quarta-feira, 15 de abril de 2026

TCU aponta descontrole em gastos de R$ 285 milhões com voos da FAB

 


O Tribunal de Contas da União identificou falhas no controle e uso de voos da Força Aérea Brasileira que somaram R$ 285 milhões entre 2020 e julho de 2025. Segundo a auditoria, o governo poderia ter economizado pelo menos R$ 36,1 milhões se parte das viagens tivesse sido feita em voos comerciais.

O levantamento aponta problemas graves de controle: em uma amostra de 266 pedidos de voos, 25% dos processos não foram encontrados. Nos registros disponíveis, o TCU afirma que não há justificativas claras para o uso de aeronaves oficiais em vez de voos comerciais. Além disso, em cerca de 70% das viagens analisadas, não há identificação adequada dos passageiros.

Outro ponto levantado é a falta de controle sobre quem utiliza os voos. Segundo o tribunal, não há mecanismos eficazes para impedir o embarque de pessoas que não se enquadram nas regras previstas para transporte oficial. A auditoria também indica que o Comando da Aeronáutica não avalia a real necessidade dos pedidos.

O relatório ainda mostra baixa ocupação nas aeronaves. Entre 2020 e 2024, foram registrados 111 voos com apenas um passageiro e outros 1.585 voos, cerca de 21% do total, com até cinco pessoas a bordo, mesmo com aviões com capacidade mínima para oito passageiros.

Diante das falhas, o TCU determinou que a Casa Civil apresente, em até 30 dias, um plano para reformular as regras de uso dos voos. As mudanças deverão ser implementadas pelo Comando da Aeronáutica em até 180 dias.

 

 

VÍDEO: Inadimplência avança, pressiona consumo e pode frear o PIB, alerta pesquisador da FGV

 



O avanço da inadimplência no Brasil já começa a acender alerta sobre os impactos diretos na economia. Segundo o pesquisador João Mário de França, do FGV Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas), o nível de endividamento das famílias compromete cerca de um terço da renda média e tende a afetar o consumo e o crescimento do país.

Em entrevista ao CNN Money nesta quarta-feira (15), o especialista afirmou que o consumo é o principal motor do PIB brasileiro e que o aumento das dívidas pode desacelerar a atividade econômica. “Esse endividamento, essa inadimplência, rapidamente vai bater no consumo, e isso vai impactar o ritmo da economia”, disse.

De acordo com o pesquisador, dois fatores têm peso direto na situação atual: os juros elevados e a inflação, que continua pressionando o poder de compra das famílias. Ele destaca que, apesar da taxa básica de juros (Selic) servir como referência, a realidade do consumidor é mais dura, especialmente nas linhas de crédito mais caras. “As famílias estão muito expostas a modalidades como o crédito rotativo do cartão, que pode ultrapassar 400% ao ano”, afirmou.

Além disso, a inflação segue em patamar elevado, girando entre 4% e 4,5% ao ano, com destaque para o aumento dos preços dos alimentos, que impacta diretamente o orçamento doméstico.

Medidas do governo são vistas como paliativas

Sobre as iniciativas do governo para reduzir o endividamento — como o uso do FGTS para quitar dívidas — o pesquisador avalia que as ações têm efeito limitado. “São medidas emergenciais, de curto prazo, mas não resolvem o problema estrutural das famílias”, explicou.

Segundo ele, o cenário atual cria um efeito “bola de neve”, em que consumidores recorrem a crédito cada vez mais caro, agravando o nível de endividamento. Para enfrentar o problema, o especialista defende medidas estruturais, como o ajuste das contas públicas — que pode contribuir para a redução dos juros — além de maior educação financeira da população.

A avaliação é de que, sem mudanças mais profundas, o avanço da inadimplência deve continuar pressionando o consumo e impactando diretamente o desempenho da economia brasileira.

 

PF aponta esquema bilionário ligado a MC Ryan SP e diz que grupo movimentou mais de R$ 260 bilhões

 


A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta quarta-feira (15) a Operação Narco Fluxo e aponta que um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao cantor MC Ryan SP teria movimentado mais de R$ 260 bilhões. A informação consta em decisão da Justiça Federal, do do juiz Roberto Lemos dos Santos Filho, da 5ª Vara Federal de Santos., que autorizou as medidas da operação.

