segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Queda de energia paralisa tomógrafo do Walfredo Gurgel durante fim de semana

 


Os exames de tomografia do Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel ficaram paralisados na madrugada do último sábado (24) após uma queda de energia que atingiu os equipamentos de tecnologia da informação, como computadores e servidores. A informação foi confirmada pela Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), que afirmou que o serviço foi totalmente restabelecido no domingo (25).

Segundo a Sesap, durante o período de paralisação foi colocado em prática um plano emergencial já existente, com o redirecionamento dos exames para outras unidades da rede estadual, como os hospitais Giselda Trigueiro e Deoclécio Marques de Lucena, garantindo a continuidade do atendimento aos pacientes regulados para tomografia.

A interrupção do serviço também foi confirmada pelo Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Saúde do RN (SindSaúde-RN), que relatou a paralisação do tomógrafo ao longo do fim de semana e a realização de transferências para outros hospitais para que os exames fossem realizados.

Em resposta, a Sesap informou ainda que já assinou o contrato para a aquisição de um novo equipamento. “A Secretaria já procedeu a assinatura do contrato de compra de mais um novo tomógrafo. Este será o sexto tomógrafo adquirido pela atual gestão do Governo do Estado”, afirma a pasta.

 

Caso Master expõe desgaste no STF e investigadores veem permanência de Toffoli como insustentável

 


Investigadores que acompanham o Caso Master avaliam que a situação do ministro Dias Toffoli, do STF, tornou-se insustentável e tende a se agravar com o avanço das apurações. Segundo essa leitura, a crise não depende apenas das decisões do próprio ministro, já que parte das investigações ocorre fora do Supremo, especialmente em São Paulo, envolvendo fundos e estruturas financeiras que podem gerar novos fatos a qualquer momento.

A informação é da colunista Andréia Sadi, do g1. Esse diagnóstico já foi levado a ministros do STF, com alertas de que o caso pode ultrapassar o desgaste individual e se transformar em um problema institucional. A avaliação apresentada é de que o episódio tem potencial para “arrastar o tribunal para a lama”, colocando a Corte no centro de um escândalo de grandes proporções, mesmo que o relator tente organizar o processo internamente.

Nos bastidores do Supremo, cresce a defesa de uma saída considerada técnica e menos traumática: o envio do caso para a primeira instância. A medida afastaria Toffoli da linha de frente, reduziria a pressão sobre o STF e evitaria a criação de uma nova tese jurídica. Não seria uma solução honrosa, mas, na avaliação de ministros, a mais pragmática diante do cenário.

O impasse, porém, permanece. Integrantes da Corte não acreditam que Toffoli aceite se afastar voluntariamente, e reconhecem que faltou uma articulação institucional mais firme para buscar essa saída antes que a crise ganhasse dinâmica própria. Com o STF entrando no radar do debate eleitoral e novos desdobramentos podendo surgir fora do alcance do relator, a avaliação interna é de que esticar a corda pode empurrar o tribunal para uma crise política prolongada, sem prazo claro para acabar.

 

Justiça prorroga prazo para encerramento de lixão a céu aberto em Campo Grande

 


A Justiça do Rio Grande do Norte prorrogou o prazo para que o Município de Campo Grande cumpra a sentença que determina o encerramento do lixão a céu aberto existente na região. A decisão é da juíza Érika Sousa, da Vara Única da Comarca de Campo Grande.

Com a decisão, o município terá 150 dias para concluir as atividades no local e iniciar a destinação dos resíduos sólidos urbanos para um aterro sanitário licenciado e contratado. Também foi estabelecido o prazo de 180 dias para o início da execução do Plano de Recuperação da Área Degradada do antigo lixão.

Segundo o Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), o município vinha destinando resíduos sólidos urbanos de forma inadequada, despejando todo o lixo coletado em local impróprio. O órgão apontou que o lixo era depositado a céu aberto, sem obras de contenção ou tratamento do chorume e sem drenagem de águas superficiais, causando danos ao meio ambiente e à saúde pública.

O MPRN informou ainda que uma perícia realizada pelo Instituto de Desenvolvimento Econômico do Meio Ambiente (IDEMA) constatou lesão ao meio ambiente. Diante disso, foi firmado um Termo de Ajustamento de Conduta entre as partes, o que levou à suspensão do processo por 90 dias.

