quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

CAMPESTRENSE - É DIA DE TRANSPARÊNCIA: O prefeito Eribaldo Lima, convida a população para Leitura da Mensagem Anual do Executivo, na Câmara Municipal de São José do Campestre

 


📢𝑪𝒐𝒏𝒗𝒊𝒕𝒆 𝒆𝒔𝒑𝒆𝒄𝒊𝒂𝒍 𝒂̀ 𝒑𝒐𝒑𝒖𝒍𝒂𝒄̧𝒂̃𝒐 𝒅𝒆 𝑺𝒂̃𝒐 𝑱𝒐𝒔𝒆́ 𝒅𝒐 𝑪𝒂𝒎𝒑𝒆𝒔𝒕𝒓𝒆!

É dia de transparência, diálogo e compromisso com o futuro da nossa cidade. 🤝✨
Vamos acompanhar a Leitura da Mensagem Anual do Executivo e ficar por dentro das ações e projetos para o nosso município. 🏛️📊

🗓️
𝟭𝟵 𝗱𝗲 𝗳𝗲𝘃𝗲𝗿𝗲𝗶𝗿𝗼 (𝗾𝘂𝗶𝗻𝘁𝗮)
𝟭𝟵𝗵
📍
𝗖𝗮̂𝗺𝗮𝗿𝗮 𝗠𝘂𝗻𝗶𝗰𝗶𝗽𝗮𝗹

Sua presença faz a diferença! 💪💚

Tensão no STF com operação sobre vazamento de dados mostra que o estrago provocado pelo caso Master é maior do que parece

 


A maior parte do Brasil passou o carnaval pensando no que fazer na folga, na programação dos blocos de sua cidade ou na classificação das escolas de samba na Sapucaí. No Supremo Tribunal Federal (STF), foram dias de tensão sem trégua. Os ministros ainda nem tinham digerido o trauma provocado pela reunião secreta em que obrigaram Dias Toffoli a deixar a relatoria do caso Master quando Alexandre de Moraes mandou que a Polícia Federal (PF) batesse à porta de quatro servidores da Receita e do Serpro em plena Terça-feira Gorda, numa operação para combater o “possível vazamento indevido de dados sigilosos de Ministros do Supremo Tribunal Federal, do procurador-geral da República e de seus familiares”.

Em tese, Moraes defendeu o tribunal, portanto era de esperar que a operação fosse bem recebida por seus pares. Na prática, não foi bem assim. Mesmo os que costumam apoiar suas investidas se incomodaram por não terem sido avisados de que ele mandara a Receita averiguar se houve acessos ilegais aos dados de mais de cem pessoas, entre ministros e seus parentes. Se havia suspeita de violação, por que Moraes não os avisou?

Os mais arredios passaram a suspeitar que o ministro incluíra toda essa gente na apuração para disfarçar seu objetivo real — descobrir se alguém havia aberto a declaração de imposto de renda de sua mulher, Viviane, e vazado a informação a jornalistas. Ou pior: que buscasse informações para se proteger do avanço das investigações. Afinal, não se sabe ao certo o que o celular de Daniel Vorcaro ainda guarda sobre ele, e Moraes até agora não explicou para que, afinal, serviu o contrato de R$ 130 milhões do Master com o escritório de Viviane.

Toda essa reação demonstra não só o tamanho do buraco em que o caso Master jogou o Supremo, mas também quão profundo se tornou o fosso entre o tribunal e a sociedade. As falas dos ministros na reunião secreta em que se decidiu pelo afastamento de Toffoli são sintomáticas.

Em vez de discutir a essência do problema que os colocou naquela situação — a descoberta de uma pilha de indícios de que Toffoli e Vorcaro tinham uma relação promíscua e uma negociação mal explicada de R$ 35 milhões —, os ministros passaram a maior parte do tempo espinafrando a PF e especulando sobre as razões por que o diretor Andrei Rodrigues havia apresentado um relatório sobre o assunto ao STF. Pelo jeito, para os supremos, seguir o que manda a lei e comunicar a descoberta de indícios de crime a quem de direito não é motivo suficiente.

