quarta-feira, 15 de abril de 2026

SIMPLESMENTE VIRALIZOU: Idosa nordestina viraliza ao satirizar eleitores do atual governo Lula; veja o vídeo

 



SIMPLESMENTE VIRALIZOU! 🚨
Quem disse que internet tem idade certa pra fazer sucesso?

A avó do influencer Breno Taylor, diretamente de Seabra (BA), na Chapada Diamantina, está dando um verdadeiro show de carisma e conquistando todo mundo nas redes sociais!
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Entrando em uma das trends mais conhecidas do momento, ela surpreendeu pela espontaneidade, alegria e aquele jeitinho único que só ela tem. E não deu outra: o vídeo rapidamente começou a ganhar curtidas, comentários e compartilhamentos, chamando atenção de pessoas de todo o Brasil!
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O que mais impressiona é a naturalidade com que ela se joga na brincadeira, mostrando que não existe idade pra se divertir, acompanhar as novidades e, claro, viralizar na internet!
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Esse momento especial não só arrancou sorrisos de quem assistiu, como também virou inspiração afinal, é sobre viver, se permitir e aproveitar cada oportunidade com leveza e bom humor.
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👉 E aí, você já viu esse vídeo que está dando o que falar? Conta pra gente o que achou! 👀🔥

Rede chefiada por MC Ryan “lavou” lucro do tráfico de 3t de cocaína, diz PF

 


A investigação da Polícia Federal (PF) indica que o tráfico de cocaína era uma das fontes de dinheiro ilícito utilizadas no esquema de lavagem de dinheiro liderado pelo MC Ryan SP. O artista foi preso na manhã desta quarta-feira (15/4) durante a Operação Narco Fluxo. Com informações do Metrópoles.

Segundo a PF, o cantor utilizava suas empresas ligadas à produção musical e a própria fama nas redes sociais para mesclar receitas legítimas com dinheiro ilícito de apostas ilegais, rifas digitais e tráfico de drogas. As autoridades citam um vínculo estrutural do esquema com o Primeiro Comando da Capital (PCC).

Na decisão que deu origem à operação Narco Fluxo, a Justiça determinou o bloqueio de até R$ 2,2 bilhões em bens de 77 alvos da PF. Segundo o juiz Roberto Lemos dos Santos Filho, da 5ª Vara Federal de Santos, o valor foi calculado com base no suposto lucro do tráfico de mais de três toneladas de cocaína e também nas movimentações financeiras dos alvos da PF.

Os detalhes sobre o tráfico de drogas foram apurados durante as operações Narco Vela, deflagrada em abril de 2025, e Narco Bet, em janeiro de 2026.

Liderança de MC Ryan

A PF aponta o MC Ryan SP como líder do esquema de lavagem de dinheiro. Após a lavagem, os valores eram reinseridos na economia formal a partir da aquisição de imóveis de alto padrão, veículos de luxo, joias e outros ativos de alto valor.

A investigação ainda indica que Ryan pagava operadores de mídia para publicar conteúdos favoráveis a ele e promover suas plataformas de apostas. O objetivo seria mitigar eventuais crises de imagem relacionadas às investigações. O artista também teria transferido participações societárias para “laranjas”, inclusive familiares, para ocultar seu patrimônio.

Operação Narco Fluxo

- Segundo a PF, mais de 200 policiais federais participam da operação e cumprem 45 mandados de busca e apreensão e 39 de prisão temporária, expedidos pelo Roberto Lemos dos Santos Filho, da 5ª Vara Federal de Santos.

- De acordo com a PF, a ação acontece nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná, Goiás e no Distrito Federal.

- A PF acredita que o volume financeiro pelo grupo criminoso ultrapassa R$ 260 bilhões. Além de armas, carrões e dinheiro em espécie, a corporação apreendeu documentos e equipamentos eletrônicos que ajudarão na investigação.

- Entre os presos na operação desta quarta estão os funkeiros MC Ryan SP, MC Poze do Rodo e Raphael Sousa, dono da página Choquei.

- A Justiça determinou o bloqueio de até R$ 2,2 bilhões em bens de Ryan.

