sexta-feira, 12 de junho de 2026

Suspeito é preso após polícia encontrar apartamento com drogas avaliadas em R$ 85 mil em Caicó

 



A Polícia Civil do Rio Grande do Norte prendeu, nesta sexta-feira (12), um homem de 22 anos suspeito de envolvimento com o tráfico de drogas em Caicó, na região Seridó do estado.

De acordo com as investigações, os policiais identificaram um apartamento que estaria sendo utilizado como depósito de entorpecentes destinados à comercialização. Após diligências, as equipes localizaram o imóvel e efetuaram a prisão do suspeito.

No local, foram apreendidos 3,1 quilos de maconha, 165 gramas de cocaína e diversos materiais utilizados no tráfico de drogas. Segundo a Polícia Civil, o prejuízo estimado ao crime organizado é de aproximadamente R$ 85 mil.

O suspeito foi conduzido à delegacia para os procedimentos legais e, em seguida, encaminhado ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça.

A Polícia Civil reforça que informações que possam contribuir com investigações podem ser repassadas de forma anônima por meio do Disque Denúncia 181.

 

VÍDEO: Mendonça confronta ministros do STF e afirma que há risco a liberdade de expressão com julgamento das big techs

 



O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, protagonizou um dos momentos mais tensos da sessão desta quinta-feira (11) ao defender que as novas regras de responsabilização de plataformas digitais geram um "efeito inibidor" sobre a liberdade de expressão dos brasileiros. Durante a leitura de sua análise nos recursos sobre o Marco Civil da Internet, Mendonça foi questionado por colegas de plenário, que contestaram os fundamentos de sua posição.

"Estou apenas dizendo que, na situação atual, nós estamos gerando um efeito inibidor, porque as plataformas, com razão, para se preservar, vão excluir conteúdos havendo dúvidas sobre o conteúdo", declarou Mendonça. O ministro criticou especificamente a ampliação do artigo 21 do Marco Civil, que originalmente tratava apenas de casos de divulgação não autorizada de imagens íntimas. Para ele, o STF extrapolou ao incluir outras formas de responsabilização e criar um dever solidário das plataformas que não estava previsto na legislação.

Os questionamentos dos demais ministros se concentraram na tese de que a posição de Mendonça equivaleria a manter as big techs blindadas de qualquer responsabilidade, mesmo diante de crimes graves como terrorismo, racismo, homofobia, tentativas de golpe de Estado e instigação ao suicídio. O entendimento majoritário da corte é de que o artigo 19 do Marco Civil, que exigia ordem judicial para responsabilizar plataformas, era insuficiente para proteger direitos fundamentais e a democracia. Mendonça já havia ficado vencido no julgamento original de 2025, ao lado de Edson Fachin e Nunes Marques, quando o placar foi de 8 a 3 pela inconstitucionalidade parcial do dispositivo.

Apesar das divergências, Mendonça acompanhou a maioria em um ponto específico: o prazo de 60 dias para que as plataformas se adequem às obrigações determinadas pelo tribunal. Os ministros Dias Toffoli, Flávio Dino, Cristiano Zanin, Nunes Marques e Alexandre de Moraes também votaram pelo mesmo prazo de transição. A proclamação do resultado final e a fixação da tese foram adiadas para a próxima quarta-feira (17), após o presidente da corte, Edson Fachin, constatar que ainda há divergências de redação que precisam ser resolvidas em reunião interna entre os ministros.

O julgamento define o futuro da moderação de conteúdo nas redes sociais no Brasil. Pelas regras já aprovadas pela maioria, as plataformas com mais de 1 milhão de usuários passam a responder civilmente se não removerem publicações sobre crimes graves imediatamente após notificação. Para outros tipos de ilícitos, enquanto o Congresso não aprovar nova legislação, as empresas responderão se não retirarem o conteúdo após pedido direto do usuário, sem necessidade de ordem judicial. O tema repercutiu amplamente e foi destaque no Jornal 96 desta sexta-feira (12).

Com informações do Poder360, Conjur, G1, Estadão e CNN Brasil

 

 

VÍDEO: As reações do PT da Bahia após a menção na delação de Vorcaro

 



Caciques do PT da Bahia têm reagido nos bastidores à inclusão de integrantes da sigla na proposta de delação premiada apresentada pelo banqueiro Daniel Vorcaro e posteriormente rejeitada pela Polícia Federal.

A notícia é do Metrópoles. Reservadamente, lideranças do partido de Lula afirmam não enxergar motivo para apreensão. Alegam que não “há agonia”, que dormem com a consciência tranquila e sustentam que qualquer irregularidade envolvendo a operação do programa Credcesta pelo Banco Master seria recebida com surpresa dentro da própria legenda.

