segunda-feira, 15 de junho de 2026

VÍDEO: Polícia Civil prende suspeito de integrar grupo especializado em furtos de motos na Grande Natal

 



Um homem de 22 anos foi preso em flagrante pela Polícia Civil do Rio Grande do Norte na última sexta-feira 12, suspeito de integrar uma associação criminosa especializada em furtos de motos com atuação em Natal e em municípios da Região Metropolitana. A prisão ocorreu no município de Macaíba.

De acordo com a Polícia Civil, as investigações apontam que o suspeito faz parte de um grupo responsável por uma série de furtos de motocicletas na região. A ação policial foi desencadeada após o registro de mais um crime atribuído à organização.

Segundo os investigadores, após o furto de uma motocicleta, equipes policiais iniciaram diligências e realizaram acompanhamento tático dos suspeitos. A operação resultou na prisão em flagrante de um dos integrantes do grupo.

O homem foi autuado pelos crimes de associação criminosa e furto. Após os procedimentos legais na delegacia, ele foi encaminhado ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça.

A Polícia Civil informou que as investigações continuam para identificar e localizar os demais integrantes da associação criminosa suspeita de atuar em furtos de motocicletas em Natal e cidades vizinhas.

A corporação também reforçou o pedido de colaboração da população. Informações que possam auxiliar o trabalho policial podem ser repassadas de forma anônima por meio do Disque Denúncia 181.

 

VÍDEO - TRAGÉDIA EM VAQUEJADA NO RN: Cavalo cai morto durante competição e gera revolta nas redes

 



Um cavalo morreu durante uma vaquejada realizada no último fim de semana em Caicó, na região do Seridó potiguar.

De acordo com informações divulgadas, o animal apresentou um mal-estar súbito enquanto participava da competição.

O vaqueiro que o conduzia tentou prestar os primeiros socorros imediatamente, mas o cavalo não resistiu e faleceu ainda no local do evento.

Grande Ponto

Serviços públicos já estimam impacto do fim da escala 6x1, e tarifa de ônibus pode subir até 8%

 


Os contratos de municípios, estados e da União com empresas que prestam serviços públicos como transporte, coleta de lixo, energia, portos e outras concessionárias deverão ser revisados caso a PEC (proposta de emenda à Constituição) do fim da escala 6x1 passe a valer.

A Câmara dos Deputados aprovou, em 27 de maio, a redução da jornada de 44 horas para 40 horas semanais. O texto aprovado estabelece que, 60 dias após a promulgação da medida, começa a valer a escala 5x2 e a jornada semanal passa a ser de até 42 horas por semana. A diminuição para 40 horas semanais será aplicada 12 meses depois. O texto ainda precisa ser discutido no Senado.

Entidades que representam empresas prestadoras desses serviços públicos já calculam o tamanho do impacto com a mudança. "Nós estimamos que deve haver um aumento entre 6% e 8% da tarifa", afirma Marcos Bicalho, diretor da NTU (Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos).

A escala 6x1, em que seis dias de trabalho são seguidos por um dia de descanso, é predominante no setor de transporte público de passageiros. A conta do impacto foi feita com base em uma operação de cem ônibus e cuja demanda varia ao longo da semana: 150 motoristas que trabalham em dias úteis, 90 aos sábados e 60 aos domingos.

Com a adoção da escala 5x2, foram duas simulações, uma com 186 motoristas e outra com 190. Os custos da folha de pagamentos aumentam 13% e 15%, respectivamente.

A mão de obra responde por cerca de 50% das despesas operacionais (a outra metade são custos como combustível, manutenção e depreciação). Daí se chegou ao aumento de 6% a 8% na tarifa de ônibus.

Bicalho afirma que as prefeituras subsidiam parte das tarifas, e pode ser que uma parte desse aumento seja absorvida pelo caixa da administração pública municipal.

A ANPTrilhos, entidade do setor metroferroviário, afirma que os impactos continuam sendo avaliados. A associação diz que grande parte das equipes operacionais já atua com 40 horas semanais por características da operação ferroviária, mas deve haver revisão de acordos e convenções coletivas, com potencial aumento de custos. Nas áreas administrativas são comuns as jornadas de 44 horas semanais.

Outro serviço importante, o de coleta de lixo, também deve ter uma mudança de contratos, mas nesse caso há mais heterogeneidade nos serviços prestados, o que dificulta estimar o tamanho do impacto.

