quinta-feira, 24 de setembro de 2026

Operação Uiraçu mira abuso sexual infantil em Natal

 


A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (24), mais uma fase da Operação Uiraçu, com o objetivo de combater casos de abuso sexual de crianças e adolescentes na internet.

Durante a operação, os policiais cumpriram dois mandados de busca e apreensão em endereços localizados nos bairros de Mãe Luiza e Planalto, em Natal.

A investigação busca combater crimes relacionados ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes no ambiente virtual.

Além das ações de investigação, a Polícia Federal reforçou um alerta para pais e responsáveis sobre a importância de acompanhar e orientar crianças e adolescentes durante o uso da internet e também nas atividades do dia a dia.

A PF destaca que a conscientização e a vigilância ajudam a prevenir situações de abuso e exploração sexual e contribuem para garantir mais segurança e proteção às crianças e aos adolescentes.

 

Diretor do Genial e empresário ligado a Vorcaro são alvos da Carbono Oculto

 


O Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) do Ministério Público do Estado de São Paulo e a Receita Federal deflagraram na manhã desta quinta-feira (24), a Operação Crédito Oculto, uma nova fase da Operação Carbono Oculto.

Estão sendo cumpridos mandados de busca e apreensão em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Santa Catarina e Espírito Santo.

Entre os alvos da operação estão Humberto Arthur Tupinambá Neto, executivo do Banco Genial, e o empresário Antônio Carlos Freixo Junior, o Mineiro, dono da Entre Investimentos.

Mineiro é apontado pela Polícia Federal como operador financeiro do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. O empresário assinou acordo de delação premiada com a PGR (Procuradoria-Geral da República).

A empresa de Freixo seria utilizada para repasses do banqueiro Daniel Vorcaro para a produção de “Dark Horse”, cinebiografia sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Investigações e desdobramentos da Carbono Oculto

De acordo com as identificações ocorridas na operação Carbono Oculto, a primeira estrutura foi criada para ocultar e dissimular os reais proprietários de uma usina sucroalcooleira no interior de São Paulo.

Outro operador financeiro, titular de fintechs e outras empresas, teria usado a infraestrutura societária e financeira do grupo empresarial, não apenas para a movimentação financeira das empresas da organização criminosa, como para criar novas camadas de ocultação sobre a titularidade da usina sucroalcooleira, entre outras fraudes.

Embora a titularidade formal da empresa sucroalcooleira estivesse distribuída entre fundos de investimento e outras empresas aparentemente independentes, os elementos reunidos indicam que a estrutura foi organizada para preservar o controle econômico dela sem que os reais beneficiários fossem revelados.

Segundo as investigações, um dos pontos envolve uma operação de aproximadamente R$ 370 milhões em direitos creditórios da usina. Os levantamentos apontam que uma empresa ligada à sociedade de investimentos adquiriu os créditos por meio da transferência de cotas de um fundo de investimento em direitos creditórios (FIDC).

A análise financeira indicou que uma parte relevante dos recursos empregados na aquisição das cotas tinha origem de fundos de investimentos controlados pelo mesmo grupo investigado. A estrutura teria criado um fluxo financeiro circular, que dava aparência de legitimidade à operação e dificultava a identificação dos reais beneficiários.

A ocultação da titularidade da usina sucroalcooleira, em duas etapas e por dois grupos de operadores do mercado financeiro, blindou a usina sucroalcooleira e também a usou como instrumento para a estruturação de um novo negócio jurídico da organização criminosa.

A nova aquisição do esquema seria de uma das maiores distribuidoras de combustíveis do país, conhecida como Terrana. 

Usina sucroalcooleira e os R$ 100 milhões

As análises econômico-financeiras apontam que a aquisição da distribuidora de combustíveis foi viabilizada por outra estrutura financeira composta por banco, fundos de investimento, escritório de advocacia, holdings, empresas patrimoniais e empresas de fachada. Ela era organizada para distanciar os recursos ilícitos usados na operação e os seus verdadeiros financiadores e beneficiários econômicos.

