quarta-feira, 13 de maio de 2026

VÍDEO - URGENTE: Flávio desmente financiamento de Vorcaro para filme de Bolsonaro e diz: “é dinheiro privado”

 



O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) se manifestou sobre mensagens e áudios trocados com o banqueiro Daniel Vorcaro, citados em reportagem do The Intercept Brasil. Segundo a publicação, Vorcaro teria destinado R$ 61 milhões para a produção do filme biográfico “Dark Horse”, que retrata a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Flávio confirma a existência dos diálogos e diz que se tratava de um “um filho procurando patrocínio privado para um filme”. Ele disse que conheceu Vorcaro em dezembro de 2024, período em que, segundo ele, não havia acusações públicas contra o banqueiro.

Flávio também afirmou que não houve uso de dinheiro público no projeto.

O senador defendeu que a iniciativa se tratava de um investimento privado e chegou a mencionar a necessidade de uma CPI para investigar o Banco Master, afirmando que o objetivo seria “separar inocentes de bandidos”.

NOTA À IMPRENSA

Mais do que nunca é fundamental a instalação da CPI do Banco Master. É preciso separar os inocentes, dos bandidos. No nosso caso, o que aconteceu foi um filho, procurando patrocínio PRIVADO para um filme PRIVADO sobre a história do próprio pai. Zero de dinheiro público. Zero de lei Rouanet. Conheci Daniel Vorcaro em dezembro de 2024, quando o governo Bolsonaro já havia acabado, e quando não existiam acusações nem suspeitas públicas sobre o banqueiro. O contato é retomado quando há atraso no pagamento das parcelas de patrocínio necessárias para a conclusão do filme. Não ofereci vantagens em troca. Não promovi encontros privados fora da agenda. Não intermediei negócios com o governo. Não recebi dinheiro ou qualquer vantagem. Isso é muito diferente das relações espúrias do governo Lula e seus representantes com Vorcaro. Por isso, reitero, CPI do MASTER JÁ.

 

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VÍDEO: Flávio Bolsonaro nega tudo: "É mentira, é dinheiro privado"

 



O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) negou categoricamente que o filme Dark Horse tenha sido financiado por Daniel Vorcaro. Em entrevista ao Intercept Brasil, antes da publicação do áudio, o pré-candidato à Presidência foi direto: "É mentira". Segundo ele, a produção foi bancada integralmente com "dinheiro privado", sem qualquer participação do dono do Banco Master. O problema é que o áudio divulgado em seguida diz exatamente o contrário.

Na gravação, atribuída a 8 de setembro de 2025, Flávio aparece cobrando Vorcaro pelos pagamentos em atraso: "Fico sem graça de ficar te cobrando, mas é que está em um momento muito decisivo do filme e como tem muita parcela para trás, está todo mundo tenso, preocupado." A mensagem não deixa margem para interpretação alternativa. Há cobranças, há parcelas, há um interlocutor identificado. Se é "dinheiro privado", por que Flávio estava pessoalmente cobrando o banqueiro por repasses à produção?

A contradição entre o que o senador declarou à imprensa e o que o áudio registra é o nó central dessa crise. Flávio terá que explicar como pode negar um financiamento que ele próprio cobrou em mensagem de voz. Em ano eleitoral, com sua candidatura ao Planalto já fragilizada por altos índices de rejeição, a defesa de que "é tudo mentira" pode funcionar na base bolsonarista mais fiel. Mas para o eleitor do meio, que decide eleição, negar o que está gravado costuma ser o começo do fim.

 CPI DO BANCO MASTER JÁ! Chegou a hora de separar os inocentes dos bandidos – Flávio Bolsonaro.

 

BASTIDOR: Além de Bolsonaro, Vorcaro teria financiado filmes sobre Lula e Temer

 


O empresário Daniel Vorcaro também teria financiado produções audiovisuais relacionadas aos ex-presidentes Michel Temer (MDB) e Lula (PT), segundo informação publicada pelo jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo.

A revelação surgiu após repercussão envolvendo um áudio atribuído ao senador Flávio Bolsonaro (PL) pedindo apoio financeiro para um filme biográfico sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Segundo Jardim, pessoas ligadas a Vorcaro afirmam que o empresário teria colocado recursos em duas produções sobre presidentes brasileiros.

Uma delas seria o documentário “963 dias — A história de um presidente que recolocou o Brasil nos trilhos”, obra sobre a gestão de Michel Temer dirigida por Bruno Barreto. A outra seria um documentário sobre Lula dirigido pelo cineasta Oliver Stone em 2024.

Segundo a publicação, ainda não há informações sobre as condições em que os recursos teriam sido repassados. O produtor do documentário sobre Temer, Elsinho Mouco, negou ter solicitado dinheiro a Vorcaro.

