terça-feira, 13 de janeiro de 2026
Ex-piloto brasileiro de Fórmula 1 é preso nos Estados Unidos
O ex-piloto brasileiro de Fórmula 1, Antônio
Pizzonia, de 45 anos, foi preso no último sábado (10), no Condado de
Montgomery, no Texas, Estados Unidos. Segundo registro policial local, a prisão
ocorreu por agressão.
De acordo com o site TMZ Sports, Pizzonia foi detido
e fichado por autoridades do Texas após um incidente ocorrido no Speedsportz
Racing Park, onde acontecia uma etapa do Superkarts USA Winter Series,
competição de kart da qual o filho do ex-piloto participava.
Os detalhes do que motivou a prisão ainda não foram
esclarecidos publicamente. O site afirma que não há, até o momento, uma
descrição oficial sobre como o conflito começou ou quem estaria envolvido
diretamente na ocorrência. Ele foi liberado horas depois.
Quem é Antônio Pizzonia, ex-piloto brasileiro de
Fórmula 1 preso nos Estados Unidos
Natural de Manaus, Antônio Pizzonia estreou na Fórmula 1 como piloto de testes
da Williams em 2003. No mesmo ano foi contratado pela Jaguar, onde permaneceu
até 2004, quando retornou à Williams e substituiu o ex-piloto Ralf Schumacher
em quatro provas.
Ao todo, participou de 20 corridas na principal
divisão do automobilismo mundial. Ao longo da carreira, foi campeão da Fórmula
Vauxhall e Fórmula Renault, na Inglaterra, e ganhou o prestigiado campeonato da
F3 Inglesa. Também competiu na Stock Car entre 2007 e 2010.
Com informações de g1
Na mira da Polícia Federal, Lulinha deixa o Brasil
Na mira da Polícia Federal, o filho do presidente
Lula vai retornar a Madri nos próximos dias. Fábio Luís Lula da Silva passou as
últimas três semanas no Brasil para as festas de fim de ano, sem registro de
encontros com o pai. As informações são do Metropoles.
Lulinha, como é conhecido, deixa o país no momento
em que a Polícia Federal investiga a informação de que ele teria negócios com o
principal operador do esquema de desvio de aposentados e pensionistas, Antonio
Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS. Como revelou a coluna, o filho do
presidente se mudou para a capital da Espanha em meados de 2025.
Um ex-auxiliar do operador contou, em depoimento, que
Lulinha teria recebido R$ 25 milhões do Careca do INSS, além de uma “mesada” de
cerca de R$ 300 mil. O diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, já confirmou em
entrevista as investigações envolvendo o filho do presidente.
Lulinha não constituiu advogado e não foi localizado
para comentar o assunto.
O próprio Lula comentou o assunto. Disse que, se o
filho fez algo de errado, terá de responder por isso.
Veja quem é o deputado alvo de operação da PF por desvio de emendas
O deputado federal Félix Mendonça Jr. (PDT-BA) é
alvo de uma nova fase da operação Overclean, deflagrada pela PF (Polícia
Federal) nesta terça-feira (13). A ação, que tem o apoio da CGU
(Controladoria-Geral da União) e da Receita Federal, investiga uma organização
criminosa suspeita de desvio de emendas parlamentares, corrupção e lavagem de
dinheiro.
Segundo apurou a CNN, a investigação aponta que o
parlamentar participou ativamente do esquema criminoso. De acordo com os
investigadores, ele utilizava o então secretário parlamentar, Marcelo Chaves —
alvo da quarta fase da operação —, como intermediário.
Chaves negociava a destinação de emendas a
municípios baianos, cobrava pagamentos ilegais de prefeitos beneficiados e
atuava na operacionalização do repasse de propinas.
Ainda conforme a apuração, o parlamentar teria
recebido vantagens indevidas, de forma direta e indireta, em troca do
direcionamento de emendas parlamentares a pelo menos três municípios da Bahia.
A operação foi autorizada pelo ministro Kássio Nunes
Marques, do STF (Supremo Tribunal Federal), que expediu nove mandados de busca
e apreensão e determinou o bloqueio de R$ 24 milhões em contas bancárias de
pessoas físicas e jurídicas investigadas.