Após o fim desse prazo, o Ministério Público apresentou um Relatório de Vistoria de Cumprimento do Termo de Acordo Interinstitucional. O documento apontou que o acordo vinha sendo cumprido, porém de forma parcial, e solicitou o prosseguimento do processo com novo prazo de 90 dias para conclusão das medidas previstas. O município apresentou as providências adotadas e pediu novos prazos para resolver as pendências.

Ao analisar o caso, a juíza afirmou que as medidas já adotadas pelo Município de Campo Grande permitem a prorrogação do prazo, desde que haja comprovação periódica das ações realizadas. A magistrada ressaltou que a prorrogação não autoriza novos atrasos, já que a gestão de resíduos sólidos está ligada à preservação ambiental.

“O tratamento de resíduos sólidos está diretamente ligado aos objetivos 6: assegurar a disponibilidade e gestão sustentável da água e saneamento para todas e todos, e 12: assegurar padrões de produção e de consumo sustentáveis da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas (ONU). As medidas a serem adotadas pelo município não são apenas obrigações decorrentes de uma condenação e da obrigação legal de gestão desses resíduos, mas representam um passo importante para contribuir para a sustentabilidade mundialmente buscada”, afirmou a juíza.

A decisão também determina que o município apresente, a cada 30 dias, relatórios detalhados sobre as providências adotadas para cumprir as obrigações, independentemente de novas intimações. Em caso de descumprimento, poderá haver continuidade imediata da execução da sentença, com aplicação de medidas como multa diária e bloqueio de verbas públicas para custear a solução do problema.

 

Homem é detido após desacatar profissionais de saúde e policiais em hospital de Canguaretama

 


Policiais da 10ª Companhia Independente de Polícia Militar (10ª CIPM) detiveram um indivíduo no último sábado 24 após ele desacatar profissionais de saúde e policiais em um hospital público no município de Canguaretama.

A Polícia Militar foi acionada para verificar uma ocorrência na unidade de saúde de Barra de Cunhaú, onde um cidadão apresentava comportamento alterado. Ao chegarem ao local, os policiais constataram que o homem estava agressivo e descontrolado, desacatando funcionários da unidade de saúde.

Durante a abordagem, o indivíduo passou a desacatar também os policiais militares que atendiam a ocorrência. Diante da situação, foi necessário solicitar apoio de mais uma equipe policial para realizar a contenção e a imobilização do acusado.

Após a intervenção, o homem foi conduzido à Delegacia de Plantão, onde foram adotados os procedimentos cabíveis.

 

Polícia apreende tabletes de entorpecente durante abordagem em Entre Rios

 


Durante uma barreira policial de rotina no distrito de Entre Rios, em Vila Flor, policiais da 10ª Companhia Independente da Polícia Militar apreenderam entorpecentes e conduziram um homem à delegacia após tentativa de fuga.

Segundo a PM, o suspeito conduzia uma motocicleta adaptada para trilha e demonstrou nervosismo ao se aproximar do bloqueio. Ao receber ordem de parada, ele simulou que iria obedecer, mas tentou furar a barreira policial, sem sucesso.

Na abordagem, os policiais encontraram no bolso do condutor um saco plástico de fumo com uma porção de entorpecente, supostamente haxixe, além de outra porção da mesma substância em uma embalagem de borracha. Em revista na motocicleta, foi localizado um saco plástico preto contendo dois tabletes e duas porções grandes do mesmo entorpecente.

Diante da situação, o homem foi encaminhado à delegacia de plantão para a adoção dos procedimentos legais cabíveis.

Portal 98

Esquerda comanda 8 dos 10 Estados com mais mortes do Brasil

 


Governadores com perfis mais à esquerda comandam 8 dos 10 Estados com mais mortes violentas em 2025. O levantamento é do Poder360 e leva em conta dados oficiais do Ministério da Justiça. Considera registros de homicídios, feminicídios, latrocínios e mortes pós-lesões corporais.

O Ceará, de Elmano de Freitas (PT), lidera o ranking das unidades da Federação mais violentas. Teve no ano passado 32,6 mortes a cada 100 mil habitantes. Em Pernambuco, de Raquel Lyra (PSD, mais de centro), que ocupa o 2º lugar, foram 31,6. Em Alagoas, de Paulo Dantas (que é do MDB, mas tem visões mais à esquerda), foram 29,4, assumindo a 3ª posição.

A média de mortes em Estados comandados por políticos mais à esquerda é maior: 23,4 a cada 100 mil habitantes. Nas unidades da Federação chefiadas pela direita, essa média é de 14,8.

