domingo, 22 de fevereiro de 2026

Governo Lula não consegue abrir mercado de aves e ovos na Índia, uma das principais pautas da viagem

 


O governo de Luiz Inácio Lula da Silva não conseguiu avançar na abertura do mercado indiano para aves e ovos durante a visita oficial a Índia. A comitiva voltou de Nova Déli sem um dos principais resultados esperados da viagem.

Segundo integrantes do governo e do setor ouvidos pela Folha, a negativa indiana ocorreu porque o Brasil não aceitou importar produtos como romã, lentilha e lácteos do país asiático, travando o acordo.

O Brasil é o maior exportador mundial de carne de frango, com cerca de 35% do mercado global, de acordo com o Ministério da Agricultura. A abertura do mercado indiano era considerada estratégica, já que o país é o mais populoso do mundo e tem o frango como principal fonte de proteína animal, devido a restrições culturais e religiosas ao consumo de carne bovina.

A viagem ocorreu a convite do primeiro-ministro Narendra Modi, e incluiu uma cúpula sobre inteligência artificial e encontros de Estado. O agronegócio estava entre as prioridades da agenda.

As tratativas haviam começado em outubro, com a visita do vice-presidente Geraldo Alckmin, e ganharam reforço com a presença de empresários do setor de proteínas, acompanhados pela ApexBrasil.

A decisão indiana afeta a estratégia brasileira de diversificação de mercados, hoje fortemente concentrada na China. Em 2024, o país asiático suspendeu por cerca de seis meses a importação de aves brasileiras após um caso de gripe aviária no Rio Grande do Sul, mesmo após o Brasil recuperar rapidamente o status sanitário. Com a reabertura do mercado chinês, as exportações de frango cresceram 17,5% no mês seguinte, segundo a S&P.

 

Brasileiro trabalha menos horas que a média global, indica levantamento com informações de 160 países

 


Trabalhadores brasileiros dedicam menos horas ao trabalho do que a média global. Dados de um banco internacional com informações de 160 países, analisados pelo economista Daniel Duque, do FGV Ibre, mostram que, em 2022 e 2023, a média mundial foi de 42,7 horas semanais, enquanto no Brasil ficou em 40,1 horas.

O banco de dados foi organizado pelos economistas Amory Gethin, do Banco Mundial, e Emmanuel Saez, da Universidade da Califórnia em Berkeley, com base em levantamentos da Organização Internacional do Trabalho e outras instituições.

Na comparação com 86 países com séries históricas longas, o Brasil ocupa a 38ª posição em horas trabalhadas. Quando se ajusta o ranking ao nível de produtividade e à estrutura demográfica, o país cai para o terço inferior, ficando em 60º lugar entre 85 países. Mesmo ao considerar impostos e transferências sociais, o Brasil segue abaixo do esperado.

Segundo Duque, a principal explicação parece ser cultural: uma preferência maior pelo lazer, antes mesmo de o país atingir níveis elevados de renda. O brasileiro trabalha, em média, 1 hora e 12 minutos a menos por semana do que seria esperado para seu nível de produtividade.

O estudo mostra que, à medida que os países enriquecem, tendem a reduzir a jornada. Na França, por exemplo, a média é de 31 horas semanais. O problema, segundo Duque, é que o Brasil “reduziu a jornada antes de ficar rico”.

Em rankings de “esforço adicional”, os Emirados Árabes Unidos lideram positivamente, enquanto países como Moldávia e Moçambique aparecem no extremo oposto. Já quando impostos e benefícios entram na conta, o destaque positivo é o Japão.

Para o economista Samuel Pessôa, também do FGV Ibre, trabalhar menos é uma escolha legítima, mas com impacto claro: menor renda per capita. Ele observa que parte da diferença de renda entre o Brasil e países como Coreia do Sul e Taiwan decorre não só da produtividade, mas do maior número de horas trabalhadas.

O debate ganha relevância no momento em que o país discute a redução da jornada, como o fim da escala 6×1. “Reduzir horas tem impacto econômico. A ideia de que já trabalhamos demais não se sustenta nos dados”, conclui Pessôa.

