domingo, 25 de outubro de 2026

TANGARAENSE: Prefeito de Tangará comemora com três paredões, mas candidatos que apoiava não venceram e ainda falou que era 5 por 1

 


Três paredões de som ocuparam as ruas de Tangará na noite deste sábado (24), um dia antes do segundo turno das eleições. Na frente da comemoração, estava o “Paredão do Hulk”. Quem puxou a festa foi o prefeito Augusto “MANTEGA’ Cesar Emmanuel Pinheiro e Alves (PSD), que, de acordo com relatos, cantou vitória.

O problema é que o resultado das urnas não parece justificar a comemoração. Pelo que apurou este blog, os candidatos apoiados pelo prefeito deputado estadual Ubaldo Fernandes, Senadora Zenaide Maia e o seu candidato ao governo Allysson Bezerra não foram eleitos.

Em Tangará, a eleição de 2028 já começou, e o primeiro round foi agora. De um lado, o prefeito Augusto MANTEGA Alves (PSD). Do outro, Lilico Bezerra, apontado como pré-candidato a prefeito.

Durante a campanha, uma página no Instagram publicou uma imagem do prefeito afirmando que a passeata do seu grupo teria sido “cinco por um” em relação à de Lilico Bezerra. 

A pergunta que fica

Se a passeata era cinco vezes maior, onde estão os votos?

 A promessa do “cinco por um”

Durante a campanha, uma página no Instagram publicou uma imagem do prefeito afirmando que a passeata dele rendeu “cinco por um”, ou seja, que cada pessoa que estava na passeata de Lilico Bezerra  presente se converteria em cinco na dele.

Nas urnas, o resultado em Tangará foi outro

O contexto

Tangará tem cerca de 13,5 mil habitantes, segundo estimativa do IBGE. Em 2024, Augusto MANTEGA Alves foi candidato a prefeito pelo PSD. Comemorações de rua são comuns em dias de eleição, mas a distância entre a promessa de campanha e o desempenho nas urnas levanta uma pergunta que muitos tangarenses têm feito: o que exatamente está sendo celebrado?

A poucos dias da eleição o grupo do prefeito, realizou um bingo, onde sortearam, dinheiro, e moto, em outros municípios isso se caracterizaria como compra de votos, mais em Tangará é normal, mesmo assim. O prefeito se saiu perdedor, que venha outros bingos, que as pessoas ganhem e votem em outros. 

 

TANGARAENSE- QUATRO MIL MOTIVOS PARA ACREDITAR: A noite em que Tangará descobriu o tamanho de Lilico Bezerra


Sem máquina, sem cargos comissionados, sem ajuda de custo e sem ajuda de combustível, o grupo de Lilico Bezerra reuniu 4.054 votos e entrou de vez na conversa sobre o futuro da cidade.

A noite que ninguém esperava assim

Foi no fim da tarde deste domingo que os números começaram a aparecer. Primeiro devagar, depois de uma vez. Em Tangará, celulares passaram de mão em mão, grupos de WhatsApp não pararam de apitar, e quem estava na rua parou para olhar a tela.

Quando as urnas foram apuradas, o retrato estava ali: Cadu de Lula (PT-13) com 4.054 votos, 43,49%. Allyson (União-44) com 5.267 votos, 56,51%. Uma diferença de 1.213 votos e uma pergunta que passou a circular pela cidade: como foi que isso aconteceu?

O que as redes prometiam e o que as urnas disseram

Durante a campanha, circularam nas redes publicações com imagens de carreata, paredão e muita aglomeração, falando em grande vantagem de um lado. É a linguagem das redes sociais: barulho, bandeira, festa.

Mas voto não se mede em barulho. Voto é decisão silenciosa, tomada dentro da cabine, longe de qualquer palco. E a decisão de 4.054 tangaraenses foi clara: eles acreditavam em outro caminho.

Festa de rua não é voto. O eleitor sabe disso, e respondeu.

Uma campanha feita de gente

O que sustentou essa votação não foi estrutura. Foi gente.

