terça-feira, 13 de janeiro de 2026

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Ex-piloto brasileiro de Fórmula 1 é preso nos Estados Unidos

 


O ex-piloto brasileiro de Fórmula 1, Antônio Pizzonia, de 45 anos, foi preso no último sábado (10), no Condado de Montgomery, no Texas, Estados Unidos. Segundo registro policial local, a prisão ocorreu por agressão.

De acordo com o site TMZ Sports, Pizzonia foi detido e fichado por autoridades do Texas após um incidente ocorrido no Speedsportz Racing Park, onde acontecia uma etapa do Superkarts USA Winter Series, competição de kart da qual o filho do ex-piloto participava.

Os detalhes do que motivou a prisão ainda não foram esclarecidos publicamente. O site afirma que não há, até o momento, uma descrição oficial sobre como o conflito começou ou quem estaria envolvido diretamente na ocorrência. Ele foi liberado horas depois.

Quem é Antônio Pizzonia, ex-piloto brasileiro de Fórmula 1 preso nos Estados Unidos
Natural de Manaus, Antônio Pizzonia estreou na Fórmula 1 como piloto de testes da Williams em 2003. No mesmo ano foi contratado pela Jaguar, onde permaneceu até 2004, quando retornou à Williams e substituiu o ex-piloto Ralf Schumacher em quatro provas.

Ao todo, participou de 20 corridas na principal divisão do automobilismo mundial. Ao longo da carreira, foi campeão da Fórmula Vauxhall e Fórmula Renault, na Inglaterra, e ganhou o prestigiado campeonato da F3 Inglesa. Também competiu na Stock Car entre 2007 e 2010.

Com informações de g1

 

Na mira da Polícia Federal, Lulinha deixa o Brasil

 


Na mira da Polícia Federal, o filho do presidente Lula vai retornar a Madri nos próximos dias. Fábio Luís Lula da Silva passou as últimas três semanas no Brasil para as festas de fim de ano, sem registro de encontros com o pai. As informações são do Metropoles.

Lulinha, como é conhecido, deixa o país no momento em que a Polícia Federal investiga a informação de que ele teria negócios com o principal operador do esquema de desvio de aposentados e pensionistas, Antonio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS. Como revelou a coluna, o filho do presidente se mudou para a capital da Espanha em meados de 2025.

Um ex-auxiliar do operador contou, em depoimento, que Lulinha teria recebido R$ 25 milhões do Careca do INSS, além de uma “mesada” de cerca de R$ 300 mil. O diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, já confirmou em entrevista as investigações envolvendo o filho do presidente.

Lulinha não constituiu advogado e não foi localizado para comentar o assunto.

O próprio Lula comentou o assunto. Disse que, se o filho fez algo de errado, terá de responder por isso.

 

Veja quem é o deputado alvo de operação da PF por desvio de emendas

 


O deputado federal Félix Mendonça Jr. (PDT-BA) é alvo de uma nova fase da operação Overclean, deflagrada pela PF (Polícia Federal) nesta terça-feira (13). A ação, que tem o apoio da CGU (Controladoria-Geral da União) e da Receita Federal, investiga uma organização criminosa suspeita de desvio de emendas parlamentares, corrupção e lavagem de dinheiro.

Segundo apurou a CNN, a investigação aponta que o parlamentar participou ativamente do esquema criminoso. De acordo com os investigadores, ele utilizava o então secretário parlamentar, Marcelo Chaves — alvo da quarta fase da operação —, como intermediário.

Chaves negociava a destinação de emendas a municípios baianos, cobrava pagamentos ilegais de prefeitos beneficiados e atuava na operacionalização do repasse de propinas.

Ainda conforme a apuração, o parlamentar teria recebido vantagens indevidas, de forma direta e indireta, em troca do direcionamento de emendas parlamentares a pelo menos três municípios da Bahia.

A operação foi autorizada pelo ministro Kássio Nunes Marques, do STF (Supremo Tribunal Federal), que expediu nove mandados de busca e apreensão e determinou o bloqueio de R$ 24 milhões em contas bancárias de pessoas físicas e jurídicas investigadas.

