terça-feira, 27 de janeiro de 2026

PF aponta suposto repasse de R$ 60 mil a Allyson em esquema de contratos da saúde

 


Interceptações telefônicas analisadas pela Polícia Federal indicam um suposto repasse de R$ 60 mil ao prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, dentro de um contrato de R$ 400 mil para compra de materiais médicos. O caso veio à tona nesta terça-feira (27) e ganhou repercussão nacional após reportagem exibida pela TV Globo.

Segundo a investigação, apenas R$ 140 mil teriam sido usados para o fim contratado, ou seja, a compra de insumos hospitalares. O restante do dinheiro, de acordo com os diálogos interceptados entre empresários, teria sido dividido como comissões e possíveis vantagens indevidas, incluindo valores destinados a sócios da empresa, a uma mulher ainda não identificada e ao prefeito citado nas conversas.

Os investigadores detalham que o rateio mencionado nos diálogos seria de R$ 130 mil para os sócios, R$ 40 mil para uma terceira pessoa, R$ 30 mil para a empresa e R$ 60 mil atribuídos ao prefeito de Mossoró. O nome de Allyson Bezerra aparece nos diálogos analisados pela PF, mas, até o momento, a apuração segue em fase investigativa.

Operação Mederi

O caso é alvo da Operação Mederi, deflagrada pela Polícia Federal com apoio da CGU, que cumpriu 35 mandados de busca e apreensão no RN, inclusive na residência do prefeito, onde foram apreendidos celular, computador e HDs.

A PF apura indícios de superfaturamento e pagamento por produtos que não teriam sido entregues, e chegou a encontrar dinheiro em espécie escondido em uma caixa de isopor.

A defesa de Allyson afirma que não há prova de envolvimento pessoal e que ele segue no cargo sem medidas restritivas.

 

Post da deputada Natália Bonavides reforça gravidade das investigações contra Alysson

 


A matéria que ganhou destaque nacional agora ganha um elemento complementar no debate público. A deputada federal Natália Bonavides usou as redes sociais para repercutir o conteúdo divulgado pelo Estadão, reforçando a gravidade das investigações conduzidas pela Polícia Federal envolvendo a gestão da Prefeitura de Mossoró.

No banner publicado, a parlamentar destaca que as apurações apontam para uma suposta negociação de propina entre o prefeito Allyson Bezerra e empresários, dentro de um esquema que teria como alvo recursos da saúde pública. Segundo o que vem sendo investigado, há indícios de superfaturamento, materiais não entregues e possíveis mecanismos de desvio, fatos que, de acordo com a deputada, não podem ser relativizados nem transformados em mera disputa política.

A manifestação de Natália Bonavides amplia o alcance do tema e joga luz nacional sobre o caso, aumentando a pressão política e institucional. Quando uma deputada federal repercute publicamente uma investigação em curso, o assunto deixa de ser apenas local e passa a integrar o radar do Congresso, da opinião pública e dos órgãos de controle.

Revoltante: Laudo aponta que adolescentes introduziram madeira em Orelha ainda vivo e objeto teria chegado à garganta

 


Informações extraoficiais revelam novos detalhes sobre a morte do cachorro Orelha, vítima de um grave caso de maus-tratos em Florianópolis.

Segundo a ativista da causa animal Luísa Mell, que afirma ter tido acesso ao laudo técnico, adolescentes teriam agredido o animal ainda vivo, provocando ferimentos internos graves após a introdução de um pedaço de madeira.

O relatório aponta que as lesões foram severas e incompatíveis com a sobrevivência do cachorro. As informações vieram a público após Luísa Mell comentar o conteúdo do laudo, ao qual teve acesso.

Nesta terça-feira, 27, a ativista também participou de uma coletiva para tratar do caso.

Informações Bia Marques

O Antagonista: Familiares de Toffoli e Moraes entram na mira da CPI do Crime Organizado

 


A matéria é do Antagonista:

O senador Alessandro Vieira (MDB-SE), relator da CPI do Crime Organizado, pretende apresentar uma série de requerimentos para quebrar os sigilos bancários e telemáticos de empresas e pessoas ligadas aos ministros do STF Alexandre de Moraes e Dias Toffoli.

