quarta-feira, 4 de novembro de 2026

CAMPESTRENSE - “É mentira!”: Fonte da base governista rebate boato de “rachadura” na oposição de Campestre e acusa grupo de espalhar inverdades por visibilidade

 

Fonte ligada aos bastidores da política local classifica como fabricada a tese de “barco sendo abandonado” na Câmara Municipal de São José do Campestre

Uma publicação que circulou nas redes e em blogs da região, sugerindo que as vereadoras Monique Andrade e Valéria Nunes teriam “mudado de lado” e rompido um suposto acordo da oposição pela presidência da Câmara, está sendo duramente contestada. Segundo uma fonte ouvida pelo Agreste Potiguar Online, a narrativa não corresponde à realidade.

“Isso é fabricação”

De acordo com a fonte, que pediu para não ser identificada e conhece de perto as articulações do Legislativo municipal, a história da “ruptura” foi construída para criar um fato político onde ele não existe. O objetivo, segundo ela, é dar visibilidade a um grupo de oposição que enfrentaria dificuldade para pautar o debate público com propostas concretas.

A fonte afirma que a oposição tenta, a todo custo, plantar inverdades e criar versões para ludibriar a opinião pública. Em vez de apresentar resultados, o grupo recorreria à insinuação e à especulação sobre bastidores.

O texto que gerou a polêmica

A publicação original sustenta que Monique Andrade e Valéria Nunes, após dois anos alinhadas à oposição, estariam agora ao lado da administração do prefeito Eribaldo Lima. Sustenta também que um suposto acordo, que garantiria a futura presidência da Casa a Luciano Alves e Welton Borges, teria sido quebrado. O texto fala ainda em “elevados índices de desaprovação” da gestão municipal, sem apresentar pesquisa ou dado que o comprove.

Perguntas que ficam sem resposta

  • Onde está a prova do tal acordo? Nenhum documento, ata ou declaração pública das partes foi apresentado.
  • Quem afirma que houve mudança de alinhamento? 
  • Que dado sustenta a “desaprovação popular”? 

Uma matéria que traz mais perguntas retóricas do que fatos, argumenta a fonte, aproxima-se mais de panfleto político do que de jornalismo.

Quem se beneficia do ruído?

Para a fonte, quem mais ganha com a confusão é quem precisa dela para existir politicamente. A leitura é que, sem pautas capazes de mobilizar a população, resta fabricar crises e rachaduras alheias.

O Blog Tangará Acontece segue de olho na Política Local Campestrense.

 


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