sexta-feira, 17 de abril de 2026

Unicat e a saga – infeliz – da falta de remédios: veja a lista de medicamentos em falta

 


A falta de medicamentos na Unicat já é algo que, infelizmente, tem se tornado uma rotina.

A mais recente é a falta de Somatropina.

Para quem não sabe esse é o hormônio do crescimento e que muitas pessoas precisam tomar todos os meses para manter o tratamento.

Em um documento obtido pelo blog, a informação é que a Unicat está “aguardando distribuição do Ministério da Saúde”.

 Ou seja, culpa a burocracia.

Mas ao que parece para Fátima e o secretário estadual de Saúde o mais importante agora são as eleições.

O blog teve acesso à lista dos medicamentos em falta, ou estão em licitação ou aguardando chegada.

Confira abaixo

ÁCIDO URSODESOXICÓLICO 150 MG COMP

ÁCIDO URSODESOXICÓLICO 300 MG COMP

ÁCIDO ZOLEDRÔNICO 0,05 MG/ML (FRASCO COM 100 ML) ACITRETINA 10 MG CAP

ACITRETINA 25 MG CAP

ALFAEPOETINA 10.000 UI SOL INJ (FR-AMP)

ALFAVESTRONIDASE 2 MG/ML SOLUÇÃO INJETÁVEL 5 ML

AMBRISENTANA 10 MG COMP VER

AMBRISENTANA 5 MG COMP REV

ATORVASTATINA 80 MG COMP

AZATIOPRINA 50 MG COMP

BETAINTERFERONA 1A 12.000.000 UI (44MCG) SOL INJ (SER PREENC)

BETAINTERFERONA 1A 6.000.000 UI (22MCG) SOL INJ (SER PREENC)

BOSENTANA 125 MG COMP VER

BOSENTANA 62,5 MG COMP VER

BRIMONIDINA 2 MG/ML SOL OFT (FR) 5 ML

BROMETO DE TIOTRÓPIO MONOIDRATADO 2,5 MCG + CLORIDRATO DE OLODATEROL 2,5 MCG (SOLUÇÃO PARA INALAÇÃO ORAL)

BUROSUMABE 10 MG/ML SOLUÇÃO INJETÁVEL

BUROSUMABE 30 MG/ML SOLUÇÃO INJETÁVEL

CALCITRIOL 0,25 MCG CAP

CICLOSPORINA 100 MG CAP 2

CICLOSPORINA 100 MG/ML SOL ORAL (FR) 50 ML

CICLOSPORINA 25 MG CAP

CICLOSPORINA 50 MG CAP

CLOPIDOGREL 75 MG COMP

CODEÍNA 30 MG COMP 2

COMPLEMENTO ALIMENTAR P/ PACIENTE FENILCETONURICO 1 A 8 ANOS - FORMULA DE AMINOÁCIDOS ISENTA DE FENILALANINA 1 G PÓ       2

COMPLEMENTO ALIMENTAR P/ PACIENTE FENILCETONURICO MAIOR DE 8 ANOS - FORMULA DE AMINOÁCIDOS ISENTA DE FENILALANINA 1 G PÓ

EFERASIROX 125 MG COMP  1.A

DEFERASIROX 250 MG COMP

ESFERROXAMINA 500 MG PÓ LIOF INJ (FR-AMP)

DORZOLAMIDA 20 MG/ML SOL OFT (FR) 5 ML

ELTROMBOPAGUE 25 MG COMP

FORMOTEROL + BUDESONIDA 6 + 200 MCG CAP INAL

GABAPENTINA 300 MG CAP  2

GABAPENTINA 400 MG CAP

HIDROXIURÉIA 500 MG CAP

ILOPROSTA 10 MCG/ML SOL P/ NEBUL (AMP) 1 ML

ISOTRETINOÍNA 20 MG CAP

LAMOTRIGINA 100 MG COMP 2

LAMOTRIGINA 25 MG COMP  2

LAMOTRIGINA 50 MG COMP

LATANOPROSTA 0,05 MG/ML SOL OFT (FR) 2,5 ML  

LEFLUNOMIDA 20 MG COMP

LEUPRORRELINA 3,75 MG SOL INJ (SER PREENC)