Na visão de Vieira, é necessário investigar a conexão de personagens como a esposa de Moraes, Viviane Barci de Moraes, e os irmãos e primos de Dias Toffoli com o escândalo do Banco Master

Com essa iniciativa, o parlamentar pretende se antever às possíveis negativas do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), para investigar as fraudes do Banco Master. Com esse movimento, Vieira pretende abrir um flanco de investigação justamente para avançar sobre o caso envolvendo o banco de Daniel Vorcaro.

Como temos mostrado, a esposa de Moraes firmou um contrato de 3,6 milhões de reais ao mês para defender o banqueiro. Já os irmãos e primos de Toffoli foram sócios do Resort Tayayá, por meio de um fundo de investimento, ao lado do cunhado de Vorcaro Fabiano Zettel.

A expectativa é que os requerimentos sejam apresentados no retorno do recesso parlamentar. Ou seja, na semana que vem.

 

🚨 Acidente envolvendo F4000 Carregada de mamão na Estrada do Óleo em Alto do Rodrigues, no Vale do Açu

 



Um acidente foi registrado na tarde desta terça feira, (27) na estrada do Óleo, em Alto do Rodrigues, no Rio Grande do Norte, após o motorista "Chico do Mamão", perder o controle de um veículo tipo F-4000, que acabou capotando às margens da via.

Segundo informações, o carro de placas MUF-3575 carregado de mamão, seguia pela estrada e pra evitar uma colisão frontal com um veiculo de grande porte, o condutor da F4000, teria saído da pista, o carro seguiu descontrolado e só parou após bater em um poste .

Apesar da cena impressionante e dos danos materiais, ninguém ficou ferido com gravidade. No carro estava o motorista e um ajudante.

O caso chamou a atenção de quem passava pelo local, mas, felizmente, terminou apenas com prejuízos materiais e o susto dos ocupantes. As circunstâncias do acidente ainda não foram detalhadas.

 

Polícia prende suspeito por estupro de vulnerável em Assú

 


A Polícia Civil do Rio Grande do Norte cumpriu, nesta terça-feira (27), um mandado de prisão definitiva contra um homem de 59 anos, suspeito de praticar o crime de estupro de vulnerável no município de Assú, na região Oeste potiguar. De acordo com as investigações, o crime ocorreu no ano de 2017 e teria sido praticado contra uma pessoa do mesmo ciclo familiar.

Prisão foi realizada no bairro Dom Elizeu

Após tomar conhecimento do caso, a equipe policial iniciou diligências para localizar o suspeito.

O homem foi encontrado em uma residência no bairro Dom Elizeu, onde teve a ordem judicial cumprida.

Em seguida, ele foi conduzido à delegacia para os procedimentos legais e posteriormente encaminhado ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça.

Polícia reforça importância de denúncias

A Polícia Civil do Rio Grande do Norte destacou a importância da colaboração da população no combate a crimes dessa natureza. O órgão orienta que informações podem ser repassadas por meio do Disque Denúncia 181, serviço que funciona de forma anônima e segura.

Segundo a instituição, a participação da sociedade é fundamental para a identificação de suspeitos e a responsabilização dos autores de crimes contra crianças e adolescentes.

 

VÍDEO - O encontro de Moraes com o presidente do BRB na mansão de Vorcaro, do Master

 


Coluna de Andreza Matais – Metrópoles

O ministro Alexandre de Moraes esteve na mansão do empresário Daniel Vorcaro, do Banco Master, em Brasília, ao menos duas vezes, segundo testemunhas ouvidas pela coluna da jornalista Andreza Matais, do Metrópoles. Assista:

Foi na casa do banqueiro que o ministro conheceu o então presidente do BRB, Paulo Henrique Costa. O encontro ocorreu em um fim de semana do primeiro semestre de 2025. Vorcaro pediu que Paulo Henrique fosse até sua casa porque “o homem estava lá”.

Quatro pessoas presenciaram a cena relatada à coluna de Andreza Matais. Moraes estava acompanhado de um assessor na ocasião.

Ao chegar, o então chefe do BRB foi apresentado a Moraes, que estava em um ambiente reservado da mansão.

Naquele momento, o Master buscava no BRB sua tábua de salvação para evitar fechar as portas. Durante o encontro, Moraes e Paulo Henrique trocaram impressões sobre o assunto. A cena foi narrada à coluna com detalhes por testemunhas.

