A eliminação do Brasil para a Noruega nas oitavas de
final da Copa do Mundo reacendeu a busca por responsáveis pelo fracasso da
Seleção. Além das críticas ao técnico Carlo Ancelotti e aos jogadores, um
artigo publicado pela revista Crusoé atribui parte da responsabilidade ao
ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, por sua atuação nas
disputas judiciais envolvendo a Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
Antes da contratação de Carlo Ancelotti, a Seleção
teve três treinadores diferentes e afirma que a instabilidade foi agravada
pelas decisões de Gilmar Mendes que mantiveram Ednaldo Rodrigues no comando da
CBF.
Além disso, também teve parceria entre o Instituto
Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), fundado por Gilmar, e a
CBF Academy, além da presença de pessoas ligadas ao instituto em cargos de
direção da confederação.
A sequência de disputas na CBF acabou refletindo
dentro de campo e contribuiu para o cenário que terminou com a eliminação do
Brasil diante da Noruega.

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