Segundo informações da PF, o objetivo do bloqueio é
interromper a movimentação de valores de origem ilícita e preservar ativos para
eventual reparação aos cofres públicos.
Os mandados são cumpridos na Bahia e no Distrito
Federal.
A CNN tenta contato com o gabinete do deputado Félix
Mendonça Jr. e com o PDT sobre a operação. O espaço está aberto.
A última fase da operação foi deflagrada em outubro
do ano passado. Na ocasião, foram cinco mandados de busca e apreensão e o
sequestro de valores obtidos de forma ilícita, em quatro estados.
O secretário nacional do Podemos, Luiz França, e
ex-secretários de Educação e Planejamento do Tocantins foram alvos.
CNN Brasil
Master: contrato milionário da mulher de Alexandre de Moraes previa atuação em órgão federal, mas…
Apesar da previsão expressa no contrato milionário
firmado pela advogada Viviane Barci de Moraes com o Banco Master, o trabalho da
mulher do ministro Alexandre de Moraes é desconhecido em pelo menos três dos
quatro órgãos do Executivo onde ela supostamente deveria atuar: o Banco
Central, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e agora também a
Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN).
Em resposta a um pedido apresentado pela equipe da
coluna via Lei de Acesso à Informação, a PGFN informou que “não foi
identificado registro de ingresso” da advogada em suas instalações em Brasília
entre janeiro de 2024 (quando o contrato dela com o Master entrou em vigor) e
dezembro de 2025.
A PGFN é um órgão vinculado à Advocacia-Geral da
União (AGU) voltado para defender a União em causas fiscais, cobranças
judiciais de créditos tributários e não tributários, além de prestar
consultoria para o Ministério da Fazenda.
“As Procuradorias Regionais da Fazenda Nacional
também foram consultadas e informaram que, após consulta às suas unidades
regionais, inclusive seccionais e escritórios de representações, não foi
detectada nenhuma reunião, audiência e ou entrada física da Sra. Viviane Barci
de Moraes, no período de 16 de janeiro de 2024 até a presente data”, respondeu
o órgão ao pedido da equipe do blog.
Cláusula do contrato do Banco Master com o
escritório da mulher de Alexandre de Moraes prevê atuação perante Banco
Central, Receita Federal e Cade — Foto: Reprodução
O contrato do escritório de Viviane com o Master,
cujo teor foi revelado pelo blog, previa o pagamento de R$ 3,6 milhões
mensais. Em uma de suas cláusulas, determinava que a mulher de Alexandre de
Moraes organizaria “cinco núcleos de atuação” perante o Judiciário, Legislativo
e em quatro órgãos do Executivo: o Banco Central, a Procuradoria-Geral da
Fazenda Nacional (PGFN), o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e
a Receita Federal.
‘Atuação estratégica’
O contrato do Master com o escritório da família de
Alexandre de Moraes previa a atuação “estratégia, consultiva e contenciosa”
perante o Judiciário, o Ministério Público, o Legislativo e o Executivo.
Como foi assinado em 16 de janeiro de 2024, se
tivesse sido cumprido integralmente o contrato teria rendido ao Barci de Moraes
Associados cerca de R$ 130 milhões até o início de 2027 – ano em que
Alexandre de Moraes assumirá a presidência do Supremo, no esquema de rodízio do
tribunal por antiguidade.
Trecho do contrato firmado entre o Banco Master e o
escritório da advogada Viviane Barci de Moraes, mulher do ministro Alexandre de
Moraes — Foto: Reprodução
No mês passado, o blog já havia informado que o
Banco Central e o Cade não possuem registro de acesso da advogada em suas
instalações, apesar de o contrato firmado com o Master prever
expressamente a atuação dela perante as instituições.
O BC teve papel-chave na análise da nebulosa compra
do Master pelo Banco de Brasília (BRB).
Conforme revelou o blog, Alexandre de Moraes
procurou o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, pelo menos quatro
vezes para fazer pressão em favor do Banco Master. Ao menos três dos contatos
foram por telefone, mas pelo menos uma vez Moraes se encontrou presencialmente
com Galípolo para conversar sobre os problemas do banco de Daniel Vorcaro.