Os números de mortes por intervenção policial não entraram na conta por não estarem estratificados por cidade até agora. Esses dados, quando forem atualizados, não mudarão a leitura geral dos quadros apresentados nesta reportagem.

Como o ano ainda está começando, é possível que os números fechados tenham leves variações caso correções mínimas sejam feitas nos próximos dias.

São Paulo, por exemplo, não enviou as informações referentes a dezembro. Isso não interferirá nos números apresentados acima nem no ranking geral porque historicamente o Estado sempre fica mais bem posicionado por causa do tamanho da sua população (46,1 milhões de pessoas).

O Ceará, que aparece como a unidade da Federação mais perigosa do Brasil, disse ao Poder360 que –apesar do número ainda alto de mortes– houve uma redução na comparação do 2024. Destacou ações que resultaram no aumento de prisões e redução de crimes específicos, como o latrocínio.

DIREITA TEM MAIORES MELHORAS

De 2022 até agora, 24 unidades da Federação registraram queda nas mortes a cada 100 mil habitantes. Nos 10 Estados com as melhoras mais significativas, 6 são governados pela direita, 3 pela esquerda e 1 pelo centro.

Esse recorte foi escolhido porque em 2022 foi quando teve a última eleição geral. Os governadores eleitos àquela época assumiram o poder no ano seguinte. Essas autoridades organizam as forças de segurança de seus Estados e são responsáveis pela elaboração da maioria das políticas públicas voltadas a essa área.

A classificação ideológica dos governadores levou em conta apoios dados a Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ou a Jair Bolsonaro (PL) em 2022 e posições históricas de cada político.

ESQUERDA COBRADA

A esquerda é sempre cobrada para dar mais atenção à pauta de segurança pública. Políticos da oposição atribuem a esse grupo político o aumento da violência no Brasil neste século.

Esse tema será um dos mais explorados nas eleições de outubro. Enquanto o Planalto visa a enfrentar a questão com a apresentação de projetos como o PL (projeto de lei) Antifacção e a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da Segurança Pública, a alta taxa de mortes em Estados comandados pelo PT e pela esquerda em geral pode ser explorada pelos adversários.

Levantamento da Ipsos, divulgado em 7 de janeiro, mostrou que 45% dos brasileiros afirmam que o crime e a violência são os temas que mais os preocupam no país. Já uma pesquisa Datafolha, divulgada em 13 de dezembro, mostrou que a segurança se tornou o 2º tema que mais preocupa os brasileiros –só perde para saúde.

O debate sobre a violência ganhou ainda mais espaço tanto na mídia quanto na política depois da megaoperação no Complexo da Penha (RJ), em 28 de outubro de 2025, que deixou 122 mortos.

A ação, comandada pelo governo de Cláudio Castro (PL, de direita), foi questionada pelo governo federal e por parte da esquerda brasileira. Além disso, órgãos internacionais, como a ONU (Organização das Nações Unidas), repudiaram a ação da polícia fluminense.

Poder360

 

Parnamirim lança plano pioneiro voltado à saúde mental de crianças e adolescentes

 


A saúde mental de crianças e adolescentes passou a ocupar um novo patamar de prioridade em Parnamirim. A gestão da prefeita Nilda lançou o Plano Municipal de Saúde Mental Infantojuvenil, uma iniciativa inédita que consolida uma política pública estruturada de cuidado, acolhimento e prevenção voltada à infância e à juventude. Pioneiro, o plano representa um avanço importante na forma como o município passa a enxergar e tratar a saúde emocional de estudantes da rede pública. Idealizado pelo setor de Práticas Restaurativas da Secretaria Municipal de Educação, o projeto nasce com uma abordagem integrada, envolvendo educação, saúde e proteção social, e será desenvolvido em parceria com o Ministério Público, fortalecendo sua base técnica e institucional.

Para a prefeita Nilda, o lançamento do plano reforça o compromisso da gestão com uma política pública sensível, humana e responsável. “Cuidar da saúde mental das nossas crianças e adolescentes é cuidar do presente e do futuro da cidade. Esse plano é um marco porque reconhece o sofrimento emocional, organiza ações e garante acolhimento. É uma iniciativa que nasce do cuidado, do diálogo e do compromisso com uma educação mais humana”, destacou.