A Abrema (Associação Brasileira de Resíduos e Meio Ambiente), que reúne empresas de coleta, afirma em nota que há cerca de 454 mil pessoas em atividades de coleta, varrição, limpeza urbana e conservação de áreas públicas.

A entidade calcula que uma diminuição de jornada atingirá 77% dessa força de trabalho do setor. "Uma redução da jornada sem diminuição proporcional das atividades exigiria a manutenção dos níveis atuais de atendimento com aumento dos custos operacionais", afirmou.

Jeferson Nazário, presidente da Fenavist (Federação Nacional das Empresas de Segurança e Transporte de Valores), afirma que as companhias que ele representa prestam serviços para a administração pública direta e indireta. A estimativa é que, com a mudança, haverá acréscimo de 20% no valor do serviço. A escala predominante é a de 12 horas de trabalho por 36 horas de folga, chamada de 12x36.

"A ideia inicial das empresas é manter a estrutura atual, não abrir novos postos de trabalho, e absorver a mudança trabalhando com horas extras", afirma.

Nos hospitais há modalidades diferentes de jornada, afirma Anis Mitri, da Ahosp (Associação de Hospitais e Serviços de Saúde do Estado de São Paulo). A entidade encomendou um estudo da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) para avaliar o efeito da mudança.

Cerca de 42% da força de trabalho do setor trabalha mais do que 40 horas. Uma redução por lei implicaria perda de 4,3% do total de horas contratadas.

Como o serviço não pode ser interrompido, "a diminuição das horas disponíveis por trabalhador tende a exigir reorganização das escalas, ampliação da utilização de horas extras ou contratação de novos profissionais", disse. A projeção é de alta de custos da folha no setor entre 3,4% e 8,4%.

Em hospitais filantrópicos, Santas Casas e demais prestadores do SUS, a preocupação é maior, e uma mudança da lei precisaria "ser acompanhada de mecanismos que preservem o equilíbrio econômico e financeiro dos contratos vigentes", afirma.

Em outros setores o impacto não deve ser tão grande. A Abcon (Associação Brasileira das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto), entidade que representa empresas de saneamento, diz que 76% dos contratados já estão em escalas no estilo 5x2 e com jornadas de até 40 horas semanais.

Nos portos, o grosso da mudança deverá ocorrer em serviços como segurança, mas não para estivadores ou marinheiros, segundo a ABTP (Associação Brasileira de Terminais Portuários).

Para as distribuidoras de energia, a questão não deve ser rever os valores ou prazos dos contratos já firmados, mas, talvez, os indicadores regulatórios (os parâmetros que a Aneel, a agência reguladora do setor, exige, como número mínimo de agências físicas e atendimento telefônico).

A PEC aprovada na Câmara torna obrigatória a concessão de duas folgas semanais aos trabalhadores, uma delas preferencialmente aos domingos.

Na administração pública, estimativas de impacto variam, mas as principais atingidas serão as estatais, que têm 27% dos contratos com jornada de mais de 40 horas semanais, e as prefeituras, que dependem de empresas terceirizadas e concessionárias. A FNP (Frente Nacional de Prefeitas e Prefeitos) diz que o maior responsável pelo aumento de custos é o pagamento aos terceirizados, como serviços de recolhimento de lixo e varrição das ruas, vigilância das escolas, entrega de merendas etc. Esses trabalhadores são celetistas e contratados por empresas privadas.

FATO DO PRÍNCIPE

O advogado Fernando Vernalha afirma que a redução de jornada pode ser enquadrada como "fato do príncipe", conceito jurídico que descreve um ato do poder público que gera impactos econômicos sobre contratos em vigor.

Se for o caso, as empresas contratadas podem pedir reequilíbrio financeiro dos contratos porque eventos imprevisíveis afetaram a execução.

Vernalha afirma, no entanto, que os processos tendem a ser lentos. Muitos contratos mais antigos não têm metodologias para medir o desequilíbrio, o que abre espaço para disputas prolongadas.

Setores que já operam com escalas diferentes, como os que têm regime 12 horas de trabalho por 36 horas de descanso, não serão afetados, afirma Marcus Brumano, sócio no Castro Barros Advogados. É o caso, por exemplo, dos estivadores nos terminais portuários.

Todos os serviços contratados pelo Estado que tiverem custos adicionais devem repassar os aumentos para a administração pública, afirma.