Numa das falas mais enfáticas, Flávio Dino classificou o documento da PF como “lixo jurídico”:

— Este problema é político. O ministro pegou uma causa bilionária de R$ 55 bilhões e um negócio dele lá com um fundo de R$ 16 milhões é o problema do país? É óbvio que esse não é o problema do país. Isso é para encobrir os interesses dos grandes empresários.

Tanta convicção sobre eventuais motivações extra-autos revela muito mais sobre o STF que sobre um relatório que ninguém, nem Toffoli, contestou publicamente. O mesmo se pode dizer sobre a descrição da reunião publicada pelo site Poder 360 ter sido tão precisa que os ministros passaram a suspeitar de que tinham sido gravados — e pelo próprio Toffoli.

Em tese, gravar uma reunião secreta do Supremo e vazar à imprensa também configura violação do sigilo funcional, tanto quanto surrupiar uma declaração de imposto de renda para entregar a jornalistas. Mas essa suspeita nenhum dos ministros fez questão de transformar em investigação.

Nesse contexto, não deveria ser surpresa Alexandre de Moraes recorrer ao inquérito das fake news para apurar mais um fato em que ele é ao mesmo tempo vítima, investigador e juiz. Aberto em 2019 por Toffoli para apurar outra suspeita de violação de sigilo, desta vez de suas mulheres advogadas, o inquérito já poderia ter sido encerrado quando o próprio Moraes concluiu não haver mais motivo para continuar a investigação e mandou reintegrar os servidores investigados.

Ou, ainda, quando a então procuradora-geral da República pediu seu arquivamento, por entender que Moraes desrespeitara “o devido processo legal” ao tocar a apuração para apurar a disseminação de fake news sem consultar o Ministério Público.

No fundo, a razão por que o inquérito das fake news continua aberto e é usado por Moraes para fazer o que bem entende é a mesma por que Tofolli julgou não haver problema em continuar comandando o caso Master. Pouco importa que a população esteja contra o Supremo, como disse Cármen Lúcia, ou que alguns de seus atos possam ser questionados à luz da Constituição. Ao que parece, conta mesmo só aquilo que Dino definiu na tal reunião vazada como “STF Futebol Clube”. O resto é confete.

Malu Gaspar - O Globo

 

 

Opinião do Estadão: O samba do petista doido

 


A esta altura, pouco importa o que pensam os doutores da Justiça Eleitoral a respeito da flagrante antecipação de campanha eleitoral levada ao sambódromo do Rio de Janeiro pela escola de samba Acadêmicos de Niterói, na forma de “homenagem” ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Provavelmente, alguns ministros do Tribunal Superior Eleitoral produzirão muitos prolegômenos parnasianos para sustentar argumentos destinados a exonerar os carnavalescos, bem como os beneficiários da patuscada, de qualquer ilícito eleitoral, citando alíneas e parágrafos de uma legislação que, ao fim e ao cabo, só serve para aplicar multas irrisórias contra quem delinque de forma contumaz, caso de Lula.

Mas, para quem viu o horroroso desfile e ouviu o destrambelhado samba-enredo, não restou dúvida nenhuma de que se estava diante de um ato característico de campanha – que, bem ao estilo petista, debochou da inteligência alheia, da lei, dos adversários de Lula, dos evangélicos e da instituição da família.

Tudo isso sob as bênçãos de Lula em pessoa, que não só acompanhou o desfile de um camarote do sambódromo, como desceu à avenida para cumprimentar os integrantes da escola. Por muito pouco, a primeira-dama Janja da Silva não desfilou como destaque num carro alegórico. Ela chegou a se preparar para o desfile, mas alguém de bom senso deve tê-la convencido de que sua presença ali selaria simbolicamente a relação direta entre a apresentação da escola e a campanha do marido à reeleição.

