domingo, 5 de abril de 2026

TANGARAENSE: Quando o povo se levanta, nada pode detê-lo; é olho no olho, ninguém se vende, voz com voz, a chama se estende e renova Tangará, o amanhã já vai chegar.

 


Para tirar o atraso e mudar o rumo das coisas, o povo se levanta e nada pode segurá-lo. Unindo todas as forças em uma corrente do bem, sabemos que estamos um pouco atrasados, e você sabe bem por culpa de quem. Quem consegue viver no escuro se a cidade pode brilhar? Venha fazer parte da história que vamos contar. Quando o povo se levanta, nada pode detê-lo; é olho no olho, ninguém se vende. Voz com voz, a chama se estende e renova Tangará. O amanhã já vai chegar.

Eu acredito no campo aberto e vejo a força popular. É fruto do suor, longe de discursos vazios e sem olhar para o povo. Venha conosco nesta virada, pois está na hora de mudar. O coração bate forte para a cidade se levantar. Renova Tangará, deixe o medo para lá. Quando o povo se levanta, nada pode segurar. Vamos pôr fim ao atraso. Chega de viver no escuro; a cidade de Tangará merece brilhar. O amanhã chegará com o coração batendo forte. Rua cheia, olho no olho, ninguém se vende.

Acredito no que faço, pois Tangará é o meu lar. É do suor do nosso rosto que o futuro brotará. Cada mão que se oferece faz a terra prosperar. Venha com a gente, está na hora de mudar. Renova Tangará, o amanhã já vai chegar. Unindo forças em uma corrente do bem, do bairro Pinheiro ao Baixete, nossa terra merece mais. Chega de promessas vazias e discursos sem olhar. Mão na mão, o futuro vai brotar. Vamos pôr fim ao atraso, você sabe bem de quem. Quando o povo se levanta, nada pode nos deter.

Eu sou Nilson Lima, empresário e político. Comigo está Lilico Bezerra, vindo diretamente de Natal. Vamos acionar, via remota, o nosso amigo Murilo Cabral. Este é o programa "Renova Tangará", um podcast com sugestões, opiniões e conscientização sobre a nossa política, que há muito tempo conta com os mesmos elementos. É importante destacar que Lilico é um ativista político nato; ele se destaca no empresariado, mas a política está no sangue. Ele está aqui hoje para dar sua contribuição ao município de Tangará, fazendo oposição junto conosco e seus aliados. Vamos colocar as cartas na mesa. Bom dia, Nilson Lima. Bom dia a todos que nos ouvem e assistem. Bom dia ao nosso convidado, o ex-vereador Lilico.

Lilico, em 2004, quando você se candidatou inesperadamente a vereador, tinha praticamente a idade de Tiago Lima, meu filho, que entrou na política aos 18 anos. Você tinha 20 anos, certo? Entrar na política de Tangará aos 20 anos, com a responsabilidade de representar seu pai, que era uma liderança forte da família Bezerra, deve ter sido um desafio.

Nilson, naquele momento, meu pai, meu padrinho e meu amigo Murilo Cabral seguraram a bandeira da família Bezerra por muito tempo. Após Murilo, sofremos duas derrotas políticas com Teodorico Neto como candidato da oposição. Chegou um momento em que retiraram três candidaturas no município: a de Erociano, a de Ilo Marinho e a de Teodorico Neto. Naquele instante, o grupo político de Teodorico, Murilo e o seu, do qual você fazia parte, apoiou a candidatura de Jorginho, que era o vice na chapa. Montamos uma nominata e, mesmo com pouca experiência, a população de Tangará me elegeu como o vereador mais votado daquela época, algo pelo qual sou muito grato. Confesso que foi um mandato com maturidade em construção.

Há uma grande diferença entre o Lilico de 2004 e o de hoje. Naquela época, eu era quase uma criança, com pouca experiência e responsabilidade. Hoje, possuo maturidade política após enfrentar diversas campanhas e construir meu próprio caminho. Em 2004, contribuí indiretamente e participei ativamente da campanha para o governo. Na época, a liderança de Tangará já estava praticamente definida com o vice de Gija. Para evitar mais divergências, e com o objetivo de somar, ajudei a população de Tangará que morava em Natal. Tive cerca de 500 votos a mais que Paulinho Freire, que hoje deixou o bloco de Jorginho para se aliar a Gija.

