O autoritarismo e a pequenez política parecem ter
assumido o controle absoluto da Prefeitura de Tangará. Em um dos episódios mais
vergonhosos e covardes da história recente do município, o prefeito Augusto resolveu
usar a máquina pública não para trabalhar pelo povo, mas para destruir a
reputação e o sustento de um educador que dedicou a vida à cidade.
A denúncia que assombra Tangará, expõe as vísceras de
uma gestão ditatorial e perseguidora. Não satisfeito em tramar a exoneração e a
demissão arbitrária do professor, o prefeito Augusto, em um ataque de fúria e
puro capricho político, agora exige a retirada imediata do nome do docente da
sala de aula que o homenageia na Escola Estadual Professor Severino Bezerra.
A Vingança dos Incompetentes: O ódio de quem não
constrói nada
Dar nome a um espaço na tradicional Escola Severino
Bezerra é um mérito conquistado com suor, giz, amor pela profissão e décadas de
serviços prestados à juventude tangaraense. É um patrimônio moral que
comunidade nenhuma aceita ver rasgado.
Mas o brilho do professor parece ofuscar a
mediocridade do gabinete do prefeito. Para Augusto, quem pensa, quem questiona
ou quem simplesmente se recusa a deitar o lombo para o chicote do coronelismo
moderno vira inimigo público número um. Tentar arrancar a placa com o nome do
professor é uma atitude mesquinha, típica de quem quer apagar a história por
não ter capacidade de construir uma que preste.
"O que o prefeito Augusto está fazendo não é
política, é molecagem e perseguição barata. Mexer com a educação e com a
história de um professor é ultrapassar todos os limites do bom senso e da
humanidade." — Desabafa um morador revoltado.
Tangará Não É Seu Curral, Prefeito! Aqui tem homens e mulheres que não se submetem a caprichos e mesquinhes.
O prefeito Augusto precisa lembrar que a prefeitura
não é a extensão do quintal da sua casa e que os servidores públicos não são
seus capachos particulares. Usar o poder temporário do cargo para perseguir
trabalhador e tentar humilhar um profissional respeitado é uma demonstração
clara de fraqueza, arrogância e falta de liderança.
A perseguição covarde contra o professor da Escola Estadual Professor Severino Bezerra é um tapa na cara de cada cidadão de Tangará. Se o prefeito
achou que ia silenciar a oposição e esmagar a dignidade do educador nas
sombras, errou feio. O tiro saiu pela culatra.


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