domingo, 4 de outubro de 2026

Nunes Marques suspende decisão que barrou candidatura de Deltan ao Senado

 


O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, suspendeu neste domingo (4) a decisão que havia indeferido o registro da candidatura de Deltan Dallagnol (Novo) ao Senado pelo Paraná. Com a medida, Deltan permanece com a candidatura na situação de “deferida com recurso” e os votos recebidos neste domingo serão processados, com a validade condicionada ao julgamento do caso pelo Plenário da Corte.

A decisão suspensa havia sido tomada na noite deste sábado (3) pelo ministro Floriano de Azevedo Marques. De forma individual, o ministro reformou o entendimento do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), que havia autorizado a candidatura de Deltan por quatro votos a três, e determinou que o registro fosse alterado para indeferido. Floriano também havia considerado nulos os votos atribuídos à chapa.

Ao analisar um pedido apresentado pela Coligação Fortaleza do Paraná, Nunes Marques afirmou que não estava examinando o mérito da discussão sobre a inelegibilidade de Deltan. Segundo o presidente do TSE, essa análise cabe ao Plenário da Corte.

SBT News

 

Alerta em Tangará e Região: Páginas de divulgação no Instagram Usam Sensacionalismo e Informações Sem Comprovação com as autoridades

 

Nos últimos meses, moradores de Tangará e de cidades vizinhas têm notado um aumento expressivo no surgimento de perfis  no Instagram que se apresentam como canais de notícias, as vezes feito para divulgação de lojas porém estão tendo outra atividade sob o pretexto de informar, muitas dessas páginas estão divulgando relatos de crimes, acidentes e ocorrências policiais sem nenhuma checagem com as autoridades competentes, como a Polícia Militar e a Polícia Civil.

 A busca desenfreada por engajamento e curtidas — os chamados "caçadores de likes" — tem levado à disseminação irresponsável de boatos na região. Em diversos casos recentes, notícias alarmantes foram publicadas, gerando pânico na população, e apagadas logo em seguida sem qualquer nota de retratação ou pedido de desculpas. Esse comportamento revela a ausência total de compromisso ético e profissional com a verdade.

 Irresponsabilidade e Implicações Legais

 O jornalismo exige checagem rigorosa, cruzamento de dados e confirmação com fontes oficiais antes de qualquer publicação. Espalhar informações não apuradas ou boatos não é apenas irresponsável; pode configurar infração penal e cível:

 Calúnia, Difamação e Injúria: Atribuir falsamente a alguém a prática de um crime ou expor a honra alheia são condutas previstas no Código Penal Brasileiro.

 Comunicação Falsa de Crime ou Anúncio de Perigo Inexistente: Provocar o alarde de perigo ou fingir a ocorrência de um crime gera confusão e mobiliza forças de segurança desnecessariamente, o que é contravenção penal.

 O Mito do Anônimo: Administrar um perfil "sem rosto" não garante impunidade. Por meio de determinações judiciais, as plataformas são obrigadas a fornecer o endereço de IP e os dados de identificação dos administradores aos órgãos policiais e à Justiça.

 Como o Leitor Deve Se Proteger

 Para não ser manipulado por conteúdos enganosos nem contribuir com a corrente da desinformação, a orientação para a população local é clara:

 Cheque a Fonte: Dê preferência a veículos reconhecidos, que possuem expediente público, jornalistas identificados e histórico de responsabilidade.

 Exija Confirmação Oficial: Desconfie de postagens que utilizam termos vagos como "segundo populares" sem apresentar a palavra de órgãos oficiais (Polícia Civil, PM, Corpo de Bombeiros ou órgãos municipais).

 Não Repasse sem Certeza: Antes de compartilhar nos stories ou em grupos de WhatsApp, confirme se a informação procede em canais oficiais.

 Denuncie na Plataforma: Caso identifique perfis propagando desinformação ou difamação de forma anônima, utilize a ferramenta de denúncia do próprio Instagram.

 Informação é um serviço público e exige responsabilidade. O compromisso com a verdade e o respeito à comunidade devem estar sempre acima de qualquer contagem de curtidas.

 Blog Tangaraense

VOTAÇÃO NO EXTERIOR: Flávio Bolsonaro foi o mais votado pelos brasileiros no Japão com 73,4% dos votos válidos

 


Flávio Bolsonaro (PL) foi o candidato à Presidência mais votado pelos brasileiros no Japão neste domingo, 4. A soma dos 119 boletins de urna disponibilizados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostra que o candidato do PL somou 24.601 votos, o que corresponde a 67,1% dos 36.627 eleitores que foram votar nas seções do país.

Considerando apenas os votos válidos (descontando brancos e nulos), a fatia do senador sobe para 73,4%. Luiz Inácio Lula da Silva, por sua vez, recebeu 5.234 votos, ou 15,6%.