Segundo informações da PF, o objetivo do bloqueio é interromper a movimentação de valores de origem ilícita e preservar ativos para eventual reparação aos cofres públicos.

Os mandados são cumpridos na Bahia e no Distrito Federal.

A CNN tenta contato com o gabinete do deputado Félix Mendonça Jr. e com o PDT sobre a operação. O espaço está aberto.

A última fase da operação foi deflagrada em outubro do ano passado. Na ocasião, foram cinco mandados de busca e apreensão e o sequestro de valores obtidos de forma ilícita, em quatro estados.

O secretário nacional do Podemos, Luiz França, e ex-secretários de Educação e Planejamento do Tocantins foram alvos.

CNN Brasil

 

 

Master: contrato milionário da mulher de Alexandre de Moraes previa atuação em órgão federal, mas…

 


Apesar da previsão expressa no contrato milionário firmado pela advogada Viviane Barci de Moraes com o Banco Master, o trabalho da mulher do ministro Alexandre de Moraes é desconhecido em pelo menos três dos quatro órgãos do Executivo onde ela supostamente deveria atuar: o Banco Central, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e agora também a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN).

Em resposta a um pedido apresentado pela equipe da coluna via Lei de Acesso à Informação, a PGFN informou que “não foi identificado registro de ingresso” da advogada em suas instalações em Brasília entre janeiro de 2024 (quando o contrato dela com o Master entrou em vigor) e dezembro de 2025.

A PGFN é um órgão vinculado à Advocacia-Geral da União (AGU) voltado para defender a União em causas fiscais, cobranças judiciais de créditos tributários e não tributários, além de prestar consultoria para o Ministério da Fazenda.

“As Procuradorias Regionais da Fazenda Nacional também foram consultadas e informaram que, após consulta às suas unidades regionais, inclusive seccionais e escritórios de representações, não foi detectada nenhuma reunião, audiência e ou entrada física da Sra. Viviane Barci de Moraes, no período de 16 de janeiro de 2024 até a presente data”, respondeu o órgão ao pedido da equipe do blog.

 


 

Cláusula do contrato do Banco Master com o escritório da mulher de Alexandre de Moraes prevê atuação perante Banco Central, Receita Federal e Cade — Foto: Reprodução

O contrato do escritório de Viviane com o Master, cujo teor foi revelado pelo blog, previa o pagamento de R$ 3,6 milhões mensais. Em uma de suas cláusulas, determinava que a mulher de Alexandre de Moraes organizaria “cinco núcleos de atuação” perante o Judiciário, Legislativo e em quatro órgãos do Executivo: o Banco Central, a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e a Receita Federal.

‘Atuação estratégica’

O contrato do Master com o escritório da família de Alexandre de Moraes previa a atuação “estratégia, consultiva e contenciosa” perante o Judiciário, o Ministério Público, o Legislativo e o Executivo.

Como foi assinado em 16 de janeiro de 2024, se tivesse sido cumprido integralmente o contrato teria rendido ao Barci de Moraes Associados cerca de R$ 130 milhões até o início de 2027 – ano em que Alexandre de Moraes assumirá a presidência do Supremo, no esquema de rodízio do tribunal por antiguidade.

 

Trecho do contrato firmado entre o Banco Master e o escritório da advogada Viviane Barci de Moraes, mulher do ministro Alexandre de Moraes — Foto: Reprodução

No mês passado, o blog já havia informado que o Banco Central e o Cade não possuem registro de acesso da advogada em suas instalações, apesar de o contrato firmado com o Master prever expressamente a atuação dela perante as instituições.

O BC teve papel-chave na análise da nebulosa compra do Master pelo Banco de Brasília (BRB).

Conforme revelou o blog, Alexandre de Moraes procurou o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, pelo menos quatro vezes para fazer pressão em favor do Banco Master. Ao menos três dos contatos foram por telefone, mas pelo menos uma vez Moraes se encontrou presencialmente com Galípolo para conversar sobre os problemas do banco de Daniel Vorcaro.