Mas a ausência da primeira-dama na undécima hora não muda a essência da vergonha. De início, saliente-se que o presidente de honra da Acadêmicos de Niterói é um vereador do PT, Anderson Pipico, o que autoriza a supor que a escolha do tema da escola neste ano não tinha outro objetivo senão o de dar destaque ao candidato do partido à Presidência. Obviamente, como era de se esperar, Pipico negou que o desfile tenha tido caráter eleitoral. O vereador petista disse que a escolha do enredo foi um gesto de “coragem e audácia” da escola, ao decidir homenagear a trajetória de Lula.

É difícil, mas vamos dar o benefício da dúvida ao sr. Pipico. Digamos que o objetivo da escola fosse mesmo apenas celebrar Lula, que é, de fato, um dos políticos mais relevantes da história brasileira. No entanto, o desfile foi muito além de uma homenagem a Lula. Primeiro, destaque-se o carro alegórico que trazia o ex-presidente Jair Bolsonaro caracterizado como um palhaço preso. Depois, um integrante da escola que representava o ex-presidente Michel Temer apareceu “roubando” a faixa de Dilma Rousseff, numa encenação do impeachment da petista.

Ora, depreciar adversários políticos é coisa típica de campanha eleitoral. O fato de Lula aviltar seus adversários políticos todos os dias, mesmo fora da época de campanha, não muda essa realidade. Logo, será preciso muita ginástica hermenêutica para não ver nesses pontos do desfile a intenção de contrastar Lula com seus opositores, o que geralmente os candidatos fazem quando pedem votos.

Por fim, mas não menos relevante, uma ala da escola de samba fantasiou-se de “latas de conserva” para satirizar a “família tradicional”. De quebra, esses personagens carregavam bíblias, em clara intenção de debochar dos evangélicos. Nesse caso, parece óbvio que a ideia era menosprezar os eleitores conservadores, sobretudo os evangélicos, que, conforme indicam as pesquisas, vão continuar a votar contra Lula.

Tudo isso, recorde-se, foi transmitido ao vivo pela maior emissora de TV do País, com enorme alcance. Outros candidatos não tiveram nem terão a mesma oportunidade. É isso o que caracteriza o desequilíbrio eleitoral que demanda atuação da Justiça. Esse desequilíbrio ficou tão evidente que o próprio governo mandou que seus ministros se abstivessem de participar do desfile. Ora, se não havia nada de errado na apresentação da Acadêmicos de Niterói, os ministros e o próprio Lula deveriam ter sambado, cantando o samba-enredo a plenos pulmões, em agradecimento a tamanha deferência. Se não o fizeram, é porque sabiam que se tratava de escandalosa propaganda eleitoral, passível de punição.

Por ora, o único castigo para tanto cinismo foi o rebaixamento da Acadêmicos de Niterói. Que seja um presságio.

Opinião do Estadão

 

 

E aí, Cadu? RN com R$ 3 bilhões negativos e acima da LRF

 


À frente da Secretaria da Fazenda do RN, o secretário Cadu Xavier, o Mister Impostos, tem muito o que dizer depois dessa matéria d’O Estado de São Paulo mostrando o RN com uma dívida de R$ 3 bilhões e acima do limite de gastos com pessoal exigido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

E dessa vez ele não pode querer enrolar. Afinal de contas, a matéria revela que os dados do Relatório de Gestão Fiscal (RGF) do último quadrimestre de 2025 foi montado com base em dados enviados pelos governos estaduais. 

Cadu já deu algumas entrevistas tentando justificar o injustificável, mas as contas do RN estão há muito no vermelho (cor que os petistas adoram).

Agora é saber qual a desculpa o governo vai dar para justificar os dados apresentados pelo Estadão. Sem falar que o governo deve R$ 12 bilhões em atraso.

Esse texto foi copiado do Blog do Gustavo Negreiros

O calote institucionalizado de Fátima

 


Matéria publicada pelo jornal O Estado de São Paulo mostra ranking em que o Rio Grande do Norte é o segundo Estado sem dinheiro em caixa para quitar despesas do passado e assumir novos compromissos este ano (leia aqui).

De acordo com o levantamento baseado no Relatório de Gestão Fiscal (RGF) do último quadrimestre de 2025 com dados enviados pelos governos estaduais, o RN tem R$ 3 bilhões negativos. 

