quinta-feira, 30 de abril de 2026
TANGARAENSE - REUNIÃO DE AMIGOS: Lilico Bezerra reúne amigos, lideranças e reforça a importância da reeleição da deputada estadual Cristiane Dantas, para o desenvolvimento de Tangará e do RN
Encontro entre amigos promovido por Lilico Bezerra
marcou a noite desta quinta-feira (30), na casa do ex-senador Theodorico
Bezerra Netto (pai de Lilico), em Tangará, o encontro foi marcado e acompanhado
de um bom papo e uma deliciosa sopa, com vários amigos.
O evento teve como proposta fomentar o diálogo, o
alinhamento de ideias e a construção de propostas para o futuro do RN de
Tangará e região.
A reunião contou com a presença dos ex-vereadores
Ricardo Vicente, Cezinha Barbosa, Jailson do Catolé, do Empresário Joel da
Oficina, entre outros amigos.
Durante o
encontro, os participantes discutiram pautas consideradas prioritárias e
reforçaram a importância da participação popular no processo político e no
apoio a pré-candidatura da deputada estadual Cristiane Dantas a reeleição.
De acordo com os organizadores, a iniciativa buscou
aproximar a população das lideranças políticas e fortalecer o engajamento em
torno de projetos voltados ao desenvolvimento local e do RN.
O evento também serviu como espaço para troca de
ideias e articulação entre apoiadores, Lilico combinou com os amigos que todas
as quintas-feiras esse encontro irá acontecer. Nesse clima amigo e tomando uma
deliciosa sopa.
Veja como votou a bancada do RN em decisão que derrubou veto de Lula sobre o 8 de janeiro
O Congresso Nacional derrubou, nesta quinta-feira (30), o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Projeto de Lei da Dosimetria, que altera regras de cálculo de penas aplicadas a condenados por crimes ligados aos atos de 8 de janeiro de 2023. A decisão mobilizou a bancada federal potiguar, que registrou votos divididos entre deputados e senadores.
Na Câmara dos Deputados, apenas dois parlamentares potiguares votaram pela manutenção do veto presidencial: Natália Bonavides e Fernando Mineiro, ambos do PT.
Os demais deputados do RN — João Maia (PP), Robinson Faria (PP), Benes Leocádio (União), Sargento Gonçalves (PL), Carla Dickson (PL) e General Girão (PL) — votaram pela derrubada do veto, acompanhando a maioria do plenário.
No Senado Federal, o cenário também refletiu divisão na bancada. Rogério Marinho (PL) e Styvenson Valentim (PSDB) votaram pela derrubada do veto. Já a senadora Zenaide Maia (PSD) foi favorável à manutenção da decisão do presidente Lula.
Com a derrubada, o texto segue agora para promulgação, que pode ser feita pelo próprio presidente da República ou, caso não ocorra em até 48 horas, pelo presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União Brasil-AC).
O projeto altera critérios de dosimetria das penas relacionadas aos crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado.
Entre as mudanças, está a regra que impede a soma das penas quando os crimes forem praticados no mesmo contexto, além de ajustes na progressão de regime e redução de pena em casos específicos, como participação sem liderança ou financiamento dos atos.
TANGARAENSE: Inmet emite alerta laranja e coloca 55 cidades do RN sob risco com ventos de até 100 km/h e alagamentos
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta laranja de perigo para 55 cidades do RN, indicando condições climáticas adversas com possibilidade de ventos intensos que podem chegar a 100 km/h, além de chuvas fortes e risco de alagamentos. O aviso é válido até as 23h59 desta sexta-feira (1º).
Segundo o Inmet, as áreas sob alerta podem registrar chuvas entre 30 e 60 mm por hora ou de 50 a 100 mm por dia, além de rajadas de vento entre 60 e 100 km/h. Nessas condições, há risco de queda de galhos de árvores, alagamentos em áreas urbanas, interrupções no fornecimento de energia elétrica e descargas elétricas.
