O preço médio da cesta básica em Natal chegou a R$
461,01 em setembro, segundo pesquisa do Núcleo de Pesquisa do Procon Natal. O
valor representa um aumento de R$ 5,21 em relação ao mês anterior. Dos 40
produtos analisados, 60% registraram alta no período.
O levantamento acompanha mensalmente os preços de 40
itens essenciais que compõem a cesta básica em estabelecimentos comerciais da
capital potiguar.
60% dos produtos tiveram aumento
As quatro categorias analisadas pelo Procon Natal
apresentaram aumento em setembro: hortifrúti, higiene e limpeza, mercearia e
açougue.
Entre os grupos pesquisados, o hortifrúti registrou
a maior alta, de 5,73%. A batata comum teve o maior aumento, de 25,62%, seguida
pelo tomate, que subiu 23,13%, e pela cebola branca, com alta de 10,83%.
Na categoria de higiene e limpeza, os preços
aumentaram 1,12%. O sabão em pó teve alta de 5,76%, enquanto o creme dental
subiu 2,68%.
A mercearia apresentou aumento de 0,63%. Entre os
produtos que ficaram mais caros estão o arroz agulhinha, com alta de 3,37%, e o
açúcar cristal, que subiu 2,82%.
Já no açougue, a alta foi de 0,27%. Os principais
aumentos ocorreram no preço do frango, que subiu 3,53%, e dos ovos, com alta de
2,58%.
Zona Leste tem cesta básica mais cara
A Zona Leste apresentou a maior média de preços
entre as regiões de Natal, com R$ 491,71. O valor representa um aumento de R$
6,42 em relação ao mês anterior.
A Zona Oeste registrou o maior aumento entre as
regiões, de R$ 12,11.
Na Zona Norte, única região que apresentou queda, o
preço médio da cesta básica ficou em R$ 459,68, uma redução de R$ 0,28.
Na Zona Sul, a média registrada foi de R$ 454,78.
Preço varia ao longo das semanas
O preço da cesta básica atingiu o maior valor na
primeira semana de setembro, quando chegou a R$ 463,18.
Na segunda semana, o valor caiu para R$ 457,65. Na
terceira semana, voltou a subir e alcançou R$ 462,03. Já na quarta semana, o
preço registrado foi de R$ 459,54.
Ao final do mês, a média ficou em R$ 462,65.
Procon orienta consumidores
O Procon Natal orienta os consumidores a acompanhar
as promoções e os dias de descontos oferecidos pelos estabelecimentos.
O planejamento das compras e a consulta às pesquisas
realizadas pelo Núcleo de Pesquisa do órgão também podem ajudar os consumidores
a encontrar melhores preços e reduzir os gastos com a cesta básica.