Uma declaração dada pelo presidente Luiz Inácio Lula
da Silva (PT) durante o debate da TV Band repercutiu internacionalmente e gerou
dura reação do advogado americano Martin De Luca, que atua na defesa de
empresas ligadas ao grupo Trump Media & Technology Group e
à plataforma Rumble.
No confronto de domingo (18), Lula afirmou que as
investigações envolvendo o senador Flávio Bolsonaro (PL) poderiam avançar logo
após o término do segundo turno, condicionando o andamento das apurações ao
resultado das urnas.
De Luca reagiu publicamente e contestou a retórica
petista. O jurista apontou que o mandato de Flávio no Senado Federal vai até
2027 independentemente do desfecho eleitoral e lembrou que procedimentos
investigativos devem seguir rigorosamente critérios legais e técnicos, sem
interferência ou conveniência do Palácio do Planalto.
Em tom irônico e incisivo, o advogado criticou o uso
da maquina pública e da Justiça para perseguir opositores: “Entendemos.
Prenda seus oponentes se não conseguir vencê-los nas urnas. Prenda os filhos
deles também, por via das dúvidas”. De Luca acrescentou ainda que
declarações do gênero soam para o mercado e a comunidade internacional como um
verdadeiro “recado mafioso”.
Com informações do Metrópoles

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