terça-feira, 6 de outubro de 2026

Resultado do primeiro turno frustra previsões de Alexandre de Moraes e ministros do STF

 


O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraescompartilhou nos últimos dias, em conversas reservadas com colegas da corte, suas expectativas para o primeiro turno das eleições deste domingo (4). Munido de informações de lideranças do Congresso com as quais tem proximidade, Moraes acreditava que o cenário eleitoral seria bem diferente do que se revelou.

Segundo relatos de integrantes do tribunal, o ministro esperava que a bancada de senadores eleita não formasse uma maioria consolidada a favor do impeachment de ministros do STF. Essa projeção, no entanto, acabou frustrada pelos resultados, que apontam para um grupo expressivo de parlamentares com esse posicionamento, ampliando o risco de desgaste institucional para o tribunal.

Outra expectativa de Moraes dividida com colegas era que estados como Rio de Janeiro e São Paulo elegeriam, em ao menos uma das duas vagas, nomes que não tivessem a ofensiva contra o STF como bandeira. Essa previsão, contudo, não se confirmou, reforçando o avanço dos senadores alinhados com o discurso de contestação ao tribunal.

Além disso, o ministro contava com a eleição de parlamentares como Randolfe Rodrigues (PT-AP), cuja postura crítica contra o impeachment de ministros é conhecida, mas ele não conseguiu se reeleger.

No campo presidencial, Alexandre de Moraes também compartilhou com ministros a previsão de uma liderança de Lula no primeiro turno com pequena vantagem em relação a Flávio Bolsonaro, fato que não se realizou.

Diante deste cenário, o Supremo enfrenta o desafio de lidar com uma composição do Senado que vai intensificar as pressões políticas sobre a corte, num momento em que o tribunal está mais dividida do que nunca pelas disputas internas.

BELA MEGALE - O GLOBO

 

 

Empresa mira reativação de mina de tungstênio explorada na 2ª Guerra no RN

 


A australiana Gold Mountain mira a eventual reativação de uma mina de tungstênio explorada durante a Segunda Guerra Mundial no Rio Grande do Norte. A notícia é da CNN Brasil. 

A companhia anunciou nesta segunda-feira (5) que garantiu o direito exclusivo para avaliar e potencialmente adquirir a área da antiga mina Malhada do Angico, no Seridó potiguar. O empreendimento ocupa cerca de 857 hectares e fica próximo ao município de Parelhas.

Conhecido como um “mineral de guerra” por sua importância histórica para a indústria bélica, o tungstênio é usado na produção de ligas de alta resistência e aços especiais. A demanda pelo mineral cresceu fortemente durante grandes conflitos do século 20, incluindo a Segunda Guerra Mundial.

Os preços do tungstênio dispararam em 2026 em meio ao aperto da oferta e à corrida de países ocidentais para reduzir a dependência da China, que domina cerca de 80% da produção mundial do mineral. O movimento também está ligado a uma demanda crescente de setores como defesa, aeroespacial e semicondutores.

No caso de Malhada do Angico, a própria Gold Mountain afirma que a mineração ocorreu durante o conflito mundial, conduzida pela Mineração Fluminense. A operação extraía rochas com scheelita, principal mineral de minério de tungstênio encontrado na região, e realizava o processamento do material no próprio local.

A Gold Mountain ainda não comprou o projeto. A empresa fechou um acordo com a Emprogeo Mining Business EPP que lhe garante exclusividade por 12 meses para realizar uma análise técnica, jurídica e regulatória antes de decidir pela aquisição.

A australiana já desembolsou R$ 1 milhão pela exclusividade. Outros R$ 2 milhões estão previstos caso a operação avance, levando o valor total potencial a R$ 3 milhões.

O próximo pagamento, de R$ 1 milhão, será feito caso a ANM (Agência Nacional de Mineração) dê uma decisão favorável ao Relatório Final de Pesquisa apresentado em 2016 e a análise da Gold Mountain seja satisfatória.

Uma terceira parcela, também de R$ 1 milhão, está condicionada à aprovação pela agência da transferência dos direitos minerários para a companhia australiana. O processo está atualmente sob análise da ANM.

Novas pesquisas

Apesar de ainda avaliar a aquisição, a Gold Mountain já começou uma nova campanha de exploração na região.

A companhia iniciou perfurações com trado nos rejeitos deixados pela antiga operação para estimar os teores de tungstênio, determinar a espessura do material e coletar amostras para testes metalúrgicos. Os resultados ainda não foram divulgados.

Além disso, a mineradora prepara uma campanha de sondagem diamantada para investigar a continuidade da mineralização abaixo e ao redor das antigas áreas de lavra.

