sábado, 30 de maio de 2026

Governo Lula detalha bloqueio de R$ 22,1 bilhões no Orçamento; ministérios da Defesa, Cidades e Educação são os mais afetados

 


O governo federal publicou na noite desta sexta-feira (29) o decreto que detalha o bloqueio adicional de R$ 22,1 bilhões no orçamento deste ano.

Somando ao bloqueio anteriormente realizado, a limitação em 2026 totaliza R$ 23,7 bilhões.

O bloqueio acontece por conta do limite de gastos do arcabouço fiscal, a regra para as contas públicas aprovada em 2023.

Os ministérios mais afetados pela medida são os da Defesa, das Cidades e da Educação, que concentram maior parte dos cortes.

Um bloqueio no orçamento é como um “freio de emergência” temporário nas finanças do governo. Ele acontece quando os gastos obrigatórios, como pagamento de aposentadorias, sobem mais do que o esperado. Quando isso acontece, o governo precisa reter parte do dinheiro de gastos não essenciais, como obras, para não ultrapassar o limite de gastos permitido.

Veja os ministérios que mais sofreram com o bloqueio:

  1. Defesa (R$ 4,363 bilhões);
  2. Cidades (R$ 3,320 bilhões);
  3. Educação (R$ 1,605 bi);
  4. Transportes (R$ 1,500 bi);
  5. Fazenda (R$ 1,396 bi); e
  6. Saúde (R$ 1,002 bi).

Além dos ministérios, o bloqueio alcançou as emendas parlamentares em R$ 4,9 bilhões.

As despesas discricionárias do Poder Executivo, aquelas destinadas ao custeio da máquina pública e a investimentos, sofreram uma contenção de R$ 18,7 bilhões.

Por outro lado, os ministérios do Trabalho e Emprego, da Previdência Social e da Justiça e Segurança Pública ficaram de fora da medida e não tiveram recursos bloqueados em seus orçamentos.

g1

Aneel mantém bandeira amarela e conta de luz segue mais cara em junho

 

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou nesta sexta-feira (29) a manutenção da bandeira tarifária amarela para o mês de junho. Com isso, os consumidores continuarão pagando um adicional de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos na conta de luz.

Segundo a Aneel, a decisão foi motivada pela redução das chuvas em todo o país, o que diminui a geração de energia pelas hidrelétricas e aumenta a necessidade de acionamento de usinas termelétricas, que têm custo mais elevado.

Apesar da piora nas condições de geração, a agência evitou a adoção da bandeira vermelha patamar 1, que elevaria a cobrança extra para R$ 4,463 a cada 100 kWh consumidos.

Entre janeiro e abril, vigorou a bandeira verde, sem cobrança adicional. No entanto, a expectativa de um possível fenômeno El Niño no segundo semestre, com menos chuvas e temperaturas mais altas, pode pressionar os custos da energia nos próximos meses.


PIB per capita: Brasil cresce menos e amplia distância de países

 


O Brasil vive um momento de economia aquecida, com desemprego em níveis historicamente baixos e atividade forte em diversos setores.

O PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil avançou 1,1% no primeiro trimestre deste ano, por exemplo. O resultado foi divulgado nesta sexta-feira (29) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e pode fazer o país retomar a posição de 10ª maior economia do mundo em 2026.

No entanto, quando a comparação é feita com o restante do mundo, surge um alerta preocupante: a renda produzida por cada brasileiro cresce em ritmo bem menor do que o observado em outras economias.

O indicador utilizado para medir esse atraso é o PIB per capita, que representa o valor de tudo que o país produz em um ano dividido pelo número de habitantes.

Embora não reflita o ganho real de cada cidadão, ele revela o tamanho da economia em relação à população e é uma das medidas mais utilizadas para comparar países. Quando cresce, em geral, significa mais emprego, consumo e qualidade de vida.

 Brasil fica para trás em décadas de comparação global

Entre 1980 e 2025, o PIB per capita global subiu de cerca de US$ 3.300 para pouco mais de US$ 26.000. No mesmo período, o Brasil teve um avanço mais tímido: passou de US$ 4.400 para US$ 23.300, segundo dados do FMI (Fundo Monetário Internacional).