Segundo a investigação, o grupo utilizava atividades ligadas à indústria musical e ao entretenimento digital para movimentar grandes quantias de dinheiro sem lastro econômico comprovado. De acordo com a PF, os valores eram movimentados por meio da venda de ingressos, produtos e ativos digitais, além do uso de criptoativos e transações fracionadas para dificultar o rastreamento.

A apuração também aponta o uso de “laranjas”, familiares e operadores financeiros para ocultar os reais beneficiários das operações. Relatórios do Coaf identificaram movimentações suspeitas de R$ 1,63 bilhão. Esse valor serviu de base para bloqueio de bens e contas dos investigados. No entanto, a PF estima que o volume total movimentado pelo grupo seja muito maior.

A operação mobiliza mais de 200 policiais federais e cumpre 45 mandados de busca e apreensão e 39 de prisão temporária em diversos estados do país. Entre os alvos estão o cantor MC Poze do Rodo e o influenciador Raphael Sousa, ligado à página Choquei. As ações ocorrem em estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná, Goiás e no Distrito Federal.

Justiça vê indícios de “instituição financeira clandestina”

Na decisão, a Justiça aponta que o grupo atuaria como uma espécie de “instituição financeira clandestina”, com forte capilaridade e ramificações que ultrapassam o território nacional.

Além das prisões, foram determinadas medidas como sequestro de bens, bloqueio de valores e restrições societárias para interromper as atividades investigadas. Os envolvidos podem responder por crimes como associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

Defesas se manifestam

Em nota, a defesa de MC Ryan informou que ainda não teve acesso aos autos, mas afirmou que todas as movimentações financeiras do artista possuem origem comprovada e seguem a legislação.

Já a defesa de MC Poze declarou desconhecer o teor da decisão judicial e disse que irá se manifestar após acesso ao processo. A defesa de Raphael Sousa não foi localizada.

 

MERECIDAMENTE - VÍDEO: Erivaldo ou simplesmente VAL DA NEVADA, recebe moção de aplausos na Câmara de vereadores do Ingá/PB

 

Na última semana o Sr. Erivaldo (Val da Nevada), teve a honra de receber uma importante homenagem: Uma moção de aplausos em Câmara de vereadores do Ingá-PB. 

Este foi a segunda homenagem neste ano, em fevereiro A Nevada do Val, esteve entre os grandes destaques confirmados no maior encontro empresarial e profissional de João Pessoa/PB. 🏆 Após conquistar o reconhecimento em pesquisa de opinião pública, e receber o Prêmio de melhor Quiosque de João Pessoa. 





Neoenergia Cosern retira mais de 9,6 toneladas de cabos irregulares de postes no RN



Uma operação de ordenamento da rede elétrica no Rio Grande do Norte retirou mais de 9,6 toneladas de cabos e caixas de terminação óptica instalados de forma irregular em postes de energia no primeiro trimestre de 2026, segundo a Neoenergia Cosern.

O volume representa um aumento de 243% em relação ao mesmo período do ano anterior e foi registrado durante inspeções em 1.057 postes distribuídos por 27 municípios potiguares.

De acordo com a distribuidora, a fiação clandestina instalada em postes representa risco à segurança da população, com possibilidade de acidentes, incêndios, interrupções no fornecimento de energia e danos à estrutura da rede elétrica. Além disso, o excesso de cabos contribui para a poluição visual nas cidades.

Somente em Natal, foram retiradas mais de 4 toneladas de cabos irregulares. Mossoró, Parnamirim, Montanhas e Nísia Floresta também aparecem entre os municípios com maior volume de material removido.

No mesmo período, 46 provedores de internet e telefonia foram regularizados após ações de fiscalização.

A Neoenergia Cosern reforça que o compartilhamento de postes por empresas de telecomunicações depende de autorização prévia e aprovação técnica, conforme normas das agências reguladoras do setor.

 

Com presença de Flávio Bolsonaro, deputada Carla Dickson instala oficialmente a Frente Parlamentar Brasil–Israel

 


A Frente Parlamentar Brasil–Israel foi oficialmente instalada nesta terça-feira (15), em solenidade realizada no Salão Negro da Câmara dos Deputados, em Brasília. A iniciativa partiu da deputada federal Carla Dickson (PL-RN), que assume a presidência do colegiado, já considerado um dos mais robustos do Congresso Nacional, com a adesão de 199 parlamentares — sendo 190 deputados federais e 9 senadores.