Já o Cade era estratégico para os interesses de
Vorcaro para garantir a aprovação da compra do negócio, anunciada em março do
ano passado. Embora o BC tenha vetado a operação após descobrir as fraudes na
venda de créditos do Master para o BRB, o Cade aprovou o negócio sem restrições
em junho passado.
O que diz a mulher de Alexandre de Moraes
A equipe da coluna tentou entrar em contato com
Viviane na última segunda-feira (12), mas uma funcionária do escritório Barci
de Moraes informou à reportagem que não tinha autorização para informar o
e-mail da advogada. Viviane não retornou a ligação do blog ao escritório, mas o
espaço segue aberto.
Procurada, a assessoria do Banco Master não
respondeu às perguntas pedindo esclarecimentos sobre a atuação da mulher de
Alexandre de Moraes.
No mês passado, em nota enviada à imprensa, Moraes
alegou que suas reuniões com o BC foram para tratar dos efeitos das sanções da
Lei Magnitsky. Segundo o ministro, o escritório de advocacia de Viviane “jamais
atuou na operação de aquisição Master-BRB perante o Banco Central”.
Malu Gaspar - O Globo
Opinião do Estadão: O Supremo não é o foro do caso Master
O banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master,
defendeu-se perante o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF),
da acusação de que teria contratado influencers para atacar o Banco
Central (BC). O argumento colide com a investigação da Polícia Federal (PF),
que encontrou mensagens no celular apreendido de Vorcaro nas quais ele mesmo
orienta a campanha contra a autoridade monetária.
Mas antes o problema fosse o contraste entre a
versão levada pelo banqueiro ao STF e os indícios reunidos pela PF contra ele.
Para o País, muito mais grave do que as incongruências da defesa do sr. Vorcaro
é a naturalização do foro em que ela foi apresentada.
É preciso tornar a dizer com todas as letras: o caso
Master não é da competência do Supremo. Vorcaro não tem foro especial por
prerrogativa de função. Tampouco o possuem os executivos do Master e do Banco
de Brasília ora sob investigação por suspeita de fraudes bilionárias na compra
de ativos de baixíssima qualidade do banco privado. O julgamento dos possíveis
crimes cometidos nessas transações é de competência da primeira instância da
Justiça Federal. Nada autoriza a permanência do caso na mais alta Corte do
País.
Ainda assim, o caso foi parar no STF a partir da
alegação de que Vorcaro teria negociado a compra de um imóvel, por meio da
composição de um fundo, com o deputado João Carlos Bacelar (PL-BA), este, sim,
detentor de foro especial. Ora, trata-se de uma transação comercial alheia às
operações Master sob escrutínio e que nem sequer chegou a ser concretizada.
Mesmo que tivesse sido, a jurisprudência do próprio STF admite o desmembramento
do feito, preservando na Corte apenas o que diga respeito à autoridade com
prerrogativa de foro. Dias Toffoli, contudo, reteve integralmente o caso em seu
gabinete.
A decisão do ministro torna-se ainda mais
inquietante quando combinada com a imposição de alto grau de sigilo sobre os
atos de investigação. O sigilo, nesse contexto, não protege o inquérito nem o
interesse público: protege pessoas. A ascensão vertiginosa do Master nos
últimos anos caminhou lado a lado com a construção de uma ampla rede de
relações entre Vorcaro e autoridades dos mais altos escalões dos Três Poderes.
Diante disso, não se pode condenar quem enxergue na opção pelo foro no STF e
pela opacidade imposta aos autos por Dias Toffoli uma operação de acobertamento
– suspeita que, por si só, já corrói a confiança da sociedade na imparcialidade
da Corte.
O incômodo se intensifica diante de fatos que,
embora laterais, reforçam a imprescindibilidade do afastamento de Dias Toffoli
da condução das investigações. Como veio a público, dois irmãos do ministro
venderam participação milionária num resort no Paraná a um fundo
ligado à Reag Investimentos, gestora investigada por abrigar redes financeiras
associadas ao Master e, ademais, investigada no âmbito da Operação Carbono
Oculto, que alcançou os tentáculos do PCC no sistema financeiro formal.