Já o Cade era estratégico para os interesses de Vorcaro para garantir a aprovação da compra do negócio, anunciada em março do ano passado. Embora o BC tenha vetado a operação após descobrir as fraudes na venda de créditos do Master para o BRB, o Cade aprovou o negócio sem restrições em junho passado.

O que diz a mulher de Alexandre de Moraes

A equipe da coluna tentou entrar em contato com Viviane na última segunda-feira (12), mas uma funcionária do escritório Barci de Moraes informou à reportagem que não tinha autorização para informar o e-mail da advogada. Viviane não retornou a ligação do blog ao escritório, mas o espaço segue aberto.

Procurada, a assessoria do Banco Master não respondeu às perguntas pedindo esclarecimentos sobre a atuação da mulher de Alexandre de Moraes.

No mês passado, em nota enviada à imprensa, Moraes alegou que suas reuniões com o BC foram para tratar dos efeitos das sanções da Lei Magnitsky. Segundo o ministro, o escritório de advocacia de Viviane “jamais atuou na operação de aquisição Master-BRB perante o Banco Central”.

Malu Gaspar - O Globo

 

 

 

Opinião do Estadão: O Supremo não é o foro do caso Master

 


O banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, defendeu-se perante o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), da acusação de que teria contratado influencers para atacar o Banco Central (BC). O argumento colide com a investigação da Polícia Federal (PF), que encontrou mensagens no celular apreendido de Vorcaro nas quais ele mesmo orienta a campanha contra a autoridade monetária.

Mas antes o problema fosse o contraste entre a versão levada pelo banqueiro ao STF e os indícios reunidos pela PF contra ele. Para o País, muito mais grave do que as incongruências da defesa do sr. Vorcaro é a naturalização do foro em que ela foi apresentada.

É preciso tornar a dizer com todas as letras: o caso Master não é da competência do Supremo. Vorcaro não tem foro especial por prerrogativa de função. Tampouco o possuem os executivos do Master e do Banco de Brasília ora sob investigação por suspeita de fraudes bilionárias na compra de ativos de baixíssima qualidade do banco privado. O julgamento dos possíveis crimes cometidos nessas transações é de competência da primeira instância da Justiça Federal. Nada autoriza a permanência do caso na mais alta Corte do País.

Ainda assim, o caso foi parar no STF a partir da alegação de que Vorcaro teria negociado a compra de um imóvel, por meio da composição de um fundo, com o deputado João Carlos Bacelar (PL-BA), este, sim, detentor de foro especial. Ora, trata-se de uma transação comercial alheia às operações Master sob escrutínio e que nem sequer chegou a ser concretizada. Mesmo que tivesse sido, a jurisprudência do próprio STF admite o desmembramento do feito, preservando na Corte apenas o que diga respeito à autoridade com prerrogativa de foro. Dias Toffoli, contudo, reteve integralmente o caso em seu gabinete.

A decisão do ministro torna-se ainda mais inquietante quando combinada com a imposição de alto grau de sigilo sobre os atos de investigação. O sigilo, nesse contexto, não protege o inquérito nem o interesse público: protege pessoas. A ascensão vertiginosa do Master nos últimos anos caminhou lado a lado com a construção de uma ampla rede de relações entre Vorcaro e autoridades dos mais altos escalões dos Três Poderes. Diante disso, não se pode condenar quem enxergue na opção pelo foro no STF e pela opacidade imposta aos autos por Dias Toffoli uma operação de acobertamento – suspeita que, por si só, já corrói a confiança da sociedade na imparcialidade da Corte.

O incômodo se intensifica diante de fatos que, embora laterais, reforçam a imprescindibilidade do afastamento de Dias Toffoli da condução das investigações. Como veio a público, dois irmãos do ministro venderam participação milionária num resort no Paraná a um fundo ligado à Reag Investimentos, gestora investigada por abrigar redes financeiras associadas ao Master e, ademais, investigada no âmbito da Operação Carbono Oculto, que alcançou os tentáculos do PCC no sistema financeiro formal.

