domingo, 31 de maio de 2026

Esquerda vive Síndrome de Estocolmo com PCC e CV

 


A Síndrome de Estocolmo é uma condição psicológica em que a vítima de sequestro, abuso ou violência desenvolve um forte vínculo de empatia, lealdade ou afeto pelo seu agressor. O termo é uma reação inconsciente de sobrevivência, usada pelo cérebro para aliviar o medo extremo e criar uma falsa sensação de proteção.

Vem dos ativistas de esquerda, alinhados ao governo, o espetáculo mais patético, justificando o fato de o governo Lula não agir contra organizações criminosas.

Parecem viver uma Síndrome de Estocolmo: defendem, justificam ou minimizam as mesmas gangues que aterrorizam a população. Mal disfarçam fascínio pelos que, nas periferias e favelas, exercem o poder com eficiência brutal. Para eles, o criminoso é vítima da “desigualdade”, nunca o algoz. E o cidadão refém nem merece menção.

Soberania não é discurso contra os EUA, é a capacidade de controlar território, proteger o povo, impedir o crime de substituir o poder público.

Facções controlam rotas de drogas, impõem toque de recolher, recrutam crianças, dominam penitenciárias e até financiam campanhas eleitorais.

O governo Lula não age porque não quer. Prefere narrativas e rejeitar ajuda externa não por patriotismo, mas por ideologia e conveniência.

Esse texto foi copiado do Blog do Gustavo Negreiros

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