sábado, 17 de janeiro de 2026

TANGARAENSE - PAPOCOU "QUE RUFEM OS TAMBORES" AGENDA ABERTA: Pé Inchado Produções, apresenta, Margaridinha do Brega o sucesso do momento

 




ÚLTIMO LUGAR: RN é o estado do Nordeste que menos investiu em relação à receita total, segundo relatório do Tesouro Nacional

 


O Rio Grande do Norte foi o estado que menos investiu no Nordeste entre janeiro e outubro de 2025, segundo a Secretaria do Tesouro Nacional. Apenas 3% da receita foi destinada a investimentos, enquanto Paraíba aplicou 11% e Ceará, 7%.

O RN também teve o pior investimento per capita da região: R$ 106,55 por habitante, bem abaixo do valor orçado para o ano (R$ 460,40). Em relação a 2024, houve uma queda de 40,8% nos investimentos no mesmo período.

Segundo a Aequus Consultoria, os números refletem a fragilidade fiscal do estado. Desde 2019, o RN mantém nota Capag C (Capacidade de Pagamento), o que limita o acesso a empréstimos com garantia da União.

Em 2024, 43% dos investimentos dependeram de operações de crédito.

O RN também encerrou o ano com o menor investimento empenhado por habitante da região.

O principal entrave é o alto gasto com pessoal: 73% das despesas até outubro de 2025 foram para folha e encargos. No Executivo, esse gasto já ultrapassa o teto da Lei de Responsabilidade Fiscal.

Economistas afirmam que a falta de investimento prejudica a atração de empresas e contribui para a estagnação econômica do estado, enquanto vizinhos como Ceará e Paraíba avançam.

O governo afirma que o investimento total de 2025 chegou a R$ 605 milhões, o terceiro maior dos últimos 16 anos, mas especialistas alertam que o cenário fiscal segue crítico.

Com informações de Tribuna do Norte

 

Gravíssimo: Os tentáculos do PCC no resort da família de Dias Toffoli no Paraná

 


Um executivo investigado por suposta lavagem de dinheiro para a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) fez a ponte entre a gestora de investimentos REAG e familiares do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), na compra do Resort Tayayá, em Ribeirão Claro (PR).

A notícia é da jornalista Andreza Matais, do Metrópoles. Silvano Gersztel era o braço direito de João Carlos Mansur, fundador e ex-CEO da REAG, nos tempos áureos da empresa. Desde agosto deste ano, é investigado por sua participação em fundos de investimento criados pela REAG para, segundo os investigadores, dar aparência de legalidade a dinheiro advindo de atividades criminosas do PCC.

Em setembro de 2021, dois fundos administrados pela REAG e representados por Gersztel — Arleen e Leal — compraram uma parte da participação dos familiares de Dias Toffoli no Resort Tayayá. Por essa fatia, os dois fundos pagaram R$ 20 milhões, narram o repórter Luiz Vassalo e colegas no jornal O Estado de S.Paulo.

A coluna confirmou as informações em documentos da Junta Comercial do Paraná e da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Nos registros da Receita Federal, Gersztel aparece como representante legal de dezenas de CNPJs associados à REAG. Era por meio desses CNPJs que a empresa administrava os fundos de investimento agora investigados.

Parte desses fundos foi batizada com nomes de personagens da animação infantil Frozen (2013), da Disney. É o caso dos fundos Hans 95, Olaf 95 e Anna FIDC. Nome apropriado para estruturas jurídicas que portavam “dinheiro frio” — ou seja, de origem ilegal.

Na época do investimento de R$ 20 milhões no Resort Tayayá, os fundos Arleen e Leal tinham como único cotista o pastor e empresário Fabiano Zettel. Ele é cunhado do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro.

Como mostrou a coluna, o mesmo Resort acabou nas mãos de um advogado de Goiás, Paulo Humberto Barbosa, que é sócio e representante da gigante frigorífica J&F, dos irmãos Batista. Em 2023, a J&F foi agraciada com uma decisão de Toffoli que suspendeu o pagamento da multa bilionária da empresa.

 

 

Financiamentos imobiliários sofrem retração de 17,7% no RN em 2025

 


O financiamento imobiliário no Rio Grande do Norte acompanhou, em 2025, o movimento de retração observado no restante do país. Dados da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) mostram que entre janeiro e novembro do ano passado foram financiadas 2.572 unidades habitacionais no RN com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), o que representa um recuo de 17,7% em relação ao mesmo período de 2024. No volume financeiro, os contratos somaram R$ 723,7 milhões, queda de 20,9% na comparação anual, refletindo tanto a redução do número de operações quanto o impacto direto dos juros mais elevados sobre o valor financiado.