O senador Flávio Bolsonaro marcou presença no evento e destacou a liderança da deputada Carla Dickson à frente da iniciativa, elogiando sua atuação e compromisso com o fortalecimento das relações bilaterais. Ele ressaltou a importância da Frente como instrumento de aproximação entre os dois países e de promoção de pautas estratégicas para o desenvolvimento do Brasil.

Já Carla Dickson, em seu discurso, afirmou que a criação da Frente representa mais do que um gesto simbólico, trata-se de uma ação concreta para consolidar uma parceria histórica baseada em valores comuns, como democracia, liberdade, inovação e respeito às instituições. Segundo a parlamentar, o objetivo é ampliar o diálogo, estimular o comércio bilateral, atrair investimentos e promover cooperação em áreas estratégicas como segurança, ciência e tecnologia. Ela também fez questão e ressaltar o viés político da iniciativa.

“Esta Frente também representa um reposicionamento. Precisamos urgentemente corrigir a rota distorcida de colisão que o Governo do PT implantou frente ao povo judeu. Nós acreditamos em uma política externa equilibrada, responsável e baseada no respeito. O Brasil não pode se afastar de parceiros estratégicos por questões ideológicas. Precisamos de pragmatismo, diálogo e visão de futuro.” ressaltou Carla Dickson

A deputada também destacou o potencial da relação entre os países, ressaltando que Israel é referência mundial em inovação, enquanto o Brasil possui grande capacidade de crescimento e oportunidades. “Essa parceria pode gerar empregos, desenvolvimento e prosperidade para o povo brasileiro”, afirmou. Outro ponto enfatizado foi o fortalecimento do intercâmbio cultural e educacional, com a aproximação entre estudantes, pesquisadores e instituições.

O evento reuniu ainda outras autoridades políticas, diplomáticas e representantes da sociedade civil. Entre os presentes, destacaram-se além do Senador Flávio Bolsonaro, os senadores Carlos Viana e Marcos Rogério, e os deputados federais Marcelo Crivella, Gilberto Nascimento, Silvio Antônio, Luciano Bivar, Cabo Gilberto Silva, Ismael dos Santos, Pastor Eurico e Greyce Elias.

Também estiveram presentes a Conselheira e Encarregada de Negócios da Embaixada de Israel, Rasha Athamni; o representante do Simon Wiesenthal Center, Ariel Solblun; e o médico Cláudio Lottenberg; reforçando o caráter internacional e institucional do encontro.

 

 

Vídeo mostra momento em que policial civil reage a assalto na zona Oeste de Natal




 

Um policial civil que estava de folga trocou tiros com suspeitos de uma tentativa de assalto no bairro Dix-Sept Rosado, na zona Oeste de Natal, na manhã desta quarta-feira (15). Um adolescente, de 17 anos, acabou entendendo. Uma comparação conseguiu escapar.

De acordo com as informações apuradas pela reportagem da TV Tropical, quatro suspeitos tentaram cometer um arrastão em um imóvel, sendo que dois deles deveriam entrar no local. O policial civil estava nas proximidades e reagiu.

Dois suspeitos correram e foram perseguidos pela polícia. Um fugiu e o outro tentou se esconder atrás de um carro. Segundo o policial, o adolescente atirou várias vezes.

"Ele apontou uma arma para mim e desferiu quatro disparos. Graças a Deus, só um saiu e três picotaram. Em seguida, efetuei novos disparos na intenção de conter. Foi aí que ele se entregou, só na segunda tentativa", detalhou.

A Polícia Militar foi acionada e encaminhou o adolescente para a Delegacia Especializada de Atendimento ao Adolescente Infrator de Natal (DEA/Natal). “Conduzimos ele para a delegacia depois que identificamos que ele era menor de idade”, acrescentou o policial.

Uma câmera de segurança instalada na rua onde aconteceu o caso flagrou a troca de tiros.

 

Ministros do STF veem reação ‘tímida’ de Fachin à CPI do Crime e defendem reforço na articulação interna para conter crise

 


A reação do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, ao relatório da CPI do Crime Organizado que pedia o indiciamento dos ministros Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes foi vista como “tímida”e aprofundou o clima de insatisfação em uma ala da Corte e acentuou divergências entre seus integrantes sobre a defesa que vem sendo feita do tribunal.

