A Síndrome de Estocolmo é uma condição
psicológica em que a vítima de sequestro, abuso ou violência desenvolve um
forte vínculo de empatia, lealdade ou afeto pelo seu agressor. O termo é uma
reação inconsciente de sobrevivência, usada pelo cérebro para aliviar o medo
extremo e criar uma falsa sensação de proteção.
Vem dos ativistas de esquerda, alinhados ao governo,
o espetáculo mais patético, justificando o fato de o governo Lula não agir
contra organizações criminosas.
Parecem viver uma Síndrome de Estocolmo: defendem,
justificam ou minimizam as mesmas gangues que aterrorizam a população. Mal
disfarçam fascínio pelos que, nas periferias e favelas, exercem o poder com
eficiência brutal. Para eles, o criminoso é vítima da “desigualdade”, nunca o
algoz. E o cidadão refém nem merece menção.
Soberania não é discurso contra os EUA, é a
capacidade de controlar território, proteger o povo, impedir o crime de
substituir o poder público.
Facções controlam rotas de drogas, impõem toque de
recolher, recrutam crianças, dominam penitenciárias e até financiam campanhas
eleitorais.
O governo Lula não age porque não quer. Prefere
narrativas e rejeitar ajuda externa não por patriotismo, mas por ideologia e
conveniência.
Esse texto foi copiado do Blog do Gustavo Negreiros

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