sexta-feira, 3 de abril de 2026

Pesquisa eleitoral associada a Allyson Bezerra é alvo de investigação no TRE-RN

 


Uma pesquisa eleitoral compartilhada pelo ex-prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, passou a ser investigada pela Justiça Eleitoral do Rio Grande do Norte após a identificação de inconsistências entre o conteúdo registrado oficialmente e os resultados divulgados ao público.

O levantamento, registrado sob o número RN-09960/2026 e realizado pelo Instituto Ranking de Pesquisas, foi aplicado entre os dias 24 e 26 de março, ouvindo 1.500 eleitores em 83 municípios potiguares. Os dados foram publicados no dia 29 de março por um portal de notícias e, posteriormente, compartilhados por Allyson em suas redes sociais — publicação que acabou sendo removida.

Inconsistências apontadas

Segundo informações constantes no registro oficial junto ao Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte, o questionário da pesquisa apresentava apenas três nomes como opções para o cargo de senador.

No entanto, os resultados divulgados trouxeram nomes que não constavam no questionário previamente registrado. Além disso, um dos candidatos incluídos no documento oficial não aparece em nenhum dos dados publicados.

A divergência entre o questionário protocolado e o material divulgado levanta suspeitas sobre a consistência das informações apresentadas.

Pedido de investigação

Diante do caso, o Partido Liberal ingressou, nesta quinta-feira (2), com um requerimento no TRE-RN solicitando acesso aos dados completos da pesquisa. O processo foi registrado sob o número 0600100-31.2026.6.20.0000.

O pedido tem como base a Resolução nº 23.600/2019 do Tribunal Superior Eleitoral, que garante às legendas o direito de verificar a conformidade entre os dados coletados e os resultados divulgados, incluindo acesso a planilhas e informações de campo.

Sem posicionamento

Até a última atualização, Allyson Bezerra não havia se pronunciado sobre o caso nem esclarecido os motivos para a exclusão da publicação com os dados da pesquisa.
A análise do pedido caberá à Justiça Eleitoral, que deverá decidir sobre a abertura de investigação e eventual adoção de medidas cabíveis.

Fonte: Blog do FM

 

Suspeito é flagrado com submetralhadora caseira, drogas e munições em bairro de Natal

 


Policiais militares da Força Tática do 9º Batalhão realizaram uma apreensão de grande impacto durante patrulhamento ostensivo no bairro Planalto, em Natal, na quarta-feira (1º). A ação ocorreu após a abordagem de um indivíduo em atitude suspeita, evidenciando a presença cada vez mais audaciosa da criminalidade na região.

Durante a revista, os agentes localizaram um verdadeiro arsenal: uma submetralhadora de fabricação caseira, munições de diversos calibres (.380 ACP, 9mm Luger e .40 S&W), além de duas placas e capas de colete balístico.

A ocorrência também revelou indícios de tráfico de drogas. Foram apreendidas duas balanças de precisão e porções de substâncias análogas à cocaína e ao crack.

Além do armamento e dos entorpecentes, os policiais encontraram uma motocicleta, um canivete e um cartão de crédito.

Diante da gravidade dos fatos, o suspeito foi encaminhado, junto com todo o material apreendido, à Delegacia de Polícia Civil, onde foram realizados os procedimentos legais cabíveis.

Como o Congresso enterrou investigações dos dois maiores escândalos da década

 


APERTO DE MÃOS - Alcolumbre e Motta: contribuições para o retumbante fracasso das comissões de inquérito (Ton Molina/Fotoarena/.)


A CPMI do INSS atendia a todas as condições para entrar para a história como um dos grandes momentos do Congresso. A causa era das mais nobres: por anos, uma quadrilha formada por lobistas, empresários, funcionários públicos e sabe-se lá quem mais desviou de maneira sórdida, com a conivência e omissão de autoridades, parte das minguadas pensões dos aposentados.