As prórprias contas bancárias da usina teriam recepcionado R$ 100 milhões enviados pela organização criminosa para financiar a aquisição.

Seguindo modus operandi já apontado pelo Ministério Público de São Paulo, os valores passaram “em poucos minutos” por múltiplas contas gráficas de três empresas do grupo ocultadas por contas bolsões em fintechs, que seriam usadas como “contas de passagem”, até aportarem na conta da usina sucroalcooleira.

Com isso, a usina passou a integrar a carteira de um novo fundo de investimento criado especificamente para o negócio jurídico. O valor de R$ 100 milhões foi aportado em referido fundo de investimento.

Depois, a fraude foi arquitetada por intermédio de um Certificado de Depósito Bancário Vinculado (CDBV). O fundo de investimento realizou a aquisição de um CDB perante o Banco Tradicional que, por sua vez, usou o dinheiro para realizar uma operação “casada” com a emissão de duas cédulas de crédito bancário para duas shell companies da própria organização criminosa.

As empresas de fachada se capitalizaram mediante o negócio jurídico simulado e foram usadas para ocultar e dissimular os verdadeiros beneficiários finais do negócio jurídico, ou seja, a aquisição da distribuidora de combustíveis.

Segundo as investigações, recursos foram utilizados para adquirir integralmente as cotas de um fundo imobiliário. Os imóveis que davam suporte econômico à operação já haviam sido previamente transferidos para empresas patrimoniais e, posteriormente, para fundos imobiliários.

Dessa forma, os bens permaneciam sob o controle econômico do grupo investigado, mas deixavam de figurar diretamente em seu patrimônio pessoal, o que dificultava a identificação dos reais proprietários e proporcionava blindagem patrimonial.

Os elementos reunidos apontam que a fintech, a empresa sucroalcooleira, os fundos de investimento, as holdings e as empresas-veículo desempenhavam funções complementares na estrutura.

O papel de cada instituição no esquema

De acordo com as investigações, a fintech permitia a circulação e fragmentação dos recursos. A empresa sucroalcooleira recepcionava e incorporava os valores à atividade econômica formal.

Já os fundos assumiam a posição econômica de financiadores de fato, as holdings realizavam as aquisições e as empresas-veículo serviam como camada adicional de separação entre a origem dos recursos e os reais beneficiários dos ativos adquiridos.

Os fundos imobiliários foram usados para concentrar imóveis vinculados aos investigados.

Além de fornecer garantias e suporte econômico às operações, os veículos mantinham bens de alto valor em patrimônios segregados, fora da titularidade direta dos investigados, o que ampliava a blindagem patrimonial e dificultava a visualização do patrimônio efetivamente controlado pelo grupo.

A investigação constatou a construção e a interligação de múltiplas estruturas de lavagem de dinheiro, não apenas pela organização criminosa atuante em todo o setor de combustíveis, mas também por operadores do mercado financeiro que prestam serviços de lavagem de capitais, consistindo em verdadeiras convergências criminosas à disposição de múltiplos grupos criminosos.

A empresa financeira empregada na aquisição simulada da empresa sucroalcooleira movimentou cerca de R$ 11,6 bilhões entre 2021 e 2025.

Para os investigadores, o volume financeiro, considerado com as demais evidências, reforça os indícios de uso de uma estrutura financeira e de investimentos para ocultação patrimonial, dissimulação da origem de recursos e lavagem de dinheiro.

CNN Brasil

 

 

CARESTIA: Botijão de gás de cozinha chega a R$ 130 em Natal

 


O preço do botijão de gás de cozinha de 13 kg varia de R$ 95 a R$ 130 em Natal, uma diferença de R$ 35, segundo pesquisa realizada pelo Procon Natal em 30 pontos de venda nesta terça-feira (22). A variação entre o menor e o maior valor chega a 36,84%.