O ministro não tem parte nos negócios dos irmãos, mas é frequentador do tal resort. A tisnar a aura de imparcialidade de Dias Toffoli, ainda há o episódio de sua viagem, em jatinho particular, ao lado do advogado de um executivo do Master investigado pela PF, para assistir a um jogo de futebol no exterior. Não se trata, aqui, de imputar ilegalidades a ninguém, mas de reconhecer que o conjunto dos fatos impõe um dever de prudência incompatível com a permanência do ministro à frente desse caso.

O princípio do juiz natural não é um formalismo menor. É um pilar do Estado de Direito que visa a impedir que eventuais réus escolham seus juízes ou que a jurisdição seja moldada por conveniências de ocasião. A Constituição e as leis estabelecem, de forma inequívoca, que cidadãos sem prerrogativa de foro devem ser investigados e processados na instância ordinária, segundo critérios gerais e impessoais. As exceções admitidas pelo STF são restritas e condicionadas à indissociabilidade de fatos ligados a quem tem o foro especial – requisitos a que o Master, definitivamente, não atende.

O STF pode e deve corrigir o rumo. Persistir no erro será assumir, sem disfarces, que princípios constitucionais podem ser relativizados quando estão em jogo interesses muito poderosos.

Opinião do Estadão

 

 

Lobista orientou entrega ‘discreta’ de propina a chefe no INSS: ‘Para evitar o desconforto para ele’

 


Os diálogos extraídos pela Polícia Federal no celular do empresário e lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, mostram que ele orientou funcionários sobre a entrega “discreta” de dinheiro vivo para dirigentes do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Procurada, a defesa do Careca do INSS afirmou que não ia se manifestar sobre os trechos porque não teve acesso à íntegra da extração do telefone celular dele até o momento, nem teve resposta do STF a pedidos feitos sobre averbação de bens e liberação de valores para pagamentos de dívidas trabalhistas.

Uma das conversas envolvia, segundo a PF, entregas de propina para o então superintendente do INSS no Nordeste, Marcos de Brito Campos Júnior, que foi alvo da última fase da Operação Sem Desconto, em dezembro, de uma ordem para uso de tornozeleira eletrônica. Ele atualmente é diretor de Administração e Finanças do Departamento Nacional de Infraestrutura (Dnit) e foi mantido no cargo mesmo após ter sido alvo da operação.

A defesa dele rebateu as acusações da PF, negou que ele tenha recebido dinheiro do esquema de desvios de aposentadorias e afirmou que ele possui um “modesto patrimônio” compatível com suas receitas. Brito colocou o cargo à disposição do Dnit para adotar as medidas que considerar pertinentes.

“O Dr. Marcos de Brito Campos Jr. possui modesto patrimônio, todo ele compatível com as suas receitas, estando inteiramente regular com suas obrigações civis e fiscais, como inexoravelmente será demonstrado perante o Judiciário ou a qualquer outra autoridade incumbida de investigar o assunto”, afirmou, em nota, o advogado Flávio Henrique Santos (leia ao final a íntegra do posicionamento).

Em 10 de agosto de 2023, o Careca do INSS pediu que um dos seus funcionários, Rubens Costa, organizasse a entrega de R$ 20 mil para Marcos de Brito.

“Bom dia. Estou em voo. Preciso de uma gentileza no modo sigiloso. O Marcos de Brito irá pegar com vc uma quantia de 20 mil reais”, escreveu por mensagem de WhatsApp. Rubens lhe pergunta se o dinheiro estava dentro do cofre. “Pegue no cofre e já deixe preparado para dar a discrição que a situação exige”, orientou o Careca do INSS.

Pouco depois, ele reforçou a orientação: “Coloque de maneira discreta em um envelope ou recipiente que não deixe transparecer o que é! Evitar o desconforto para ele!”.

A PF também identificou diálogos sobre entrega de dinheiro vivo a um assessor parlamentar do senador Weverton Rocha (PDT-MA).

Essas informações foram encaminhadas ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, relator do caso. O Careca do INSS está preso desde setembro, sob suspeita de comandar um esquema de descontos indevidos em aposentadorias do INSS e pagamento de propina a funcionários públicos.