Sem cargos comissionados. Sem ajuda de custo. Sem ajuda de combustível. A campanha ligada a Lilico Bezerra foi feita à base de militância voluntária: quem pegou o próprio carro, quem gastou a própria gasolina, quem largou o fim de semana para bater de porta em porta.

Foram conversas no portão, cafés na calçada, visitas a comunidades, ouvidos abertos para dores que a cidade conhece bem. Cada voto de domingo começou semanas antes, com um aperto de mão.

Quem é o homem por trás desse movimento

Para entender a força de Lilico Bezerra, é preciso olhar para a trajetória.

Essa estrada, feita de trabalho e proximidade, explica por que seu nome é lembrado quando o assunto é Tangará. Quem convive com ele descreve alguém que escuta antes de falar e que não esquece o rosto de quem pediu ajuda.

O que quatro mil votos significam

Números frios dizem pouco. Vale traduzir:

Quase metade do eleitorado que foi às urnas escolheu esse projeto.

Foram 4.054 histórias: o comerciante, a dona de casa, o jovem que votou pensando no futuro, o idoso que acredita que ainda dá tempo de ver a cidade melhorar.

Tudo isso aconteceu sem a estrutura que normalmente move uma campanha.

Na política, existe a votação que se compra, a que se arranja e a que se conquista. Esta, na leitura de quem esteve na caminhada, foi conquistada.

A sucessão municipal já tem um nome na boca do povo

Nas rodas de conversa, nas mesas de bar, na feira, o assunto virou outro: e depois? Quem vem para a sucessão municipal?

Para apoiadores, a resposta já está dada. Lilico Bezerra é apontado como o nome mais forte para o próximo capítulo da política de Tangará e, na visão de quem caminha com ele, o futuro prefeito da cidade.

Política tem tempo, alianças e reviravoltas, e ninguém ganha eleição antes dela acontecer. Mas quem começa a corrida com quase 44% do eleitorado nas costas, sem máquina, já larga numa posição que muitos gostariam de ter.

O recado das urnas

Allyson venceu em Tangará, e o resultado das urnas merece respeito. É assim que a democracia funciona. Mas democracia também é ouvir o que o eleitor disse com os votos que não foram para o lado vencedor: que existe uma Tangará que quer ser ouvida, que quer ser vista e que não vai se calar.

Quatro mil vozes não desaparecem de um dia para o outro. Elas voltam nas conversas, nas ruas, na próxima eleição.

E agora?

A estrada está aberta. A base está de pé. O povo já provou que caminha junto.

O que vem pela frente só o tempo dirá. Mas uma coisa já está escrita nas urnas de Tangará: o nome de Lilico Bezerra entrou para a história política da cidade, e quem esteve nessa noite sabe que isso é só o começo.

Tangará Acontece segue acompanhando cada passo.

 


"TANGARAENSE - Nasce um nome forte: "Com mais de Quatro mil vozes que não se calam", Tangará mostrou sua força nas urnas

 



Com campanha de pé no chão e sem grandes estruturas, Cadu de Lula conquistou 4.054 votos e fez da esperança um movimento.

Há resultados que não cabem em uma porcentagem. Na noite deste domingo, Tangará escreveu uma página que será lembrada: 4.054 tangaraenses foram às urnas e disseram, com a força do voto, que acreditam em outro jeito de fazer política. Foram 43,49% do eleitorado, quase metade do município, caminhando junto com Cadu de Lula (PT-13).

Não houve grandes estruturas. Não houve máquina. O que houve foi chão. Foi a conversa na porta de casa, o aperto de mão na feira, o café coado na calçada, a escuta atenta a quem quase nunca é ouvido. Foi uma campanha feita de gente, por gente e para gente.

A vitória nas urnas ficou com Allyson (União-44), que somou 5.267 votos, e o resultado merece respeito. Mas quem esteve na caminhada sabe: há derrotas que plantam sementes, e há votos que valem mais do que a contagem. Cada um dos 4.054 votos carrega um sonho, uma esperança e uma história de quem decidiu apostar em Tangará.

Nesse caminho, o nome de Lilico Bezerra segue firme no coração do povo. Com humildade, presença e o pé no chão, ele se consolida como uma das lideranças mais fortes da cidade e como um nome natural nas conversas sobre o futuro do município.

