quarta-feira, 25 de março de 2026

Vinícius Torre Freire: Povo liga pouco para petróleo e isenção do IR, mas associa Master ao governo

 


A cúpula do governo Lula e militantes estão desnorteados com o resultado desanimador das pesquisas de voto e de opinião sobre o desempenho do presidente. A depender do levantamento, entre 45% e 55% do eleitorado diz que de modo algum votaria em Lula 4 —a variação é grande, pois perguntas e metodologias diferem. Os pacotes socioeconômicos não fazem efeito positivo. Agora, o governo teme até que Jair Bolsonaro morra antes da eleição.

Um azar: pesquisas públicas e levantamentos de frequência maior e amostra menor, mais reservados, indicam que parte do eleitorado associa a bandalha do Master ao governo. Corrupção não raro é tida como "coisa de governo", de "políticos". Cai em parte na conta do presidente da vez, não importam fatos básicos.

Um fato básico do Master é que mais de 90% dos envolvidos, dos suspeitos e dos amigos operantes de Daniel Vorcaro por ora conhecidos são do centrão e do direitão. Dos mesmos partidos que meteram a mão no mensalão e no petrolão e governaram com Jair Bolsonaro.

Sorte duvidosa: pesquisas rápidas e levantamentos nas redes indicam que o povo em geral até agora liga pouco para guerra e preço de combustível. Pode ser. Pouca gente, dado o tamanho da população, compra diesel. O efeito da carestia desse combustível aparecerá, se for o caso, nos alimentos. A gasolina encareceu, mas até agora não de modo chocante.

Problema grave seria a falta mais disseminada de diesel. O governo quer remediar o problema com subsídio, pelo menos até meados do ano. O subsídio federal direto, de R$ 0,32 por litro, mais um subsídio "rachado" com os estados de R$ 1,20 por litro não incentivam importação suficiente de diesel, dizem importadores, que são interessados no assunto, porém. Não há dados públicos que permitam medida independente do risco de escassez.

Essa gambiarra pode funcionar por um ou dois meses, se os combustíveis não ficarem ainda mais caros no mundo. O risco é de acordar tarde para o escândalo mortal do desabastecimento. Ou de meter os pés pelas mãos, se animar com mais subsídios e dar ordens para a Petrobras engolir o prejuízo de importar caro para vender barato aqui —pode até dar rolo legal.

Enfim, o governo deu chutes na direção do gol, mas não marcou.

O efeito da isenção do Imposto de Renda até agora mal aparece em pesquisas, embora a redução recorrente do desconto talvez ainda venha a comover alguns eleitores de classe média, muitos com ojeriza a Lula e a esquerdas.

O entorno de Lula se irrita de novo com o Banco Central, que, no entanto, o salvou de carestia mortífera. Aponta o dedo para juros e seu impacto no aumento do peso do pagamento do serviço da dívida (juros e amortização) no orçamento das pessoas, ora "recorde".

Mas nem esse peso aumentou de modo lá tão relevante de 2023 para cá nem essa estatística do BC permite deduções precisas do efeito social de juros e dívidas, que são ruins, claro. É difícil explicar por aí a piora do prestígio de Lula. Goste-se ou não da política econômica e de seus efeitos ruins no médio prazo, o aumento da renda e a redução da pobreza foram grandes. Mas não colaram.

A inflação de alimentos era de mais de 8% ao ano em dezembro de 2024, final de ano que lascou o prestígio do governo de modo aparentemente duradouro. Agora, está em zero. Talvez, o povo ache apenas que saiu um bode da sala, que não ganhou nada. Enfim, um terço do eleitorado não votará em Lula nem que chova picanha.

