terça-feira, 7 de abril de 2026

Operação Faraó: o que é o caso, valores e envolvidos

 


Uma investigação do Ministério Público Federal revelou um dos maiores escândalos envolvendo recursos da saúde pública no Rio Grande do Norte. A chamada Operação Faraó apura o uso irregular de verbas destinadas ao combate à sífilis, dentro do projeto “Sífilis Não”, executado pela UFRN.

Ao todo, foram repassados mais de R$ 165,5 milhões pelo Ministério da Saúde por meio de termos de execução descentralizada firmados em 2017. O dinheiro deveria financiar pesquisas, campanhas e estrutura tecnológica para enfrentamento da doença no Brasil.

No centro do caso está o professor Ricardo Valentim, coordenador do projeto e do LAIS. Também são apontados como envolvidos Janaína Valentim, Karilany Coutinho, João Henrique Vieira da Silva Neto e Pedro Henrique Evangelista.

A denúncia sustenta que o grupo concentrou poder sobre a execução dos recursos e teria transformado um projeto estratégico de saúde pública em um ambiente propício para desvios e benefícios privados.

Do blog: é um orgulho saber que tudo isso que está sendo revelado agora já era alvo de denúncias do Blog. Só esse blog denunciou sozinho por anos, desmascarou tudo.

Esse texto foi copiado do Blog do Gustavo Negreiros

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