Naquele momento, fazíamos parte do mesmo projeto e conseguimos eleger dois vereadores: eu e você. Por imaturidade política de Jorginho na época, que achava que, por sermos primos, não precisava nos prestigiar formalmente, acabamos sentindo uma divisão. Essa experiência de divisão não é boa. Fiquei apenas quatro anos e, depois, me aproximei de Kaká, uma pessoa a quem quero muito bem. Agora, surge uma proposta inovadora de comunicação e de gestão.

Nilson, você teve a oportunidade de ser nosso candidato a prefeito e, após a última eleição, esta é a primeira vez que fala publicamente sobre o assunto. Por que a desistência na última eleição? Faltou apoio do grupo?

Nilson, sendo aberto, embora alguns não estejam mais conosco, tenho gratidão pelos 736 votos que recebi. Com o tempo, percebi que a nominata era de apoio à candidatura de Jorginho, e eu nunca pensei em votar contra ele. Jorginho era o nome mais forte. Eu pretendia ser candidato a vereador para contribuir na administração dele, mas ele entendeu que era o momento de a oposição ter um novo nome e colocou o meu à disposição. No entanto, pessoas próximas a ele não me deram as condições financeiras e políticas necessárias. Por uma questão de viabilidade, achei melhor recuar. Às vezes, é preciso dar um passo atrás para dar dois à frente. Retirei minha candidatura, e foi quando você decidiu enfrentar a campanha para prefeito. Eu não consegui um vice; até convidei você, mas eu não tinha condições de seguir. Tentei fortalecer o Solidariedade, com o compromisso de eleger dois vereadores. Quando decidi não ser candidato, apoiei Ana de Ilo. Você demonstrou força ao assumir uma candidatura com poucos recursos, provando que política se faz com projetos, não apenas com dinheiro.

Muitos me julgam, achando que tomei a atitude errada, mas foi pelo crescimento do nosso grupo. Não foi algo planejado por Jorginho, por você ou por minha mãe. Jorginho estava bem nas pesquisas, mas Deus tocou meu coração para tomar essa decisão difícil, que envolvia muita gente. Hoje, vejo que foi a escolha certa.

Nilson, eu não aceitei ser vice na época não por desmérito, mas porque já estava com minhas bases prontas para vereador e mudar de última hora seria arriscado. Quando você desistiu e passamos dez dias procurando um candidato sem que ninguém se oferecesse, eu assumi a responsabilidade. Se não tivéssemos um candidato, a oposição estaria morta. Mesmo com dificuldades, reduzimos a margem de votos esperada pela situação em uma campanha "pé no chão", contra uma máquina pública que gastou valores exorbitantes. Em 2023, gastaram cerca de 130 mil reais com terceirizadas na educação; no ano eleitoral, esse valor saltou para 600 mil e agora chegou a 750 mil reais mensais.

 Como disse Kaká Bezerra, a oposição está viva e forte. Ela não é composta apenas por Nilson Lima, mas também por Kaká, Jorginho, Lilico, Edjane e outros. A política de Tangará ainda passa pelas mãos da família Bezerra e de novos nomes. A situação canta vitória antes do tempo, mas ninguém pode afirmar que o atual prefeito, Augusto, é um líder supremo que fará seu sucessor com facilidade. Estamos dialogando diariamente com o povo. Se organizarmos a oposição com união, temos grandes chances de derrotar a oligarquia que está no poder há mais de 30 anos. O modelo de gestão atual é decepcionante; não vemos obras significativas. Tangará vive um marasmo. Tirando o básico, como pagamento de funcionários e saúde regular, não há um diferencial. Como diz nosso amigo Zezinho Dantas, o atual gestor é "antipovo" e não se mistura. Recentemente, aposentados tiveram que protestar na porta da prefeitura para receber seus salários.

Eu me surpreendi com a atitude de Augusto. Ele dizia que não queria a "velha política" por perto, mas ele mesmo se isolou. Um político precisa estar no Catolé, na Lagoa do Feijão, convivendo com o povo e conhecendo suas dores. Basear o sucesso de uma gestão em uma "Festa do Pastel" é pouco, especialmente quando cidades vizinhas realizam eventos maiores com custos menores. Não vemos investimentos em creches do FNDE ou centros de saúde modernos. Parece que apenas pintar um canteiro já é visto como grande obra, o que é um reflexo de gestões passadas também fracas. Eles estão em um bom momento político porque controlam as prefeituras de Sítio Novo e Tangará, mas focam apenas no "feijão com arroz" e no cabide de empregos para agradar aliados, enquanto a população sofre.

