segunda-feira, 9 de março de 2026

CAMPESTRENSE - Julgamento Neném Borges termina com condenação de 15 anos para acusado de matar o prefeito de São José do Campestre

 


Julgamento Nenem Borges terminou na noite desta segunda-feira com a condenação de Wando Fernandes Gomes, de 25 anos, a 15 anos de prisão. O Tribunal do Júri reconheceu que o acusado cometeu o homicídio do prefeito de São José do Campestre, crime que teve grande repercussão no Rio Grande do Norte.

O julgamento ocorreu no Tribunal do Júri do Fórum Miguel Seabra Fagundes, em Natal. A sessão começou durante o dia e durou pouco mais de 11 horas. Por fim, o procedimento foi encerrado por volta das 19h40.

Durante o interrogatório, o réu negou participação no assassinato. Mesmo assim, a acusação apresentou os argumentos e as provas reunidas durante a investigação. Além disso, a defesa da família do prefeito sustentou que os elementos apresentados no processo apontavam para a responsabilidade do acusado.

Diante disso, o conselho de sentença decidiu pela condenação por homicídio qualificado.

Defesa anuncia recurso da sentença

Após o resultado do Julgamento Nenem Borges, a defesa de Wando Fernandes Gomes informou que pretende recorrer da decisão. Segundo os advogados, algumas qualificadoras não foram consideradas durante a análise do caso.

Além disso, a defesa afirmou que o réu manteve a mesma versão ao longo de todo o processo e continuou negando envolvimento no crime. Mesmo assim, os jurados avaliaram as provas apresentadas durante o julgamento e decidiram pela condenação.

Portanto, a defesa agora deve apresentar recurso nas instâncias superiores da Justiça para tentar reavaliar a sentença definida pelo Tribunal do Júri.

Caso teve repercussão no interior do RN

O assassinato do prefeito Nenem Borges gerou grande repercussão em São José do Campestre e em outras cidades do Rio Grande do Norte. Desde o início das investigações, o caso mobilizou autoridades policiais e despertou atenção da população.

Posteriormente, o processo chegou ao Tribunal do Júri, responsável por julgar crimes dolosos contra a vida. Durante a sessão desta segunda-feira, acusação e defesa apresentaram suas versões sobre o crime.

Ao final da análise, os jurados decidiram pela condenação do acusado e definiram a pena em 15 anos de prisão. Agora, o caso segue para os próximos passos no sistema judicial, conforme os recursos que a defesa pretende apresentar.

 

TANGARAENSE - Mêntore Bank não é banco, confirma Banco Central

 


Redação Economic News Brasil

O caso do Mêntore Bank levanta questões sobre a transparência financeira. O Banco Central do Brasil confirmou que a empresa opera apenas como instituição de pagamento. A confusão entre "banco digital" e "fintech" pode enganar os consumidores. A investigação do Economic News Brasil destaca a falta de clareza nas comunicações do Mêntore Bank. Descubra mais!

Economic News Brasil recebeu uma denúncia de que o Mêntore Bank estaria utilizando indevidamente os termos “banco”, “banco digital” e “instituição financeira” em sua comunicação, sem a devida autorização do Banco Central do Brasil. Após uma investigação aprofundada, foi constatado que a empresa não é reconhecida pelo órgão regulador como um banco, mas sim como uma instituição de pagamento. Essa situação reforça a necessidade de esclarecer a diferença entre bancos digitais e fintechs, além de alertar para a importância da transparência nas denominações das empresas financeiras.

O Uso Indevido da Denominação “Banco Digital” pelo Mêntore Bank

Para a devida apuração dos dados, nossos jornalistas realizaram diversas pesquisas e levantaram informações sobre o universo das fintechs e dos bancos digitais no Brasil, incluindo suas estruturas de funcionamento e regulamentações. Esse estudo detalhado foi fundamental para entender os limites regulatórios de cada tipo de instituição e identificar possíveis irregularidades na atuação do Mêntore Bank.