Vinícius Torre Freire - Folha de São Paulo

 

 

CEO da Fictor é alvo da PF em operação contra fraudes de R$ 500 milhões

 


Uma operação deflagrada pela Polícia Federal (PF) na manhã desta quarta-feira (25/3) em três estados cumpre 43 mandados de busca e apreensão e 21 de prisão preventiva com o objetivo de desarticular um esquema de fraudes bancárias contra a Caixa Econômica Federal e crimes de estelionato e lavagem de dinheiro.

Entre os alvos, estão Rafael Góis (foto de destaque), CEO do Grupo Fictor, e Luiz Rubini, que foi sócio do grupo que atua nos setores de alimentos, serviços financeiros e infraestrutura e se envolveu no escândalo do Banco Master ao tentar comprar a instituição de Daniel Vorcaro antes de liquidação pelo Banco Central (BC), em novembro.

Os mandados, expedidos pela Justiça Federal paulista, são cumpridos em municípios dos estados de São Paulo (Rio Claro, Americana e Limeira), do Rio de Janeiro e da Bahia. Também foi determinado o bloqueio e sequestro de bens imóveis, veículos e ativos financeiros até o limite de R$ 47 milhões.

Foram ainda autorizadas medidas cautelares para o rastreamento de ativos financeiros, incluindo a quebra de sigilo bancário e fiscal de dezenas de pessoas físicas e jurídicas envolvidas.

A investigação que resultou na Operação Fallax teve início em 2024, quando foram identificados indícios de um esquema estruturado voltado à obtenção de vantagens ilícitas. O grupo criminoso atuava por meio da cooptação de funcionários de instituições financeiras e da utilização de empresas para a movimentação de valores e ocultação de recursos ilícitos.

De acordo com as apurações, a organização utilizava empresas de fachada e estruturas empresariais para dissimular a origem dos recursos ilícitos. Funcionários de instituições financeiras inseriam dados falsos em sistemas bancários para viabilizar saques e transferências indevidas. Posteriormente, os valores eram convertidos em bens de alto valor e criptoativos, dificultando o rastreamento.

Os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa, estelionato qualificado, lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta, corrupção ativa e passiva, além de crimes contra o sistema financeiro nacional, cujas penas somadas podem ultrapassar 50 anos de reclusão.

Metrópoles

 

 

Em parceria com uma das ONGs mais influentes da América Latina, Dorgival Dantas cria “Xote do Bem” e entrega 1,5 tonelada de alimentos

 


O projeto Xote do Bem, iniciativa solidária criada pelo cantor Dorgival Dantas, avança para um novo momento e fecha parceria com a Ação Cidadania, uma das ONGs mais influentes da América Latina.

E essa parceria já mostra ser um sucesso com a entrega de 150 cestas básicas, que somam 1,5 tonelada de alimentos a famílias que residem em Olho d’Água do Borges.

Isso representa mais do que apoio institucional. É a confirmação de um compromisso coletivo com comunidades em situação de vulnerabilidade. A primeira ação do Xote do Bem e Ação Cidadania abraçou a ONG Amor Solidário, de Olho d’Água do Borges, com 1,5 tonelada de alimentos, que vão beneficiar famílias carentes e projetos que atendem crianças.

Dorgival Dantas ressaltou a importância da transformação em gesto concreto a iniciativa em ajudar as pessoas de sua cidade natal. “É muito bonito ver isso. E é só o começo. Queremos e vamos fazer ainda mais”, disse.

A coordenadora estadual da Ação Cidadania, Cacá Barros, destacou a importância de artistas como Dorgival Dantas, reconhecido internacionalmente, envolvido neste projeto. Ele é muito discreto, mas a gente sabe do bem que ele faz. Então ele se une à maior ONG de combate à fome da América Latina para poder fazer, junto com o Comitê do Rio Grande do Norte, da Ação Cidadania, o que a gente precisa fazer, que o que mata a fome é a solidariedade”, disse.

Ela ressaltou que é “muito importante ações como essa e que Dorgival sirva de exemplo para muitos outros potiguares que tem como fazer e às vezes não sabe como”.