Além do alerta laranja, todas as 167 cidades do Estado seguem sob alerta amarelo de perigo potencial, com previsão de chuvas entre 20 e 50 mm por dia e ventos de até 60 km/h. O Inmet reforça que, em caso de emergência, a população deve acionar a Defesa Civil pelo telefone 199 ou o Corpo de Bombeiros pelo 193.
A orientação é evitar abrigo sob árvores, não estacionar veículos próximos a torres ou placas e, se possível, desligar aparelhos elétricos durante tempestades mais fortes.
📍 Cidades em alerta laranja
Arez
Baía Formosa
Bento Fernandes
Bom Jesus
Brejinho
Canguaretama
Ceará-Mirim
Espírito Santo
Extremoz
Goianinha
Ielmo Marinho
Boa Saúde
João Câmara
Jundiá
Lagoa d’Anta
Lagoa de Pedras
Lagoa Salgada
Macaíba
Maxaranguape
Montanhas
Monte Alegre
Natal
Nísia Floresta
Nova Cruz
Parazinho
Parnamirim
Passa e Fica
Passagem
Pedra Grande
Pedro Velho
Poço Branco
Pureza
Riachuelo
Rio do Fogo
Santa Maria
Santo Antônio
São Bento do Norte
São Gonçalo do Amarante
São José de Mipibu
São José do Campestre
São Miguel do Gostoso
São Paulo do Potengi
São Pedro
Senador Elói de Souza
Senador Georgino Avelino
Serra Caiada
Serra de São Bento
Serrinha
Taipu
Tangará
Tibau do Sul
Touros
Várzea
Vera Cruz
Vila Flor
Rodoviária de Natal registra aumento no fluxo para o feriado do Dia do Trabalhador
A movimentação no Terminal Rodoviário de Passageiros
de Natal começou a se intensificar no início da tarde desta quinta-feira 30,
véspera do feriado do Dia do Trabalhador. De acordo com a Associação das
Empresas de Transporte Intermunicipais (Transpasse), cidades como Caicó, Pau
dos Ferros, Macau e Mossoró estão entre os destinos mais procurados neste
período. A expectativa do setor é de crescimento na demanda em relação ao ano
passado.
Segundo o representante da entidade, Wellington
Oliveira, a projeção inicial era de aumento de 6,5% na emissão de passagens até
a próxima segunda-feira, mas a procura registrada desde a última terça 28 levou
a uma revisão para 8,5%. “Diante da demanda e da procura que tivemos nos
últimos dias, fizemos uma prospecção de crescimento de 8,5% para o feriado do
Dia do Trabalhador em 2026”, afirmou em entrevista à TV Tropical.
Com o feriado caindo em uma sexta-feira, a tendência
é que muitos trabalhadores aproveitem o fim de semana prolongado para viajar. A
expectativa é de maior fluxo a partir do fim do expediente desta quinta-feira e
também na manhã de sexta.
Para atender à demanda, as empresas vão
disponibilizar 42 ônibus extras entre sexta-feira 1º e domingo 3, além de
reforço no retorno previsto para a segunda-feira 4. No ano passado, mesmo com
ponto facultativo, cerca de 21.652 passageiros embarcaram no terminal durante o
mesmo período.
A orientação é que os passageiros se antecipem na
compra das passagens. Segundo Wellington Oliveira, fiscalizações da Polícia
Rodoviária Federal e Estadual têm restringido o transporte de passageiros em pé
em viagens mais longas. Ainda segundo ele, quem deixa para embarcar em paradas
ao longo do trajeto pode não encontrar vagas disponíveis, especialmente em
linhas mais procuradas para o interior do estado.
“Destinos de longas quilometragens, como Paulo dos
Ferros, Caicó, não podemos colocar passageiros em pé. Então, o passageiro tem
que procurar o terminal rodoviário e fazer a aquisição do seu bilhete com
segurança”, completou.
O que acontece agora após a derruba veto da Dosimetria: Entenda
Após a derrubada do veto presidencial ao PL da
Dosimetria pelo Congresso Nacional, o texto aprovado pelos parlamentares passa
a valer oficialmente após a promulgação pelo próprio Congresso.