 

Bolsonaristas admitem estrago e já falam em retomar candidatura de Michelle

 


Bolsonaristas admitiram à CNN Brasil a força da denúncia contra ele revelada pelo The Intercept Brasil e relataram à CNN Brasil que o episódio pode fazer com que o grupo retome o debate sobre lançar a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro para a Presidência.

Os primeiros relatos do entorno do senador Flavio Bolsonaro são no sentido de entender a relação entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro. Bolsonaristas acionaram o entorno do banqueiro para tirar dúvidas sobre eventuais pagamentos feitos pelo empresário à família.

O estrago, porém, admitem, deve ser grande, e alternativas começam a ser pensadas.

O nome do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, é lembrado, mas ele não pode mais ser candidato porque passou do prazo de desincompatibilização.

Michelle Bolsonaro seria o nome óbvio, mas a relação dela com os filhos de Jair Bolsonaro é considerada péssima. Bolsonaristas relataram à CNN Brasil que Flávio e ela mal se cumprimentaram durante a posse de Kassio Nunes Marques no TSE.

Nesse cenário, os aliados do senador dizem, porém, que ainda é preciso avaliar se o episódio ganhará tração política e que era necessário aguardar, porque há a expectativa também de que o Caso Master atinja o entorno de Luiz Inácio Lula da Silva, em especial o PT da Bahia, dada a relação de petistas baianos com o ex-sócio de Daniel Vorcaro, Augusto Lima.

 

Master pagou R$ 2,3 milhões a empresa usada para financiar filme de Bolsonaro

 


Banco Master pagou diretamente à Entre Investimentos R$ 2,329 milhões de reais em 2025, empresa que teria sido utilizada para repasses de dinheiro entre Daniel Vorcaro e a produção de um filme sobre a trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro, o “Dark Horse”. A informação está nas declarações de Imposto de Renda do banco. Reportagem do The Intercept Brasil desta quarta-feira (13) descreve um acerto de R$ 134 milhões entre o pré-candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL) e Vorcaro para o financiamento da obra, usando a Entre Investimentos como veículo. A equipe da coluna confirmou com fontes da investigação a existência dos diálogos.

Os dados sobre pagamentos à Entre constam no material entregue pela Receita Federal à CPI do Crime Organizado e obtido pela equipe da coluna. O pagamento para a Entre pelo Master demonstra a relação entre a empresa e o banco.

A articulação teria envolvido o deputado cassado Eduardo Bolsonaro (PL), o deputado federal Mario Frias (PL-SP), creditado como um dos roteiristas do filme, e o dono da agência Mithi, Thiago Miranda, sócio e fundador do Portal Léo Dias.

Segundo a reportagem, o dono do Master deixou claro em mensagens que os repasses eram prioridade absoluta. O Intercept exibiu ainda um áudio e mensagens trocadas por Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro sobre o filme. Nas mensagens, o senador e agora pré-candidato ao Planalto pelo PL marca reuniões com Vorcaro e chega a enviar um vídeo do local da gravação do filme.

Por fim, em 16 de novembro, na véspera da primeira prisão do banqueiro, Flávio envia um áudio em que cobra Vorcaro por repasses atrasados: “Irmão, estou e estarei contigo sempre, não tem meia conversa entre a gente. Só preciso que me dê uma luz! Abs!”.

A Entre Investimentos tem como sócio-administrador Antonio Carlos Freixo Júnior. Ambos são os controladores da revista IstoÉ, que, segundo Thiago Miranda afirmou à equipe da coluna, foi adquirida indiretamente por Vorcaro ao lado de outros veículos de comunicação com o objetivo de formar um conglomerado midiático.

Ainda de acordo o site, o pagamento dos R$ 134 milhões se daria através de 14 parcelas.

Em nota, Flávio confirmou os contatos com Vorcaro, mas disse que o conheceu depois do final do governo Jair Bolsonaro e alegou que se trata de um financiamento privado (leia a integra ao final da matéria).

A reportagem do Intercept reproduz mensagens trocadas em janeiro de 2025 entre Vorcaro e seu cunhado, Fabiano Zettel, tido pelos investigadores como seu operador financeiro, na qual o CEO do Master reclama de atrasos no pagamento das parcelas para o filme de Bolsonaro. Zettel, então, relata entraves para concluir os repasses, que seriam feitos em dólar por meio de remessas internacionais.

O banqueiro, então, orienta o cunhado a realizar o pagamento por meio da Entre Investimentos. Dias depois, Zettel pergunta se poderia “pedir pro Minas” – referência a Freixo Júnior, cujo contato foi salvo no celular de Vorcaro como “Mineiro”.

De acordo com o site, Fabiano Zettel pouco tempo depois um comprovante do repasse de US$ 2 milhões para um fundo ligado à produção do filme pela Entre Investimentos.

