quarta-feira, 13 de maio de 2026

A conta não fecha: Governo dizia que taxa das blusinhas não mudaria valor; agora diz que revogação deixará compras mais baratas

 


Quando a "taxa das blusinhas" foi criada, em agosto de 2024, o governo federal garantiu que a cobrança de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50 não teria impacto significativo nos preços. Era só uma questão de "justiça tributária", de "isonomia" com o comércio nacional. Nada que pesasse no bolso do consumidor. 

Pois bem: nesta quarta-feira (13), bastou a Medida Provisória zerar o imposto para que especialistas cravassem que os preços vão cair cerca de 17% de forma quase imediata. Se a taxa não encarecia, como sua ausência barateia? As duas coisas não podem ser verdade ao mesmo tempo. Ou o governo mentiu lá atrás, ou está vendendo ilusão agora. Em qualquer cenário, alguém está sendo enganado.

E os números tornam a contradição ainda mais constrangedora. O governo projetava arrecadar R$ 700 milhões com a medida em 2024. Arrecadou R$ 8,66 bilhões no acumulado desde então, mais de 12 vezes a estimativa original. Um tributo que supostamente "não fazia diferença" movimentou bilhões dos bolsos dos consumidores direto para os cofres federais. A própria CNI reconheceu que a taxa ajudou a preservar 135 mil empregos e manteve R$ 20 bilhões circulando na economia. Então fazia diferença, sim. E muita.

O que se revela é um padrão que já deveria ser familiar ao brasileiro: a narrativa muda conforme a conveniência política. Em 2024, quando o governo precisava de receita, a taxa "não pesava". Em 2026, com as urnas se aproximando, a mesma taxa vira um sacrifício heroico do presidente em nome do povo. O ICMS estadual de 17% a 20% continua lá, intocado, e ninguém fala dele. Mas os 20% federais, aqueles que eram inofensivos, agora representam a fronteira entre o caro e o barato.

O consumidor brasileiro pagou R$ 8,66 bilhões para reaprender uma velha lição: em Brasília, o preço das coisas sobe por "justiça" e desce por "bondade". Mas a conta, como sempre, é do mesmo de sempre.

 

A "taxa das blusinhas" rendeu 12 vezes mais que o prometido — e agora Lula finge que nunca existiu




 

Podem pesquisar na internet. O governo Lula (ainda na época de Fernando Taxad. Quer dizer, Haddad) estimava arrecadar R$ 700 milhões com a chamada "taxa das blusinhas". Parecia pouco. Era "conservador", segundo a própria Receita Federal.

Pois bem: o imposto rendeu R$ 8,2 bilhões desde agosto de 2024 — um valor quase 12 vezes maior do que a projeção original.

Durante quase dois anos, cada brasileiro que comprou uma camiseta na Shein, um fone na Shopee ou uma capinha no AliExpress pagou 20% de imposto federal sobre compras de até US$ 50 — isso sem contar os 17% de ICMS estadual que já vinham embutidos. Na prática, o consumidor mais humilde — aquele que buscava preço baixo justamente porque não consegue comprar no varejo nacional — foi o mais penalizado. E o governo? Encheu os cofres.

R$ 8,2 bilhões não é troco. É mais do que o orçamento anual de diversos ministérios. É dinheiro que saiu diretamente do bolso de milhões de consumidores que foram tratados como fonte fácil de receita enquanto o discurso oficial vendia a narrativa de "equilíbrio fiscal" e "proteção à indústria nacional".

E o mais revelador: na noite desta terça-feira (13/05), o próprio presidente Lula revogou a cobrança por decreto. Sem cerimônia, sem mea-culpa, sem explicação sobre para onde foram os bilhões arrecadados. O mesmo governo que criou o imposto agora o enterra — convenientemente em ano pré-eleitoral, quando cada ponto de aprovação popular vale ouro.

A pergunta que fica é incômoda, mas necessária: se a taxa era tão ruim a ponto de ser revogada, por que foi mantida por quase dois anos? A resposta parece óbvia — enquanto o dinheiro entrava, ninguém no Planalto tinha pressa em acabar com ela.

O consumidor brasileiro foi usado como caixa eletrônico. Pagou calado. E agora deve agradecer pela "bondade" de terem parado de cobrar.

Esse texto foi copiado do Blog do Gustavo Negreiros

Boulos pego na mentira - de novo

 


Olha a situação acima. Guilherme Boulos, mais uma vez, tentou jogar para o congresso a responsabilização pela taxa das blusinhas - que o Governo Lula acabou de revogar, como se não tivesse sido ele o autor. 

Mas a internet não perdoa e Boulos foi mais uma vez desmascarado. O texto no vídeo que ele postou no X, aponta que o governo Lula não só sancionou, como defendeu a taxação. 