O programa deve testar cerca de 2 quilômetros de extensão da formação geológica que hospeda o tungstênio, alcançando profundidades de aproximadamente 120 metros. O início das perfurações depende da obtenção das autorizações ambientais e regulatórias necessárias.

“Estamos acelerando o programa de exploração e iniciaremos a perfuração assim que as licenças necessárias forem obtidas”, afirmou David Evans, diretor-executivo da Gold Mountain.

Segundo ele, a companhia também começou a analisar os rejeitos históricos para confirmar seus teores e obter material para testes metalúrgicos.

 

 

CREDIBILIDADE EM XEQUE: O abismo entre as pesquisas e as urnas no 1º turno

 


Os resultados do primeiro turno das eleições revelaram um abismo entre o cenário projetado pelos principais institutos de pesquisa e o veredito das urnas. Tanto na disputa nacional quanto em cenários estaduais, as sondagens divulgadas na reta final da campanha falharam em antecipar a virada que recolocou o senador Flávio Bolsonaro (PL) na liderança da corrida presidencial.

Apesar de os levantamentos de véspera apontarem a liderança do presidente Lula (PT), a apuração oficial de 100% das urnas, concluída na madrugada de segunda-feira (5), mostrou um panorama invertido. Flávio Bolsonaro terminou o primeiro turno à frente com 47% dos votos válidos, seguido por Lula, com 45%. A diferença consolidada foi de cerca de 2,2 milhões de votos a favor do candidato do PL.

Nenhuma das principais pesquisas publicadas nos dias anteriores à votação conseguiu antecipar o resultado real. Levantamentos de institutos como Datafolha, Quaest, Atlas, CNT e Real Time Big Data projetavam a vitória ou a dianteira do atual presidente:

  • Datafolha: Lula (45%) x Flávio Bolsonaro (42%)
  • Pesquisa Quaest: Lula (46%) x Flávio Bolsonaro (45%)
  • Real Time Big Data: Lula (43%) x Flávio Bolsonaro (39%)
  • Pesquisa Atlas/Intel: Lula (47%) x Flávio Bolsonaro (44,1%)
  • Pesquisa CNT: Lula (47,8%) x Flávio Bolsonaro (42,1%)

A defesa dos institutos

Questionados sobre o descompasso, os institutos minimizaram os erros sob o argumento de que as pesquisas refletem apenas um “retrato do momento” e que a dinâmica da reta final foi influenciada por fatores de última hora, como a consolidação de um forte movimento de voto útil à direita em favor de Flávio Bolsonaro.

Apesar das justificativas, o desempenho das urnas recoloca em debate a precisão das metodologias de captura de intenção de voto na véspera de pleitos polarizados, ampliando a pressão sobre o setor de opinião pública.

Com informações do Metrópoles

VÍDEO - “SEM ACORDÃO”: PL articula impeachment de Moraes e Dino para 2027

 



A movimentação política nos bastidores de Brasília indica que o Partido Liberal (PL) adotou uma postura de confronto direto contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). A legenda rejeitou qualquer articulação ou sinalização de “acordão” político com a ala governista da Corte e colocou na mira os ministros Alexandre de Moraes e Flávio Dino.

A estratégia do partido prevê a abertura de processos de impeachment contra Moraes e Dino a partir de 2027, caso se concretize uma eventual derrota do atual governo nas urnas. O entendimento interno da sigla é de que a ala governista do Supremo atuou de forma intensa na reta final do último pleito, com o intuito de blindar o presidente Lula e tentar incluir adversários políticos no debate público.

O ex-presidente Michel Temer enviou uma mensagem pública de apoio a Jair Bolsonaro, buscando estabelecer pontes e atuar como elo político com a família Bolsonaro, mesmo antes da manifestação de outros partidos derrotados.

“O PL também mira o impeachment de Flávio Dino a depender da forma como ele vai atuar se confirmada nas urnas a vitória do Flávio Bolsonaro. O entendimento é de que se ele resolver avançar em investigações comon interferência estrangeira nas eleições brasileiras como pretexto para questionar o resultado eleitoral ou se o Flávio Dino mantiver essas investigações sigilosas sobre irregularidades na utilização de emendas parlamentares ele também entrará no foco do PL, dessa superbancada do PL no Senado”, revelou Caio Junqueira, comentarista da CNN Brasil.

Contagem de votos para Moraes

O PL já contabiliza pelo menos 49 votos garantidos para viabilizar o processo de impeachment de Alexandre de Moraes no Senado, necessitando de apenas mais cinco apoios para atingir o quórum mínimo de 54 votos.