- O bloqueio foi imposto a 77 alvos da PF, entre empresas e pessoas físicas.

- De acordo com a decisão judicial, o valor estimado para o bloqueio foi calculado com base no lucro estimado com os crimes que teriam sido praticados: “tráfico internacional de mais de três toneladas de cocaína, somado ao fluxo financeiro identificado nos relatórios de inteligência financeira encaminhados pelo Coaf“.

- Também foram determinadas medidas de constrição patrimonial, incluindo o sequestro de bens e a imposição de restrições societárias, com o objetivo de interromper as atividades ilícitas e preservar ativos para eventual ressarcimento.

- As investigações continuam e os alvos podem responder pelos crimes de associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

Em nota, a defesa do MC Ryan informou que não teve acesso ao procedimento, razão pela qual está impossibilitada de apresentar manifestação específica sobre os fatos.

“Ressalta-se, contudo, a absoluta integridade de MC Ryan, bem como a lisura de todas as suas transações financeiras. Todos os valores que transitam por suas contas possuem origem devidamente comprovada, sendo submetidos a rigoroso controle e ao regular recolhimento de tributos, o que sempre foi observado de maneira contínua e responsável”. A defesa ainda alegou confiar que os esclarecimentos que serão prestados demonstrarão a verdade dos fatos.

 

Dono da Choquei preso pela PF mantinha relações com Janja, Janones e núcleo digital do governo Lula

 


Raphael Sousa Oliveira, de 31 anos, criador da página Choquei, foi preso na manhã desta quarta feira (15) em um condomínio de luxo em Goiânia, dentro da Operação Narco Fluxo da Polícia Federal. A suspeita é de envolvimento em um esquema bilionário de lavagem de dinheiro ligado ao narcotráfico. Mas a prisão do influenciador goiano reacende um outro capítulo que a classe política preferia manter discreto: as conexões entre a maior página de fofocas do Brasil e o núcleo de poder do governo federal.

A página Choquei acumula mais de 27 milhões de seguidores no Instagram e 9,4 milhões no X (antigo Twitter). Com esse alcance, Raphael construiu ao longo dos anos uma rede de relações que vai muito além do entretenimento.

A aproximação com o governo Lula é documentada. Raphael Sousa estreitou laços com a primeira dama Rosângela da Silva, a Janja, antes mesmo da eleição de 2022. Durante o segundo turno daquele ano, a página dividiu sua equipe de seis pessoas para produzir cerca de dez conteúdos políticos por hora, todos favoráveis à candidatura de Lula, conforme revelou a Revista Piauí. Janja chegou a enviar informações privilegiadas à Choquei, que as publicava como furos de reportagem.

O próprio Raphael admitiu, em live no canal Diário do Centro do Mundo, que o deputado federal André Janones (Avante/MG), coordenador da campanha digital de Lula, e o influenciador Felipe Neto foram os grandes responsáveis pela visibilidade política da Choquei. "Eles retuitaram bastante coisa do Choquei durante o período eleitoral. Fora do período eleitoral também estão tendo interação", disse Raphael na ocasião.

A relação não parou na campanha. Após a posse de Lula, o governo federal incluiu a Choquei em um "mapeamento de influenciadores", conforme revelou o site Núcleo, com dados obtidos via Lei de Acesso à Informação. O Ministério da Saúde registrou pelo menos 17 interações oficiais com o perfil de fofocas entre junho de 2023 e janeiro de 2024, usando a página como canal de divulgação de campanhas como a vacinação com o Zé Gotinha. O governo afirmou que não houve pagamento.

A prisão de Raphael agora levanta questionamentos sobre a natureza dessas relações. Segundo seu advogado, Frederico Moreira, o envolvimento do influenciador no esquema pode estar ligado a publicidades realizadas para MC Ryan SP, um dos principais alvos da operação. "Por ter tido uma relação profissional com o MC Ryan, talvez a polícia entendeu que ele tivesse alguma participação em algum esquema ilícito do MC", afirmou o advogado ao G1. Raphael prestou depoimento por mais de uma hora na sede da PF em Goiânia.