Leia a íntegra da nota da defesa do advogado de Marcos de Brito:

“i. O Dr. Marcos de Brito Campos Jr. foi surpreendido com a notícia de seu envolvimento na referida “Operação Sem Desconto”, inclusive por força de medidas cautelares que lhe foram impostas por ordem de S. Exa., o Min. André Mendonça, do STF;

ii. até o presente momento, porque os procedimentos judiciais seguem em sigilo máximo perante o STF, malgrado tenhamos solicitado o acesso aos respectivos autos, o mesmo não foi ainda apreciado e deferido, não sendo de nosso conhecimento, portanto, o inteiro teor das investigações que motivaram as aludidas medidas cautelares;

iii. adiantamo-nos, entretanto, sobretudo em função das notícias divulgadas pela imprensa nacional, para afirmar categoricamente que o Dr. Marcos de Brito Campos Jr. não participou, direta ou indiretamente, de qualquer atividade ilícita em qualquer dos cargos que tenha assumido em sua trajetória profissional, especialmente junto ao INSS, Instituição à qual é vinculado por concurso público e onde exerceu a Superintendência da Região Nordeste, até o dia 25.03.2023, antes de assumir a Diretoria de Administração e Finanças do DNIT;

iv. convém mais especialmente referir que, novamente, em função das notícias apregoadas pela imprensa, há imperiosa necessidade de refutar que o Dr. Marcos de Brito Campos Jr. haja recebido qualquer numerário oriundo do empresário Antônio Antunes ou de qualquer outra terceira pessoa envolvida nos atos apurados pela mencionada “Operação Sem Desconto”, tampouco tenha participado de engrenagens criminosas visando a enriquecer ilicitamente ou a lesar os beneficiários de pensão ou aposentadoria do INSS;

v. o Dr. Marcos de Brito Campos Jr. possui modesto patrimônio, todo ele compatível com as suas receitas, estando inteiramente regular com suas obrigações civis e fiscais, como inexoravelmente será demonstrado perante o Judiciário ou a qualquer outra autoridade incumbida de investigar o assunto;

vi. por último, adianto a V. Sa. que o Dr. Marcos de Brito Campos Jr., dado o teor das notícias de ampla divulgação nacional e considerando o profundo respeito que guarda em relação ao Departamento Nacional de Infraestrutura – DNIT, houve por bem deixar à disposição da Diretoria Geral da referida Autarquia Federal, a fim de resguardar a referida Instituição, o seu cargo de Diretor de Administração e Finanças, inclusive para permitir o pleno exercício do seu direito de defesa nos autos dos procedimentos que apuram os atos objeto da “Operação Sem Desconto”.

Estadão

 

 

Polícia Civil prende homem por ameaça e perseguição em Encanto

 


A Polícia Civil do Rio Grande do Norte prendeu em flagrante, na tarde desta segunda-feira (12), um homem de 35 anos suspeito de ameaça e perseguição contra a ex-companheira, no município de Encanto, no interior do estado. A prisão ocorreu após a vítima procurar a unidade policial para registrar boletim de ocorrência e solicitar medida protetiva de urgência, relatando ter sido vítima de lesão corporal e ameaças no domingo (11).

Ligações caracterizaram flagrante de perseguição

Durante o atendimento na delegacia, o suspeito realizou 22 ligações telefônicas para a vítima, o que configurou flagrante do crime de perseguição (stalking).

Diante da situação, e após a vítima manifestar interesse em representar criminalmente, os policiais civis iniciaram diligências e localizaram o homem, efetuando a prisão em flagrante.

O suspeito foi conduzido à delegacia para os procedimentos legais e, em seguida, encaminhado ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça.

A Polícia Civil reforça a importância da colaboração da população e destaca que informações podem ser repassadas de forma anônima por meio do Disque Denúncia 181.

 

Homem é perseguido e morto a tiros na zona Oeste de Natal

 


Um homem foi perseguido e morto a tiros na tarde desta segunda-feira (12). O crime aconteceu na localidade conhecida como Km 6, entre os bairros Felipe Camarão e Bom Pastor, na zona Oeste de Natal. A vítima ainda não foi identificada oficialmente.

