quinta-feira, 3 de setembro de 2026

Ex-jogador do ABC vive nas ruas e luta contra dependência química

 


Prestes a completar 50 anos, o ex-jogador do ABC, Régis Pitbull, vive em situação de rua em Pirituba, bairro da Zona Norte de São Paulo. 

Régis Pitbull desenvolveu dependência de crack, o que o levou a perder a moradia, a dignidade e o apoio de quase todos os amigos.

O ex-jogador também foi preso após agredir o síndico do local onde morava. Além disso, acumulou dívidas relacionadas ao não pagamento da taxa de condomínio e do IPTU, situação que ainda pode levá-lo a perder o apartamento próprio, que é alvo de uma ação judicial.

Régis passou pelo ABC em 2007, atuando em 4 partidas com a camisa do alvinegro.

Atacante que atuava pelas pontas e tinha o drible e a velocidade como principais características, Régis passou por Coritiba e Ponte Preta antes de jogar no Japão. Ele também atuou na Coreia do Sul, na Turquia e no Kuwait, além de ter defendido Corinthians, Vasco, Bahia e Portuguesa.

O ex-jogador ainda passou por clubes de menor expressão antes de encerrar a carreira, em 2012, aos 34 anos.

Régis completará 50 anos no dia 22 de setembro, mas, segundo ele, "não quer que ninguém saiba".

"Não quero que ninguém saiba que eu existo. Se acharem que estou morto, é melhor. Não sou um coitadinho", disse Régis Pitbull ao ge.

Régis não esconde a dependência. Desde os primeiros passos no futebol, conviveu com o problema. Em duas ocasiões, foi pego no exame antidoping por uso de maconha. Cumpriu suspensão, voltou a jogar e seguiu a carreira antes de ser consumido por substâncias mais fortes, que tiraram dele o controle da própria vida.

O ex-jogador foi internado para tratamento em 2022, mas sofreu uma recaída menos de um mês após deixar a reabilitação. A situação se agravou até chegar ao fundo do poço neste ano, quando perdeu o apartamento onde morava.

Com informações de ge e Portal da 96 

 

Preso de Alcaçuz foge após ser levado para atendimento em UPA de São José de Mipibu

 


Um detento do Pavilhão 1 da Penitenciária Estadual de Alcaçuz, em Nísia Floresta, fugiu após ser levado para receber atendimento médico em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de São José de Mipibu, na Região Metropolitana de Natal. A informação foi divulgada pelo repórter Victor Águia no Via Certa 96.

Segundo as informações iniciais, o preso estava internado na unidade de saúde com um quadro psicótico, de onde conseguiu fugir ao pular uma janela.

O detento responde por Matheus Phelipe Constantino da Silva. As circunstâncias da fuga ainda deverão ser apuradas, incluindo as condições de escolta e como o presidiário conseguiu deixar a unidade de saúde.

Equipes de segurança foram acionadas e realizam buscas na região na tentativa de localizar o fugitivo. O caso deverá ser investigado pelas autoridades responsáveis pelo sistema penitenciário do Rio Grande do Norte.

Confira a nota da SEAP

NOTA À IMPRENSA

A Polícia Penal informa que, no final da tarde desta quinta-feira (3), o preso Matheus Phelipe Constantino da Silva, conhecido como “Chico”, 27 anos, que estava internado na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de São José de Mipibu desde o último sábado (29), fugiu da unidade de saúde.

O custodiado estava sob escolta e acompanhamento da Polícia Penal. As circunstâncias da fuga estão sendo apuradas, havendo a suspeita de que ele tenha deixado o local algemado e por uma janela.

As forças de segurança foram acionadas e realizam diligências na região com o objetivo de localizar e recapturar o fugitivo.

Matheus Phelipe era custodiado da Penitenciária Rogério Coutinho Madruga e estava internado na UPA com possível quadro psicótico.