A matéria traz outra informação preocupante: O RN não cumpriu o limite de gastos com pessoal exigido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) tendo consumido 56,41% da receita corrente líquida (RCL) com folha de pagamento, ultrapassando o limite máximo no Poder Executivo estadual, que é de 49%. 

Para piorar a situação do RN de Fátima e Cadu, só o RN estourou o limite. 

E o que isso pode provocar? Caso não acertem as contas, o Governo Federal pode parar de enviar recursos bem como proibir liberação de empréstimos.

Se não for regularizada, a situação do RN pode levar a União a parar de mandar recursos para o Estado e dar aval para empréstimos. 

Esse é o RN que Fátima e Cadu deixam como “legado” para o povo.

E ainda diziam que “o melhor vai começar”

Esse texto foi copiado do Blog do Gustavo Negreiros

Seis Estados e DF começam o ano sem dinheiro em caixa para quitar dívidas e assumir novas despesas

 


Seis Estados e o Distrito Federal começaram o ano no “cheque especial”, sem dinheiro em caixa para quitar despesas do passado e assumir novos compromissos em 2026.

A situação acende um alerta para os governadores, pois no último ano de mandato é proibido fazer novos gastos sem recursos disponíveis e deixar dívidas para os sucessores.

Estão nessa situação Minas Gerais, Rio Grande do Norte, Alagoas, Distrito Federal, Rio Grande do Sul, Tocantins e Acre. Os números foram relatados pelos próprios executivos estaduais no Relatório de Gestão Fiscal (RGF) do último quadrimestre de 2025, enviados ao Tesouro Nacional no dia 31 de janeiro deste ano.

A conta considera os recursos não vinculados, ou seja, aqueles que não são carimbados por lei para áreas específicas e demonstram a real saúde financeira dos Estados.

Minas Gerais começou o ano na pior situação entre os entes. O Estado está com o caixa negativo em R$ 11,3 bilhões. O governador de Minas, Romeu Zema (Novo), pré-candidato à Presidência, tem destacado em discursos recentes que herdou um governo “quebrado” e regularizou as contas, pagando os funcionários em dia. Minas é o terceiro Estado com maior dívida com a União, que está sendo negociada.

Em nota, o governo de Minas afirmou que o Estado passa por uma trajetória de reorganização das contas públicas desde 2019, diante da situação calamitosa observada à época. Minas aderiu ao Programa de Pleno Pagamento das Dívidas dos Estados (Propag) para reorganizar as contas.

“A gestão responsável sobre a execução dos restos a pagar continuará contribuindo para a reversão do quadro de indisponibilidade líquida, como apresentada no RGF, somando-se aos efeitos positivos da entrada do Estado no Propag”, disse a Secretaria de Fazenda de Minas.

Em seguida, aparece o Rio Grande do Norte, com R$ 3 bilhões negativos. O Estado é governado por Fátima Bezerra (PT), aliada do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O governo potiguar enfrenta uma situação ainda mais delicada, pois, além do caixa negativo, não cumpriu o limite de gastos com pessoal exigido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

O governo do Rio Grande do Norte consumiu 56,41% da receita corrente líquida (RCL) com folha de pagamento, ultrapassando o limite máximo no Poder Executivo estadual, que é de 49%. Todos os outros Estados cumpriram o teto. Se não for regularizada, a situação do RN pode levar a União a parar de mandar recursos para o Estado e dar aval para empréstimos. Procurado, o governo do RN não se manifestou.

Ficar sem dinheiro em caixa não paralisa a máquina pública automaticamente, mas é um alerta para as gestões estaduais, pois demonstra que o Estado não tem dinheiro suficiente para quitar as despesas herdadas de anos anteriores — os chamados restos a pagar — e assumir novos compromissos. Assim, no dia a dia, a unidade da federação precisa segurar os gastos, adiar pagamentos e até cancelar serviços para não entrar em colapso.

A falta de dinheiro em caixa também coloca os governadores no “paredão” da LRF. A lei proíbe os governadores de, nos últimos oito meses do mandato, contrair despesas que não possam ser pagas integralmente dentro do ano ou com recurso suficiente em caixa para serem quitadas no ano seguinte.