Havia, no início, uma meta eletrizante a ser perseguida: a quase certeza de que a trama contava com a participação de políticos ou prepostos ligados a figurões do poder. E havia também uma meta desafiadora típica de casos de corrupção: descobrir onde foram parar mais de 4 bilhões de reais furtados dos idosos.

Porém, depois de seis meses de trabalho, 36 depoimentos, mais de 600 quebras de sigilo e muito barulho, a comissão foi encerrada sem sequer ter o relatório final aprovado. Em outras palavras, para a história, ela existiu, mas não chegou a lugar algum, não revelou nada. Entrou para os anais do Parlamento, mas como um retumbante exemplo de fracasso.

DECEPÇÃO - A Comissão do INSS: investigação terminou sem conclusão (Marcos Oliveira/Agência Senado)


Um conjunto de fatores contribuiu para esse desfecho. Desde que foi instalada, em agosto do ano passado, a CPMI foi alvo de sabotagem. A bancada do governo, em maioria, inviabilizou linhas importantes de investigação que poderiam atingir o Planalto, particularmente o presidente da República.

Uma das entidades envolvidas nas fraudes tinha o sindicalista José Ferreira da Silva, o Frei Chico, irmão de Lula, como dirigente. Ele nunca foi ouvido. O mesmo aconteceu com o primogênito do presidente, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, que mantinha relações, até agora também não explicadas de forma clara, com um dos líderes da quadrilha.

Os requerimentos de convocação apresentados para ouvir o irmão e o filho do presidente foram rejeitados. A apuração emperrou ainda mais quando se soube que um ex-assessor do presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, recebeu 3 milhões de reais de uma empresa ligada às fraudes. Dessa vez, houve quatro pedidos de convocação do ex-assessor que nunca foram analisados. Prevaleceu a maioria da bancada governista, naquele momento reforçada pelos parlamentares ligados ao senador. Resultado: a participação de figurões na trama não pôde ser esclarecida.

Qualquer manual de investigação ensina que a melhor maneira de chegar aos criminosos é seguir o dinheiro roubado. A CPMI até tentou. Depois de um cochilo da bancada governista, os parlamentares aprovaram a quebra do sigilo bancário do filho do presidente e de ex-dirigentes do banco Master, instituição que mantinha uma carteira de empréstimos fraudulentos a aposentados. O Master foi liquidado, deixando um rombo no mercado superior a 50 bilhões de reais.

Como se sabe, o dono do banco, Daniel Vorcaro, mantinha uma extensa teia de relações e contatos com magistrados e políticos, especialmente no Congresso, o que teria facilitado muitos de seus negócios escusos. O fundo de previdência dos funcionários públicos do Amapá, por exemplo, que tem como conselheiro um irmão de Alcolumbre, comprou títulos podres do Master, gerando um prejuízo de 400 milhões de reais aos aposentados do estado.

Há duas semanas, a CPMI pediu ao senador mais tempo para concluir o trabalho. Alcolumbre não se manifestou. Os parlamentares então recorreram ao Supremo Tribunal Federal (STF), que decidiu que a prorrogação era um ato que cabia ao presidente do Congresso. Resultado: também não foi possível seguir o dinheiro.

FRACASSO – CPI do Crime Organizado: apuração do caso Master não prosperou (Saulo Cruz/Agência Senado)


Em ano eleitoral, é compreensível que políticos se protejam de eventuais desgastes. Não há, por enquanto, qualquer evidência de que Davi Alcolumbre tenha se beneficiado do roubo aos aposentados ou das falcatruas do banco. O fato de um irmão do senador ocupar o cargo de conselheiro do fundo de previdência do Amapá ou de seu ex-assessor ter recebido milhões de um golpista pode estar restrito ao universo das coincidências. A verdade é que os escândalos do INSS e do Master são altamente radioativos. Isso explicaria o empenho do presidente do Congresso em abreviar ou mesmo evitar novas investigações — cuidado que ele também tem tomado em relação à criação de uma CPI para investigar o Master.

