Levantamentos realizados por institutos americanos,
entre eles o General Social Survey (GSS) e o Pew Research Center,
identificaram uma correlação estatística entre posicionamentos políticos
progressistas e índices mais elevados de relatos de problemas de saúde mental.
Segundo os dados analisados, a associação apareceu
de forma recorrente em diferentes pesquisas e grupos de amostragem, segundo
informações do Poder360.
De acordo com os estudos citados, pessoas que se
identificam como “extremamente liberais” ou progressistas apresentaram taxas
maiores de ansiedade, depressão e TDAH em comparação com entrevistados de
perfil conservador.
Os levantamentos também apontaram menor índice médio
de satisfação com a vida entre os grupos pesquisados.
Pesquisadores e analistas comportamentais afirmam
que diferentes fatores podem influenciar os resultados observados.
Entre os pontos citados estão níveis mais elevados
de neuroticismo, menor religiosidade, maior exposição a debates sociais
complexos e uso intenso de redes sociais.
Os próprios pesquisadores ressaltam que os dados
indicam correlação estatística e não comprovam relação direta de causa e efeito
entre ideologia política e transtornos mentais.

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