Um dos principais eixos do plano é a criação de um Observatório de Saúde Mental Infantojuvenil, que permitirá a construção de um diagnóstico estatístico preciso sobre a realidade local. A proposta é mapear quantas crianças e adolescentes da rede municipal enfrentam quadros como depressão, ansiedade e outros sofrimentos psíquicos, além de acompanhar a atuação e a necessidade de formação continuada dos profissionais da educação e da saúde.

O plano também propõe ações preventivas, acompanhamento contínuo e articulação entre escolas, unidades de saúde e serviços especializados, criando uma rede de proteção que atua antes que os problemas se agravem. A iniciativa posiciona o município como referência em políticas públicas voltadas à saúde mental infantojuvenil.

Esse texto foi copiado do Blog do Gustavo Negreiros

Opinião do Estadão: Escoadouro de dinheiro

 


O governo Luiz Inácio Lula da Silva conseguiu um feito e tanto e bateu novo recorde de arrecadação no ano passado. Foram R$ 2,887 trilhões em receitas, um aumento real de 3,65% sobre 2024, ano em que a arrecadação também havia alcançado o maior nível da série histórica. A diferença, nada trivial, é que o crescimento das receitas, em 2024, foi de 9,6% em termos reais, o que evidencia uma perda de fôlego que, em conjunto com outros indicadores, sugere que não é prudente esperar por um novo recorde neste ano.

Uma das contribuições mais expressivas para a arrecadação veio do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), cujo aumento deu origem a uma crise entre o governo Lula e o Congresso Nacional. O tributo era um dos poucos que poderiam ser elevados por decreto presidencial, ou seja, sem aval do Legislativo, mas os parlamentares ainda assim o derrubaram sob a justificativa de que a sociedade não aguentava mais aumento de impostos.

 Derrotado, Lula vivia um de seus piores momentos desde o início de seu terceiro mandato, mas aproveitou a deixa para explorar a narrativa que opunha pobres e ricos, retomando um dos discursos preferidos do lulopetismo. Em paralelo, foi ao Supremo Tribunal Federal (STF) e restabeleceu a maior parte das medidas que haviam sido sustadas.

Funcionou, tanto sob o ponto de vista político quanto pelo econômico. De um lado, o IOF rendeu R$ 86,5 bilhões, alta de 20,5% sobre o ano anterior. De outro, o enredo também garantiu ao governo, sem dificuldade alguma, a aprovação do projeto de lei que isentou do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) trabalhadores que ganham até R$ 5 mil mensais e ampliou a tributação sobre a alta renda, certamente uma bandeira eleitoral a ser explorada à exaustão durante a campanha.

Outras medidas propostas pela equipe econômica do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, também mostraram sua relevância. A arrecadação do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) sobre residentes no exterior aumentou 12,9%, para R$ 86,2 bilhões, e sobre rendimentos de capital a alta foi de 6,4%, para R$ 162,6 bilhões, desempenho puxado pelas mudanças na tributação sobre fundos exclusivos, conhecidos como um investimento dos chamados super-ricos.

Haddad parece estar bastante satisfeito, tanto que já anunciou a intenção de deixar a pasta em breve para se dedicar à campanha pela reeleição de Lula. Sairá, tudo indica, com a sensação de dever cumprido, já que conseguiu elevar as receitas da União a despeito da resistência do Congresso e da sociedade e garantiu a sobrevivência do arcabouço fiscal ao menos até o fim de 2026.

Manter a arrecadação em alta, no entanto, será bem mais desafiador a partir de agora. A arrecadação tende a acompanhar o crescimento econômico, que tem desacelerado desde o segundo semestre do ano passado. Não é por outra razão que Haddad deixou de esconder sua contrariedade com a taxa básica de juros em 15% ao ano, sem jamais reconhecer o quanto o governo contribui para manter a Selic em nível tão elevado.

Como Lula não aceitou cortar gastos nem no início do mandato, não será no final que isso ocorrerá. Logo, só resta mesmo apelar às receitas para não ter de alterar a meta fiscal a meses da eleição. O governo ainda não desistiu de acabar com a isenção sobre títulos incentivados, como as Letras de Créditos do Agronegócio (LCA) e Imobiliário (LCI) e as debêntures de infraestrutura. Quanto ao Congresso, já ficou claro que está disposto a negociar, bastando para isso que o governo libere o pagamento de emendas parlamentares.