A diferença entre os dois foi de 19.367 votos. Flávio ficou à frente de Lula nas três jurisdições que organizam o eleitorado brasileiro no país, identificadas pelo TSE como Tóquio, Nagóia e Hamamatsu.

O levantamento reúne os boletins das 43 seções principais de Tóquio, das 58 de Nagóia e das 18 de Hamamatsu. As seções agregadas, cujos votos já aparecem no boletim de outra seção, não foram contadas novamente. Os documentos podem ser consultados na área de arquivos de urna do portal de resultados do TSE.

Exame

Suspeito é preso com moto roubada e simulacro após perseguição

 


Policiais militares da viatura B05-11 prenderam um homem identificado como Vitor Mateus, durante patrulhamento ostensivo na região do Conjunto Cidade Satélite, em Natal.

Segundo informações repassadas pela equipe policial, a ocorrência teve início na Rua Francisco de Sá, quando os militares iniciaram um acompanhamento tático ao suspeito. A abordagem foi concluída na Rua Freire de Lemos, no bairro Planalto.

Durante a ação, os policiais apreenderam uma motocicleta com registro de roubo em Parnamirim, além de um simulacro de pistola. Conforme o relato policial, o objeto teria sido utilizado na prática do crime.

Após a prisão, o suspeito e o material apreendido foram encaminhados à delegacia responsável, onde foram realizados os procedimentos cabíveis.

A ocorrência contou ainda com o apoio de viaturas do 9º Batalhão da Polícia Militar (9º BPM) e de outras unidades da corporação.

 

Pesquisa Veritá aponta disputa acirrada para a Presidência em 2026: Flávio Bolsonaro lidera com 47% e Lula tem 45%

 


BRASÍLIA — Levantamento nacional divulgado pelo Instituto Veritá traz um cenário de forte polarização para as Eleições Presidenciais de 2026. De acordo com os dados da pesquisa realizada entre o final de setembro e o início de outubro de 2026, o senador Flávio Bolsonaro soma 47% das intenções de voto, enquanto o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece com 45%.  

A vantagem de Flávio Bolsonaro sobre Lula é de 2 pontos percentuais (p.p.). Demais candidatos citados somam 8% do eleitorado no levantamento.  

Metodologia e Dados Técnicos

 Instituto responsável: Instituto Veritá  

 Amostra: 40.500 entrevistas realizadas em todas as 27 Unidades da Federação (UFs)  

 Período de campo: 26 de setembro a 2 de outubro de 2026  

 Intervalo de confiança (IC): 95%  

 Margem de erro: Variando de ±2,0 a ±3,5 pontos percentuais  

 Registros no TSE: BR-02268, BR-09649, BR-08027, BR-05342, BR-029816, BR-08782, BR-08274, BR-01346, BR-05946, BR-01770, BR-09434, BR-02068, BR-06095, BR-09847, BR-03172, BR-06091, BR-02454, BR-01993, BR-00437, BR-05406, BR-02958, BR-09126, BR-01717, BR-00261, BR-04355, BR-01487 e BR-09668/2026.

 

VOTAÇÃO NO EXTERIOR: Lula vence na Malásia e em Singapura

 


A apuração antecipada dos votos no exterior para o primeiro turno das Eleições 2026 segue avançando na Ásia. Com o encerramento das urnas devido à diferença de fuso horário, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) garantiu vitórias expressivas tanto na Malásia quanto em Singapura.

Malásia

No território malásio, Lula obteve a maioria dos sufrágios entre os eleitores brasileiros cadastrados. Dos 82 votos válidos contabilizados, o petista somou 44 votos, seguido por Flávio Bolsonaro (PL), que registrou 27.

Lula: 44 votos

Flávio Bolsonaro: 27 votos

Renan Santos: 7 votos

Escritor Augusto Cury: 3 votos

Zema: 1 voto

Ronaldo Caiado: 1 voto

Singapura

Em Singapura, onde o volume de votantes foi maior, Lula também conquistou uma vitória ampla. Dos 348 votos válidos, o atual presidente recebeu 190 votos. Flávio Bolsonaro ficou na segunda colocação com 92 votos. A seção também registrou 16 votos entre brancos e nulos.

Lula: 190 votos

Flávio Bolsonaro: 92 votos

Renan Santos: 22 votos

Escritor Augusto Cury: 21 votos

Zema: 12 votos

Ronaldo Caiado: 6 votos

Rui Costa Pimenta: 2 votos

Samara: 2 votos

Clariana Barão: 1 voto

Brancos e nulos: 16 votos

Panorama geral

Estes dados fazem parte dos primeiros boletins de urna divulgados pelos consulados no exterior. O resultado oficial consolidado de todo o pleito, englobando a votação nacional e internacional, será divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) após o encerramento geral da votação, às 17h (horário de Brasília).