De acordo com as informações, o homem chegou a correr para escapar dos atiradores que chegaram em um carro. No entanto, ele foi exercício e baleado. Sem chance de defesa, ele morreu na calçada de uma casa.

No local, várias cápsulas de pistola ficaram espalhadas pela rua. Além disso, a parede e o muro de uma casa também foram atingidos. A motivação do crime ainda é desconhecida.

A Polícia Militar isolou o local. O corpo da vítima foi removido pela Polícia Científica do Rio Grande do Norte e o caso deverá ser investigado pela Polícia Civil.

Motociclista fica ferido após ser atingido por carro pilotado por adolescente na BR-405 no RN

 


Um motociclista ficou gravemente ferido após ser atingido por um carro na BR-405, no município de Itaú, interior do RN. O acidente aconteceu na noite de sábado (10). Os dois veículos ficaram no mesmo sentido e a vítima acabou acertada por trás.

O que chama a atenção, de acordo com a Polícia Rodoviária Federal, é que o motorista do carro era um adolescente de 17 anos. Após as questões, ele fugiu sem prestar socorro e ainda não foi localizado.

Segundo populares, o carro estava em alta velocidade e chegou a capotar após as questões. Por causa do impacto, o veículo sofreu vários danos. Já o condutor da moto foi encaminhado ao Hospital Regional de Pau dos Ferros. O estado de saúde dele não foi atualizado.

Denúncia Anônima Leva PM a Desarticular Suposto Plano de Vingança em Assú; Armas e Drogas São Apreendidas

 



 Uma informação repassada de forma anônima à Polícia Militar do 10º Batalhão desencadeou uma grande mobilização policial nas primeiras horas da madrugada desta terça-feira, 13 de janeiro de 2026, no município de Assú, Oeste potiguar.

Segundo a denúncia, João Victor, conhecido pelo apelido de “Macarrão”, estaria escondido na casa de Sávio Tiago da Silva. No local, os dois estariam, supostamente, articulando um ato de vingança relacionado a uma tentativa de homicídio registrada no último domingo, nas proximidades do Beco de Zito e do Beco da Clara Macedo, quando “Macarrão” foi alvo de disparos. A informação ainda citava que o imóvel poderia estar sendo usado para o comércio de entorpecentes.

Diante da gravidade da denúncia, equipes da Força Tática e do Grupo Tático Operacional (GTO) intensificaram o patrulhamento no bairro Dom Elizeu. Durante as diligências, os policiais perceberam dois indivíduos deixando uma residência situada na Rua Dom Costa. Ao notarem a aproximação das viaturas, os suspeitos tentaram escapar, mas acabaram alcançados e abordados.

Durante a revista, os militares localizaram dois revólveres, diversas munições, drogas, uma balança de precisão, materiais utilizados para embalar entorpecentes e balaclavas, acessórios comumente usados para dificultar a identificação em ações criminosas.

Conforme a Polícia Militar, os detidos agora passam a ser investigados por possível ligação com outros crimes ocorridos em Assú ao longo de 2026. Somente neste ano, o município já contabiliza pelo menos três homicídios cometidos com arma de fogo, registrados nos bairros Irmã Lindalva, Parati 2000 e na comunidade de Morada Nova.

Os suspeitos e todo o material apreendido foram encaminhados à Delegacia de Plantão de Assú, onde foram apresentados à autoridade policial de plantão. Eles deverão responder por posse ou porte ilegal de arma de fogo e tráfico de drogas.

A Polícia Civil assumirá a continuidade das investigações, podendo requisitar exames balísticos para confrontar as armas apreendidas com crimes recentes, além de testes residuográficos, que poderão confirmar ou afastar a participação dos envolvidos em ações armadas.

Sávio Tiago da Silva já possui antecedentes criminais, tendo sido preso em 26 de abril de 2025, durante uma operação da Força Tática no bairro Parati 2000, quando outras duas pessoas também foram detidas.