O País registra déficits primários há mais de dez anos, e o fato de que nem mesmo dois recordes de arrecadação consecutivos tenham sido capazes de reequilibrar as contas públicas escancara que o problema do Brasil está nos gastos. As eleições podem até adiar esse debate, mas por pouco tempo, pois a estratégia do governo de recuperar receitas e empurrar o ajuste fiscal com a barriga está prestes a se esgotar.

Opinião do Estadão

 

 

Irmão de Toffoli deu poderes para advogado da J&F o representar em reuniões do Tayayá

 


O engenheiro eletricista José Eugênio Dias Toffoli, irmão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) José Antônio Dias Toffoli, assinou uma procuração, em fevereiro de 2025, que dá poderes para o advogado Paulo Humberto Barbosa representar a Maridt Participações SA em reuniões que definiram o futuro do resort Tayayá, de Ribeirão Claro (PR).

Paulo Humberto Barbosa é advogado da J&F, dos irmãos Joesley e Wesley Batista, e atual dono do resort.

Paulo Humberto Barbosa é advogado da J&F, dos irmãos Joesley e Wesley Batista, e atual dono do resort.

No documento, o irmão do ministro do STF dá poderes para o advogado goiano representar a Maridt nas reuniões de sócios das empresas DGEP Empreendimentos e Participações Ltda e Tayayá Administração e Participações Ltda, o que lhe permite “aceitar e assinar documentos necessários, deliberar sobre quaisquer assuntos de interesse, votar e ser votado, enfim, praticar todos os demais atos necessários” em nome da própria Maridt.

Conforme revelou a coluna Andreza Matais, do Metrópoles, funcionários do Tayayá tratam ainda hoje Dias Toffoli como o verdadeiro proprietário do resort.

Desde dezembro de 2022, o magistrado passou pelo menos 168 dias no resort. No fim do ano passado, Toffoli fechou o estabelecimento para uma festa destinada a familiares e convidados. Na ocasião, o estabelecimento já havia sido vendido para o advogado da J&F. O ministro também já recebeu os empresários André Esteves, dono do BTG Pactual, e Luiz Pastore, do grupo metalúrgico Ibrame, conforme vídeo publicado pelo Metrópoles.

O jornal O Estado de S. Paulo revelou que a família Toffoli foi sócia no Tayayá de um fundo que pertence ao empresário Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro, dono do Master. Oficialmente, a sociedade durou quatro anos, entre 2021 e 2025.

Toffoli é o relator do caso Master no Supremo Tribunal Federal (STF). Tanto Vorcaro quanto Zettel são investigados.

Tácio Lorran - Metrópoles

 

VÍDEO - Nikolas detonou a grande mídia que tentou aparecer quando aconteceu um incidente natural

 



Nikolas detonou a grande mídia/Globo: "Eu não vi muitos de vocês na caminhada, agora quando acontece um incidente natural, aí vocês aparecem.

É muito previsível o que essa parte da mídia faz, porque no fim das contas é querer tentar destruir e manchar a imagem de um movimento."

Carro colide com poste e motorista fica preso às ferragens em Assu

 


O Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Norte (CBMRN) atendeu, na madrugada deste domingo (25), uma ocorrência de acidente de trânsito com vítimas presas às ferragens na RN-016, no município de Assu, no Oeste Potiguar.

De acordo com a corporação, o veículo envolvido na colisão atingiu um poste de energia elétrica, provocando danos à estrutura e deixando vários fios espalhados pela pista, o que elevou o risco no local. Ao chegar à ocorrência, os bombeiros isolaram a área e realizaram uma avaliação de segurança, constatando que não havia indícios energizados em contato com o automóvel, o que possibilitou o início do resgate.

Para retirar a vítima, que estava no banco do motorista, as equipes utilizaram técnicas de desencarceramento, com a remoção das duas portas e da coluna do veículo. O homem foi encontrado inconsciente, mas sem ferimentos graves aparentes.

Após a retirada, o atendimento foi realizado em conjunto com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). A vítima foi encaminhada para a Unidade de Suporte Avançado do SAMU de Assu, onde recebeu atendimento médico especializado.

O CBMRN reforça que, em casos de acidentes envolvendo postes ou fios caídos, a orientação é manter distância do local e acionar imediatamente o Corpo de Bombeiros pelo telefone 193, já que as perturbações podem estar energizadas e representar risco de choque elétrico.

 

 

Queda de energia paralisa tomógrafo do Walfredo Gurgel durante fim de semana

  Os exames de tomografia do Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel ficaram paralisados na madrugada do último sábado (24) após uma queda de ene...