segunda-feira, 8 de junho de 2026

Família inteira de Deolane é investigada por lavagem de dinheiro do PCC

 


Segundo relatório da Operação Vérnix obtido pela Folha de S. Paulo, as três aparecem como sócias de empresas ligadas a Deolane que estão sob análise dos investigadores. O esquema envolve a operação de empresas de fachada, movimentação de recursos de origem suspeita e uso de laranjas para ocultar patrimônio.

Deolane foi presa em 21 de maio sob a acusação de que atuava como caixa da lavagem executada pela família de Marcola. O Ministério Público aponta uma "relação próxima" entre a família do líder do PCC e a influenciadora, o que é negado por ambos os lados.

O caso escancara um fenômeno que as autoridades demoram a enfrentar: o uso de influenciadores digitais e figuras midiáticas como fachada para operações do crime organizado. Enquanto acumulam milhões de seguidores e ostentam riqueza nas redes, os bastidores revelam conexões que deveriam ter sido investigadas muito antes.

A ampliação do inquérito para toda a família Bezerra indica que os investigadores trabalham com a hipótese de que não se trata de ação isolada de Deolane, mas de uma operação familiar estruturada. Se confirmadas as suspeitas, o caso se torna um dos maiores exemplos de infiltração do PCC na economia legal do país.

Inflação vira tempestade perfeita e mercado já duvida que Banco Central de Galípolo corte os juros

 


O mercado financeiro reduziu as projeções de cortes da Selic e começa a apostar na manutenção da taxa de 14,5% na reunião do Copom da próxima semana. O Boletim Focus desta segunda-feira mostra que a expectativa para o IPCA de 2026 subiu para 5,11%, já acima do teto da meta de 4,50%, e a Selic projetada para o fim do ano avançou para 13,50%.

A combinação é letal: guerra no Oriente Médio disparou o petróleo e, por tabela, os combustíveis. A perspectiva de um super El Niño ameaça as safras agrícolas e pressiona os preços dos alimentos. E o governo, em ano eleitoral, despeja estímulos fiscais que chegam a 2% do PIB, turbinando a demanda quando deveria estar pisando no freio.

O economista José Márcio Camargo, da Genial Investimentos, foi direto: "O Banco Central vai ter de lutar contra o Executivo. Não vai ser simples." BTG Pactual e Bank of America já revisaram seus cenários e preveem no máximo mais um corte. A Selic deveria parar onde está, segundo a maioria dos analistas sérios.

O problema é político. Gabriel Galípolo, indicado por Lula para presidir o BC, enfrenta a prova de fogo da sua gestão. O governo quer juros mais baixos para chegar à eleição com a economia aquecida. O mercado quer responsabilidade. Alguém vai sair perdendo, e o mais provável é que seja o contribuinte brasileiro.

Na véspera da guerra entre EUA e Irã, em fevereiro, o mercado projetava inflação de 3,91%. Três meses depois, a previsão saltou para acima de 5%. É o preço de ter um governo que gasta como se não houvesse amanhã enquanto o mundo pega fogo.

                                     

 

Governo Lula gasta R$ 515 bilhões em megaleilão de energia suja e Justiça manda parar tudo

 


A Justiça Federal suspendeu nesta segunda-feira o megaleilão de energia do governo Lula que contratou R$ 515 bilhões em reserva de capacidade de grupos como J&F, dos irmãos Batista, Eneva, de André Esteves, e Petrobras. A decisão liminar foi assinada pelo juiz Luis Praxedes Vieira da Silva, do Ceará, e atende a questionamentos sobre irregularidades na base de cálculo do pregão.

O leilão já era alvo de ações na Justiça Federal e no TCU. O problema central é que, em apenas três dias, alterações nas regras dobraram o custo total da energia contratada. Para piorar, o governo priorizou usinas movidas a combustíveis fósseis, como carvão e gás, em vez de fontes renováveis. O discurso ambientalista do Planalto, mais uma vez, não resiste ao primeiro teste de realidade.