Tangará mostrou que tem voz. Mostrou que não se cala. E quem tem o povo ao lado não caminha só.

Que esta noite seja o começo, e não o fim. Porque quem conquista tantos corações em uma campanha de pé no chão sabe que o melhor ainda está por vir.

Tangará Acontece segue de olho, ao lado do povo.

 


ELEIÇÕES 2026 – GOVERNADOR: Com 0,99% das urnas apuradas no RN, Cadu de Lula (PT) lidera com 53,05%; Allyson (União Brasil) tem 46,95%

 


De acordo com os dados apresentados na apuração do TSE, Cadu de Lula (PT) lidera a disputa para o Governo do Rio Grande do Norte com 53,05% dos votos, com 0,99% das urnas apuradas no estado.

Cadu soma 10.455 votos, enquanto Allyson (União Brasil) aparece em segundo lugar, com 46,95% dos votos, totalizando 9.252 votos.

Até o momento registrado na atualização, 80 das 8.115 seções eleitorais foram totalizadas no RN.

 

“GOLPE JURÍDICO”: Após canetada de Zanin, Rogério Marinho denuncia intervenção de ministros do STF nas eleições 2026

 


O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL), criticou neste domingo (25) a decisão do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), de estender até as 19h o horário de votação do segundo turno.

Em publicação no X, o parlamentar classificou a medida como uma intervenção e alertou para o risco de um “golpe judiciário”.

“Impressionante o nível de intervenção de alguns ministros do STF. Espero sinceramente que o bom senso prevaleça e que qualquer golpe judiciário ou chicana administrativa não prospere, pelo bem da democracia”, escreveu.

Zanin atendeu a um pedido da campanha do presidente Lula (PT), que alegou dificuldades de transporte de eleitores em municípios da Bahia e de São Paulo. A campanha de Flávio também havia solicitado mais duas horas de votação, mas apenas em cidades de São Paulo, Paraná e Santa Catarina, devido a chuvas intensas e bloqueios de vias.

Após determinar a extensão do horário em todo o país, o ministro esclareceu que a medida só valeria para seções eleitorais cujas urnas ainda não haviam sido fechadas.

ELEIÇÕES 2026: Boletins de urna no exterior mostram Flávio Bolsonaro com 66,2% e Lula com 33,8% dos votos válidos


Os resultados de boletins de urna no exterior divulgados até 13h15 deste domingo (25) mostram o senador Flávio Bolsonaro (PL) à frente com 66,2% dos votos válidos, contra 33,8% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), no segundo turno da eleição presidencial.

Ao todo, 918 mil brasileiros que vivem fora do país estão aptos a votar neste ano, distribuídos por 186 cidades de 134 países, segundo dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

*Os dados estão sendo divulgados ao longo do dia e foram obtidos pela CNN a partir dos boletins de urna (BUs) publicados pelo TSE em seu site de resultados. O boletim de urna é o documento que cada urna eletrônica emite ao fim da votação, com o total de votos de cada candidato naquela seção. Somando os boletins de todas as seções de um país, é possível conhecer o resultado antes da totalização oficial, que é feita e divulgada pela Justiça Eleitoral.

A diferença de fuso horário entre os países permite que os primeiros votos sejam registrados antes mesmo da abertura das seções eleitorais em território brasileiro.

No Brasil, a votação começa às 8h deste domingo, pelo horário oficial. A votação no exterior ocorre, em geral, das 8h às 17h no horário local, o que faz com que o processo eleitoral dure, ao todo, 29 horas — começando no sábado às 16h na Nova Zelândia e terminando com o Canadá às 21h de domingo.

Depois da Nova Zelândia, as urnas abriram na Austrália e países da Ásia na noite de sábado. Na madrugada e manhã de domingo, brasileiros que vivem na Europa, África e Américas começaram a votar.