A compra do Master pelo BRB chegou a ser anunciada, mas teve repercussão negativa no mercado e acabou barrada pelo Banco Central, diante da constatação de inconsistências nos ativos do Master e de suspeitas sobre as transações de vendas de carteiras feitas ao BRB.

Aquele fim de semana com Paulo Henrique não foi a única vez que Alexandre de Moraes esteve na casa de Vorcaro.

O ministro do STF acompanhou, na mansão do banqueiro, o resultado da eleição norte-americana que, em 6 de novembro de 2024, elegeu Donald Trump para o segundo mandato. Trump viria a ser o algoz de Moraes, com a Lei Magnitsky.

Na ocasião, segundo relatos feitos à coluna, Moraes estava na mesma área reservada do imóvel, fumando charutos e degustando vinhos caros e raros.

Vorcaro é conhecido por colecionar destilados e vinhos.

O espaço é descrito como uma espécie de bunker, localizado no subsolo, com acesso restrito, quatro poltronas e estrutura própria para o consumo de charutos.

O Metrópoles informou o ministro nesta segunda-feira, 26, sobre o teor desta reportagem e perguntou se Moraes desejava comentar. Ele não respondeu. Vorcaro e Paulo Henrique também foram procurados e disseram que não iriam comentar o assunto. O espaço segue aberto.

  • Alexandre de Moraes esteve ao menos duas vezes na mansão de Daniel Vorcaro, em Brasília.
  • Em um dos encontros, Moraes conheceu o então presidente do BRB, no momento em que o Master buscava socorro financeiro.
  • A compra do banco pelo BRB fracassou após reação negativa do mercado e veto do Banco Central.
  • A relação ganhou peso com a contratação, por R$ 129 milhões, do escritório da esposa do ministro.

Presença de Moraes demonstrava poder de Vorcaro

A presença do ministro mais poderoso da história do Supremo na mansão do banqueiro funcionava como um recado à classe política sobre o alcance da influência do empresário mineiro.

Segundo relatos obtidos pela coluna, quem circulava pela residência já sabia que o Banco Master havia contratado o escritório de advocacia da esposa do ministro.

O que não se conhecia, à época, era o valor do contrato, firmado em 16 de janeiro de 2024, no total de R$ 129 milhões — cifra que, segundo interlocutores, altera completamente a percepção de que a relação entre os dois se limitava a uma amizade.

Moraes não comenta suas relações com Daniel Vorcaro nem confirma se frequentava a casa do banqueiro. Em nota, já afirmou que nem ele nem o escritório de sua esposa atuaram para reverter a liquidação do banco por meio da compra pelo BRB.

O banqueiro também não se manifesta a respeito do tema. Em depoimento à Polícia Federal, Vorcaro foi questionado sobre quem frequentava sua residência em Brasília e citou apenas o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB).

Coluna de Andreza Matais – Metrópoles

 


“Eu não vou cruzar os braços. Doa a quem doer”, diz Fachin sobre o caso do Banco Master

 


O presidente do STF, Edson Fachin, afirmou que não ficará “de braços cruzados” diante de eventuais questionamentos sobre a condução do caso Banco Master, hoje sob relatoria do ministro Dias Toffoli. A declaração foi feita em entrevista publicada nesta terça-feira (27).

“Como presidente do tribunal, não posso antecipar juízo sobre circunstâncias que eventualmente serão apreciadas pelo colegiado. Parte do que foi mencionado envolve atos não jurisdicionais. Mas uma coisa é certa: quando for necessário atuar, eu não vou cruzar os braços. Doa a quem doer”, disse Fachin em entrevista à repórter Mariana Muniz, para o jornal O Globo.

O presidente da Corte também defendeu a nota institucional divulgada na semana passada em apoio a Toffoli, afirmando que o objetivo foi preservar a institucionalidade do Supremo e a regularidade da atuação do relator durante o recesso.

Pelas regras do tribunal, caberá à 2ª Turma do STF decidir se o caso permanece na Corte ou retorna à primeira instância. Fachin destacou que o Supremo e seus ministros não estão imunes a críticas.

