sexta-feira, 15 de maio de 2026

Choradeira no Mídia Com. Mamãe Fátima não está pagando e a turma está desesperada

 


O Mídia Com, consórcio de veículos de comunicação em decadência do Rio Grande do Norte, está em prantos. A mamãe que sustenta esse povo, a Coveira do RN Fátima Bezerra, está devendo. E devendo feio.

Alguns veículos do grupo estão há oito meses sem receber um centavo do governo estadual. Outros acumulam cinco faturas em aberto. O maior cliente, financiador e controlador da linha editorial da turminha está inadimplente. É a ironia perfeita: o mesmo governo que usa esses veículos como palanque diário, que dita a pauta, que controla o que pode e o que não pode ser publicado, não está pagando a conta.

E o negócio não funciona sem o dinheiro público. Nunca funcionou. A audiência é fraca, o produto é ruim e o mercado privado já percebeu isso faz tempo. Empresas privadas olharam os números, viram o alcance pífio e chegaram à conclusão óbvia: não vale o investimento. Para que anunciar onde ninguém vê?

O resultado é um modelo de comunicação que se sustentava exclusivamente na teta do Estado. Sem independência editorial, sem audiência real, sem produto que se segure no mercado. Apenas notas do governo embrulhadas como jornalismo.

Agora Fátima apertou o cinto, o dinheiro público sumiu do radar e a choradeira começou. Quem planta dependência colhe desespero. O Mídia Com está colhendo.​​​​​​​​​​​​​​​​

Esse texto foi copiado do Blog do Gustavo Negreiros

Nova regra de Fachin sobre distribuição de processos no STF acirra atrito interno na corte

 


As novas regras do STF (Supremo Tribunal Federal) para distribuição de processos judiciais determinadas nesta semana pelo presidente da corte, ministro Edson Fachin, acirraram o atrito entre magistrados e são o capítulo mais recente da divisão interna do tribunal.

Em despacho assinado nesta segunda-feira (11), Fachin estabeleceu que petições feitas em casos já arquivados devem ser validadas pela presidência do STF antes de serem enviadas ao gabinete do ministro relator. A decisão foi entendida como um recado a Gilmar Mendes, que reagiu e cobrou de Fachin menos interrupções de julgamentos de grande impacto.

Em fevereiro, Gilmar deu decisão a favor da Maridt, empresa da família do ministro Dias Toffoli, no âmbito de um procedimento da CPI da Covid que estava engavetado havia três anos. O presidente do STF quis evitar que essa situação se repita, pois entende que esse tipo de polêmica desgasta ainda mais o tribunal em meio às repercussões do caso Master.

As novas diretrizes, assim como o código de conduta, fazem parte de um pacote de medidas adotado por ele para enfrentar a crise de imagem da corte. Para o grupo de Gilmar, porém, essa é mais uma atitude do presidente do STF para demonstrar à sociedade que defende uma agenda ética, mas ao custo de expor colegas e desunir o tribunal.

A avaliação é a de que, em um momento sensível, vulnerável e envolto por tensões, Fachin poderia ter submetido esse tema a um debate colegiado. Auxiliares do presidente do Supremo afirmam, por outro lado, que ele conversou com colegas antes de publicar a decisão.

Como reação imediata, Fachin foi cobrado por Gilmar sobre o número de vezes em que paralisou, por meio de pedidos de destaque do plenário virtual, julgamentos de relevância para a sociedade, como o da revisão da vida toda e o da exploração mineral em terras indígenas.

O magistrado disse ao presidente do STF, por meio de uma mensagem de WhatsApp, que esses entraves têm sido a marca da sua gestão, chegando a compará-los à tática de obstrução praticada pelo Senado norte-americano e conhecida como "filibuster". Fachin não respondeu.

Como mostrou a Folha, quando Gilmar suspendeu a quebra de sigilo da Maridt pela CPI do Crime Organizado, uma ala de ministros alinhada a Fachin o criticou em conversas de bastidores.