 

Mario Sabino: Alexandre de Moraes ri de todos nós, os bobos da Corte

 


O texto é da coluna de Mario Sabino, do Metrópoles: 

O fotógrafo Brenno Carvalho fez a imagem que sintetiza o grau de degradação moral do STF. No intervalo da sessão de ontem, ele flagrou Alexandre de Moraes, no cafezinho do tribunal, gargalhando em um grupo do qual faziam parte Gilmar Mendes, Cristiano Zanin e Edson Fachin.

Talvez a piada fosse mesmo engraçada, mas a questão é outra: como alguém pode fazer piada neste momento no STF?

A gargalhada de Alexandre de Moraes, de um histrionismo que mostra que o valentão tem certeza de que sairá impune, é sintomática de um Supremo que perdeu qualquer traço de compostura e de respeito pelos cidadãos.

A verdadeira piada somos nós, e não há dúvida de que viramos literalmente os bobos da Corte.

Eles desmandam, e nós somos obrigados a obedecer por força da Constituição que os próprios ministros desrespeitam; eles se metem com patifes, e nós não podemos ir além dos resmungos ou somos processados; eles interferem no processo eleitoral, e não temos instrumentos para impedi-los de fazer isso.

O ovo da serpente foi chocado, repita-se, quando o país aceitou que o STF violasse a Constituição a pretexto de defendê-la, como se os limites constitucionais não fossem suficientes para impedir avanços autoritários, aliás indevidamente aumentados para parecer mais ameaçadores do que eram.

Substituiu-se a fantasia autoritária pela realidade autoritária.

 Nasceram, assim, Alexandre de Moraes e os seus inquéritos ilegais e infinitos.

Nasceu o “defensor da democracia” que prende, intimida e amordaça, sem quaisquer limites para o exercício da sua truculência natural, porque protegido pelos pares que a ele se associaram na orgia despótica e por uma imprensa cúmplice na sua ingenuidade, pecado jornalístico só não maior do que a venalidade.

Nasceu o amigo de Daniel Vorcaro, fraudador do clube do charuto, do whisky Macallan e das prostitutas de luxo, que presenteou a família Moraes com um contrato de R$ 131 milhões, cartões de crédito com limites estratosféricos, “experiências vip” e proposta de sociedade em jato particular. Mas nada disso, claro, tem importância para o PGR amigão.

Nasceu o político que, sob a cobertura da toga, articula a sua blindagem com o presidente da República e com os presidentes do Senado e da Câmara para que o país continue sob o seu cabresto.

Somos os bobos da Corte, como não rir de tantos palhaços?

Esse texto foi copiado do Blog do Gustavo Negreiros

Planalto já trabalha para Moraes abrir vaga no STF e Lula indicar mais um ministro

 


O texto é da coluna de Cláudio HUmberto, no Diário do Poder: 

Mobilizada no impeachment de Alexandre de Moraes, a oposição tem se surpreendido com discreto apoio de governistas. É que, temendo impacto do escândalo Vorcaro/Moraes em sua campanha, Lula orientou que, “sem tripudiar”, petistas defendam a investigação do escandaloso relacionamento que transformou um ministro do no Supremo Tribunal Federal (STF) em consultor e informante de fraudador. Lula esfrega as mãos de ansiedade pela abertura de nova vaga de ministro do STF.

Terceira vaga

Lula também sonha com uma terceira vaga, de Dias Toffoli, enrolado com Vorcaro no Tayayá. Para Lula, não se pode “cassar” apenas Moraes.

‘Traição’ na conta

A bronca de Lula é do tempo de cadeia, quando Toffoli tomou decisões que o revoltaram. Ainda se diz “traído” e quer ver o ministro pelas costas.

‘Nem com 81 votos’

Somente o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, tem a prerrogativa de abrir processo de impeachment de ministro do STF. E ele não quer.

Morre de medo

Alcolumbre só abre processo se Lula mandar ou o STF pedir. Alcolumbre é temente a Moraes e ao STF como um todo, nessa ordem.

