terça-feira, 19 de maio de 2026

Polícia Militar recupera veículo e prende suspeito após invasão de residência em José da Penha/RN

 


Nesta segunda-feira, 18 de maio de 2026, por volta das 9h, a Polícia Militar do Rio Grande do Norte, por meio do 7º BPM e do Destacamento de José da Penha/RN, atendeu uma ocorrência de invasão de domicílio, agressão e furto de veículo.

Segundo informações repassadas pela corporação, a guarnição formada pelo sargento Mariz e sargento Cândido foi acionada por uma mulher identificada como Francielli. Ela relatou que o ex-companheiro, identificado como Pedro Carlos, teria invadido sua residência, cometido agressões e levado um veículo Fiat Siena preto, fugindo em direção ao município de Marcelino Vieira/RN.

Após receber a denúncia, os policiais iniciaram diligências imediatas e seguiram até a cidade indicada. Já em Marcelino Vieira, o automóvel foi localizado e os militares deram ordem de parada ao condutor.

Ainda conforme a PM, o suspeito tentou fugir, sendo realizado acompanhamento tático. Com apoio da guarnição local, a abordagem foi concluída e o homem acabou detido.

Em seguida, ele foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Luís Gomes/RN, onde foram realizados os procedimentos cabíveis.

 

Após grave acidente entre Apodi e Mossoró, deputado escapa de tragédia e desabafa: “Nossas vidas foram guardadas”

 


O deputado estadual Neilton Diógenes (PP) relatou um acidente ocorrido na madrugada desta terça-feira (19), na BR-405, entre os municípios de Apodi e Mossoró, no Oeste potiguar.

Segundo informações apuradas, um animal atravessou repentinamente a rodovia, e o motorista não conseguiu desviar, provocando a colisão.

Além do parlamentar, estavam no carro o presidente da Câmara Municipal de Apodi, Filipe Gustavo, e mais três integrantes da equipe. Todos seguiam em deslocamento de rotina.

O deputado afirmou nas redes sociais: “Graças a Deus, estamos todos bem”, destacando que ninguém se feriu.

Em outra mensagem, reforçou: “Nossas vidas foram guardadas e só tenho gratidão”, ao comentar o susto vivido na rodovia.

O parlamentar ainda destacou que percorre frequentemente as rodovias do estado a trabalho e que o episódio reforçou a atenção redobrada durante os deslocamentos.

 

MST bloqueia BR-304 e cobra reforma agrária ao governo Fátima Bezerra

 


Integrantes do MST bloquearam, na manhã desta terça-feira (19), um trecho da BR-304, nas proximidades de Jandaíra. Eles cobram avanços na reforma agrária ao governo da governadora Fátima Bezerra (PT).

Faixas com mensagens de protesto foram exibidas ao longo da mobilização, com frases como “Governadora, cadê o assentamento do Baixo Açu? 12 anos de espera”.

Segundo representantes do MST, o ato também envolve a discussão sobre áreas reivindicadas no RN, incluindo a desapropriação de terras na região de Jandaíra. O grupo afirma que há famílias acampadas aguardando solução há cerca de um ano.

O movimento cita áreas em debate no RN, com processos de reintegração de posse e discussões sobre destinação de terras. Segundo o MST, parte das áreas já foi vistoriada anteriormente.

A manifestação também menciona o Distrito de Irrigação do Baixo Açu (Diba), tema de debate entre movimentos sociais e o setor produtivo no estado.

 

Oposição planeja estratégia eleitoral em 4 Estados do Nordeste e PT pode perder hegemonia

 


A oposição nos Estados governados pelo PT no Nordeste já definiu os principais “telhados de vidro” que devem ser explorados na tentativa de impedir o partido de manter seu domínio no Ceará, Rio Grande do Norte, Piauí e Bahia.

O principal deles será a segurança pública, uma área em que o PT sempre patinou. Os quatro Estados superaram a taxa média de homicídios dolosos do Brasil em 2024, que ficou em 16,64 mortes por 100 mil habitantes, segundo o Mapa da Segurança Pública 2025, elaborado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.

O Piauí registrou taxa de 17,3, enquanto a do Rio Grande do Norte foi de 18,46 e a da Bahia, de 28,32. O Ceará obteve a pior taxa do País, de 34,42 mortes por 100 mil habitantes.

Procurado, o governo da Bahia disse que “trata a redução da violência letal como compromisso permanente, com metas, monitoramento e prestação de contas” (veja a íntegra da resposta mais abaixo). Os demais Estados não responderam.