O ministro não tem parte nos negócios dos irmãos,
mas é frequentador do tal resort. A tisnar a aura de imparcialidade de
Dias Toffoli, ainda há o episódio de sua viagem, em jatinho particular, ao lado
do advogado de um executivo do Master investigado pela PF, para assistir a um
jogo de futebol no exterior. Não se trata, aqui, de imputar ilegalidades a
ninguém, mas de reconhecer que o conjunto dos fatos impõe um dever de prudência
incompatível com a permanência do ministro à frente desse caso.
O princípio do juiz natural não é um formalismo
menor. É um pilar do Estado de Direito que visa a impedir que eventuais réus
escolham seus juízes ou que a jurisdição seja moldada por conveniências de
ocasião. A Constituição e as leis estabelecem, de forma inequívoca, que
cidadãos sem prerrogativa de foro devem ser investigados e processados na
instância ordinária, segundo critérios gerais e impessoais. As exceções
admitidas pelo STF são restritas e condicionadas à indissociabilidade de fatos
ligados a quem tem o foro especial – requisitos a que o Master,
definitivamente, não atende.
O STF pode e deve corrigir o rumo. Persistir no erro
será assumir, sem disfarces, que princípios constitucionais podem ser
relativizados quando estão em jogo interesses muito poderosos.
Opinião do Estadão
Lobista orientou entrega ‘discreta’ de propina a chefe no INSS: ‘Para evitar o desconforto para ele’
Os diálogos extraídos pela Polícia Federal no
celular do empresário e lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do
INSS, mostram que ele orientou funcionários sobre a entrega “discreta” de
dinheiro vivo para dirigentes do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Procurada, a defesa do Careca do INSS afirmou que
não ia se manifestar sobre os trechos porque não teve acesso à íntegra da
extração do telefone celular dele até o momento, nem teve resposta do STF a
pedidos feitos sobre averbação de bens e liberação de valores para pagamentos
de dívidas trabalhistas.
Uma das conversas envolvia, segundo a PF, entregas
de propina para o então superintendente do INSS no Nordeste, Marcos de Brito
Campos Júnior, que foi alvo da última fase da Operação Sem Desconto, em
dezembro, de uma ordem para uso de tornozeleira eletrônica. Ele atualmente é
diretor de Administração e Finanças do Departamento Nacional de Infraestrutura
(Dnit) e foi mantido no cargo mesmo após ter sido alvo da operação.
A defesa dele rebateu as acusações da PF, negou que
ele tenha recebido dinheiro do esquema de desvios de aposentadorias e afirmou
que ele possui um “modesto patrimônio” compatível com suas receitas. Brito
colocou o cargo à disposição do Dnit para adotar as medidas que considerar
pertinentes.
“O Dr. Marcos de Brito Campos Jr. possui modesto
patrimônio, todo ele compatível com as suas receitas, estando inteiramente
regular com suas obrigações civis e fiscais, como inexoravelmente será
demonstrado perante o Judiciário ou a qualquer outra autoridade incumbida de
investigar o assunto”, afirmou, em nota, o advogado Flávio Henrique Santos
(leia ao final a íntegra do posicionamento).
Em 10 de agosto de 2023, o Careca do INSS pediu que
um dos seus funcionários, Rubens Costa, organizasse a entrega de R$ 20 mil para
Marcos de Brito.
“Bom dia. Estou em voo. Preciso de uma gentileza no
modo sigiloso. O Marcos de Brito irá pegar com vc uma quantia de 20 mil reais”,
escreveu por mensagem de WhatsApp. Rubens lhe pergunta se o dinheiro estava
dentro do cofre. “Pegue no cofre e já deixe preparado para dar a discrição que
a situação exige”, orientou o Careca do INSS.
Pouco depois, ele reforçou a orientação: “Coloque de
maneira discreta em um envelope ou recipiente que não deixe transparecer o que
é! Evitar o desconforto para ele!”.
A PF também identificou diálogos sobre entrega de
dinheiro vivo a um assessor parlamentar do senador Weverton Rocha (PDT-MA).
Essas informações foram encaminhadas ao ministro do
Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, relator do caso. O Careca do
INSS está preso desde setembro, sob suspeita de comandar um esquema de
descontos indevidos em aposentadorias do INSS e pagamento de propina a
funcionários públicos.