 

Homem que matou freira de 82 anos diz que “ouviu vozes” antes do crime

 


O homem que invadiu um convento no município de Ivaí (PR) e matou uma freira de 82 anos afirmou, neste domingo (22/2), que cometeu o crime porque “ouviu vozes” que diziam que deveria matar alguém.

A vítima se chamava Nadia Gavanski, era da Congregação das Irmãs Servas de Maria Imaculada e tinha 55 anos de vida religiosa.

Em depoimento à Polícia Civil do Paraná, o homem, que não teve a identidade divulgada, afirmou que fez uso de crack e álcool durante a madrugada e que, depois disso, passou a ouvir as vozes.

Ele pulou o muro e invadiu o convento, onde foi surpreendido por Nadia. A freira questionou sua presença no local, e ele respondeu que estaria trabalhando em um evento.

Segundo a versão apresentada pelo suspeito, Nadia não acreditou na explicação. Nesse momento, ele a empurrou. A idosa caiu e começou a pedir ajuda.

O homem afirmou que, em seguida, a atacou e a asfixiou. Disse não ter desferido golpes diretos na cabeça da vítima, mas admitiu que ela pode ter se ferido na queda. O suspeito também negou ter cometido violência sexual ou ter tido a intenção de furtar objetos.

Segundo a Polícia Militar do Paraná, o corpo de Nadia apresentava sinais de agressão. De acordo com o boletim de ocorrência, o homem foi detido em flagrante enquanto tentava fugir e estava com sangue nas mãos e nas roupas.

 

 

“Operação Medusa” prende duas mulheres suspeitas de homicídio e tráfico de drogas

 


A Operação Medusa  resultou na prisão em flagrante de duas mulheres, de 31 e 36 anos, neste sábado (21), no município de Assú. A ação foi deflagrada pela Polícia Civil do Rio Grande do Norte em conjunto com a Polícia Militar do Rio Grande do Norte.

Segundo as investigações, a suspeita de 31 anos participou diretamente de crimes como homicídio, tortura, cárcere privado e associação criminosa, com participação de menor. Após diligências, as equipes localizaram a mulher e efetuaram a prisão em flagrante. Em seguida, conduziram a suspeita à unidade policial para os procedimentos legais.

Operação Medusa mira homicídio e tráfico

Durante a continuidade da operação, os policiais se dirigiram à residência da segunda investigada, de 36 anos. No local, apreenderam substâncias entorpecentes, uma balança de precisão e dinheiro fracionado. Conforme a Polícia Civil, os itens indicam prática de tráfico de drogas. Diante dos fatos, os agentes autuaram a mulher em flagrante pelo crime.

Além disso, as forças de segurança destacaram que a operação faz parte de um conjunto de ações estratégicas voltadas ao combate à criminalidade na região do Vale do Açu. Dessa forma, as polícias reforçam a integração entre as instituições para ampliar a eficiência das investigações.

Posteriormente, as duas suspeitas seguiram para o sistema prisional, onde permanecem à disposição da Justiça. As autoridades continuam apurando o envolvimento de outros possíveis participantes nos crimes investigados.

 

1º BPM prende suspeito de tráfico de drogas no Passo da Pátria

 


O tráfico de drogas no Passo da Pátria voltou a ser alvo de ação policial neste sábado (21), quando equipes da Força Tática do 1º Batalhão de Polícia Militar (1º BPM) prenderam um homem suspeito de envolvimento com a comercialização de entorpecentes na comunidade, em Natal. A equipe realizava patrulhamento a pé quando identificou indivíduos em atitude suspeita.

Segundo a corporação, ao perceberem a aproximação dos policiais, alguns suspeitos efetuaram diversos disparos de arma de fogo. Diante da injusta agressão, os militares reagiram para cessar a ameaça e garantir a segurança da área. Em seguida, os agentes conseguiram abordar um dos envolvidos.

Durante a revista, os policiais encontraram uma bolsa de mão branca com detalhes marrons contendo 110 porções de substância amarelada análoga a crack. Além disso, apreenderam 17 porções de substância branca semelhante à cocaína, uma porção maior e outras 62 menores de substância esverdeada análoga à maconha.