Com informações do G1

 

ELEIÇÕES 2026: Quaest divulga pesquisas para governador em 25 estados e no Distrito Federal; veja os votos válidos

 


A Quaest divulgou, na reta final das Eleições 2026, uma nova rodada de pesquisas para os governos estaduais. Os levantamentos foram realizados, em sua maioria, entre os dias 2 e 3 de outubro, na véspera do primeiro turno.

 Confira abaixo os resultados organizados por região e estado, considerando os votos válidos, cálculo que exclui brancos, nulos e eleitores indecisos.

 🗺️ REGIÃO NORTE

 🇧🇷 ACRE

 Mailza Assis (PP) — 41%

Alan Rick (Republicanos) — 37%

Tião Bocalom (PSDB) — 16%

Thor Dantas (PSB) — 5%

Dr. Luisinho (Agir) — 1%

 🇧🇷 AMAPÁ

 Dr. Furlan (PSD) — 53%

Clécio Luís (União Brasil) — 47%

Carlos Cley (PSTU) — 0%

Delegado Marcos (DC) — 0%

Jairo Palheta (PCO) — 0%

 🇧🇷 AMAZONAS

 Omar Aziz (PSD) — 40%

Professora Maria do Carmo (PL) — 25%

Roberto Cidade (União Brasil) — 24%

David Almeida (Avante) — 11%

Cabo Daciolo (Mobiliza) — 0%

Gilberto Vasconcelos (PSTU) — 0%

Isael Munduruku (Rede) — 0%

 🇧🇷 PARÁ

 Dr. Daniel (Podemos) — 57%

Hana Ghassan (MDB) — 40%

Araceli Lemos (PSOL) — 2%

Ruth Reis (Democrata) — 1%

Gal Leite (UP) — 0%

Well Macedo (PSTU) — 0%

 🇧🇷 RONDÔNIA

 Marcos Rogério (PL) — 53%

Adailton Fúria (PSD) — 24%

Hildon Chaves (União) — 15%

Expedito Netto (PT) — 7%

Samuel Costa (PSB) — 1%

Pedro Abib (MDB) — 0%

 🇧🇷 RORAIMA

 Arthur Henrique (PL) — 64%

Soldado Sampaio (Republicanos) — 34%

Farah Mesquita (Solidariedade) — 1%

Rosi Aires (PSOL) — 1%

Clébio Genuíno (PCO) — 0%

 🇧🇷 TOCANTINS

 Professora Dorinha (União) — 46%

Vicentinho Júnior (PSDB) — 41%

Laurez Moreira (PSD) — 11%

Ataídes Oliveira (Novo) — 1%

Siqueira Campos Jr. (Democrata) — 1%

Du Pereira (DC) — 0%

Professor Witer Naves (PSOL) — 0%

 🗺️ REGIÃO NORDESTE

 🇧🇷 ALAGOAS

 Renan Filho (MDB) — 50%

JHC (PSDB) — 49%

Lenilda Luna (UP) — 1%

Márcio Jambo (Democrata) — 0%

 🇧🇷 BAHIA

 Jerônimo Rodrigues (PT) — 52%

ACM Neto (União Brasil) — 48%

Ariel Capistrano (DC) — 0%

Aroldo Felix (UP) — 0%

Maria Bona (PCO) — 0%

Ronaldo Mansur (PSOL) — 0%

 🇧🇷 CEARÁ

 Elmano de Freitas (PT) — 50%

Ciro Gomes (PSDB) — 49%

Delegado Huggo (Missão) — 1%

Danilo Soares (Democrata) — 0%

Ieri Braga (PCO) — 0%

Serley Leal (UP) — 0%

Vera Lúcia (Novo) — 0%

Zé Batista (PSTU) — 0%

 🇧🇷 MARANHÃO

 Eduardo Braide (PSD) — 52%

Orleans Brandão (MDB) — 35%

Felipe Camarão (PT) — 10%

Roberto Rocha (PRTB) — 2%

André Luís (Missão) — 1%

Dimas Cassimiro (PCO) — 0%

Reginaldo Lima (PCB) — 0%

Saulo Arcangeli (PSTU) — 0%

 🇧🇷 PARAÍBA

 Lucas Ribeiro (PP) — 61%

Efraim Filho (PL) — 23%

Cícero Lucena (MDB) — 16%

Camilo Duarte (PCO) — 0%

Yuri Ezequiel (UP) — 0%

 🇧🇷 PERNAMBUCO

 Raquel Lyra (PSD) — 52%

João Campos (PSB) — 47%

Ivan Moraes (PSOL) — 0%

Guilherme Fonseca (PSTU) — 0%

Professora Camila (UP) — 0%

Renan Hallais (Missão) — 0%

Victor Assis (PCO) — 0%

 🇧🇷 PIAUÍ

 Não houve levantamento estadual da Quaest incluído nesta rodada nacional.