Condicionantes para Flávio Dino

A investida contra Flávio Dino dependerá da forma como o ministro irá atuar em futuras decisões na Corte, especialmente em pautas sensoriais ligadas a investigações sobre o resultado eleitoral e a utilização de emendas parlamentares.

Com informações da CNN Brasil

 

FIM DA LINHA: Sites de apostas saem do ar a partir desta terça-feira

 


Começa a valer nesta terça-feira (6) a Medida Provisória (MP) assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que proíbe totalmente a atuação das casas de apostas online, as chamadas bets, no Brasil. A decisão determina que todas as plataformas do setor encerrem as operações e retirem seus sites do ar no país.

A ofensiva contra o setor de apostas de quota fixa ganhou força no início de setembro, quando Lula endureceu o tom e prometeu banir as atividades, apontando que os jogos geram dependência na população, endividamento generalizado e graves problemas de saúde mental. Desde então, a equipe econômica e a Advocacia-Geral da União (AGU) elaboraram o texto da MP com o objetivo de blindar a medida contra contestações legais.

Apesar do esforço do Planalto, a manobra não evitou reações. Representantes do setor já acionaram o Supremo Tribunal Federal (STF) contra a MP, sob a alegação de que a interrupção abrupta das atividades gera grave insegurança jurídica.

As empresas argumentam que desembolsaram valores expressivos em outorgas para operar legalmente no país por um período de cinco anos, prazo que foi sumariamente interrompido pela nova diretriz. Até o momento, o governo arrecadou R$ 2,5 bilhões com o licenciamento, sendo cobrados R$ 30 milhões por outorga básica (com direito a até três marcas) e R$ 5 milhões por cada marca adicional.

Tattiana de Navarro, procuradora de assuntos tributários da OAB-DF, aponta que os conflitos judiciais poderiam ter sido mitigados caso o Planalto tivesse optado por uma transição moderada. Segundo ela, um cronograma gradual até o término natural das outorgas traria previsibilidade tanto para a segurança jurídica das empresas quanto para a estabilidade do próprio governo.

Histórico da regulamentação e bloqueio de tráfego

As apostas esportivas e de quota fixa foram autorizadas no Brasil durante a gestão do ex-presidente Michel Temer (MDB), mas a regulamentação efetiva do setor ocorreu apenas em 2025, impulsionada pelo Ministério da Fazenda para combater a ilegalidade. Após cerca de um ano de mercado regulado e focado em mecanismos de proteção ao consumidor e combate ao endividamento, Lula optou pela proibição total.

Como desdobramento da MP, o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) determinou que, a partir desta terça-feira, o tráfego de internet voltado aos sites de apostas seja redirecionado compulsoriamente para a plataforma governamental www.brasilsembets.gov.br.

Com informações do Metrópoles

 

SAI A PRIMEIRA PESQUISA - INSTITUTO VERITÁ: Flávio Bolsonaro lidera com 51,56% e Lula tem 48,44% no segundo turno

 



O Instituto Veritá divulgou nesta segunda-feira (5) os números de uma nova pesquisa de intenção de votos para a disputa presidencial no segundo turno.

No cenário de votos válidos, o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece na frente com 51,56%, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 48,44%. A diferença entre os dois candidatos é de 3,12 pontos percentuais.

O levantamento nacional ouviu mais de 40 mil eleitores em todo o país.

 

VÍDEO: SÓ AGORA? Lula diz que carrega nas costas ‘promiscuidade’ no STF

 



A reunião de emergência convocada pela coordenação de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta segunda-feira (5) foi marcada por forte tensão e declarações explosivas. Cercado pelo pessimismo da cúpula governamental após a vitória de Flávio Bolsonaro (PL) no primeiro turno, Lula culpou o Supremo Tribunal Federal (STF) pelo desgaste político que enfrenta e afirmou que está “carregando nas costas” a “promiscuidade” instalada na Corte.

Sem citar diretamente o escândalo do caso Banco Master, o petista admitiu o impacto devastador das revelações que atingem em cheio a cúpula do Judiciário e defendeu que o tema seja pauta central nos 20 dias restantes até o segundo turno, marcado para 25 de outubro.

“Quando você chega numa situação em que a Suprema Corte está sob a desconfiança da sociedade, algo é muito grave. Então, esses são temas que nós vamos ter que encarar nessa campanha”, declarou o presidente.

Com informações do Metrópoles 

EFEITO FLÁVIO: Casas de análise projetam disparada de até 45% na Bolsa com vitória do candidato

 


A liderança do senador Flávio Bolsonaro (PL) no primeiro turno das eleições presidenciais mexeu com o mercado financeiro e já gera projeções ambiciosas para a Bolsa de Valores. Diferentes casas de análise estimam uma valorização expressiva das ações brasileiras, com saltos que podem variar de 11% a 45%, dependendo do avanço de uma agenda de rigor fiscal.