 LEVETIRACETAM 100 MG/ML SOLUÇÃO ORAL 150 ML     

LEVETIRACETAM 1000 MG COMPRIMIDO

LEVETIRACETAM 500 MG COMPRIMIDO

LEVETIRACETAM 750 MG COMPRIMIDO

MEPOLIZUMABE 100 MG/ML SOLUÇÃO INJETÁVEL

MESALAZINA 250 MG SUPOSITÓRIO

MESALAZINA 500 MG SUPOSITÓRIO

MESALAZINA 800 MG COMP

MORFINA 30 MG COMP 2

NAPROXENO 250 MG

OLANZAPINA 5 MG COMP

PANCREATINA 25.000 UI CAP

PIRIDOSTIGMINA 60 MG COMP

PRIMIDONA 100 MG COMP

RALOXIFENO 60 MG COMP

RISANQUIZUMABE 150 MG/ML SOLUÇÃO INJETÁVEL C/ SISTEMA DE APLICAÇÃORISEDRONATO SÓDICO 35 MG

RISPERIDONA 1 MG COMP

RISPERIDONA 1 MG/ML SOL ORAL (FR) 30 ML

RISPERIDONA 2 MG COMP

RIVASTIGMINA 9 MG ADESIVO TRANSDÉRMICO

SACARATO DE HIDRÓXIDO FÉRRICO 100 MG SOL INJ (FR) 5 ML

SACUBITRIL 24 MG + VALSARTANA 26 MG

SACUBITRIL 49 MG + VALSARTANA 51 MG

SACUBITRIL 97 MG + VALSARTANA 103 MG

SAPROPTERINA 100 MG COMP

SILDENAFILA 25 MG COMP  

SILDENAFILA 50 MG COMP

SOMATROPINA 12 UI SOL INJ OU PÓ LIOF INJ (FR-AMP)   1. SOMATROPINA 4 UI SOL INJ OU PÓ LIOF INJ (FR-AMP) SULFASSALAZINA 500 MG COMP

TOBRAMICINA 300/5 MG/ML SOLUÇÃO INALATÓRIA (POR AMPOLA)

TOPIRAMATO 100 MG COMP 2

TOPIRAMATO 25 MG COMP   2

TOPIRAMATO 50 MG COMP

TRIENTINA 250 MG CÁPSULA

TRIPTORRELINA 11,25 MG SUSP INJ (FR-AMP)

TRIPTORRELINA 3,75 MG SUSP INJ (FR-AMP)

VEDOLIZUMABE 300 MG PÓ LIOFILIZADO PARA SOLUÇÃO INJETÁVEL

VIGABATRINA 500 MG COMP

Esse texto foi copiado do Blog do Gustavo Negreiros

Governo Lula prepara ofensiva contra as bets

 


Sob a coordenação da Casa Civil, e com a participação dos ministérios da Fazenda, Planejamento e Justiça, o governo Lula está preparando uma ofensiva contra as bets.

A ideia é que até meados de maio seja publicado um decreto presidencial com medidas como:

*veto a apostas em bets a que quem queira participar do programa de refinanciamento de dívidas que o governo vai lançar.

*medidas para combater manipulação nas propagandas das bets, sobretudo as que estimulam a compulsão e o vício dos jogadores.

A palavra de ordem é fechar as torneiras que hoje estão abertas e facilitam e estimulam o jogo online.

Na visão do Palácio do Planalto, as casas de aposta online viraram uma espécie de responsável máximo pelo aumento do grau de endividamento do brasileiro. E é esse endividamento quem estaria por trás das dificuldades de Lula em recuperar níveis razoáveis de aprovação do seu governo, ainda na visão do presidente e do seu entorno.

Lauro Jardim - O Globo

 

 

VÍDEO: Família atravessa área alagada com caixão em balsa improvisada no interior do RN

 



Um vídeo impressionante enviado à produção da TV Tropical expõe a realidade enfrentada por moradores da zona rural de Ielmo Marinho durante o período chuvoso. Nas imagens, uma família aparece atravessando um trecho completamente alagado com um caixão em uma balsa improvisada, devido à falta de acesso por estrada.

