terça-feira, 2 de junho de 2026

TRE-RN NA JOGADA: Novo aciona Allyson por propaganda antecipada com jingle ligado a Geraldo Melo

 


O partido Novo ingressou com uma representação no TRE-RN contra Allyson Bezerra (União Brasil) acusando o ex-prefeito de Mossoró de fazer propaganda eleitoral antecipada nas redes sociais. Pela legislação vigente, propagandas oficiais de candidatos só estão liberadas a partir de 16 de agosto, após o período das convenções partidárias.

A denúncia, assinada pelo presidente estadual do Novo, Renato da Cunha Lima Filho, e pelos advogados Erick Pereira e Leonardo Palitot, aponta que Allyson publicou um “verdadeiro jingle de campanha” em múltiplos perfis oficiais criados para inflar seu alcance digital, segundo informações da Tribuna do Norte.

O vídeo trazia legendas sobrepostas em letras garrafais com os dizeres diretos “Allyson Governador” e “Agora é Allyson que eu quero”, eliminando qualquer dúvida sobre o cargo pretendido e o apelo ao voto.

Segundo a representação, o jingle usado por Allyson é o reaproveitamento exato da peça publicitária histórica usada em campanhas passadas pelo falecido ex-governador Geraldo Melo.

Segundo a representação do Novo, o uso desse áudio icônico reforça a natureza estritamente eleitoral do post, conectando diretamente a imagem de Allyson à disputa pelo Poder Executivo do Estado, longe de ser apenas um registro rotineiro ou informativo.

O Novo quer a remoção imediata dos vídeos das redes sociais e a condenação de Allyson a multa, que pode variar entre R$ 5 mil e R$ 25 mil, ou o equivalente ao custo real da produção publicitária caso o valor seja superior.

Blog do BG


Se eleito, reduzirei número de ministérios de forma drástica, diz Flávio Bolsonaro

 


O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, disse nesta segunda-feira (1º) que, caso seja eleito, vai reduzir de “forma drástica” a quantidade de ministérios. Segundo ele, o primeiro passo será “dar exemplo”.

Atualmente, o primeiro escalão do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conta com 38 pastas.

“Tem diversas formas de nós enxugarmos as nossas despesas. Eu acho que é por aí que tem que começar. Hoje o Brasil tem 39 ministérios. Eu tenho certeza de que se o presidente da República fizer uma reunião com todos os seus ministros atuais, ele não vai saber o nome de todos”, afirmou.

Flávio comparou o atual governo com a gestão de seu pai, Jair Bolsonaro (PL), quando, de acordo com ele, foram cortados mais de 20 mil cargos em comissão somente no primeiro ano.

“Nós já provamos que com a modernização do governo, você consegue enxugar a burocracia e, por consequência, enxugar a despesa”, afirmou.

As declarações foram dadas durante o evento Eloos, promovido pela rádio Itatiaia em parceria com a CNN, em Belo Horizonte (MG). Durante o encontro, cujo tema central desta edição é o agronegócio, presidenciáveis tiveram a oportunidade de apresentar propostas para o setor.

Nesse contexto, o senador também falou a dependência do Brasil por fertilizantes e criticou dificuldade enfrentada na hora de se obter licenciamentos ambientais.

“Grande parte dos nossos recursos naturais são matérias-primas de fertilizantes e estão em locais aonde o licenciamento ambiental não é autorizado que haja a exploração desses recursos, né, potássio, por exemplo”.

Para solucionar esses impasses, apesar de defender a redução do Estado, Flávio contou que o plano de governo dele deve prever a criação de uma secretaria nacional que dê uma atenção especial a essa pauta, “para a redução de burocracia, sempre com responsabilidade”.

“Dentro do Brasil, nós temos a tabela periódica inteira no subsolo, mas, em função dessa visão míope e, mais uma vez, ideológica, em que, na verdade, não há uma proteção ao meio ambiente, há uma degradação do meio ambiente, de forma ilegal, debaixo dos narizes das autoridades e que não são combatidas”, completou.

CNN Brasil

 

 

Banco Central busca no STF entendimento para evitar enxurrada de ações judiciais de fintechs com licença negada

 


O Banco Central está tentando obter do Supremo Tribunal Federal (STF) uma decisão vinculadora que barre a esperada enxurrada de ações judiciais de fintechs que terão seus pedidos de licença negados, dentro dos esforços para sanear e fortalecer o sistema de pagamentos contra os ataques do crime organizado.

