As investigações da Polícia Federal na
Operação Mederi avançaram e identificaram a mulher citada como “Fátima” na
contabilidade clandestina apelidada pelos investigadores de “matemática de
Mossoró”.
De acordo com o relatório, trata-se
de Maria de Fátima Dantas dos Santos, beneficiada direta por repasses de
propina na ordem de 10%, conforme informações divulgadas na edição desta
sexta-feira (22) do jornal De Fato.
A apuração apontou que a investigada é uma assessora
de comunicação que foi nomeada formalmente para atuar na administração pública
por meio da Portaria nº 157/2024.
Inicialmente alocada na pasta de Comunicação, ela
foi posteriormente transferida para o setor de Cerimonial do Palácio da
Resistência.
O avanço célere das descobertas documentais da
Polícia Federal foi o fator determinante para que o desembargador federal
Rogério Fialho Moreira decidisse manter o processo sob o foro do Tribunal
Regional Federal da 5ª Região (TRF5).
O magistrado rejeitou a recomendação do Ministério
Público Federal para enviar o caso à primeira instância.


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