Uma regra aprovada no ano passado criou um limite a mais. A partir de 1º de janeiro de 2027, se o dinheiro em caixa não for suficiente para honrar os compromissos do ano anterior e demais obrigações financeiras, os Estados não poderão conceder ou ampliar benefícios tributários. Ou seja, neste ano, a situação não poderá se repetir, se os gestores quiserem entregar os caixas no “azul”.

Como o Estadão mostrou, o Distrito Federal está nessa situação. Tirando os recursos carimbados para saúde, educação e outras vinculações obrigatórias, a disponibilidade ficou negativa em R$ 876,6 milhões.

O governador Ibaneis Rocha (MDB) estuda fazer um aporte no Banco de Brasília (BRB), controlado pelo governo distrital, após um rombo deixado pelo Banco Master, mas a ação pode pressionar ainda mais o orçamento, que já é turbinado por um fundo bancado pela União.

A Secretaria de Fazenda do Rio Grande do Sul afirmou que a indisponibilidade de caixa “não é um fenômeno novo nem exclusivo do exercício atual”, mas uma característica histórica das finanças estaduais que vem sendo melhorada.

“Embora o indicador específico do RGF reflita uma realidade histórica que ainda exige atenção e acompanhamento permanente, ele não impede o funcionamento do Estado nem a execução das políticas públicas.”

O governo de Alagoas disse que a falta de recurso em caixa decorre da reestruturação de uma dívida com o Banco Mundial. O Estado estruturou uma operação para renegociar o débito em dezembro do ano passado, mas a operação foi formalizada apenas em janeiro de 2026, o que atrapalhou o fluxo de caixa e fez com que uma parte das despesas não fossem quitadas em 2025.

“Trata-se, portanto, de um efeito contábil circunstancial decorrente do encerramento do exercício fiscal, e não de uma deterioração estrutural das contas públicas”, disse a secretaria de Fazenda do Estado. Segundo a administração, as políticas públicas e serviços essenciais não foram impactados.

Os Estados do Rio Grande do Norte, Tocantins, Acre e DF não responderam.

Paraná é o Estado com mais dinheiro em caixa no País, mas acumula déficit maior

O Paraná é o Estado do País com mais dinheiro em caixa, segundo os relatórios. O governo paranaense encerrou 2025 com saldo positivo de R$ 10,5 bilhões, superando Estados com arrecadações maiores — incluindo São Paulo, que possui o maior Produto Interno Bruto (PIB) do País.

Por outro lado, o Paraná é o Estado que terminou 2025 com o maior déficit primário entre os entes subnacionais (saldo entre receitas e despesas, sem considerar o pagamento com juros).

O secretário de Fazenda do Paraná, Norberto Ortigara, afirmou ao Estadão que o dinheiro em caixa é resultado de um ajuste fiscal feito depois da crise enfrentada em 2014, crescimento da arrecadação após a pandemia de covid-19, melhor gestão da dívida e reformas internas para segurar gastos, recuperar a capacidade de pagamento junto à União e priorizar investimentos.

Com o recurso sobrando, o governo prepara a criação de um fundo soberano para mitigação de desastres naturais, quer manter o equilíbrio fiscal no longo prazo e ainda estuda criar um fundo de investimento estratégico para atrair capitais, além de investir em obras.

“O fundo vai substituir a guerra fiscal, que hoje é tributária, por uma possível guerra fiscal financeira. Assim, eu vou ser capaz de atrair capitais do mundo para investir no Paraná e não em outros Estados”, afirmou o se secretário.

Sobre o maior déficit primário entre os Estados, o governo do Paraná diz que acumulou uma sobra de caixa de depósitos e aplicações financeiras que ficam nos bancos e que não é contabilizada como receita primária. No lado da despesa, ampliou os investimentos, que são despesas primárias. A junção dos fatores fez o resultado primário ficar negativo.

“Não queremos arrecadar dinheiro e deixar estocado. Nossa responsabilidade é fazer uma gestão eficiente das contas públicas para nunca mais resvalar para o buraco que estávamos em 2014, quando não conseguíamos botar gasolina nos automóveis da polícia”, disse o secretário.