O número de alunos não aumentou, então não se justifica o aumento drástico nos gastos com pessoal. São 9 milhões de reais por ano que poderiam ser investidos em infraestrutura ou no fundo previdenciário, que está atrasado. Augusto gasta mal o dinheiro público. São 78 milhões de reais anuais sem a devida prestação de contas. Como oposição, nosso papel é apontar esses erros para que a população perceba e para que, quem sabe, eles tentem melhorar.

Quero ouvir Murilo Cabral. Murilo, na sua visão, qual o futuro da oposição em Tangará? O que podemos apresentar de diferente?

Murilo Cabral: "Bom dia. Eu estava acompanhando a final da Copa do Mundo de Tênis de Mesa, mas voltando ao assunto, vocês falaram bem. É salutar que haja renovação no poder para que as pessoas não fiquem acomodadas. A renovação permite que novas ideias e métodos de administração surjam. Vejo que Tangará está ficando para trás em relação às cidades vizinhas. Participo da política desde 1978 e vi tempos em que a cidade tinha dois deputados estaduais e realizava obras com recursos próprios, apesar das dificuldades da época. Hoje, só se fala em cabide de empregos e problemas na previdência municipal. O município paga menos do que deveria ao fundo patronal, o que gerará um problema jurídico e financeiro grave no futuro. Não se pode gastar tudo com pessoal e esquecer o básico, como remédios. Precisamos voltar ao estilo de antigamente, onde as coisas funcionavam com mais seriedade. Esta eleição é uma oportunidade para elegermos representantes comprometidos com a verdade."

Lilico, na sua opinião, por que o prestígio político de Tangará parece estar sendo usado para beneficiar Sítio Novo? Lá parece um canteiro de obras, enquanto aqui as coisas não avançam.

Nilson, eu trabalho com obras públicas e vejo que outros municípios conseguem investir milhões em benefícios para a cidade. Em Tangará, não vemos o prefeito inaugurar uma creche ou escola nova. Vemos gastos com manutenção, mas nada de impacto. Estive com a senadora Zenaide e ela mencionou o envio de emendas parlamentares. O prestígio para conseguir recursos existe, mas não vemos o resultado em obras importantes. Augusto pregava ser um político moderno, mas pratica a velha política. Ele isola adversários e até aliados antigos, governando de forma fechada.

Sobre o movimento dos servidores inativos: os aposentados foram pegos de surpresa quando o pagamento, que deveria ocorrer no dia 25, atrasou quase uma semana. Houve uma sessão extraordinária na Câmara para tratar do aporte financeiro. Meu filho Tiago Lima, Everton e Wilson não compareceram, mas a vereadora Ana de Ilo participou e votou a favor do projeto do prefeito. Respeito a posição dela, mas foi com esse voto que aprovaram a redução da alíquota patronal. Isso mostra que o estudo atuarial foi ineficaz. O prefeito é obrigado por normas do Tribunal de Contas a complementar o déficit; ele não faz isso por bondade, mas para evitar multas e bloqueios.

Parabenizo Marisete e o sindicato pela coragem de protestar. O funcionário público hoje tem medo de se aposentar e não receber. Se eu fosse prefeito, trataria a previdência com a responsabilidade que ela exige, pois esse dinheiro não pertence à gestão, mas aos trabalhadores. O fundo garantidor é essencial para evitar que o município fique engessado no futuro. Mesmo que a previdência enfrente dificuldades, a justiça garante o direito ao salário, mas a má gestão atual compromete as próximas gerações.

Lilico, sobre os boatos de que você seria candidato a deputado federal, o que há de verdade nisso?

 Nilson, eu faço parte de um grupo ligado a Ezequiel Ferreira e ao PSDB. Cristiano Dantas me fez um convite informal. Analisamos a viabilidade, pois o partido tem nomes fortes, mas se entenderem que a região do Trairi precisa de um representante na nominata, meu nome está à disposição. Não há nada garantido. Se eu for candidato, será por uma questão partidária e de grupo, agindo como um soldado. Isso não significa que estou abandonando o projeto local; pelo contrário, pode fortalecer uma futura candidatura a prefeito, se for o consenso do grupo.