Na avaliação do BTG Pactual, as ações brasileiras negociam atualmente abaixo da média histórica. Caso se confirme a vitória de Flávio Bolsonaro e o mercado avance para um cenário de reprecificação associado a um ajuste fiscal mais rígido, a alta na Bolsa pode oscilar entre 32% e 45%. Entre os setores apontados como potenciais beneficiados estão o varejo, construtoras de médio e alto padrão e empresas do mercado de capitais.

O UBS também enxerga um cenário otimista com potencial de ganho superior a 30%, impulsionado pela queda dos juros reais e pela melhora nas expectativas de lucro. O JPMorgan trabalha com uma expansão inicial de 20% a 25% no índice.

Com informações da Folha de São Paulo

ENTREGANDO OS PONTOS: alto escalão do governo Lula já admite derrota em 2º turno contra Flávio

 


A avaliação interna no Palácio do Planalto e na coordenação de campanha Lulista é de pessimismo após o resultado das urnas no último domingo (4). Uma ala do primeiro escalão do governo de Lula (PT) já trabalha abertamente com a possibilidade real de derrota para o candidato do PL, Flávio Bolsonaro, no segundo turno.

Nos bastidores, ministros e aliados admitem a dificuldade extrema para alcançar a quantidade de votos necessária para reverter o quadro nesta fase da disputa.

O presidente nacional do PT, Edinho Silva, tentou minimizar a vantagem inicial e tratou a diferença como “só 2%”, afirmando que buscará dialogar com lideranças de centro e de direita. No entanto, a migração de votos de opositores como Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD) é vista pelo próprio entorno da campanha como um obstáculo quase intransponível.

A sangria de votos do petismo já apareceu nos números brutos: Lula teve 3,4 milhões de votos a menos em comparação com o primeiro turno de 2022. A abstenção nacional bateu recorde desde 1998, alcançando 21,08%, com mais de 33,4 milhões de eleitores ausentes.

Para tentar estancar a crise, a campanha petista convocou uma reunião de emergência nesta segunda-feira (5) no Hotel San Marco, em Brasília, buscando reatar a estratégia com governadores aliados – derrotados ou vitoriosos nos estados.

Com informações do Poder 360

 

Dólar tem maior queda diária em 8 anos e Ibovespa bate recorde após resultado do 1º turno

 


O mercado financeiro reagiu com forte otimismo nesta segunda-feira (5) ao resultado das urnas que colocou Flávio Bolsonaro (PL) na liderança da corrida presidencial. O dólar à vista fechou em queda expressiva de 4,12%, cotado a R$ 5,0022 — o menor patamar de encerramento desde 21 de maio e o maior recuo diário registrado desde 8 de junho de 2018.

Para analistas de mercado, a reação expressiva reflete a avaliação de que um eventual governo de Flávio Bolsonaro traz perspectivas mais sólidas para o ajuste das contas públicas e o controle fiscal, pautas tratadas com ceticismo pelo mercado em relação à gestão petista. Diante do novo cenário, o banco global JPMorgan elevou sua recomendação para ações brasileiras para overweight (acima da média do mercado).

Na Bolsa de Valores, o movimento foi histórico. O Ibovespa disparou 7,7%, alcançando o recorde histórico de fechamento de 206.911,89 pontos, após bater uma máxima intradiária de 209.605,70 pontos, com um volume financeiro robusto de R$ 102,7 bilhões. As taxas dos contratos de DI de longo prazo despencaram mais de 135 pontos-base.

Com informações da Forbes – Money

PL elege 121 deputados e forma maior bancada da Câmara desde 1990

 


O Partido Liberal (PL) elegeu 121 deputados federais nas eleições deste domingo (4) e terá a maior bancada de um único partido na Câmara dos Deputados desde 1990, quando o então PMDB conquistou 108 cadeiras.

O tamanho da representação do PL coloca o partido em um patamar que poucas legendas alcançaram nas últimas décadas. O resultado amplia significativamente a presença da legenda no Congresso Nacional.

A distribuição indicada é a seguinte:

PL: 121;

Brasil da Esperança (PT-PCdoB-PV): 88;

União Progressista (PP-União): 87;

PSD: 43;

Republicanos: 41;

MDB: 36;

Podemos: 27;

Psol-Rede: 15;

PSB: 15;

PSDB-Cidadania: 11;

Novo: 10;

Renovação Solidária (PRD-Solidariedade): 7;

PDT: 6;

Avante: 5;

Missão: 1.

Com informações da Revista Oeste

 

Resultado do primeiro turno frustra previsões de Alexandre de Moraes e ministros do STF

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