Estadão

 

 

TANGARAENSE - PRF/RN realiza o primeiro leilão de veículos retidos do ano de 2026

 


A Polícia Rodoviária Federal realizará, no Rio Grande do Norte, nas datas de 12 e 13 de março, o primeiro leilão de veículos retidos, do ano de 2026. Serão leiloados automóveis e veículos de duas rodas, que poderão entrar em circulação pelo comprador ou serem destinados a sucatas. Serão postos à venda 561 veículos, distribuídos em 243 lotes Conservados e 154 em lotes de Sucatas, podendo sofrer alterações quantitativas até o momento da realização do leilão.

O edital do leilão foi publicado e está disponível no site do leiloeiro, pelo link www.mnleilao.com.br. Nele contém os detalhes dos veículos, os locais para a visitação, os lances iniciais, além de direitos e responsabilidades dos arrematantes. A maioria dos lotes estão com fotos disponíveis na mesma página.

Os lances já podem ser ofertados pela internet até o momento da realização do leilão, que ocorrerá exclusivamente on-line, no dia 12 de março de 2026, pelo site: www.mnleilao.com.br.

Os lotes arrematados com direito a documentação serão disponibilizados, sem multas ou débitos de anos anteriores, apenas com as taxas do Detran para transferência e os débitos de licenciamento referentes ao exercício corrente (2025). Sobre o valor do lance dado, o comprador é responsável pela comissão do leiloeiro (8,75%) e o ICMS.

ENDEREÇOS PARA VISITAÇÃO:

* Lotes: 232 ao 520; 550 ao 566: – Pátio Transguard – Localizado no Município de Caicó/RN: Br 427, km 102, vizinho ao Posto do Moinho, às margens da rodovia;

* Lotes: 600 ao 655; 700 ao 726: Pátio da Transguard – Localizado no Município de Mossoró/RN: Av. Mota Neto S/N (em frente ao hospital São Luiz) – Bairro: Aeroporto.

* Lotes: 01 ao 231; 300 ao 410: Pátio da Transguard – Localizado no Município de Natal/RN: AV. Industrial Francisco da Motta, s/n – Bairro: Bom Pastor;

*As visitações estarão disponíveis nos dias 09, 10 e 11 de março de 2026, nos locais indicados no edital. É importante verificar em qual dos pátios está o lote de interesse do participante.

 

Vídeo de agressão contra jovem com deficiência auditiva durante Carnaval de Apodi gera revolta nas redes sociais

 



Um vídeo que circula nas redes sociais desde o fim de semana tem causado indignação e revolta entre internautas. As imagens mostram um jovem com deficiência auditiva sendo agredido por membros de uma equipe de segurança durante o Carnaval no município de Apodi, no Oeste Potiguar.

De acordo com informações repassadas por testemunhas, os profissionais receberam uma ordem verbal ao rapaz nas instalações do trio elétrico. Como ele não compreendeu a orientação, por conta da deficiência, não reagiu da forma esperada. Em seguida, teria ocorrido uma agressão registrada em vídeo por pessoas que estavam no local.

Ainda segundo relatos, vítimas sofreram ferimentos que exigiram atendimento médico, incluindo pontos em um dos braços, trauma na cabeça e suspeitas de fratura nas costelas. O estado de saúde atualizado não foi detalhado até o momento.

As imagens rapidamente ganharam repercussão nas redes sociais, com críticas à conduta dos agentes solicitados e pedidos de responsabilização.

Em nota oficial publicada nas redes sociais, a Prefeitura de Apodi informou que tomou conhecimento do episódio ocorrido durante o Carnaval 2026, envolvendo uma abordagem de seguranças a um folião nas áreas externas do trio elétrico. A gestão municipal manifestou solidariedade ao cidadão e afirmou que a orientação dada às equipes de segurança é para que atuem com respeito, diálogo e preservação da integridade de todos os foliões.