A oposição precisa estar unida. Temos nomes como o seu, o de Edjane, o de Andinho e o meu. Se o grupo entender que você é o melhor nome para a prefeitura, terá meu apoio incondicional e o do meu grupo, incluindo o vereador Everton Gato e outros aliados. Da mesma forma, espero que a reciprocidade exista. Política se faz com diálogo e sem vaidades excessivas.

Nesta campanha para deputados, cada subgrupo da oposição tem seus candidatos. Nós apoiamos Gustavo Carvalho para estadual e temos compromissos com nomes que podem trazer recursos para Tangará. Independentemente de divergências pontuais sobre candidatos ao governo ou senado, o foco principal deve ser a união da oposição para o futuro da cidade.

Para encerrar, gostaria de mencionar a entrega do peixe da Semana Santa. Pelo segundo ano consecutivo, organizamos essa ação na zona rural. Mesmo fora do poder e com recursos limitados, conseguimos distribuir 750 quilos de peixe, atendendo centenas de famílias em comunidades como Irapuru, Ronda e na rua Santa Rita. Agradeço a Jorginho, Kaká e Miguelzinho pela parceria. Miguelzinho foi fundamental ao incentivar a ação. Agradeço também a toda a equipe: Zezinho Dantas, Robertinho, Tiago Lima, Felipe Silva, Renatinho, Valério, Valtinho, Pastor Naldo e Damião. É um gesto de solidariedade que pretendemos manter.

Chegamos ao fim de mais um "Renova Tangará". Murilo, obrigado pela paciência e participação. Lilico, obrigado pela vinda e pelos esclarecimentos. No próximo domingo, teremos mais um programa. Pretendo convidar Edjane para mostrar que nosso time não tem egoísmo e que estamos prontos para trabalhar por Tangará. Quem ama, renova. Até o próximo domingo.

Murilo Cavalcante Cabral

TANGARAENSE – RESUMO CONCISO: O projeto Renova Tangará, em sua 6ª edição realizada em 05 de ABRIL de 2026, teve um diálogo estratégico entre lideranças, o sentimento de urgência por mudanças estruturais na administração municipal, dominou a pauta

 


A política de Tangará atravessa um momento de intensa redefinição, marcado pelo fortalecimento de um discurso de renovação que busca romper com décadas de hegemonia de grupos tradicionais. Em um diálogo estratégico entre lideranças, o sentimento de urgência por mudanças estruturais na administração municipal domina a pauta, unindo forças que antes se encontravam dispersas em torno de um projeto comum de desenvolvimento.

📈 A Trajetória de Lilico Bezerra: Da Imaturidade à Maturidade Política

 Figura central na oposição, Lilico Bezerra iniciou sua jornada em 2004, aos 20 anos, herdando a responsabilidade de representar o legado de seu pai e a liderança da família Bezerra. Eleito o vereador mais votado na época, ele admite que seu primeiro mandato foi marcado pela pouca experiência.

Hoje, Lilico se apresenta como um político amadurecido, capaz de analisar criticamente o passado. Sua evolução é pautada por:

Experiência Prática: Vivência em diversas campanhas e no setor empresarial.

Visão Estratégica: Reconhecimento de que a divisão interna da oposição no passado foi prejudicial.

Resiliência: Capacidade de recuar estrategicamente, como na última eleição para prefeito, para fortalecer o bloco a longo prazo.

 "Às vezes a pessoa tem que dar um passo para trás para dar dois para frente. Retirei minha candidatura para fortalecer o Solidariedade e o projeto da oposição." — Lilico Bezerra

🚗 A Estratégia "4x4" e a União da Oposição

A oposição tem sido descrita pela metáfora "4x4" — uma referência a veículos robustos e traçados, simbolizando a força e a união do grupo. O bloco prioriza a convergência para enfrentar a atual administração, deixando de lado vaidades pessoais.

🤝 Lideranças e Alianças

Núcleo Duro: Lilico, Edjane, Andinho e Miguelzinho.

Pilares de Suporte: Everton Gato, Cezinha Barbosa, Ricardo Nego Chato, Hilton Rocha e Paulo Paduca.

Articulação Jovem: O vereador Tiago Lima atua como peça fundamental na conexão com a juventude.

