quinta-feira, 28 de maio de 2026

EXCLUSIVO: CAOS EM TANGARÁ! 'ATENÇÃO MINISTÉRIO PÚBLICO' - De Capital do Pastel à Cidade dos Urubus: O Escândalo do Lixo que Assombra a Gestão Augusto Alves!


 

A situação na outrora pacata e orgulhosa cidade de Tangará fugiu completamente do controle. O que era para ser o polo gastronômico da região virou um cenário de filme de terror pós-apocalíptico. Após as últimas chuvas, o descontrole com a limpeza urbana atingiu o ápice, revelando que o prefeito Augusto Alves subestimou gravemente as ocorrências pluviais deste ano.

O resultado? Uma cidade sufocada pelo lixo, pelo mato e pela incompetência administrativa.

Contrato de Milhões, Serviço de Tostões: A Matemática do Descaso

A população quer saber onde está o dinheiro. A Sanitize, atual prestadora de serviço, já é a segunda empresa de lixo contratada por esta administração — e, incrivelmente, a situação só piorou. O mais revoltante são os números que não batem:

  • Contrato com a Sanitize: R$ 233.993,95 (O valor mais alto de TODA a região!).
  • Efetivo nas ruas: Apenas 30 garis.
  • População desamparada: 15 mil habitantes dependendo de um grupo minúsculo de trabalhadores.

É matematicamente impossível que 30 valentes garis deem conta de uma cidade inteira enquanto a fatura do município ostenta cifras astronômicas. A secretaria responsável e seus funcionários simplesmente não conseguem dar conta de tanta demanda.

A Promessa Fantasma: 30 Dias de Mentiras

Há exatos 30 dias, o vereador e líder do prefeito foi a público encher o peito para anunciar um suposto “mutirão de limpeza”. A promessa pressupunha a contratação imediata de mais braços e de veículos pesados para arrancar a sujeira das ruas.

O balanço após um mês? Uma vergonha nacional. Hoje, não existe sequer UMA rua em Tangará que não esteja tomada por:

  • Mato alto e sem controle;
  • Lixo doméstico espalhado;
  • Entulho acumulado;
  • Metralha de construções abandonada nas calçadas.

IMAGENS FORTES: Moradores filmam o “Terror do Matadouro”

Cansados de promessas vazias, os próprios moradores viraram a fiscalização que a prefeitura não faz. Vídeos chocantes que circulam nas redes sociais mostram o completo abandono no entorno do Matadouro Público.

⚠️ CENÁRIO DE HORROR: O registro feito por um morador mostra uma quantidade alarmante de excrementos, uma fedentina insuportável que invade as casas e um verdadeiro festival de urubus sobrevoando o local. As famílias são obrigadas a conviver diariamente com esse foco de doenças, destruindo completamente a imagem pública do gestor Augusto Alves.

Da Cozinha para o Lixo: O Novo “Cardápio” de Tangará

O maior orgulho do prefeito sempre foi o turismo gastronômico, ostentando o famoso Festival do Pastel como a grande marca da cidade. Pois bem, a propaganda ruiu. Diante de tanta imundície e do descaso com a saúde pública, a internet não perdoou e o deboche virou revolta.

A piada macabra que corre a região é que, se o prefeito não limpar a cidade logo, o cardápio do próximo festival já está garantido: Tangará, a cidade do pastel com recheio de Urubu!

A população exige respostas. Até quando o dinheiro vai sumir e o lixo vai ficar? Veja o vídeo da denúncia abaixo e tire suas próprias conclusões!

 


Senadores apresentam PEC alternativa à da Câmara sobre escala 6 x 1

 


Um grupo de 36 senadores da oposição protocolou no Senado Federal, na madrugada desta quinta-feira (28), uma proposta de emenda à Constituição (PEC) alternativa ao texto aprovado horas antes pela Câmara dos Deputados sobre o fim da escala 6x1.

A proposta, registrada oficialmente como PEC 12/2026, é encabeçada por parlamentares ligados ao setor produtivo e conta com assinaturas de nomes do PL, entre eles o senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro.