 O Piauí não aparece entre os 25 estados relacionados na cobertura das últimas pesquisas Quaest para governos estaduais. Há, entretanto, outros institutos com pesquisas registradas para o estado.

 🇧🇷 RIO GRANDE DO NORTE

 Allyson (União) — 37%

Cadu de Lula (PT) — 32%

Álvaro Dias (PL) — 29%

Rodrigo Bolsonaro (Agir) — 1%

Arinalda do MLB (UP) — 0%

Dário Barbosa (PSTU) — 0%

Henrique Lyra (PCO) — 0%

Godeiro Linhares (DC) — 0%

 🇧🇷 SERGIPE

 Fábio (PSD) — 55%

Valmir de Francisquinho (Republicanos) — 44%

Dr. Helton (PSOL) — 1%

Taty Cristina de Jesus (Democracia Cristã) — 0%

 🗺️ REGIÃO CENTRO-OESTE

 🇧🇷 DISTRITO FEDERAL

 Celina Leão (PP) — 53%

Leandro Grass (PT) — 32%

Paula Belmonte (PSDB) — 10%

Cappelli (PSB) — 2%

Kiko Caputo (Novo) — 2%

Professora Samara Mineiro (UP) — 1%

Professor Robson (PSTU) — 0%

Expedito Mendonça (PCO) — 0%

 🇧🇷 GOIÁS

 Daniel Vilela (MDB) — 57%

Wilder Morais (PL) — 20%

Marconi Perillo (PSDB) — 18%

Luis Cesar Bueno (PT) — 5%

Luciana Amorim (UP) — 0%

Danilo Pinheiro (PCO) — 0%

 🇧🇷 MATO GROSSO

 Otaviano Pivetta (Republicanos) — 54%

Wellington Fagundes (PL) — 28%

Doutora Natasha (PSD) — 13%

Sargento Laudicério (Agir) — 3%

Maurício Coelho (Mobiliza) — 1%

Rafaell Milas (Missão) — 1%

 🇧🇷 MATO GROSSO DO SUL

 Eduardo Riedel (PP) — 67%

Fábio Trad (PT) — 23%

Delcídio Amaral (PRD) — 4%

João Henrique Catan (Novo) — 4%

Jeferson Bezerra (Agir) — 1%

Lucien Rezende (PSOL) — 1%

Daniel Lemes (PCO) — 0%

Economista Renato Gomes (DC) — 0%

 🗺️ REGIÃO SUDESTE

 🇧🇷 ESPÍRITO SANTO

 Lorenzo Pazolini (Republicanos) — 45%

Ricardo Ferraço (MDB) — 41%

Helder Salomão (PT) — 12%

Breno Barcelos (Missão) — 2%

Rafael Demuner (UP) — 0%

 🇧🇷 MINAS GERAIS

 Cleitinho Azevedo (Republicanos) — 54%

Patrus Ananias (PT) — 23%

Alexandre Kalil (PDT) — 10%

Flávio Roscoe (PL) — 6%

Mateus Simões (PSD) — 4%

Gabriel (MDB) — 2%

Ben Mendes (Missão) — 1%

Henrique Áreas (PCO) — 0%

Indira Xavier (UP) — 0%

Professor Túlio Lopes (PCB) — 0%

Rafael Duda (PSTU) — 0%

 🇧🇷 RIO DE JANEIRO

 Eduardo Paes (PSD) — 49%

Douglas Ruas (PL) — 40%

Anthony Garotinho (Republicanos) — 6%

William Siri (PSOL) — 3%

André Marinho (Novo) — 1%

Coronel Busnello (Missão) — 1%

Cyro Garcia (PSTU) — 0%

Juliete (UP) — 0%

Luan Monteiro (PCO) — 0%

 🇧🇷 SÃO PAULO

 Tarcísio de Freitas (Republicanos) — 60%

Fernando Haddad (PT) — 36%

Vera Lúcia (PSTU) — 2%

Vivian Mendes (UP) — 2%

Carlos Machado (PCB) — 0%

 🗺️ REGIÃO SUL

 🇧🇷 PARANÁ

 Sergio Moro (PL) — 43%

Sandro Alex (PSD) — 29%

Requião Filho (PDT) — 27%

Luiz França (Missão) — 1%

Adriano Funileiro (PCO) — 0%

Alexandre Salomão (Mobiliza) — 0%

Samuel de Mattos (PSTU) — 0%

Tayná Miessa (UP) — 0%

 🇧🇷 RIO GRANDE DO SUL

 Luciano Zucco (PL) — 52%

Juliana Brizola (PDT) — 35%

Gabriel Souza (MDB) — 12%

Marcelo Maranata (PSDB) — 1%

Cesar Pontes (PCO) — 0%

Priscila Voight (UP) — 0%

Rejane de Oliveira (PSTU) — 0%

 🇧🇷 SANTA CATARINA

 Jorginho Mello (PL) — 71%

João Rodrigues (PSD) — 14%

Gelson Merisio (PSB) — 12%

Marcelo Brigadeiro (Missão) — 2%

Professor Marcus Sodré (PSTU) — 1%

Laís Chaud (UP) — 0%

Ralf Zimmer (PRD) — 0%

Bruno Pedreiro do PCO (PCO) — 0%

 📊 O que são os votos válidos?

Os votos válidos são calculados desconsiderando votos brancos, nulos e eleitores indecisos. É essa base que é utilizada para definir o resultado oficial da eleição.

As pesquisas da Quaest também utilizam um modelo que considera a probabilidade de comparecimento do eleitor às urnas, conhecido como likely voter, para estimar os votos válidos.

📌 Metodologia