A Choquei não é estranha a polêmicas. Em dezembro de 2023, a página publicou informações falsas sobre um suposto relacionamento entre a jovem Jéssica Canedo e o humorista Whindersson Nunes. Jéssica, de 22 anos, morreu após sofrer ataques massivos nas redes impulsionados pela publicação. Mesmo após o episódio, que gerou investigação da Polícia Civil de Minas Gerais, o STF não incluiu a Choquei no inquérito das fake news, apesar de o perfil ter histórico de disseminação de desinformação. Quase todos os investigados no inquérito são alinhados à direita política.

A pergunta que fica é direta: o governo sabia com quem estava se relacionando? E até onde iam os serviços prestados pela maior página de fofocas do país ao poder político?

 

 

O ministro que não aceita ser questionado

 


Um ministro do Supremo Tribunal Federal deveria ser a última pessoa a resolver divergências institucionais pela rede social X. Gilmar Mendes, porém, transformou as redes sociais em palanque de intimidação: ameaça senadores, responde a governadores e trata críticas como afrontas pessoais que precisam de punição. Ontem foi Alessandro Vieira, hoje é Zema. 

O cargo, ao que parece, virou licença para truculência.

E foi nesse clima que Gilmar resolveu lembrar a Zema, em tom de recado, todas as vezes que o STF beneficiou Minas Gerais. O problema é que, ao fazer isso, o ministro confirmou exatamente o que seus críticos dizem: que decisões judiciais, ali, podem funcionar como moeda de troca política.

O senador Alessandro Vieira descreveu bem o método: uma mistura de politização de decisões técnicas e ameaça constante, por meio de manifestações truculentas em veículos de imprensa e redes sociais.  Não é reação isolada. É comportamento sistemático de quem confunde autoridade com impunidade.

Decisão judicial não é favor, é apenas aquilo que se pensa como justiça. Mas ministro de Corte Suprema que bate boca pela rede social X, ameaça senadores e usa o cargo como escudo contra críticas também não está exercendo jurisdição. Está exercendo poder pessoal. E isso, ao contrário do que Gilmar parece acreditar, também tem nome.

Esse texto foi copiado do Blog do Gustavo Negreiros

 


Mercado opera no vermelho com incertezas sobre guerra e petróleo acima de US$ 100

 

O Ibovespa opera em queda e o dólar sobe nesta quarta feira (15), refletindo a cautela dos investidores diante das incertezas sobre as negociações entre Estados Unidos e Irã. O conflito no Oriente Médio mantém o barril de petróleo Brent acima dos US$ 100, pressionando cadeias logísticas globais e encarecendo o custo de frete e combustível.

No cenário doméstico, os sinais são mistos. As vendas no varejo brasileiro avançaram 0,6% em fevereiro, segundo o IBGE, sinalizando resiliência do consumo. Por outro lado, o IGP 10 de abril, divulgado pela FGV, subiu acima do esperado, puxado justamente pelo impacto da alta do petróleo sobre os preços. 

A inflação projetada para 2026 já alcança 5,19%, ultrapassando o teto da meta de 4,5% e colocando o Banco Central em posição delicada. O Copom iniciou o ciclo de corte da Selic, que saiu de 15% para 14,75%, mas a continuidade dessa trajetória depende de como o choque externo vai se comportar nos próximos meses.

 

Guerra pressiona insumos e dispara custo da construção civil no Brasil

 


O setor da construção civil já sente no bolso os efeitos da escalada internacional provocada pela guerra no Irã. O aumento do petróleo elevou combustíveis e fretes, pressionando toda a cadeia produtiva. O resultado é direto: materiais básicos como cimento, aço e resinas registraram altas expressivas nas últimas semanas, impactando obras e contratos em andamento.

Levantamento do Sinduscon-SP aponta que o cimento acumulou aumento de 12% até o fim de março, com novo reajuste de 10% já na semana seguinte. O aço também entrou na espiral de alta, com elevação de cerca de 8% em itens como vergalhões, chapas e perfis metálicos. Mas o choque mais agressivo veio das resinas e polímeros, insumos importados que chegaram a dobrar de preço no início de abril, afetando diretamente produtos como tubos e conexões.