A ironia é que o próprio Operador Nacional do Sistema Elétrico cortou geração neste fim de semana por excesso de oferta de energia, algo inédito no país. Ou seja, o Brasil tem energia sobrando e o governo contrata meio trilhão de reais em energia suja, cara e desnecessária.

O Ministério de Minas e Energia, comandado por Alexandre Silveira, disse que "não vai comentar" a decisão. Silêncio eloquente de quem sabe que a conta não fecha. O ministro foi um dos articuladores do leilão e já vinha sendo questionado por parlamentares sobre a lógica econômica da contratação.

O episódio revela o que já se sabe há tempos: quando há dinheiro público em jogo e eleição no horizonte, os princípios de responsabilidade fiscal e ambiental viram figuração. A conta de R$ 515 bilhões será paga pelo consumidor brasileiro na tarifa de energia pelos próximos anos.

 

 

"Gestão" Fátima: Tesouro dá nota C ao RN e XP aponta estado como o maior risco de caixa do Brasil em 2026

 


Não é de hoje que o blog tem alertado para a situação das contas no RN ao longo do governo Fátima Bezerra e que teve Cadu Xavier, o Mister Impostos, como secretário de Tributação  - e recentemente mudada para Fazenda - como responsável até final de março deste ano.

Agora, mais uma paulada que revela o desastre nas contas estaduais.

Leia a matéria completa do jornal O Globo:

 Assim como no plano federal, as contas públicas estaduais se deterioram neste ano eleitoral. Os estados devem fechar 2026 com um déficit fiscal de R$ 6 bilhões, de acordo com projeções da XP Investimentos. É uma inversão do desempenho desses entes federativos em 2025, quando tiveram superávit de R$ 6,6 bilhões.

Economista da XP, Tiago Sbardelotto diz que a tendência é de piora no desempenho dos estados neste ano, observando os dados até abril.

— Isso já era esperado num ano eleitoral — diz o economista. — Quando existe espaço fiscal, esses entes tendem a aumentar a despesa acima dos anos anteriores.

Até abril, a despesa total dos estados cresceu 6,5% acima da inflação, o dobro do aumento real (descontada a inflação) da arrecadação de impostos e outras receitas, que foi de de 3,3% nesses quatro meses.

As projeções da XP para a piora do resultado fiscal estadual baseiam-se em três fatores. O primeiro é a disponibilidade de caixa positiva de R$ 29 bilhões em 2025, o que permite que queimem recursos agora, ainda que o valor disponível seja bem inferior ao que restou em 2024, que foi de R$ 49 bilhões.

O destaque negativo nesse quesito é Minas Gerais, governado por Romeu Zema (Novo) até abril, quando ele saiu para se tornar pré-candidato à Presidência. O governo mineiro entrou o ano faltando R$ 11 bilhões em caixa para fazer frente às obrigações futuras.

Alagoas, nas mãos do governador Paulo Dantas (MDB), que finaliza o segundo mandato, também está em situação desfavorável, com caixa negativo em R$ 926 milhões. Sbardelotto menciona ainda o Rio Grande do Norte, comandado por Fátima Bezerra (PT), também no fim da segunda gestão consecutiva, com menos R$ 3 bilhões disponíveis.

Além destes, Distrito Federal (R$ 876 milhões) e Acre (R$ 280 milhões) também entraram 2026 com caixa negativo, mas já partiram de uma situação pior no ano passado, observa Sbardelotto. O levantamento dele também aponta outro conjunto de estados que já estão com as contas no vermelho neste ano: Tocantins, Goiás, Rio Grande do Norte, Paraná e Mato Grosso do Sul.

— Considerando a baixa disponibilidade de caixa, até abril deste ano, o que mais preocupa é o Rio Grande do Norte — observa o economista.

Impulso expansionista

Outro fator a aumentar a margem para os gastos são as operações de crédito, que entram como receita financeira e, com isso, podem aumentar a despesa primária. Em janeiro do ano passado, foi aprovado o Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag), com ótimas condições para a renegociação de dívidas dos estados. O Rio de Janeiro entrou no programa este ano e quase 80% dos entes federados já aderiram.