Duas das capitais, Fortaleza e Salvador, aparecem entre os cinco municípios com maiores números de homicídios dolosos em 2024. Além disso, Bahia (40,6) e Ceará (37,5) ocupam, respectivamente, a segunda e terceira colocação entre os Estados com mais mortes violentas por 100 mil habitantes, segundo os dados do Anuário do Fórum Brasileiro de Segurança Pública de 2025.

Mesmo antes do início formal da campanha os dados negativos já são explorados por oposicionistas nas redes sociais.

Principal adversário de Jerônimo Rodrigues (PT) ao governo da Bahia, o ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil) ataca a política de segurança do petista. “Eu tenho rodado o interior da Bahia e ouvido relatos que tiram o sono. O medo chegou onde antes as portas ficavam abertas, as crianças brincavam na rua e as famílias viviam com tranquilidade. Isso não é exagero. É a vida real de muitas cidades baianas”, disse em vídeo postado nas redes sociais.

 Na avaliação de aliados de ACM Neto, essa é a melhor oportunidade que o grupo tem contra o PT, que pode vencer a sexta eleição consecutiva para o governo do Estado. “Eles já estão há 20 anos no poder e todos os indicadores sociais pioraram”, disse o deputado federal Paulo Azi (União-BA). “É o campeão nacional de mortes violentas. Na Bahia morrem muito mais gente do que em São Paulo e no Rio de Janeiro, Estados muito maiores que a Bahia.”

Pesquisa Genial/Quaest divulgada no final de abril mostra empate técnico entre os dois. Neto aparece numericamente à frente, com 41% dos votos ante 37% de Jerônimo. A margem de erro é de três pontos porcentuais.

No Ceará, o discurso é parecido. Principal adversário do governador Elmano de Freitas (PT), o ex-ministro Ciro Gomes (PSDB) se alinhou ao bolsonarismo no Estado para tentar derrotar o petista. Uma das principais fragilidades que ele explora em seus discursos também é a crise na segurança pública cearense.

“As facções tomaram conta do Estado. O Ceará subiu para um dos primeiros Estados do Brasil no cometimento de crimes”, disse o pré-candidato durante ato de campanha no Ceará neste final de semana.

Pesquisa da Genial/Quaest também do final de abril mostra outro cenário de empate técnico, mas apenas quando o adversário é o ex-ministro da Educação Camilo Santana. Num eventual segundo turno, Camilo aparece com 44%, ante 39% de Ciro. Quando a simulação é com Elmano, o tucano tem 46%, ante 35% do petista.

Bahia e Ceará aparecem entre os Estados com piores indicadores de segurança pública. O tema também é explorado pela oposição ao governo Fátima Bezerra no Rio Grande do Norte.

“Estamos assistindo o pior governo do Rio Grande do Norte. A criminalidade, a marginalidade, o tráfico de drogas rola solto aqui no RN. Os cidadãos inseguros, as facções tocando o terror, incendiando ônibus, promovendo assaltos continuamente sem que o governo do Estado tenha uma ação eficiente e coloque a polícia nas ruas”, disse Álvaro Costa Dias (PL), candidato do bolsonarismo no Estado.

O deputado General Girão (PL-RN) vê desgaste natural “enorme” de Fátima Bezerra. “Os índices de educação são os piores possíveis do Brasil já há mais de três anos. Os índices da economia idem, o Estado está cheio de buracos nas estradas”, afirma.

Ele também cita o aumento do endividamento do Estado na gestão Bezerra. “O governo (do ex-presidente Jair) Bolsonaro pagou corretamente o fundo de participação dos Estados. Agora, nem com o pagamento de dívidas que ela (Fátima) tem, dívidas com a Previdência, que o governo federal resolveu ajudar ela pagando precatórios, nem com isso daí ela tá conseguindo acertar as dívidas, as contas do Estado. Por quê? Porque ela gasta mais do que arrecada”, afirma.

O Rio Grande do Norte possui a situação mais delicada para o PT nos quatro Estados. O vice-governador rompeu com Fátima Bezerra, que agora trabalha para emplacar o ex-secretário da Fazenda Cadu Xavier, que aparece atrás nas pesquisas. Levantamento do Real Time Big Data de dezembro mostra o prefeito de Mossoró Allyson Bezerra (União) na frente, com 42% das intenções de voto, seguido pelo também oposicionista Álvaro Dias (17%). Cadu Xavier tem 11%.