O critério para a escolha do candidato a prefeito será a viabilidade eleitoral e o apoio popular, focando em projetos de desenvolvimento urbano e transparência em vez de poder econômico.

🔍 Radiografia da Gestão Atual: Críticas à Administração de Augusto

A gestão do prefeito Augusto é alvo de severas críticas, sendo definida pela oposição como uma "maquiagem" da velha política sob um verniz de modernidade.

🏗 Estagnação em Infraestrutura

Diferente de municípios vizinhos como Sítio Novo, descritos como "canteiros de obras", Tangará careceria de projetos estruturantes. As intervenções seriam limitadas a:

1 - Pintura de canteiros e limpeza de meios-fios.

2 - Operações tapa-buraco pontuais.

3 - Manutenção básica de prédios, sem inauguração de novas escolas ou centros de saúde de referência.

💸 Gestão de Recursos e o "Teatro"

Político Há denúncias sobre o aumento desproporcional nos gastos com pessoal e terceirizadas na educação, saltando de R$ 130 mil em 2023 para R$ 750 mil em ano eleitoral (cerca de R$ 9 milhões anuais). Além disso, a oposição argumenta que o distanciamento entre o prefeito e a liderança tradicional (Gija) é apenas retórico, mantendo a influência da família Alves intacta.

⚠ A Crise no Tangará-Previ e o Direito dos Inativos

Um dos pontos mais sensíveis é a fragilidade do Tangará-Previ (Regime Próprio de Previdência Social), que resultou em atrasos nos pagamentos de aposentados e pensionistas.

Problema Identificado                          Consequência Direta

Redução da alíquota patronal              Déficit atuarial e insegurança financeira.

Ausência de concurso público         Falta de novos contribuintes ativos no sistema.

Atraso nos repasses            Necessidade de protestos para garantir salários.

Estudo atuarial ineficaz     Planejamento falho que compromete gerações futuras.

  Diretrizes para a Recuperação Municipal

Implementar plano de urbanismo e paisagismo na entrada da cidade (BR-226).

Realizar concurso público para equilibrar o Tangará-Previ.

Auditar contratos de terceirização na educação e saúde.

Buscar emendas parlamentares para obras de grande porte (creches e hospitais).

 Criar um Fundo Garantidor para a previdência.

🐟 Ações Sociais e Mobilização Comunitária

Mesmo fora do poder executivo, a oposição mantém a tradição da entrega de peixes na Semana Santa, alcançando 750 quilos distribuídos com recursos próprios e apoio de voluntários. Localidades Atendidas:

📍 Assentamento Três Voltas e Irapuru (completo).

📍 Assentamento Ronda (Vila de Beleza, Vila Mário e Zé Rato). Sítio Jacú

📍 Rua Santa Rita (zona urbana) e atendimentos avulsos na cidade.

🗺 Alinhamento Regional e Nacional (PSDB e Eleições Estaduais)

O cenário em Tangará está conectado a movimentações no estado, especialmente com o alinhamento ao PSDB de Ezequiel Ferreira e Cristiane Dantas.

🏛 Possibilidade de Candidatura Federal

Existe a análise de viabilidade para uma candidatura à Câmara Federal para preencher o vácuo de representatividade no Trairi. Tal projeto não anularia as pretensões locais, mas serviria para fortalecer o nome do grupo para o pleito municipal subsequente.

🗳 Definições de Apoio Político

Cargo                        Candidato(a)                         Contexto /apoio

Deputado Estadual   Gustavo Carvalho    Parceria com Kaká e Jorginho Bezerra.

Governador                Álvaro Dias            Representatividade regional e amizade com Babá.

Senador                   Styvenson Valentim   Tendência acompanhando o grupo de Cristiane Dantas.

 Deputado Federal      João Maia / PSDB     Apoio dividido entre as bases internas.

⏳ Perspectiva Histórica e Futuro

A política local evoluiu de disputas memoráveis nos anos 80 (João Henrique vs. Teodurico) para a era de Gija e Jorginho Bezerra. O momento atual exige, segundo a oposição, um desprendimento das "brigas e arengas" do passado para focar na industrialização e retomada econômica.