Os levantamentos mais recentes foram realizados, em geral, entre 2 e 3 de outubro de 2026, com margens de erro que, nos levantamentos citados acima, ficaram em torno de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%.

Os números devem ser interpretados como um retrato das intenções de voto no momento da realização das entrevistas, e não como resultado da eleição.

Fonte: Instituto Quaest e veículos contratantes dos levantamentos

 

RN tem 112 projetos solares revogados e deixa de gerar 5,63 GW de potência

 


Ananda Miranda
Repórter

O número de projetos solares revogados no Rio Grande do Norte passou de 21 em 2025 para 91 até setembro de 2026. Ao todo, foram 112 processos nos dois anos, relacionados a empreendimentos que somavam 5,63 GW de potência prevista, segundo dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) repassados à TRIBUNA DO NORTE. Entre os fatores que justificam as revogações estão dificuldades de escoamento da energia, curtailment (cortes na geração determinados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico) e excesso de oferta.

Somente em 2026, os processos de revogação registrados no RN representam 17,9% das 507 revogações registradas no Nordeste no período. As outorgas dos projetos foram revogadas pela Aneel a pedido dos próprios empreendedores, após os empreendimentos perderem viabilidade econômica.

Em nota, a Aneel respondeu que parte relevante das revogações no RN está associada à chamada “Corrida do Ouro”, período em que diversos projetos solicitaram outorga para assegurar o direito ao desconto nas Tarifas de Uso da Rede, mesmo sem viabilidade econômica comprovada.

Posteriormente, muitos empreendedores enfrentaram dificuldades para viabilizar os projetos em razão de fatores como restrições de escoamento na rede, curtailment e excesso de oferta de geração em relação à demanda atual do país, de acordo com a Aneel.

Os projetos revogados estão distribuídos por diferentes municípios do RN, com maior concentração em Assú, que reúne 46 empreendimentos, seguido por Currais Novos e Pedro Avelino, com 12 cada, e Parazinho, com oito.

A ENGIE Brasil solicitou à ANEEL o cancelamento das outorgas de quatro projetos solares do Complexo Santo Agostinho, que seria em Pedro Avelino. A empresa explicou por meio de nota que solicitou a revogação “após reavaliar as condições de mercado, que apontaram aumento significativo dos custos de implantação e desafios técnicos de conexão à rede de transmissão”.

A Gouveia Renováveis revogou três empreendimentos que somavam 129 MWac de potência prevista, em Currais Novos. Segundo o sócio-diretor da empresa, Leonardo Gouveia, os projetos haviam recebido outorga da Aneel e entrado na margem extraordinária do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). “Porém para assinatura do contrato de conexão CUST, era necessário aporte de garantias volumosas em um curto período de tempo. como não conseguimos essas garantias, o parecer de acesso caducou”, disse. Gouveia afirma ainda que a falta de margem de escoamento contribuiu com a decisão.

As restrições à geração também afetam os empreendimentos solares que já estão em operação no Rio Grande do Norte, segundo Darlan Santos, presidente do Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (CERNE). “Esse setor também sofre com a solicitação de paradas de geração. Como consequência direta, também tem seus fluxos financeiros comprometidos”, afirmou.

Para Darlan Santos, o cenário já interfere na decisão das empresas de instalar novos parques no estado. “A entrega das outorgas configura a desistência da instalação de empreendimentos no Estado, dada a incerteza sobre as soluções para esse problema”, explica Darlan Santos.