A situação é atribuída, principalmente, ao encarecimento do crédito e à redução dos recursos da poupança. O desempenho do Rio Grande do Norte em 2025, abaixo do verificado no ano anterior, ficou alinhado ao da região Nordeste. No acumulado de janeiro a novembro do ano passado, a região apresentou retração de 13,7% no volume financeiro financiado e de 17,5% no número de unidades, mantendo participação de 10,3% em valores e 11,8% em unidades no total nacional.

Embora não tenha detalhado os dados dos demais estados do Nordeste, a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) destaca que, apesar do Rio Grande do Norte ter registrado queda tanto em volume quanto em número de contratos, o estado não figura entre aqueles com os maiores decréscimos da região.

Para o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Rio Grande do Norte (Sinduscon-RN), Sérgio Azevedo, os efeitos da restrição de crédito já começam a ser percebidos sobretudo na decisão por novos lançamentos.

“As obras em andamento seguem, em grande parte, os cronogramas, pois foram estruturadas com financiamentos e vendas contratadas anteriormente. No entanto, a restrição de crédito exige mais cautela na tomada de decisão e reduz o volume de novos projetos colocados no mercado”, explica. Segundo ele, o setor tem buscado se adaptar ao novo cenário, com revisão de cronogramas e maior seletividade comercial.

A leitura é compartilhada pelo presidente do Sindicato da Habitação (Secovi-RN), Renato Gomes, que avalia a retração do SBPE como resultado, sobretudo, da menor capacidade de endividamento das famílias. “Observa-se maior procura por imóveis compactos, imóveis usados, que tendem a ter preços mais negociáveis, e por localizações fora dos eixos tradicionalmente mais valorizados, mas com boa infraestrutura urbana e potencial de crescimento. Famílias que adiam a compra acabam migrando para o aluguel, mantendo a demanda aquecida nesse segmento”, aponta.

Números no país

O desempenho registrado no RN em 2025 reflete um movimento mais amplo de retração do crédito imobiliário em todo o país. Os dados da Abecip mostram que, entre janeiro e novembro do ano passado, os financiamentos imobiliários com recursos do SBPE somaram R$ 140,1 bilhões no país, representando queda de 17,1% em relação ao mesmo período de 2024.

A desaceleração também se refletiu no número de contratos firmados. No acumulado de 11 meses de 2025, foram financiadas aproximadamente 408,3 mil unidades habitacionais em todo o país, recuo de 21% na comparação anual. Em novembro, o SBPE financiou 39,2 mil imóveis, número que, embora figure entre os maiores já registrados para um mês de novembro na série histórica, ficou 16,7% abaixo do observado no mesmo mês do ano anterior. Em valores, os financiamentos de novembro alcançaram R$ 12,4 bilhões, com retração de 17,1% na comparação anual e queda de 16,8% frente a outubro, indicando perda de ritmo ao longo do segundo semestre.

Juros elevados impactam crédito imobiliário

O economista Helder Cavalcanti, conselheiro do Conselho Regional de Economia do RN (Corecon-RN), avalia que a retração no estado está diretamente relacionada ao ambiente macroeconômico. “A política monetária restritiva, com a Selic em 15%, impactou o crédito imobiliário de forma significativa, elevando o custo do financiamento e reduzindo a demanda”, explica. Ele acrescenta que mudanças nas regras de emissão de títulos como os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e as Letras de Crédito Imobiliário (LCIs), além da taxação desses papéis, reduziram a oferta de recursos para o setor e encareceram a captação pelas instituições financeiras.

Para Helder Cavalcanti, o segmento de médio padrão é o mais afetado, pois é aquele que depende diretamente do crédito tradicional. “Com taxas efetivas acima de 13% ao ano, o financiamento imobiliário fica mais desafiador para a classe média, pois o comprometimento da renda com parcelas elevadas se torna um obstáculo”, analisa.

Segundo ele, enquanto o mercado econômico conta com programas e subsídios que ajudam a mitigar os efeitos dos juros, e o alto padrão depende menos do financiamento bancário, o segmento intermediário sente de forma mais intensa o impacto do encarecimento do crédito.