Na semana passada, um grupo de senadores ingressou com uma ação no STF pedindo a interferência da Corte diante da omissão de Alcolumbre. Sorteado para relatar o caso, o ministro Kassio Nunes Marques ainda não se manifestou, mas é provável que a decisão dele seja contrária às pretensões dos parlamentares, o que sepultaria definitivamente a possibilidade de uma investigação congressual da maior fraude financeira da história.

EXEMPLO - CPMI dos Correios: há vinte anos, prisão e condenação de políticos e auxiliares do então presidente Lula (Alan Marques/Folhapress/)


Em fevereiro, deputados já haviam colhido mais de 200 assinaturas e protocolado um pedido de criação de uma CPI na Câmara. O deputado Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), assim como fizeram os senadores, pediu ao STF que obrigasse Hugo Motta (Republicanos-­PB), presidente da Casa, a instalar a comissão de inquérito, mas o ministro Cristiano Zanin, que relatou o caso, rejeitou a demanda.

Procurado por VEJA, Motta, por meio de sua assessoria, explicou que o regimento interno estabelece o limite de cinco CPIs em funcionamento simultâneo e que sua instalação segue a ordem dos pedidos de criação — a do Master foi, portanto, para o fim da fila. “Adicionalmente, as diferentes instâncias, Supremo Tribunal Federal, Polícia Federal e Ministério Público, estão atuando com autonomia e diligência nas investigações. O papel do Congresso é acompanhar e garantir que as investigações avancem com isenção”, ressaltou o parlamentar. Davi Alcolumbre também foi procurado por VEJA, mas não quis se pronunciar.

A falta de energia da cúpula do Congresso para investigar o Master se alia ao constrangimento que o caso gerou ao próprio Supremo Tribunal e às decisões consideradas controversas tomadas pelos ministros da Corte. A CPI do Crime Organizado, em funcionamento no Senado desde novembro, tentou driblar os obstáculos e puxar para a comissão a apuração de um dos fios soltos do escândalo.

Os parlamentares quebraram o sigilo de um fundo de investimento ligado ao Master que comprou cotas de um resort que pertencia a uma empresa da família do ministro do STF Dias Toffoli, ex-relator do inquérito que apura as operações ilegais do banco. O ministro Gilmar Mendes, porém, anulou o ato da CPI, justificando que quebras de sigilo precisam ser fundamentadas e individualizadas.

O mesmo entendimento já havia sido aplicado pelo ministro Flávio Dino, quando anulou a quebra do sigilo bancário do filho do presidente Lula, aprovada pela CPMI do INSS. Essas duas últimas decisões — corretas, ressalte-se — explicam em parte o fracasso das últimas investigações parlamentares. Mas só em parte.

SUPORTE – Plenário do STF: decisões utilizadas para inviabilizar investidas das comissões (Luiz Silveira/STF)

As comissões de inquérito já tiveram um papel decisivo na história política brasileira. Em 1993, a CPI do Orçamento desvendou um esquema que funcionava dentro do Congresso, manipulando verbas que acabaram no bolso de deputados e senadores. Estes tiveram os mandatos cassados. A CPMI dos Correios, em 2005, desnudou uma organização criminosa que usava dinheiro público para subornar políticos e comprar partidos — o chamado mensalão.

A descoberta levou para a cadeia auxiliares do então presidente Lula, parlamentares e empresários. Desde então, as investigações congressuais foram perdendo tração e credibilidade. A CPMI do INSS é o exemplo acabado.

O plenário da comissão foi transformado num ringue de disputa política entre governo e oposição. Durante seis meses, quem se aventurou a acompanhar o trabalho dos deputados e senadores ouviu gritarias e xingamentos e testemunhou cenas lamentáveis de baixaria explícita.

Dar uma satisfação mínima aos idosos que ficaram sem um pedaço de suas aposentadorias, ao que parece, era a última das prioridades.