O texto altera o artigo 7º da Constituição Federal para permitir que definições sobre jornada e escala de trabalho sejam estabelecidas mediante acordo individual entre empregado e empregador, convenção coletiva ou “livre pactuação contratual direta”.

Na prática, a proposta constitucionaliza princípios já previstos na reforma trabalhista de 2017 e se contrapõe ao texto aprovado pela Câmara, que reduz a jornada sem prever alteração proporcional nos salários.

A minuta da PEC, elaborada no gabinete do senador Rogério Marinho, estabelece que o contrato individual poderá prevalecer sobre instrumentos de negociação coletiva em determinadas situações. O texto afirma:

“É garantida a compensação de horários e a redução da jornada, mediante acordo individual, convenção coletiva de trabalho ou livre pactuação contratual direta entre empregado e empregador, inclusive por hora trabalhada, prevalecendo o disposto em contrato individual de trabalho sobre os instrumentos de negociação coletiva.”

Outro ponto central da proposta vincula o valor da hora trabalhada ao salário mínimo nacional ou ao piso salarial da categoria de forma proporcional à carga horária exercida. Pela redação apresentada, direitos trabalhistas como férias, 13º salário, FGTS e demais benefícios também passariam a ser calculados proporcionalmente às horas efetivamente trabalhadas.

Na justificativa, os autores afirmam que a proposta busca “ampliar a liberdade e autonomia do trabalhador na escolha de sua jornada de trabalho” e permitir maior flexibilidade nas relações trabalhistas.

Além da apresentação da PEC alternativa, senadores da oposição articulam estratégias regimentais para retardar a tramitação da proposta aprovada pela Câmara no Senado Federal.

CNN Brasil

Big Techs: Alcolumbre aciona jurídico e avalia suspender decretos de Lula

 


O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), mandou a consultoria jurídica da Casa analisar se o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) extrapolou prerrogativas do Executivo federal ao editar dois decretos que atualizam a regulamentação do Marco Civil da Internet.

“Decreto é uma prerrogativa, mas quando extrapola a prerrogativa cabe ao Congresso fazer a sustação do decreto na sua totalidade ou em parte. Então, estão estudando aqui”, disse o senador Esperidião Amin (PP-SC).

Um dos decretos estabelece diretrizes para a proteção de mulheres na internet e para o enfrentamento da violência contra mulheres em ambiente digital. O outro impõe regras mais rígidas para provedores de aplicações, exigindo canal de denúncias, representante legal no Brasil e permitindo a remoção de conteúdos criminosos sem ordem judicial.

Na prática, as novas regras impostas pelo governo ampliam a responsabilidade das plataformas digitais, as chamadas big techs, na remoção de conteúdo criminoso e exigem ações preventivas contra fraudes e violência. Especialistas em direito digital alertam que o texto contém conceitos vagos que abrem brechas para a censura.

O senador Magno Malta (PL-ES) apresentou dois projetos de decreto legislativo para tentar derrubar as medidas adotadas pelo presidente da República. Segundo ele, os decretos restringem a liberdade de expressão.

“Como no Brasil não tem ordenamento jurídico, não tem respeito, cada um escreve o que quer, do jeito que quer, eu digo: o Executivo e o Supremo Tribunal Federal são os componentes majoritários desse consórcio que manda e desmanda, que faz e desfaz, e que não respeita o ordenamento jurídico”, declarou.

Os dois decretos presidenciais também geraram reação na Câmara, onde também há iniciativas em tramitação com o mesmo teor.

“Eu vou conversar com o presidente [da Câmara] Hugo Motta, porque efetivamente um projeto de decreto legislativo votado na Câmara precisa obrigatoriamente ser votado no Senado. E, assim vice-versa, um projeto de decreto legislativo votado no Senado precisa obrigatoriamente ser votado na Câmara”, explicou Alcolumbre.