Além da política monetária, fatores regionais também ajudam a explicar o desempenho do estado. A dependência da construção civil na economia potiguar, mudanças nas regras de financiamento da Caixa Econômica Federal, como a redução do limite financiável de 80% para 70% do valor do imóvel, e a própria retração da poupança, principal fonte de recursos do SBPE, contribuíram para reduzir a capacidade de absorção do crédito imobiliário ao longo de 2025.

Projeções para 2026

Para 2026, a expectativa do setor é de acomodação do mercado, com possibilidade de retomada gradual, condicionada principalmente à trajetória dos juros e à melhora do ambiente de crédito. Sérgio Azevedo, presidente do Sinduscon-RN, avalia que o desempenho relativamente melhor do Rio Grande do Norte em comparação com outros estados do Nordeste reflete um ambiente mais equilibrado.

“Esse desempenho relativamente melhor reflete a resiliência do mercado potiguar e um ambiente mais equilibrado entre oferta e demanda. A modernização do Plano Diretor teve papel importante nesse processo, ao trazer regras mais claras, segurança jurídica e maior previsibilidade, permitindo que o setor se organizasse melhor e absorvesse com menos impacto um momento de retração do crédito”, afirma.

O dirigente do Sinduscon-RN, no entanto, alerta que a retomada depende não apenas da redução dos juros, mas também de estabilidade institucional. Segundo Sérgio Azevedo, a judicialização de leis já aprovadas, como as Áreas Especiais de Interesse Turístico e Paisagístico (AEITPs), gera insegurança jurídica, trava investimentos e compromete decisões de novos lançamentos. A avaliação é de que regras claras e previsibilidade são fundamentais para que a demanda reprimida volte a se converter em empreendimentos, empregos e desenvolvimento econômico.

Segundo o presidente do Secovi-RN, a manutenção de juros elevados ao longo de 2026 tende a produzir efeitos estruturais no mercado imobiliário potiguar, com impactos diretos no comportamento das famílias e das incorporadoras. “Caso os juros permaneçam elevados em 2026, o mercado imobiliário do RN pode enfrentar efeitos estruturais como o prolongamento do adiamento da compra da casa própria, fortalecimento do mercado de locação, foco das incorporadoras em projetos com menor ticket médio e ampliação de modelos alternativos de aquisição”, afirmou Renato Gomes.

Alternativas ao crédito tradicional

Nesse contexto de juros elevados, o presidente do Secovi destaca que o financiamento mais caro já tem impulsionado a busca por alternativas ao crédito bancário tradicional no estado. Segundo o presidente do Secovi-RN, o uso do FGTS se fortalece como ainda mais estratégico, seja para compor a entrada, amortizar o saldo devedor ou reduzir o valor das parcelas. Ainda assim, de acordo com Renato, o setor deve preservar um grau de resiliência, aguardando um ambiente macroeconômico mais favorável para a retomada do crédito.

Na análise econômica, Helder Cavalcanti acredita que, mantido o atual cenário, o mercado deve reagir de forma lenta, mas progressiva. “O mercado imobiliário em 2026 deve apresentar uma retomada lenta, impulsionada pela expectativa de redução da Selic para 12% ao final do ano”, projeta. Segundo o economista, a liberação de recursos do compulsório da poupança, estimada em R$ 35 bilhões, e a criação da Faixa 4 do programa Minha Casa, Minha Vida podem facilitar o acesso ao crédito para famílias de renda média e ajudar a destravar a demanda reprimida.

Entre as alternativas ao SBPE, o especialista destaca o próprio Minha Casa, Minha Vida, com juros reduzidos e subsídios, o Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), para imóveis de maior valor, o financiamento direto com construtoras e o consórcio imobiliário, que não envolve juros, apenas taxa de administração. A escolha, segundo Helder Cavalcanti, exige avaliação cuidadosa da renda familiar, do valor do imóvel e das condições oferecidas por cada modalidade, para evitar sobrecarga financeira em um ambiente ainda marcado por incertezas.

 

31 presos fugiram de presídios do RN nos últimos cinco anos

 


O Sistema Penitenciário do Rio Grande do Norte registrou 31 fugas entre 2019 e 2026, segundo dados apresentados pela Secretaria da Administração Penitenciária (Seap). O número posiciona o estado entre os que apresentam maior controle sobre suas unidades prisionais no Nordeste, em um sistema que atualmente custodia mais de 14 mil pessoas.

A maior unidade do estado, a Penitenciária Estadual de Alcaçuz, em Nísia Floresta, é um dos principais exemplos desse cenário. O presídio completará cinco anos sem qualquer registro de fuga, resultado atribuído à combinação de investimentos em infraestrutura, uso de tecnologia e qualificação dos policiais penais.