O presidente do CERNE também afirma que empresas já estão direcionando investimentos para outras regiões. “No atual cenário, as empresas estão em busca de ambientes menos voláteis quanto à infraestrutura de conexão e transmissão de energia”, declarou.

Entre as medidas necessárias para reduzir as restrições, Darlan cita a ampliação das capacidades de transmissão e conexão, a instalação de baterias de grande porte e o aumento da infraestrutura elétrica entre os estados. “A mitigação é de longo prazo”, afirmou. Ele também citou a aquisição de compensadores síncronos, equipamentos que ajudam a estabilizar a rede elétrica e ampliar a integração de fontes renováveis.

Outra medida apontada são os projetos de powershoring, estratégia de atração de indústrias eletrointensivas para regiões com oferta de energia renovável, como forma de ampliar o aproveitamento da geração no Nordeste.

Projetos foram afetados pelo fim de descontos na tarifa

A Sedec afirma que parte dos projetos de geração de energia revogados no Rio Grande do Norte foi estruturada para aproveitar descontos nas tarifas pelo uso das redes de transmissão e distribuição. “É importante destacar que muitos dos projetos revogados foram elaborados para garantir os descontos concedidos com o uso da rede elétrica, sem que necessariamente houvesse uma garantia de viabilidade econômica e técnica desses projetos”, informa a pasta.

Com o fim do prazo para concessão dos descontos na Tarifa de Uso do Sistema de Transmissão (TUST) e na Tarifa de Uso do Sistema de Distribuição (TUSD), a Sedec avalia que permaneceram os projetos com condições de sustentar os custos diante do cenário atual. “Os projetos que permaneceram foram aqueles com real sustentação às condições técnicas e financeiras atuais”, disse.

A secretaria também aponta o aumento da oferta de energia nos últimos anos como um fator de seleção econômica para novos empreendimentos. Segundo a Sedec, a expansão da geração renovável centralizada, somada ao crescimento da geração distribuída, “acabou se tornando um fator seletivo em termos financeiros para implementação de novos projetos”.

Sobre as revogações, a Sedec afirma que discute a entrada de novas cargas eletrointensivas, como data centers e projetos de hidrogênio verde, como forma de ampliar o aproveitamento da energia gerada no Estado.
Curtailment pressiona viabilidade de novos projetos

De acordo com Eduardo Azevedo, vice-presidente de geração centralizada da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), no RN, em 2026, os cortes na geração solar fotovoltaica chegaram a 1,4 GWmed, equivalente a 25,3% de toda a geração solar no período.

Para o vice-presidente, o cenário já interfere nas decisões de investimentos. “O montante de energia represada pelos cortes recentes, somados à falta de critérios claros por parte do Ministério de Minas e Energia e do ONS para classificação e ressarcimento dessa energia, já é um fator determinante nas decisões de investimentos”, comenta.

Ainda segundo Eduardo Azevedo, os efeitos dos cortes já são considerados na avaliação de novos empreendimentos. “Os números de projetos devolvidos mostram que, sem uma solução estrutural para os cortes, com segurança jurídica e previsibilidade regulatória, o desenvolvimento de novos empreendimentos de energia solar tende a permanecer paralisado.”

Segundo Mario González, do Departamento de Engenharia de Produção da UFRN, os sistemas de baterias, conhecidos como BESS (Battery Energy Storage System), podem permitir que a energia produzida nos períodos de excesso seja armazenada e utilizada posteriormente. “No momento que acontece o corte de geração de energia elétrica, nesse momento entraria a armazenar nas baterias essa energia gerada”, explica González.

O armazenamento também poderia ajudar a adequar a produção solar aos horários de maior demanda. O especialista cita o período noturno como exemplo. “Às oito da noite tem um alto pico de consumo de eletricidade pela população. Nesse momento, por exemplo, não há geração solar, mas uma usina que tenha solar e que armazene em bateria, ela joga na rede essa quantidade armazenada.”

Para o professor, a adoção de BESS pode alterar a viabilidade de empreendimentos que atualmente enfrentam dificuldades com os cortes de geração. Mario González avalia que a solução pode ser incorporada aos novos projetos de geração no Estado. “O que pode acontecer é uma modificação desses projetos, e aí eles passarem a ter uma composição de energia solar, energia eólica e baterias”, afirmou.

Cosern planeja R$ 4,1 bilhões para ampliar infraestrutura

José Luiz de França, superintendente técnico da Neoenergia Cosern, afirma que os projetos solares de grande porte que foram revogados estão majoritariamente conectados ao sistema de transmissão da rede básica, que não é operado pela distribuidora. Segundo ele, nos empreendimentos submetidos à Cosern, “não houve restrições na rede da distribuidora nem negativa de acesso.”