Esse grupo avaliou que houve violação ao princípio do juiz natural. É como se a empresa familiar de Toffoli tivesse burlado o sistema de sorteio do STF e escolhido o magistrado que analisaria seu pedido, para ter mais chances de um resultado favorável.

Na ocasião, o decano explicou que as temáticas eram semelhantes: comissões parlamentares de inquérito aprovando requerimentos desconectados do objeto da apuração, prática que o ministro já repudiou publicamente.

No caso da CPI da Covid, que investigava o impacto da desinformação nas mortes causadas pelo coronavírus, Gilmar restringiu o alcance das quebras de sigilo da produtora Brasil Paralelo. As providências haviam sido aprovadas sem um limite temporal.

Já em relação à CPI do Crime, o decano disse que a quebra de sigilo da Maridt se deu "em manifesto e incontornável descumprimento dos limites" da apuração parlamentar, que tinha como objetivo apurar o avanço das facções criminosas no Brasil.

Gilmar também disse a interlocutores que, se o pedido chegou ao seu gabinete nos autos de um processo arquivado, foi por ato da secretaria judiciária do Supremo, e que ele não poderia se furtar a examiná-lo —é o chamado "princípio da indeclinabilidade da jurisdição".

Nesta semana, porém, Fachin disse ser necessário prevenir "eventuais novos questionamentos concernentes à distribuição". Na sua decisão, ele cita resolução da corte destinada a "aprimorar a segurança, a transparência e a aleatoriedade do sistema".

O senador Alessandro Vieira (MDB-SE), relator da CPI do Crime, disse nas redes sociais que Fachin "reconheceu (com muito jeito) que a atuação de Gilmar Mendes no caso Maridt (o fundo da família Toffoli) não seguiu as regras processuais", ordenando a proibição de "novos malabarismos similares".

Vieira propôs o indiciamento de Gilmar, Toffoli e do ministro Alexandre de Moraes no relatório final da CPI, mas o documento acabou reprovado pela comissão. A Folha mostrou que ministros do STF viram um viés eleitoreiro na medida e um desvirtuamento do propósito da investigação parlamentar.

Folha de São Paulo

 

 

Opinião do Estadão: O vexame das blusinhas

 


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva oficializou o vale-tudo na busca pela reeleição ao zerar o Imposto de Importação sobre bugigangas estrangeiras – sobretudo chinesas. Conhecida como “taxa das blusinhas”, a cobrança, que gerou tanta celeuma nos últimos três anos, foi revogada por meio de uma medida provisória assinada em cerimônia improvisada no Palácio do Planalto.

O evento em que a nova medida foi anunciada nem sequer estava na agenda presidencial, mas, segundo a ministra da Casa Civil, Miriam Belchior, tudo foi pensado “com calma e cuidado” pelo governo. O ministro do Planejamento, Bruno Moretti, por sua vez, disse que a revogação contribui para “melhorar o perfil da tributação brasileira”, como se uma medida puramente eleitoreira pudesse ter o efeito de uma reforma estrutural.

Mas quem se superou mesmo foi o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron. Segundo ele, “depois de três anos em que conseguimos combater o contrabando e regularizar o setor, nós podemos dar um passo adiante”. É isso mesmo: o contrabando no País, de acordo com Ceron, teria sido praticamente “eliminado” em razão da taxa das blusinhas. É sintomático que a perda da arrecadação com a suspensão do imposto, que garantiu R$ 1,78 bilhão somente nos quatro primeiros meses do ano e R$ 5 bilhões em 2025, não tenha sido sequer mencionada.

O governo petista simplesmente não consegue ser honesto a respeito da taxa das blusinhas. Primeiro, decidiu implantá-la unicamente com o objetivo de aumentar a arrecadação – mas a desculpa na época era de que se fazia necessário “equilibrar o jogo” no varejo brasileiro, como argumentou o então ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Agora, edulcora a decisão de suspender a taxa com argumentos que insultam a inteligência dos cidadãos brasileiros e que mal e porcamente escondem o caráter escandalosamente eleitoreiro da medida.