E não para por aí. O ponto alto será no Derradeiro de Maio, marcado para os dias 15 e 16 de maio, com grande ação social e os alimentos arrecadados serão distribuídos para famílias carentes da região do Alto Oeste potiguar. A união da música e responsabilidade social que vão estar unidas pelo bem comum.

O evento vai arrecadar alimentos por meio do ingresso social, modelo no qual cada participante contribui com doações para garantir o acesso ao show. A iniciativa já provou sua eficácia e a expectativa é de uma grande arrecadação de alimentos.

O objetivo é transformar o evento cultural em um instrumento permanente de transformação social. O Xote do Bem demonstra que entretenimento e cidadania podem ocupar o mesmo palco.

Cada ingresso entregue na forma de alimento representa uma escolha consciente de quem participa. Quando a música convoca a solidariedade, o resultado vai além do show — chega à mesa de quem mais precisa.

Esse texto foi copiado do Blog do Gustavo Negreiros

Opinião do Estadão: A última chance da CPI do INSS

 


O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a prorrogação dos trabalhos da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O pedido, um mandado de segurança, foi apresentado pela cúpula do colegiado ao STF em razão da alegada omissão do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), que ignorou o pedido de extensão do prazo do colegiado por mais 120 dias, apresentado no dia 19 de dezembro. Pela decisão, Alcolumbre terá de ler o requerimento em 48 horas, o que pode dar à CPMI uma última chance de mostrar a que veio.

A decisão de Mendonça tem caráter liminar e será submetida ao plenário do STF na quinta-feira, dia 26. O prazo para conclusão dos trabalhos, originalmente, se encerraria no dia 28 de março, mas o relatório final ainda não foi apresentado e a comissão aprovou a realização de oitivas cuja realização dependem de sua extensão.

Reconheça-se a proeza do presidente do colegiado, senador Carlos Viana (Podemos-MG), e do relator, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), autores do pedido apresentado ao STF para driblar Alcolumbre. Evitar que esse trunfo se transforme em uma vitória de Pirro será bem mais difícil, embora dependa apenas deles mesmos.

Um primeiro passo seria priorizar o objeto que justificou a criação da CPMI: os descontos ilegais em aposentadorias e pensões do INSS. Pode parecer óbvio, mas o descrédito do colegiado é consequência da falta de interesse da comissão em investigar o que permitiu que o esquema ganhasse escala ao longo de anos.

É verdade que a apuração da responsabilidade de agentes públicos e entidades associativas por um esquema que prejudicou milhões de pessoas perdeu fôlego depois que a União se dispôs a ressarcir os beneficiários. Mas quando ficou claro que o escândalo era uma construção coletiva e que não seria possível culpar uma única figura ou um governo, os integrantes passaram a se organizar para proteger seus respectivos grupos políticos.

Sem coragem para punir os seus e assumir parte da culpa – afinal, o Congresso deu aval a medidas que permitiram a perpetuação dos descontos nos benefícios do INSS sem a fiscalização devida –, a CPMI se aproveitou de outro escândalo, o do Banco Master, para tentar recuperar sua relevância.

Mas é preciso ser muito condescendente com os parlamentares para entender as razões pelas quais convocaram a ex-noiva do banqueiro Daniel Vorcaro, Martha Graeff, para depor na comissão. Tecnicamente, não há nada que justifique a aprovação de tal requerimento.

Dada a visibilidade que uma CPMI garante a seus membros, é natural que seus integrantes queiram prorrogá-la. Mas o sucesso ou fracasso de uma comissão depende da competência de sua cúpula em dar respostas à sociedade. Até agora, o presidente e o relator desperdiçaram todas as oportunidades que tiveram de ir fundo no esquema dos descontos ilegais em benefícios do INSS. Espera-se que essa última, dada por Mendonça, seja enfim aproveitada.