A liminar obtida pela fintech CorpX contra a negativa do Banco Central para seu funcionamento como instituição financeira é, na visão da autoridade monetária, apenas uma das muitas que deverá enfrentar em tribunais de todo o país.

O presidente do BC, Gabriel Galípolo, alertou para esse risco em dois depoimentos recentes no Congresso, um ocorrido em abril na CPI do Crime Organizado e outro em fins de maio na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado.

O BC, segundo ele, enfrenta dois tipos de desafio: primeiro, a falta de recursos humanos e de instrumentos legais para retirar do sistema cerca de uma centena de instituições de pagamento que não serão capazes de cumprir as novas exigências de capital e de governança adotadas pela autoridade monetária.

O segundo ponto é exatamente na frente jurídica. “Pode ser que as instituições entrem com recursos nos diversos tribunais existentes na federação”, disse, na CPI do Crime Organizado. “Se a gente não tiver um entendimento pacificado, isso pode virar um caos do ponto de vista jurídico.”

Em março, Galípolo teve uma reunião com o presidente do Supremo, Edson Fachin, na qual o problema foi discutido, em conjunto com o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante.

Sobre a escassez de recursos financeiros e humanos para lidar com a situação, Galípolo vem repetindo que poderão faltar liquidantes habilitados no mercado para lidar com as intervenções que podem ocorrer. Para ampliar seu arsenal, depende da aprovação da PEC da autonomia financeira e da nova Lei de Resolução Bancária.

Em 2020, o Banco Central havia adotado uma regra que permitia que instituições de pagamento se plugassem ao sistema do Pix sem uma licença prévia do BC, com o objetivo de ampliar a competição e a inovação no sistema. A intenção era conceder autorização nos anos seguintes, de forma escalonada.

No ano passado, porém, uma série de ataques hackers ao sistema de pagamentos — além de uma sequência de operações policiais, como a Carbono Oculto — mostrou que havia infiltração do crime organizado em fintechs. Também ficou claro que muitas fintechs não tinham capital mínimo para bancar os custos que garantem a segurança do sistema.

O BC vinha, aos poucos, revendo sua estratégia permissiva ao ingresso das fintechs e, em novembro de 2025, estabeleceu requerimentos mínimos de capital para operar. No caso das instituições de pagamento, o valor passa de R$ 1 milhão para R$ 9,2 milhões de forma gradual, a partir do segundo semestre.

O Banco Central também tem decretado a liquidação de fintechs que foram diretamente cooptadas pelo crime organizado ou que tenham sido coniventes.

As estimativas do BC são de que 63% das 200 instituições de pagamento fiquem desenquadradas dos requisitos mínimos de capital até a sua plena aplicação no fim de 2028. Muitas delas têm buscado fusões e aquisições para fortalecer seu capital. Mas muitas não devem sobreviver.

A regra também abarca outras instituições que têm sido usadas ou vêm sendo vítimas do crime organizado, como Sociedades de Crédito Direto (SCD) e Sociedades de Crédito ao Microempreendedor (SCM). Mais de 80% delas teriam deficiência de capital até a aplicação final da regra.

Valor Econômico

 

 

Ciro diz que omissão do Brasil entregou facções aos EUA

 


O ex-ministro Ciro Gomes afirmou que a decisão dos Estados Unidos de classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas é consequência de décadas de falhas do Brasil no combate ao crime organizado. A declaração foi dada após o governo americano anunciar sanções contra as duas facções.

Para Ciro, o principal efeito da medida não será uma intervenção estrangeira em território brasileiro, mas sim um forte cerco financeiro às organizações criminosas. Com a nova classificação, autoridades americanas poderão bloquear contas, congelar ativos e dificultar operações financeiras ligadas às facções dentro do sistema bancário internacional.

O ex-governador do Ceará argumentou que, ao longo dos últimos 20 anos, o crime organizado deixou de atuar apenas no tráfico de drogas e passou a se infiltrar na economia formal, no sistema financeiro e até em estruturas políticas. "Vinte anos de omissão no Brasil acabaram vulnerando o nosso país a uma potência estrangeira declarar isso", afirmou.