Procurada, a assessoria de Vorcaro ainda não se manifestou. O banqueiro e Zettel estão presos desde a segunda fase da Operação Compliance Zero em março. A equipe da coluna tenta contato com a assessoria de Flávio Bolsonaro.

Produção reúne estrelas de Hollywood

O filme “Dark Horse” tem estreia prevista para 11 de setembro e deverá servir de munição da tropa de choque bolsonarista na guerra de narrativas da disputa eleitoral, ao recontar a trajetória do ex-presidente, com destaque para o episódio do atentado à faca na campanha de 2018.

O longa-metragem é estrelado pelo ator americano Jim Caviezel, que interpreta Bolsonaro e se tornou célebre no papel de Jesus Cristo no filme “A paixão de Cristo”, de Mel Gibson. Caviezel passou cerca de três meses no Brasil gravando cenas da produção, que conta com outros nomes hollywoodianos, como Esai Morales, que interpretou o vilão de “Missão: Impossível - O acerto final”.

Segundo a ficha técnica do filme no site IMDb, o ator brasileiro Marcus Ornellas interpretará Flávio. A produção também escalou outros artistas para viver Eduardo e Carlos Bolsonaro, além da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.

Mais do que nunca é fundamental a instalação da CPI do Banco Master. É preciso separar os inocentes, dos bandidos. No nosso caso, o que aconteceu foi um filho, procurando patrocínio PRIVADO para um filme PRIVADO sobre a história do próprio pai. Zero de dinheiro público. Zero de lei Rouanet. Conheci Daniel Vorcaro em dezembro de 2024, quando o governo Bolsonaro já havia acabado, e quando não existiam acusações nem suspeitas públicas sobre o banqueiro.

O contato é retomado quando há atraso no pagamento das parcelas de patrocínio necessárias para a conclusão do filme. Não ofereci vantagens em troca. Não promovi encontros privados fora da agenda. Não intermediei negócios com o governo. Não recebi dinheiro ou qualquer vantagem. Isso é muito diferente das relações espúrias do governo Lula e seus representantes com Vorcaro. Por isso, reitero, CPI do MASTER JÁ.

 

A conta não fecha: Governo dizia que taxa das blusinhas não mudaria valor; agora diz que revogação deixará compras mais baratas

 


Quando a "taxa das blusinhas" foi criada, em agosto de 2024, o governo federal garantiu que a cobrança de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50 não teria impacto significativo nos preços. Era só uma questão de "justiça tributária", de "isonomia" com o comércio nacional. Nada que pesasse no bolso do consumidor. 

Pois bem: nesta quarta-feira (13), bastou a Medida Provisória zerar o imposto para que especialistas cravassem que os preços vão cair cerca de 17% de forma quase imediata. Se a taxa não encarecia, como sua ausência barateia? As duas coisas não podem ser verdade ao mesmo tempo. Ou o governo mentiu lá atrás, ou está vendendo ilusão agora. Em qualquer cenário, alguém está sendo enganado.

E os números tornam a contradição ainda mais constrangedora. O governo projetava arrecadar R$ 700 milhões com a medida em 2024. Arrecadou R$ 8,66 bilhões no acumulado desde então, mais de 12 vezes a estimativa original. Um tributo que supostamente "não fazia diferença" movimentou bilhões dos bolsos dos consumidores direto para os cofres federais. A própria CNI reconheceu que a taxa ajudou a preservar 135 mil empregos e manteve R$ 20 bilhões circulando na economia. Então fazia diferença, sim. E muita.

O que se revela é um padrão que já deveria ser familiar ao brasileiro: a narrativa muda conforme a conveniência política. Em 2024, quando o governo precisava de receita, a taxa "não pesava". Em 2026, com as urnas se aproximando, a mesma taxa vira um sacrifício heroico do presidente em nome do povo. O ICMS estadual de 17% a 20% continua lá, intocado, e ninguém fala dele. Mas os 20% federais, aqueles que eram inofensivos, agora representam a fronteira entre o caro e o barato.

O consumidor brasileiro pagou R$ 8,66 bilhões para reaprender uma velha lição: em Brasília, o preço das coisas sobe por "justiça" e desce por "bondade". Mas a conta, como sempre, é do mesmo de sempre.

 

A "taxa das blusinhas" rendeu 12 vezes mais que o prometido — e agora Lula finge que nunca existiu




 

Podem pesquisar na internet. O governo Lula (ainda na época de Fernando Taxad. Quer dizer, Haddad) estimava arrecadar R$ 700 milhões com a chamada "taxa das blusinhas". Parecia pouco. Era "conservador", segundo a própria Receita Federal.

Pois bem: o imposto rendeu R$ 8,2 bilhões desde agosto de 2024 — um valor quase 12 vezes maior do que a projeção original.