PREVISTO NA PEC

O relator da PEC na Câmara dos Deputados, Leo Prates (Republicanos-BA), afirma no texto aprovado que a redução da jornada impacta diretamente os contratos administrativos de prestação de serviços que dependem de mão de obra.

Como esses contratos têm custos previamente estabelecidos e estão incorporados aos orçamentos dos entes federativos, uma absorção imediata do aumento de custos seria inviável (especialmente para estados e municípios).

Por isso, a proposta prevê uma regra de transição: nos casos de contratos celebrados pela administração pública direta e indireta da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, que estiverem vigentes na entrada em vigor das mudanças e cuja execução envolva emprego direto de mão de obra, a redução será aplicada após aditamento do contrato a ser formalizado em até 12 meses após a publicação da emenda constitucional.

A transição valerá para contratos regidos pela legislação de licitações e contratos administrativos, de concessões e permissões de serviços e obras públicas e de parcerias público-privadas. O relator justifica a medida pela necessidade de preservar a continuidade de serviços essenciais terceirizados.

Folha de São Paulo

 

 

Opinião do Estadão: Uma solução muito simples

 


O presidente do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça, Edson Fachin, criou um “grupo de trabalho” para estudar “soluções” para a remuneração da magistratura. Mera pantomima burocrática, não fosse um detalhe: os cinco integrantes recebem valores múltiplas vezes superiores ao teto constitucional. Foram R$ 8,3 milhões no ano passado. Um deles recebeu R$ 332,2 mil num único mês. Reconheça-se algo de admirável na iniciativa. Quem melhor para estudar supersalários, penduricalhos e verbas criativas do que quem os utiliza com desenvoltura?

A tradição administrativa nacional reserva um lugar especial aos “grupos de trabalho”. Sempre que um problema resiste a décadas de diagnósticos, relatórios, auditorias, sentenças, manchetes e constrangimentos públicos, criam-se colegiados e comissões. O expediente produz uma sensação reconfortante de movimento. O assunto fica exatamente onde estava, mas agora orbitado por atas, cronogramas, subgrupos e memorandos.

No caso dos supersalários, o recurso tem um charme adicional. Não se trata de matéria obscura, perdida em alguma zona cinzenta do ordenamento jurídico. O constituinte raramente pecou pela concisão, mas neste ponto foi cristalino: “a remuneração e o subsídio” dos agentes públicos e “os proventos, pensões ou outra espécie remuneratória, percebidos cumulativamente ou não, incluídas as vantagens pessoais ou de qualquer outra natureza, não poderão exceder o subsídio mensal dos ministros do Supremo Tribunal Federal” (art. 37, XI).

Penduricalhos nunca surgem como “penduricalhos”. Primeiro, recebem um nome respeitável. Depois, ganham uma justificativa técnica. Eufemismos e jargões arrematam uma demão de verniz moral aos privilégios. O teto continua existindo, mas numa realidade paralela.

A própria decisão do Supremo ilustra essa engenharia. A Corte “disciplinou” os supersalários erguendo uma cobertura de 70% acima do teto para as carreiras jurídicas. Mesmo assim, conselhos, tribunais e associações seguem empenhados em construir novos cômodos. Juízes do Paraná tentaram receber adicionais de “magistério” por supervisionar estagiários. O Ministério Público de Sergipe classificou municípios perto da capital como de “difícil provimento”. A Advocacia-Geral da União incluiu no auxílio-saúde fertilização in vitro, despesas médicas e academia para sogros, genros e noras. Alguns desses mimos foram revogados. Outros seguem o roteiro da cristalização como “direitos adquiridos”. Todos ilustram a formidável criatividade mobilizada para burlar uma regra estupidamente simples. O “grupo de trabalho” promete “aperfeiçoar” esse sistema.

Houve um tempo em que privilégios buscavam algum disfarce. Hoje, beneficiários avaliam a conveniência dos benefícios, reguladores regulam suas vantagens e superassalariados “estudam” supersalários.