Leia a íntegra da nota da defesa do advogado de
Marcos de Brito:
“i. O Dr. Marcos de Brito Campos Jr. foi
surpreendido com a notícia de seu envolvimento na referida “Operação Sem
Desconto”, inclusive por força de medidas cautelares que lhe foram impostas por
ordem de S. Exa., o Min. André Mendonça, do STF;
ii. até o presente momento, porque os procedimentos
judiciais seguem em sigilo máximo perante o STF, malgrado tenhamos solicitado o
acesso aos respectivos autos, o mesmo não foi ainda apreciado e deferido, não
sendo de nosso conhecimento, portanto, o inteiro teor das investigações que
motivaram as aludidas medidas cautelares;
iii. adiantamo-nos, entretanto, sobretudo em função
das notícias divulgadas pela imprensa nacional, para afirmar categoricamente
que o Dr. Marcos de Brito Campos Jr. não participou, direta ou indiretamente,
de qualquer atividade ilícita em qualquer dos cargos que tenha assumido em sua
trajetória profissional, especialmente junto ao INSS, Instituição à qual é
vinculado por concurso público e onde exerceu a Superintendência da Região
Nordeste, até o dia 25.03.2023, antes de assumir a Diretoria de Administração e
Finanças do DNIT;
iv. convém mais especialmente referir que,
novamente, em função das notícias apregoadas pela imprensa, há imperiosa
necessidade de refutar que o Dr. Marcos de Brito Campos Jr. haja recebido
qualquer numerário oriundo do empresário Antônio Antunes ou de qualquer outra
terceira pessoa envolvida nos atos apurados pela mencionada “Operação Sem
Desconto”, tampouco tenha participado de engrenagens criminosas visando a
enriquecer ilicitamente ou a lesar os beneficiários de pensão ou aposentadoria
do INSS;
v. o Dr. Marcos de Brito Campos Jr. possui modesto
patrimônio, todo ele compatível com as suas receitas, estando inteiramente
regular com suas obrigações civis e fiscais, como inexoravelmente será
demonstrado perante o Judiciário ou a qualquer outra autoridade incumbida de
investigar o assunto;
vi. por último, adianto a V. Sa. que o Dr. Marcos de
Brito Campos Jr., dado o teor das notícias de ampla divulgação nacional e
considerando o profundo respeito que guarda em relação ao Departamento Nacional
de Infraestrutura – DNIT, houve por bem deixar à disposição da Diretoria Geral
da referida Autarquia Federal, a fim de resguardar a referida Instituição, o
seu cargo de Diretor de Administração e Finanças, inclusive para permitir o
pleno exercício do seu direito de defesa nos autos dos procedimentos que apuram
os atos objeto da “Operação Sem Desconto”.
Estadão
Polícia Civil prende homem por ameaça e perseguição em Encanto
A Polícia Civil do Rio Grande do Norte prendeu em
flagrante, na tarde desta segunda-feira (12), um homem de 35 anos suspeito de
ameaça e perseguição contra a ex-companheira, no município de Encanto, no
interior do estado. A prisão ocorreu após a vítima procurar a unidade policial
para registrar boletim de ocorrência e solicitar medida protetiva de urgência, relatando
ter sido vítima de lesão corporal e ameaças no domingo (11).
Ligações caracterizaram flagrante de
perseguição
Durante o atendimento na delegacia, o suspeito
realizou 22 ligações telefônicas para a vítima, o que configurou flagrante do
crime de perseguição (stalking).
Diante da situação, e após a vítima manifestar
interesse em representar criminalmente, os policiais civis iniciaram
diligências e localizaram o homem, efetuando a prisão em flagrante.
O suspeito foi conduzido à delegacia para os
procedimentos legais e, em seguida, encaminhado ao sistema prisional, onde
permanecerá à disposição da Justiça.
A Polícia Civil reforça a importância da colaboração
da população e destaca que informações podem ser repassadas de forma anônima
por meio do Disque Denúncia 181.
Homem é perseguido e morto a tiros na zona Oeste de Natal
Um homem foi perseguido e morto a tiros na tarde
desta segunda-feira (12). O crime aconteceu na localidade conhecida como Km 6,
entre os bairros Felipe Camarão e Bom Pastor, na zona Oeste de Natal. A vítima
ainda não foi identificada oficialmente.
De acordo com as informações, o homem chegou a
correr para escapar dos atiradores que chegaram em um carro. No entanto, ele
foi exercício e baleado. Sem chance de defesa, ele morreu na calçada de uma
casa.