A situação foi registrada na comunidade conhecida como Chã de Moreno, também chamada de Igreja Nova. Segundo relatos, o alagamento é recorrente e atinge a região sempre que há chuvas mais intensas, dificultando a locomoção de moradores e impedindo a passagem de veículos.

De acordo com informações repassadas por um morador, a travessia ocorreu durante o cortejo de um homem que morreu após um infarto. Sem condições de acesso para carros, familiares precisaram improvisar uma balsa para conseguir levar o corpo até o cemitério da localidade.

Além do impacto emocional da cena, o caso reforça as dificuldades enfrentadas pela população, que precisa recorrer a soluções improvisadas para garantir o deslocamento, especialmente em períodos de cheia do Rio Potengi, que atinge diretamente a passagem entre comunidades da região.

A equipe de reportagem também buscou posicionamento do Departamento de Estradas de Rodagem do Rio Grande do Norte, que informou que o trecho não integra a malha rodoviária estadual e, portanto, não é de sua responsabilidade.

Em nota, a Prefeitura de São Gonçalo do Amarante afirmou que tem conhecimento da situação e apontou que a solução definitiva para o problema seria a construção de pontilhões nas áreas afetadas, especialmente diante do aumento das cheias do Rio Potengi.

O município informou ainda que busca recursos e apoio federal para viabilizar obras estruturais, alegando dificuldades financeiras e pendências herdadas de gestões anteriores. Enquanto isso, a gestão municipal garantiu que pretende adotar medidas emergenciais e disponibilizar máquinas para tentar liberar o acesso de pessoas e veículos assim que possível.

Moradores cobram soluções efetivas para um problema que, segundo eles, se repete todos os anos e compromete o acesso a serviços básicos na comunidade.

 

Caern abre consulta pública sobre esgotamento sanitário em 48 municípios

 


A Caern iniciou o projeto de estruturação da Parceria Público-Privado (PPP) para a universalização do esgotamento sanitário em 48 municípios potiguares, com a abertura da Consulta Pública. Nesse momento, os cidadãos e a sociedade civil poderão fazer contribuições relacionadas aos documentos disponibilizados.

A consulta vai até dia 29 de maio e a consulta aos documentos, bem como as contribuições, podem ser feitas no seguinte link:  https://transparencia.caern.com.br/ppp/. No mês de maio, serão realizadas as audiências públicas, com data prevista para 11 de maio.

Com cerca de R$ 3,8 bilhões previstos em investimentos no serviço de esgotamento sanitário durante todo o período da PPP, ou seja, até 2051, seu objetivo é garantir o atingimento da meta de 90% de atendimento de esgoto até 2033, conforme preconizado pelo marco legal do saneamento.  A PPP, na modalidade administrativa, complementará os esforços de investimentos da Companhia, sendo passo fundamental para a expansão do atendimento no estado. Dentre os benefícios da parceria estão a garantia de acesso aos serviços de saneamento, que são essenciais, e a consequente melhoria das condições de saúde pública e do meio ambiente.

“A universalização do saneamento básico é, acima de tudo, um compromisso civilizatório que assumimos com o povo potiguar. Levar esgotamento sanitário significa garantir saúde, dignidade e respeito ao meio ambiente. Esse projeto é um passo decisivo para que o desenvolvimento do Rio Grande do Norte aconteça com justiça social e cidadania. Por isso, a participação de cada cidadão e cidadã nesta consulta pública é fundamental, queremos construir juntos esse caminho para assegurar um direito essencial à nossa gente”, afirma a Governadora do RN, Fátima Bezerra.