O preço mais alto foi encontrado no bairro Potengi, na Zona Norte, enquanto o menor foi registrado em Lagoa Azul. A média na capital é de R$ 114, alta de 10,67% em relação ao mesmo período do ano passado, quando o valor médio era de R$ 103.

Por região, a Zona Sul tem o maior preço médio, de R$ 121. Em seguida aparecem as zonas Oeste, com R$ 114, Leste, com R$ 111, e Norte, com R$ 110.

Segundo o Procon Natal, a alta está relacionada a negociações salariais, convenções coletivas e reajustes nos custos das distribuidoras. O órgão recomenda pesquisar antes da compra e conferir as condições de pagamento e entrega.

VÍDEO - VIXE: Apostaram até o “FREZADO” na eleição presidencial, um ainda é STANDARD

 

A eleição presidencial ganhou uma aposta que ultrapassou qualquer bolão eleitoral. Dois cidadãos resolveram colocar em jogo nada menos que o “frezado” — expressão popular nordestina usada, em tom de brincadeira, para se referir ao traseiro.

O acordo é simples e, digamos, arriscado: um apostou na vitória de Lula; o outro, na de Flávio Bolsonaro. Quando sair o resultado das urnas, quem tiver apostado no candidato derrotado terá que “dar o frezado” ao vencedor da aposta.

Dinheiro? Nada. Caixa de cerveja? Também não. A aposta foi logo no patrimônio pessoal.

Agora, além de acompanhar pesquisa eleitoral, os dois vão precisar torcer com força redobrada. Afinal, nessa aposta, perder a eleição pode significar perder muito mais do que o palpite.

 STANDARD: standard / STD) é aquele que mantém as medidas originais de fábrica


Styvenson defende ampliação das escolas cívico-militares para diferentes regiões do RN

 


O senador Styvenson Valentim anunciou a intenção de ampliar o modelo de escolas cívico-militares para diferentes regiões do Rio Grande do Norte, levando a proposta a um número maior de municípios potiguares.

A iniciativa está alinhada a uma das principais pautas defendidas pelo senador na área da educação: a combinação entre ensino de qualidade, disciplina, formação cidadã e um ambiente escolar mais organizado.

Styvenson possui histórico de defesa do modelo. Em seu plano de governo, já havia proposto a implantação de pelo menos uma escola cívico-militar em cada diretoria de ensino do Rio Grande do Norte, como forma de ampliar o acesso dos estudantes a esse formato educacional.

Entre os exemplos citados pelo senador está a Escola Estadual Maria Ilka de Moura, em Natal. Styvenson acompanhou o processo de reconstrução da unidade, que recebeu investimentos voltados ao fortalecimento de sua estrutura. O mandato também registra a destinação de recursos para a aquisição de equipamentos para a escola.

A discussão sobre o modelo volta a ganhar espaço no Rio Grande do Norte em meio ao debate sobre segurança, disciplina e qualidade do ensino público. Na Assembleia Legislativa, tramita uma proposta que prevê a criação de um programa de escolas cívico-militares no estado.

Para Styvenson, a ampliação de experiências que associem educação, disciplina e formação de valores pode contribuir para fortalecer a escola pública e proporcionar aos estudantes um ambiente mais organizado e preparado para os desafios do futuro.

A proposta prevê que o modelo seja levado a diferentes regiões do estado, ampliando o número de municípios que poderão contar com unidades dentro desse formato.

 

Investigação sobre Lulinha envolve ao menos 4 integrantes do governo Lula; saiba quem são

 


Investigações da Polícia Federal que envolvem Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho mais velho do presidente Lula (PT), alcançaram ao menos quatro integrantes ou ex-integrantes do governo federal. Mensagens e movimentações financeiras são analisadas pela PF em três inquéritos que apuram suspeitas de corrupção e tráfico de influência.