"O que chama a atenção é que a gente cresce menos do que os países desenvolvidos. A lógica seria o Brasil crescer mais do que os Estados Unidos, por exemplo. A gente está mais atrás e tem mais espaço para crescer e alcançar o nível que eles estão", destacou Marcos Mendes, pesquisador associado do Insper.

Um estudo do economista-chefe da MB Investimentos, Sérgio Vale, aponta uma quebra no ritmo de crescimento do Brasil justamente a partir dos anos 1980.

Segundo ele, "isso muito se explica naquele momento, nos anos 80, pela crise que a gente viveu do final da ditadura, todo momento de troca de um crescimento dependente de investimento de empréstimos externos, com aumento de juros na economia americana".

Vale acrescentou que o país "fez uma opção por um tipo de crescimento que não se sustentava" e que, junto com isso, veio a hiperinflação.

"Quando a gente sai desse processo, a gente ainda está numa dificuldade de resgatar um crescimento mais sustentável da economia brasileira. A gente fica muito naquele conhecido voo de galinha", afirmou.

Desequilíbrio fiscal e baixa produtividade como causas estruturais

Economistas são praticamente unânimes sobre as causas dessa disparidade: baixa produtividade, pouco investimento e um ambiente tributário ainda muito complexo.

A desvantagem do Brasil ficou ainda mais evidente em 2015, quando o país enfrentou uma recessão severa. Entre 2015 e 2016, o PIB nacional caiu 3% em cada um dos anos.

Esses números refletem o desequilíbrio das contas públicas: quando o governo injeta muito dinheiro na economia, pressiona a demanda e os preços, impulsionando a inflação.

Zeina Latif, economista e sócia-diretora da Gibraltar, ressaltou que a falta de previsibilidade afeta diretamente as decisões de investimento e o cotidiano das pessoas.

"As pessoas ficam receosas, às vezes, de fazer algum plano, ainda mais nesse contexto atual de elevado endividamento. É difícil você se planejar no Brasil", disse.

Os economistas ouvidos pela reportagem ressaltam que a intervenção excessiva do Estado na economia abre a porta para mais corrupção, ao criar benefícios seletivos que desvirtuam a política econômica.

Caminhos para superar o atraso

Segundo os especialistas, a lição que se tira das economias que ficam à frente do Brasil é que superar a faixa da renda média exigiu investimento em capital humano — ou seja, em educação —, além de reformas estruturais, melhor gestão do dinheiro público e um ambiente regulatório mais sólido.

"A agenda de ajuste fiscal é muito importante. Não é só porque precisa conter o crescimento da dívida pública, mas a gente precisa ter um resgate da capacidade de ação estatal", afirmou Zeina.

Sérgio Vale defende que o país precisa de "uma consolidação fiscal maior na economia brasileira, uma continuidade das reformas econômicas, uma aposta maior em investimento na população mais jovem, na população infantil especialmente", passando também por "investimento mais pesado em educação".

O economista ainda destacou que os países com forte crescimento econômico foram aqueles que se abriram com mais intensidade para o mundo, sugerindo que a abertura comercial é um elemento fundamental para que o Brasil possa avançar em produtividade e, consequentemente, no desempenho do PIB per capita.



Polícia Civil prende homem suspeito de envolvimento com falsa moeda em Parnamirim

 


A Polícia Civil do Rio Grande do Norte cumpriu, nesta sexta-feira (29), um mandado de prisão contra um homem de 49 anos, suspeito do crime de falsa moeda. A ação foi realizada no município de Parnamirim.

De acordo com as investigações, o suspeito foi localizado em sua residência e não apresentou resistência durante a abordagem policial. Após a prisão, ele foi conduzido à delegacia para os procedimentos cabíveis e, em seguida, encaminhado ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça.

A Polícia Civil reforçou a importância da colaboração da população no combate à criminalidade. Informações podem ser repassadas de forma anônima por meio do Disque Denúncia 181.