Esse texto foi copiado do Blog do Gustavo Negreiros

Lula culpa juízes e pede apoio no combate ao crime organizado




 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou nesta quarta-feira o programa Brasil Contra o Crime Organizado, pacote que prevê investimento de R$ 11 bilhões no enfrentamento às facções criminosas no país. Mas o anúncio veio acompanhado de uma declaração polêmica: Lula cobrou publicamente o apoio do Poder Judiciário, afirmando que governadores reclamam que bandidos são presos e soltos em poucos dias.

Nós vamos ter que conversar muito com o poder judiciário, porque há muita queixa de governadores que muitas vezes a polícia prende os bandidos e uma semana depois esse bandido tá solto", disse Lula durante o lançamento do programa.

A fala gerou críticas imediatas. Para analistas e juristas, o presidente demonstra desconhecimento sobre o funcionamento dos poderes. O argumento é simples: o juiz aplica a lei — e se a lei determina a soltura, o juiz solta. A audiência de custódia, mecanismo frequentemente citado como "porta de saída" rápida para criminosos, foi justamente criada durante governos alinhados ao PT.

Entre as medidas concretas anunciadas, R$ 330 milhões serão investidos imediatamente em 138 presídios nos 26 estados e no Distrito Federal, com compra de:

Drones e georradares

Scanners corporais

Bloqueadores de celular

Sistemas de monitoramento por áudio e vídeo

O objetivo é impedir que líderes de facções continuem comandando crimes de dentro das cadeias e ampliar o isolamento de chefes do crime em presídios de segurança máxima. Lula também sancionou hoje lei que torna mais graves as penas para quem mata policial no exercício da função.

 

 

Setor público já conseguiu torrar mais de R$ 2 trilhões este ano

 


O governo brasileiro já conseguiu torrar mais de R$2 trilhões, este ano, segundo a plataforma Ga$to Brasil, ferramenta da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e da Confederação das Associações Comerciais do Brasil (CACB), que contabiliza os gastos das esferas dos governos municipais, estaduais e federal. 

A matéria é do Diário do Poder. A administração federal de Lula (PT) é, de longe, o maior gastão: torrou mais de R$912 bilhões, até o momento. A informação é da Coluna Claudio Humberto, do Diário do Poder.

Só o Poder Executivo federal, sob responsabilidade direta do governo petista, gastou R$117 bilhões com pessoal e encargos, este ano.

O Legislativo federal, que inclui o Congresso Nacional e Tribunal de Contas da União, gastou pouco mais de R$2 bilhões no mesmo período. Os 27 administrações estaduais gastaram somadas R$531 bilhões e os mais de 5,5 mil governos municipais, R$542 bilhões.

Homem armado com machado quebra loja e ataca cães em Mossoró

 


Um homem armado preso pela Polícia Militar causou momentos de tensão no bairro Wilson Rosado, em Mossoró, na noite desta terça-feira (12). Segundo a PM, o suspeito utilizava um machado para ameaçar moradores e provocar tumulto na comunidade.

Equipes foram acionadas após denúncias de que um homem estaria alterado e circulando armado pelas ruas do bairro.

Quando os policiais chegaram ao local da ocorrência, encontraram o suspeito em estado de agitação. Ainda segundo a Polícia Militar, antes da chegada das equipes, ele teria provocado danos em um estabelecimento comercial da região.

A polícia informou que o homem quebrou a vidraçaria de uma loja localizada no bairro Wilson Rosado. Além disso, ele também teria tentado atacar quatro cães que estavam na calçada do estabelecimento no momento da confusão.

 

“Operação Varredura”: Recupera energia suficiente para abastecer Mossoró por 24 horas*

Gatos” foram identificados e desativados em diversos tipos de estabelecimentos e residências em todas as regiões do estado_

Natal (RN), 13 de maio de 2026

A Neoenergia Cosern divulgou um balanço das ações da “Operação Varredura” nos quatro primeiros meses deste ano. De janeiro a abril, a distribuidora realizou 3.085 inspeções, identificou e desativou 1.167 irregularidades (fraude, furto ou adulteração de medidor). No total, a “Operação Varredura” recuperou 1 milhão e 300 mil kWh de energia. Para se ter uma ideia, esse volume seria suficiente para abastecer Mossoró por um dia, ou Pau dos Ferros por uma semana, ou ainda Tangará por um mês. O consumo médio mensal de uma residência potiguar é de 150 KWh.

_“Infelizmente, algumas pessoas insistem nesta prática que, além de crime, representa risco à segurança da população e provoca perturbações no fornecimento de energia da região. Ao longo dos últimos anos, investimos e desenvolvemos sistemas de inteligência, monitoramento e identificação de fraudes mais robustos no sistema elétrico da distribuidora.”_, ressalta Júlio Giraldi, superintendente de Operações da Neoenergia Cosern.

As irregularidades são encontradas pelos técnicos da distribuidora em endereços variados, tais como canteiros de obras, academias de ginástica, fábricas de gelo, padarias, restaurantes, espetinhos, pousadas, farmácias e residências em todas as regiões do estado. O “gato” de energia é crime previsto no artigo 155 do Código Penal e a pena para o responsável pela irregularidade pode chegar a oito anos de reclusão. A população pode denunciar ligações clandestinas de energia elétrica, de forma anônima e segura, no telefone 116 da Neoenergia Cosern.