O Propag permitiu o parcelamento das dívidas em 30 anos, com redução de juros que poderia chegar a zero, descontando a inflação e, a, no máximo, 2%. A contrapartida dos estados é contratar investimentos em áreas prioritárias, como educação, saúde e segurança pública.

Palácio Guanabara, na Zona Sul do Rio: governo fluminense é cronicamente deficitário, mesmo com recursos bilionários dos royalties — Foto: Rogério Santana/18-5-2021

Para que o benefício não fique restrito aos estados mais endividados, foi criado um fundo de equalização para que entes com as contas mais equilibradas também pudessem aumentar seus investimentos. Parte da economia com juros dos endividados vai para alimentar esse fundo.

O terceiro ponto que Sbardelotto levanta é a aprovação da PEC dos Precatórios (dívidas judiciais das quais não cabe mais recurso) em setembro do ano passado, que permitiu que estados e municípios parcelassem seus débitos em até 300 meses. Antes, esse prazo era de 60 meses.

— Ao reduzir o ônus com precatórios, sobram mais recursos para aumentar despesas. Não muda o total dos gastos, mas muda a composição — explica o economista da XP.

A situação dos estados não é homogênea, diz o diretor executivo da Instituição Fiscal Independente (IFI), Marcus Pestana. Há São Paulo, onde Tarcísio de Freitas (Republicanos) concorre à reeleição, que tem endividamento alto, mas bom fluxo de caixa. É o estado mais rico do país, com alta capacidade arrecadatória.

Endividamento

O Tesouro Nacional classifica os estados com notas de A a D, para medir a capacidade de pagamento. No caso de São Paulo, a dívida está no grupo de estados com nota C, mas na liquidez e na poupança, exibe nota B. Já o Rio Grande do Norte tem média C por problemas de fluxo de caixa, mesmo com um endividamento baixo.

Pestana destaca estados com finanças em ordem. O campeão, com nota A e grande capacidade de investimento, é o Espírito Santo, onde o vice-governador Ricardo Ferraço (MDB), que assumiu com a saída de Ricardo Casagrande (PSB) em abril para disputar o Senado, concorre à reeleição. As contas públicas capixabas são bem avaliadas desde as gestões anteriores de Paulo Hartung.

Cláudio Hamilton, coordenador de Estudos de Conjuntura do Ipea, observa que estados que tinham indicadores melhores começam a se destacar desfavoravelmente. Cita Ceará e Tocantins, cujas dívidas líquidas eram de 17,4% e 8,6% das respectivas receitas anuais em 2008 e agora pularam para 39% e 26% no fim do ano passado.

O pesquisador também chama a atenção para a dívida caindo significativamente nessa proporção em Alagoas, Mato Grosso do Sul, Paraná, Goiás, Santa Catarina e São Paulo. No caso de Alagoas, baixou de 162,7% da receita para 65,3%. São Paulo ainda tem endividamento alto, de 128,5% da receita, mas esse índice era 187,9% em 2008.

— Não acho tão problemático assim estados aumentarem os gastos um pouco em um ano eleitoral se baixaram os respectivos endividamentos enormemente. Já nos casos de Minas, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro, pensaria diferente — diz Hamilton.

Segundo o levantamento da XP, os estados que estão dando passos maiores que as pernas neste ano são Maranhão (com 21,4% de alta na despesa para expansão de 8,9% da receita), Rio Grande do Norte (gastos subiram 17,7% enquanto a arrecadação só ganhou 5,3%) e Mato Grosso (16,6% de aumento de gastos contra 4,9% de alta de receita).

— Dentro das nossas projeções, os estados vão contribuir para uma política (fiscal) expansionista. Prevemos aumento de 40% nos investimentos dos estados — afirma Sbardelotto.

Desequilíbrio crescente

Pestana, da IFI, diz que essa expansão de gastos vai fazendo os estados elevarem a dívida com a União, se não tiverem disponibilidade de caixa, ou acumularem restos a pagar para o próximo governador.