A Prefeitura informou ainda que determinou a purificação imediata dos fatos junto à empresa responsável pela segurança do evento, para que as situações sejam esclarecidas e as medidas cabíveis impostas. A administração municipal também declarou que está à disposição para colaborar com os esclarecimentos e reafirmou o compromisso com a realização de um Carnaval seguro, organizado e acolhedor.

O caso deverá ser investigado pela Polícia Civil.

 

Portugal vai investigar racismo de Prestianni e torcida contra Vini Jr.

 


O governo português irá investigar a denúncia de racismo contra Vini Jr., do Real Madrid, em partida contra o Benfica pela Champions League.

A autoridade para a Prevenção e o Combate à Violência no Desporto (APCVD) fará uma investigação administrativa. “A APCVD agora irá analisar imagens, relatórios da arbitragem e outros elementos”, diz a instituição em comunicado.

Além disso, a Uefa também afirmou que abriu um procedimento incial de apuração que poderá evoluir para uma investigação de um suposto ilícito desportivo.

Além de averiguar se o Gianluca Prestianni, do Benfica, teria chamado o brasileiro de “macaco”, a entidade vai avaliar imagens de torcedores que estavam no Estádio da Luz direcionando a imitação de primatas ao jogador do Real.

CNN

Petistas silenciam sobre rebaixamento de escola de samba que fez desfile sobre Lula

 


Parlamentares alinhados ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva evitaram comentar publicamente o rebaixamento da Acadêmicos de Niterói, que levou à Marquês de Sapucaí um enredo em homenagem ao petista. A escola acabou ficando na última colocação do Grupo Especial, resultado que foi explorado por adversários políticos nas redes sociais.

Entre nomes próximos ao Planalto, o senador Randolfe Rodrigues e o presidente da Embratur, Marcelo Freixo, se manifestaram sobre a apuração do carnaval carioca, mas sem mencionar diretamente o rebaixamento da agremiação. Randolfe destacou as escolas classificadas para o Desfile das Campeãs, enquanto Freixo parabenizou a Viradouro pela conquista do título.

Do outro lado, integrantes da oposição associaram a baixa pontuação ao enredo sobre o presidente. O senador Flávio Bolsonaro ironizou o resultado, afirmando que Lula seria “uma ideia ruim” tanto para governar quanto para samba-enredo. Já Carlos Bolsonaro criticou o uso de recursos públicos e classificou o desfecho como “derrota humilhante”. O deputado Nikolas Ferreira também comentou o episódio, relacionando o rebaixamento à situação do país sob o atual governo.

Aliados do presidente avaliam que o episódio pode gerar desgaste, especialmente junto ao eleitorado evangélico, que reagiu a uma das alas do desfile, intitulada “Neoconservadores em conserva”. A ala representava diferentes segmentos conservadores, incluindo grupos religiosos, o que motivou críticas de lideranças religiosas e entidades como a Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro e a OAB-RJ.

Na esfera jurídica, o Tribunal Superior Eleitoral rejeitou, por unanimidade, pedidos para impedir o desfile sob alegação de propaganda eleitoral antecipada. Os ministros entenderam que barrar a apresentação antes da avenida configuraria censura prévia, mas deixaram aberta a possibilidade de punição caso fossem constatadas irregularidades. Nos bastidores, integrantes do PT defendem aguardar o arrefecimento das críticas antes de avaliar eventuais impactos políticos do episódio.

Com informações do O Globo

 

Presidente da FEBRAC alerta que fim da escala 6×1 pode elevar custos, gerar desemprego e reajustes de preços

 


A Federação Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços de Limpeza e Conservação (Febrac) manifesta preocupação com o avanço da proposta que prevê o fim da escala 6×1 (seis dias de trabalho para um de descanso). Segundo o presidente nacional da entidade, o empresário potiguar Edmilson Pereira, uma mudança imposta de forma abrupta, sem diálogo técnico e sem medidas compensatórias, pode gerar impactos significativos para o setor produtivo, especialmente para as pequenas e médias empresas que concentram grande parte dos empregos formais no Brasil. “É preciso haver uma ampla discussão, pois trata-se de uma iniciativa que pode resultar em repasses de preços, perda de competitividade, avanço da informalidade e até redução de postos de trabalho, o que implica no desemprego de pessoas”, detalha Edmilson.

