O apoio do PT à candidatura de João Campos ao
governo de Pernambuco está longe de ser consenso dentro do partido. Nos
bastidores, lideranças petistas falam em insatisfação com a condução das
articulações, consideradas um “atropelo” ao diretório estadual.
A resistência interna teria como pano de fundo a
tentativa de barrar a aproximação de Marília Arraes com a
governadora Raquel Lyra. Mesmo assim, parte do PT defende a estratégia de
palanque duplo, mantendo apoio simultâneo a diferentes candidaturas no estado.
Nos bastidores, também não avançou a ideia de uma
chapa que incluísse nomes como Humberto Costa e Silvio Costa
Filho, o que aumentou o desgaste entre correntes internas da sigla.
Enquanto isso, Raquel Lyra segue se movimentando
politicamente e chegou a tratar do cenário pernambucano com Rui Costa, em
Brasília, reforçando sua articulação nacional.
Há ainda relatos de conversas entre setores do PT e
grupos ligados à chamada União Progressista, que veriam com bons olhos uma
aliança — desde que passe pela atual governadora, ampliando ainda mais o clima
de divisão dentro do partido no estado.
Com informações do Diário do Poder

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