Dezesseis reservatórios monitorados no Rio Grande do
Norte estão com menos de 10% da capacidade de armazenamento. Em três deles, o
volume não chega a 1%, segundo levantamento do Instituto de Gestão das Águas do
RN (Igarn).
A situação mais crítica é a do reservatório Passagem
das Traíras, em São José do Seridó, com apenas 0,03% da capacidade. Na
sequência aparecem Dourado, em Currais Novos, com 0,06%, e Itans, em Caicó, com
0,36%.
Apesar do baixo volume em parte dos mananciais, as
reservas hídricas superficiais do estado acumulam 45,78% da capacidade total.
São aproximadamente 2,42 bilhões de metros cúbicos de água armazenados, de um
potencial de 5,29 bilhões de m³.
A barragem Armando Ribeiro Gonçalves, maior
reservatório potiguar, está com 36,09% da capacidade, o equivalente a 856,4
milhões de m³. O reservatório de Oiticica, em Jucurutu, registra 68,37%; Santa
Cruz do Apodi, em Apodi, tem 66,76%; e Umari, em Upanema, acumula 55,84%.
No total, nove reservatórios estão acima de 80% da
capacidade. Três chegaram a 100%: Flechas e Arapuã, em José da Penha, e Lagoa
de Pium, em Nísia Floresta.
O Igarn monitora os volumes armazenados nos
reservatórios potiguares para orientar o planejamento e a gestão dos recursos
hídricos no estado.

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