O pastor que está sendo investigado por importunação
sexual contra uma adolescente autista, em Extremoz, ainda não prestou
depoimento. Segundo a Polícia Civil, “ele não foi encontrado no endereço
informado”. O suspeito não é considerado foragido, uma vez que não existe
mandado de prisão expedido contra ele.
A denúncia de importunação sexual partiu de
familiares da adolescente, que tiveram acesso a mensagens nas quais o líder
religioso chamava a garota, de 13 anos, de “linda” e dizia que a amava.
Em outros trechos, o homem alertava a adolescente
para apagar as mensagens, por medo de que as conversas “vazassem”.
Segundo a Polícia Civil, a delegacia responsável
pela investigação já colheu o depoimento da mãe da vítima. Até o momento, novas
testemunhas não foram ouvidas.

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