Com uma base sólida de 44,22% dos votos obtidos na última eleição majoritária, a oposição acredita que a união total e a fiscalização constante (via redes sociais e podcasts) são as chaves para derrotar o que chamam de "oligarquia" e retomar o desenvolvimento de Tangará

Murilo Cavalcante Cabral

NÃO BRINQUE COM ESSE GALEGÃO: Trump diz 'considerar explodir tudo' no Irã e 'assumir o petróleo'

 


Em entrevista à Fox News, Trump afirmou que há “boas chances” de um entendimento com Teerã, mas alertou que, se as negociações fracassarem, os Estados Unidos podem ampliar os ataques. Segundo ele, está “considerando explodir tudo e assumir o controle do petróleo”. Com informações do UOL.

O republicano também ameaçou realizar ataques coordenados contra infraestruturas iranianas e declarou que uma possível ofensiva poderá atingir usinas elétricas e pontes no país. Em publicação na rede Truth Social, ele fez novos ataques verbais e pressionou pela reabertura imediata da rota marítima.

Trump já havia estabelecido prazos anteriores para um acordo. No sábado (4), deu 48 horas para avanços nas negociações sobre o Estreito de Hormuz, após um ultimato anterior de dez dias.

Apesar das ameaças, o presidente afirmou que os EUA não dependem do petróleo que passa pela região e defendeu que outros países assumam a responsabilidade pela segurança da rota.

Enquanto isso, o Irã e Omã iniciaram discussões para uma reabertura “segura e tranquila” do estreito, considerado vital para o comércio global.

Reações

As declarações de Trump provocaram forte reação do governo iraniano. Um porta-voz da presidência do país criticou duramente o líder norte-americano, acusando-o de agir com desespero e de incentivar uma escalada de conflito na região.

A Organização das Nações Unidas também repudiou as ameaças e classificou as falas como perigosas. Em nota, a entidade alertou que declarações desse tipo podem representar incentivo a crimes de guerra e pediu ação imediata da comunidade internacional.

Impacto global

O Estreito de Hormuz permanece fechado há mais de um mês, afetando diretamente o comércio internacional. A passagem é responsável pelo transporte de cerca de 20% de todo o petróleo mundial, além de fertilizantes e plásticos.

Com o bloqueio, o preço do petróleo disparou no mercado internacional. O barril do tipo Brent acumula alta superior a 50% desde o fim de fevereiro, refletindo o temor de uma crise energética global.

 

Injeção anticoncepcional masculina pode bloquear espermatozoides por até dois anos

 


Uma nova alternativa de contracepção masculina está em desenvolvimento e tem chamado a atenção da comunidade científica. Trata-se de uma injeção experimental capaz de bloquear a passagem dos espermatozoides por até dois anos, sem interferir na produção hormonal.

O método, conhecido como ADAM, consiste na aplicação de um hidrogel nos canais deferentes, estruturas responsáveis por transportar os espermatozoides. A substância forma uma barreira física que impede a presença dessas células no sêmen durante a ejaculação. Com isso, o homem mantém a função sexual normal, mas sem capacidade de fecundação.

Diferente da vasectomia, que é considerada um procedimento permanente, a proposta da nova técnica é oferecer um efeito temporário e potencialmente reversível. A expectativa é que, após cerca de 24 meses, o gel seja absorvido pelo organismo ou possa ser removido por intervenção médica.

Outro ponto destacado pelos pesquisadores é que o método não utiliza hormônios, o que reduz a possibilidade de efeitos colaterais como alterações na libido ou nos níveis de testosterona.

Apesar dos resultados iniciais considerados promissores, a injeção ainda está em fase de testes clínicos e não foi liberada para uso comercial. Especialistas apontam que, caso os estudos confirmem a eficácia e segurança, o produto poderá chegar ao mercado nos próximos anos.

A iniciativa é vista como um avanço nas opções de planejamento familiar, ampliando a participação masculina na contracepção, que atualmente se concentra principalmente no uso de preservativos e na realização de vasectomia.

 

Desembargador que voou com Nunes Marques deu liminar favorável a filho do ministro

 


O desembargador Newton Ramos, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, concedeu uma decisão liminar favorável ao advogado Kevin de Carvalho Marques cerca de um mês após ter viajado com o ministro Kassio Nunes Marques. A informação foi revelada pelo jornal O Estado de S. Paulo.