Segundo Ciro, o maior temor das facções está relacionado à possibilidade de perda de patrimônio e ao bloqueio de recursos movimentados fora do Brasil. Ele destacou que os grupos criminosos movimentam bilhões de reais por meio de operações financeiras complexas e não apenas com dinheiro em espécie.

A fala ocorre em meio ao debate sobre a decisão do governo dos Estados Unidos, que passará a tratar PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas, ampliando o alcance de investigações e sanções contra integrantes e eventuais colaboradores dos grupos.

 

 

Tarcísio diz que Bolsonaro foi “extremamente injustiçado”

 


O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, afirmou que já foi procurado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro para disputar a Presidência da República, mas decidiu permanecer no comando do governo paulista. A declaração foi dada nesta segunda-feira (1º), durante entrevista ao programa Pânico, da Jovem Pan.

Segundo Tarcísio, sua prioridade é a reeleição em São Paulo. Ele argumentou que uma eventual saída do governo poderia colocar em risco o projeto político do grupo no maior colégio eleitoral do país. "Minha intenção é ficar em São Paulo", afirmou.

Durante a entrevista, o governador também declarou apoio ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), apontado pelo ex-presidente como nome do grupo para a disputa presidencial. Tarcísio disse que pretende atuar na coordenação da campanha de Flávio em São Paulo e avaliou que a eleição deverá ficar polarizada entre o filho de Bolsonaro e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Ao comentar a situação jurídica de Jair Bolsonaro, Tarcísio saiu em defesa do ex-presidente. O governador classificou Bolsonaro como "extremamente injustiçado" e afirmou enxergar fragilidades nos processos enfrentados pelo aliado. Ele também chamou de "grande maldade" a possibilidade de prisão do ex-presidente.

Tarcísio ainda elogiou os governadores Romeu Zema e Ronaldo Caiado, mas afirmou que o cenário político atual dificulta o surgimento de uma alternativa fora da polarização entre o bolsonarismo e o lulismo.

 

 

‘Allyson representa o atraso e Álvaro é a extrema direita’, dispara Fátima ao polarizar a disputa pelo Governo do RN

 


A governadora Fátima Bezerra (PT) subiu o tom em entrevista à TV Ponta Negra e direcionou ataques diretos aos seus dois principais adversários: o ex-prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União Brasil), e o ex-prefeito de Natal, Álvaro Dias (PL). Ambos enfrentarão o candidato governista apoiado pelo PT, o ex-secretário da Fazenda Cadu Xavier.

Ela foi categórica ao rejeitar os acenos recentes de Allyson a pautas de esquerda — como o fim da escala 6×1.

“A candidatura de Mossoró representa o atraso, representa o conservadorismo. O ex-prefeito sempre foi antilulista, foi antipetista. Ele não tem diálogo com a esquerda”, afirmou, apontando que o projeto de Allyson virou ponto de convergência das “velhas oligarquias tradicionais” do Estado.

Ao falar sobre Álvaro, Fátima subiu ainda mais a temperatura e o enquadrou diretamente no campo do bolsonarismo radical.

“A candidatura do ex-prefeito de Natal representa a extrema direita. Representa inclusive uma ameaça exatamente à democracia, com um projeto de caráter autoritário”, disse.

Para Fátima, o cenário caminha para uma polarização nítida no 2º turno entre o governista Cadu Xavier e Álvaro Dias, minimizando as chances do ex-prefeito de Mossoró chegar à reta final.

Ela celebrou o crescimento de Cadu nas últimas pesquisas e reforçou que a força do presidente Lula no Nordeste será o fator decisivo para garantir a vitória do seu bloco político, que projeta ter a vereadora Samanda Alves (PT) eleita senadora.

 

EUA propõem taxar em 25% o Brasil após investigação sobre o Pix

 


O Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos propôs oficialmente a aplicação de uma taxação de 25% sobre as importações de diversos produtos brasileiros.

A medida drástica, divulgada nesta segunda-feira (1º) com informações do portal Metrópoles, surge como uma punição a políticas adotadas pelo governo brasileiro que foram classificadas por Washington como “irrazoáveis” e prejudiciais ao comércio norte-americano.

A proposta é o resultado final de uma investigação aberta pelo governo dos EUA sobre o funcionamento e o mercado do Pix no Brasil, além de analisar as diretrizes brasileiras sobre comércio digital, proteção de propriedade intelectual e combate ao desmatamento ilegal.