A PPP abrange 48 municípios do estado, dentre eles Natal, Parnamirim, Mossoró e Caicó. Esses municípios possuem contratos regulares com a Caern, conforme termo de atualização aprovado pelas Microrregiões de Água e Esgoto (MRAE) Litoral-Seridó e Central-Oeste. É importante ressaltar que, conforme preconizado pelo marco legal do saneamento, no caso da existência de estruturas regionalizadas, a titularidade dos serviços é exercida pelo estado em conjunto com os municípios, reunidos em colegiado interfederativo. Sendo assim, as MRAEs passaram a ser responsáveis pelas decisões acerca da gestão dos serviços de saneamento no estado do RN. Vale ressaltar que, além dos documentos relacionados à PPP, as MRAEs estão colocando em consulta os Planos Regionais de Saneamento Básico relativos aos serviços de esgotamento sanitário dos municípios abrangidos pelo projeto.

A estruturação desta parceria contou com o apoio do BNDES e de um consórcio de consultores especializados (Ceres, Serenco Engenharia, Cescon Barrieu e Amaral Andrade). O grupo foi responsável pelo diagnóstico, modelagem e confecção dos documentos licitatórios, sempre sob a diretriz do Novo Marco Legal do Saneamento (Lei nº 14.026/2020) e suas metas de universalização.

 

 

TANGARAENSE - CORRENTE DO BEM: O amigo Wellington, esta acamado após acidente de Trânsito e precisa da nossa ajuda, vamos ajudar

 



Há alguns dias atrás, o Sr. Wellington Silva Maciel, sofreu um acidente de trânsito enquanto pilotava uma motocicleta. Desde então, vive acamado.

Wellington trabalhava de entregador. 

O mesmo tem duas crianças pequenas e só ele trabalhava, para agravar ainda mais a situação, Wellington, não tinha sua carteira assinada, segundo informações, era só um bico.

A família de Wellington conta com a nossa solidariedade para doar itens necessários e ajudar na recuperação do mesmo.

As doações podem ser feitas via PIX, pela chave 03821809418. O nome do destinatário é o do Sr. Wellington Silva Maciel, Caixa Econômica.

Desde já agradecemos a todos de bom coração, pela ajuda. Muito Obrigado.


TANGARAENSE - COMUNICADO IMPORTANTE: O Blog, comunica o desaparecimento do amigo Domingos (conhecido por "Neu" de João Lucas), que saiu desde quarta-feira 15 e até esta data não deu notícia

 


 Tangaraense, desde quarta-feira (15), o amigo "Neu" de João Lucas está desaparecido a família junto com a Defesa Civil de Tangará e Corpo de Bombeiros, solicita ajuda para quem puder se juntar a eles nas buscas por Domingos (conhecido por Neu de João Lucas), que esta desaparecido.

Desde já agradecemos a todos pela atenção e ajuda. Neu é morador do Sítio Lagoa do Caxingo, município de Tangará.

Informações sobre o paradeiro do amigo "Neu", favor ligar para a Sra. Jandira (mãe) 9 9207-7723.


 

Quiosques usados como moradia são desocupados na Praia do Meio, em Natal

 


Três pessoas foram retiradas de quiosques ocupados irregularmente na Praia do Meio, em Natal, durante uma operação da Prefeitura nesta quinta-feira (16). O grupo utilizava a estrutura pública como moradia improvisada e foi orientado a deixar o local com seus pertences, além de ser notificado de que não poderia retornar.

A ação foi conduzida pela Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semsur), com apoio da Guarda Municipal. Segundo a prefeitura, a operação ocorreu após denúncias e teve como objetivo interromper a ocupação de espaços destinados a atividades comerciais na orla. A medida também buscou evitar danos aos quiosques e impedir que a área se consolidasse como ponto de permanência irregular.

O secretário da Semsur, Felipe Alves, afirmou que a fiscalização seguirá atuando para coibir o uso indevido dos equipamentos públicos. “Não vamos permitir que os equipamentos públicos de Natal sejam desvirtuados. Nossa equipe está em vigilância constante para garantir que esses quiosques cumpram sua função original. É uma questão de ordem, segurança e, acima de tudo, cuidado com o que pertence ao povo”, declarou.