Destacando que, embora o debate sobre qualidade de vida e equilíbrio entre trabalho e descanso seja legítimo, Edmilson lembra que o setor de serviços — que inclui limpeza, facilities, gestão de resíduos e recursos humanos — é hoje um dos principais pilares da geração de empregos no país. Dados do Novo Caged indicam que, entre janeiro e julho de 2025, o segmento registrou saldo positivo superior a 80 mil vagas formais. Trata-se de uma atividade intensiva em mão de obra, com contratos atrelados a licitações públicas e privadas, margens reduzidas e elevada carga tributária sobre a folha de pagamento.

Para a Febrac, a redução da jornada sem redução salarial implicaria aumento direto dos custos operacionais. Empresas que operam sete dias por semana (como hospitais, escolas, aeroportos e prédios públicos) teriam de ampliar seus quadros para manter a mesma oferta de serviços. O impacto financeiro tende a ser expressivo: ao manter o salário para menos dias trabalhados, o custo diário do empregado aumenta, exigindo novas contratações para cobrir a escala. Esse acréscimo pode superar 20% em determinados segmentos, pressionando contratos e reajustes de preços ao consumidor.

“Uma alteração desse porte precisa ser amplamente debatida. Mudanças precipitadas podem produzir desequilíbrios econômicos e sociais que atingem principalmente as pequenas empresas, que têm menor capacidade de absorção de custos adicionais”, afirma o presidente da Febrac, Edmilson Pereira.

Além do impacto direto na folha, Edmilson Pereira ressalta que o Brasil já possui uma das maiores cargas tributárias incidentes sobre o emprego formal. Encargos trabalhistas e previdenciários elevam substancialmente o custo de contratação. Sem medidas como a desoneração da folha ou uma transição gradual, o peso da mudança tende a recair exclusivamente sobre o empregador, e, por consequência, sobre a sociedade.

Diante disso, a Febrac também observa que a jornada média efetivamente trabalhada no Brasil já gira em torno de 39 horas — semanais, um valor inferior ao limite legal máximo de 44 horas previsto na Constituição Federal —, fruto de negociações coletivas e arranjos setoriais. Para a entidade, o modelo atual permite flexibilidade e adaptações conforme a realidade de cada segmento econômico. A imposição de uma regra única desconsidera a diversidade produtiva do país e pode comprometer serviços essenciais prestados à população.

“Essa proposta deve ser discutida no âmbito das convenções coletivas, respeitando as especificidades de cada setor. Sem uma transição responsável e sem a divisão equilibrada dos custos, inclusive com participação do Estado por meio da redução de encargos, corremos o risco de prejudicar exatamente o trabalhador que se pretende beneficiar”, destaca Edmilson Pereira.

A Federação finaliza reforçando que não é contrária ao debate sobre modernização das relações de trabalho, mas defende que qualquer mudança estrutural seja construída com responsabilidade fiscal, segurança jurídica e previsibilidade econômica. Para a entidade, o foco deve estar no impacto para toda a sociedade, garantindo a preservação do emprego formal, da competitividade das empresas e da continuidade dos serviços essenciais.

 

CAMPESTRENSE - É DIA DE TRANSPARÊNCIA: O prefeito Eribaldo Lima, convida a população para Leitura da Mensagem Anual do Executivo, na Câmara Municipal de São José do Campestre

  📢 𝑪𝒐𝒏𝒗𝒊𝒕𝒆 𝒆𝒔𝒑𝒆𝒄𝒊𝒂𝒍 𝒂 ̀ 𝒑𝒐𝒑𝒖𝒍𝒂𝒄 ̧ 𝒂 ̃ 𝒐 𝒅𝒆 𝑺𝒂 ̃ 𝒐 𝑱𝒐𝒔𝒆 ́ 𝒅𝒐 𝑪𝒂𝒎𝒑𝒆𝒔𝒕𝒓𝒆 ! É dia de tran...