Opinião do Estadão

 

 

A nova tática do governo Lula para enterrar a CPMI do INSS

 


O governo Lula encontrou uma nova manobra para enterrar a CPMI do INSS. A base governista começou nesta terça, 24/3, a coletar assinaturas para um pedido de prorrogação da CPMI de apenas 15 dias. Ou seja, depois de duas semanas, o colegiado teria de encerrar os trabalhos.

Enquanto isso, o pedido já apresentado pela oposição é de prorrogação por mais 60 dias.

Nesta segunda-feira, 23/3, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), atendeu a um pedido da oposição e determinou ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que prorrogue a CPMI do INSS. Caso Alcolumbre não o faça dentro de dois dias, a CPMI será considerada prorrogada de ofício.

A decisão de Mendonça será analisada pelo plenário do STF.

O pedido governista é assinado pelo deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) e pelo senador Randolfe Rodrigues (PT-AP).

No requerimento, os dois justificam que uma prorrogação mais prolongada poderia dificultar a aprovação do relatório final.

“Prorrogação mais alongada do que a ora pretendida pode criar falsas expectativas. Não deve, de modo algum, ser negligenciado o risco de que todos os esforços feitos até o momento se percam sem a votação de um relatório final, no caso de prorrogação que se estenda até a campanha eleitoral”, diz o texto.

Andreza Matais - Metrópoles

 

 

Mario Sabino: Que Ratinho Jr. o quê, o que interessa é a delação de Vorcaro

 


Vou continuar no assunto político mais palpitante, a delação de Daniel Vorcaro, sem perder tempo com a desistência de Ratinho Jr. da candidatura presidencial ou com o seu eventual substituto, Ronaldo Caiado ou Eduardo Leite, dessa terceira via ao gosto do freguês. Não estou à procura de emprego de marqueteiro, assim como João Santana.

No roteiro da delação de Vorcaro a ser seguido pelos investigadores, está o pedido que Alexandre de Moraes teria feito ao presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, para que fosse aprovada a venda do Banco Master para o Banco Regional de Brasília, o BRB.

Já seria inconcebível que um ministro do Supremo fizesse gestões junto à autoridade monetária para ajudar um banco em dificuldades. Mas o episódio aponta para algo muito pior.

Sabe-se hoje que o banco que Moraes tentava salvar é responsável por fraudes que resultaram em um rombo de mais de R$ 50 bilhões no sistema financeiro. Banco este que assinou um contrato de impensáveis R$ 129 milhões com o escritório de advocacia da mulher de ministro.

Recapitular é viver: quem deu a notícia, em dezembro, foi a infatigável jornalista Malu Gaspar. De acordo com ela, houve ao menos quatro contatos entre Moraes e Galípolo, em julho do ano passado — três por telefone e um presencial.

Na conversa presencial, o ministro teria dito que gostava de Vorcaro e afirmado que o Master era combatido por estar tomando espaço dos grandes bancos.

Na sequência, relatou a jornalista, Moraes teria pedido “que o BC aprovasse o negócio com o BRB, que tinha sido anunciado em março, mas estava pendente de autorização da autarquia. Naquele momento, já se sabia em Brasília que havia um racha entre diretores do BC sobre decretar ou não intervenção no Master”.

Galípolo, então, teria respondido a Moraes que o BC havia descoberto fraudes no repasse de R$ 12,2 bilhões em créditos do Master para BRB. “Diante da informação, segundo os relatos, o ministro teria reconhecido que, se a fraude ficasse comprovada, o negócio não teria mesmo como ser aprovado”, escreveu Malu Gaspar.

Moraes negou a pressão sobre o Banco Central e afirmou, em nota, que se reuniu duas vezes com Galípolo para falar sobre a Lei Magnitsky. O problema é que os contatos relatados por Malu Gaspar teriam ocorrido antes de o ministro ser sancionado por Donald Trump.