 

Quem são os bancos e empresários que aportaram R$ 142,5 milhões em debêntures no Estadão

 


Documentos aos quais o Metrópoles teve acesso mostram que Itaú, Bradesco, Santander aportaram com outras nove empresas R$ 142,5 milhões no Estadão.

A emissão dos títulos foi anunciada pelo jornal em 2024, mas o periódico nunca informou aos assinantes quem são seus financiadores.

Os valores foram repassados como empréstimos a longuíssimo prazo, parte deles podendo ser quitada até 2044.

Com dívida acumulada de R$ 159 milhões, o jornal registra prejuízo ano a ano. O último balanço mostrou que o Estadão fechou 2025 com déficit de R$ 16,8 milhões.

Por que bancos, que não rasgam dinheiro, decidiram colocar R$ 140 milhões em um jornal que não registra lucro há cinco anos?

Como mostrou o Metrópoles, desde que a operação foi feita, os financiadores passaram a ocupar espaço no processo decisório do jornal, do conteúdo até decisões administrativas.

Foi exigência dos investidores, por exemplo, a saída da família Mesquita da vaga de CEO, responsável pela linha editorial do jornal, e participação no conselho de administração.

O aporte é diferente de um patrocínio, quando uma empresa faz anúncio em um veículo de comunicação para divulgar sua marca. Não é o caso dessa operação. Os bancos colocaram dinheiro no Estadão numa tentativa de salvar o jornal da crise financeira.

O Metrópoles apurou que os investidores se convenceram de que o maior estado do país precisaria ter mais um jornal do que apenas a Folha de S.Paulo, com poder de influenciar o debate político e econômico.

A operação foi capitaneada pelo empresário Rubens Ometto, dono da Cosan, que colocou R$ 15 milhões no jornal. Um ano depois de financiar o Estadão, a Cosan entrou em recuperação judicial e parte da empresa foi comprada por André Esteves, dono do BTG.

O Metrópoles teve acesso a detalhes da operação.

Ao todo, 12 empresas aportaram R$ 142,5 milhões no Estadão por meio da compra de debêntures.

 A primeira rodada, de R$ 45 milhões, tem a Trustee DTVM — investigada nas operações Compliance Zero e Carbono Oculto — como agente fiduciária.

Três grandes bancos compraram as debêntures geridas pela Trustee: Itaú, Bradesco e Santander. Cada um deles investiu R$ 15 milhões. O Estadão só precisa começar a pagar esses empréstimos em 2034, prazo que pode ser prorrogado até 2044.

Além de investir no Estadão, a família Moreira Salles tem a revista Piauí.

A segunda rodada de debêntures captou R$ 97,5 milhões por meio do Província Fundo de Investimento e da Cutrale.

Nessa operação, as empresas abaixo investiram os seguintes valores:

Cosan: R$ 15 milhões

Hapvida: 15 milhões

Votorantim: R$ 15 milhões

Ultra: R$ 7,5 milhões

Unipar: R$ 7,5 milhões

Pátria Investimentos: R$ 7,5 milhões

JHSF: R$ 7,5 milhões

Galápagos Capital: R$ 7,5 milhões

Santalice Administração Ltda. (Cutrale): R$ 15 milhões

Além disso, Suzano e Safra investiram no jornal, mas por meio de publicidade.

Após o aporte, um representante dos investidores ingressou no conselho de administração do Estadão. Marcos Bologna é sócio e CEO da Galápagos — gestora do fundo debenturista que investiu R$ 7,5 milhões no jornal — ao lado de Carlos Fonseca, ex-sócio de André Esteves no BTG.

Procurado, o Estadão afirmou que não responderia aos questionamentos sobre os investidores.

Metrópoles

 


 


 

Entenda os fatores que levaram ao avanço de Flávio Bolsonaro sobre Lula nas pesquisas

 


Pesquisas eleitorais divulgadas nos últimos dias por alguns dos principais institutos do País apontam para o mesmo diagnóstico: a menos de seis meses da eleição, Lula (PT) não conseguiu reverter a avaliação negativa de seu governo e enfrenta um cenário adverso no segundo turno, aparecendo agora numericamente atrás de Flávio Bolsonaro (PL) e empatado com outros pré-candidatos da direita, como o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD).