Veja onde cada candidato tem vantagem ao redor do mundo:

Flávio Bolsonaro

  • Japão (80,08%), com 28.538 votos contra 7.098 de Lula (19,92%)
  • Israel (80,81%), com 699 votos contra 166 de Lula (19,19%)
  • Grécia (54,95%), com 311 votos contra 255 de Lula (45,05%)
  • África do Sul (57,92%), com 256 votos contra 186 de Lula (42,08%)
  • Moçambique (52%), com 117 votos contra 108 de Lula (48%)
  • Hong Kong (51,15%), com 133 votos contra 127 de Lula (48,85%)
  • Taiwan (58,04%), com 130 votos contra 94 de Lula (41,96%)
  • Malásia (51,76%), com 44 votos contra 41 de Lula (48,24%)
  • Filipinas (59,09%), com 39 votos contra 27 de Lula (40,91%)
  • Tailândia (51,72%), com 60 votos contra 56 de Lula (48,28%)
  • Indonésia (60,53%), com 23 votos contra 15 de Lula (39,47%)
  • Emirados Árabes Unidos (54,56%), com 772 votos contra 643 de Lula (45,44%)
  • Catar (55,08%), com 195 votos contra 159 de Lula (44,92%)
  • Lula
    • China (73,67%), com 375 votos contra 134 de Flávio (26,33%)
    • Nova Zelândia (80,54%), com 418 votos contra 101 de Flávio (19,46%)
    • Austrália (63,46%), com 6.017 votos contra 3.465 de Flávio (36,54%)
    • Coreia do Sul (64,35%), com 148 votos contra 82 de Flávio (35,65%)
    • Singapura (63,77%), com 213 votos contra 121 de Flávio (36,23%)
    • Jordânia (90,51%), com 725 votos contra 76 de Flávio (9,49%)
    • Síria (90,60%), com 106 votos contra 11 de Flávio (9,40%)
    • Kuwait (78,48%), com 62 votos contra 17 de Flávio (21,52%)
    • Arábia Saudita (61,25%), com 49 votos contra 31 de Flávio (38,75%)
    • Egito (78,95%), com 60 votos contra 16 de Flávio (21,05%)
    • Quênia (64,44%), com 29 votos contra 16 de Flávio (35,56%)
    • Líbano (68,20%), com 2.736 votos contra 1.276 de Flávio (31,80%)
    • Palestina (95,60%), com 1.000 votos contra 46 de Flávio (4,40%)
    • Finlândia (74,83%), com 550 votos contra 185 de Flávio (25,17%)
    • Estônia (82,90%), com 160 votos contra 33 de Flávio (17,10%)
    • Chipre (53,70%), com 29 votos contra 25 de Flávio (46,30%)

CNN Brasil

 


Mega-sena segue acumulada, prêmio é de R$ 300 milhões

 


Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso da Mega-Sena 3.074 realizado neste sábado (24). Com o resultado, o prêmio máximo acumulou e chegou a R$ 300 milhões.

Os números sorteados foram: 02 – 03 – 20 – 25 – 39 – 57

A quina teve 175 apostas ganhadoras, que vão receber R$ 30.318,56 cada. Outros 11.643 apostadores acertaram quatro números e, cada um, receberá o prêmio de R$ 651,00.

Quando é o próximo sorteio da Mega-Sena?

O próximo sorteio da Mega-Sena acontece na terça-feira (27). As apostas podem ser feitas nas casas lotéricas ou pela internet. O volante com seis dezenas marcadas custa R$ 6, enquanto o bilhete com sete números assinalados sai por R$ 42.

Segundo dados da Caixa, a probabilidade de ganhar o prêmio máximo com uma aposta de seis dezenas é de uma em mais de 50 milhões. Já com uma aposta com 20 dezenas, maior número permitido, as chances sobem para uma a cada pouco mais de 1,2 mil. A jogada, no entanto, custa mais de R$ 232 mil.

 

Motorista perde controle do volante e se envolve em acidente próximo a Caicó; PM dá apoio

 



Na manhã deste domingo, por volta das 6 horas do dia, o policial militar Sargento Alexandre Cazuza registrou uma ocorrência envolvendo um motorista de veículo de passeio que saía de Caicó para o vizinho Estado da Paraíba para votar, mas perdeu o controle do volante, logo após o posto da PRF, saiu da pista e acabou danificando o carro em uma ribanceira, por sorte, quase ao nível do acostamento, ocasionado apenas perdas materiais em seu carro.