O BC assinou embaixo da versão do ministro, mas chamou a atenção que, no seu laconismo, a nota do banco não desmente que possa ter havido contatos entre Moraes e Galípolo para tratar do Banco Master. Outro fato estranho: nenhum encontro entre ambos foi registrado nas respectivas agendas oficiais.

O episódio ganha novas luzes, e ainda mais fortes, depois da revelação de que Moraes e Vorcaro trocaram mensagens no dia da primeira prisão preventiva do dono do finado Master e das notícias sobre as visitas do ministro à casa de Vorcaro em Brasília.

Na troca de mensagens, que não foram inteiramente recuperadas porque transmitidas em modo de exibição temporária, o dono do finado Master fala sobre o seu último esforço para tentar salvar o seu banco (e, ao que tudo indica, a respeito do juiz que havia decretado a sua prisão).

Se Vorcaro seguir o caminho que se espera dele, Galípolo deverá ser chamado a depor e terá de contar a verdade, toda a verdade.

A delação do dono do finado Master é muito mais palpitante do que qualquer outro assunto político — e certamente será mais determinante na eleição presidencial do que qualquer nome dessa terceira via ao gosto do freguês.

Mario Sabino - Metrópoles

 

 

TANGARAENSE - CONCURSO: Concurso da Prefeitura de Itabaiana, na PB, abre inscrições para 126 vagas com salários de até R$ 3,6 mil

 


As inscrições para o concurso da Prefeitura de Itabaiana, no Agreste da Paraíba, serão abertas nesta quarta-feira (25). São 126 vagas distribuídas em 33 cargos de nível médio, técnico, superior e superior na área de magistério.

Os interessados podem se inscrever por meio do site da banca organizadora, a CPcon. A taxa de inscrição para o nível médio e técnico é R$ 95,00, já as de nível superior é de R$ 115,00. As vagas devem ser feitas até o dia 26 de abril.

Vagas disponíveis

Nível Médio e Técnico Completo

  • Agente Comunitário de Saúde (Açude das Pedras): 1 vaga.
  • Agente Comunitário de Saúde (Botafogo): 1 vaga.
  • Agente Comunitário de Saúde (Costa e Silva): 1 vaga.
  • Agente Comunitário de Saúde (Campo Grande): 1 vaga.
  • Agente Comunitário de Saúde (Casa da Mãe Pobre): 1 vaga.
  • Agente Comunitário de Saúde (Brejinho): 2 vagas.
  • Agente Comunitário de Saúde (Guarita): 2 vagas.
  • Agente Comunitário de Saúde (Suburbana): 1 vaga.
  • Agente de Mobilidade Urbana: 5 vagas (4 Ampla Concorrência + 1 PCD).
  • Agente Fiscal de Tributos: 2 vagas.
  • Auxiliar em Saúde Bucal: 5 vagas (4 Ampla Concorrência + 1 PCD).
  • Condutor Socorrista: 2 vagas.
  • Técnico Administrativo: 5 vagas (4 Ampla Concorrência + 1 PCD).
  • Técnico de Enfermagem: 8 vagas (6 Ampla Concorrência + 2 PCD).
  • Técnico de Laboratório de Análises Clínicas: 2 vagas.
  • Técnico em Suporte de TI: 1 vaga.

Nível Superior Completo

  • Analista de Redes e Comunicação de Dados: 1 vaga.
  • Assistente Social: 2 vagas.
  • Cirurgião Dentista: 5 vagas (4 Ampla Concorrência + 1 PCD).
  • Enfermeiro: 8 vagas (6 Ampla Concorrência + 2 PCD).
  • Engenheiro Ambiental: 1 vaga.
  • Engenheiro Civil: 1 vaga.
  • Fisioterapeuta: 5 vagas (4 Ampla Concorrência + 1 PCD).
  • Fonoaudiólogo: 1 vaga.
  • Médico - ESF: 5 vagas (4 Ampla Concorrência + 1 PCD).
  • Médico Veterinário: 1 vaga.
  • Nutricionista: 2 vagas.
  • Psicólogo Clínico: 2 vagas.
  • Terapeuta Ocupacional: 2 vagas.