“Segurança pública será o principal tema praticamente em todas as eleições estaduais. Agora isso pode ter um efeito ampliado nesses Estados porque não pega só as gestões estaduais do PT mas atinge o presidente Lula, porque o partido governa a nível nacional”, afirmou Marco Antônio Carvalho Teixeira, cientista político da Fundação Getulio Vargas.

Dos quatro Estados, o Piauí tem a situação menos preocupante para o partido e mais difícil para a oposição. Além de ter os melhores indicadores entre esses quatro Estados, o atual governador, Rafael Fonteles (PT), lidera as pesquisas de intenção de votos com sobras e tem propostas do campo da da segurança pública como carro-chefe de campanha.

Um deles é um novo esquema de investigação que permitiu recuperar milhares de celulares roubados e abaixou os números de roubos e furtos na capital e no interior do Estado.

O grande case de sucesso piauiense incorporado pelo governo federal foi o programa Protege Celular, iniciado em janeiro de 2023, que rastreia e identifica celulares furtados e reduziu os dados relativos a esse tipo de crime no Estado. Inspirado por essa iniciativa, o governo federal lançou o programa Celular Seguro em dezembro de 2023.

Como resultado dos bons números divulgados das iniciativas piauienses, o então secretário de Segurança Pública do Estado, Chico Lucas, virou secretário nacional de Segurança Pública no Ministério da Justiça no começo deste ano.

No Piauí, a oposição trabalhará com a principal mensagem de que há um Estado vendido na TV e nas redes sociais e há o Estado real. “O que a gente está fazendo é o seguinte. A gente vai assentar no problema que o governador vende uma imagem que não existe”, disse o deputado federal Júlio Arcoverde (PP-PI).

Oposicionistas mencionam como principais críticas a lentidão da construção do porto de Luís Correia e sobre as promessas de campanha sobre o hidrogênio verde. “O porto inaugurou mas sem nada, sem estrutura. O hidrogênio verde, que seria a maior sensação do Piauí, que daria um passo no mundo, e nunca aconteceu, nunca deu no papel”, afirmou.

A oposição está dividida entre dois principais nomes neste momento: pleiteiam o cargo no Piauí o ex-prefeito de Floriano Joel Rodrigues (PP) e o jornalista Toni Rodrigues (PL). A situação é muito favorável para o PT no Estado. Pesquisa AtlasIntel de março indica vitória no primeiro turno para Fonteles, que aparece com 57% das intenções de voto.

A pesquisa não analisou um cenário com Joel Rodrigues. “Nosso candidato é imponderável. Pode dar certo. Se cair na graça popular, pode dar certo. Quem quer ele é o povo”, disse Arcoverde.

Para Vitor Sandes, cientista político da Universidade Federal do Piauí (UFPI), parte do sucesso de Fonteles se deve ao fato de ele avançar em temas que o PT deixa de lado. “Ele adota aspectos do lulismo no campo social, mas avança em temas mais caros à direita, como a segurança pública e desenvolvimento”, disse. “Os investimentos em segurança deram certo porque virou uma marca da campanha logo no início.”

Governo da Bahia rebate críticas

Por meio de nota, o governo da Bahia disse que não comenta estratégias eleitorais. A administração estadual informou, no entanto, que “trata a redução da violência letal como compromisso permanente, com metas, monitoramento e prestação de contas”.

O governo informa ainda ter ampliado o efetivo policial, a estrutura, a tecnologia, a inteligência e a presença territorial. A administração estadual sustenta ainda que em 2025 a Bahia “registrou redução de 13,1% nas mortes violentas, o melhor resultado dos últimos 19 anos, e Salvador alcançou o menor número de mortes violentas dos últimos 25 anos”. O mesmo movimento de redução teria ocorrido no início deste ano.

Estadão

 

 

Aliados de Lula se dividem sobre estratégia de insistir na indicação de Messias para o STF

 


A possibilidade de Luiz Inácio Lula da Silva insistir na indicação de Jorge Messias para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF) divide aliados do próprio presidente da República. A ala mais combativa avalia que o Palácio do Planalto não deveria se curvar aos desejos do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), enquanto os mais pragmáticos acham que o presidente deveria deixar uma nova indicação para um momento mais propício.

O regimento do Senado não permite que um candidato já rejeitado seja apreciado numa mesma sessão legislativa, ou seja, no mesmo ano. Isso significa que, mesmo que Lula reapresente o nome de Messias, Alcolumbre pode recorrer ao regimento e recusar a indicação sumariamente.

