
benefícios sociais, sem necessidade de mudar leis ou cortar direitos. O estudo
foi elaborado pelos pesquisadores Sergio Firpo e Thaline Prado.
As principais economias viriam de ajustes no Instituto
Nacional do Seguro Social e no Bolsa Família.
No Bolsa Família, a estimativa é de economia de R$
4,2 bilhões anuais com cruzamento de dados, análise mais rigorosa das
informações declaradas e verificação presencial em casos suspeitos.
Já no Benefício de Prestação Continuada (BPC), o
estudo aponta potencial de economia de até R$ 2,7 bilhões com revisão de
concessões, combate a fraudes e fiscalização de cadastros.
No INSS, medidas como perícias antes e depois da
concessão e revisões periódicas a cada dois anos podem reduzir pagamentos
indevidos e aumentar a eficiência.
O levantamento destaca que o objetivo é eliminar
irregularidades, como acúmulo ilegal de benefícios e inconsistências
cadastrais, preservando o direito de quem cumpre as regras.
Dados citados indicam que, no fim de 2025, 894,9 mil
famílias recebiam ao menos um salário mínimo em auxílios, muitas com acúmulos
irregulares. No Bolsa Família, cerca de 1,4 milhão de famílias omitiriam
informações, como a presença de cônjuge, para receber o benefício de forma
indevida.
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG)
apresentou nesta semana um posicionamento que rompe com a polarização
tradicional em torno do fim da escala 6x1. Em vez de rejeitar a proposta, ele
declarou apoio à medida, mas com uma contrapartida: o aumento de custo não pode
recair sobre as empresas, e sim ser absorvido pelo governo federal via corte de
gastos e desoneração da folha de pagamento.
"A mudança da escala precisa beneficiar o
trabalhador: para ele ter tempo de cuidar da família, da sua fé e
relaxar", afirmou o parlamentar. Segundo ele, simplesmente empurrar a
conta para o empresariado tende a gerar o efeito oposto ao pretendido. "O
resultado pode ser desemprego, informalidade e crise. E desemprego e recessão
não vai deixar ninguém relaxado nem cuidando dos seus."
O núcleo da crítica é dirigido à esquerda, a quem
Nikolas acusa de vender a pauta como defesa do trabalhador sem assumir o ônus
fiscal da medida. "A esquerda quer vender a proposta como defesa do
trabalhador, mas fazendo caridade com o chapéu dos outros: a gente libera, o
empreendedor paga", afirmou. A fala ataca diretamente o desenho atual do
projeto enviado pelo Executivo ao Congresso, que transfere integralmente o
custo da transição ao setor produtivo.
Como alternativa, o deputado anunciou emenda que
vincula o fim da escala 6x1 a medidas de ajuste fiscal e à desoneração
tributária das empresas, de modo que a União compense a redução da jornada sem
pressionar a folha. "Fazendo economia e desonerando folha de pagamento,
conseguimos garantir mais descanso para quem precisa", defendeu. A
proposta, na prática, condiciona o avanço do direito trabalhista a um
contrapeso de responsabilidade fiscal.
O movimento é politicamente astuto: destrava um tema
popular, normalmente capturado pela esquerda, sem abrir flanco com a base
empresarial bolsonarista. "Direito social sério se faz com
responsabilidade. Mais descanso, sim. Quebradeira e desemprego, não",
resumiu. A emenda agora entra na fila de discussão do projeto no Congresso e
deve reabrir o debate sobre quem, afinal, paga a conta da redução da jornada no
Brasil.
Pressionado por senadores de diferentes partidos, o
presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), reagiu às investidas do STF e
colocou a Advocacia da Casa à disposição dos parlamentares. A decisão veio após
o ministro Gilmar Mendes acionar a Procuradoria-Geral da República pedindo
investigação contra o senador Alessandro Vieira (MDB-SE), relator da CPI do
Crime Organizado, por suposto abuso de autoridade.
