A Rumble e a Trump Media & Technology Group
ampliaram sua equipe de advogados na ação judicial contra o ministro do STF
Alexandre de Moraes, em um tribunal da Flórida, como resposta à interferência
do governo Lula, que busca proteger o magistrado.
As empresas acusam Moraes de censura
transfronteiriça, resultando no bloqueio da Rumble no Brasil. A Advocacia-Geral
da União (AGU) foi autorizada a participar do caso, argumentando soberania
nacional e pedindo a extinção do processo.
A plataforma de vídeos Rumble, em conjunto com a Trump
Media & Technology Group, expandiu a sua equipe de advogados na ação
judicial que move contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal
Federal (STF).
A movimentação ocorre em um tribunal federal da
Flórida, nos Estados Unidos (EUA).
O reforço da equipe jurídica por parte da Rumble
visa responder à ofensiva legal do governo brasileiro.
O tribunal estabeleceu o prazo limite de 7 de julho
para que as corporações apresentem a sua contestação formal aos argumentos
apresentados pela AGU.
REVISTA OESTE

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