Na prática, isso significa que:
- A
decisão do presidente Lula de vetar o projeto foi anulada;
- O
trecho vetado é reintegrado à lei;
- O
Congresso promulga a nova regra, normalmente nos próximos dias;
- A
medida entra em vigor conforme o prazo previsto no texto da lei.
O chamado “PL da Dosimetria” altera regras
relacionadas à aplicação e cálculo de penas no sistema penal, especialmente
sobre como juízes devem definir a dosimetria das condenações. Defensores da
proposta afirmam que ela traz mais rigidez e limita interpretações consideradas
brandas. Já críticos apontam possível aumento do encarceramento e redução da
autonomia dos magistrados.
Com a derrubada do veto:
- tribunais
e juízes terão de seguir a nova redação aprovada;
- advogados
e Ministério Público poderão usar a nova lei em processos;
- alguns
casos poderão gerar revisões ou debates jurídicos sobre aplicação
retroativa.
Agora, a expectativa é de:
- promulgação
oficial do texto;
- publicação
no Diário Oficial;
- possível
judicialização no Supremo Tribunal Federal, caso partidos ou
entidades questionem a constitucionalidade da medida.
Operação Aurum prende suspeito de roubo de R$ 2,5 milhões em joias no centro de Mossoró
A Polícia Civil do Rio Grande do Norte deflagrou,
nesta quinta-feira (30), a “Operação Aurum” para cumprir mandados ligados a um
roubo milionário em Mossoró.
Segundo as investigações, o grupo é suspeito de
participar do roubo de cerca de R$ 2,5 milhões em joias, crime ocorrido em
novembro de 2025, no centro da cidade.
Durante a ação, um homem de 31 anos foi preso em um
condomínio. Ele estava armado e tentou se livrar de uma pistola 9 mm e do
celular ao perceber a chegada da polícia, mas os itens foram encontrados e
apreendidos. Além da prisão preventiva, ele também foi autuado em flagrante por
porte ilegal de arma de fogo de uso restrito.
A Justiça determinou ainda o bloqueio de até R$ 2,5
milhões em contas dos investigados, valor equivalente ao prejuízo da vítima.
As investigações seguem para localizar outros
envolvidos e tentar recuperar os bens roubados. Informações podem ser
repassadas de forma anônima pelo Disque Denúncia 181.
Congresso impõe nova derrota ao governo Lula e derruba veto à dosimetria
O Congresso Nacional impôs nova derrota ao governo e
rejeitou o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao projeto de lei
da dosimetria. No Senado, o placar foi de 49 votos a favor da derrubada e 24
contra. Antes, na Câmara, o veto foi derrubado por 318 votos a 144, com cinco
abstenções.
O texto mira beneficiar condenados pelos atos de 8
de Janeiro de 2023 e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A proposta estabelece
critérios e define percentuais mínimos para o cumprimento da pena e a
progressão de regime.
Para evitar contradizer a nova Lei Antifacção, antes
da votação, o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP), considerou
prejudicados trechos do PL da dosimetria sobre a progressão de pena. Com isso,
esses trechos não estiveram na votação realizada nesta quinta.
A medida mirou evitar flexibilizar penas de
condenados em casos, por exemplo, de constituição de milícia privada,
feminicídio e crimes hediondos.
Com a retirada dos trechos e a derrubada do veto, o
PL da dosimetria será promulgado e se tornar lei em definitivo, sem incluir os
dispositivos declarados prejudicados.
A base aliada do governo questionou a análise do
veto e a decisão de Alcolumbre sobre a prejudicialidade. Segundo governistas, o
projeto é “inconstitucional”. Eles também contestaram a manobra de dividir o
projeto – o chamado “fatiamento – com a prejudicialidade.
Aprovado pelo Congresso no ano passado, o PL da
dosimetria foi integralmente vetado por Lula. Na Câmara, para evitar
“insegurança jurídica”, o relator, Paulinho da Força (Solidariedade-SP), também
determinou que a remição pode ser compatível com o cumprimento da pena em
prisão domiciliar.