RN registra saldo negativo de empregos e tem 3º pior resultado no Caged

 


O Rio Grande do Norte entrou na lista dos estados com pior desempenho na geração de empregos formais em abril, segundo dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta quinta-feira (28) pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

O estado encerrou o mês com saldo negativo de 156 vagas com carteira assinada, resultado de 20.245 demissões contra 20.089 admissões no período.

Com o desempenho, o RN apareceu como o terceiro pior estado do país no mercado formal de trabalho em abril, atrás apenas de Alagoas, que perdeu 1,5 mil vagas, e do Rio Grande do Sul, com fechamento de 1,3 mil postos.

Na contramão do cenário potiguar, o Brasil criou 85.888 empregos formais no mês.

RN mantém saldo positivo no acumulado do ano

Apesar da retração registrada em abril, o acumulado de 2026 ainda segue positivo no estado. Entre janeiro e abril, o Rio Grande do Norte criou 242 vagas formais, resultado de 83.142 contratações e 82.900 desligamentos.

O saldo do Caged é calculado pela diferença entre admissões e demissões com carteira assinada.

Mossoró lidera fechamento de vagas no estado

Entre os municípios potiguares, Mossoró teve o pior desempenho em abril, com saldo negativo de 246 postos de trabalho.

Também apareceram entre as cidades com mais perdas:

  • Ipanguaçu: -117
  • Jandaíra: -113
  • Baraúna: -93
  • Guamaré: -92

Já Natal liderou a abertura de vagas no estado, com saldo positivo de 215 empregos formais.

Confira os municípios com melhor desempenho:

  • Natal: 215
  • Assú: 109
  • São Gonçalo do Amarante: 90
  • Currais Novos: 84
  • Pau dos Ferros: 79

Agricultura puxou resultado negativo

O principal impacto no mercado de trabalho potiguar veio do setor de agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura, que fechou 1.050 vagas em abril.

Veja o desempenho dos setores no RN:

  • Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura: -1.050
  • Comércio e reparação de veículos: -354
  • Indústria geral: -152
  • Construção: +185
  • Serviços: +1.218

O setor de serviços foi o principal responsável por conter um resultado ainda pior no estado,

 

VÍDEO: Nem esquerda nem direita: projeto que daria ao Brasil autonomia contra facções foi abandonado pelos dois lados

 


Enquanto o Brasil se divide sobre a decisão dos EUA de classificar PCC e CV como terroristas, um projeto que resolveria a questão internamente dorme há quase três anos na Câmara. O PL 3.283/2021, do senador Styvenson Valentim (Podemos-RN), foi aprovado pelo Senado por 20 a 1 em 2023, passou pela Comissão de Segurança Pública da Câmara em dezembro do mesmo ano, mas estacionou na CCJ com status de "pronta para pauta" sem nunca ser votado.

A omissão é bipartidária. Do lado da esquerda, parlamentares do PT e aliados tentaram barrar o projeto no Senado. "Quem foi oposição? Senador Eduardo Braga, a turma do PT. Essa galera foi contra", relembrou Styvenson. O governo Lula, que agora chama a decisão americana de afronta à soberania, nunca se movimentou para que a Câmara votasse o projeto que daria ao Brasil autonomia jurídica para enquadrar as facções sem chancela estrangeira.

Do lado da direita, o cenário é igualmente constrangedor. A CCJ é presidida pela deputada Caroline de Toni (PL-SC), do mesmo campo que agora comemora a decisão de Trump. Styvenson revelou que a procurou pessoalmente, ao lado do senador Rogério Marinho (PL-RN). "Pedi pelo amor de Deus: dê prioridade, bote alguém para relatar, passe esse projeto. Até hoje nada", desabafou.

Se o PL tivesse sido aprovado, o Brasil teria hoje instrumentos próprios para tratar PCC e CV como terroristas, com penas de 12 a 30 anos, sem depender de uma designação de Washington que agora ameaça o PIX, o sistema financeiro e a cooperação policial. "Todo mundo usando isso em campanha. Ninguém quis fazer o trabalho de casa", ironizou Styvenson. "Eu fiz o meu."