Na segunda-feira (26), a bancada do Partido Novo apresentou notícia-crime à PGR e representação à Polícia Federal contra Toffoli, alegando “interferência atípica” no caso. O procurador-geral da República, Paulo Gonet, porém, já havia arquivado pedidos de impedimento do ministro, afirmando que não há providências a serem tomadas no momento.

 

Por 15 votos contra 9, Câmara de Natal decide manter processo que pede a cassação de Brisa

 


Por 15 votos contra 9, os vereadores de Natal decidiram manter o processo de cassação contra a vereadora Brisa Bracchi (PT) na comissão processante, em sessão extraordinária nesta terça-feira (27).

A votação foi contra o parecer da comissão especial que havia optado pelo arquivamento do processo. Além dos 15 votos a favor da manutenção do processo, 9 vereadores votaram a favor da extinção do processo, três se abstiveram e outros 2 se ausentaram da votação.

Veja abaixo como votaram os vereadores:

VOTARAM CONTRA  ARQUIVAMENTO DO PROCESSO:

Aldo Clemente
Chagas Catarino
Claudio Custodio
Cleiton
Daniel Rendal
Daniel Santiago
Eriko Jácome
Albert Dickson
Fulvio Saulo
Kleber Fernandes
Preto Aquino
Robson Carvalho
Subtenente Eliabe
Tercio Tinoco
Tony Henrique

VOTARAM PELO ARQUIVAMENTO:

Carlos Silvestre
Camila Araujo
Daniel Valença
Eribaldo Medeiros
Leo Souza
Pedro Henrique
Samanda Alves
Tercio de Eudiane
Thabata Pimenta

ABSTENÇÕES:
Luciano Nascimento
Irapoã Nóbrega
João Batista

 

OPERAÇÃO MEDERI: PF cumpre mandados contra vice-prefeito de Mossoró e outros gestores do RN

 


Ainda sobre a Operação Mederi, mandados de busca da Polícia Federal também atingiram o vice-prefeito de Mossoró, Marcos Medeiros, que na época era secretário-adjunto de saúde. Medeiros é quem vai suceder Allyson quando ele renunciar para ser candidato ao governo.

Também foi alvo prefeito de São Miguel, Leandro do Rego Lima (União); o prefeito de Paraú, Júnior Evaristo; e a chefe de gabinete de José da Penha, que é irmã do prefeito. A residência do irmão do prefeito de São Miguel também foi alvo da operação.

Durante as diligências, dinheiro foi apreendido na casa de um dos sócios de uma empresa investigada, a  Dismed – Distribuidora de Medicamentos Ltda. Embora a PF ainda não tenha divulgado o valor até o momento, o BLOGDOBG recebeu a informação de que pode chegar a R$ 1 milhão.

A Justiça determinou medidas cautelares diversas para empresários, incluindo pagamento de fiança e uso de tornozeleira eletrônica por sócios e funcionários das empresas envolvidas.

 

Vereador grava vídeo comemorando operação da PF contra Allyson e eleva tensão política em Mossoró: “Essa casa ia cair”

 





A Operação Mederi, deflagrada pela Polícia Federal em conjunto com a Controladoria-Geral da União (CGU) para investigar desvio de recursos públicos e fraudes em contratos da saúde, ganhou mais um desdobramento político em Mossoró nesta terça-feira (27).

Depois de a PF cumprir mandado de busca e apreensão na residência do prefeito Allyson Bezerra (União Brasil) e de a defesa do gestor divulgar nota afirmando que não há fato que o vincule pessoalmente ao suposto esquema, um vídeo publicado por um vereador da oposição movimentou o cenário local.

O vereador Cabo Deyvison (MDB) publicou em seu perfil no Instagram — onde possui mais de 97 mil seguidores — um vídeo em que comemora de forma exaltada a ação da Polícia Federal.

Na própria descrição do perfil, o parlamentar se apresenta como: “Caçador oficial de babão, fiscal implacável e defensor daqueles que não têm voz”.

O conteúdo do vídeo gravado pelo vereador

No vídeo, gravado nas primeiras horas da manhã, o vereador faz declarações contundentes, comemorando a operação policial e fazendo uma série de acusações e ataques verbais, citando nomes, empresas e até instituições.

Entre as falas, ele afirma:

“Eu sabia que essa casa ia cair! Obrigado, meu Deus! O Senhor é justo! Missão cumprida!”