Mesmo assim, uma ala do lulismo acha que ainda vale a pena insistir em emplacar Messias no Supremo ainda neste ano, por uma questão estratégica: mostrar que o presidente da República não vai ceder à vontade de Alcolumbre nem abrir mão da prerrogativa de indicar quem quiser para o STF, e ainda reforçar a imagem de que o Congresso é quem impede o Executivo de governar .

Vem seguindo essa linha de argumentação, que se traduz no slogan “Congresso inimigo do povo”, o líder do PT na Câmara dos Deputados, Lindbergh Farias (PT-RJ), o deputado federal e o ex-ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira (PT-SP), e o coordenador do grupo Prerrogativas, o advogado Marco Aurélio de Carvalho.

“Messias ganhou o debate político na sociedade para vaga no Supremo. Os aplausos que ele recebeu na posse do TSE demonstraram isso [quando Messias recebeu trinta segundos de aplausos ao ser mencionado em discurso pelo presidente da OAB, Beto Simonetti]”, disse Teixeira à equipe do blog.

Mas nem todos os petistas próximos do presidente se alinham a essa opinião.

Lideranças no Senado, como Jaques Wagner (PT-BA) e Randolfe Rodrigues (PT-AP), preferem trabalhar por uma pacificação entre Alcolumbre e Lula e não insistir em novo confronto com Alcolumbre num momento em que o Palácio do Planalto aposta na aprovação no Congresso de medidas de grande apelo popular, como o fim da escala 6 por 1.

Segundo relatos obtidos pela equipe da coluna, essa é também a opinião dos ministros da Secretaria de Comunicação Social, Sidônio Palmeira, e do Trabalho, Luiz Marinho, além do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, que mantém influência nos bastidores do PT.

“Sidônio acha que o presidente precisa indicar uma mulher negra”, afirmou ao blog um interlocutor de Lula com bom trânsito no meio jurídico. “Ainda que seja rejeitada, a aposta é a de que Lula subiria nas pesquisas.”

A rejeição de Messias para o Supremo, a maior derrota de Lula no Congresso neste terceiro mandato, foi fruto de uma articulação comandada por Alcolumbre, que colocou do mesmo lado o pré-candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, e o ministro Alexandre de Moraes, que atuaram na mesma direção ainda que cada um tivesse um motivo diferente.

O de Flávio era medir forças com Lula no Senado, enquanto Moraes agiu para impedir o fortalecimento no Supremo da ala mais próxima de André Mendonça, cabo eleitoral de Messias e relator das investigações do caso Master.

Até então, a última vez que o Senado tinha barrado um nome apresentado pelo presidente da República para o STF havia sido em 1894, no governo Floriano Peixoto. É por isso que para alguns petistas essa foi uma derrota tão difícil de engolir.

“São os batedores de lata versus os sensatos. Se Lula fizer uma nova indicação de Messias, Davi mostrará o que é fúria”, comentou um interlocutor de Alcolumbre ouvido pelo blog, já antecipando que o aliado toparia a queda de braço sem constrangimento e não pouparia o governo de mais uma humilhação.

Malu Gaspar - O Globo

 

 

Opinião do Estadão: A petulância de Lula

 


Reportagens publicadas no fim de semana afirmam que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avalia reenviar ao Senado a indicação de Jorge Messias para a vaga aberta no Supremo Tribunal Federal (STF), após a histórica rejeição sofrida pelo advogado-geral da União no mês passado. Se isso realmente acontecer, Lula estará cometendo não apenas um erro político grave, mas demonstrando enorme dificuldade de aceitar os limites impostos pelo sistema de freios e contrapesos da Constituição.

No dia 29 de abril, o Senado rejeitou a indicação de Messias por 42 votos a 34, produzindo um fato sem precedentes desde o governo Floriano Peixoto, em 1894. Pela primeira vez em mais de um século, um presidente da República foi impedido de transformar automaticamente sua vontade pessoal em um ministro do Supremo. A decisão serviu para recolocar o Senado no papel que a Constituição lhe reserva: o de funcionar como filtro democrático das escolhas presidenciais para a mais alta corte do País.

A prerrogativa de indicar ministros do STF pertence ao presidente da República, mas não a de confirmar a indicação. O modelo constitucional brasileiro foi desenhado justamente para submeter essa escolha ao crivo do Senado, órgão eleito encarregado de verificar se o indicado reúne condições de ocupar um dos postos mais relevantes da República.