Tráfico no Passo da Pátria: material apreendido

Além das drogas, a equipe recolheu três aparelhos celulares das marcas Samsung, Poco e Xiaomi. Também apreendeu R$ 80 em dinheiro fracionado, uma balança de precisão e um rolo de papel filme, materiais comumente utilizados para fracionar e embalar entorpecentes.

Conforme verificação no sistema, o homem já havia sido preso por tráfico de drogas no último dia 9 de fevereiro de 2026. No entanto, ele voltou a ser detido durante a nova ocorrência.

Posteriormente, os policiais conduziram o suspeito e todo o material apreendido à Central de Flagrantes da Zona Sul. Lá, a autoridade policial adotou os procedimentos legais cabíveis.

 

Corpo carbonizado é encontrado na zona rural de Mossoró

 


Um corpo carbonizado foi encontrado no Sítio Melancias, na zona rural de Mossoró, neste domingo (22). A vítima só deverá ser identificada após perícias realizadas pela Polícia Científica do Rio Grande do Norte.

De acordo com a Polícia Militar, um caçador teria encontrado o corpo e acionado os policiais. No local, foram encontradas cápsulas de pistola, além de uma munição intacta. A equipe também policial constatou que o corpo foi queimado com pneus.

O local foi isolado pela PM até a chegada da Polícia Científica e da Polícia Civil, que deverá investigar o crime. O corpo estava em uma área de difícil acesso.

Homem é morto a tiros na frente de casa em Macaíba

 


Um homicídio foi registrado na tarde deste domingo (22), no bairro Campo das Mangueiras, em Macaíba. A vítima estava em uma motocicleta e chegava em casa quando foi surpreendida por diversos disparos de arma de fogo. Ele não resistiu e morreu ainda no local.

De acordo com a Polícia Militar, a dinâmica do crime ainda é desconhecida. Além disso, a motivação do homicídio também segue sem esclarecimento. 

A Polícia Civil foi acionada e vai investigar o caso. O corpo da vítima será encaminhado para perícia na sede da Polícia Científica do Rio Grande do Norte.

Tiroteio termina com adolescente morto e criança baleada na zona Oeste de Natal

 


Um adolescente de 16 anos morreu após um tiroteio no bairro Bom Pastor, na zona Oeste de Natal, na noite desse sábado (21). Ele foi identificado como Jonathan Oliveira. Uma criança também foi atingida e socorrida para o hospital.

De acordo com a Polícia Militar, o adolescente e uma comparação tentaram assaltar uma pessoa que estava na rua. No entanto, a possível vítima do roubo estaria armada e reagiu. Houve um tiroteio e o adolescente acabou sendo atingido e morreu no local. Já a criança foi socorrida às pressas para a UPA da Cidade da Esperança. Em seguida, foi levado para o Walfredo Gurgel. O estado de saúde não foi atualizado.

A PM isolou o local da morte. A Polícia Científica do Rio Grande do Norte foi acionada para fazer o recolhimento do corpo. Já a Polícia Civil esteve na área para iniciar as investigações. A comparação não foi localizada. Uma motocicleta foi aprendida.

TANGARAENSE - Paraíba tem 473 vagas abertas em concursos com salários de mais de R$ 14 mil, neste mês de fevereiro

 


A Paraíba tem cinco editais de concurso público e processos seletivos com vagas abertas neste mês de fevereiro. São 473 oportunidades em diferentes áreas.

Confira as oportunidades disponíveis e como concorrer.