Ministros ouvidos pelo GLOBO avaliam que a nota divulgada por Fachin, depois que os presidentes da Primeira e da Segunda Turma, Flávio Dino e Gilmar Mendes, já tinham se manifestado, adicionou mais uma camada à onda de insatisfação com a forma como o presidente do STF se posiciona diante de episódios que expõem seus membros. O texto assinado pelo presidente da Corte foi divulgado apenas após a rejeição do parecer, derrotado por seis votos a quatro na CPI.

Gilmar capitaneou a reação dentro do tribunal ao relatório da CPI, com manifestações contudentes, sendo acompanhado por posicionamentos dos ministros Dias Toffoli e Flávio Dino, que também criticaram o teor do documento e prestaram solidariedade aos colegas citados.

Reservadamente, ministros afirmam que, diante desse cenário, será necessário que Fachin “zere o jogo” dentro do próprio tribunal para conter o desgaste e buscar recompor as pontes da presidência com os magistrados. Para esse grupo, o movimento passa por reduzir declarações públicas e evitar iniciativas que possam ampliar ruídos internos ou reforçar a percepção de crise.

Nesse contexto, há quem defenda que pautas sensíveis encampadas pela atual gestão, como a discussão sobre um Código de Conduta para ministros, sejam temporariamente deixadas em segundo plano.

Ministros dizem ainda que o código pode fragilizar o STF e ampliar a crise, sendo que a prioridade do momento deve ser a união interna para enfrentar ações que, na visão dos magistrados, tentam deslegitimar a Corte. Ministros lembram a atuação conjunta em defesa da democracia.

A avaliação é que insistir nesse debate neste momento pode acirrar ainda mais divisões internas, sobretudo diante da interpretação de que o tema vem sendo associado, ainda que indiretamente, a episódios recentes envolvendo integrantes da Corte.

A leitura de uma ala da Corte é que, ao responder ao episódio da CPI somente quando o relatório foi recusado, Fachin deixou o Supremo como um todo exposto. Foi a primeira vez que uma comissão parlamentar pediu o indiciamento de ministros da Corte. Por isso, a nota acabou reacendendo desconfortos que vinham se acumulando nas últimas semanas em torno da exposição pública do STF e de seus integrantes.

O mal-estar não se restringe à nota de Fachin. Como mostrou O GLOBO, ele se soma a uma insatisfação já existente em parte do tribunal com declarações recentes tanto do presidente do STF quanto da ministra Cármen Lúcia, que vinham defendendo maior transparência e a necessidade de regras mais claras de conduta.

Para esse grupo de ministros, embora as manifestações tenham como objetivo responder a críticas externas, o efeito prático tem sido o de ampliar a exposição da Corte em um momento de pressão política crescente.

Essa ala entende que reconhecer publicamente tensões internas ou discutir mecanismos de controle de conduta pode acabar alimentando narrativas de fragilidade institucional e ampliando o desgaste coletivo.

Além disso, há incômodo com o fato de que mensagens genéricas sobre ética e comportamento possam ser interpretadas como direcionadas a casos específicos, o que, na visão desses magistrados, contribui para um ambiente de desconfiança interna.

O Globo

 

Rogerio Marinho acusa governo Lula de agravar o endividamento das famílias

 


O senador Rogerio Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado, atribuiu à política econômica do governo Lula da Silva (PT) o aumento do endividamento das famílias brasileiras. Em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (14), ele afirmou que o problema tem gerado insatisfação na população. Acusou o Executivo federal de adotar medidas sem sustentabilidade, que acabam agravando a crise financeira vivida, segundo ele, pelos brasileiros.

“Este é o governo do Robin Hood: é o governo que dá com uma mão e tira com as duas. Que diz que protege a sociedade brasileira, mas, na verdade, enriquece aqueles que investem na ciranda financeira. Desestimula quem quer empreender, quem quer gerar emprego, quem quer gerar renda e, sobretudo, tenta enganar a população brasileira”, afirmou.