Ao flertar com a ideia de insistir em Messias, Lula transmite a impressão de enxergar a rejeição não como manifestação legítima de outro Poder, mas como uma espécie de insubordinação institucional a ser corrigida. O problema é que Lula parece tratar a derrota como um contratempo político reversível, e não como uma decisão legítima do Senado.

Como já dissemos outras vezes, Jorge Messias não reunia, e continua sem reunir, os atributos exigidos para integrar o STF: autoridade jurídica amplamente reconhecida, independência em relação ao governo, discrição institucional, respeito aos limites constitucionais da Corte e ausência de militância político-partidária. Messias jamais se destacou como um jurista cuja autoridade transcendesse fronteiras partidárias. Sua principal credencial sempre foi a proximidade política com Lula e o PT. Isso não mudou desde sua rejeição pelo Senado.

A insistência presidencial apenas reforçaria a percepção de que Lula enxerga vagas no Supremo como prêmios a quem lhe é leal. Messias tornou-se figura simbólica do petismo não por representar uma referência jurídica nacional, mas por sua fidelidade ao grupo político governante em momentos particularmente delicados. O problema é que o Supremo não existe para acomodar lealdades nem para saldar dívidas políticas de presidentes da República.

Há ainda, nessa possibilidade extremamente questionável, obstáculos regimentais relevantes à reapresentação imediata do nome. Uma norma interna do Senado impede que uma autoridade rejeitada seja novamente apreciada na mesma sessão legislativa para o mesmo cargo. Trata-se, porém, de regra interna corporis, passível de revisão ou flexibilização caso haja vontade política suficiente da Mesa Diretora e do presidente do Senado.

Isso apenas torna a hipótese ainda mais problemática, porque uma eventual manobra regimental deixaria de ser uma discussão meramente processual para se transformar numa operação política destinada a contornar uma rejeição institucional claríssima do Senado. Depois de barrar um nome considerado inadequado para o Supremo, o próprio Senado seria chamado a reinterpretar suas regras para viabilizar justamente aquilo que acabara de rejeitar. Sabe-se lá a troco de quê o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, permitiria isso – mas dá para imaginar.

A derrota de Messias deveria ter servido para induzir o presidente a recalibrar critérios. O País precisa de alguém com autoridade jurídica própria e independência real em relação ao Planalto. Insistir em Messias significaria apenas que, para Lula, a arquitetura institucional do País é meramente ornamental diante de seus desejos.

Opinião do Estadão

 

 

Vídeo de Coronel Azevedo volta a circular e deputado acusa militância de espalhar ‘fake news’; veja

 



Um vídeo antigo do deputado estadual Coronel Azevedo voltou a circular nas redes sociais e gerou reação do parlamentar nesta segunda-feira (18).

Segundo Azevedo, o trecho compartilhado foi retirado de contexto e pertence a uma entrevista concedida em abril de 2022 à Jovem Pan. O deputado acusa perfis ligados à esquerda de espalharem fake news ao divulgarem o conteúdo como se fosse atual.

No vídeo publicado nas redes, Coronel Azevedo afirma que a declaração original aconteceu após falas do então pré-candidato Luiz Inácio Lula da Silva sobre pressão contra parlamentares.

O deputado também afirmou que passou a sofrer ataques após defender ações mais duras contra facções criminosas no Rio Grande do Norte.

Esse texto foi copiado do Blog do Gustavo Negreiros

TANGARAENSE - VÍDEO: Popular do Bairro Nossa Senhora de Fátima, faz apelo e pergunta aonde está o prefeito que não aparece para resolver os problemas da cidade, o prefeito não esta passando Manteiga

 


Morador do Bairro Nossa Senhora de Fátima, faz desafio ao prefeito Augusto Alves e mostra situação triste das ruas do bairro

O Sr. Herivaldo, gravou um vídeo na manhã desta terça-feira (19), onde o mesmo por não aguentar o descaso mostra o que realmente esta acontecendo no bairro

Herivaldo em seu instagram falou assim: Cadê você prefeito apareça por Tangara pelo menos já que vc não tem coragem de olhar aqui no nosso bairro. Já estão chamando Tangará de, A CAPITAL DA FEDENTINA. 

Veja o vídeo abaixo:



"Manda prender o dono", diz Lula sobre como combater corrupção na Petrobras

 


O presidente Lula criticou, nesta segunda-feira (18), a forma como foram conduzidas as investigações da Operação Lava Jato. Em evento da Petrobras no interior de São Paulo, o mandatário disse que o jeito certo de combater a corrupção era "mandar prender o dono da empresa".