Embora seja um instrumento constitucional, o decreto legislativo para derrubar ato do Executivo é considerado uma medida rara e que gera debates jurídicos sobre a separação dos Poderes. Muitas vezes a discussão vai parar no STF (Supremo Tribunal Federal).

O caso mais recente envolveu a derrubada dos decretos do presidente Lula que aumentaram o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), em junho do ano passado. A elevação do tributo foi anunciada como uma maneira de reduzir os cortes no Orçamento.

Antes disso, um decreto presidencial não era derrubado desde 1992, durante o governo Fernando Collor. Naquela ocasião, o Congresso rejeitou um decreto que alterava as regras para o pagamento de precatórios. O ambiente político já estava conturbado e seis meses após a derrubada do legislativo se iniciou o processo de impeachment de Collor.

 CNN Brasil

Allyson se “apropria” da campanha do ex-governador Geraldo Melo

 


Nos bastidores da política potiguar já começou a circular uma pergunta curiosa: o pré-candidato ao Governo do Estado, Allyson Bezerra, estaria copiando a antiga campanha do ex-governador Geraldo Melo?

A observação ganhou força depois que Allyson passou a utilizar como marca política a música “Sopra Um Vento Forte no Rio Grande do Norte”, eternizada nas campanhas de Geraldo Melo e fortemente associada à trajetória política do ex-governador.

Na época, Geraldo Melo tinha como símbolo de campanha um tamborete. Agora, Allyson Bezerra adotou o chapéu de couro como marca visual do seu projeto político.

Nos meios políticos e jurídicos, também surgiu outro questionamento: Allyson Bezerra teria autorização para utilizar a música ligada à campanha de Geraldo Melo? Os direitos autorais pertencem a quem? Houve autorização formal para o uso político da canção por parte de familiares de Geraldo Melo?

 

Natália Bonavides e Mineiro têm pior desempenho do RN em ranking nacional de políticos

 


Os deputados federais Natália Bonavides e Fernando Mineiro ficaram entre os parlamentares do Rio Grande do Norte com pior desempenho no Ranking dos Políticos 2026, divulgado nesta quarta-feira (27), em Brasília.

O levantamento avalia os 594 integrantes do Congresso Nacional, sendo 513 deputados federais e 81 senadores, com base em critérios como presença em votações, combate à corrupção, uso de verbas públicas, qualidade legislativa e processos judiciais.

Natália Bonavides apareceu apenas na 410ª posição geral. Já Fernando Mineiro ficou ainda mais abaixo, ocupando a 418ª colocação.

Enquanto os parlamentares petistas ficaram próximos do fim da lista, nomes ligados à direita apareceram entre os melhores colocados do RN. O senador Styvenson Valentim ficou em 63º lugar, seguido do deputado federal General Girão, em 65º, e do senador Rogério Marinho, em 67º.

O deputado federal Sargento Gonçalves ocupou a 97ª posição.

Veja o ranking completo clicando aqui.

Com informações de Hellen Jambor, Portal da 96 FM

 

PCC no setor de combustíveis: operação identifica seis fintechs usadas como bancos da organização criminosa

 


O Gaeco do Ministério Público de São Paulo deflagrou nesta quinta-feira (28) a segunda fase da Operação Carbono Oculto, denominada Operação Fluxo Oculto, contra esquema de lavagem de dinheiro do PCC no setor de combustíveis. A informação é da CNN Brasil.

A ação cumpre 59 mandados de busca e apreensão em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná e Mato Grosso do Sul, com participação da Receita Federal, ANP, Secretaria da Fazenda estadual, Polícia Militar e Polícia Civil.

Os alvos principais são seis novas fintechs identificadas nas investigações e um esquema de adulteração de combustível por meio da mistura com nafta, um tipo de solvente petroquímico.

As investigações apontam que as fintechs atuavam como bancos paralelos do PCC, usados para compensações financeiras entre distribuidoras, postos de combustíveis, fundos de investimento e membros da organização.

Esses canais financeiros também eram utilizados para pagar colaboradores e custear despesas pessoais dos principais operadores do esquema, segundo o Ministério Público.