O cenário já começa a contaminar toda a cadeia da construção. Materiais derivados, como argamassa, concreto e blocos, acompanham a tendência de alta, ampliando o custo final das obras. Para construtoras, o impacto é imediato: margens comprimidas, necessidade de reequilíbrio de contratos e aumento do risco financeiro em novos projetos.

A preocupação do setor é clara. Empresários comparam o momento ao período da pandemia, quando houve ruptura na cadeia de fornecimento e disparada generalizada de preços. A avaliação é que a volatilidade internacional pode piorar o quadro nas próximas semanas, principalmente se os estoques atuais se esgotarem sem reposição a preços mais estáveis.

Na prática, o efeito já aparece no canteiro de obras. Há tendência de adiamento de novos projetos, redução do ritmo de execução e compras mais cautelosas. Enquanto isso, fornecedores reajustam preços quase de forma simultânea, o que levanta suspeitas no setor e pode até provocar questionamentos em órgãos de defesa econômica. No meio do caos, sobra incerteza — e a conta, como sempre, caminha para o consumidor final.

 

VÍDEO: A ameaça clara e direta feita por Dias Toffoli ao relator da CPI do Crime Organizado

 


O relator da CPI do Crime Organizado, Alessandro Vieira, revelou durante a reunião da comissão, que foi ameaçado pelo ministro Dias Toffoli, do STF. Assista a fala do relator sobre o assunto.

A denúncia foi feita após Vieira apresentar um relatório pedindo o indiciamento de Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, além do próprio Toffoli. 

Segundo o senador, a declaração do ministro foi dada dentro do próprio Supremo. Ele defendeu que o STF casse e torne inelegível o parlamentar que fez o relatório - no caso, o próprio Vieira. 

O parlamentar destacou que a apresentação de um relatório com pedido de indiciamento não é um ataque ao Supremo e sim o cumprimento da legislação. O relatório, porém, foi derrotado por 6 a 4.

Esse texto foi copiado do Blog do Gustavo Negreiros


Cresce a desaprovação de Lula entre os evangélicos, mostra Genial/Quaest

 


A nova pesquisa Genial/Quaest divulgada hoje traz um dado alarmante para Lula na sua busca pela reeleição. Entre os evangélicos, o índice dos que disseram desaprovar o governo subiu de 61%, em março, para 68% em abril. Já a aprovação caiu de 33% para 28% neste mês.

Em dezembro e janeiro, a desaprovação dos evangélicos era de 64%, caindo para 61% em fevereiro e março.

No geral, a desaprovação do trabalho de Lula subiu de 51% para 52% entre março e abril, dentro da margem de erro de 2 pontos percentuais. E a aprovação oscilou de 44% para 43%.

O levantamento foi realizado entre de 9 a 13 de abril, com 2.004 entrevistas presenciais. A pesquisa foi registrado no TSE com o número de identificação BR-09285/2026.

Lauro Jardim - O Globo

 

Homem dispara com arma de fogo durante ação cultural em Natal

 


Um disparo de arma de fogo durante uma atividade cultural em Natal mobilizou artistas e autoridades no último dia 11 de abril de 2026, no bairro de Lagoa Nova. O caso ocorreu durante ações da residência artística MAPA, realizada pelo Margem Hub, com participação de artistas de diferentes estados.

Segundo nota pública do espaço cultural, a ocorrência foi registrada por volta das 15h, enquanto o grupo realizava atividades no entorno do centro cultural, em uma praça da região.

De acordo com o relato, um homem abordou os participantes de forma agressiva. Integrantes da produção tentaram intermediar a situação, mas, em seguida, o homem deixou o local e retornou pouco depois. Ainda conforme a nota, ao voltar, ele efetuou um disparo de arma de fogo na direção do grupo que estava na praça. Não há registro de feridos. 

A ocorrência foi comunicada às autoridades, que realizaram a prisão em flagrante do suspeito por disparo de arma de fogo em via pública. Houve apreensão da arma e munições. A prisão foi posteriormente homologada pela Justiça, com concessão de liberdade mediante pagamento de fiança. O caso segue sob investigação.