Como revelou o Metrópoles, na coluna de Igor Gadelha, o acordo sugerido por Vorcaro menciona supostos pagamentos que teriam sido realizados como contrapartida à operação do programa Credcesta pelo Banco Master no estado.

O banqueiro Daniel Vorcaro

O Credcesta é um cartão de benefício consignado destinado a servidores públicos da ativa e aposentados, com parcelas descontadas diretamente na folha de pagamento.

O Banco Master operou o programa na Bahia entre 2018 e 2022, período em que o estado era administrado por Rui Costa (PT), ex- ministro da Casa Civil.

Segundo interlocutores petistas, a única ligação conhecida entre integrantes do partido e o Banco Master remete ao episódio revelado pela coluna envolvendo a empresa da nora do senador Jaques Wagner (PT-BA).

A companhia da advogada e florista Bonnie de Bonilha firmou contrato de R$ 12 milhões com a instituição financeira.

 

Delação de Vorcaro revela esquema entre Banco Master e PT da Bahia que beneficiou governo Rui Costa

 


A proposta de delação premiada do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do extinto Banco Master, não se limita a citar o presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Conforme revelou a revista Veja, em reportagem repercutida no Jornal 96 desta sexta-feira (12), o banqueiro também detalhou aos investigadores um esquema de longa data envolvendo o PT da Bahia, com participação direta do atual ministro da Casa Civil, Rui Costa, quando era governador do estado.

Segundo o relato de Vorcaro, a parceria com o partido começou em 2007, durante o governo de Jaques Wagner (PT), por meio do programa Cesta do Povo, que permitia a funcionários públicos baianos realizar compras com desconto em folha de pagamento. A entrada do Banco Master na operação transformou o CredCesta em uma das maiores modalidades de crédito consignado da Bahia, gerando lucros expressivos para a instituição.

O ponto central da denúncia envolve a gestão de Rui Costa. Vorcaro afirmou que, durante o governo do atual ministro, um decreto estadual restringiu a portabilidade de dívidas de funcionários públicos para outras instituições bancárias. Na prática, a medida teria blindado o Master da concorrência e garantido ao banco o controle quase exclusivo de uma carteira bilionária de crédito consignado no estado.

A delação de Vorcaro vai ainda mais longe e cita integrantes do Poder Judiciário que teriam recebido propina para atuar em defesa dos interesses do Master. A Polícia Federal rejeitou a proposta, mas a Procuradoria-Geral da República ainda analisa o conteúdo das revelações, o que mantém Brasília em estado de tensão permanente sobre os próximos capítulos do escândalo.

O rombo deixado pelo Banco Master é estimado em mais de R$ 50 bilhões, um dos maiores da história financeira do Brasil. Investigações em curso mostram que a rede de influência construída por Vorcaro alcançava políticos, magistrados e burocratas de diferentes correntes ideológicas, sustentada por festas luxuosas, empréstimos de jatos particulares e repasses financeiros que o banqueiro registrava com precisão obsessiva em seus arquivos pessoais.

Com informações da revista Veja

 

 

Governo Trump detalha termos de acordo provisório com o Irã

 


Uma autoridade do governo dos Estados Unidos detalhou vários pontos do acordo em negociação com o Irã, apresentando o documento como capaz de cumprir os objetivos do presidente Donald Trump nas tratativas.

Entre os pontos do esboço do acordo estão:

  • A reabertura do Estreito de Ormuz e o fim do bloqueio dos EUA aos portos iranianos.
  • O desmantelamento do programa nuclear iraniano, incluindo a transferência para os Estados Unidos do material enriquecido do Irã, que, segundo a autoridade, seria destruído no local e depois retirado do país.
  • O Irã seria “aliviado de grande parte das pressões econômicas às quais esteve submetido por muitos e muitos anos”, caso cumpra as disposições do acordo. “Esses benefícios só serão concedidos se eles realmente cumprirem o que foi acordado”, afirmou o funcionário.

A questão do alívio econômico ao Irã tem sido um dos principais pontos de impasse nas negociações entre os dois países. A fonte insistiu que qualquer flexibilização só ocorrerá após o Irã tomar medidas concretas para cumprir o acordo.

“Os iranianos não recebem nada no momento da assinatura do memorando de entendimento (MOU, na sigla em inglês) nem durante a própria negociação”, disse a autoridade.