Veja

 

Janones promete campanha “mais baixa que a anterior” contra Flávio Bolsonaro

 


O deputado André Janones (Rede) afirmou que fará uma campanha “mais baixa que a anterior” contra o senador Flávio Bolsonaro (PL) na disputa eleitoral com o presidente Lula (PT). A declaração foi enviada à coluna do jornalista Paulo Cappelli, do Metrópoles, após a divulgação de pesquisa do instituto Atlas, que apontou empate técnico em São Paulo entre Lula e Flávio.

O parlamentar detalhou sua estratégia para prejudicar o pré-candidato da direita. “A brincadeira nem começou ainda e vou fazer uma campanha mais baixa que a anterior. O Flávio será amassado e haverá choro e ranger de dentes”, afirmou.

Na opinião do deputado, o resultado da pesquisa não reflete o cenário definitivo da disputa, e a vantagem deverá se consolidar a favor de Lula. “Ao final, não sobrará pedra sobre pedra”, definiu.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparecem tecnicamente empatados na corrida eleitoral em São Paulo, segundo a pesquisa divulgada na quarta-feira (1º/4).

Janones se filiou à Rede Sustentabilidade no último dia 26 de março, em Brasília. Antes, ele estava no Avante.

 

Flávio Rocha transfere o título para o RN e se filia ao Partido Novo

 


Chegando ao limite do prazo de filiação, o empresário Flávio Rocha apareceu no sistema do TRE/RN como eleitor no RN e filiado ao Partido Novo.

O convite do Partido Novo no RN para Flávio se filiar à legenda já tinha acontecido há uns 30 dias e se consumou.

Flávio filiado ao Novo e eleitor no RN passa a ser um ativo importante e disponível para as eleições de 2026 no RN.

O partido Novo no RN é presidido pelo administrador Renato Cunha Lima.

 

TANGARAENSE - Neste domingo, o Podcast Renova Tangará traz um debate crucial, Nilson Lima, a voz firme da oposição, convida o empresário Lilico Bezerra

 


 Qual é o verdadeiro plano da oposição para o futuro de Tangará?

Neste domingo, o Podcast Renova Tangará traz um debate crucial. Nilson Lima, a voz firme da oposição, convida o empresário Lilico Bezerra para discutir: O Futuro de Tangará nas Mãos da Oposição.

Vamos falar de propostas reais, desafios e a visão empreendedora necessária para nossa cidade avançar. *O que muda com a oposição no comando?*

Venha conferir e traga suas perguntas!

💥 É domingo, 05/04, às 11h.

👉 Assista ao vivo nas redes sociais de Nilson Lima.

Coloque na agenda e participe dessa conversa!

#PolíticaTangará #Mudança #Empreendedorismo #RenovaTangaráPodcast #AoVivo


SERRACAIADENSE - O PEIXE DA DISCÓRDIA: A polêmica em Serra Caiada ganhou os blogs de todo o Rio Grande do Norte, quem está certo?

 


🐟 O PEIXE DA DISCÓRDIA: NA SUA OPINIÃO, QUEM ESTÁ CERTO?

🗞️A polêmica em Serra Caiada ganhou os blogs de todo o Rio Grande do Norte!

💰Com uma licitação de valor altíssimo e dinheiro público garantido peixes para o povo, o impasse divide opiniões:

• A VICE-PREFEITA SOCORRO: Defende a entrega de peixes extras para as famílias mais humildes e com muitos filhos. Para ela, quem tem “casa cheia” não pode ser limitado pela regra fria de apenas um peixe.

• O PREFEITO: Exige que a entrega siga estritamente a burocracia e os critérios da gestão, mantendo o controle rígido de quantidade por pessoa/família.