Já que os juízes estão sempre se queixando de excesso de afazeres, este jornal tem uma proposta para poupar trabalho ao “grupo de trabalho” e o dinheiro do contribuinte. O teto salarial é o previsto na Constituição. Verbas indenizatórias se prestam a ressarcir despesas realizadas no exercício da função. Despesas exigem razoabilidade, limite e comprovação. Verbas remuneratórias são tributadas. Assim como Capistrano de Abreu brincava que a Constituição deveria conter apenas dois artigos – “Art. 1.º: Todo brasileiro deve ter vergonha na cara. Art. 2.º: Revogam-se as disposições em contrário” –, o relatório do “grupo de trabalho” poderia ter apenas duas sentenças: “Todo juiz deve respeitar o teto constitucional. Revoguem-se as disposições em contrário”.

Se Suas Excelências estão insatisfeitas com o regime remuneratório constitucional, basta abrir a vaga aos concurseiros e se aventurar na iniciativa privada, onde não há estabilidade vitalícia, aposentadoria integral ou férias de 60 dias. Ou podem convencer seus patrões – o povo – a instar os representantes eleitos no Congresso a mudar o regime.

Opinião do Estadão

 

 

Carlos Andreazza: ‘O STF submetido aos vícios de Moraes’ 

 


O colunista Carlos Andreazza fala sobre o Supremo Tribunal Federal, na figura do ministro Alexandre de Moraes e de como suas decisões influenciam os rumos do tribunal.

Ele fala ainda sobre o ministro Kassio Nunes Marques, que mantém engavetado há quase um ano e meio, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), um processo que poderia cassar três deputados estaduais do PP de Goiás.

Ao ser empossado presidente da Corte Eleitoral, ele decidiu que permanecerá com ele o caso que tem parecer da Procuradoria-Geral Eleitoral desde fevereiro de 2025.

Todos eram do PP e, atualmente, apenas um deles permanece no partido.

Ainda no Supremo, em um aceno ao grupo que faz oposição ao comando de Edson Fachin no Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente da Corte criou um grupo para estudar uma reforma do Judiciário. A proposta de mudanças mais profundas no sistema de Justiça brasileiro foi aventada primeiro por Flávio Dino, que critica a proposta de Fachin de elaborar um código de ética.

Também contestam a ideia do código de conduta os ministros Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes e Cristiano Zanin.

Essa ala considera que o momento para a discussão do assunto, na esteira do escândalo do Banco Master, não foi o mais adequado.

Para eles, debater mudanças estruturantes para o Judiciário é mais importante agora.

Estadão

 

 

EUA afirmam já ter assinado acordo com Irã; texto será divulgado após cerimônia presencial na sexta, diz Trump

 


Os Estados Unidos e o Irã já assinaram o acordo para o fim da guerra no Oriente Médio. A assinatura ocorreu de forma eletrônica, disse nesta segunda-feira (15) o vice-presidente dos EUA, J.D. Vance, à rede norte-americana ABC.

O presidente Donald Trump afirmou, no entanto, que o texto final só deve ser divulgado após sexta-feira (19), quando acontecerá uma cerimônia formal de assinatura em Genebra, na Suíça.

Segundo a Reuters, assinaram o documento:

  • Donald Trump;
  • J.D. Vance;
  • e Mohammed Qalibaf, presidente do Parlamento do Irã.

O governo Trump entende que Qalibaf está autorizado pelo líder supremo iraniano, Mojtaba Khamenei, a negociar e assinar o documento em seu nome.

Segundo a Reuters, o acordo de paz prevê a abertura imediata do Estreito de Ormuz e o fim do bloqueio marítimo dos EUA ao Irã.

A cerimônia para a assinatura presencial marcada para sexta contará com a presença de JD Vance, segundo Trump. Ainda não se sabe, no entanto, quais outras autoridades norte-americanas e iranianas comparecerão ao evento.

De acordo com os EUA e o Irã, discussões técnicas para aprofundar o tratado entre os dois países serão iniciadas mais tarde nesta semana. O texto final do documento será divulgado após assinatura na sexta, segundo Trump.

O tratado entre EUA e Irã também prevê o alívio de sanções e descongelamento de bens de Teerã, porém isso ainda não ocorreu. Segundo a Reuters, os EUA estão prontos para fazer isso, porém aguardarão para ver a postura dos iranianos. Trump disse que não aliviará nada para o Irã “até que façam o que devem fazer”.