A PF suspeita que a lobista Roberta Luchsinger atuava na defesa de interesses privados junto a órgãos federais em parceria com dois sócios ocultos: Lulinha e o empresário Fernando Bittar.

Veja quem são os quatro nomes citados nas investigações:

Ranniêr Costa Ciríaco

Segundo mensagens analisadas pela Polícia Federal, Roberta Luchsinger orientou seu motorista e auxiliar, Ulisses Barbosa, a fazer depósitos em contas de Ranniêr, secretário-executivo adjunto do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social (MDS), de outro funcionário da pasta e de uma terceira pessoa. O dinheiro, de acordo com as conversas, fazia parte de R$ 60 mil mantidos em espécie pela lobista.

Seis meses depois dos repasses mencionados pela PF, a pasta fechou contrato com um empresário de tecnologia representado pela lobista.

O MDS foi procurado pela Folha nesta quarta-feira (23), mas não havia se manifestado até a última atualização deste texto.

José Martinho Ferreira de Araújo

O coordenador do cerimonial do ministro Wellington Dias no MDS aparece nas mesmas mensagens em que Roberta teria determinado a distribuição dos R$ 60 mil mantidos em espécie. Segundo a PF, uma das contas indicadas para receber os recursos era de José Martinho, enquanto outra pertenceria a uma parente dele.

Marco Aurélio Santana Ribeiro, "Marcola"

Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola, foi chefe de gabinete de Lula e um dos auxiliares mais próximos do presidente. Ele deixou o Palácio do Planalto para atuar na campanha de reeleição do petista, mas posteriormente também saiu da equipe eleitoral após a divulgação das suspeitas envolvendo sua relação financeira com Roberta Luchsinger.

Segundo a PF, a lobista pagou cerca de R$ 217 mil em despesas de Marcola durante 2024, entre faturas de cartão de crédito, parcelas relacionadas a um veículo e outros gastos.

Os pagamentos coincidiram com tratativas em que Roberta buscava, com auxílio de Marcola, avançar interesses privados junto ao Ministério da Saúde e a integrantes do gabinete presidencial.

A defesa de Marcola afirma que os valores estavam relacionados a um empréstimo pessoal que teria sido integralmente quitado. Também diz que ele jamais intermediou negociações ou encaminhou documentos relacionados a compras e licitações no Ministério da Saúde, na Anvisa ou em outros órgãos federais.

Swedenberger Barbosa

Swedenberger do Nascimento Barbosa, conhecido como Berger, foi secretário-executivo do Ministério da Saúde e hoje ocupa o cargo de chefe de gabinete adjunto da Presidência da República. Ele aparece em conversas obtidas pela PF sobre reuniões e tentativas de avançar com negócios de interesse de Roberta Luchsinger junto ao governo.

Mensagens de Lulinha também tratam de almoços com Berger e Marcola. Segundo a Folha, ambos aparecem nas investigações em tratativas relacionadas a contratos de interesse de Roberta com o governo. A PF analisa as interlocuções para saber se houve atuação indevida em favor de negócios privados.

O Ministério da Saúde afirma que nunca teve contrato com a World Cannabis, empresa ligada às negociações investigadas.

Swedenberger não tem se manifestado sobre o caso. Segundo a Folha, ele disse a interlocutores que uma de suas funções era receber pessoas e encaminhar demandas para análise técnica e que não deu andamento à proposta apresentada por Roberta.

O que dizem Lulinha e Roberta Luchsinger

A defesa de Lulinha afirma que não é possível confirmar a autenticidade das conversas usadas nas investigações e diz que ele não tem relação com os pagamentos. Também questiona a cadeia de custódia das provas e afirma que as conclusões da PF se baseiam em inferências não conclusivas.

Procurada, a defesa de Roberta Luchsinger não se manifestou. Anteriormente, afirmou que não se posicionaria sobre inquérito sob sigilo.