Os fatores que levam ao avanço de Flávio, segundo especialistas indicaram ao Estadão, incluem a transferência do capital político do pai em tempos de polarização, o cansaço após três mandatos de Lula e percepções econômicas negativas, que impactam a popularidade do presidente. Apesar disso, eles apontam também haver desafios a serem enfrentados por Flávio Bolsonaro, sendo o principal deles o desconhecimento de parte do eleitorado.

Nas pesquisas Datafolha, Quaest e Meio/Ideia, o filho de Jair Bolsonaro está empatado com Lula dentro da margem de erro, mas, pela primeira vez, numericamente à frente do petista. Os dois também têm as maiores taxas de rejeição.

O quadro de polarização que hoje está dado ganhou forma ao longo dos últimos meses. Em agosto do ano passado, Lula aparecia a confortáveis 16 pontos de distância de Flávio no segundo turno da Quaest. Em janeiro, cerca de um mês depois da confirmação de seu nome como substituto do pai, a diferença caiu para sete pontos, ainda com Lula à frente. Agora, é de dois pontos, empate técnico com vantagem numérica para Flávio.

A definição das candidaturas no campo conservador impulsionou a ascensão de Flávio. Ao ser escolhido como sucessor do pai, Jair Bolsonaro, o senador se beneficiou da transferência do capital político do ex-presidente e inviabilizou a candidatura de Tarcísio de Freitas (Republicanos), nome preferido do Centrão e da Faria Lima. Mais recentemente, outro potencial candidato deixou a disputa: Ratinho Júnior, cotado pelo PSD, decidiu permanecer no governo. Na pesquisa Quaest de fevereiro, ele chegou a pontuar 8% no primeiro turno.

Uma vez escolhido pelo pai, Flávio conseguiu unificar quase todo o eleitorado da direita e do bolsonarismo e, mais do que isso, avançou sobre o centro, entre eleitores que não se identificam nem com o lulismo nem com o bolsonarismo. O senador tinha 21% de intenção de voto entre os eleitores independentes no segundo turno da pesquisa Quaest de janeiro. Agora, soma 33%. Lula seguiu na direção oposta: caiu de 37% para 26% no mesmo período.

Cansaço e economia jogam contra Lula

O avanço de Flávio Bolsonaro nos últimos meses acompanha o desgaste vivido pelo presidente Lula. Segundo Cila Schulman, CEO do Ideia, esse cenário beneficia o candidato da oposição. “A maioria do eleitorado (51,5%) declara na nossa pesquisa que Lula não merece mais um mandato. Isso favorece o candidato da oposição, no caso, o Flávio.”

Para a especialista, há dois fatores por trás da resistência do eleitorado a um quarto mandato de Lula: o cansaço com a figura do petista, que disputará a Presidência pela sétima vez, e a avaliação predominantemente negativa do governo, influenciada sobretudo pela piora na percepção da economia e diminuição do poder de compra.

Esse quadro é reforçado pelos dados da Genial/Quaest: 50% dos brasileiros dizem que a situação econômica do País piorou nos últimos 12 meses. Em dezembro do ano passado, esse porcentual era de 38%. Para Felipe Nunes, CEO da Quaest, o principal motor desse movimento é o aumento no preço dos alimentos nos mercados: a fatia dos que dizem ter percebido alta nos preços saltou de 58% em março para 72% este mês.

O especialista destaca o desgaste do governo em dois grupos estratégicos: eleitores de renda média e de centro. Entre os que ganham de 2 a 5 salários mínimos, a desaprovação ao governo Lula chegou a 57% em abril, no segundo mês de alta. Já entre eleitores independentes do lulismo e do bolsonarismo, a desaprovação é de 58%.

“A grande mudança no cenário eleitoral talvez possa ser explicada pela frustração do eleitor de 2 a 5 salários mínimos, para quem a isenção do imposto de renda não produziu o efeito esperado até agora. É um público muito afetado pelo contexto econômico negativo e pelo endividamento crescente”, diz o CEO da Quaest. Ele lembra que, segundo dados da última pesquisa, 72% dos brasileiros têm muitas ou poucas dívidas a pagar.