 


VÍDEO - RECADO DOS EUA: PCC e CV “vão ser eliminados” após classificação como terroristas, diz porta-voz de Trump

 






A porta-voz do governo dos Estados Unidos, Amanda Robertson, afirmou nesta sexta-feira (29), em entrevista ao Metrópoles, que as facções criminosas PCC e Comando Vermelho (CV) “vão ser eliminadas”.

A declaração ocorre após os Estados Unidos classificarem as organizações criminosas como grupos terroristas.

Segundo Robertson, a gestão do presidente Donald Trump não aceita a atuação de grupos criminosos no hemisfério.

“Acho que a mensagem é muito clara: essa administração do presidente Trump não tolera a violência, não tolera que grupos criminosos atuem aqui no nosso hemisfério e no nosso país, e eles vão ser eliminados”, declarou a porta-voz.

A fala foi dada em meio ao endurecimento do discurso do governo americano sobre organizações criminosas transnacionais e segurança regional.

Com informações de Metrópoles

 


VÍDEO: Autor do livro ‘Terrorismo à brasileira’ comenta classificação do PCC e CV pelos EUA: ‘Tudo que as facções fazem no Brasil é terrorismo’

 


O Dr. Carlos Eduardo, autor do livro “Terrorismo À Brasileira”, opinou em entrevista ao Canal Paulo Mathias sobre a classificação de PCC e CV como terroristas pelos EUA.

“No Direito Comparado, ou seja, no mundo à fora, eu via que tudo que as facções fazem no Brasil é terrorismo. Só aqui no Brasil é que é mais um dia comum. Meu estudo foi mostrar, pelo Direito Comparado, pelas regras da ONU e diversos países, que as definições de terrorismo estão muito diferentes daquelas que o legislador brasileiro troxe para legislação. Então eu provo, pelo Direito Comparado, que as facções fazem no Brasil é terrorismo em qualquer lugar do mundo. Os EUA apenas reconheceram aquilo que muitos fingiam não ver”, afirmou o Dr. Carlos Eduardo.

Na prática, a decisão dos Estados Unidos amplia o poder das autoridades americanas para bloquear dinheiro, aplicar sanções e punir qualquer pessoa ou empresa que tenha ligação com as facções.

Com a classificação de “terroristas globais”, todos os bens e ativos ligados aos grupos que estejam nos EUA ou sob controle de americanos poderão ser congelados. Já o enquadramento como “Organização Terrorista Estrangeira” torna ilegal oferecer apoio aos grupos dentro da jurisdição americana. Além do impacto financeiro, a classificação amplia o alcance das leis americanas fora do território dos Estados Unidos.

Com informações do Canal Paulo Mathias

 

Homem é preso por aplicar golpes em vizinha idosa em Parnamirim; prejuízo passa de R$ 14 mil

 


A Polícia Civil, com apoio da Polícia Penal, cumpriu um mandado de prisão definitiva contra um homem, de 33 anos, condenado pelos crimes de estelionato contra pessoa idosa, fraude eletrônica, falsidade ideológica e uso indevido de dados pessoais, praticados em Parnamirim. De acordo com as investigações, entre os crimes pelos quais o homem foi condenado está a prática de estelionato contra uma aposentada de 66 anos. 

A idosa esteve presente à delegacia e relatou ter sido vítima de fraude praticada pelo suspeito. Conforme apurado pela equipe policial, o homem se aproveitou da relação de confiança mantida com a vítima, seu vizinho, sob o pretexto de auxiliá-la no acesso aos serviços governamentais digitais. Na ocasião, ele obteve documentos pessoais da idosa e realizou procedimentos de reconhecimento facial para abertura de contas bancárias e contratação de empréstimos em nome dela, sem autorização.

Durante as investigações, também foi constatada a realização de empréstimos e operações financeiras que ultrapassaram R$ 14 mil, incluindo valores de R$ 9.696,04, R$ 1.600,00 e R$ 200,00, além de outras operações de crédito e antecipações de benefícios previdenciários. Parte dos valores obtidos foi detalhada para contas vinculadas ao homem.