Além do Espírito Santo, o economista Claudio Frischtak, presidente da Inter.B Consultoria, cita Piauí, Sergipe e São Paulo como “razoavelmente bem administrados” do ponto de vista das contas públicas. Na outra ponta, há um segundo grupo que, na avaliação dele, só não quebra de vez porque o Supremo Tribunal Federal (SFT) não deixa, concedendo liminares reiteradas que suspendem pagamentos e liberam os governos estaduais de abater suas dívidas com a União.

A trinca formada por Rio de Janeiro (onde o desembargador Ricardo Couto de Castro governa interinamente), Rio Grande do Sul (onde Eduardo Leite, PSD, encerra o segundo mandato) e Minas mostra dificuldade crônica para superar os apuros fiscais provocadas pela combinação de dívida alta e déficits orçamentários anuais:

— São estados que, do ponto de vista fiscal, são fragilizados. Estão continuamente entrando em processo de repactuação da dívida com a União, como Rio, Minas e Rio Grande do Sul. São estados com notas C e D no índice de capacidade de pagamento do Tesouro — explica Frischtak.

Hamilton, do Ipea, fez uma análise mais estrutural da situação dos estados. Ao comparar o endividamento entre 2008 e 2025, com base nos dados do Banco Central, a situação do Rio só piora. A dívida nos anos 2000 equivalia a uma vez e meia a receita corrente líquida. No passado, já representava quase o dobro.

Nesse grupo, ele também inclui Minas e Rio Grande do Sul. A dívida mineira subiu levemente, mas ainda representa 169,1% da receita do estado. Já no Rio Grande do Sul, apesar de ter melhorado um pouco o indicador, os débitos correspondem a 223,3% do que o estado arrecada.

Sonegação é agravante

Mesmo recebendo royalties do petróleo e da mineração, Minas e Rio não conseguem se beneficiar desses recursos extras para alcançar uma situação fiscal equilibrada. No Rio, onde a possibilidade de redistribuição dos royalties do petróleo, em análise no STF, seria catastrófica, Frischtak observa que a arrecadação foi prejudicada pela sonegação de impostos dos chamados devedores contumazes em setores como combustíveis, cigarros e bebidas. Em outros estados, o populismo fiscal domina, ele diz:

— Essa percepção de que “gasto é vida” é muito ampla na nossa política.

 

 

Petróleo dispara mais de 4% após ataques entre Irã e Israel

 


O preço do petróleo subiu mais de 4% nesta segunda-feira (8) após Israel e Irã trocarem ataques militares pela primeira vez desde o início do cessar-fogo acordado em abril, elevando o temor de uma nova escalada no Oriente Médio e de novos riscos ao fluxo de exportação pelo Estreito de Ormuz.

O Brent, referência internacional, avançou 4,9% e chegou a US$ 97,65 o barril, atingindo a máxima de US$ 97,83 durante o pregão. O WTI americano subiu 4,5%, para US$ 94,64 o barril, com pico próximo de US$ 95.

Ataques e reações

A Força Aérea israelense afirmou ter atingido alvos militares no oeste e no centro do Irã. Teerã respondeu com novos ataques às bases aéreas israelenses de Nevatim e Tel Nof, segundo a agência semioficial Fars, citando a Guarda Revolucionária Islâmica. Os houthis do Iêmen, apoiados pelo Irã, também anunciaram o bloqueio de navios israelenses no Mar Vermelho.

O presidente americano Donald Trump foi informado dos ataques e afirmou que a ofensiva iraniana “certamente não vai ajudar as negociações”. Um oficial iraniano envolvido nas conversas com Washington disse que “um acordo com o presidente Trump não é mais viável neste estágio”.

Trump havia pedido ao primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu que não retaliasse, mas Israel ignorou o apelo. O líder americano disse que cabe a ele, não a Netanyahu, ditar os termos de qualquer acordo com o Irã. “Eu dou as ordens. Eu dou todas as ordens”, afirmou o presidente ao Financial Times.

Mercado teme Ormuz

Analistas alertam para os riscos ao Estreito de Ormuz, passagem estratégica por onde circula cerca de 20% do petróleo mundial. A via já opera perto do fechamento desde o agravamento das tensões na região, há dois meses.