Nível Superior - Magistério Completo

  • Professor A: 40 vagas (32 Ampla Concorrência + 8 PCD).
  • Professor de Artes: 1 vaga.
  • Professor de Ciências: 1 vaga.
  • Professor de Educação Física: 1 vaga.
  • Professor de História: 1 vaga.
  • Professor de Geografia: 1 vaga.
  • Professor de Língua Inglesa: 1 vaga.
  • Professor de Língua Portuguesa: 1 vaga.
  • Professor de Matemática: 1 vaga.
  • Professor de Informática: 1 vaga.
  • Psicopedagogo: 1 vaga.

 

Operação prende homem e apreende maconha, crack, skank, armas, munições e adolescentes em Pipa

 


A Polícia Civil do Rio Grande do Norte, em ação conjunta com a 4ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM), prendeu, nessa segunda-feira (23), três homens suspeitos de integrarem um grupo de crimes e tráfico de drogas, ocorridos na praia de Pipa, no município de Tibau do Sul. Durante a operação, foi preso um suspeito de 18 anos. Também foram apreendidos dois adolescentes, de 15 e 17 anos, ambos suspeitos de envolvimento com o grupo.

De acordo com as investigações, o suspeito seria como um dos líderes de um grupo de crimes, sendo responsável pelo armazenamento de armas e munições, além de atuar diretamente no tráfico de drogas.

Ao longo das diligências, foram apreendidos 165 porções de maconha, uma porção maior de skank, aproximadamente 1 kg de crack, duas pistolas, um calibre 9mm, com 52 munições, e um calibre .380, com 13 munições e numeração suprimida, três munições de calibre 12, três rádios comunicadores, uma gandola camuflada, uma bomba de precisão e cinco aparelhos celulares.

O suspeito foi encaminhado à delegacia para os procedimentos cabíveis e, em seguida, encaminhado ao sistema prisional. Os adolescentes foram encaminhados ao Centro de Atendimento Socioeducativo (Casep), onde permaneceram à disposição da Justiça.

Com a compreensão dessas duas armas, sobe para 10 o número de armas de fogo retiradas de circulação na praia de Pipa apenas nos três primeiros meses do ano. A Polícia Civil reforça a importância da colaboração da população e solicita que informações anônimas sejam repassadas por meio do Disque Denúncia 181.

 

Cristiane Dantas cobra mudança na lei após promoção de PM condenado por feminicídio

 


A deputada estadual Cristiane Dantas (SDD) utilizou a tribuna da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte para manifestar indignação diante de um caso que voltou a repercutir no estado e para defender mudanças na legislação que tratem com mais rigor situações envolvendo agentes de segurança acusados de crimes graves.

Durante o pronunciamento, a parlamentar relembrou o caso da jovem Zaira Cruz, morta em 2019, cujo autor, Pedro Inácio, foi julgado e preso, mas posteriormente obteve progressão para o regime semiaberto. Segundo a deputada, além da progressão de regime, o acusado também teria recebido promoção nos quadros da Polícia Militar, com manutenção de salário, situação que classificou como inaceitável.

“Isso não apenas nos choca, mas revolta toda a sociedade. Não é admissível que alguém condenado por um crime tão brutal possa ser beneficiado com progressão e ainda receber promoção dentro da corporação”, afirmou.

A parlamentar defendeu uma revisão na legislação vigente para impedir que policiais acusados ou condenados por crimes dessa natureza sejam promovidos enquanto ainda estiverem sendo julgados. “É fundamental que a legislação seja revista para suspender esse tipo de direito. Não podemos permitir que pessoas nessa condição avancem na carreira como se nada tivesse acontecido”, disse.