Durante quase dois anos, cada brasileiro que comprou uma camiseta na Shein, um fone na Shopee ou uma capinha no AliExpress pagou 20% de imposto federal sobre compras de até US$ 50 — isso sem contar os 17% de ICMS estadual que já vinham embutidos. Na prática, o consumidor mais humilde — aquele que buscava preço baixo justamente porque não consegue comprar no varejo nacional — foi o mais penalizado. E o governo? Encheu os cofres.

R$ 8,2 bilhões não é troco. É mais do que o orçamento anual de diversos ministérios. É dinheiro que saiu diretamente do bolso de milhões de consumidores que foram tratados como fonte fácil de receita enquanto o discurso oficial vendia a narrativa de "equilíbrio fiscal" e "proteção à indústria nacional".

E o mais revelador: na noite desta terça-feira (13/05), o próprio presidente Lula revogou a cobrança por decreto. Sem cerimônia, sem mea-culpa, sem explicação sobre para onde foram os bilhões arrecadados. O mesmo governo que criou o imposto agora o enterra — convenientemente em ano pré-eleitoral, quando cada ponto de aprovação popular vale ouro.

A pergunta que fica é incômoda, mas necessária: se a taxa era tão ruim a ponto de ser revogada, por que foi mantida por quase dois anos? A resposta parece óbvia — enquanto o dinheiro entrava, ninguém no Planalto tinha pressa em acabar com ela.

O consumidor brasileiro foi usado como caixa eletrônico. Pagou calado. E agora deve agradecer pela "bondade" de terem parado de cobrar.

Esse texto foi copiado do Blog do Gustavo Negreiros

Boulos pego na mentira - de novo

 


Olha a situação acima. Guilherme Boulos, mais uma vez, tentou jogar para o congresso a responsabilização pela taxa das blusinhas - que o Governo Lula acabou de revogar, como se não tivesse sido ele o autor. 

Mas a internet não perdoa e Boulos foi mais uma vez desmascarado. O texto no vídeo que ele postou no X, aponta que o governo Lula não só sancionou, como defendeu a taxação. 

Esse texto foi copiado do Blog do Gustavo Negreiros

Lula culpa juízes e pede apoio no combate ao crime organizado




 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou nesta quarta-feira o programa Brasil Contra o Crime Organizado, pacote que prevê investimento de R$ 11 bilhões no enfrentamento às facções criminosas no país. Mas o anúncio veio acompanhado de uma declaração polêmica: Lula cobrou publicamente o apoio do Poder Judiciário, afirmando que governadores reclamam que bandidos são presos e soltos em poucos dias.

Nós vamos ter que conversar muito com o poder judiciário, porque há muita queixa de governadores que muitas vezes a polícia prende os bandidos e uma semana depois esse bandido tá solto", disse Lula durante o lançamento do programa.

A fala gerou críticas imediatas. Para analistas e juristas, o presidente demonstra desconhecimento sobre o funcionamento dos poderes. O argumento é simples: o juiz aplica a lei — e se a lei determina a soltura, o juiz solta. A audiência de custódia, mecanismo frequentemente citado como "porta de saída" rápida para criminosos, foi justamente criada durante governos alinhados ao PT.

Entre as medidas concretas anunciadas, R$ 330 milhões serão investidos imediatamente em 138 presídios nos 26 estados e no Distrito Federal, com compra de:

Drones e georradares

Scanners corporais

Bloqueadores de celular

Sistemas de monitoramento por áudio e vídeo

O objetivo é impedir que líderes de facções continuem comandando crimes de dentro das cadeias e ampliar o isolamento de chefes do crime em presídios de segurança máxima. Lula também sancionou hoje lei que torna mais graves as penas para quem mata policial no exercício da função.

 

 

Setor público já conseguiu torrar mais de R$ 2 trilhões este ano

 


O governo brasileiro já conseguiu torrar mais de R$2 trilhões, este ano, segundo a plataforma Ga$to Brasil, ferramenta da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e da Confederação das Associações Comerciais do Brasil (CACB), que contabiliza os gastos das esferas dos governos municipais, estaduais e federal. 

A matéria é do Diário do Poder. A administração federal de Lula (PT) é, de longe, o maior gastão: torrou mais de R$912 bilhões, até o momento. A informação é da Coluna Claudio Humberto, do Diário do Poder.

Só o Poder Executivo federal, sob responsabilidade direta do governo petista, gastou R$117 bilhões com pessoal e encargos, este ano.

O Legislativo federal, que inclui o Congresso Nacional e Tribunal de Contas da União, gastou pouco mais de R$2 bilhões no mesmo período. Os 27 administrações estaduais gastaram somadas R$531 bilhões e os mais de 5,5 mil governos municipais, R$542 bilhões.

VÍDEO - URGENTE: Flávio desmente financiamento de Vorcaro para filme de Bolsonaro e diz: “é dinheiro privado”

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