Em outro trecho, o vereador diz:

“Vai cair um a um, viu? […] O dinheiro enterrado no terreno da UFERSA, viu?”

E ainda:

“Você vai ser preso! Elemento! Narcisista! Bandido! Corrupto!”

O vídeo também traz menções a supostas tentativas de impedir sua candidatura em eleições anteriores e acusações diretas ao prefeito.

Operação investiga contratos da saúde, não declarações políticas

A Operação Mederi tem como base auditorias da CGU que identificaram indícios como:

  • Compra de materiais que não teriam sido entregues;
  • Fornecimento de insumos fora das especificações;
  • Indícios de sobrepreço;
  • Fragilidades na execução contratual;
  • Falhas em processos licitatórios.

A investigação envolve empresas sediadas no Rio Grande do Norte que mantinham contratos com prefeituras de diversos estados.

Até o momento, a Polícia Federal não divulgou valores estimados de prejuízo nem detalhou oficialmente todos os alvos.

Defesa do prefeito nega vínculo pessoal

Mais cedo, os advogados de Allyson Bezerra divulgaram nota afirmando que:

“Não há qualquer fato que vincule pessoalmente o prefeito Allyson Bezerra.”

A defesa também destacou que o gestor não foi afastado do cargo, colaborou com a diligência e citou o Decreto nº 6.994/2023, que tornou obrigatório o uso do sistema Hórus para controle de medicamentos em Mossoró como medida de transparência.

Clima político se acirra na cidade

A repercussão do vídeo do vereador amplia o impacto político da operação na cidade. O tom adotado nas declarações, com acusações diretas e linguagem agressiva, gerou forte reação nas redes sociais ao longo do dia.

O episódio mostra que, além do campo investigativo conduzido pela PF e CGU, a Operação Mederi já provoca reflexos intensos no cenário político de Mossoró, aprofundando a polarização entre situação e oposição.

Leia a fala do vereador na íntegra:

Eu sabia que essa casa ia cair! Obrigado, meu Deus! O Senhor é justo!
Missão cumprida! Missão cumprida! E eu não tenho medo de vocês, não!
Vai cair um a um, viu? Cinco casas no Ninho, viu? O dinheiro enterrado no terreno da UFERSA, viu?

A Pé Direito, a Oeste Verde, a Sama, vocês vão cair! Vocês estavam se achando!
Mas eu vim para desconcertar o sistema! E eu cheguei ao fim! Missão cumprida! Você vai ser preso! Elemento! Narcisista! Bandido! Corrupto! Me chame de corrupto!
Me chame! Seus imundos! Missão cumprida! Estou há duas semanas na estrada!

Vocês bloquearam a minha candidatura de tudo que era jeito, para eu não ser deputado estadual, para eu não ser candidato federal! Porque para vocês ninguém pode brilhar, ninguém pode dar voz de vez ao povo de Mossoró da periferia! Vocês acham que poderiam roubar e ameaçar o povo? Eu não tenho medo de vocês, não! Vem ameaçar o cabo! Aqui tem caba homem, rapaz! Respeito o guerreiro de Caatinga!

Seu imundo! Missão cumprida! Vai preso! Seu ladrão! E tudinho vai cair!
Carlos vai cair! Felipe II vai cair! Diego vai cair! A loja 33 dos maçons vai cair! E a verdade prevalecerá! Porque meu Deus é um Deus justo! O Deus que eu sigo é o Deus do caminho da verdade e da vida! E a verdade prevalecerá! Seus imundos! Missão cumprida! Vamos voltar para casa. Estava na estrada aqui, batalhando pela nossa candidatura.

E esse prefeito bloqueando as mídias de Natal, bloqueando tudo, bloqueando nossa candidatura, pagando a vice-governador do estado. Viu? Pagando a vice-governador do estado, o presidente do MDB, para não liberar nossa candidatura. Daí que você ganhou! Seu covarde! Você é um covarde! E olha se isso não vai espingar em você, viu? Cabo Deus que está falando, vereador de Mossoró.
Mas que tem coragem! Elementos! Vão cair tudinho!

BNews Natal

 

PF aponta suposto repasse de R$ 60 mil a Allyson em esquema de contratos da saúde

  Interceptações telefônicas analisadas pela Polícia Federal indicam um suposto repasse de R$ 60 mil ao prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra...