domingo, 15 de março de 2026

Abaixo-assinado contra Erika Hilton na presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara chega a 100 mil assinaturas

 


Um abaixo-assinado contra a deputada federal Erika Hilton (Psol-SP) assumir a presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara chegou a 100 mil assinaturas.

Segundo a manifestação, a iniciativa visa a garantir os direitos das mulheres ao pedir que a parlamentar seja substituída.

“Esta petição surge como uma manifestação democrática de cidadãos que desejam abrir esse debate e pedir que a Câmara dos Deputados considere, com atenção, os critérios de representatividade e identificação com as mulheres brasileiras ao definir quem deve ocupar a presidência da Comissão das Mulheres”, diz o trecho do abaixo-assinado on-line, que foi criado pela influenciadora digital Sophia Barclay, conhecida como trans de direita.

“Precisamos que uma mulher que já sofreu com dores de parto me represente”, diz uma usuária da plataforma Change, que assinou a petição.

Na última quinta-feira, 11, a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados elegeu Erika Hilton para presidir o colegiado neste ano. Ela recebeu 11 votos, e houve dez votos em branco. Ela substitui a deputada Célia Xakriabá (Psol-MG).

A comissão também elegeu Laura Carneiro (PSD-RJ) para 1ª vice-presidente; Delegada Adriana Accorsi (PT-GO) para 2ª vice-presidente; e Socorro Neri (PP-AC) para 3ª vice-presidente.

Parlamentares da oposição criticaram a eleição da nova presidente. Segundo elas, a comissão deveria ser presidida por uma mulher biológica — Erika Hilton se apresenta como mulher trans.

“Não podemos concordar com a entrega desta comissão, que deveria zelar pela dignidade da mulher, da vida e da família, a uma pauta que desvirtua a própria essência feminina”, disse a deputada federal Chris Tonietto (PL-RJ).

De acordo com a deputada Clarissa Tércio (PP-PE), a eleição de Erika Hilton representa um retrocesso para a pauta feminina.

Revista Oeste

 

SERRACAIADENSE: Homem identificado como Francisco Raimundo Santana (Roque), sofre ataque fulminante e morre em via pública no bairro São José

 


Um homem identificado como Francisco Raimundo Santana, conhecido popularmente como Roque, morreu após sofrer um ataque fulminante no fim da tarde deste domingo (15), no bairro São José, em Serra Caiada.

De acordo com as primeiras informações, Roque, que era residente do próprio bairro, passou mal e caiu em via pública, vindo a óbito ainda no local.

A ocorrência foi registrada por volta das 17h. A Polícia Militar esteve no local, realizou o isolamento da área e aguarda a chegada dos órgãos responsáveis para os procedimentos necessários.

A notícia causou comoção entre moradores da comunidade, onde ele era bastante conhecido. Novas informações poderão ser divulgadas a qualquer momento.

Portal Caiadense

Deputado Capitão Augusto propõe extinguir dez órgãos federais, incluindo a Ancine

 


O deputado Capitão Augusto apresentou à Câmara dos Deputados uma série de projetos de lei que propõem a extinção de dez instituições públicas federais, com a transferência de suas funções para ministérios relacionados às áreas de atuação de cada órgão.

Entre as propostas está o Projeto de Lei 994/2026, que prevê o fim da Agência Nacional do Cinema. Pelo texto, as atribuições da agência seriam repassadas ao Ministério da Cultura, enquanto os servidores seriam redistribuídos para outros órgãos da administração federal.

A proposta também altera a gestão dos recursos do Fundo Setorial do Audiovisual e do Fundo Nacional da Cultura, que passariam a ser administrados diretamente pelo ministério. Todo o acervo atualmente sob guarda da Ancine — incluindo bens móveis, documentos, convênios, acordos, direitos e obrigações — ficaria sob supervisão da União.

Os processos em tramitação no momento em que a eventual lei entrar em vigor também passariam para responsabilidade do ministério, que teria de garantir a continuidade administrativa, evitando interrupção de análises ou perda de prazos.

Na justificativa do projeto, o parlamentar faz críticas à atuação da Ancine e afirma que a agência construiu, ao longo de mais de duas décadas, uma estrutura administrativa considerada cara e com resultados que, segundo ele, não seriam compatíveis com o volume de recursos movimentados. Capitão Augusto argumenta que a medida não deixaria o setor audiovisual desassistido e que poderia gerar economia de cerca de 40% no orçamento da instituição.

Sob o mesmo argumento de redução de gastos públicos, o deputado apresentou outras nove propostas para extinguir órgãos federais, com transferência de funções para diferentes ministérios:

  • Projeto 995/2026: extingue a Empresa Brasil de Comunicação e transfere suas funções para a Agência Nacional de Telecomunicações;
  • Projeto 1.001/2026: extingue o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária e transfere suas funções ao Ministério da Agricultura e Pecuária;
  • Projeto 1.002/2026: extingue o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas e transfere suas funções ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional;
  • Projeto 1.005/2026: extingue a Companhia Nacional de Abastecimento e transfere suas funções ao Ministério da Agricultura e Pecuária;
  • Projeto 1.007/2026: extingue o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e transfere suas funções ao Ministério da Cultura;
  • Projeto 1.009/2026: extingue o Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária e transfere suas funções ao Ministério da Justiça e Segurança Pública;
  • Projeto 1.013/2026: extingue o Conselho Nacional de Direitos Humanos e transfere suas funções ao Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania;
  • Projeto 1.014/2026: extingue a Fundação Nacional de Saúde e transfere suas funções aos Ministério da Saúde e Ministério das Cidades;
  • Projeto 1.015/2026: extingue a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba e transfere suas funções ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional.

Constitucionalmente, o Congresso Nacional pode extinguir órgãos federais quando eles foram criados por lei, o que dá base jurídica às propostas apresentadas pelo parlamentar.

Na Câmara dos Deputados, os projetos ainda serão distribuídos para análise em comissões temáticas antes de eventual votação no plenário.

 

Michelle detona jornalistas que cobrem internação de Bolsonaro: “Estão discutindo se vai morrer hoje”

 


A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro publicou dois vídeos em seus stories, em que uma pessoa critica jornalistas por conversarem, supostamente, sobre a morte do ex-presidente Jair Bolsonaro. A informação é do R7.

Na legenda, Michelle escreveu: “Jornalistas reunidos desejando a morte de Bolsonaro e comemorando por ser sexta-feira 13″.

Bolsonaro está internado em um hospital em Brasília desde sexta-feira (13), após passar mal na Papudinha, onde cumpre pena por tentativa de golpe de Estado.

Veja:

“Vocês estão discutindo aí se o Bolsonaro morrer hoje?”, diz em uma das falas. Não é possível confirmar sobre o que os profissionais estavam falando ou que tom usavam para se referir ao ex-presidente.

A pessoa também faz comparações políticas, sugerindo que os jornalistas poderiam não ser isentos na cobertura. “É a saúde de um homem, independente do lado político”, diz.

E ainda: “Imagina se fosse o Lula, que caísse com um avião e morresse?”

Situação de Bolsonaro

De acordo com o hospital particular DF Star, em Brasília, divulgado por volta das 11h deste domingo (15), Bolsonaro teve ligeira melhora e permanece estável.

O ex-presidente continua internado na UTI (unidade de terapia intensiva), sem previsão de alta, em tratamento de uma pneumonia bacteriana nos dois pulmões, decorrente de broncoaspiração.

 

Jato sai da pista em aeroporto de Jundiaí neste domingo (15)

 


O incidente em que um jato sai da pista ocorreu na manhã deste domingo (15) no Aeroporto Estadual Comandante Rolim Adolfo Amaro, localizado em Jundiaí, no interior de São Paulo. Apesar do susto, não houve registro de feridos.

Segundo informações divulgadas pela Rede VOA, concessionária responsável pela administração do aeroporto, a aeronave envolvida no incidente é um jato Cessna Citation 550, de prefixo PT-WIB.

De acordo com os dados iniciais, o avião havia decolado do Aeroporto de Bragança Paulista e seguia com destino ao aeroporto de Jundiaí. No entanto, durante o procedimento de pouso, ocorreu uma excursão de pista.

Assim, o avião ultrapassou o limite da pista e acabou colidindo contra um barranco localizado na área de acesso de veículos ao hangar da TAM. O momento do incidente foi registrado por câmeras de segurança instaladas no aeroporto.

Apesar do impacto, o piloto conseguiu sair da aeronave sem maiores dificuldades. Além disso, as autoridades confirmaram que ninguém ficou ferido durante a ocorrência.

Jato sai da pista e mobiliza equipes de emergência

  O Corpo de Bombeiros informou que recebeu o chamado por volta das 9h45 da manhã. Em seguida, aproximadamente seis equipes foram deslocadas para o local com o objetivo de prestar apoio e garantir a segurança da área.

Durante o atendimento, os bombeiros identificaram um vazamento de combustível na aeronave. Por esse motivo, as equipes realizaram procedimentos preventivos para evitar riscos adicionais.

Como medida de segurança, o aeroporto teve suas operações temporariamente interrompidas. Dessa forma, as autoridades puderam garantir a segurança das equipes técnicas e iniciar as avaliações do local.

Além disso, investigadores do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos foram acionados para analisar o caso. A investigação ficará sob responsabilidade do SERIPA IV, órgão regional que atua no estado de São Paulo.

 

DELAÇÃO PREMIADA: Entenda passo a passo como pode funcionar o acordo de Vorcaro

 


A possibilidade de o empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, estar em preparação para fechar um eventual acordo de delação premiada tem gerado especulações desde que ele foi preso pela segunda vez, em meio às investigações da Operação Compliance Zero. A dimensão das consequências; a quantidade de possíveis envolvidos no esquema — em diferentes graus; e a recente troca de advogados aumenta os rumores em torno dessa negociação.

Preso desde 4 de março último, Vorcaro foi transferido para a Penitenciária Federal em Brasília dois dias depois. Na última sexta-feira (13), o STF (Supremo Tribunal Federal) formou maioria para manter a prisão dele, determinada pelo ministro da Corte André Mendonça. No mesmo dia da votação, o banqueiro trocou de advogados.

O criminalista Pierpaolo Cruz Bottini deixou o caso, sob alegação de “motivos pessoais”, e José Luis Oliveira Lima, conhecido como “Juca”, assumiu o caso. Enquanto o primeiro costumava declarar publicamente que não pensava em firmar um acordo de colaboração, este último seria mais favorável à possibilidade.

Critérios e benefícios

Atualmente, o processo ao qual Vorcaro responde tramita no STF (Supremo Tribunal Federal). Um acordo eventualmente firmado teria de ser homologado por um magistrado, que analisaria as informações prestadas — além do nível de profundidade, interesse público e utilidade delas —, para decidir que tipo de benefício poderia ser concedido a Vorcaro.

Eles incluem:

  • Diminuição de um a dois terços da pena determinada ao colaborador;
  • Cumprimento da pena em regime semiaberto;
  • Extinção da pena; e
  • Perdão judicial (deixar de aplicar a pena).

Em 1999, a lei federal que dispõe sobre os programas especiais de proteção a vítimas e a testemunhas ameaçadas permitiu o uso da delação em processos que envolvam qualquer tipo de delito. E, em 2013, a legislação que trata das organizações criminosas estabeleceu as regras para que ocorra a colaboração premiada.

Esse meio de obtenção de provas requer que seja formalizado um pedido para o acordo, o que marca o início das negociações, cujo conteúdo terá de ser mantido em sigilo — a não ser por decisão judicial. Apesar disso, a Justiça também pode negar a homologação da proposta, mas terá de apresentar justificativas para isso.

Homologação

Se homologado o pedido de acordo, nem as informações sobre as tratativas iniciais nem o documento que formaliza essa definição poderão ser divulgados pelas partes. Após o deferimento, os envolvidos deverão assinar um Termo de Confidencialidade, mas as investigações têm como continuar, a depender do que ficar estabelecido pela Justiça.

A lei também prevê que ocorram audiências para identificação ou complementação do assunto da delação, dos fatos que serão informados, bem como da definição jurídica, da relevância, da utilidade e do interesse público das informações a serem prestadas.

No caso em questão, os termos de uma eventual colaboração premiada seriam assinados por representantes da autoridade pública que firmará o acordo, por Vorcaro e pelos advogados dele.

Expectativas

Caso isso ocorra, o banqueiro terá de narrar “todos os fatos ilícitos para os quais concorreu [que praticou] e que tenham relação direta” com as possíveis fraudes relacionadas ao Master. A defesa dele também precisaria apresentar uma proposta de colaboração com acontecimentos “adequadamente descritos”; circunstâncias em que eles ocorreram; além de “provas e elementos de corroboração”.

Nos depoimentos que presta, o delator ainda renuncia ao direito de permanecer em silêncio e fica sujeito ao compromisso legal de dizer a verdade. Fora isso, nenhuma sentença condenatória — entre outras medidas judiciais — pode ser definida com base apenas nas declarações do colaborador.

Os benefícios ao delator só serão concedidos por um magistrado se for possível alcançar um ou mais dos seguintes resultados:

  • A identificação de outros coautores dos crimes e participantes da organização, além das infrações penais praticadas por eles;
  • A revelação da estrutura hierárquica e da divisão de tarefas da organização criminosa;
  • A prevenção de infrações penais decorrentes das atividades da organização criminosa;
  • A recuperação total ou parcial do produto ou do proveito dos crimes praticadas pela organização; e
  • A localização de eventual vítima com a integridade física preservada.

Considerada a relevância da delação premiada, o MP (Ministério Público) e a PF (Polícia Federal) poderão, ainda, manifestar-se favorável ou contrariamente à concessão de perdão judicial ao colaborador — mesmo que isso não conste na proposta inicial do acordo.

O prazo para oferecimento da denúncia pelo MP ou o processo ao qual o colaborador responda podem, também, ficar suspensos por até seis meses, prorrogáveis por igual período, até que sejam cumpridas as medidas exigidas pela delação.

Condições de homologação

Os magistrados não participam das negociações para fechar o acordo de colaboração premiada; só delegado de polícia, investigado e a respectiva defesa. Eventualmente, o MP poderá se manifestar, a depender do caso e, com a finalização dessa etapa, os documentos reunidos serão analisados por um juiz, que deverá verificar a regularidade e a legalidade do material, bem como a voluntariedade do delator.

O magistrado poderá, inclusive, pedir uma oitiva sigilosa do colaborador; anular a homologação da delação premiada se ela não atender aos requisitos legais; ou adequar a proposta ao processo analisado, com envio dos documentos de volta às partes e pedido de novas informações.

Depois disso, o colaborador pode ser ouvido pelo MP ou pela PF e até se retratar do acordo, sem ter as informações autoincriminatórias usadas exclusivamente contra ele pela Justiça. Já os possíveis réus delatados terão prazo para se manifestar, após o período de oitivas de quem os tiver acusado.

O delator conta com o direito de ter imagem ou informações pessoais preservadas; ser conduzido para sessões judiciais separadamente de coautores ou partícipes da organização criminosa investigada; participar de audiências sem contato visual com outros acusados; e cumprir pena em prisão diferente dos demais envolvidos.

Vale lembrar que acordos de delação homologados podem ser rescindidos em caso de omissão intencional sobre os fatos investigados ou de envolvimento em novas condutas criminosas relacionadas aos delitos apurados.

R7

 

Homem é executado a tiros na RN-016 em Assú; cidade registra segundo homicídio em menos de 12 horas

 


Um homem ainda não identificado foi morto a tiros na RN-016, nas proximidades da comunidade Lagoa do Ferreiro, na cidade de Assú, na tarde deste domingo (15).

De acordo com as primeiras informações, a vítima trafegava em uma motocicleta quando passou a ser seguida por criminosos. Em determinado momento, os suspeitos se aproximaram e efetuaram vários disparos de arma de fogo, atingindo o homem, que não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

Polícia Militar foi acionada para atender a ocorrência e realizou o isolamento da área até a chegada da equipe do Instituto Técnico-Científico de Perícia (ITEP), que deverá fazer a remoção do corpo para exames periciais.

Este é o segundo homicídio registrado em menos de 12 horas no município de Assú, aumentando a preocupação com a violência na cidade.

motivação do crime ainda é desconhecida e o caso deverá ser investigado pela Polícia Civil.

 

VÍDEO: Flávio Bolsonaro se anima em evento do PL e imagens viralizam

 



Um vídeo do senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro, animado no palco durante um evento do Partido Liberal (PL) em Ji-Paraná (RO) passou a circular nas redes sociais e rapidamente viralizou.

O episódio aconteceu neste sábado (14) durante o lançamento da pré-candidatura do senador Marcos Rogério ao governo de Rondônia. O encontro reuniu lideranças do partido e apoiadores.

O registro chamou atenção e virou assunto nas redes gerando muitos comentários. O pai do senador, o ex-presidente Jair Bolsonaro, está internado na UTI em um hospital de Brasília desde sexta-feira (13).

InfoMoney 

O recado ameaçador de Vorcaro a Haddad

 


Fernando Haddad nunca aceitou receber Daniel Vorcaro, apesar das diversas tentativas do ex-banqueiro em ter uma audiência com o ministro da Fazenda. Mas o dono do Master não se conformava. 

Chegou a mandar um recado em tom ameaçador para Haddad: "Eu preciso falar para ele o que pode acontecer se algo acontecer comigo".

Ao emissário da proposta de encontro, Haddad reagiu: "Você está falando com a pessoa errada".

A informação é da coluna do Lauro Jardim, no O Globo.

 

Cunhada de Moraes é autora do Código de Ética do Master

 


A advogada Ana Claudia Consani de Moraes, cunhada do ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, é a autora do Código de Ética do Banco Master.  A informação é do Poder 360.

Casada com Leonardo de Moraes, irmão do juiz, ela atua como consultora no escritório de Viviane Barci de Moraes, mulher do ministro – que recebeu R$ 80 milhões por um contrato de 22 meses de serviços prestados à instituição.

Segundo os metadados consultados pelo Poder360 em PDF disponível no site do Banco Master, a advogada aparece classificada como “autora” do documento, criado em 8 de abril de 2025.

O escritório Barci de Moraes confirmou em nota divulgada em 9 de março de 2026 que a elaboração do documento estava entre os produtos entregues ao banco de Daniel Vorcaro.

Além de ser consultora no escritório Barci de Moraes, Consani faz parte de comissões de integridade, ética e compliance da Petrobras, OAB/SP (Ordem dos Advogados do Brasil), IBDEE (Instituto Brasileiro de Direito e Ética Empresarial) e Idasan (Instituto de Direito Administrativo Sancionador Brasileiro).

Em vídeo publicado em seu perfil no X, o deputado Kim Kataguiri (Missão-SP) afirmou que apresentou requerimento para convocar a cunhada de Moraes à CPMI do INSS. Segundo Kataguiri, o pedido foi protocolado no dia 11 de março. O congressista disse também que apresentou pedido com a solicitação da convocação do ministro à comissão.

ESCRITÓRIO BARCI DE MORAES

O escritório Barci de Moraes recebeu R$ 80.223.654,94 do Banco Master por serviços prestados ao banco entre fevereiro de 2024 e novembro de 2025. O contrato de prestação de serviços durou 22 meses. Os serviços foram interrompidos quando Daniel Vorcaro foi preso pela 1ª vez na operação Compliance Zero.

O escritório cobrava honorários mensais de R$ 3.646.529,77. O contrato original previa duração de 36 meses. Detalhes do acordo circulam desde dezembro de 2025.

Em nota divulgada no dia 9 de março, o escritório de Viviane Barci declarou ter realizado 94 reuniões de trabalho com o Banco Master, somando 267 horas no total.

 

 

Eleitores frustrados com Lula começam a apoiar Flávio Bolsonaro

 


A possível candidatura do senador Flávio Bolsonaro à Presidência em 2026 começa a produzir um efeito político inesperado: eleitores que antes apoiavam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva demonstram sinais de afastamento e parte deles já passa a considerar o nome do parlamentar como alternativa.

Pesquisas recentes indicam que o desgaste do governo começa a atingir setores que, até pouco tempo atrás, eram vistos como parte segura da base eleitoral do presidente.

Levantamento da Genial/Quaest mostra que entre eleitores de esquerda que não se identificam diretamente com o lulismo — grupo que votou majoritariamente em Lula por rejeição à direita — o apoio ao petista vem diminuindo.

Em dezembro, 93% desse segmento afirmavam que votariam em Lula em um eventual segundo turno. Agora, o índice caiu para 84%. No mesmo período, Flávio Bolsonaro passou de 3% para 7% entre esses eleitores, um crescimento que analistas interpretam como sinal de migração gradual de votos.

O movimento também aparece entre os eleitores independentes, aqueles que não se alinham com nenhum dos dois campos políticos. Nesse grupo, Lula registra 27% de apoio, enquanto Flávio Bolsonaro aparece com 32%, abrindo vantagem.

A mudança sugere que parte do eleitorado começa a buscar alternativas diante da frustração com o governo federal. Embora a eleição presidencial ainda esteja distante, os números indicam que o senador começa a ocupar um espaço político que antes parecia improvável: o de atrair votos que, até recentemente, estavam consolidados no campo lulista.

 

 

Abaixo-assinado contra Erika Hilton na presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara chega a 100 mil assinaturas

  Um abaixo-assinado contra a deputada federal Erika Hilton (Psol-SP) assumir a presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da ...