Questionamentos ao Mêntore Bank Não respondidos

Como parte do processo investigativo, o primeiro lado a ser procurado foi o próprio Mêntore Bank, buscando esclarecimentos necessários sobre sua estrutura de operação, denominação e regularização. Para isso, encaminhamos uma série de perguntas formais à empresa, abordando os seguintes pontos:

  • O Mêntore Bank possui autorização do Banco Central para operar como banco comercial, banco múltiplo ou outra categoria?
  • A aprovação do Mêntore Bank pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) foi obtida? Caso afirmativo, qual foi o processo seguido?
  • Qual é o código do Mêntore Bank no Banco Central?
  • O Mêntore Bank cumpre os requisitos de capital mínimo exigidos pelo Banco Central? Qual é o valor do capital social registrado?
  • Qual o volume médio de transações mensais do Mêntore Bank declaradas ao Banco Central?
  • O Mêntore Bank reporta operações suspeitas ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF)? Caso sim, quais são os principais tipos de operações comunicadas?
  • Como o Mêntore Bank se adapta à regulação e supervisão do Banco Central? Quais procedimentos de compliance e auditoria são adotados?
  • Como é estruturada a governança do Mêntore Bank? Há comitês de auditoria e risco conforme exigido pelo Banco Central?
  • Qual a origem dos recursos utilizados para a constituição e operação do Mêntore Bank?
  • Os controladores e administradores do Mêntore Bank passaram pela avaliação de reputação e qualificação técnica do Banco Central?
  • O Mêntore Bank já passou por alguma fiscalização recente do Banco Central? Se sim, houve alguma recomendação ou ajuste solicitado?
  • O Mêntore Bank já foi alvo de alguma investigação ou questionamento regulatório envolvendo suas operações?
  • O Mêntore Bank possui certificações ou auditorias externas que garantam sua conformidade com normas bancárias?

Os e-mails com essas questões foram enviados ao Mêntore Bank nos dias 25 e 26 de fevereiro de 2025, sem qualquer resposta oficial da empresa. Tentativas adicionais de contato pelo WhatsApp também foram ignoradas, com exceção de uma mensagem do CEO, Vanderson Aquino, que respondeu apenas com ameaças de ações judiciais contra o portal:

“Nossos escritórios de advocacia vão tomar as medidas necessárias”, disse o CEO do Mêntore Bank.

A partir daí, acendeu a luz vermelha e passamos a não entender o motivo de sua reação, querendo impedir nosso exercício profissional. Nossos jornalistas questionaram: como um representante de um suposto banco digital (Mêntore Bank), que parece tão organizado, pode responder assim?

Em outra mensagem, o CEO do Mêntore Bank afirmou que sua empresa era igual ao Nubank e ao C6 Bank, alegando que todas as instituições de pagamento estavam autorizadas pelo Banco Central a utilizar o termo Banco. Ainda afirmou que poderíamos fazer a consulta diretamente ao Banco Central do Brasil para confirmar essa informação.

Diante dessa reação, o Economic News Brasil recorreu à Lei de Acesso à Informação (nº 12.527/2011) para obter uma resposta oficial do Banco Central do Brasil sobre a real situação do Mêntore Bank.

A Resposta do Banco Central sobre o Mêntore Bank

Banco Central respondeu oficialmente, esclarecendo que o Mêntore Bank não é um banco digital, tampouco uma instituição financeira. Segundo o órgão regulador, a empresa está classificada como uma Instituição de Pagamento (IP)e possui um pleito de autorização pendente para operar como emissor de moeda eletrônica.

A resposta destacou que, enquanto esse pedido de autorização não for deferido, o Mêntore Bank pode continuar desenvolvendo suas atividades na categoria de instituição de pagamento. No entanto, conforme a Resolução BCB 80, de 2021, tais empresas não podem se autodenominar bancos digitais. Ademais, o artigo 5º, § 4º, II, da mesma resolução, determina que o Mêntore Bank deve deixar claro, tanto em seus canais de comunicação (site, redes sociais etc.) quanto nos de atendimento a clientes e usuários, sua condição de instituição de pagamento.

Mesmo diante dessa determinação do Banco Central, o Mêntore Bank continua se intitulando em seus canais como Banco Digitalcontrariando a regulamentação vigente, podendo, potencialmente induzir os consumidores ao erro.