"Quero deixar, absolutamente, a Advocacia do
Senado Federal à disposição de Vossas Excelências, na condição de presidente do
Senado e chefe do Poder Legislativo brasileiro, para auxiliar em tudo que
acharem necessário", afirmou Alcolumbre em plenário.
O gesto foi interpretado como uma resposta
institucional à escalada de tensão entre os poderes. No entanto, para boa parte
da oposição, a reação veio tarde e soa contraditória.
O próprio Alcolumbre foi alvo de críticas nos dias
anteriores. Na semana que antecedeu a votação do relatório, o presidente do
Senado decidiu não prorrogar a CPI, mesmo com requerimento protocolado por
Alessandro Vieira. A justificativa: possíveis desgastes políticos em ano
eleitoral. O relator classificou a decisão como "um grande desserviço à
nação".
Na véspera da votação, o governo articulou a troca
de senadores titulares da CPI por outros que sequer participaram dos trabalhos.
A manobra garantiu a rejeição do relatório por 6 votos a 4.
O documento de 221 páginas pedia o indiciamento dos
ministros Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, além do
procurador-geral Paulo Gonet, por crimes de responsabilidade ligados ao caso
Banco Master. Era a primeira vez na história que uma CPI do Congresso propunha
o indiciamento de ministros do Supremo.
A resposta dos ministros foi imediata e dura. Gilmar
chamou o relatório de "erro histórico", disse que o relator "se
esqueceu dos colegas milicianos" e ameaçou: "Não me chamem para
dançar, porque eu sei dançar." Dias Toffoli foi além e afirmou que o
documento poderia configurar abuso de autoridade e levar à inelegibilidade dos
senadores envolvidos.
Na quarta-feira (15), Gilmar formalizou a
representação à PGR contra Alessandro Vieira, alegando "desvio de
finalidade" e pedindo enquadramento na Lei de Abuso de Autoridade. No
documento, acusou o relator de usar "juvenil jogo de palavras" para
tentar viabilizar indiciamentos sem base legal.
A movimentação do STF gerou reação em cadeia no
Senado. Parlamentares de diferentes espectros políticos cobraram publicamente
uma posição do presidente da Casa. A avaliação era de que o silêncio de
Alcolumbre diante das ameaças enfraquecia a instituição. Foi nesse cenário que
ele se pronunciou, oferecendo o suporte jurídico.
Para a oposição, porém, o gesto não apaga os recuos
anteriores. Alcolumbre impediu a prorrogação da CPI, não barrou a troca de
membros na véspera da votação e só se posicionou publicamente quando a pressão
se tornou insustentável. O senador Rogério Marinho (PL-RN), em discurso no
plenário, já havia denunciado o que chamou de "tentativa de cerceamento da
atividade parlamentar" por parte do STF e cobrado uma postura firme da Casa.
A sabatina de Jorge Messias, indicado por Lula para
o STF, será o próximo teste de força entre Senado e Supremo — e o termômetro de
até onde vai a disposição dos senadores em confrontar a Corte.
A namorada de MC Ryan SP, Giovanna Roque,
prontamente foi para as redes sociais defender o funkeiro, que foi preso na
última quarta-feira (15) em operação da Polícia Federal que investiga um
esquema de lavagem de dinheiro. Vale lembrar que a ‘influenciadora’ apanhou de
MC Ryan em 2024, quando a câmera do closet deles flagrou o cantor dando uma
voadora nela.
A notícia é do R7. “Nem sempre a vida é justa, e às
vezes somos colocados à prova de maneiras que não entendemos. Mas eu acredito,
de todo o meu coração, que a verdade sempre encontra seu caminho”, escreveu
Giovanna.
“O que é verdadeiro permanece, e o que é justo
prevalece. Eu sigo ao seu lado, hoje e sempre”, completou na legenda. Entre
idas e vindas, a ‘influenciadora’ está com MC Ryan desde 2023 e tem uma filha
com ele, a Zoe, de dois anos. Giovanna bloqueou até os comentários da
publicação em seu perfil, porque sabia que iria receber críticas.