Uma eventual recuperação do governo passa por avançar nesses dois grupos, segundo Felipe Nunes. Para ele, o governo precisará apresentar soluções concretas para o endividamento e convencer esses eleitores de que há entregas e resultados concretos.

Cila Schulman também vê o eleitorado apartidário como peça-chave na disputa. “Esses eleitores são majoritariamente mulheres e pequenos empreendedores e vivem nas regiões metropolitanas do Sudeste — São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Esse é o eleitorado em disputa em 2026, cerca de 5 milhões de pessoas”, diz. Segundo a especialista, o incumbente costuma melhorar no período eleitoral, o que deve ocorrer com Lula. “Portanto, será uma eleição apertada para os dois lados.”

Flávio precisa superar desconhecimento e imagem de radical

Do outro lado, o eventual favoritismo de Flávio Bolsonaro dependerá da forma como ele se apresentará ao eleitorado na campanha.

Apesar do bom desempenho do senador nas pesquisas, a diretora do Datafolha Luciana Chong chama atenção para o nível de conhecimento do pré-candidato. A última pesquisa do instituto mostra que Lula é conhecido por 99% dos eleitores, sendo que 61% afirmam conhecê-lo “muito bem”. Já Flávio é conhecido por 93%, mas apenas 34% dizem conhecê-lo muito bem e 35% só de ouvir falar.

“Lula tem uma taxa de conhecimento consistente. Flávio ainda está se apresentando ao eleitorado. E a campanha não começou de fato. Quando a campanha for para rua é que vamos saber se Flávio, ao ficar mais conhecido, conseguirá manter e expandir o capital que herdou do pai. Esse é um ponto importante se considerarmos que hoje, mesmo sendo menos conhecido, ele já está empatado tecnicamente em rejeição com Lula”, afirma Luciana.

Já Felipe Nunes sustenta que o senador tem o desafio de se descolar da imagem mais radical associada à família. “A maioria dos brasileiros ainda enxerga Flávio tão radical quanto os demais Bolsonaro. Por isso, o prognóstico hoje é o mesmo: uma eleição dura, difícil e polarizada.”

O fundador do Instituto Locomotiva, Renato Meirelles, pondera que “existe uma ilusão dos dois lados” no cenário atual. “No governo, a ilusão de que a máquina pública e os programas sociais vão reconquistar esse eleitor a tempo. Na oposição, a ilusão de que o sobrenome Bolsonaro é suficiente para vencer. Nenhuma das duas coisas é verdade para aquele eleitor que hoje está nos 62% de indecisos do voto espontâneo”, diz ele, em referência aos dados da Genial/Quaest.

Estadão

 

 

STF, governo e Alcolumbre fecharam o ‘estreito de Ormuz’ da República brasileira para investigações

 


O quadro Andreazza Reage desta quinta-feira, 16, trata sobre o discurso do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), na cerimônia de posse de José Guimarães como ministro da articulação política do governo Lula. Segundo o colunista Carlos Andreazza, houve uma “operação abafa” dos Poderes contra o caso Master.

A solenidade ocorreu na última terça-feira, 14, horas antes de a CPI do Crime Organizado rejeitar o relatório do senador Alessandro Vieira (MDB-SE) que pedia o indiciamento, com encaminhamento para análise de abertura de processo de impeachment, dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes e do procurador-geral da República, Paulo Gonet.

“Estamos vivendo uma agressão permanente às instituições republicanas”, disse Alcolumbre na cerimônia. “Estão todos passando dos limites institucionais”, acrescentou o presidente do Senado, em discurso em defesa do Supremo.

“Qual é a ofensa, qual é a agressão contra as instituições? Existe a corrupção da linguagem, e a corrupção xandônica da linguagem. Alcolumbre já está na fase da perversão do verbo atacar, do verbo agredir, do trabalho da imprensa, no fim das contas”, disse o colunista.

