Flavio Bolsonaro (PL), que já usa colete à prova de
bala quando sai às ruas no Brasil, foi aconselhado a reforçar sua segurança
após Lula (PT) indicar que deseja sua morte ao mencionar o enforcamento como
opção. Declarações de ódio de líderes políticos, ao longo da História, tem
estimulado assassinatos e tentativas de homicídio como a facada que quase tirou
a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro, em 2018. Tem sido recorrente na América
Latina o assassinato de políticos de direita. A informação é da Coluna Claudio
Humberto, do Diário do Poder.
Durante entrevista na manhã desta quarta-feira (3)
ao Jornal Gente, programa da Bandeirantes, o senador Rogério Marinho (PL-RN),
coordenador da campanha do pré-candidato
Na Colômbia, senador Miguel Uribe, forte candidato a
presidente, foi morto a tiros em 2025. Era opositor de Gustavo Petro, amigo de
Lula.
Em 2023, o candidato de direita à presidência do
Equador, Fernando Villavicencio, foi assassinado em Quito, logo após um
comício.
Daniel Noboa, de direita, acabaria eleito presidente
do Equador, mas ele teve o carro metralhado por facções terroristas. Escapou
ileso.

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