O órgão americano concluiu que tais práticas ferem a chamada Seção 301 da Lei de Comércio, mecanismo legal que permite aos Estados Unidos retaliar nações associadas a concorrências consideradas injustas.

A palavra final sobre a aplicação ou o veto do tarifaço de 25% caberá exclusivamente ao presidente Donald Trump.

Caso o governo americano decida prosseguir com as sanções, a definição das “medidas corretivas” contra o mercado brasileiro tem o dia 15 de julho como prazo limite.

Setores tradicionais como a carne bovina, café, petróleo, minérios e certas frutas e nozes foram listados como isentos e não devem sofrer o impacto das tarifas punitivas.

 

Rogério Marinho acusa esquerda de fake news sobre ‘escala 7×0’

 


O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL), acusou parlamentares alinhados ao governo do presidente Lula (PT) de disseminarem informações falsas sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) apresentada pela oposição como alternativa ao debate sobre o fim da escala 6×1.

Nos últimos dias, informou o Diário do Poder, parlamentares governistas publicaram nas redes sociais críticas ao texto, alegando que a proposta poderia retirar direitos trabalhistas e abrir caminho para jornadas sem folgas. Em uma das publicações, a deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) afirmou que a PEC acabaria com a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e pediu que apoiadores da proposta de redução da jornada pressionassem senadores a retirarem assinaturas de apoio ao texto.

Marinho rebateu as críticas e afirmou que a proposta não extingue direitos como 13º salário, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) ou descanso semanal remunerado.

Segundo o senador, a PEC mantém o limite constitucional de 44 horas semanais e cria a possibilidade de o trabalhador optar por um regime flexível de contratação, com remuneração e benefícios calculados proporcionalmente às horas trabalhadas.

“O que incomoda os críticos não é a suposta retirada de direitos, porque isso não é verdade. A principal preocupação do PT e seus partidos satélites é outra: a proposta amplia a possibilidade de negociação direta, reduzindo a dependência. O que eles defendem não é o trabalhador, mas sim os sindicatos”, disse Rogério Marinho.

A PEC da oposição conta com 40 assinaturas e já foi protocolada no Senado. A proposta é apresentada como contraponto às iniciativas que defendem mudanças na escala 6×1 e a redução da jornada de trabalho. Nas redes sociais, Marinho também criticou esquerdistas e negou que a proposta permita uma jornada de trabalho sem folgas.

 

Anac reduz 40% da fiscalização do setor aéreo após cortes no Orçamento

 


O bloqueio de recursos no Orçamento de 2026 começou a impactar diretamente as atividades finalísticas da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), com risco de prejuízos à segurança operacional e ao funcionamento do setor aéreo no país, conforme a autarquia. 40% de todas as ações de fiscalização de seus regulados serão interrompidas imediatamente.

De acordo com comunicado oficial da Anac, noticiou o Metrópoles, as restrições orçamentárias afetam ações centrais da agência, como a fiscalização de empresas aéreas, a certificação de aeronaves e operadores e a qualificação de profissionais da aviação. Essas atividades são consideradas essenciais para garantir padrões de segurança e regularidade no transporte aéreo.

O cenário ocorre em meio a um bloqueio mais amplo de gastos do governo federal. Em maio, a equipe econômica anunciou a contenção de R$ 22,1 bilhões no Orçamento deste ano, como forma de cumprir as regras do arcabouço fiscal e acomodar o aumento de despesas obrigatórias.

Impactos

A limitação de recursos pode levar à redução de inspeções e auditorias, atrasos em processos de certificação e dificuldades na execução de projetos estratégicos da agência. Em momentos anteriores de restrição orçamentária, a Anac chegou a suspender exames teóricos para pilotos e comissários, além de interromper certificações e reduzir fiscalizações.

Essas atividades são consideradas sensíveis porque impactam diretamente a segurança do setor aéreo. A diminuição da frequência de inspeções, por exemplo, pode aumentar o risco de falhas não identificadas em companhias aéreas, aeroportos e oficinas de manutenção.

“A Anac reitera que bloqueios orçamentários que implicam a atuação finalística de agências reguladoras causam prejuízos diretos a toda a sociedade brasileira, além de queda na arrecadação, como no caso da suspensão das ações de certificação. Sem certificação, não há operação de novas aeronaves no mercado de aviação civil brasileiro”, informou em nota.