“Que o governo Lula não reclame quando seus adversários explorarem isso politicamente. Depois disso aí, houve o empastelamento do relatório do senador Alessandro Vieira na CPI do Crime Organizado”, afirmou Andreazza. “Cochichavam ali Lula e Alcolumbre sobre como fariam a blitz, regimental, tudo legal, tudo dentro da regra do Parlamento”, acrescentou.

O relatório da CPI foi barrado depois de a base do governo ter se articulado para mudar três integrantes do colegiado para conseguir uma maioria contrária ao texto. A manobra ocorreu após ministros do STF pressionarem o governo e o Senado contra o parecer.

“Deram as mãos Supremo, governo e Alcolumbre, presidente do Congresso, e fecharam o ‘estreito de Ormuz’ da República brasileira para as investigações. Não passa nada”, afirmou o colunista.

Carlos Andreazza - Estadão

 

 

Nem todo mundo ‘tem seu preço’, mas Vorcaro sabia farejar quem tem e vende a própria honra

 


Quando se olha a foto de Paulo Henrique Costa, a pergunta que vem à cabeça é imediata: como um homem de 49 anos, com mulher e filhos, bem-sucedido, que chegou a presidente do BRB, o banco estatal de Brasília, joga fora tudo isso, honra, biografia, liberdade, a própria vida e o futuro da família, por dinheiro?

O onipresente Daniel Vorcaro, que agiu desde o início do Master comprando poderosos, sabia que “nem todo mundo tem seu preço” e farejava quem era mais suscetível a vender a própria honra. A de Costa, por exemplo, custou a ele seis imóveis, no valor extraordinário de R$ 146,6 milhões, mas é bem provável que já estivesse à venda quando assumiu o BRB, em janeiro de 2019, por escolha pessoal do então governador Ibaneis Rocha.

Há alguns anos, os guardanapos de um restaurante nos Jardins, em São Paulo, me chamaram a atenção, porque eram uma propaganda do BRB. Por que o banco estatal de Brasília financiava restaurantes paulistanos? Se a PGR, a PF e a Polícia Civil do DF ampliarem as investigações, ainda vem muita coisa contra o BRB de Ibaneis e Costa por aí.

Sim, Vorcaro tinha “faro” para identificar e ir direto a quem era suscetível a vender a própria honra e até calculava os valores caso a caso, R$ 130 milhões para cá, R$ 146 milhões para lá, resorts, festanças e garotas de programa, em troca, por exemplo, dos R$ 12,2 bilhões que o BRB despejou em carteiras fraudulentas do Master.

“A cada passo o caminho está mais claro e estou mais empolgado com o que vamos construir (.), dou muito valor ao alinhamento pessoal e acho que estamos bem alinhados em relação ao trabalho, visão de mundo e perfil”, desmanchou-se Costa em mensagens para Vorcaro, em que deixou evidente que Ibaneis sabia de tudo: “O governador me pediu que preparasse um material para a argumentação dele, porque vamos receber críticas”.

Para embolar governadores, presidentes e diretores de bancos públicos, ministros do STF, políticos à esquerda e à direita, fundos de pensão, agências e blogs, Vorcaro não contava “só” com o Sicário, cangaceiro da quadrilha, mas também com Augusto Lima, ex-sócio muito bem relacionado, que “caçava alvos fáceis”, e Daniel Lopes Monteiro, advogado e engenhoso operador do esquema.

Com a prisão de Paulo Henrique Costa e de Daniel Monteiro nesta quinta-feira, 16, o tempo corre contra Vorcaro, a quem só resta uma saída, a delação premiada. Se Lima, Costa e Monteiro se anteciparem, citando nomes, detalhes e provas reluzentes, o que sobra para o próprio Vorcaro? De delator, ele passará a delatado. Mesmo com tudo o que já sabemos, falta muito ainda a explodir.

Eliane Cantanhêde - Estadão

 

 

Unicat e a saga – infeliz – da falta de remédios: veja a lista de medicamentos em falta

  A falta de medicamentos na Unicat já é algo que, infelizmente, tem se tornado uma rotina. A mais recente é a falta de Somatropina. Par...