O Gaeco identificou ainda um núcleo dedicado ao desvio de nafta petroquímica, com venda simulada do solvente para empresas-fantasma, que na prática repassavam o produto para a Grande São Paulo.

Para viabilizar o esquema, os investigados recrutavam parentes, pessoas em situação de vulnerabilidade social e presos para abrir empresas em série em diferentes estados do país.

Além das fintechs, a movimentação financeira passava por fundos de investimento usados para ocultar os reais beneficiários das operações do PCC, segundo apuração conjunta do Gaeco com a Receita Federal.

Quatro fundos investigados na operação somam patrimônio estimado em R$ 205 milhões — crescimento superior a 200% em pouco mais de um ano.

Entre as empresas alvos da operação estão Ceopag, Fundopay, XBR Participações, America Payment, Sispay, Vpay, Smart Solutions, YAW Instituição de Pagamento e Ello Gestora de Recursos, além de administradoras e gestoras ligadas aos fundos investigados.

 

Dois homens são presos após “racha” provocar acidente na BR-304 em Mossoró

 


Dois homens foram presos pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) na noite desta quarta-feira (27) após provocarem um acidente durante uma disputa automobilística ilegal, conhecida como “racha”, na BR-304, em Mossoró, na Região Oeste do Rio Grande do Norte. O caso aconteceu por volta das 23h e deixou uma pessoa ferida.

Segundo a PRF, os suspeitos dirigiam dois carros de passeio e participavam de um “racha” na rodovia quando acabaram provocando um acidente envolvendo um terceiro veículo.

Os dois motoristas foram presos em flagrante com base no artigo 308 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), que criminaliza a participação em corrida, disputa ou competição automobilística não autorizada em via pública, colocando em risco a segurança viária. A ocorrência foi encaminhada para a Delegacia de Plantão da Polícia Civil em Mossoró.

De acordo com a legislação, a prática de “racha” pode resultar em pena de até três anos de detenção, além de multa e suspensão do direito de dirigir. Em situações que resultem em lesão grave ou morte, a punição pode chegar a dez anos de reclusão.

 

Fluxo Oculto e PCC: fintechs e desvio de nafta são principais alvos de ação

 


Órgãos de investigação e controle deflagaram, na manhã desta quinta-feira (28), a Operação Fluxo Oculto, desdobramento da Carbono Oculto, que investiga um esquema de fraudes, sonegação fiscal e lavagem de dinheiro ligado ao setor de combustíveis e com envolvimento do PCC (Primeiro Comando da Capital).

A operação é fruto de investigação do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) do MPSP (Ministério Público de São Paulo), em parceria com a Receita Federal, a ANP (Agência Nacional de Petróleo), a Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo e a Procuradoria-Geral do Estado. O cumprimento dos mandados conta ainda com participação da Polícia Militar e da Polícia Civil.

Segundo o Gaeco, as investigações identificaram a atuação de organizações criminosas que utilizavam fintechs, fundos de investimentos e empresas de fachada para movimentar recursos ilícitos e abastecer um mercado clandestino de combustíveis adulterados.

Um dos principais focos da nova etapa da investigação é o desvio de nafta petroquímica, produto usado na indústria química e petroquímica, mas que estaria sendo direcionado ilegalmente para postos e distribuidoras de combustíveis.

O que é a nafta

A nafta é um derivado do petróleo utilizado principalmente como matéria-prima da indústria petroquímica para produção de plásticos, solventes, combustíveis e produtos químicos.

Ela também pode ser usada como solvente industrial. Por ter custo inferior ao da gasolina, o produto costuma ser alvo de esquemas ilegais de adulteração de combustíveis.

De acordo com a investigação, grupos criminosos desviavam cargas de nafta petroquímica e simulavam operações comerciais falsas para ocultar o verdadeiro destino do produto.

Como funciona o esquema investigado

De acordo com a Receita Federal e o Gaeco, o grupo investigado utilizava empresas de fachada para simular compras legais de nafta junto a companhias do setor químico. Oficialmente, o produto teria destinação industrial. Na prática, porém, a substância era desviada para terminais de armazenamento de combustíveis na Grande São Paulo.