A indústria têxtil e o comércio varejista, claro, ficaram furiosos, e com toda a razão. As bugigangas chinesas jamais foram isentas de Imposto de Importação, mas o governo se abstinha de cobrá-lo quando os envios eram realizados entre pessoas físicas e o valor do produto era inferior a US$ 50. Tal brecha acabou por ser fartamente explorada por plataformas estrangeiras que se passavam por pessoas físicas, fracionavam as encomendas e inundavam o País com quinquilharias sem pagar impostos.

Não é uma questão de protecionismo comercial. Os produtos asiáticos, sobretudo chineses, já chegam ao País a preços abaixo dos praticados no mercado exatamente porque são subsidiados já na origem. Com a isenção do Imposto de Importação, passam a ter uma vantagem adicional diante de setores nacionais que geram empregos, pagam tributos e enfrentam condições mais que desfavoráveis para produzir e comercializar no País, a começar pelas altas taxas de juros. Na prática, o governo optou por subsidiar empresas estrangeiras em detrimento da indústria e do comércio locais, por puro interesse eleitoral. Melhor seria reduzir a carga tributária suportada pelas empresas brasileiras, de modo a melhorar a competitividade do produto nacional ante a inundação de blusinhas chinesas. Mas isso um governo petista, perdulário por natureza, jamais faria.

Lula, a bem da verdade, sempre manteve uma atitude pusilânime em relação ao tema. A cobrança da taxa das blusinhas poderia ter sido instituída por meio de medidas infralegais, mas veio por meio de um jabuti envergonhado no projeto de lei sobre o Programa Mover, de incentivos à indústria automotiva. Coube ao então presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), mobilizar os parlamentares pela aprovação da proposta, provavelmente à custa de muitas emendas ao Orçamento.

A mobilização recente da oposição para derrubar a taxa acrescenta insulto à injúria. Quando a medida que instaurou a cobrança tramitava no Congresso, ninguém trabalhou para derrubá-la, tanto que o texto passou por 380 votos a 26 na Câmara e por 67 votos a zero no Senado. E Lula, embora dissesse ser pessoalmente contra a cobrança, não vetou o texto à época.

Em resumo, nada do que está relacionado à tal taxa das blusinhas diz respeito aos interesses dos cidadãos brasileiros. Os únicos interesses atendidos são os dos políticos que só pensam em voto, e não no País.

Opinião do Estadão

 

 

Seis meses após liquidação do Banco Master, R$ 2,2 bilhões ainda estão esquecidos no FGC

 


Seis meses após a liquidação extrajudicial do Banco Master pelo Banco Central, em 18 de novembro do ano passado, e, na sequência, de outras instituições ligadas ao grupo do banqueiro Daniel Vorcaro (como Will Bank e Banco Pleno, no início deste ano), credores lesados ainda têm cerca de R$ 2,2 bilhões “esquecidos” no Fundo Garantidor de Créditos (FGC), embora o ressarcimento já esteja disponível.

O FGC remunera, em caso de bancos liquidados extrajudicialmente, até R$ 250 mil por CPF em algumas aplicações, como CDBs. O Master foi conhecido por captar investimentos vultuosos através desta aplicação, com remunerações acima da média do mercado que tinham como principal atrativo a garantia do FGC.

De acordo com o FGC, 61.611 clientes dos bancos Master, Master de Investimentos e Letsbank ainda não requisitaram o ressarcimento dos seus investimentos sob garantia. Até agora, o FGC já estornou R$ 39,7 bilhões a 915 mil antigos investidores do banco de Daniel Vorcaro. O número equivale a 92,7% dos credores que têm algo a receber.