Apesar de mirar as regras de cálculo de penas e de
progressão de regime para condenados do 8 de Janeiro, os efeitos do projeto
poderiam se estender a outros crimes.
Atualmente, os réus condenados tanto por abolição
violenta do Estado Democrático de Direito quanto por golpe de Estado têm as
penas somadas. Conforme o projeto, valerá o chamado o concurso formal e apenas
a pena mais grave seria aplicada, sem soma das duas condenações. Em outra
frente, o texto reduz o tempo mínimo para progressão do regime fechado ao
semiaberto.
Ao vetar o projeto, o Planalto argumentou que “a
redução da resposta penal a crimes contra o Estado Democrático de Direito daria
o condão de aumentar a incidência de crimes contra a ordem democrática e
indicaria retrocesso no processo histórico de redemocratização que originou a
Nova República, violando o fundamento disposto no art. 1º da Constituição”.
CNN Brasil
Câmara derruba veto de Lula e abre caminho para reduzir pena de Bolsonaro; votação segue para o Senado
A maioria dos deputados votou para derrubar o
veto ao PL da Dosimetria.
A votação segue agora para o Senado.
Foram 318 votos a favor da derrubada do
veto, 144 votos a favor dele e 5 abstenções.
O que muda com o projeto de dosimetria
O projeto estabelece novas regras para o cálculo das
penas de condenados por crimes contra o Estado Democrático de Direito. Na
prática, a proposta permite a redução das punições aplicadas a envolvidos nos
ataques de 8 de janeiro.
Entre os pontos previstos no texto, está a proibição
da soma das penas para os crimes de golpe de Estado e abolição violenta do
Estado Democrático de Direito quando praticados no mesmo contexto. Nesses
casos, passa a valer a pena do crime mais grave, com aumento que pode variar de
um sexto até a metade.
A proposta também prevê redução de pena de um a dois
terços para crimes cometidos em contexto de multidão, desde que o condenado não
tenha exercido papel de liderança ou financiamento dos atos.
Outro ponto altera as regras de progressão de
regime. O texto permite a saída do regime fechado após o cumprimento de um
sexto da pena, além de estabelecer percentuais específicos para outros tipos de
crime.
O projeto havia sido vetado integralmente pelo
presidente Lula. Na mensagem enviada ao Congresso, o governo argumentou que a
proposta poderia reduzir a resposta penal a crimes contra a democracia e
representar retrocesso no processo de redemocratização, além de contrariar
princípios constitucionais.
g1
O silêncio do STF sobre a derrota de Messias não é acaso: Alexandre de Moraes já havia vencido nos bastidores
A reação do Supremo Tribunal Federal à rejeição de
Jorge Messias no Senado foi cirúrgica em sua neutralidade. E esse silêncio
calculado diz mais do que qualquer pronunciamento oficial jamais diria.
Em nota divulgada na manhã desta quinta-feira (30),
a Presidência do STF limitou-se a dizer que "reafirma seu respeito à
prerrogativa constitucional do Senado Federal" e
que "aguarda, com serenidade, as providências constitucionais
cabíveis para o preenchimento da vaga". Nenhuma crítica. Nenhum
desconforto. Nenhum sinal de que o tribunal pretenda questionar o resultado.
Para quem acompanha os bastidores de Brasília, essa postura não é acidental. É
o desfecho de uma articulação que começou antes mesmo da votação.
Segundo reportagem do Diário do Estado de Goiás e
fontes ouvidas pela Folha de S.Paulo, o ministro Alexandre de Moraes
desempenhou papel central na resistência à indicação de Messias. A articulação
não foi pública. Moraes não discursou, não publicou notas, não deu entrevistas.