Concurso para professor da UFPB

  • Vagas: 32
  • Nível: superior com doutorado
  • Salário: de R$ 5.367,43 até R$ 14.288,85
  • Inscrições: até 2 de março de 2026
  • Provas objetivas: datas específicas para cada departamento
  • Edital do concurso para professor da UFPB

Concurso da prefeitura de Nova Floresta

  • Vagas: 136
  • Nível: fundamental, médio, técnico e superior
  • Salário: de R$ 1,5 mil a R$ 14 mil
  • Inscrições: até 22 de fevereiro de 2026
  • Provas objetivas: 12 de abril de 2026
  • Resultado final: 29 de maio de 2026
  • Edital do concurso da prefeitura de Nova Floresta

Concurso da prefeitura de Cuité

  • Vagas: 142
  • Nível: fundamental, médio, técnico e superior
  • Salário: de R$ 1,5 mil a R$ 6 mil
  • Inscrições: até 22 de fevereiro de 2026
  • Provas objetivas: 15 de março de 2026
  • Resultado final: 30 de abril de 2026
  • Edital do concurso da prefeitura de Cuité

Concurso da prefeitura de São Bento para professor EJA

Concurso da prefeitura de São José dos Cordeiros

 

Piso com suástica do Palácio da Redenção é exibido no Museu de João Pessoa: 'surgiu a necessidade de expor'

 



Uma peça do piso com suásticas do Palácio da Redenção, que foi sede oficial do governo da Paraíba por quase 200 anos e atualmente foi transformado no Museu de História da Paraíba, está em exibição no Museu da Cidade de João Pessoa. Ao g1, o responsável pelo museu, Iam Dantas, explicou o motivo para a exposição e disse que isso "surgiu de uma necessidade".

O então Palácio da Redenção teve o piso com suásticas gravadas por quase 60 anos, entre as décadas de 1930 e 1990. A decoração foi instalada em 1937, durante o mandato do governador Argemiro de Figueiredo. Naquele momento, o regime nazista de Hitler estava estabelecido na Alemanha. As peças só foram retiradas durante o governo de Antônio Mariz, em 1995.

Responsável pelo museu de João Pessoa, que é administrado pela Secretaria de Cultura do Governo Estadual, Iam Dantas disse que apenas um ladrilho está em exibição no local e que o restante das amostras estão guardadas, e sem previsão de exibição, no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Paraíba (Iphaep-PB).

"Como o espaço não foi contemplado no Museu de História da Paraíba, se foi pensando que deveria ser contado em algum lugar e surgiu a necessidade de expô-lo no museu da cidade", disse o responsável.

Em relação ao motivo pela exposição de uma peça que remete ao regime nazista, e que foi retirada do piso do Palácio da Redenção em meados da década de 1990 após reclamações de historiadores à época, ele disse que o "fato faz parte da história da cidade" e, portanto, "por que não exibi-la?".

"A pergunta deveria ser o oposto: por que não exibi-la? Esse evento faz parte da história da nossa cidade e é um fato que não pode ser apagado. É uma memória preservada em um objeto material", explicou.

A exposição das peças em um museu é uma promessa feita há 29 anos pelo então governador Antônio Mariz, que pediu a retirada do piso por se sentir incomodado com as suásticas no caminho para o seu gabinete e defendeu que “o Palácio da Redenção não poderia ser vitrine de nenhum pensamento ideológico”.

No ano passado, com a expectativa para inauguração do Museu de História da Paraíba, no prédio do antigo Palácio da Redenção, havia a possibilidade do material ter exposto no local, mas o que acabou não sendo confirmado. O museu foi inaugurado em outubro de 2025.

A história do piso de suásticas

Construído em 1586, o Palácio da Redenção foi residência oficial do governador da Paraíba e a sede do poder executivo estadual. Antes do início da restauração do prédio, o palácio era utilizado para eventos especiais do governo, como receber chefes de outros estados.

A estrutura do prédio passou por várias alterações ao longo desses mais de 400 anos de história e, em uma dessas reformas - na década de 30, mesma época da ascensão da Alemanha Nazista - foram instalados os ladrilhos com suásticas.

Há várias versões sobre a instalação do piso. O historiador José Octávio de Arruda Melo aponta o que seria a discussão mais aprofundada sobre a instalação das peças no seu livro “Os Italianos na Paraíba”.

Segundo o escritor, os ladrilhos foram instalados durante reformas solicitadas pelo então governador Argemiro de Figueiredo, que assumiu o cargo em 1935. Inicialmente, o historiador afirmava que o arquiteto Márcio de Lascio presenciou a instalação dos ladrilhos e disse que os símbolos representavam suásticas gregas, sem qualquer ligação com o nazismo. Porém, em uma nova edição do livro, o historiador considerou que os fatos não permitem essa conclusão.