"Se você tivesse na Petrobras uma empresa que fizesse corrupção, o jeito de você combater o que era? Não era atrapalhar a Petrobras e os trabalhadores. Manda prender o dono da empresa, ou rompe o contrato com aquela empresa, sem prejudicar os trabalhadores", argumentou.

"Há dez anos atrás, vocês que andavam com essas camisas cor de abóbora, muitas vezes em alguns estados eram xingados de ladrão! Os sindicalistas eram chamados de ladrão, porque existia dentro Petrobras um grupo de gente muito de direita que achava que eram verdade as falcatruas que aquele Moro [Sérgio Moro] tentou fazer com a Lava Jato!", complementou.

O presidente afirmou ainda que, em seu entender, o que foi feito naquela época era para "prejudicar a imagem da empresa".

"A impressão que eu tinha é que eles fizeram para prejudicar a imagem da empresa, mas a Petrobras é brasileira e brasileiro não desiste nunca. A gente não desiste. Estamos aqui de cabeça erguida sendo mais forte do que a gente era e vamos ser mais fortes amanhã", completou.

CNN BRASIL

 

 

Ouro Branco: Aliados rebatem tentativa de Allyson de se apoderar da vitória de Amariudo

 


O ex-prefeito de Mossoró e pré-candidato ao Governo do Estado, Allyson Bezerra, está sendo acusado de tentar se apropriar politicamente da vitória de Amariudo Santos na eleição suplementar realizada neste domingo em Ouro Branco.

Allyson sequer participou da campanha em Ouro Branco, não esteve no município durante a disputa e jamais teve qualquer envolvimento direto com a eleição local. Há quem diga, inclusive, que o ex-prefeito de Mossoró “nem sabe nem onde fica Ouro Branco”. Mesmo assim, após o resultado das urnas, passou a divulgar mensagens nas redes sociais tentando transmitir a ideia de proximidade política com o prefeito eleito.

A atitude foi interpretada por aliados de Amariudo como tentativa oportunista de criar uma associação política inexistente. Amariudo Santos tem compromisso político com Álvaro Dias, que este sim participou ativamente da campanha, esteve envolvido nas articulações e enviou representantes importantes para atuar no município durante a eleição suplementar.

Allyson Bezerra tenta construir nas redes sociais uma narrativa que não corresponde à realidade política de Ouro Branco. Ele mente.

 

Criminosos invadem Hospital Regional do Seridó, fazem funcionários reféns e roubam armas de vigilantes em Caicó

 



Criminosos invadiram o Hospital Regional do Seridó, em Caicó, durante a madrugada desta terça-feira (19), renderam funcionários e tomaram as armas de dois vigilantes da unidade.

Segundo informações preliminares, a ação aconteceu por volta de 1h40 da manhã. Os suspeitos teriam arrombado uma janela para conseguir entrar no prédio. Enfermeiros e outros funcionários foram feitos reféns enquanto os criminosos obrigavam os vigilantes a entregar dois revólveres.

A Polícia Militar foi acionada logo após a ocorrência e iniciou diligências na região. 

A Polícia Militar agiu rápido após o assalto registrado no Hospital Regional do Seridó, em Caicó, na madrugada desta terça-feira (19), e conduziu dois suspeitos para averiguação. Um deles foi identificado como Lucas Henrique, conhecido como “Lucas Morcego”, reconhecido como participante da ação criminosa. O outro conduzido foi Samuel Regis, o “Samuca”, que também está sendo investigado. Já um terceiro suspeito, identificado como Rodrigo Alves Ferreira, apelidado de “Microcefalia”, foi reconhecido, mas conseguiu fugir antes da chegada das equipes policiais.

Os suspeitos foram localizados em uma residência abandonada no bairro Walfredo Gurgel, onde a polícia encontrou roupas escuras, jaquetas com capuz, um capacete branco, além de pertences dos vigilantes do hospital, como fardas e equipamentos utilizados no serviço. As duas armas roubadas dos vigilantes ainda estão sendo procuradas pela Polícia Militar, que segue realizando diligências para localizar o armamento e prender o suspeito foragido.

O coronel Albervan Cirne de Medeiros está acompanhado tudo de perto frente à tropa.

Fonte: Jair Sampaio

 


Polícia Militar recupera veículo e prende suspeito após invasão de residência em José da Penha/RN

  Nesta segunda-feira, 18 de maio de 2026, por volta das 9h, a Polícia Militar do Rio Grande do Norte, por meio do 7º BPM e do Destacamento ...