Os dados foram apresentados à governadora Fátima Bezerra nesta sexta-feira (16), durante reunião de planejamento estratégico para 2026. Segundo o secretário Helton Edi, em 2025 houve apenas uma ocorrência de fuga no estado, envolvendo dois detentos, que foram posteriormente recapturados, além de bons resultados no combate à entrada de celulares nos presídios.

Para o próximo ano, o governo estadual prevê novos investimentos no sistema prisional, com recursos destinados à ampliação de vagas, obras estruturais, aquisição de equipamentos tecnológicos, renovação da frota, implantação de câmeras corporais e reforço das ações de assistência nas unidades prisionais.

 

Auxílio-doença por burnout dispara após reconhecimento legal

 


O auxílio-doença burnout passou a ocupar o centro do debate sobre saúde mental e relações de trabalho no Brasil. Dados do Ministério da Previdência Social revelam que os benefícios concedidos por transtornos ligados à organização do trabalho saltaram de 823, em 2021, para 4.880 em 2024. Além disso, apenas no primeiro semestre de 2025, já foram registradas 3.494 concessões, o que indica tendência de crescimento contínuo.

Esse avanço, no entanto, não ocorreu por acaso. Desde já, especialistas apontam que mudanças legais e maior reconhecimento do nexo entre adoecimento psíquico e atividade profissional explicam o aumento. Em contraste com anos anteriores, o esgotamento mental deixou de ser tratado como problema individual e passou a integrar o cálculo institucional do risco laboral.

Auxílio-doença burnout e novas regras trabalhistas

Em 2024, o Ministério do Trabalho e Emprego incluiu a síndrome de burnout no rol de doenças ocupacionais. Simultaneamente, a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-01) passou a exigir que empresas identifiquem, avaliem e controlem riscos psicossociais. Entre eles, destacam-se pressão excessiva por desempenho, jornadas prolongadas e ambientes organizacionais disfuncionais.

Segundo a advogada trabalhista Ana Gabriela Burlamaqui, o novo enquadramento jurídico não elimina a perícia do INSS, mas reduz a subjetividade na caracterização do adoecimento. Conforme explica, quando há comprovação do nexo causal ou concausal com o trabalho, o afastamento pode ser equiparado a acidente de trabalho, ampliando direitos do empregado. Por outro lado, as empresas passam a enfrentar maior responsabilidade sobre a prevenção desses riscos.

Na mesma linha, a advogada Elisa Alonso afirma que a legislação trata agora a saúde mental de forma objetiva. Além disso, a gestão de riscos psicossociais tornou-se obrigação empresarial, o que influencia tanto a concessão de benefícios quanto a judicialização das relações de trabalho.

Sintomas e impactos do esgotamento profissional

Segundo o Ministério da Saúde, a síndrome de burnout se manifesta por sintomas físicos, emocionais e comportamentais. Entre eles, aparecem cansaço extremo, esgotamento mental, irritabilidade, dificuldade de concentração e queda de desempenho. Além disso, surgem alterações no sono, dores de cabeça, ansiedade e sentimentos de fracasso.

 

Aluguel no Brasil dispara e pesa no bolso das famílias

 


O aluguel no Brasil registrou forte alta em 2025 e passou a pesar ainda mais no orçamento das famílias. Em várias capitais, os reajustes superaram com folga a inflação oficial, tornando a permanência no imóvel um desafio financeiro crescente. Embora o movimento já fosse esperado por especialistas, o ritmo surpreendeu muitos inquilinos.

Na zona sul de São Paulo, por exemplo, a auxiliar administrativa Suzane Ferreira sentiu o impacto direto. Após 30 meses de contrato, o proprietário do apartamento de 60 metros quadrados solicitou um reajuste de quase 30%. Depois de negociação, o aumento caiu para 25%, mas, ainda assim, provocou um aperto significativo nas contas do casal. Conforme relata Suzane, a alternativa de mudança acabou descartada porque outros imóveis na região estavam ainda mais caros.

Aluguel no Brasil sobe acima da inflação

Segundo o Índice FipeZap de Aluguel Residencial, os novos contratos firmados em 2025 tiveram aumento médio de 9,44%. Esse percentual representa quase o dobro do IPCA, índice usado como base para reajustes de contratos antigos. Além disso, o levantamento analisou anúncios em 36 cidades brasileiras, das quais 34 apresentaram alta nos preços. Entre as capitais, 21 das 22 pesquisadas registraram aumento.