Adicionalmente, verificou-se que o Mêntore Bank não possui qualquer número de registro no Banco Central como instituição financeira, reforçando que não está apto a realizar operações bancárias tradicionais.

Resposta Oficial do Banco Central sobre o Mêntore Bank:

A Mêntore não é um banco ou outro tipo de instituições financeira, está enquadrada como instituição de pagamento, diz Banco Central.

Evidências das Redes Sociais e do Site do Mêntore Bank

Durante a investigação, foram coletadas provas de que o Mêntore Bank continua se apresentando como banco digital em suas redes sociais e em seu próprio site oficial.


Certidão Negativa do Mêntore Bank no Banco Central

Outro documento relevante obtido durante a apuração foi a Certidão Negativa do Banco Central, que confirma que o Mêntore Bank não é reconhecido como banco ou instituição financeira pelo órgão regulador. Essa certidão reforça que a empresa não possui autorização para realizar atividades bancárias.

 


Certidão atesta que o Mêntore Bank nunca teve autorização para operar como banco ou qualquer outro tipo de instituição financeira no país. (Imagem: Banco Central do Brasil)

TANGARAENSE - O Mistério das Contas em Tangará: Por que Augusto Alves trocou o Bradesco por um "Banco" que não é Banco

 


Os funcionários públicos de Tangará foram surpreendidos nesta semana com uma notícia que caiu como uma bomba no funcionalismo: por ordem do prefeito Augusto Alves, o pagamento dos salários não será mais feito pelo Bradesco. Sem qualquer aviso prévio, debate na Câmara ou explicação detalhada, as contas foram migradas para o Mêntore Bank.

A pergunta que ecoa nas esquinas da cidade é uma só: O que Tangará ganha com isso? Ou melhor, quem ganha com isso?

​Bradesco vs. Mêntore: A Troca do Certo pelo Duvidoso

​O Bradesco é uma das maiores instituições financeiras do planeta, com agências físicas, caixas eletrônicos em cada esquina e décadas de solidez. Já o "Mêntore Bank", apesar do nome pomposo, carrega uma realidade jurídica diferente. O próprio Banco Central do Brasil já esclareceu que a instituição não é um banco, mas sim uma "Instituição de Pagamento" (IP)

A mudança abrupta levanta suspeitas graves sobre a gestão pública:

​Cadê a Licitação? Para trocar a folha de pagamento de uma prefeitura, normalmente é necessário um processo transparente ou uma justificativa técnica robusta. Onde estão os documentos que provam que o Mêntore é melhor para o servidor do que o Bradesco?

​Dificuldade de Saque: Como fica o servidor que mora em áreas rurais ou que precisa de atendimento presencial? O Mêntore não tem agência física em Tangará. O servidor vai ter que pagar taxa de saque em Banco 24 Horas?

​Portabilidade: O prefeito sabe que o servidor tem o direito legal à portabilidade bancária? Ninguém é obrigado a ficar preso a uma fintech por capricho da gestão.

Quem sai lucrando

​No mercado financeiro, as prefeituras costumam "vender" a folha de pagamento para os bancos. O banco paga um valor alto para a prefeitura para ter o direito de gerir esses milhões de reais todos os meses. Se houve essa troca, onde foi parar esse recurso? Foi usado em benefício da cidade ou foi uma negociação de bastidores?

Enquanto o prefeito Augusto Alves não vier a público com documentos, contratos e garantias reais de que o dinheiro do trabalhador de Tangará está seguro, a desconfiança continuará sendo a principal moeda da cidade.

Nota ao Servidor: Se você não concorda com essa mudança, saiba que você tem o direito de solicitar a Portabilidade Salarial para qualquer banco de sua preferência. O dinheiro é seu, não da prefeitura.

 


TANGARAENSE - ATENÇÃO MPRN: Absurdo! O prefeito de Tangará passou dos limites, Desrespeitou servidor e ainda trocou o banco oficial por um banco "fundo de quintal"; veja o VÍDEO


😡 Absurdo! O prefeito de Tangará passou dos limites. Desrespeitou servidor e ainda trocou o banco oficial por um banco "fundo de quintal". 👇

 O que está acontecendo com nossa cidade? Assista ao corte do Renova Tangará e entenda essa história absurda! 🔥

 [Link para o vídeo completo ou para o canal]

https://www.youtube.com/watch?v=M6m1MYcl2kA&t=855s

#RenovaTangará #Tangará #ChegaDeAbsurdo 

A quem o prefeito de Tangará, quer favorecer, atenção Ministério Público, isso pode?


