quarta-feira, 19 de agosto de 2026

Imprensa nacional acordou e percebeu que a PF levou sete meses para enviar a Mendonça quebra de sigilo de Lulinha

 



A imprensa nacional parece que acordou sobre o absurdo que é o inquérito contra Lulinha. Hoje, a CNN Brasil trouxe a seguinte manchete:

"PF levou sete meses para enviar a Mendonça quebra de sigilo de Lulinha", na coluna de Matheus Teixeira. 

O texto aponta o seguinte:

A Polícia Federal levou mais de sete meses para enviar ao ministro André Mendonça os dados das quebras de sigilo de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A demora teria sido um dos motivos para o atrito entre a polícia e Mendonça, que é relator dos inquéritos do INSS e do Banco Master.

O magistrado determinou a derrubada dos sigilos fiscais, bancários e telemáticos do primogênito do chefe do Executivo em dezembro do ano passado, no âmbito da investigação sobre desvios de aposentados e pensionistas.

Diante da demora para encaminhar o resultado das diligências e devido a outras decisões da PF que incomodaram Mendonça, como a troca da coordenação da PF responsável pela apuração do INSS, o ministro mandou a polícia enviar a seu gabinete os dados brutos do caso, ou seja, a íntegra das quebras.

A Polícia Federal, no entanto, interpretou a decisão como uma invasão da autonomia investigativa da corporação. A PF chegou a acionar a Advocacia-Geral da União para estudar a apresentação de um recurso perante o STF (Supremo Tribunal Federal) para derrubar a ordem judicial, mas nenhuma medida jurídica foi concretizada.

Integrantes do governo federal, como o advogado-geral da União, Jorge Messias, entraram em campo para tentar apaziguar a relação do ministro com a cúpula da corporação.

 

Nenhum comentário:

Postar um comentário

O ouro de Currais Novos já é 24,6% do que o RN exporta — e o acordo de agosto quase dobra o horizonte

  O ouro extraído em Currais Novos já responde por 24,6% de tudo o que o Rio Grande do Norte exporta. Entre janeiro e junho de 2026, o Estad...