De acordo com a economista Paula Reis, do Grupo OLX, dois fatores explicam o cenário. Por um lado, o mercado de trabalho aquecido elevou a renda média e aumentou a demanda por moradia. Por outro lado, a dificuldade de acesso ao financiamento imobiliário manteve muitas famílias no aluguel por mais tempo.

Atualmente, a taxa Selic em 15% ao ano encarece o crédito imobiliário. Como resultado, comprar a casa própria se tornou inviável para grande parte da população. Assim, mais pessoas permanecem no mercado de locação, o que, consequentemente, pressiona os valores cobrados pelos proprietários.

Apesar disso, especialistas avaliam que o ritmo de alta tende a desacelerar. Segundo Paula Reis, muitos imóveis já passaram por recomposição de preços que ficaram defasados durante a pandemia. Portanto, embora os reajustes devam continuar, a tendência é de aumentos menos agressivos nos próximos anos.

Enquanto isso, Belém, São Paulo e Recife seguem liderando o ranking das capitais com o metro quadrado mais caro para alugar.

 

Mercosul e União Europeia assinam acordo de livre comércio após 26 anos de negociação

 


O Mercosul e a União Europeia assinaram neste sábado (17), em Assunção, no Paraguai, um acordo de livre comércio negociado há 26 anos. O tratado envolve 720 milhões de pessoas e um PIB conjunto de US$ 22 trilhões.

Participaram da cerimônia os presidentes dos países do Mercosul, com exceção de Lula, que foi representado pelo chanceler Mauro Vieira. Também assinaram o acordo Ursula Von der Leyen e António Costa, líderes da União Europeia.

Pelo tratado, o Mercosul eliminará tarifas sobre 91% das exportações europeias em até 15 anos. Já a UE retirará tarifas de 92% dos produtos do Mercosul em até 10 anos.

Segundo o Ipea, o Brasil será o maior beneficiado, com crescimento de 0,46% no PIB até 2040 (cerca de US$ 9,3 bilhões), segundo um estudo do Ipea (Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas). Os investimentos devem subir 1,5%, e exportações e importações, 3%.

 

FOTOS: NASA levará astronautas para primeiro sobrevoo lunar em mais de meio século; foguete mede 98 metros e pesa mais de 5 milhões de quilos

 

A NASA iniciou os preparativos finais do foguete Space Launch System (SLS) para a missão que levará astronautas ao redor da Lua pela primeira vez em mais de 50 anos. O lançamento pode ocorrer já em fevereiro.

Com 98 metros de altura e mais de 5 milhões de quilos, o foguete foi levado neste sábado (17) à plataforma de lançamento, em um trajeto de seis quilômetros.

A missão não prevê pouso nem órbita lunar. O objetivo é apenas o sobrevoo da Lua. O voo deve durar cerca de 10 dias.

A tripulação será formada por Reid Wiseman, Victor Glover, Christina Koch e o canadense Jeremy Hansen. Eles serão os primeiros humanos a viajar à Lua desde 1972.

Antes da decolagem, a NASA ainda realizará um teste de abastecimento no início de fevereiro. A data final do lançamento dependerá dos resultados desse teste.

Blog do BG




Como fazer ovo na air fryer e nunca mais usar a frigideira

 


Você costuma fazer ovo na frigideira com óleo ou manteiga? Ou mesmo cozido em água? Saiba que tem uma forma mais prática, saudável e eficiente de preparar o alimento proteico: usando fritadeira a ar. Para cozinhar ovo na air fryer, o primeiro passo é pré-aquecer o aparelho a aproximadamente 135 °C por alguns minutos.

Em seguida, o alimento deve ser colocado diretamente no cesto, sem necessidade de água ou gordura. O tempo varia de acordo com o ponto desejado: de 9 a 11 minutos para gema mole, entre 11 e 13 minutos para gema cremosa e até 15 minutos para ovos totalmente cozidos.

Após o tempo indicado, recomenda-se colocar os ovos em água fria ou com gelo. O choque térmico interrompe o cozimento e facilita o processo de descascar, um dos maiores desafios do preparo tradicional.

Para garantir um bom resultado, é importante não sobrecarregar o cesto, permitindo que o ar circule livremente entre os ovos. Também vale fazer um primeiro teste para ajustar o tempo de acordo com a potência do aparelho, já que modelos diferentes podem apresentar pequenas variações.

Por que trocar a frigideira pela air fryer?
Além da economia de tempo, o novo método reduz a quantidade de louça suja e elimina o uso de óleo, o que agrada quem busca uma alimentação mais equilibrada.