Ao mesmo tempo, a geração distribuída avançou no Estado. Conforme a companhia, o número de usinas geradoras no Rio Grande do Norte cresceu 7.000% entre 2019 e 2025. Para acompanhar a expansão, a Neoenergia Cosern prevê investir R$ 4,1 bilhões entre 2026 e 2030.

O plano inclui a construção de 10 novas subestações, a ampliação de 17 existentes, cerca de 1.800 quilômetros de novas redes e aumento de 25% da potência instalada, além de ações de modernização, automação e digitalização.

 

Rendimento médio do trabalho no RN cai 5,4% e gera perdas de R$ 4,9 bi

 


Felipe Salustino
Repórter

O rendimento real médio habitual do trabalho no Rio Grande do Norte caiu de R$ 3.023 no segundo trimestre de 2025 (2025.T2) para R$ 2.861 no mesmo período de 2026 (2026.T2), o que representa uma redução de 5,4% no período, a maior do Nordeste. As informações constam no Boletim Macro Regional, elaborado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre) com dados do IBGE/Pnad Contínua.

Também com base na Pnad, a Fecomércio RN estima que a queda de rendimento equivale a uma perda de cerca de R$ 4,9 bilhões em 12 meses. Analisando a capital isoladamente, as perdas para a economia somam R$ 421 milhões mensais, acima do estado.

Segundo o IFC, o resultado de Natal se justifica porque o trabalhador local perdeu quatro vezes mais em rendimento do que a média total do RN – a queda, neste caso, foi de 20,8% em um ano (de R$ 4.810 para R$ 3.809). O instituto explicou que, como a média do RN é a combinação de Natal com o restante do estado, no resultado final o Rio Grande do Norte apresentou redução menor, compensado pelo interior, onde o rendimento do trabalho teve lucro líquido de R$ 62 milhões por mês, no período analisado.

Segundo a FGV Ibre, no comprativo com o primeiro trimestre de 2026, quando o rendimento do RN ficou em R$ 3.022, a queda foi de 5,3%, também a mais alta do NE, juntamente com o Piauí. No comparativo interanual, além do RN, outros dois estados registraram redução no rendimento real médio habitual do trabalho: Pernambuco (-3,3%) e Alagoas (-2,9%). A média do Nordeste registrou alta de 4,9%.

Já na comparação com o primeiro trimestre deste ano, depois do RN e do Piauí, Pernambuco (-4,4%) e Paraíba (-2,5%) também apresentaram queda. Apenas dois estados da região – Ceará e Bahia – registraram alta, de 2,7% e 1,1%, respectivamente. A média da região ficou positiva (1,2%) no recorte. De acordo com o IBGE, o rendimento real médio habitual do trabalho é o valor recebido pelos trabalhadores no mês decorrente da principal fonte de renda, ajustado para descontar a inflação.

O movimento registrado no RN em um ano mostra que o estado segue também na direção contrária à do país, onde o redimento habitual teve alta de 2,8% na comparação entre o segundo trimestre de cada ano, e de 1,5% quando se observa os dados dos dois primeiros trimestres de 2026. Apesar disso, o valor médio de rendimento real do trabalhador potiguar (de R$ R$ 2.861) no segundo tri deste ano foi o segundo mais alto do Nordeste.

Apenas Sergipe (R$ 3.042) superou o rendimento potiguar no trimestre encerrado em junho passado. O resultado no RN, segundo o economista Cassiano Trovão, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) é puxado pelos trabalhadores informais do setor privado (excluindo-se o trabalhador doméstico), cujo rendimento caiu de R$ 1.707 no 2025.T2, para R$ 1.544 no 2026.T2, (variação de -9,5%), segundo o IBGE.

Outro grupo que contribuiu fortemente para a redução foi o dos empregados no setor público (militares e estatutários), cujo rendimento caiu de R$ 7.261 para R$ 6.342 em um ano (variação de -12,6%). O desempenho de atividades econômicas como Indústria, Comércio e Serviços também impactaram nos dados sobre renda.

Cassiano Trovão explica que o entendimento sobre se o movimento de queda é permanente depende das especificidades de cada atividade.

“Na Administração Pública, não acredito que seja algo estrutural, uma vez que o rendimento médio nesse segmento tem aumentado no longo prazo, com alguns sobressaltos ao longo do tempo. Para a Indústria, até o primeiro trimestre de 2023, o segmento havia mantido o rendimento estável, com alta após esse período e uma queda significativa recentemente. É uma questão que tem a ver com a retomada da capacidade de investimento no estado”, detalhou o economista.

Rendimento: perdas mensais no RN são de R$ 405 milhões

De acordo com um levantamento feito pelo Instituto Fecomércio, da Fecomércio RN, as perdas para a economia potiguar com a redução do rendimento médio habitual do trabalho chegam a R$ 4,9 bilhões em 12 meses (cerca de R$ 405 milhões mensais) em toda a economia do estado. A análise foi feita com os dados da Pnad Contínua.