 

 

VORCARO: ‘Achava que tinha construído um sistema para me proteger, e tudo se virou contra mim’

 


Malu Gaspar – O Globo

No depoimento que concedeu ao gabinete do ministro do Supremo Tribunal (STF) André Mendonça na semana passada, o banqueiro Daniel Vorcaro afirmou que, antes de ser preso, acreditava que havia construído “um sistema” para protegê-lo, mas que “tudo se virou” contra ele. A oitiva, revelada pela colunista Bela Megale, foi solicitada pela própria defesa do dono do Banco Master, que alegou estar sofrendo “graves intimidações”. De acordo com a transcrição obtida pela equipe da coluna, ele também relatou que a mãe e a irmã têm sofrido “inúmeras ameaças de morte”, mas não apresentou provas. Nesta quarta-feira à noite, a Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu o arquivamento da denúncia.

“Eu queria ter a oportunidade de falar, porque hoje eu sei por que tudo aconteceu. Porque eu estava com esse sistema ali, que eu achava que tinha construído um sistema para me proteger e, de repente, todo esse sistema se virou contra mim”, disse Vorcaro a um juiz auxiliar do gabinete de Mendonça, responsável por colher o depoimento, realizado sem a presença da Polícia Federal.

Em outro momento da audiência, o banqueiro afirmou que “existem pessoas no núcleo do poder” que “não querem” que ele faça um acordo de colaboração premiada, mas não elencou quais. Como mostrou a coluna, a defesa de Vorcaro avalia que, após as sucessivas recusas, não é mais possível fechar um acordo de colaboração com a PF.

Vorcaro relatou ao gabinete de Mendonça que “se incomodou” com a postura da PF no caso, que não teria demonstrado intenção em ouvi-lo. Ele citou a relação que construiu com o diretor-geral da instituição, Andrei Rodrigues, e chegou a sugerir que essa seria uma das razões para acreditar na suposta falta de interesse da PF em avançar nas negociações de um acordo de colaboração premiada.

“Tem motivações políticas por trás dessa virada contra mim, e de tudo que foi feito depois para me deixar preso e calado no mínimo até passar todos os interesses políticos com o passar do tempo”, disse Vorcaro em outro momento.

Apesar dessas afirmações, porém, o ex-banqueiro manteve a mesma postura demonstrada desde que foi preso pela segunda vez, em março deste ano, se recusando a admitir crimes e alegando ser alvo de perseguição. Essa atitude fez com que ele tenha tido duas propostas de delação premiada rejeitadas pela PF e pela Procuradoria-Geral da República (PGR). Na avaliação dos investigadores, Vorcaro tentava fazer uma delação seletiva, preservando pessoas e omitindo informações cruciais do processo.

“Eu cometi erros, mas não são esses que estão sendo expostos aí na mídia. O personagem criado ali não é a verdade. Não sou eu. E é uma cortina de fumaça para que a verdade não seja exposta”, afirmou ele, criticado pelos investigadores justamente por não contribuir com o aprofundamento das apurações.

Preso na Papudinha, ele insistiu na linha de defesa de que se tornou alvo de “retaliação” do Banco Central, “ataque maciço” e “perseguição econômica”.

Vorcaro também relatou ter suspeitas de que as supostas intimidações que sofre fazem parte de uma tentativa de esconder “não só ilicitudes, mas atos que não tem um padrão de moralidade ou que podem criar ou afetar questões políticas”.

Em relação às ameaças aos familiares, o banqueiro afirma que elas foram feitas por e-mail de forma anônima, sem entregar o material nem dar mais detalhes. Queixou-se, também, pelo fato de sua família estar “sem homens”, já que seu pai, Henrique Vorcaro, o primo, Felipe, e o cunhado, Fabiano Zettel, estão presos.

Nesta terça-feira (1), Mendonça retirou o sigilo de um relatório da Polícia Federal, feito a partir do conteúdo extraído do celular de Vorcaro, que detalha conversas dele com o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Nas mensagens, ele diz a Moraes que precisa da proteção de “Andrei e Paulo”, uma referência ao diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e ao procurador-geral da República, Paulo Gonet.