Mas sinalizou, por canais indiretos, que não via com bons olhos a chegada do
AGU ao tribunal. A leitura que se faz é a seguinte: Moraes, que hoje conduz os
processos mais sensíveis do STF, incluindo os inquéritos do 8 de Janeiro e das
fake news, temia que a entrada de alguém com lealdade primária ao Planalto
pudesse alterar a correlação de forças internas da Corte. Messias, como AGU,
foi braço jurídico do governo nas ações que sustentaram condenações, mas
acumulou atritos com o próprio Moraes por disputas de protagonismo e
competência.
Essa sinalização funcionou como uma espécie de
autorização velada para que senadores votassem contra sem medo de retaliação do
Judiciário. Davi Alcolumbre, que já tinha suas próprias razões para barrar
Messias, teria recebido esse sinal como o elemento que faltava para não se
empenhar pela aprovação. O resultado prático: o STF, institucionalmente, já
havia absorvido a possibilidade da derrota antes mesmo de o painel do Senado
ser aberto.
A nota oficial do Supremo não é apenas diplomática.
É estratégica. Segundo O Globo, ministros do STF
ficaram "atônitos" com o resultado, mas a avaliação interna
é de que qualquer reação seria contraproducente. A Corte já enfrenta desgaste
com o Congresso, que aprovou pacotes restringindo poderes do Judiciário, e o
clima político favorece a pauta anti-STF. Reagir à derrota de Messias
significaria legitimar a narrativa de que o Supremo interfere em decisões do Legislativo,
dar munição à oposição que já fala abertamente em impeachment de ministros e
agravar o rompimento entre os Poderes em pleno ano eleitoral. Por isso, a
postura foi clara: aceitar o resultado, manter a compostura e deixar o desgaste
recair inteiramente sobre Lula.
No fim das contas, Alexandre de Moraes conseguiu
algo raro na política brasileira: influenciou o resultado sem se expor. Não
precisou votar, discursar ou publicar nada. Bastou não apoiar Messias e deixar
que Alcolumbre e a oposição fizessem o trabalho. Com isso, Moraes preserva três
coisas ao mesmo tempo: seu espaço de poder dentro do STF sem a chegada de um
aliado direto de Lula, sua relação com o Senado que o enxerga como alguém que
respeita a autonomia da Casa, e sua imagem institucional ao não se envolver
publicamente em disputas políticas.
O STF não vai se meter na derrota de Messias porque,
nos bastidores, já se meteu antes. E obteve exatamente o resultado que queria.
Lula planeja retaliação contra Alcolumbre após humilhação no Senado
O Palácio do Planalto não digeriu a derrota. Segundo
apuração do Poder360 e do Valor Econômico, o governo Lula já iniciou
um pente-fino minucioso em cargos ocupados por indicações do União
Brasil, MDB e PSD — os três partidos que, na avaliação do Planalto, foram
responsáveis pelas "traições" que levaram à rejeição de Jorge Messias
ao STF.
O alvo principal é Davi Alcolumbre. O presidente do
Senado, que desde o início resistiu à indicação de Messias, é visto pelo
governo como o grande arquiteto da derrota. Nos bastidores, aliados de Lula já
falam abertamente em rompimento consumado entre o presidente e o
senador do Amapá.
A retaliação, porém, não será imediata. O governo
optou por um caminho calculado: primeiro mapear quem traiu, depois agir. O foco
está em posições estratégicas em agências reguladoras, estatais e cargos de
segundo e terceiro escalão indicados por parlamentares que votaram contra
Messias.
O problema é o timing. Em pleno ano eleitoral,
retaliar Alcolumbre — que controla a pauta do Senado — pode custar ainda mais
caro a Lula, que precisa da Casa para aprovar qualquer nova indicação ao STF e
outras matérias prioritárias. O governo caminha numa corda bamba entre a
necessidade de dar uma resposta política e o risco de aprofundar a crise.
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O Antagonista André Janones pode mentir à vontade sem ser punido. Talvez seja o único brasileiro a desfrutar dessa prerrogativa, uma es...
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Publicado por Tiago Ruf Infelizmente nesta manhã de quinta-feira (25), a população japiense recebeu a triste notícia de falecimento d...