A fala de Trump deixa claro que a desconfiança entre Washington e Teerã permanece apesar da assinatura do acordo. O Ministério das Relações Exteriores iraniano disse nesta segunda que o país ainda nutre uma “profunda desconfiança” em relação aos EUA.

g1 com Reuters

 

Tarifas adicionais dos EUA podem atingir 54% das exportações do Brasil, diz CNI

 


A Confederação Nacional da Indústria (CNI) estima que 54,1% das exportações brasileiras para os Estados Unidos poderão ser atingidas por tarifas adicionais caso avancem propostas em análise pelo governo norte-americano.

Pelas novas medidas, 35,2% das exportações brasileiras seriam diretamente afetadas. Em alguns casos, a tarifa total poderá chegar a 37,5%, ante os atuais 10%.

Entre os produtos que podem sofrer maior aumento de taxação estão ferro gusa, açúcar, álcool etílico, sebo não comestível e molduras de madeira. Já minério de ferro em pelotas, quartzito, óleos essenciais de laranja e silício podem passar a pagar tarifa de 12,5%.

As propostas fazem parte de investigações comerciais conduzidas pelos Estados Unidos sobre práticas comerciais e combate ao trabalho forçado. Ainda não há decisão final, e o governo norte-americano realizará audiências públicas nos dias 6 e 7 de julho antes de definir as medidas.

Para a CNI, o aumento das tarifas elevaria custos, reduziria a competitividade e prejudicaria empresas dos dois países.

Prefeito Pilola declara apoio à pré-candidatura de Álvaro Dias durante comemoração de aniversário em Caiçara do Norte

 



O pré-candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, Álvaro Dias, participou na tarde deste domingo da comemoração de aniversário do prefeito de Caiçara do Norte, Alcélio Fernandes, popularmente conhecido como Pilola. O encontro reuniu lideranças políticas, vereadores, secretários municipais e representantes de diversas comunidades do município de Caiçara do Norte, localizado no litoral norte potiguar, na região do Mato Grande.

Recebido pelo prefeito Pilola, Álvaro esteve acompanhado do pré-candidato a vice-governador, Babá Pereira, e foi recepcionado por apoiadores e lideranças locais. Durante o evento, o prefeito reafirmou seu apoio ao projeto político de Álvaro Dias para o Governo do Estado.

Também participaram da celebração o vice-prefeito Sivanildo, o presidente da Câmara Municipal, Weslley Morais, os ex-prefeitos Alcides e Zé Edilson, além de secretários municipais e lideranças comunitárias.

Estiveram presentes ainda os vereadores Karyna Andrade, Joaozinho e Cinaldo, que apoiam a pré-candidatura de Álvaro no município, além dos suplentes de vereador Ariosvaldo, Fabinho e Roni. O deputado estadual Gustavo Carvalho também participou do encontro.

Durante sua fala, Álvaro destacou a trajetória administrativa do prefeito Pilola e agradeceu o apoio recebido.

“Pilola é um dos maiores prefeitos da história de Caiçara do Norte. Estamos aqui celebrando o aniversário desse grande prefeito e desse grande ser humano. Quero parabenizá-lo e dizer que, com o seu apoio, vamos vencer os desafios urgentes do nosso querido Rio Grande do Norte. A situação do Estado exige experiência, responsabilidade e coragem para enfrentar os desafios que estão à nossa frente”, afirmou.

A cada município visitado, Álvaro Dias reforça sua proximidade com a população potiguar, ouvindo as demandas locais e buscando compreender as necessidades específicas de cada região do Rio Grande do Norte, com o objetivo de construir propostas alinhadas à realidade dos municípios e aos desafios enfrentados pelos potiguares.

 

Terceira noite do São João do Assú atinge recorde de público e festejos registra 100 mil pessoas em três dias.

 


O Polo Buraco do Prefeito recebeu a terceira noite de shows do São João do Assú 2026 neste domingo (14). O evento registrou recorde de público para um domingo. De acordo com os dados das forças de segurança, o total de público acumulado nos três primeiros dias de festa atingiu a marca de 100 mil pessoas.

A programação integra o calendário comemorativo dos 300 anos de história e devoção a São João Batista, com apresentações na praça pública até o dia 24 de junho.
A banda Mastruz com Leite subiu ao palco principal e apresentou músicas do repertório junino, como as faixas “Explode Coração”, “Seis Cordas” e “Brincar de Amar”. Flávio José também se apresentou no palco do município com composições da cultura nordestina, a exemplo da canção “Tareco e Mariola”. O cantor e compositor Amazan completou a programação da noite com a apresentação da música feita em homenagem aos 300 anos do São João do Assú.
O balanço das forças de segurança indicou a ausência de ocorrências graves durante os três primeiros dias de evento.