Segundo as investigações, a nafta era então adicionada irregularmente a tanques de combustíveis automotivos, adulterando a gasolina antes da distribuição para postos revendedores ligados ao esquema.  As autoridades afirmam que o esquema gerava lucro em diferentes frentes. Além da venda do combustível adulterado, a organização criminosa se aproveitaria de diferenças tributárias entre a nafta petroquímica e a gasolina para reduzir custos e ampliar ganhos ilícitos.

A Receita Federal estima que apenas esse núcleo investigado tenha causado prejuízo de aproximadamente R$ 200 milhões em tributos supostamente sonegados em dois anos.

As investigações apontam ainda que os envolvidos criavam empresas em diversos estados do país para dificultar o rastreamento das operações. Segundo o Ministério Público, os investigados utilizavam parentes, pessoas em situação de vulnerabilidade social e até presos para registrar pessoas jurídicas que apareciam formalmente como compradoras da nafta. O objetivo seria ocultar os verdadeiros operadores do esquema e dar aparência de legalidade às operações comerciais simuladas.

Além da adulteração de combustíveis, as autoridades identificaram um sistema financeiro paralelo usado para movimentar os recursos obtidos com as fraudes. Segundo a Receita Federal, seis fintechs investigadas atuavam como “bancos paralelos” da organização criminosa. Juntas, elas movimentaram mais de R$ 26 bilhões entre 2022 e 2025.

As apurações também identificaram o uso de fundos de investimento para ocultar patrimônio e dificultar a identificação dos beneficiários finais das operações financeiras. Quatro fundos investigados possuem patrimônio estimado em cerca de R$ 205 milhões, segundo os investigadores.

Nova fase da Carbono Oculto

Ao todo, estão sendo cumpridos 59 mandados de busca e apreensão com apoio de órgãos estaduais e federais, além dos Gaecos do Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Paraná.

Segundo o Ministério Público, a nova fase busca aprofundar a identificação das estruturas financeiras usadas pelo crime organizado no mercado de combustíveis e ampliar o rastreamento dos mecanismos de lavagem de dinheiro utilizados pelo grupo.

CNN Brasil

 

 

Caiado fala em trabalhar com Zema para evitar divisão da direita após discutir aliança

 


O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD), pré-candidato à Presidência da República, afirmou nesta quarta-feira (27) que pretende atuar ao lado do ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) para evitar divisões no campo da centro-direita durante a corrida eleitoral de 2026.

A declaração foi feita em Cuiabá (MT), onde participou de um evento com empresários do agronegócio. Zema e Caiado passaram a admitir a possibilidade de se unir na mesma chapa ainda no primeiro turno das eleições e tiveram um encontro na terça-feira (26) para discutir o tema.

Ao comentar a hipótese de aliança, o pré-candidato do PSD disse que as conversas têm priorizado a construção de um ambiente de "convivência pacífica" entre os nomes do mesmo espectro político.

"De maneira alguma nós iremos cair na tese da cizânia, da separação", afirmou.

Segundo ele, o objetivo central neste momento é garantir que as diferentes pré-candidaturas da centro-direita consigam chegar unidas ao segundo turno, evitando conflitos que fragilizem o grupo.

Caiado descreveu o encontro com Zema como um movimento estratégico, mais voltado à coordenação política do que à definição imediata de uma chapa. "Cada um de nós tem a sua parcela e vai trabalhando. Eu acredito muito na força dos debates", disse.

Para o ex-governador de Goiás, será nesse momento que os candidatos terão a oportunidade de demonstrar preparo, trajetória e capacidade de enfrentar temas como corrupção, segurança pública e reformas estruturais.

Ele também reconheceu que ainda enfrenta desafios de conhecimento junto ao eleitorado. "Hoje, uma parte significativa da população ainda não me conhece", afirmou, ao indicar que a exposição em debates na TV pode alterar esse cenário.

