O Procon Natal realizou pesquisa de preços do milho
verde, entre os dias 8 e 18 de junho, e acordos aumento de 32% no valor da
espiga em relação ao ano passado. O preço médio passou de R$ 0,85 para R$ 1,25
nos pontos de venda e feiras livres da capital.
Segundo o Procon, o levantamento foi realizado em
feiras tradicionais, como Carrasco (zona Oeste), além de Igapó e Panorama (zona
Norte). Nesses locais, a espiga foi encontrada com preços entre R$ 0,80 e R$
1,50, registrando média de R$ 1.
Nos pontos tradicionais de comercialização do
produto durante o período junino, como o Centro de Agricultura Familiar e os
canteiros das avenidas Jaguarari e das Alagoas, o preço médio foi de R$ 1,10,
variando entre R$ 1,00 e R$ 1,60.
Nos supermercados, hipermercados e atacarejos
pesquisados, o milho é vendido em bandejas com cinco unidades. O preço médio
encontrado foi de R$ 9,02, contra R$ 7,63 registrados em 2025, representando
aumento de 15,46%. Os preços variaram entre R$ 6,29 e R$ 14,79.
Já a chamada “mão de milho”, com 50 unidades,
apresentou preço médio de R$ 60,00 este ano, ante R$ 42,50 em 2025. Nas feiras
livres, os preços variaram entre R$ 40,00 e R$ 60,00, enquanto nos pontos de
venda foram encontrados valores entre R$ 50,00 e R$ 80,00.
A pesquisa também apontou que, nos últimos quatro
anos, o preço da espiga acumulou alta de 38%. Em 2023, o valor médio era de R$
0,90; em 2024, R$ 0,80; em 2025, R$ 0,85; e, em 2026, chegou a R$ 1,25.
O Procon Natal orienta os consumidores a pesquisar
antes de comprar e, sempre que possível, anteciparem as compras juninas, já que
a demanda tende a elevar os preços. Durante o período analisado, por exemplo, a
espiga passou de R$ 1,00 na primeira semana para R$ 1,50 na segunda,
registrando aumento de 50%.
Para denúncias ou orientações, os consumidores podem
procurar a sede do Procon Natal, na Rua Ulisses Caldas, 181, Cidade Alta, ou
entrar em contato pelo WhatsApp (84) 3232-6189.