O caso envolve uma ação da Refinaria de Manguinhos (Refit) contra a Agência Nacional do Petróleo (ANP). Mesmo não sendo o relator do processo, Newton Ramos atuou como substituto e decidiu suspender uma deliberação administrativa da agência. A defesa do desembargador afirma que não há impedimento legal para sua atuação no caso.

A relação entre os envolvidos inclui viagens em comum e proximidade profissional. Segundo a reportagem, a viagem a Maceió foi custeada pela advogada Camilla Ewerton Ramos, esposa do desembargador, e contou com a presença do ministro. Além disso, Newton Ramos já atuou como auxiliar de Nunes Marques no TRF-1 e foi promovido ao cargo de desembargador em 2023.

Em conversa com Lula, Davi Alcolumbre lava as mãos sobre indicação de Messias ao STF

 


Na conversa que teve com Lula, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, disse que não teria como ajudar o ministro da AGU, Jorge Messias, a ser aprovado no Senado.

Lula disse a Alcolumbre que decidiu enviar aos senadores a indicação de Messias ao STF, diante de um apelo angustiado do próprio chefe da AGU, que já não aguenta a espera.

Se não pode ajudar, Alcolumbre, ao que consta, não irá atrapalhar.

Messias já conversou com quase todos os senadores sobre sua indicação ao Supremo. Para chegar ao tribunal, ele precisará da aprovação dos senadores que integram a Comissão de Constituição e Justiça do Senado e, depois, do próprio plenário da Casa.

O cenário não é nada animador, dado que Alcolumbre tem candidato para a vaga, no caso, o senador Rodrigo Pacheco.

VEJA

Nominatas formadas, mas os candidatos surpresa ainda podem mudar o jogo

 


Ninguém pode mais trocar de partido para concorrer nas eleições de 2026. O prazo encerrou. Na teoria, as nominatas estão fechadas. Na prática, alguns pontos ainda podem mudar e vão mudar.

O primeiro personagem a observar é o candidato surpresa. Aquele que está filiado, tem densidade de votos ou de imagem, e que pode decidir entrar na disputa até o momento das convenções partidárias. Não anunciou, não apareceu nas fotos, não deu entrevista sobre candidatura, mas está lá, de olho nos números e esperando o momento certo.

O segundo é o ex-candidato. Aquele que apareceu em todas as fotos da nominata, participou dos eventos, recebeu abraços e aplausos, mas foi convencido a desistir nos bastidores. Por negociação, por pressão, por pragmatismo ou por falta de recursos. Saiu sem fazer barulho, mas com mágoa que vai aparecer lá na frente.

E há um terceiro ponto que o eleitor tende a esquecer: depois desse momento de aparente união entre os candidatos da mesma nominata, quando todos sorriem juntos para a foto, eles passam a ser adversários diretos. Às vezes até inimigos. Vão disputar o mesmo voto, o mesmo palanque, o mesmo espaço de mídia. A fotografia da aliança dura pouco. A campanha de verdade é outra história.​​​​​​​​​​​​​​​​

 

MP recua e admite que Monark não promoveu discurso de ódio. O STF bloqueou 40 contas de alguém que não cometeu crime

 


O Ministério Público recuou formalmente no caso Monark e concluiu que a fala sobre nazismo feita em 2022 não configurou discurso de ódio.

O problema é que Moraes já tinha bloqueado as contas do influenciador em 40 plataformas diferentes, incluindo TikTok e YouTube. O bloqueio veio antes da conclusão. A punição veio antes do crime ser provado. E agora o MP diz que não havia crime.

Isso é o resumo de como o STF operou nos últimos anos: bloqueia primeiro, investiga depois, e quando a investigação não confirma o crime, ninguém devolve o que foi tirado. O relatório americano cita o caso Monark. Agora o próprio MP brasileiro confirma o que estava escrito lá.

 

 

A solidão da antessala vazia: Fátima Bezerra vai descobrir o preço da incompetência

 


Fátima Bezerra, a Coveira do RN, vai agora enfrentar o castigo mais cruel da política: a antessala vazia.

Quando não há perspectiva de poder, os bajuladores somem. Os apaniguados desaparecem. Os lambe-botas encontram outro sapato para lustrar. É assim que funciona. O círculo de aduladores que sustentou a narrativa de um governo que nunca existiu de fato vai se dissolver na mesma velocidade com que ficou claro que Fátima não tem mais nada a oferecer.