Canais de atendimento Neoenergia Cosern

Teleatendimento: 116

Site: https://www.neoenergia.com/web/rn

WhatsApp: (84) 3215 6001

Aplicativo Neoenergia Cosern (disponível na App Store e Play Store)

 ASSESSORIA DE IMPRENSA DA NEOENERGIA COSERN

 


VÍDEO - POLÊMICA: Apresentação na UFRN intitulada “Papangu” tem homem completamente nu em cena

 



Vídeos de uma apresentação artística intitulada de “Papangu” têm causado polêmica e críticas nas redes sociais pela presença do artista Alexandre Américo completamente nu em cena, com o corpo coberto apenas por tinta e um adereço na cabeça.

A apresentação gratuita e com classificação indicativa para maiores de 18 anos ocorreu nesta semana na Galeria Laboratório do Departamento de Artes, na UFRN.

Segundo release de divulgação da apresentação artística, o projeto foi contemplado nos editais de Fomento à Dança e Apoio à Cultura Negra e é realizado com apoio da Fundação José Augusto, Secretaria de Estado da Cultura do RN, Sistema Nacional de Cultura, Política Nacional Aldir Blanc, Ministério da Cultura e Governo Federal.

 

Comércio varejista do RN tem o menor crescimento do Nordeste no mês de março, aponta IBGE

 


O comércio varejista do Rio Grande do Norte registrou crescimento de 0,2% no volume de vendas em março, na comparação com fevereiro, segundo dados da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgados nesta quarta-feira (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

Apesar do resultado positivo, o estado teve o menor avanço entre os estados do Nordeste que apresentaram crescimento no período. Maranhão (3,8%), Piauí (3,5%) e Sergipe (2,1%) também registraram alta, enquanto a Paraíba ficou estável.

Em receita nominal, o varejo potiguar cresceu 1,3% em março. O levantamento inclui segmentos como supermercados, hipermercados, alimentos, bebidas e fumo.

Na comparação com março de 2025, o comércio varejista do estado avançou 9,4%. No acumulado de 2026, a alta é de 6,5% em relação ao mesmo período do ano passado.

No comércio varejista ampliado — que inclui veículos, motos, peças, material de construção e atacado alimentício — o Rio Grande do Norte teve crescimento de 1,5% entre fevereiro e março, o maior índice do Nordeste.

Na comparação anual, o varejo ampliado potiguar cresceu 11% em março. O setor acumula alta de 3,9% no primeiro trimestre de 2026 e avanço de 3,1% nos últimos 12 meses.

A próxima divulgação da Pesquisa Mensal do Comércio, referente a abril, será publicada em 16 de junho.

 

VÍDEO: “Se você tirar um terço daquele cadastro do BPC, de Bolsa Família, você tem R$ 150 bilhões para investir”, diz vice-presidente nacional do PT

 



O vice-presidente nacional do Partido dos Trabalhadores e prefeito de Maricá, Washington Quaquá, afirmou durante a Financial Times Brazil Summit, em Nova York, que uma revisão nos cadastros do BPC e do Bolsa Família poderia liberar recursos para investimentos.

“Se você tirar um terço daquele cadastro do BPC, de Bolsa Família, você tem R$ 150 bilhões para investir”, declarou.

Segundo Quaquá, um levantamento realizado pela prefeitura de Maricá apontou que cerca de 40% das pessoas inscritas em programas sociais “não precisam” dos benefícios.

Durante o evento, o dirigente petista também defendeu políticas de incentivo à “ética do trabalho” como forma de reduzir a dependência de programas sociais.

Governo do RN oficializa reajuste de 4,26% para servidores públicos

 


O governo do Rio Grande do Norte publicou nesta quarta-feira (13) a revisão das tabelas salariais dos servidores públicos estaduais com um reajuste de 4,26%.

O percentual correspondente à inflação de 2025 medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Uma lei aprovada no estado em 2025 prevê a aplicação de um reajuste anual, com base na inflação do ano anterior, no mês de abril.

A atualização foi oficializada por meio de uma portaria assinada pela secretária estadual da Administração, Jane Carmen Carneiro e Araújo, e publicada no Diário Oficial do Estado.

Segundo a portaria, o reajuste será aplicado aos vencimentos, subsídios e proventos dos servidores públicos civis e militares estaduais, além de empregados públicos.

No dia 5 de maio, o governo informou que o valor retroativo referente ao mês de abril será pago de forma parcelada, em seis vezes, de junho a novembro de 2026.

“A medida considera o atual cenário fiscal, impactado por frustração de receitas e oscilações na arrecadação, que limitam o pagamento integral imediato”, informou em nota.

G1RN

A conta não fecha: Governo dizia que taxa das blusinhas não mudaria valor; agora diz que revogação deixará compras mais baratas

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