Rogério Marinho questionou programas de renegociação de dívidas, como o Desenrola, que afirma não terem reduzido a inadimplência. Segundo o líder da oposição, novas propostas com uso de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e oferta de crédito com juros elevados tendem a repetir os mesmos erros. Para ele, essas iniciativas beneficiam o sistema financeiro, mas não resolvem o problema estrutural das dívidas da população.

O senador criticou a atuação do governo em outros temas, como a regulamentação das apostas esportivas e a chamada “taxa das blusinhas”. Destacou dados sobre juros, déficit público e relação entre dívida pública e o Produto Interno Bruto (PIB) para sustentar sua crítica à política fiscal do governo. E cobrou uma resposta nas urnas às “práticas ultrapassadas” do atual governo.

“Nunca se ganhou tanto dinheiro no Brasil, é verdade, mas foram os banqueiros, aqueles que o PT diz que são os seus inimigos, porque dividem o país entre nós e eles”, concluiu.

Com informações da Agência Senado

 

CNRP realiza 3ª etapa com R$ 130 mil em premiação e sete torneios ao longo da semana

 


O Circuito Norte-Riograndense de Poker (CNRP) promove, entre os dias 13 e 19 de abril, a sua 3ª etapa da temporada, reunindo jogadores de todo o estado em uma semana intensa de competições. Ao todo, serão distribuídos R$ 130 mil em premiações, divididos em sete torneios ao longo do evento.

A programação começa na segunda-feira (13) com o torneio Hot Start, que abre oficialmente a etapa com R$ 15 mil garantidos e buy-in acessível de apenas R$ 150, atraindo tanto iniciantes quanto jogadores mais experientes.

Um dos grandes destaques da grade é o Ignition Day, que acontece na quinta-feira (16), às 15h. O torneio conta com inscrição 100% gratuita e premiação de R$ 15 mil, sendo uma excelente oportunidade para novos competidores entrarem no circuito.

Ainda na quinta-feira, tem início o Main Event, principal torneio da etapa, que se estende até o domingo (19), quando será disputada a mesa final. A competição oferece R$ 40 mil em premiações e deve reunir os principais nomes do poker regional.

Na sexta-feira, o destaque fica por conta do High Roller, considerado o torneio mais técnico da programação. Voltado para jogadores de alto nível, o evento também distribuirá R$ 40 mil em prêmios.

Além das disputas individuais, o CNRP mantém um ranking acumulado ao longo da temporada, que nesta temporada distribuirá R$ 30 mil em premiações. O líder do ranking receberá R$ 5 mil, enquanto o segundo e terceiro colocados levam R$ 3 mil e R$ 2 mil, respectivamente. Os 18 melhores colocados ainda garantem vaga em uma disputa especial que distribuirá R$ 20 mil adicionais.

Com estrutura consolidada e premiações atrativas, o CNRP segue fortalecendo o cenário do poker no Rio Grande do Norte, promovendo competição, entretenimento e oportunidades para jogadores de todos os níveis.

 

Dívida pública do Brasil deve alcançar 100% do PIB em 2027, estima FMI

 


A dívida pública do Brasil deve atingir 100% do PIB até 2027, segundo projeção do Fundo Monetário Internacional divulgada nesta quarta-feira (15).

Para 2026, a estimativa é de que o país encerre o ano com dívida equivalente a 96,5% do PIB. A tendência é de alta contínua, podendo chegar a 106,5% até 2031.

A dívida pública representa os recursos captados pelo governo por meio de empréstimos e emissão de títulos para financiar despesas, cobrir déficits e cumprir obrigações fiscais.

De acordo com o FMI, o avanço está ligado ao aumento dos gastos públicos, à alta dos juros e às pressões globais, como conflitos internacionais e maiores demandas por investimentos em defesa e áreas sociais.

O cenário não é exclusivo do Brasil. No mundo, a dívida global já se aproxima de 94% do PIB e deve atingir 100% até 2029 — nível visto anteriormente apenas após a Segunda Guerra Mundial.

O FMI alerta que o espaço fiscal está cada vez mais limitado, com maior sensibilidade dos mercados e redução da margem de segurança para equilibrar as contas públicas.

 

TCU aponta descontrole em gastos de R$ 285 milhões com voos da FAB

  O Tribunal de Contas da União identificou falhas no controle e uso de voos da Força Aérea Brasileira que somaram R$ 285 milhões entre 2020...