A governadora foi engolida pela própria incompetência. Governo desastroso, promessas não cumpridas, lorotas que nunca saíram do papel e uma dívida que chegou a R$ 12 bilhões. Para completar, ainda tentou armar uma cilada para Walter Alves que terminou caindo no próprio colo, como costuma acontecer com quem joga xadrez sem saber as regras.

O futuro de Fátima na política é sombrio. Não tem prestígio real com Lula, que a tolera por necessidade de palanque no Nordeste e por nada mais. Dificilmente vai eleger o sucessor, já que Cadu Xavier carrega o peso de uma gestão que o eleitorado quer esquecer. E a turma do PT que deve ter algum êxito em outubro no RN pertence a outras correntes, não à dela.

Fátima ficou mais nove meses no governo. Mas já saiu da política antes de ir embora.​​​​​​​​​​​​​​​​

 

 

Zé Dirceu propõe reforma do STF 'frente às evidências'

 


Em ano eleitoral, o ex-ministro José Dirceu passou a defender uma reforma no STF “frente às evidências”.

“Outra questão é a reforma que temos que fazer, frente às evidências”, disse Dirceu, em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, publicada neste domingo, 5. “Quando uma pesquisa mostra que 70% das pessoas querem que o Supremo mude, a Corte tem que fazer uma autorreflexão. Desconhecer a opinião pública é um erro.”

Conforme o ex-ministro, “o ideal é que o Supremo faça uma autorreforma, como já fez no caso dos penduricalhos”. “Não vai mostrar fraqueza”, observou. “Ele vai mostrar que está em sintonia com o sentimento do país.”

Para Dirceu, discutir o assunto não é sinônimo de ser contrário à democracia, mas, sim, um “sentimento por mudanças”.

“É preciso debater a adoção de um código de ética”, exemplificou. “Ministro precisa ter mandato ou limite de idade para ficar no STF? Quais são as restrições para ser sócio de uma empresa?”

De acordo com Dirceu, o STF “não precisa ter medo de debater com o país”. O petista disse que, como cidadão, tem o “direito de cobrar transparência dos ministros”.

Interpelado a respeito do escândalo do Banco Master, Dirceu se esquivou.

“Temos que ter frieza e serenidade para discutir uma reforma política e institucional no Brasil, que distribua renda, que implante a fidelidade partidária”, declarou. “A opinião pública mudou. Aquela de cinco milhões de pessoas já era. Hoje, se cair o teto aqui nessa entrevista, em cinco minutos, 60 milhões, 80, 100 milhões de pessoas ficam sabendo. É com essa opinião pública que temos que dialogar.”

Segundo o ex-ministro, uma eventual delação do empresário Daniel Vorcaro não vai atingir o Palácio do Planalto.

“Pode talvez trazer um desgaste na disputa política por causa da contratação, pelo Master, do Guido Mantega, do Ricardo Lewandowski”, constatou. “Mas isso não quer dizer que essas pessoas estão ligadas a algum crime. Há uma tentativa de sequestrar politicamente essa agenda e jogar o escândalo nas costas do governo. Quem deu a carta-patente ao Master, que deu início a todo esse processo, foi o Banco Central no governo Bolsonaro.”

REVISTA OESTE

Lula está gagá como Biden? A Gazeta do Povo coloca a pergunta que o Planalto mais teme

 


O presidente Lula, que ocupa o Palácio do Planalto desde 2023, vai completar 81 anos em outubro, exatamente no mês da eleição. A Gazeta do Povo publicou a pergunta que ninguém no governo quer ver escrita: Lula está gagá como Biden?

 A lista de lapsos, erros de memória, gafes e inversões de conceito que o Poder360 catalogou em 157 declarações controversas está dando munição para esse debate. Biden tinha 81 anos quando desistiu da reeleição depois de um debate desastroso.

 O Planalto nega qualquer comparação e diz que Lula está saudável. Mas o microfone continua aberto. E a cada improviso, a pergunta fica mais difícil de ignorar.

 

 

TANGARAENSE: Quando o povo se levanta, nada pode detê-lo; é olho no olho, ninguém se vende, voz com voz, a chama se estende e renova Tangará, o amanhã já vai chegar.

  Para tirar o atraso e mudar o rumo das coisas, o povo se levanta e nada pode segurá-lo. Unindo todas as forças em uma corrente do bem, sab...