A estrutura de segurança conta com um efetivo diário de 250 policiais militares, monitoramento por câmeras reconhecimento fácil e efeitos em pontos estratégicos dos polos.

A Praça São João Batista permanece interditada durante o período festivo, com bloqueios nas ruas do entorno a partir das 18h. A programação segue até o dia 24 de junho.

 

Mais de 165 mil pessoas participam do segundo fim de semana do São João de Natal

 


O segundo fim de semana do São João de Natal reuniu cerca de 165 mil pessoas na Arena das Dunas. Ao longo de três dias de programação, o público acompanhou apresentações de artistas locais e nacionais, movimentando setores como turismo, comércio, alimentação, transporte e serviços. Neste domingo (14), a programação foi encerrada com shows de Daniel Donato, Matheus e Kauan, Xand Avião e Léo Foguete.

O prefeito Paulinho Freire comentou os números registrados durante o evento e a participação do público. “O São João de Natal tem registrado grande presença de público e movimentado diferentes setores da cidade. Além da programação cultural, o evento gera oportunidades de trabalho e renda e contribui para o aumento da circulação de pessoas em Natal durante este período”, afirmou.

A abertura da noite ficou por conta de Daniel Donato. Em seguida, a dupla Matheus e Kauan subiu ao palco. Na sequência, Xand Avião apresentou sucessos de diferentes momentos da carreira. O encerramento da programação ficou com Léo Foguete.

A estudante Clara Santos, de 22 anos, acompanhou os shows ao lado dos amigos e falou sobre a experiência no evento. “Vim com meus amigos para assistir aos shows. É a primeira vez que participo do São João de Natal e gostei muito da organização e da programação”, relatou.

Durante a passagem pela Arena das Dunas, a dupla Matheus e Kauan comentou a recepção do público potiguar. “Todo mundo cantou da primeira à última música. Eu me emocionei em vários momentos do show. É sempre muito bom voltar ao Rio Grande do Norte e encontrar essa receptividade do público”, afirmou Matheus.

Impactos do evento para o setor turístico
O secretário municipal de Turismo, Sanclair Solon, apontou os impactos do evento para o setor turístico e para a economia da cidade. “O São João de Natal vem ampliando sua capacidade de atrair visitantes e movimentar diferentes segmentos econômicos. Os números de ocupação da rede hoteleira e o movimento registrado durante a programação mostram a dimensão que o evento alcançou”, afirmou.

Além dos shows, a estrutura do evento também envolve comerciantes, ambulantes e catadores cadastrados. A praça de alimentação, com mais de 20 operações, registrou grande circulação de público ao longo do fim de semana. Para o ambulante José Carlos, de 42 anos, a programação tem contribuído para aumentar as vendas. “O público está comparecendo todos os dias e isso ajuda bastante na nossa renda. É uma oportunidade importante para trabalhar e complementar o orçamento da família”, disse.

 

Homem suspeito por associação criminosa e furtos é preso em Macaíba

 


A Polícia Civil do Rio Grande do Norte prendeu em flagrante, na última sexta-feira (12), um homem de 22 anos, suspeito pelos crimes de associação criminosa e furtos, no município de Macaíba.

De acordo com as investigações, o suspeito integra um grupo criminoso especializado em furtos de motocicletas, com atuação em Natal e em outros municípios da Região Metropolitana.

As diligências foram iniciadas após o furto de mais uma motocicleta atribuído ao grupo criminoso. Após a ação criminosa, equipes policiais realizaram acompanhamento tático, que resultou na prisão em flagrante de um dos integrantes da associação criminosa.

O homem foi conduzido à delegacia para os procedimentos legais e, em seguida, encaminhado ao sistema prisional, onde pertencerá á disposição da Justiça.

A Polícia Civil informa que as investigações seguem em andamento com o objetivo de identificar, localizar e responsabilizar os demais integrantes do grupo criminoso envolvido nos furtos de motocicletas na região, e reforça a importância da colaboração da população, solicitando que informações que possam contribuir com as investigações sejam repassadas, de forma anônima, por meio do Disque Denúncia 181.

 

VÍDEO: Polícia Civil prende suspeito de integrar grupo especializado em furtos de motos na Grande Natal

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