Os três inquéritos envolvendo Lulinha e Luchsinger tramitam no STF e foram abertos a partir de elementos encontrados nas buscas e quebras de sigilo da Operação Sem Desconto.

Folha de São Paulo

 

 

VÍDEO - Ivan Baron: subiu a rampa com Lula, virou candidato de Janja e agora reclama de abandono

 



Ivan Baron, que subiu a rampa do Planalto ao lado de Lula e foi apresentado como candidato de Janja no Rio Grande do Norte, agora aparece nas redes sociais reclamando que ficou sem equipe de rua. A menos de 11 dias do fim da campanha, o candidato diz que não tem mais ninguém para panfletar, carregar bandeira ou ajudar na mobilização.

O desabafo expõe uma situação difícil de explicar. Se Ivan é o candidato de Janja, depois de toda a vitrine nacional e da simbologia de ter subido a rampa com Lula, como chega à reta final praticamente sozinho?

O PT parece ter virado as costas. Ivan está reclamando sozinho, sem estrutura e sem o apoio que esperava. É mais um retrato de um partido que fala muito em renovação e inclusão, mas quando chega a hora da campanha não faz seus próprios candidatos crescerem. No PT do RN, pelo visto, nem candidato de Janja escapa do abandono.

Esse texto foi copiado do Blog do Gustavo Negreiros


PoderData/AYA: Flávio tem 46% das intenções de voto no 2º turno; Lula, 45%

 



Segundo a pesquisa PoderData/Aya divulgada nesta quinta-feira (24), o senador Flávio Bolsonaro (PL) lidera as intenções de voto em um eventual segundo turno com 46%, empatado tecnicamente com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), 45%.

A pesquisa também simulou dois cenários de Augusto Cury (Avante) enfrentando Lula e Flávio Bolsonaro.

No primeiro deles, Cury aparece empatado tecnicamente com Lula. O escritor pontua 45%, enquanto o petista, 42%. Aqueles que votariam em branco ou nulo são 10%, enquanto os indecisos, 3%.

Na segunda simulação, Flávio Bolsonaro aparece numéricamente à frente de Cury, mas também empatado tecnicamente. O senador pontuou 41%, enquanto o escritor, 39%. Aqueles que votariam em branco ou nulo são 17%, enquanto os indecisos, 3%.

Metodologia

A pesquisa PoderData/AYA entrevistou 3.000 eleitores, entre os dias 20 e 23 de setembro de 2026, por meio de entrevista por telefone. A margem de erro do levantamento é de 1,8 ponto percentual, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

A pesquisa realizada com recursos do próprio instituto está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-01739/2026.

 

Real Time Big Data: Flávio tem 45% no 2º turno; Lula, 44%

 



Pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta quinta-feira (24) mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 45% das intenções de voto em uma simulação de segundo turno para as eleições presidenciais de 2026. O atual presidente Lula (PT) soma 44%.

Como a margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, os dois candidatos estão em situação de empate técnico.

Os votos em branco e nulos somam 8%, enquanto 3% dos entrevistados não sabem ou não responderam.

Outros cenários

O instituto de pesquisa também testou o atual presidente contra outros eventuais adversários.

Em um embate contra o ex-governador Ronaldo Caiado (PSD), ambos com 44% das intenções, há um empate exato.

Brancos e nulos são 8%, e indecisos somam 4%.

Já contra o ex-governador Romeu Zema (Novo), o atual presidente aparece numericamente à frente. O petista alcança 45% contra 39% de Zema em uma simulação direta.

O cenário registra ainda 9% de brancos e nulos e 7% de eleitores que não responderam.

A pesquisa avaliou ainda um confronto com o líder do MBL, Renan Santos (Missão), que soma 38% contra 44% do atual presidente.

Neste quadro específico, os votos brancos e nulos chegam a 10%, com 8% de eleitores indecisos.

Por fim, em uma disputa contra o escritor Augusto Cury (Avante), Lula tem 44% contra 43% do candidato do Avante, configurando um novo empate técnico no limite da margem de erro da pesquisa.