Pela estimativa, o FGC ainda deve desembolsar cerca de R$ 860 milhões apenas relacionados a depósitos e investimentos feitos no Master.

O Banco Pleno, liquidado em fevereiro, ainda tem 18,2 mil credores que não foram buscar investimentos elegíveis. Até agora, o FGC já estornou R$ 4,3 bilhões a 132 mil credores do Pleno, cerca de 85% de todos os investidores elegíveis. Cerca de R$ 500 milhões em investimentos ainda aguardam resgate.

Will Bank: valores baixos desestimulam

O Will Bank, liquidado em janeiro, teve duas fases de ressarcimento. Como muitos dos clientes detinham investimentos abaixo de R$ 1 mil, o fundo iniciou uma primeira fase para ressarcir quem tinha aplicações até este valor.

Desse grupo, o FGC já ressarciu 1,2 milhão de credores, cerca de 19% dos estimados cinco milhões de clientes dessa faixa, num valor total de R$ 128 milhões. O interesse baixo no ressarcimento, diz o fundo, tem um motivo: quase a totalidade dos que têm algo a receber nesta categoria possui créditos inferiores a R$ 10.

Acima de R$ 1 mil em investimentos, o FGC afirma que outros 37.976 clientes do Will Bank também não requisitaram seus ressarcimentos no banco digital. O Fundo ainda deve ressarcir quase R$ 800 milhões de reais para estes investidores.

O FGC já realizou o pagamento de R$ 5,3 bilhões em garantias para estes investimentos acima de R$ 1 mil, 87% do montante previsto. Em termos de número de beneficiários, aproximadamente 255 mil credores já receberam os valores, o equivalente a oito em cada dez.

Rombo bilionário

As liquidações do conglomerado Master e outras instituições financeiras causaram um impacto de R$ 57,4 bilhões nas reservas do Fundo Garantidor de Créditos, o FGC, em 2025. O valor é o somatório de R$ 51,7 bilhões em pagamentos de garantias dos Bancos Master, Master de Investimento e Letsbank, além da Will Financeira e Banco Pleno. Outros R$ 5,7 bilhões foram adquiridos pelo FGC em letras financeiras das instituições liquidadas antes das intervenções pelo Banco Central.

O Globo

 

 

 

 

Virginia anuncia fim do namoro com Vini Jr.: 'Enquanto estivemos juntos, me dediquei muito'

 


Virginia Fonseca anunciou o fim do relacionamento com Vinicius Jr. na manhã desta sexta-feira (15). A influenciadora comunicou o término em uma postagem nas redes sociais e ressaltou que sempre se dedicou à relação, mas que nunca deixaria de lado o seu sonho e sua vida profissional.

"Ao longo da minha vida, aprendi a nunca negociar aquilo que, pra mim, é inegociável. Então, quando algo deixa de fazer sentido, eu prefiro ter maturidade para encerrar com carinho do que permanecer por permanecer", declarou.

O término foi anunciado poucas horas após Virginia marcar presença na partida de Vinicius Jr. pelo Real Madrid na noite de quinta-feira (14), no Santiago Bernabéu. Na ocasião, ela chegou a usar uma jaqueta com o rosto do atacante da Seleção estampado na peça.

Leia o anúncio na íntegra.

"Eu sempre vou me permitir viver.

Viver algo de verdade, sem medo, sem cálculo e sem deixar de ser quem eu sou.

Enquanto estivemos juntos, me dediquei muito, como me dedico a tudo o que me proponho a viver na minha vida. Afinal, eu sempre trabalhei muito, sempre fui muito focada nos meus sonhos e nas minhas responsabilidades. Mas também sou uma mulher, me permiti viver isso sem criar qualquer barreira, prezando pelo respeito que eu sempre tive dentro de qualquer relação.

Ao longo da minha vida, aprendi a nunca negociar aquilo que, pra mim, é inegociável. Então, quando algo deixa de fazer sentido, eu prefiro ter maturidade para encerrar com carinho do que permanecer por permanecer.

