O ministro André Mendonça quer que Daniel Vorcaro
responda duas perguntas sobre Alexandre de Moraes.
A primeira: o contrato com o escritório de Viviane
Barci de Moraes, que rendeu R$ 80 milhões ao escritório da mulher do ministro,
cobria só os serviços dela ou também os do marido?
A segunda: o que Moraes e Vorcaro conversaram no dia
17 de novembro de 2025, véspera da prisão do banqueiro e da liquidação do
Master pelo BC, quando Vorcaro mandou mensagem perguntando se o ministro tinha
“conseguido bloquear” a operação?
Das respostas a essas duas perguntas, dizem os
bastidores, depende o futuro de Alexandre de Moraes dentro do STF.
Só que, com todo respeito ao ministro Mendonça,
poderiam ser perguntas muito melhores.
Por que Moraes frequentava a mansão de R$ 300
milhões de Vorcaro em Trancoso?
Por que o ministro entrou em contato com o
presidente do Banco Central pelo menos quatro vezes para tratar de interesses
do Master?
Por que nenhum desses encontros constava nas agendas
oficiais de nenhum dos dois?
Por que o escritório da mulher de Moraes tinha
contrato de R$ 129 milhões previsto com o Master, pagando R$ 3,6 milhões por
mês até 2027?
Essas perguntas também querem resposta. O Brasil
inteiro quer. Vorcaro sabe tudo.
E é por isso que a delação dele é a bomba mais
perigosa que existe em Brasília hoje.
Esse texto foi copiado do Blog do Gustavo Negreiros
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