“O que eles recebem são recompensas econômicas pelo cumprimento de suas obrigações no âmbito do acordo. Portanto, se entregarem o material nuclear conforme prometido, receberão algo. Se desmantelarem seus programas ou instalações nucleares, receberão outra compensação. E, se realmente se comprometerem com a paz e a estabilidade regional, receberão benefícios adicionais além disso”, acrescentou a fonte.

 

CNN

 

Conta de luz deve subir 8,6% em 2026, acima da inflação, diz Aneel

 


A conta de luz deverá ficar mais cara em 2026. Segundo projeção divulgada nesta sexta-feira (12) pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o reajuste médio das tarifas deve ser de 8,6% no próximo ano.

A estimativa supera as previsões de inflação consideradas pela agência, de 5,8% para o IGP-M e 4,9% para o IPCA.

Apesar da alta prevista, a Aneel informou que recursos de Uso do Bem Público serão utilizados para reduzir o impacto dos reajustes em áreas atendidas pelas superintendências de desenvolvimento da Amazônia (Sudam) e do Nordeste (Sudene).

De acordo com a agência, consumidores de 22 distribuidoras poderão receber descontos nas faturas em razão da destinação desses recursos.

As projeções constam na segunda edição de 2026 do boletim InfoTarifas, publicação trimestral da Aneel que apresenta estimativas de variação tarifária e os principais fatores que influenciam os reajustes das contas de energia elétrica.

TSE rejeita pedido de aliados de Lula contra exibição durante eleições do filme ‘Dark Horse’, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro

 


O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, rejeitou nesta sexta-feira (12) um pedido de aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para impedir que o filme “Dark Horse”, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro, seja utilizado como propaganda a favor da campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL).

A decisão do ministro é processual. Nunes Marques afirmou que segue o entendimento consolidado do TSE de que, como os autores da ação não são candidatos para o mesmo cargo, não cabe o questionamento.

O pedido ao TSE foi feito por advogados do Grupo Prerrogativas e pelo deputado federal Rogério Correia (PT-MG).

“No presente caso, os representantes não disputam eleição na circunscrição nacional, tendo em vista que Rogério Correia de Moura Baptista é deputado federal e pré-candidato ao mesmo cargo apenas no estado de Minas Gerais, ao passo que Marco Aurélio de Carvalho, advogado, sequer alegou pretensão de concorrer nas Eleições 2026″, pondera o ministro.

“Nesse contexto, portanto, ausente legitimidade ativa representação por propaganda contra candidatos que concorrerão ao cargo de Presidente da República, de circunscrição nacional”, prosseguiu.

O filme Dark Horse entrou na disputa eleitoral após o vazamento de um áudio de uma conversa do senador Flávio Bolsonaro pedindo dinheiro ao banqueiro Daniel Vorcaro. Os recursos, segundo o senador, iriam para o filme.

Ao TSE, aliados do presidente Lula alegram que a exibição do filme tem potencial de risco de abuso de poder econômico, uso indevido dos meios de comunicação e financiamento político irregular, ainda mais diante da previsão de lançamento da obra às vésperas do período eleitoral – embora não tenha data oficial, chegou a circular a informação na imprensa que a obra seria lançada em setembro.

g1

 

Elon Musk se torna 1º trilionário da história após salto nas ações da SpaceX

 


O fundador e CEO da SpaceX, Elon Musk, torna-se oficialmente nesta sexta-feira (12) o primeiro trilionário do mundo. As ações da SpaceX abriram a US$ 150 cada, 11% acima do preço da oferta, depois de começarem a ser negociadas em Nova York nesta sexta-feira (12) avaliando a empresa de foguetes e inteligência artificial fundada por Musk em cerca de US$ 2 trilhões.

Com isso, sua fortuna chegou ao número antes inimaginável de quase US$ 1,05 trilhão, segundo o Bloomberg Billionaires Index. É mais de três vezes o patrimônio da segunda pessoa mais rica do mundo, Larry Page, cofundador do Google.

Uma fortuna de US$ 1 trilhão — algo próximo ao Produto Interno Bruto da Suíça — é quase impossível de dimensionar. Steve Cohen, que ganhou US$ 3,4 bilhões no ano passado como o gestor de hedge fund mais bem pago do mundo, precisaria repetir esse resultado por quase 300 anos para chegar a US$ 1 trilhão. Se os 14 filhos de Musk herdassem partes iguais de seu patrimônio, cada um deles ocuparia a 29ª posição entre as pessoas mais ricas do mundo.

É um marco na trajetória de Musk, de 54 anos, cuja riqueza já o transformou em uma das figuras mais poderosas e divisivas do planeta. E ele não hesitou em usar sua fortuna para bancar sua visão de mundo: comprou o Twitter em 2022 para combater o que chamou de “vírus da mente woke”, financiou um chatbot de IA alinhado à sua visão e ajudou a impulsionar Donald Trump a um segundo mandato na Casa Branca por meio de doações.