Ex-namorado suspeito de matar adolescente de 17 anos em Arez é preso

 


O suspeito de matar a tiros a adolescente Emilly Menezes, de 17 anos, no município de Arez, foi preso nesta segunda-feira (9). Ele era ex-namorado da vítima. O crime aconteceu na última quinta-feira (5).

De acordo com a Polícia Civil, Emily foi morta dentro da casa da avó, de 55 anos. Ela também foi atingida por disparos de arma de fogo, e foi socorrida e encaminhada ao Hospital Deoclécio Marques, em Parnamirim, onde passou por procedimento cirúrgico.

De acordo com a polícia, a adolescente manteve um relacionamento de cerca de três anos com o investigado. Nos últimos dias, ela havia deixado a residência onde morava com o suspeito e retornado para a casa dos avós.

Ainda segundo relatos de familiares, o casal possuía histórico de desentendimentos e discussões frequentes, havendo inclusive registros de agressões anteriores.

Contra o investigado havia um mandado de prisão expedido pela Justiça. O suspeito se apresentou às autoridades e teve o mandado devidamente cumprido pela Polícia Civil.

Número de famílias no Bolsa Família cresceu 420%, e a pobreza continua

 


O Bolsa Família atendia 3,6 milhões de famílias no início de 2004, no primeiro governo Lula. O próprio governo petista explica, em documento dos 20 anos do programa, o “contexto” à época: 28% dos brasileiros viviam em situação de pobreza, sendo 9% na pobreza extrema.

Desde então, o número de famílias atendidas disparou quase 420%: atualmente são 18,7 milhões de famílias no programa, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento Social coletados pelo jornalista André Brito. Já as despesas mensais foram multiplicadas em quase dez vezes no período. As informações são do jornalista Cláudio Humberto, colunista do Diário do Poder.

Valores mensais do Bolsa Família saltaram de R$269 milhões em 2004 (R$1,32 bilhão corrigidos pela inflação) para R$13 bilhões/mês em 2026.

Funcionário é afastado após flagra de sexo com mulher dentro de UBS

 


Um funcionário que trabalhava em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) no bairro do Mutirão, em Campina Grande (PB), foi afastado após ser flagrado fazendo sexo com uma mulher em situação de rua dentro da UBS. O caso aconteceu em fevereiro, mas o afastamento teria sido oficializado na sexta-feira (6/3). O cargo ocupado pelo homem não foi divulgado.

A notícia é da coluna na Mira, do Metrópoles. Nas imagens, em frente à parede onde constam os dizeres “saúde, respeito e cuidado”, ele aparece sem calças nem cueca. A mulher, que estava de vestido, fica de costas, enquanto ele faz alguns movimentos. Em seguida, eles parecem conversar algo. Ela vai para trás de algumas cadeiras e, depois, ele pega uma vasilha [vermelha], que parece conter comida.

Na sequência, a mulher, sentada, aparece comendo, enquanto o homem, também sentado, observa. Ainda nu, ele até levanta a blusa. Em certo momento, ao perceber que está sendo filmado, aponta o dedo e sai correndo.

Além da relação sexual, há suspeita de que ele também tenha consumido bebida alcoólica nas dependências da unidade de saúde.

Diante da repercussão do caso nas redes sociais, a Secretaria Municipal de Saúde de Campina Grande informou que instaurou um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) para apurar os fatos.

O funcionário foi afastado preventivamente por 60 dias. Durante esse período, as circunstâncias do ocorrido serão investigadas em conjunto com a Procuradoria do município.

Em nota, a pasta destacou que qualquer conduta considerada inadequada dentro das unidades de saúde será analisada e tratada conforme prevê a legislação administrativa.

A coluna Na Mira aguarda mais detalhes da Secretaria Municipal de Saúde. O espaço segue aberto para novos posicionamentos.