As declarações reforçam o tom adotado por Caiado desde a reunião com Zema, realizada em São Paulo, quando ambos discutiram a possibilidade de alinhamento já no primeiro turno. Nos bastidores, no entanto, aliados avaliam que qualquer definição mais concreta deve ocorrer apenas próximo ao prazo final para registro das candidaturas, em agosto.

Bolsonarismo

Questionado sobre o papel da família Bolsonaro nesse processo e sobre a necessidade de "estatura moral" para liderar uma candidatura presidencial, Caiado disse que cabe ao eleitor avaliar eventuais desgastes de outros nomes e afirmou que responde apenas por sua própria trajetória política.

"Estou respondendo pelos meus atos, pelos meus 40 anos de vida pública. Nunca fui envolvido em denúncia de corrupção, de negociata, de rachadinhas", declarou.

A acusação de "rachadinha" é uma das principais vidraças da candidatura de Flávio Bolsonaro (PL), que chegou a ser denunciado na Justiça em 2020 pelo caso.

Caiado, nesta quarta, fez um gesto de cautela ao tratar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), ressaltando que o capital político do ex-mandatário não pode ser ignorado. "Goste ou não, ele é um homem que vai pra rua e tem prestígio", disse.

O presidenciável afirmou também: "Se cada um tem um problema, ele que se explique. Isso não pode gerar discórdia ou dispersão entre as nossas bases".

Ele defendeu que a prioridade, neste estágio, é evitar o "esgarçamento" desse campo político e atuar para "que esse tecido da centro-direita não se rompa".

Zema foi criticado por bolsonaristas depois de atacar Flávio por causa da ligação com o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master. Na ocasião da revelação do caso, há duas semanas, o ex-governador de Minas chamou a situação de "imperdoável".

Folha de São Paulo

 

 

Falta de insulina na Unicat é um crime contra a vida das pessoas!




O blog não se cansa de denunciar o absurdo que acontece na Unicat e a falta de respeito com os pacientes. (relembre o último caso)

Agora a coisa ainda está pior.

O blog recebeu a denúncia que está faltando insulina há 5 meses. Insulina! 

É o tipo de medicação que muitas pessoas usam e que, na falta dela, podem morrer caso não mantenham o uso de forma correta.

Fátima Bezerra e seu secretário de saúde cometem um crime contra a vida das pessoas.

E como é prática da turma do PT, vão logo arrumar um culpado para isso: a burocracia.

Será que vão esperar as mortes para ter alguma ação concreta?

Alô, MP! Alô, Justiça!

Esse texto foi copiado do Blog do Gustavo Negreiros

PGR denuncia nove pessoas por esquema de venda de sentenças no STJ

 


A PGR (Procuradoria-Geral da República) denunciou nove pessoas suspeitas de participarem de um esquema de venda de sentenças no STJ (Superior Tribunal de Justiça).

A denúncia foi apresentada nesta quarta-feira (27) pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, ao STF (Supremo Tribunal Federal).

Entre os nomes dos denunciados estão um ex-servidor do STJ, lotado no gabinete da ministra Isabel Gallotti, a esposa dele; um ex-chefe de gabinete do STJ; uma advogada; operadores financeiros; um empresário e interessados nos resultados dos processos.

Os denunciados são acusados de terem cometido os crimes de corrupção ativa, corrupção passiva, violação de sigilo e lavagem de capitais.

A PGR diz na denúncia que foi formada uma “organização criminosa voltada ao pagamento e obtenção de vantagens pecuniárias ilícitas, em troca de interferências no resultado de decisões judiciais do STJ”.

CNN Brasil

EXCLUSIVO: CAOS EM TANGARÁ! 'ATENÇÃO MINISTÉRIO PÚBLICO' - De Capital do Pastel à Cidade dos Urubus: O Escândalo do Lixo que Assombra a Gestão Augusto Alves!

  A situação na outrora pacata e orgulhosa cidade de Tangará fugiu completamente do controle. O que era para ser o polo gastronômico da regi...