Outro ponto positivo é a previsibilidade: diferente da frigideira, em que o controle do fogo exige atenção constante, a air fryer permite programar o tempo e seguir outras tarefas enquanto o alimento é preparado.

O ovo, conhecido por ser uma fonte acessível de proteína, vitaminas e minerais, mantém suas propriedades nutricionais sem alterações significativas na textura ou no sabor.

Metrópoles

 

Confira ranking dos estados do Nordeste que mais receberam turistas estrangeiros em 2025

 


O turismo internacional no Nordeste acompanhou o desempenho positivo do Brasil em 2025. O país encerrou o ano com 9.287.196 turistas estrangeiros, alta de 37,1% em relação a 2024, de acordo com a Embratur. Dentro desse cenário, alguns estados nordestinos se destacaram na atração de visitantes vindos do exterior, puxados principalmente pela ampliação de voos diretos e pela diversificação de mercados emissores.

Segundo a Embratur, o fluxo internacional chegou aos estados da região principalmente por aeroportos com operações regulares de voos internacionais. O ranking ficou assim:

Bahia – 202.335 turistas estrangeiros
Ceará – 112.643 turistas estrangeiros
Pernambuco – 108.115 turistas estrangeiros
Rio Grande do Norte – 32.383 turistas estrangeiros
Alagoas – 16.801 turistas estrangeiros
Bahia lidera com folga
A Bahia manteve a liderança no Nordeste em 2025, com 202.335 turistas estrangeiros, crescimento de 46% em relação ao ano anterior. Salvador concentrou a maior parte do fluxo internacional, enquanto Porto Seguro respondeu por uma fatia menor, entre 6% e 13% do total estadual.

Os argentinos foram o principal grupo de visitantes, somando 88.894 turistas, seguidos por portugueses, uruguaios, franceses e italianos. O protagonismo da Argentina repete um padrão já observado em anos anteriores.
Ceará se mantém em segundo lugar
O Ceará ficou na segunda posição, com 112.643 estrangeiros desembarcando no Aeroporto de Fortaleza, crescimento de 19,2% em relação a 2024. O estado manteve a mesma colocação registrada em 2019 e em 2024.

O perfil dos visitantes é majoritariamente europeu, com destaque para franceses e portugueses, além de argentinos, italianos e norte-americanos. A ampliação de rotas para a Europa e a estreia de novos voos internacionais ajudaram a sustentar o crescimento.

Pernambuco tem um dos maiores avanços
 
Pernambuco aparece logo atrás, com 108.115 turistas estrangeiros em 2025. O crescimento foi superior a 80%, um dos mais expressivos do Nordeste.

O resultado está ligado à chegada de novas companhias aéreas e à ampliação de voos para a Europa e a América do Sul. Argentinos e portugueses lideram o fluxo, seguidos por uruguaios, italianos e alemães.

Rio Grande do Norte e Alagoas avançam
 
O Rio Grande do Norte recebeu 32.383 estrangeiros, alta de 25% em relação a 2024, com predominância de turistas da Argentina, Portugal e Itália. A expectativa do setor é de avanço mais significativo a partir de 2026, com novas operações aéreas.

Já Alagoas fechou 2025 com 16.801 turistas estrangeiros, crescimento próximo de 33%. Os argentinos lideram as chegadas, impulsionados pela ampliação de voos internacionais para Maceió.

Os dados da Embratur indicam que, embora o turismo internacional no Nordeste ainda esteja concentrado em poucos estados, a região segue ampliando sua presença no mercado externo, com potencial de crescimento nos próximos anos.

Brasil bate recorde histórico de turistas internacionais
O Ministério do Turismo informou em janeiro de 2026 que, o Brasil viveu, em 2025, o melhor momento de sua história no turismo internacional. De acordo com a pasta, o país registrou 9.287.196 chegadas de turistas estrangeiros ao longo do ano, o maior volume já contabilizado na série histórica.

Segundo o ministério, esse fluxo equivale, na prática, a cerca de 3 mil voos internacionais desembarcando em território brasileiro em 2025, com visitantes vindos de diferentes regiões do mundo para conhecer destinos nacionais.

O resultado representa um crescimento de 37,1% em relação a 2024, ano que até então detinha o recorde histórico, com aproximadamente 6,7 milhões de turistas internacionais. Para o Ministério do Turismo, o avanço consolida o Brasil como um destino cada vez mais competitivo e atrativo no cenário global.

Fonte: Portal Grande Ponto