 

Sindicato divulga "nota de indignação" sobre confusão em área turística de Alcaçuz

 




O Sindicato dos Condutores de Veículos 4x4 de Turismo do Rio Grande do Norte (SINDITUR 4x4 RN) divulgou uma "nota de indignação" sobre a confusão ocorrido na manhã desta segunda-feira (9), na estrada que liga a Lagoa de Alcaçuz à comunidade do Carcará, no litoral sul potiguar. Os sindicalistas ainda acusaram as autoridades de "omissão".

Veja a nota na íntegra

Condutor irregular em atividade turística causa acidente e obstrui via pública na região de Alcaçuz

O Sindicato dos Condutores de Veículos 4x4 de Turismo do Rio Grande do Norte (SINDITUR 4x4 RN) vem a público manifestar sua indignação com mais um episódio ocorrido na manhã desta segunda-feira, 9 de março de 2026, na estrada que liga a Lagoa de Alcaçuz à comunidade do Carcará, no litoral sul potiguar e que depõe contra o turismo e a atividade pela qual nossa entidade tenta zelar diariamente.

De acordo com relatos de condutores presentes no local, um condutor irregular — identificado como integrante do chamado "time dos novatos" e que seria inclusive  portador de tornozeleira eletrônica — envolveu-se em colisão com outro veículo na referida estrada e, após o acidente, passou a obstruir deliberadamente a via, impedindo a circulação de mais de dez veículos que transportavam turistas. A situação somente foi parcialmente contida com o deslocamento de equipes policiais ao local.

O SINDITUR 4x4 RN ressalta que o fato expõe, de maneira inequívoca, a gravidade do vácuo regulatório que ainda persiste na atividade de turismo off-road no estado. Um condutor que porta tornozeleira eletrônica — instrumento de monitoramento tipicamente associado ao cumprimento de medidas cautelares ou penas restritivas de liberdade — não deveria estar no exercício de atividade profissional que envolve a condução de turistas em percursos de risco, em vias não pavimentadas e em situações que exigem pleno domínio técnico, emocional e reputacional do operador.

Este sindicato tem reiteradamente alertado os órgãos competentes — incluindo o Detran/RN, a Secretaria de Estado do Turismo (SETUR-RN) e o Ministério do Turismo — sobre a necessidade de mecanismos efetivos de habilitação, credenciamento e fiscalização continuada dos condutores de veículos 4x4 que operam com turistas no estado. Enquanto as autoridades se omitem, casos como o desta segunda-feira se repetem, colocando em risco a integridade física dos turistas, a reputação do turismo potiguar e a credibilidade dos condutores regularmente habilitados e comprometidos com as boas práticas da atividade.

Não é aceitável que um condutor nessa condição jurídica e comportamental continue exercendo livremente a atividade, captando clientes, transportando turistas e expondo terceiros a situações de perigo. A inação das autoridades não é apenas omissão administrativa: é cumplicidade com o risco.

Diante do exposto, o SINDITUR 4x4 RN reivindica:

1. Investigação imediata do episódio ocorrido em 09/03/2026 pelas autoridades de trânsito e de segurança pública do RN;

2. Suspensão imediata da habilitação para o exercício da atividade de condutor turístico 4x4 até que sua situação jurídica e técnica seja devidamente apurada;

3. Criação de cadastro estadual de condutores turísticos off-road, com critérios de inabilitação automática para condutores com medidas judiciais restritivas em vigor;

4. Ação efetiva e imediata das autoridades de turismo e de trânsito do estado, pondo fim à tolerância implícita com condutores irregulares que operam à margem de qualquer controle.

O turismo 4x4 é uma atividade econômica, cultural e ambiental de grande relevância para o Rio Grande do Norte. Protegê-lo significa, antes de tudo, proteger quem o pratica com seriedade, responsabilidade e respeito — tanto pelos turistas quanto pelo território que habitamos.

Esse texto foi copiado do Blog do Gustavo Negreiros

CAMPESTRENSE - Caso Neném Borges: Testemunhas são ouvidas e julgamento de acusado deve terminar ainda hoje

 


Foi iniciada na manhã desta segunda-feira (9) a sessão do Júri Popular para julgamento de Vando Fernandes Gomes, acusado de matar Joseilson Borges da Costa, conhecido como Neném Borges, que era prefeito de São José do Campestre.