“Se o Andrei conseguir atrasar pra outra semana, pois tem feriado, o banco não quebra. Tenta chamar ele e sensibilizar isso se achar possível”, escreveu Vorcaro a Moraes uma semana antes da primeira prisão dele, em novembro de 2025, segundo informações publicadas inicialmente pelo Estadão e confirmadas pela equipe da coluna.

Um dia antes do pedido para adiar a operação, o banqueiro também fez um desabafo ao ministro do Supremo: “Não conseguimos reverter isso com Paulo ou Andrei? Muita sacanagem isso”, lamentou, segundo a investigação.

No dia 17 de novembro, uma segunda-feira, Vorcaro acabaria preso no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, quando tentava embarcar em um jato particular para Dubai, com escala em Malta.

As mensagens obtidas pela PF no bojo das investigações do caso Banco Master também revelam que o banqueiro mantinha uma rotina de reuniões reservadas com Alexandre de Moraes, conforme mostrou o blog.

Dois dias antes de ser preso pela primeira vez, Vorcaro também consultou o magistrado sobre a possibilidade de deixar o país para frustrar as diligências da primeira fase da Operação Compliance Zero. Ele voltou a questionar a ação da polícia “bem na semana” em que estaria “resolvendo tudo”, além de perguntar se o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, estava ciente do andamento do caso.

“Que loucura, bem na semana que estou resolvendo tudo”, disse Vorcaro a Moraes. “O Galípolo está sabendo? Conseguimos fazer algo? Acha que segunda-feira (17/11) já tenho que estar fora?”, completou.

Malu Gaspar – O Globo

 

Em reunião com Lula, Gilmar Mendes defende que PF conteste determinações de Mendonça

 


O ministro Gilmar Mendes defendeu, em conversa com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que a Polícia Federal conteste decisões de André Mendonça que considerar excessivas ou ilegais. A orientação ocorreu em meio à crise entre a PF e o STF envolvendo as investigações sobre o Banco Master e o INSS.

Segundo a Coluna do Estadão, Gilmar avaliou que o governo, o Ministério da Justiça e a própria PF demoraram a reagir às decisões de Mendonça.

Entre os exemplos citados estão a restrição ao acesso de investigadores a parte do material das apurações e a ordem para concentrar processos relacionados aos casos em seu gabinete.

Na avaliação de Gilmar, a direção da PF pode recorrer ao Judiciário contra eventuais ordens ilegais e, em uma situação extrema, até impetrar um mandado de segurança. O ministro, porém, defendeu que o impasse seja resolvido preferencialmente por meio de uma articulação institucional com o presidente do STF, Edson Fachin.

A conversa com Lula ocorreu após novas revelações sobre a relação entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. No mesmo dia, Lula também se reuniu com Fachin.

Com informações da Coluna do Estadão

 

Gilmar sugere a Fachin retirada de delegados da PF de gabinetes de ministros do STF; medida atingiria Moraes, Mendonça e Fux

 


Em meio à crise envolvendo o caso do Banco Master e André Vorcaro, o ministro Gilmar Mendes defendeu ao presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Edson Fachin, a retirada de delegados da Polícia Federal que atuam nos gabinetes de ministros da Corte.

A proposta foi discutida nesta quinta-feira (3), diante da tensão entre o ministro André Mendonça e a cúpula da PF e dos desdobramentos das investigações sobre o banco.

Para Gilmar, a presença de policiais cedidos pode criar uma relação inadequada entre investigadores e ministros responsáveis por inquéritos. Atualmente, seis delegados da PF estão cedidos ao STF, sendo quatro lotados diretamente em gabinetes.

André Mendonça conta com dois deles, Graziela Machado e Thiago Marcantonio. Outros dois, Fábio Shor e Anderson Antonio Ferreira de Souza, atuam com Alexandre de Moraes, enquanto Fábio Lucena está no gabinete de Luiz Fux. Raphael de Mello Batista trabalha na área de segurança da Corte.

André Mendonça deixa sociedade em instituto privado e diz que nunca teve lucro com a entidade

 


O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça anunciou nesta quinta-feira (3) que deixará a sociedade do Instituto Iter, criado em 2024 e voltado a atividades educacionais e acadêmicas.