“Toda redução de renda impacta a atividade econômica, e no comércio e nos serviços o efeito é imediato, porque é ali que a renda das famílias se transforma em consumo”, disse o IFC em nota. Ao mesmo tempo, a redução no rendimento foi puxada diretamente pelo desempenho dos Serviços e Comércio em algumas ocasiões, segundo o Instituto.

Segundo o FGV Ibre, os serviços registraram queda de 3,3% no RN na comparação anual (junho de 2025 e junho de 2026). Já o Comércio Ampliado, que inclui o varejo restrito mais veículos, motocicletas, material de construção e atacado especializado em produtos alimentícios, teve variação mensal negativa de 1,5% em junho de 2026 na comparação com o mês anterior (maio de 2026). O IFC esclareceu que, apesar da ligação direta com a redução de renda dos potiguares, os números acima precisam ser lidos com amplitude.

“A queda, apesar de percentualmente significativa, parte de uma alta base de comparação. O RN tinha a maior renda média do Nordeste no 2025.T2 e, no 2026.T2, mesmo após a queda, tem a segunda maior renda média regional (R$ 2.861), 8,2% acima da média do Nordeste (R$ 2.645). O estado também foi o que observou a maior queda na taxa de desemprego, registrando hoje a segunda menor da região (5,6%), bem inferior ao NE (7,6%) e próxima à média nacional (5,4%)”, disse o instituto.

O IFC projeta um melhor cenário para os próximos resultados. “O segundo semestre traz boas perspectivas, principalmente por concentrar as principais datas para o comércio, como Dia das Crianças, Black Friday e Natal, com contratações de temporários e geração de renda. O ambiente macroeconômico ajuda. A Selic acumula cinco cortes seguidos e a inflação perdeu força”, detalha o IFC.

Ainda segundo o Instituto Fecomércio, os serviços já dão sinal de reação no estado. “Em julho, o volume do setor cresceu 7,1% sobre o mesmo mês de 2025, e as atividades turísticas tiveram o maior crescimento do país, de 9,9%. Esse conjunto permite esperar o início de uma reversão ainda neste semestre”, disse o IFC.

Indústria: recuos afetam os maiores salários no RN

Em 12 meses (no período encerrado em junho de 2026), a ocupação na economia do RN (agropecuária, indústria em geral e de transformação, construção, comércio, serviços e serviços domésticos), teve retração de 3,1%, segundo a Pnad Contínua.

Desse grupo, a indústria em geral foi a que apresentou maior queda no número de ocupação (-12,7%). Além disso, de acordo com o Boletim Macro Regional do FGV Ibre, a produção e faturamento da atividade no estado recuou 9,4% no acumulado de 12 meses e 13,1% no 1º semestre de 2026, fatores que ajudaram a puxar para baixo a renda média.

Segundo Roberto Serquiz, presidente da Fiern, o principal elemento de avaliação reside no tipo específico de indústria que registrou queda, como a fabricação de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-32%); petróleo e gás (-11) e móveis e produtos de madeira (-7%).

“Foram quedas relevantes em setores com os maiores salários médios. Petróleo e gás chama atenção por representar uma das nossas grandes locomotivas econômicas”, avalia Roberto Serquiz.

O economista Cassiano Trovão diz que a queda observada na indústria potiguar tem a ver com elementos conjunturais e sazonais e reforça a necessidade de o estado recuperar a capacidade de investimentos. “Retomar essa capacidade é um elemento central para dinamizar a indústria do estado. Isso envolve planejamento e investimentos estratégicos em infraestrutura econômica e social.”

Ediran Teixeira, supervisor técnico do Dieese, também aponta a indústria e o setor público como os segmentos com maior influência nos resultados. “É na indústria e no setor público (que compõem os serviços) que pagam os melhores salários”, explica.

Depois de trabalhar por seis anos no setor de serviços como cozinheira, a hoje dona de casa Maria das Graças, 51, teve de sair do emprego em dezembro do ano passado para cuidar do pai. “Com isso, o rendimento lá de casa encolheu, já que meu salário era de R$ 2 mil. Hoje, restam o salário do meu pai e a pensão que ele recebe pela morte da minha mãe. O que eu ganhava faz muita falta, principalmente por conta dos custos que a saúde dele requer”, relata.

Rendimento real médio do trabalho no rn (2026.T2)

SE: R$ 3.042
RN: R$ 2.861
PB: R$ 2.799
PE: R$ 2.771
CE: R$ 2.727
AL: R$ 2.578
BA: R$ 2.563
PI: R$ 2.547
MA: R$ 2.284

Fonte: FGV Ibre

 

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