Contexto da atividade

A residência artística reunia 14 artistas de estados como RN, Ceará, Pernambuco, Pará e São Paulo. As ações eram desenvolvidas no entorno do Margem Hub, que atua há anos com projetos culturais na região. Segundo a organização, a comunidade local já havia sido informada previamente sobre a realização das atividades ao longo da semana.

Posicionamento do espaço cultural

Na nota, o Margem Hub informou que acompanha o caso juridicamente e que há registros audiovisuais do momento do disparo. O espaço também afirmou que buscará a apuração dos fatos pelas autoridades competentes.

A instituição destacou ainda que mantém atuação cultural em Natal há mais de oito anos, com projetos voltados à formação artística e acesso à cultura.

O episódio gerou manifestação de artistas e participantes da residência, que divulgaram a nota pública relatando o ocorrido. O documento reúne assinaturas de artistas de diferentes estados envolvidos na atividade.

 

Mistério e Suspeita na Morte da Mulher supostamente morta pelo Cão Pit Bull. “O cachorro não estava sujo de sangue”

 


Um caso intrigante registrado em Bacabal continua cercado de dúvidas e levanta questionamentos que podem mudar completamente o rumo das investigações.

A morte de uma mulher dentro da própria residência, inicialmente atribuída a um suposto ataque de um cão da raça pit bull, ganhou novos contornos após detalhes observados no local.

O ponto que mais chamou a atenção das autoridades foi um fato considerado fora do padrão: o cachorro estava limpo, sem qualquer vestígio de sangue no corpo, patas ou focinho.

Essa informação contraria o que normalmente é encontrado em ataques fatais envolvendo animais, especialmente em casos com sinais evidentes de violência.

Diante disso, investigadores passaram a tratar o caso com cautela redobrada. A possibilidade de que a cena tenha sido alterada para simular um ataque de animal entrou no radar da polícia.

Com isso, surge uma linha mais grave de apuração: a suspeita de um possível feminicídio, que pode ter sido encoberto por uma narrativa falsa.

A perícia técnica será fundamental para esclarecer a verdade. Os laudos devem indicar se as lesões são compatíveis com ataque de animal ou se apontam para ação humana.

Enquanto isso, o caso segue sob investigação, aumentando a tensão e o mistério em torno de uma morte que pode esconder muito mais do que aparenta.

 

RN já perdeu 46 agências bancárias, deixando 900 mil pessoas sem atendimento presencial

 


fechamento de agências bancárias no Rio Grande do Norte tem provocado impactos significativos no acesso da população aos serviços financeiros. Além disso, a redução no número de unidades também afeta diretamente a economia dos municípios e a saúde dos trabalhadores do setor.

De acordo com dados do sindicato dos bancários, o estado perdeu 46 agências nos últimos dez anos. Como resultado, isso representa uma queda de 22,1% no total de unidades bancárias. Atualmente, 138 municípios potiguares não possuem nenhuma agência, o que deixa cerca de 900 mil pessoas sem atendimento presencial.

Segundo o coordenador-geral do Sindicato dos Bancários do RN, Alexandre Cândido, essa realidade prejudica principalmente quem depende dos serviços físicos. “Isso impacta diretamente as pessoas que não têm acesso às agências nos próprios municípios”, afirmou.

Dinheiro deixa de circular

O problema vai além do acesso aos serviços bancários. Sem a presença de agências, o dinheiro deixa de circular no comércio local. Dessa forma, pequenos empreendedores e comerciantes enfrentam mais dificuldades para manter suas atividades.

Enquanto isso, os trabalhadores do setor também sofrem as consequências. Segundo o sindicato, mais de 70% dos bancários já estiveram ou estão adoecidos por questões mentais. Esse cenário preocupa especialistas e reforça a necessidade de atenção à saúde desses profissionais.

Ainda conforme o levantamento, o aumento das metas e da demanda de trabalho tem agravado a situação. “O fluxo de trabalho aumentou, as metas aumentaram… isso adoece”, destacou Alexandre Cândido.

 

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