Após tomarem conhecimento do caso, diligências foram realizadas pelas equipes policiais, que localizaram e prenderam o suspeito. Ele foi conduzido à delegacia para os procedimentos legais e, em seguida, encaminhado ao sistema prisional, onde cumprirá pena remanescente de 08 anos, 04 meses e 27 dias de reclusão, em regime fechado.

A Polícia Civil reforça a importância da colaboração da população. As informações podem ser repassadas, de forma anônima, por meio do Disque Denúncia 181.

 

EM QUEM ACREDITAR - A LOUCURA DAS PESQUISAS: 3 levantamentos divulgados nesta sexta (29) mostram resultados completamente diferentes no RN

 



Esta sexta-feira (29) foi marcada por uma verdadeira “salada de números” que confundiu o eleitor e incendiou os bastidores da disputa pelo Governo do RN. Três pesquisas de intenção de voto diferentes foram divulgadas no mesmo dia e, em um cenário bizarro, cada instituto apontou um líder diferente para a corrida eleitoral de 2026.

No levantamento Media/O Potengi, o ex-prefeito de Natal Álvaro Dias (PL) aparece na liderança com 30,5% das intenções de voto no cenário estimulado, seguido por Allyson Bezerra (União) com 27,9% e Cadu Xavier (PT) com 14,1%.

Já na pesquisa do Instituto Item, divulgada pela TV Ponta Negra, o cenário muda completamente e quem lidera de forma isolada é o ex-prefeito de Mossoró Allyson Bezerra, que crava 37,0% contra 25,2% de Álvaro Dias e 16,4% de Cadu Xavier.

Para fechar o nó na cabeça do eleitor potiguar, a pesquisa AtlasIntel, contratada pela Rádio 94 FM, trouxe o pré-candidato do PT, Cadu Xavier, na primeira colocação com 37,7% das menções, abrindo mais de 10 pontos de vantagem sobre Allyson Bezerra (27,6%) e Álvaro Dias (27,3%).

O contraste estatístico gerou uma comemoração tripla e imediata nas redes sociais dos três pré-candidatos, deixando a população sem saber em qual percentual acreditar.

Lei das Pesquisas

Vale lembrar que a legislação eleitoral prevê penas de 6 meses a 1 ano de detenção, além de multas pesadas, para a divulgação de pesquisas fraudulentas ou manipuladas.

Enquanto as punições não forem endurecidas pela Justiça, analistas apontam que a guerra de dados continuará sendo utilizada como ferramenta política para tentar induzir o eleitorado ao chamado “voto útil”.

 Blog do BG

Deolane Bezerra é indiciada sob suspeita de lavagem de dinheiro para o PCC

 


A Polícia Civil de São Paulo concluiu oficialmente o relatório de indiciamento da influenciadora e advogada Deolane Bezerra, presa desde o último dia 21 na Operação Vérnix.

Segundo informações da Veja, Deolane e mais seis pessoas foram indiciadas por lavagem de dinheiro para a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) e organização criminosa.

A investigação aponta que a influenciadora participava de um esquema sofisticado que utilizava a abertura de sucessivas empresas para movimentar e ocultar recursos do crime organizado. A Polícia Civil encontrou depósitos sem origem clara feitos por uma transportadora ligada ao PCC.

Além de Deolane, foram indiciados chefes da facção, incluindo parentes de Marcola, que atuariam como sócios ocultos do esquema.

Com a conclusão do inquérito, o caso foi enviado ao Ministério Público, que já sinalizou que deve oferecer denúncia formal, transformando o caso em ação penal.

A polícia também solicitou o bloqueio de joias, relógios e mais bens da advogada. Até o momento, quatro carros de luxo avaliados em mais de R$ 5 milhões já foram apreendidos.

 

Governo Lula detalha bloqueio de R$ 22,1 bilhões no Orçamento; ministérios da Defesa, Cidades e Educação são os mais afetados

  O governo federal publicou na noite desta sexta-feira (29) o decreto que detalha o bloqueio adicional de R$ 22,1 bilhões no orçamento dest...