CAMPESTRENSE - VÍDEO: Nega de Neném Borges, prepara grande evento para as mulheres em São José do Campestre



 

O TRABALHO NÃO PARA: NEGA DE NENÉM BORGES PREPARA GRANDE EVENTO PARA AS MULHERES EM CAMPESTRE

Mesmo após o pleito de 2024, a ex-candidata a prefeita mostra que sua liderança nasce do cuidado direto com as famílias campestrenses.

Quem acompanha as redes sociais de Nega de Neném Borges em São José do Campestre viu um movimento intenso nos últimos dias. O motivo? Os preparativos para um grande evento dedicado às mulheres da cidade, que acontece neste sábado, (04).

Nos vídeos compartilhados, é possível ver a própria Nega “colocando a mão na massa”. Ela aparece organizando dezenas de cestas básicas e separando brindes que serão sorteados e entregues durante a comemoração. O clima é de entusiasmo e dedicação, mostrando que o compromisso dela com o social vai muito além de um período eleitoral.


Hospital psiquiátrico suspende novas internações do SUS em Natal por falta de contrato

 


O Complexo de Saúde Professor Severino Lopes suspendeu, na manhã desta quinta-feira 2, os atendimentos psiquiátricos para novos pacientes encaminhados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A decisão bloqueia a entrada de pacientes que aguardam internação em Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da capital e de outras regiões do estado.

De acordo com a direção da unidade, a suspensão ocorre em razão do atraso nos repasses financeiros pela Prefeitura de Natal, que não são realizados desde outubro de 2025, o que resultou na ausência de contrato vigente com o município. O hospital disponibiliza atualmente 120 leitos exclusivamente para o SUS.

Segundo a administração, o custo mensal de funcionamento da unidade é de aproximadamente R$ 500 mil. Mesmo sem contrato formalizado, o hospital manteve os atendimentos por quase seis meses, mas a falta de pagamento passou a impactar a manutenção das equipes médicas e a escala de profissionais.

“Desde outubro então nós estamos trabalhando, mesmo sem ter o contrato renovado, e, portanto, sem ter o pagamento referente aos serviços prestados pelo hospital. Só que chega um momento que fica praticamente impossível de trabalhar sem ter o repasse. Você precisa de dinheiro para pagar os funcionários, medicamento, serviço de hotelaria do hospital”, disse o diretor Geraldo Pinheiro Filho, ao G1.

Ainda segundo ele, houve sinalizações da prefeitura sobre a regularização dos débitos e a assinatura de um novo contrato, mas não houve efetivação até o momento. Os pacientes já internados continuam em atendimento.

“Os pacientes que já estão internados aqui, pelo SUS, vão continuar recebendo o nosso atendimento. Mesmo sem ter esse contrato renovado”, explicou.

Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde de Natal informou que não recebeu comunicação formal sobre a suspensão dos atendimentos e explicou que o contrato anterior não foi renovado devido a problemas na documentação da entidade contratada.

“A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) Natal informa que não recebeu comunicação formal sobre a suspensão dos atendimentos psiquiátricos no Complexo de Saúde Professor Severino Lopes.

O contrato anteriormente existente não foi renovado em tempo hábil devido a problemas com a documentação da própria entidade contratada. Já foi instaurado processo com o objetivo de viabilizar a celebração de novo instrumento contratual de natureza similar ao contrato anterior.

Em relação ao pagamento dos valores dos serviços prestados pelo hospital após a finalização do contrato, as produções passaram a ser passíveis de pagamento por meio de processo indenizatório, tendo a pasta efetuado os pagamentos referentes à liquidação de parte da produção referente ao mês de outubro, e realizado a abertura dos processos para pagamento dos serviços prestados nos meses de novembro e dezembro de 2025, além de janeiro de 2026.

A pasta continua em diálogo com a instituição, que encaminhou no início do mês de fevereiro uma proposta para a oferta de 120 leitos. A proposta foi acolhida pelo Secretário Municipal de Saúde, tendo sido instaurado processo com o objetivo de formalizar a celebração de novo contrato com reajuste de mais de 200% no valor da diária apresentado pelo prestador visando garantir a melhor prestação de serviço possível ao usuário.