Octávio destaca a posição de liderança do arquiteto Giovanni Gioia, apontado como o responsável pela instalação dos ladrilhos com suástica, na organização da ala militante do fascismo italiano na Paraíba, participando de um grupo que divulgava as ideias de Mussolini, seja por meio de livros, revistas, palestras e até por meio do ensino do idioma italiano. Ele também afirma que o arquiteto “fazia-se partidário da aliança da Itália de Mussolini com a Alemanha de Hitler”, após a celebração do Pacto de Aço.

Ainda segundo o livro do historiador, a ascensão dos nazistas em 1933 transformou a suástica em algo característico do governo de Hitler.

A historiadora Loyvia Almeida explica que as suásticas eram símbolos utilizados por antigos povos na Índia, China e por outras civilizações ainda mais antigas. Hitler se apropriou de um símbolo já existente e deu à suástica um novo significado. E a pesquisadora não acredita que as suásticas do Palácio da Redenção sejam referentes ao símbolo anterior ao governo nazista.

As suásticas nazistas costumam ser representadas viradas em um ângulo de 45 graus, mas o símbolo do piso não está nessa posição. De acordo com Loyvia Almeida, apesar de não apresentar esse ângulo, o piso faz referência ao nazismo porque era um símbolo em ascensão nesse período histórico em várias partes do mundo, inclusive no Brasil.

A retirada dos ladrilhos

O governador Antônio Mariz decidiu retirar os ladrilhos com suásticas em fevereiro de 1995, no segundo mês do seu curto governo. Ele ordenou a retirada porque considerou que o elemento decorativo não pertence à composição original do Palácio da Redenção e foi colocado em uma época posterior à construção do prédio histórico.

O superintendente da Suplan na época, Paulo Souto, afirmou que estavam sendo retirados cerca de 90 metros de mosaicos com suásticas.

Dois dias depois da retirada, no dia 17 de fevereiro, o ex-governador Antônio Mariz disse em entrevista ao programa de rádio “A Voz da Cidadania”, também registrada em matéria do Jornal da Paraíba, que “o Palácio da Redenção não pode ser vitrine de nenhum pensamento ideológico”.

Mariz também disse que se sentia mal ao entrar no Palácio e ver o símbolo nazista ostentado no piso que dá acesso ao seu gabinete.

Em 14 de fevereiro de 1995, o Jornal da Paraíba afirma que as peças seriam levadas para um Museu do Estado. Os ladrilhos foram guardados na sede da Superintendência de Obras do Plano de Desenvolvimento do Estado (Suplan).

 


Homem é preso suspeito de atirar em mulher após discussão em bar, em João Pessoa

 


Um homem foi preso suspeito de atirar em uma mulher na madrugada deste domingo (22), em João Pessoa. O caso aconteceu em um bar, no bairro José Américo, mas o suspeito foi preso na avenida Epitácio Pessoa, depois de ter fugido do local.

Segundo a Polícia Militar, a vítima e o suspeito tiveram um desentendimento no bar. Em seguida, o homem saiu do estabelecimento e voltou minutos depois armado, quando atirou na mulher.

A delegada Flávia Assad, da Polícia Civil, informou que a vítima foi atingida com dois tiros, um na mandíbula e outro na região da testa.

Após os tiros, o suspeito fugiu, mas foi localizado e preso pouco tempo depois, em um veículo, na bifurcação da avenida Epitácio Pessoa com a Ruy Carneiro. Ainda de acordo com a Polícia Militar, ele já tinha passagens pela polícia por homicídio.

Com o suspeito, foram apreendidas três pistolas e uma grande quantidade de munições.

A vítima, uma mulher de 24 anos, foi socorrida pelo Samu e encaminhada ao Hospital de Trauma de João Pessoa. Ela passou por procedimentos de urgência e, apesar do estado ser considerado grave, o quadro clínico é estável.

 

Governo Lula não consegue abrir mercado de aves e ovos na Índia, uma das principais pautas da viagem

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