“A escalada entre Israel e Irã mostra mais uma vez como o cessar-fogo é frágil”, disse Andy Lipow, presidente da Lipow Oil Associates, citado pela Bloomberg. “O aumento das hostilidades eleva o risco geopolítico de um fechamento prolongado do estreito e a chance de o Irã adotar medidas adicionais para restringir a navegação no Mar Vermelho.”

Para o mercado, mesmo que um acordo de paz entre Washington e Teerã seja fechado, a retomada normal do fluxo de petróleo enfrentaria obstáculos: remoção de minas em Ormuz, reativação de campos que podem levar meses para voltar à produção e reparos em infraestrutura energética danificada por drones e mísseis.

“O mercado continua oscilando entre precificar um acordo e precificar a realidade de que nenhum dos lados mudou de posição”, disse Haris Khurshid, diretor de investimentos da Karobaar Capital, à Bloomberg. “Cada vez que o otimismo vai longe demais, o petróleo recua.”

OPEP+ eleva cotas

Em paralelo ao agravamento do conflito, a OPEP+ aprovou mais um aumento nas cotas de produção para julho, de 188 mil barris por dia. É o quarto reajuste consecutivo desde o fechamento do Estreito de Ormuz, embora grande parte dos membros do bloco ainda enfrente dificuldades para escoar o petróleo pelo Golfo Pérsico.

 

Corpo carbonizado é encontrado às margens da BR-226, em Natal

 


Um corpo carbonizado foi encontrado na manhã desta segunda-feira (8) às margens da BR-226, na região do bairro Guarapes, Zona Oeste de Natal. O caso mobilizou equipes da Polícia Militar e da Polícia Científica, que realizaram os primeiros levantamentos no local.

De acordo com informações repassadas pela Polícia Militar, moradores da região encontraram o corpo nas primeiras horas do dia e acionaram as forças de segurança. Até o momento, a identidade da vítima não foi confirmada.

Durante a perícia inicial, as equipes encontraram menos uma garrafa que pode ter sido usada como recipiente para armazenar combustível para iniciar as chamas. O material deverá passar por análise para auxiliar nas investigações.

Ainda segundo a PM, moradores relataram não ter ouvido barulhos que indicassem disparos de arma de fogo ou qualquer suspeita durante a madrugada que pudesse sinalizar o crime.

Duas viaturas do 9º Batalhão da Polícia Militar foram planejadas no local para garantir a segurança das equipes periciais durante a análise da cena.

Após a conclusão dos trabalhos de perícia, o corpo deverá ser recolhido pelo Instituto Técnico-Científico de Perícia (Itep). A Polícia Civil será responsável pela investigação para esclarecer as conclusões da morte e identificar possíveis envolvidos.

 

Homem é atropelado enquanto cortava capim às margens da BR-405

 


Um homem morreu após ser atropelado às margens da BR-405, no município de José da Penha, região Alto Oeste do Rio Grande do Norte. O acidente aconteceu no domingo (7) e será investigado pelas autoridades responsáveis.

A vítima foi identificada como Francisco de Assis Ferreira, conhecido popularmente como “Léo”. Natural do município de Marcelino Vieira, ele tinha 70 anos e estaria realizando um serviço de corte de capim no acostamento da rodovia quando foi atingido por um veículo.

Segundo informações preliminares, após as instruções, o motorista perdeu o controle do automóvel, que saiu da pista e desceu uma área de crescimento próximo ao trecho do acidente.

Equipes da Polícia Militar e do serviço de atendimento móvel foram acionadas para prestar socorro. No entanto, devido à gravidade dos ferimentos, Francisco não resistiu e morreu ainda no local.

A dinâmica do atropelamento e as denúncias que provocaram o acidente deverão ser apuradas pelas autoridades competentes.

 

 


Daniel Vorcaro citou o patrocínio ao filme sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro na nova proposta de delação premiada deixando alguns bolsonaristas miais confiante ao ex presidente.

Nos bastidores, porém, aliados de Vorcaro dizem não haver motivos para preocupação. Isso porque, segundo eles, o banqueiro sustenta na delação que não teria havido irregularidades no patrocínio.