Os mais de US$ 291 milhões que ele gastou na eleição federal de 2024 representam menos de 0,03% de seu patrimônio atual — o equivalente a uma doação de US$ 291 para um milionário.

Com informações de InfoMoney e CNN Brasil

 

Motorista morre após se assustar com ultrapassagem e capotar carro na BR-304

 


Um grave acidente registrado no fim da manhã desta sexta-feira (12) deixou um homem morto e quatro pessoas feridas na BR-304, no sentido Assú, na zona rural de Mossoró, no Oeste potiguar. O veículo, um Fiat Palio com cinco ocupantes, capotou após o motorista perder o controle da direção.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o condutor, identificado como Nestor Soares da Silva, sofreu ferimentos graves e morreu ainda no local.

As outras quatro pessoas que estavam no automóvel ficaram feridas. Uma mulher e uma criança foram retiradas do veículo por populares que passavam pela rodovia logo após o acidente.

Já duas passageiras ficaram presas às ferragens e precisaram ser resgatadas pelo Corpo de Bombeiros.

Segundo informações repassadas pela PRF, dois caminhões que trafegavam no sentido contrário realizavam uma ultrapassagem no momento do acidente. Ao perceber a situação, o motorista do Palio teria se assustado, perdido o controle do volante e capotado o carro.

Equipes do SAMU, Corpo de Bombeiros, Polícia Rodoviária Federal e Polícia Científica foram mobilizadas para a ocorrência. As causas e circunstâncias do acidente serão apuradas pelas autoridades.

 

PESQUISA ALFA INTELIGÊNCIA: Reprovação do governo Lula sobe para 56%; aprovação cai para 42%

 


A pesquisa Alfa Inteligência divulgada nesta sexta-feira (12) aponta que 56% dos brasileiros desaprovam o trabalho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Outros 42% afirmaram aprovar a atuação do chefe do Executivo federal, enquanto 2% não souberam ou preferiram não responder.

Em comparação com o levantamento realizado em março deste ano, a desaprovação ao governo avançou três pontos percentuais. Na ocasião, 53% dos entrevistados desaprovavam a gestão petista, enquanto 46% manifestavam aprovação. Outros 1% não responderam.

A pesquisa ouviu 1.400 eleitores entre os dias 5 e 10 de junho. A margem de erro é de 2,6 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no TSE sob o protocolo BR-03496/2026.

Diário do Poder

 

Advogada deixa defesa de Monique Medeiros no caso Henry Borel em meio a disputa sobre perdão judicial

 


A advogada Florence Rosa anunciou que deixou a defesa de Monique Medeiros no caso da morte do menino Henry Borel. A informação foi divulgada pela própria advogada por meio das redes sociais.

Segundo Florence, sua contratação estava restrita à atuação durante a sessão plenária do Tribunal do Júri. Ainda de acordo com ela, divergências quanto à estratégia de defesa levaram ao encerramento de sua participação no caso, em decisão tomada de forma consensual entre as partes.

“Atuamos na defesa de Monique Medeiros, cuja contratação limitava-se exclusivamente a atuação na sessão plenária do Tribunal do Júri. Tínhamos a disposição de seguirmos até a fase recursal, dado o recurso pendente. Com a chegada de um novo colega à defesa, e, diante de uma legítima incompatibilidade de estratégias defensivas, decidimos, em comum acordo, encerrarmos a nossa atuação no caso”, afirmou em nota na quinta-feira (11).

Com a saída de Florence Rosa, a defesa de Monique Medeiros passará a ser conduzida por outro advogado.

Leia a íntegra da nota abaixo:

 


No dia 4 deste mês, a juíza Elizabeth Machado Louro concedeu um perdão judicial a Monique Medeiros no julgamento da morte do filho. A magistrada usou um recurso previsto no próprio Código Penal e extinguiu a pena da mãe no assassinato de Henry. O padrasto do menino e ex-companheiro de Monique, Jairo Souza Santos Júnior, o Jairinho, foi condenado a 44 anos de prisão.

Ao justificar o perdão, a magistrada citou uma “perseguição implacável” e um “franco massacre” vivido por Monique nos últimos 5 anos e lembrou que ela foi uma mãe exemplar — além de ser ré primária.

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), porém, viu interferência da juíza no veredito e entrou com recurso no dia 6.

 

Suspeito é preso após polícia encontrar apartamento com drogas avaliadas em R$ 85 mil em Caicó

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