Orçamento pressionado

O orçamento da Anac já vinha sendo pressionado nos últimos anos. Estimativas internas apontam que os recursos disponíveis não cobrem integralmente as necessidades da agência, o que limita sua capacidade operacional e de expansão.

Mesmo com tentativas de recomposição parcial em períodos anteriores, a agência ainda opera com restrições que afetam desde contratos até deslocamentos de servidores para atividades de fiscalização e certificação.

A Anac alerta que o impacto vai além da gestão interna e pode atingir todo o ecossistema da aviação civil. Isso inclui atrasos na entrada de novas empresas no mercado, entraves à inovação tecnológica e gargalos na formação de mão de obra qualificada.

Além disso, a redução da capacidade de supervisão pode gerar preocupação internacional sobre os padrões de segurança da aviação brasileira, com possíveis reflexos em acordos e operações no exterior.

 

Seleção vai usar três variações de uniforme na fase de grupos da Copa

 


A poucos dias da estreia na Copa do Mundo de 2026, a Seleção Brasileira já sabe quais uniformes utilizará nos compromissos da fase de grupos. A definição foi divulgada pela Fifa nesta segunda-feira (1º) e prevê três combinações diferentes para os primeiros jogos do torneio.

Segundo a CNN, o Brasil abrirá sua participação diante do Marrocos, em 13 de junho, às 19h (de Brasília), em Nova Jersey. Na partida, a equipe comandada por Carlo Ancelotti vestirá a tradicional combinação formada por camisa amarela, calção azul e meias brancas. Os goleiros atuarão com uniforme inteiramente preto. Os marroquinos entrarão em campo com camisa e meias vermelhas, além de calções verdes.

Na segunda rodada, marcada para 19 de junho, na Filadélfia, a Seleção terá uma mudança significativa no visual. Contra o Haiti, os jogadores de linha usarão uniforme totalmente azul, com camisa e calção da mesma cor, complementados por meias pretas. Os goleiros brasileiros vestirão magenta, enquanto os haitianos jogarão com conjunto completamente branco.

Já no terceiro e último compromisso da fase de grupos, diante da Escócia, em 24 de junho, em Miami, o Brasil voltará a utilizar a camisa amarela. Desta vez, porém, o uniforme será composto por calção branco e meias brancas. A principal novidade ficará por conta dos goleiros, que entrarão em campo usando um uniforme integralmente vermelho.

A definição dos trajes acontece no mesmo dia em que a delegação brasileira inicia sua viagem para os Estados Unidos, país que sediará parte da competição ao lado de Canadá e México. A chegada da equipe está prevista para terça-feira (2), quando também será realizado o primeiro treinamento em solo americano.

Antes da estreia no Mundial, a Seleção ainda fará um último teste. O time enfrenta o Egito no dia 6 de junho, em Cleveland, em amistoso preparatório para a competição.

 

VÍDEO: Gustavo Carvalho protocola PL que permite pagamento via PIX nos ônibus intermunicipais

 


O deputado estadual Gustavo Carvalho protocolou na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte um Projeto de Lei que visa modernizar o transporte público intermunicipal do estado por meio da adoção de meios eletrônicos de pagamento, como PIX, cartão por aproximação e carteiras digitais.

A proposta tem como objetivo oferecer mais praticidade, agilidade e segurança aos usuários do transporte coletivo, acompanhando uma realidade já presente no dia a dia da maioria dos brasileiros. Atualmente, muitos passageiros ainda dependem exclusivamente de dinheiro em espécie para efetuar o pagamento das passagens, situação que gera transtornos, dificulta o embarque e não acompanha a evolução tecnológica dos meios de pagamento.

Para Gustavo Carvalho, o projeto representa um avanço importante para a modernização dos serviços públicos oferecidos à população potiguar.

“Hoje, o PIX faz parte da rotina dos brasileiros. É utilizado em supermercados, farmácias, postos de combustíveis, restaurantes e em praticamente todos os setores da economia. Não faz sentido que o transporte intermunicipal ainda permaneça preso a um modelo ultrapassado, que dificulta a vida do cidadão”, destacou o parlamentar.

A proposta também prevê que as empresas operadoras não poderão cobrar taxas adicionais dos passageiros que optarem pelos meios eletrônicos de pagamento.

 


TRE-RN NA JOGADA: Novo aciona Allyson por propaganda antecipada com jingle ligado a Geraldo Melo

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