De acordo com o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, o julgamento foi iniciado com o sorteio do Conselho de Sentença. Durante a manhã foram ouvidas três das cinco testemunhas do processo, indicadas pela acusação e defesa.

Já a quarta testemunha foi ouvida no início da tarde. Além disso, segundo o TJRN, a quinta testemunha que estava prevista foi dispensada por ambas as partes.

Ainda conforme boletim divulgado pelo Tribunal de Justiça, após os depoimentos, ocorrerá o intervalo para o almoço. “Após o retorno, terá início a fase de debates entre acusação e defesa. A expectativa é que o júri se encerre ainda nesta segunda”, explicou o TJRN.

Idoso mata o próprio irmão e é preso em flagrante pela polícia militar em Macaíba/RN

 



Um crime brutal chocou moradores do município de Macaíba, na Grande Natal, na tarde desta segunda-feira (09). Um homem foi preso suspeito de matar o próprio irmão, o idoso Manoel Francisco da Silva, de 85 anos. O caso gerou forte revolta entre moradores da região.

A prisão aconteceu no Loteamento Santo Antônio, após diligências realizadas pelas forças de segurança. Segundo informações das autoridades, o suspeito — que também é idoso — foi localizado e detido pouco tempo depois do crime. Ele é apontado como o principal responsável pelo homicídio que tirou a vida do próprio irmão.

A captura do suspeito provocou grande mobilização popular. Revoltados com a brutalidade do crime, moradores se aglomeraram nas proximidades do local onde o homem foi preso. Testemunhas relataram momentos de tensão, com gritos e manifestações de indignação contra o acusado.

Muitas pessoas cobravam justiça pela morte de Manoel Francisco da Silva, que era conhecido na região.

Após a prisão, o suspeito foi conduzido para uma delegacia da região, onde permanece à disposição da Justiça. O caso agora será investigado pela Polícia Civil do Rio Grande do Norte, que busca esclarecer as circunstâncias e a motivação do crime.

As autoridades ainda não divulgaram detalhes sobre o que teria provocado o desentendimento entre os irmãos que terminou em tragédia.

 

Investigação ordenada por Moraes contra chefe da Unafisco gera revolta e manifesto de auditores

 


Um grupo de 45 presidentes e delegados de delegacias sindicais do Sindifisco Nacional divulgou, nesta segunda-feira (9), um manifesto em defesa do presidente da Unafisco, Kleber Cabral, que virou alvo de investigação da Polícia Federal por ordem do ministro do STF, Alexandre de Moraes.

Cabral é investigado no chamado inquérito das fake news, após fazer críticas a operações da Polícia Federal contra auditores da Receita Federal suspeitos de vazarem dados sigilosos de ministros do STF e de seus familiares. O dirigente sindical chegou a prestar depoimento à PF no fim do mês passado.

No manifesto, os auditores afirmam que a investigação determinada por Moraes levanta “preocupação institucional quanto à liberdade de expressão e à segurança jurídica” na atuação da categoria. O documento também ressalta que, por lei, auditores fiscais podem fiscalizar qualquer cidadão, inclusive autoridades públicas, e alerta para o risco de situações assim gerarem efeito inibidor no exercício das funções.

O texto ainda relembra um episódio de 2019, quando a seleção de 133 pessoas politicamente expostas para análise fiscal levou ao afastamento de auditores, posteriormente reintegrados após não se comprovar irregularidades. No mês passado, a Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão contra servidores suspeitos de divulgar dados de ministros do STF.

Esses servidores estão proibidos de entrar no Serviço Federal de Processamento de Dados e na Receita Federal do Brasil, além de acessar seus sistemas.

 

CAMPESTRENSE - Julgamento Neném Borges termina com condenação de 15 anos para acusado de matar o prefeito de São José do Campestre

  O  Julgamento Nenem Borges  terminou na noite desta segunda-feira com a condenação de Wando Fernandes Gomes, de 25 anos, a 15 anos de pris...