De acordo com interlocutores, o dono do Banco Master diz, na delação, que a negociação entre ele e Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para o patrocínio teria sido republicana e não envolveria contrapartidas.

Aliados do banqueiro dizem que ele decidiu mencionar o fato em razão do vazamento das mensagens nas quais ele e Flávio falam sobre o patrocínio. O objetivo de Vorcaro seria esclarecer os fatos.

A nova proposta de delação premiada do dono do Banco Master foi entregue pelos advogados do banqueiro à Polícia Federal (PF) e à Procuradoria-Geral da República (PGR) no dia 1º de junho.

A expectativa da defesa de Vorcaro agora é de que PF e PGR deem resposta sobre a nova proposta até o fim desta semana, quando acaba o prazo do acesso ampliado dos advogados ao banqueiro.

A pedido da defesa, o ministro André Mendonça, relator do Caso Master no STF, autorizou os advogados a despacharem com Vorcaro das 9h às 17h durante a semana, até a sexta-feira (12/6).

A autorização foi dada por Mendonça desde a semana retrasada. O objetivo foi permitir que os advogados do dono do Banco Master produzissem a nova proposta de colaboração premiada.

 

Em tempo real: ministro Kassio Nunes determina suspensão de pesquisa que apontou queda de Flávio Bolsonaro (PL)

 


O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, determinou nesta segunda-feira (9) a retirada do conteúdo e a suspensão da divulgação da pesquisa do Instituto Atlasintel.

A pesquisa apontou, em maio, queda de cinco pontos nas intenções de voto do pré-candidato do PL, Flavio Bolsonaro.

Com isso, apenas a empresa não poderá mais manter os dados em seus canais oficiais.

A divulgação do levantamento ocorreu após o vazamento de um audio de uma conversa do senador pedindo dinheiro ao banqueiro Daniel Vorcaro.

Para Kassio Nunes Marques, ha indícios de indução para a contaminação das respostas, comprometendo a metodologia da pesquisa.

A decisão individual do ministro deve ser levada a referendo do plenário do tribunal na sessão desta terça-feira (9).

 

VÍDEO: Banda formada por Fátima Bezerra, parlamentares e pré-candidatos no Mossoró Cidade Junina faz ‘sucesso’ e recebe até sugestões de nomes

 

A banda e quadrilha improvisada no Mossoró Cidade Junina formada por Fátima Bezerra, os deputados Francisco do PT, Izolda Dantas, Ubaldo Fernandes, além da vereadora Thabata Pimenta, e ainda os pré-candidatos ao Senado Samanda Alves e Rafael Motta fez bastante ‘sucesso’ nas redes sociais e recebeu uma série de ‘elogios’ e sugestões de nomes a serem adotados.

“Desmantelo do Forró”, “Forró Petralhas” e “Fuleragem do Forró” foram alguns dos nomes sugerigos, mencionados por usuários do Instagram ao comentar o vídeo nas redes sociais.

Blog do BG




PODERDATA: 48% culpam governo Lula pelo Caso Master; 32%, Bolsonaro

 


Pesquisa PoderData divulgada nesta segunda-feira (8) mostra que entre os brasileiros que afirmam ter tomado conhecimento do Caso Master48% atribuem ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a responsabilidade por ter permitido as irregularidades relacionadas ao episódio.

Ao mesmo tempo, 32% responsabilizam a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Outros 20% disseram não saber o principal responsavel por permitir as ilegalidades.

No recorte sobre o conhecimento do escândalo, 54% das pessoas afirmaram saber do ocorrido, enquanto 44% declararam não ter conhecimento sobre o caso. Já 2% preferiram não responder ao levantamento.

O Banco Master foi liquidado pelo BC (Banco Central) em novembro de 2025 após uma série de irregularidades financeiras que culminaram na prisão de seu ex-proprietário, Daniel Vorcaro.

A instituição estava no centro de uma complexa teia de fraudes que envolveu diversos setores e entidades.

CNN

Família inteira de Deolane é investigada por lavagem de dinheiro do PCC

  Segundo relatório da Operação Vérnix obtido pela Folha de S. Paulo, as três aparecem como sócias de empresas ligadas a Deolane que estão s...