No discurso, Cristiane Dantas também ampliou o debate ao citar outros casos recentes de violência envolvendo agentes de segurança em diferentes estados do país. Ela mencionou um episódio ocorrido em fevereiro, em São Paulo, no qual uma policial foi encontrada morta com um tiro na cabeça, inicialmente tratado como suicídio, e outro caso registrado no Espírito Santo, onde uma mulher foi morta pelo companheiro, um policial federal.

Para a deputada, os casos revelam um problema estrutural que precisa ser enfrentado com mais firmeza. “São mulheres com sonhos, carreiras, filhos e famílias que estão perdendo a vida para aqueles que deveriam protegê-las. Até quando vamos continuar assistindo a esse tipo de notícia?”, questionou.

A parlamentar reforçou a necessidade de ampliar o debate sobre a violência de gênero dentro das corporações policiais e defendeu ações contínuas de conscientização e mudança cultural. “É preciso discutir cada vez mais esse tema, inclusive dentro das forças de segurança, para que esses homens parem de cometer esse tipo de crime. É uma mudança cultural urgente e necessária”, concluiu.

 

Turista mineiro morre após afogamento na praia de Genipabu

 


Uma tarde de lazer terminou em tragédia na praia de Praia de Jenipabu, no município de Extremoz, no litoral Norte potiguar. Um turista de Minas Gerais morreu após se afogar no mar.

De acordo com informações iniciais repassadas pela Polícia Militar, duas pessoas entraram na água e começaram a enfrentar dificuldades para retornar à faixa de areia. A situação mobilizou banhistas e pescadores que estavam no local.

Uma das vítimas conseguiu ser retirada do mar com vida graças à ajuda de populares. Já o outro homem desapareceu nas águas, o que levou ao acionamento do Corpo de Bombeiros, que iniciou as buscas ainda durante a tarde.

Após algum tempo de operação, mergulhadores localizaram o corpo da vítima, identificada como Heitor Domingos de Jesus, de 43 anos. Ele estava hospedado em João Pessoa e havia viajado ao Rio Grande do Norte com amigos para conhecer pontos turísticos da região.

O amigo que sobreviveu permaneceu no local bastante abalado e recebeu apoio após o ocorrido. Ele preferiu não conceder entrevista.

O caso reforça o alerta sobre os riscos de banho de mar em áreas desconhecidas, especialmente para turistas, diante de correntes e variações que podem surpreender até mesmo banhistas experientes.

 

Colisão frontal deixa dois mortos na saída de Caicó

 


Um grave acidente de trânsito registrado no início da noite desta terça-feira (24) resultou na morte de duas pessoas na saída de Caicó, em direção ao município de São José do Seridó. A colisão aconteceu por volta das 19h30, nas proximidades do Restaurante Dubai.

De acordo com informações preliminares, o acidente envolveu uma motocicleta modelo Honda Biz e um veículo Fiat Toro, que trafegavam em sentidos opostos quando colidiram frontalmente.

Com o impacto, os ocupantes da motocicleta foram arremessados e sofreram ferimentos graves, morrendo ainda no local antes da chegada do socorro. As vítimas foram identificadas como João Pereira da Silva, bastante conhecido na região, e uma mulher identificada como Neide.

O condutor do carro recebeu atendimento inicial ainda no local e, em seguida, foi encaminhado a uma unidade hospitalar da região para avaliação médica.

A área do acidente foi isolada pelas forças de segurança para a realização da perícia técnica, que deverá esclarecer as circunstâncias da colisão. O caso será investigado pelas autoridades competentes.

Em nota, familiares e amigos lamentaram a perda das vítimas, destacando a comoção causada pelo ocorrido na comunidade local.

 

Vinícius Torre Freire: Povo liga pouco para petróleo e isenção do IR, mas associa Master ao governo

  A cúpula do governo Lula e militantes estão desnorteados com o resultado desanimador das pesquisas de voto e de opinião sobre o desempenho...