A SMS Natal reforça que está empenhada em solucionar o problema e não prejudicar os atendimentos à população da capital e dar celeridade ao processo de contratação, mas que também conta com os prazos administrativos para execução e finalização das licitações, que foram apresentados e discutidos junto a direção do Severino”.

 

 

Flávio rebate Lula e nega intenção de acabar com Pix

 


O senador e pré-candidatura à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) divulgou um vídeo nas redes sociais negando a “fake news do PT” de que ele pretende taxar o Pix caso seja eleito.

Segundo o senador, o sistema de pagamentos é um “legado” do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

“Ontem foi o dia do Lula, o dia da mentira, mas pra esquerda e pro PT, parece que todo dia é dia de mentir. E a fake news de hoje, o PT dizendo que eu vou acabar com o Pix. É lógico que é uma mentira, uma loucura, sem pé nem cabeça. O Pix já é um patrimônio brasileiro. É um legado muito importante criado pelo presidente Jair Messias Bolsonaro. Mas até isso o PT tenta roubar. Mas não vão conseguir não. Com Bolsonaro o Pix é sem taxa. sem imposto.”

Flávio continuou: “Mas o sonho do PT e do Lula é taxar o seu Pix, já que eles não podem ver um bolso que eles já querem meter a mão, querem taxar e criar impostos, né? Eles tentaram no passado taxar o Pix e não deu certo. A gente lutou contra e protegeu o Pix. Agora não vai ser diferente. O Pix é um legado do presidente Bolsonaro. O Pix é do brasileiro. Não acredite na esquerda. Eles jogam sujo todos os dias. Essa foi mais uma mentira do PT, que eu digo mais caro para você.”

O ANTAGONISTA

PT enfrenta dificuldade para se conectar aos trabalhadores

 


O Partido dos Trabalhadores (PT) enfrenta dificuldade para se conectar à classe trabalhadora em meio às mudanças no mercado de trabalho, segundo reportagem da agência internacional Bloomberg publicada nesta quarta-feira, 1º. De acordo com o texto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva reconheceu a perda de conexão com a base histórica do partido e defendeu a necessidade de retomar o diálogo com a população.

Em discurso citado pela Bloomberg, Lula afirmou que o PT precisa “ir para a rua conversar com o povo” e fazer uma reflexão sobre sua trajetória. A fala ocorreu durante evento na Bahia que marcou o aniversário de 46 anos da legenda, em fevereiro deste ano.

Dados recentes de opinião pública reforçam esse cenário. Pesquisa do PoderData, realizado entre 21 e 23 de março, mostra que 61% dos brasileiros desaprovam o presidente. No campo eleitoral, levantamento Paraná Pesquisas divulgado em 30 de março mostra Flávio Bolsonaro numericamente à frente do petista em um eventual segundo turno.

A Bloomberg avalia que o PT, historicamente ligado ao movimento sindical, já não pode contar automaticamente com o apoio dos novos trabalhadores. Isso ocorre em um contexto de transformação do mercado, com redução de empregos industriais e crescimento do trabalho por aplicativos, como transporte e entregas.

Esse novo perfil, majoritariamente masculino e mais jovem, concentra maior desaprovação ao governo. Ao mesmo tempo, lideranças do partido reconhecem a dificuldade de diálogo com esse grupo e defendem maior presença nas periferias.

O governo também tenta avançar com propostas voltadas a esses trabalhadores, como regras para garantir remuneração mínima, transparência nos sistemas que distribuem corridas e acesso à previdência. Representantes do setor criticam as medidas e afirmam que elas podem reduzir a flexibilidade do trabalho.

REVISTA OESTE

 

 

Pesquisa eleitoral associada a Allyson Bezerra é alvo de investigação no TRE-RN

  Uma pesquisa eleitoral compartilhada pelo ex-prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, passou a ser investigada pela Justiça Eleitoral do Rio ...