Em um perfil de fofocas que repercutiu o textão da
‘influenciadora’, choveram comentários condenando a jovem de 25 anos por tomar
as dores do namorado. “Gente, se a bicuda não separou [eles], não é uma prisão
que vai, vamos ser sinceros”, disse uma internauta.
O senador Rogério Marinho (PL-RN) subiu à tribuna do
Senado para responder diretamente aos ministros Gilmar Mendes e Dias Toffoli,
que reagiram com ameaças ao relatório da CPI do Crime Organizado. Marinho
classificou a postura dos magistrados como "um verdadeiro
linchamento" contra o relator Alessandro Vieira (MDB-SE) e "um
espetáculo explícito de tentativa de cerceamento da atividade
parlamentar".
O ponto mais duro do discurso foi o desafio aberto a
Gilmar Mendes, que acusou senadores de protegerem milicianos. "Era
importante que o ministro, ao invés de generalizar, exemplifique. Aponte o dedo
para quem de fato é miliciano, ao invés de jogar uma pecha sobre toda esta
casa", cobrou Marinho.
A resposta veio após declarações graves dos
ministros na véspera. Gilmar chamou o relatório de "erro histórico",
disse que o relator "se esqueceu dos colegas milicianos" e ameaçou:
"Não me chamem para dançar, porque eu sei dançar." Toffoli foi além:
afirmou que o documento poderia configurar abuso de autoridade e levar à
inelegibilidade dos senadores envolvidos.
Marinho também denunciou a manobra do governo na
composição da CPI. Segundo ele, senadores que participaram dos quatro meses de
trabalho foram substituídos na véspera da votação por outros que sequer
conheciam o relatório. O objetivo: garantir a rejeição por 6 votos a 4.
"Mais uma vez, o governo coloca a sua digital na hora que impede que a
sociedade possa se manifestar", disse.
O senador então devolveu ao STF a acusação de
corporativismo. Citou o inquérito das fake news, aberto há mais de sete anos
quando deveria durar 90 dias, que dá ao ministro Alexandre de Moraes
"poderes acima do bem e do mal". "Centenas de brasileiros estão
exilados com receio daquele que tem no seu punho a condição de uma exceção de
jurisprudência banalizada", afirmou.
Mencionou ainda as conversas publicizadas entre um
juiz auxiliar do TSE e funcionários de tecnologia, nas quais o magistrado teria
pedido "criatividade para encontrar provas contra um adversário
político". Marinho disse que peticionou ao CNJ e recebeu como resposta que
"aquelas eram conversas normais". "Normais para quem?",
questionou.
Citou também a censura prévia nas eleições, quando
"um dos juízes daquela corte disse que só dessa vez se praticaria a
censura", e a prática de cônjuges de ministros atuarem como advogados em
causas julgadas pelos próprios magistrados. "É legal porque passou num
acordo daquele tribunal, mas é moral?", provocou.
Na reta final, Marinho exibiu prints de reportagens
no plenário para rebater o inquérito aberto contra Flávio Bolsonaro. Mostrou
matérias comprovando que Lula fundou o Foro de São Paulo, recebeu Maduro com
tapete vermelho e não reconheceu a fraude na Venezuela. "Qual é a mentira?
Qual é a calúnia? Está tudo aqui, esfregado na cara daqueles que querem cercear
a verdade", disparou.
Encerrou pedindo que o Senado rejeite a indicação de
Jorge Messias ao STF. "Como se pode votar em alguém que, à frente da AGU,
instaurou o ministério da verdade? Quem aqui já leu George Orwell? A distopia
de 1984 foi transformada em realidade pelo governo Lula." E concluiu:
"Nós precisamos decidir de que lado estamos, se do lado da democracia ou
do lado do faz de conta."
Esse texto foi copiado do Blog do Gustavo Negreiros