Segundo nota divulgada pela assessoria do ministro, Mendonça cederá todas as suas cotas e as da esposa, sem receber qualquer contrapartida financeira. O comunicado afirma ainda que ele nunca obteve lucro com a instituição.

O Instituto Iter será transformado em uma entidade sem fins lucrativos. Mendonça permanecerá ligado à organização apenas em atividades acadêmicas, como professor.

A decisão foi tomada na quarta-feira (2), após conversa com o presidente do instituto, Victor Godoy Veiga. Ele confirmou a saída e afirmou que, nos dois anos de funcionamento, não houve distribuição de lucros ou dividendos.

O Instituto Iter foi citado recentemente em reportagens que levantaram questionamentos sobre sua atuação e contratos com órgãos públicos. Em fevereiro, Mendonça havia anunciado mudanças na entidade durante uma pregação religiosa. Na ocasião, afirmou que destinaria 10% de eventuais lucros ao dízimo e os outros 90% a obras sociais e à educação.

Nota do Instituto Iter

“O Instituto Iter comunica que o Ministro André Mendonça decidiu doar a integralidade de suas quotas e deixará o quadro societário da instituição. O Ministro já havia anunciado no início deste ano que qualquer lucro ou dividendo referente às suas quotas, quando ocorressem, seriam destinados a obras sociais e educacionais. Registramos que, ao longo dos dois anos de atividade do Instituto Iter, não houve qualquer distribuição de lucros ou dividendos.

O Instituto Iter nasceu de um sonho e de um propósito: formar líderes e gestores de excelência, com preparo técnico, visão pública e compromisso ético. Esse propósito não se altera. O Instituto segue sendo a instituição idealizada e fundada pelo Ministro André Mendonça, com o compromisso de seguir na mesma missão e com os mesmos valores.

Nesses dois anos de atuação, os cursos, eventos, contratos públicos e privados bem como todas as ações institucionais do Instituto Iter observaram a legislação aplicável e regras de boa governança e conformidade.

O reconhecimento do trabalho do Iter é público e notório. Nossas atividades registram avaliações consistentemente elevadas, resultado do trabalho de um corpo docente qualificado e de uma equipe comprometida com a excelência.

Sobre as contratações por órgãos e entidades públicas, cabe informar o regime que a elas se aplica. Cursos e programas de formação são serviços técnicos especializados de natureza predominantemente intelectual, hipótese em que a Lei nº 14.133/2021 admite a contratação direta por inexigibilidade de licitação.

A razão é objetiva: programas de formação não são intercambiáveis. Cada um tem concepção pedagógica, conteúdo e corpo docente próprios, e não há como submeter a disputa de preço aquilo que não é comparável entre si.

O corpo docente do Instituto Iter reúne profissionais de reconhecida trajetória em suas áreas, e é essa qualificação que fundamenta a escolha. Em todos os casos, a decisão sobre a modalidade de contratação é do órgão contratante, que instrui o processo com parecer jurídico próprio, justificativa de preço e autorização da autoridade competente, e o divulga de forma pública e transparente para toda a sociedade.

A direção executiva do Instituto Iter é exercida por Victor Godoy, ex-ministro da educação e auditor de carreira licenciado da Controladoria-Geral da União, com mais dezoito anos de experiência na avaliação da boa e regular aplicação de recursos públicos.

As atividades educacionais do Iter prosseguirão normalmente, no mesmo padrão de qualidade e profissionalismo. A programação de cursos, eventos e projetos está integralmente mantida, assim como os compromissos assumidos com alunos, professores, parceiros e instituições.

O Instituto Iter agradece a confiança que recebe e permanece à disposição da imprensa e da sociedade para as informações que se fizerem necessárias. São Paulo, 3 de setembro de 2026.

Victor Godoy Veiga
Presidente do Instituto Iter “

 

Engavetamento com cinco veículos deixa trânsito lento na BR-101

 


Um engavetamento envolvendo cinco veículos — três carros e duas motocicletas — deixou o trânsito lento na manhã desta quinta-feira (3), na BR-101, nas proximidades do Pórtico dos Reis Magos, no bairro de Neópolis, em Natal.