O policial prestou os primeiros auxílios ao motorista e acionou a PRF.

Jair Sampaio

O Lula provavelmente vai perder a eleição, e a culpa é da própria esquerda!

 



O povo está cansado desse mesmo discurso a cada quatro anos. Basta alguém discordar que já é chamado de fascista, inimigo da democracia ou qualquer outra coisa.

É sempre a mesma história: se a direita vencer, a democracia vai acabar, o SUS vai deixar de existir e a ditadura vai voltar.

Mas será que ainda não perceberam que esse discurso repetitivo já não convence tanta gente como antes?

A esquerda precisa entender que discordar não é ser fascista, criticar o governo não é atacar a democracia e pensar diferente não transforma ninguém em inimigo do país.

O brasileiro quer resultado, não terrorismo eleitoral. Quer respeito, não rótulos. Quer soluções, não o mesmo discurso de quatro em quatro anos.

E você, também está de saco cheio dessa história ou acha que esse discurso ainda funciona?

Flávio Bolsonaro vira sobre Lula da Silva na Malásia e vence no 2° turno

 


A disputa entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) está acirrada nas urnas brasileiras espalhadas pelo mundo. Na Malásia, onde o petista havia ganhado no 1° turno, aconteceu uma virada: Flávio Bolsonaro foi o vencedor do 2° turno, com 51,76% dos votos válidos.

Como o pleito brasileiro acontece no horário local dos outros países, algumas urnas no exterior foram fechadas muito antes das primeiras serem abertas no Brasil. No país malaio, no sudeste asiático, a votação do 2º turno das eleições brasileiras encerrou há pouco. O país está 12 horas adiantado em relação ao Brasil.

No 1° turno, Lula recebeu 44 votos (53,66%) dos votos dos brasileiros na Malásia, enquanto Flávio teve 27 votos (32,93%). No 2° turno, o petista recebeu 41 votos, e o senador do PL recebeu 44, aumentando expressivamente sua votação de um turno para o outro. A Malásia tem 36,5 milhões de habitantes e é residência de 420 brasileiros.

O resultado oficial só será divulgado oficialmente pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) às 17h do horário de Brasília. Entretanto, o G1 fez um levantamento dos boletins de urna em diferentes partes do mundo. Existem votações em 186 cidades de 134 países.

Após o encerramento da votação, às 17h, você pode acompanhar a apuração em tempo real pelo nosso Mapa da Eleição.

 

VÍDEO: Vereador Matheus Faustino prevê vitórias de Flávio Bolsonaro e Cadu de Lula, e critica postura de Allyson Bezerra

 



O vereador de Natal Matheus Faustino analisou o cenário eleitoral às vésperas do segundo turno e afirmou acreditar na vitória de Flávio Bolsonaro (PL) na disputa presidencial, com uma vantagem de dois a cinco pontos percentuais nos votos válidos. No Rio Grande do Norte, porém, o parlamentar avalia que o resultado deve ser diferente.

Para Faustino, Cadu de Lula (PT) deve vencer a disputa pelo Governo do Estado porque, na avaliação dele, a maioria dos potiguares mantém identificação com o presidente Lula (PT).

O vereador também defendeu a decisão de Rogério Marinho e Styvenson Valentim de não apoiarem Allyson Bezerra (União Brasil). Para ele, o candidato não tem alinhamento claro com o campo da direita que vem sendo construído no estado.

Faustino criticou ainda a postura de Allyson por, segundo ele, evitar um posicionamento claro entre Lula e Flávio Bolsonaro. “Quem fica querendo pegar dos dois lados, às vezes não pega nenhum”, afirmou.

O parlamentar defendeu que a direita potiguar trabalhe, nos próximos quatro anos, para ampliar a formação política e o senso crítico dos eleitores. Ele classificou o cenário estadual como um “tiro no pé ou um tiro na mão” para os candidatos da direita.

Blog do BG


TANGARAENSE: Prefeito de Tangará comemora com três paredões, mas candidatos que apoiava não venceram e ainda falou que era 5 por 1

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