Nulos e brancos representam 8%, e 5% não souberam responder.

A pesquisa Real Time Big Data entrevistou 2.000 eleitores, entre os dias 19 e 23 de setembro de 2026, por meio de entrevista por telefone e recrutamento digital. A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

A pesquisa foi realizada com recursos do próprio instituto e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-04202/2026.

 

Na ONU, Javier Milei faz campanha para Flávio Bolsonaro e ataca Lula

 


O presidente da Argentina, Javier Milei, voltou a fazer campanha explícita para o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), durante a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). Segundo o líder argentino, a vitória da direita no Brasil pode interromper o “curso socialista decadente” administrado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Com essa movimentação, Milei afasta ainda mais qualquer possibilidade de reaproximação diplomática entre Buenos Aires e Brasília. As relações entre Brasil e Argentina atravessam uma grave crise desde o final de julho, impulsionada por declarações e ataques diretos desferidos por Milei contra Lula.

Além de apoiar abertamente a campanha de Flávio Bolsonaro, o presidente argentino rotulou Lula com termos como “presidiário”, “ladrão” e “corrupto”.  Como resposta à tensão, o governo brasileiro decidiu retirar seu embaixador do posto em solo argentino. Na diplomacia, essa medida é interpretada como um claro sinal de rebaixamento nos laços bilaterais, deixando a representação oficial sem o seu representante máximo no país hospedeiro.

O Escudo das Américas e as Ideias de Liberdade

Após discursar para líderes globais, Milei foi questionado sobre uma eventual adesão do Brasil ao “Escudo das Américas” caso Flávio Bolsonaro vença o pleito de outubro. Criada em março pelos Estados Unidos, a coalizão de segurança reúne 15 países latino-americanos alinhados aos interesses norte-americanos na região, bloco do qual Brasil e México ficaram de fora.

“O Brasil participar do Escudo das Américas é uma questão brasileira, mas tenho esperança de que o Brasil possa quebrar este curso socialista decadente que tomou nos últimos tempos e possa abraçar novamente as ideias da liberdade e fazer parte do grupo de países livres”, afirmou Milei na ONU.

Com informações do Metrópoles

 

“Onde o PT estiver, eu estarei contra”, Zema sinaliza apoio a Flávio Bolsonaro em eventual 2° turno

 


O candidato ao Palácio do Planalto pelo partido Novo, Romeu Zema, sinalizou que deverá apoiar Flávio Bolsonaro (PL) caso o segundo turno da eleição presidencial seja disputado entre o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro e o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A declaração foi dada na saída do debate presidencial promovido pela revista Veja nesta quarta-feira (23), em São Paulo.

Apesar de indicar a preferência contra os petistas no cenário nacional, o ex-governador de Minas Gerais ressaltou ao portal Metrópoles que mantém a expectativa de chegar à disputa final. “Continuo com a perspectiva de que estarei lá. Como eu disse, tudo acontece até o último dia, enquanto o juiz não apita, o jogo não acabou. Mas eu tenho reafirmado que onde o PT estiver, eu estarei contra o PT”, declarou Zema.

Motivações e Histórico Político

Durante a entrevista, o candidato enfatizou duras críticas à gestão do Partido dos Trabalhadores, responsabilizando a sigla pela situação econômica que herdou em seu estado e pelos escândalos políticos passados.

O evento organizado pela revista Veja seguiu a tendência de ausências dos principais líderes nas pesquisas de intenção de voto. Nem Lula nem Flávio Bolsonaro compareceram ao embate, mantendo o histórico de não participarem de nenhum debate presidencial até o momento. O candidato Renan Santos, do Missão, também esteve ausente do evento.

Com informações do Metrópoles

 

Operação Uiraçu mira abuso sexual infantil em Natal

  A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (24), mais uma fase da  Operação Uiraçu , com o objetivo de combater casos de abuso sexual...