No local, várias cápsulas de pistola ficaram
espalhadas pela rua. Além disso, a parede e o muro de uma casa também foram
atingidos. A motivação do crime ainda é desconhecida.
A Polícia Militar isolou o local. O corpo da vítima
foi removido pela Polícia Científica do Rio Grande do Norte e o caso deverá ser
investigado pela Polícia Civil.
Motociclista fica ferido após ser atingido por carro pilotado por adolescente na BR-405 no RN
Um motociclista ficou gravemente ferido após ser
atingido por um carro na BR-405, no município de Itaú, interior do RN. O
acidente aconteceu na noite de sábado (10). Os dois veículos ficaram no mesmo
sentido e a vítima acabou acertada por trás.
O que chama a atenção, de acordo com a Polícia
Rodoviária Federal, é que o motorista do carro era um adolescente de 17 anos.
Após as questões, ele fugiu sem prestar socorro e ainda não foi localizado.
Segundo populares, o carro estava em alta velocidade
e chegou a capotar após as questões. Por causa do impacto, o veículo sofreu
vários danos. Já o condutor da moto foi encaminhado ao Hospital Regional de Pau
dos Ferros. O estado de saúde dele não foi atualizado.
Denúncia Anônima Leva PM a Desarticular Suposto Plano de Vingança em Assú; Armas e Drogas São Apreendidas
Uma
informação repassada de forma anônima à Polícia Militar do 10º Batalhão
desencadeou uma grande mobilização policial nas primeiras horas da madrugada
desta terça-feira, 13 de janeiro de 2026, no município de Assú, Oeste potiguar.
Segundo a denúncia, João Victor, conhecido pelo
apelido de “Macarrão”, estaria escondido na casa de Sávio Tiago da Silva. No
local, os dois estariam, supostamente, articulando um ato de vingança
relacionado a uma tentativa de homicídio registrada no último domingo, nas
proximidades do Beco de Zito e do Beco da Clara Macedo, quando “Macarrão” foi
alvo de disparos. A informação ainda citava que o imóvel poderia estar sendo
usado para o comércio de entorpecentes.
Diante da gravidade da denúncia, equipes da Força
Tática e do Grupo Tático Operacional (GTO) intensificaram o patrulhamento no
bairro Dom Elizeu. Durante as diligências, os policiais perceberam dois indivíduos
deixando uma residência situada na Rua Dom Costa. Ao notarem a aproximação das
viaturas, os suspeitos tentaram escapar, mas acabaram alcançados e abordados.
Durante a revista, os militares localizaram dois
revólveres, diversas munições, drogas, uma balança de precisão, materiais
utilizados para embalar entorpecentes e balaclavas, acessórios comumente usados
para dificultar a identificação em ações criminosas.
Conforme a Polícia Militar, os detidos agora passam
a ser investigados por possível ligação com outros crimes ocorridos em Assú ao
longo de 2026. Somente neste ano, o município já contabiliza pelo menos três
homicídios cometidos com arma de fogo, registrados nos bairros Irmã Lindalva,
Parati 2000 e na comunidade de Morada Nova.
Os suspeitos e todo o material apreendido foram
encaminhados à Delegacia de Plantão de Assú, onde foram apresentados à
autoridade policial de plantão. Eles deverão responder por posse ou porte
ilegal de arma de fogo e tráfico de drogas.
A Polícia Civil assumirá a continuidade das
investigações, podendo requisitar exames balísticos para confrontar as armas
apreendidas com crimes recentes, além de testes residuográficos, que poderão
confirmar ou afastar a participação dos envolvidos em ações armadas.
Sávio Tiago da Silva já possui antecedentes
criminais, tendo sido preso em 26 de abril de 2025, durante uma operação da
Força Tática no bairro Parati 2000, quando outras duas pessoas também foram
detidas.
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O Antagonista André Janones pode mentir à vontade sem ser punido. Talvez seja o único brasileiro a desfrutar dessa prerrogativa, uma es...
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O Instituto Seta também perguntou aos entrevistados a avaliação da atual gestão estadual. A governadora Fátima Bezerra foi reprovada por 4...