O acidente aconteceu por volta das 7h30, depois que um dos veículos teria freado bruscamente, provocando a colisão em sequência.

Entre os envolvidos estava o motociclista Lucas Silva, que seguia com a esposa quando a moto colidiu na traseira de uma caminhonete. Ele sofreu apenas ferimentos leves, enquanto a esposa, que estava na garupa, não se feriu.

O acidente provocou lentidão tanto na via principal quanto na marginal da BR-101, exigindo atenção redobrada dos motoristas que passavam pelo trecho.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) esteve no local, registrou a ocorrência e realizou os procedimentos necessários. Após a retirada dos veículos, o trânsito foi liberado.

 

Suspeito de crimes contra adolescente de Caraúbas é preso no Espírito Santo

 


A Polícia Civil do Rio Grande do Norte deflagrou, nesta quarta-feira (02), a “Operação Nuvem Limpa”, no município de Alegre, no Estado do Espírito Santo, para cumprir mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão contra um homem de 29 anos, suspeito por crimes praticados contra um adolescente residente no município de Caraúbas, no interior do Rio Grande do Norte.

De acordo com as investigações, o suspeito teria utilizado meios de comunicação e recursos tecnológicos para praticar crimes de extorsão e relacionados ao armazenamento e à divulgação de material de natureza pornográfica envolvendo adolescente.

Com base nos elementos reunidos durante a investigação, a Polícia Civil representou pela prisão preventiva do suspeito e pela realização de busca e apreensão em sua residência. As medidas foram autorizadas pela Justiça e cumpridas no município de Alegre/ES.

A operação contou com o apoio do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e da Polícia Civil do Espírito Santo (PCES), reforçando a integração entre as forças de segurança no enfrentamento de crimes que ultrapassam os limites territoriais dos estados.

O homem foi conduzido a delegacia para os procedimentos legais e, em seguida, encaminhado ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça.

 

Operação Emirados: Empresário terá que vender bens para devolver R$ 11,2 milhões ao RN

 


O empresário Marcello Brunno Moreno, investigado na Operação Emirados, firmou um acordo com o Ministério Público do RN (MPRN) que prevê a devolução de R$ 11,2 milhões aos cofres públicos do Estado. Parte do valor será obtida com a venda de empresas, equipamentos e imóveis do próprio grupo empresarial.

Moreno é dono da Rede de Postos Expresso e da Expresso Distribuidora e foi preso durante a deflagração da operação, em 23 de junho. A investigação apura um suposto esquema de lavagem de dinheiro, sonegação fiscal, associação criminosa e falsidade ideológica na Grande Natal.

Segundo o MPRN, o esquema investigado teria provocado prejuízos de aproximadamente R$ 72 milhões aos cofres públicos. A apuração aponta que empresas de fachada e pessoas que atuariam como “laranjas” teriam sido usadas para ocultar patrimônio e deixar de recolher tributos estaduais.

O acordo prevê que Moreno terá até 150 dias para ressarcir os R$ 11,2 milhões. O montante inclui dinheiro apreendido durante a operação e valores que estavam bloqueados por determinação judicial.

O restante deverá ser obtido com a venda de bens do grupo, incluindo empresas, equipamentos e imóveis de alto padrão. Segundo o acordo, os bens serão avaliados por profissionais especializados e vendidos pelo próprio investigado. O dinheiro obtido será usado no ressarcimento.

Durante a Operação Emirados, foram apreendidos na residência de Moreno mais de R$ 90 mil em espécie, além de dólares, euros, joias, documentos, celulares e computadores. A Justiça também determinou o sequestro de 18 imóveis e de uma lancha, além do bloqueio de bens e valores que somam quase R$ 73 milhões.

 

Ex-jogador do ABC vive nas ruas e luta contra dependência química

  Prestes a completar 50 anos, o ex-jogador do ABC, Régis Pitbull, vive em situação de rua em Pirituba, bairro da Zona Norte de São Paulo.  ...