Hoje, escolhemos respeitar um o caminho do outro. Torço muito pela felicidade e pelo sucesso do Vinícius, e tudo isso com muito carinho.

Peço o respeito de todos e que seja uma página virada na vida de cada um, assim como será na minha!

Obrigada."

Com informações de GShow

 

ESCÂNDALO: PF aponta que esquema da gestão Allyson se espalhou para Apodi e Pau dos Ferros

 

Prefeitos Marianna Almeida (Pau dos Ferros) e Luis Sabino Neto (Apodi). Foto: Reprodução/Instagram


A investigação da Polícia Federal que mira o ex-prefeito de Mossoró Allyson Bezerra (União Brasil) avançou para outras prefeituras do Oeste potiguar. Gravações obtidas pela PF mostram sócios da empresa Dismed discutindo contratos, “comissões de 15%” e licitações em Apodi e Pau dos Ferros, administrados por aliados políticos do pré-candidato ao Governo do RN.

Conforme divulgado pelo Blog do Dina nesta sexta-feira (15), em uma das gravações, o representante comercial Sidney Carlos de Melo informa aos sócios da Dismed: “Chega mais outra de Apodi hoje”; “Vai mandar faturar mais uns oitenta mil reais”; e “O resto do saldo do contrato”.

Na sequência, os investigados discutem supostas “comissões de 15%”. Segundo a PF, os valores pagos pelas prefeituras seriam “fracionados” e retornariam “na forma de comissões/propinas”.

Um dos investigados afirma que determinado gestor “gosta mais de papel”. Para a PF, o termo seria usado como referência a pagamentos sem entrega efetiva de medicamentos — o chamado “papel cagado”.

As conversas fazem parte da investigação que levou à Operação Mederi, autorizada pelo juiz Rogério Fialho Moreira.

Licitação “preparada” em Pau dos Ferros

A PF também anexou uma conversa sobre uma licitação em Pau dos Ferros. No áudio, o representante da empresa afirma: “Preparada aqui a licitação de Pau dos Ferros”; “Botando os controlados no meio dos lotes”; e “A gente engole ele”.

A estratégia seria dificultar a participação de empresas menores em licitações de medicamentos. Ainda de acordo com a gravação, a Dismed teria ficado com cerca de 85% da licitação e o valor citado ultrapassaria R$ 700 mil.

O sistema das “caronas”

A PF identificou o uso de atas de registro de preços para adesões entre municípios —  conhecido como “carona”. Em áudio recuperado do WhatsApp da Drogaria Mais Saúde, empresa ligada ao mesmo grupo, um representante oferece adesão pronta a atas; fornecimento sem necessidade de nova licitação e “parceria bacana” com gestores municipais.

Outro investigado chega a afirmar: “Toda carona você tem o seu”. Para a Polícia Federal, a frase indica expectativa de pagamento de vantagens indevidas em cada adesão.

Contratos milionários

A investigação aponta contratos da Dismed em Apodi entre 2023 e 2025 que somam pelo menos R$ 1,33 milhão. Já em Pau dos Ferros, a Dismed venceu lotes que ultrapassam  R$ 969 mil.

A PF afirma que encontrou documentos de licitações; fotos de processos municipais; atas e contratos;
arquivos compartilhados entre Dismed e Drogaria Mais Saúde. Os materiais estavam em computadores apreendidos na operação.

Apoio político a Allyson

Os prefeitos Marianna Almeida (Pau dos Ferros) e Luis Sabino Neto (Apodi) declararam apoio público à pré-candidatura de Allyson Bezerra ao Governo do RN em 2026.

O ex-prefeito de Apodi Alan Silveira também rompeu com o governo estadual e anunciou apoio ao grupo de Allyson. Segundo a reportagem, parte dos contratos investigados foi assinada durante as gestões de Alan Silveira e Sabino Neto.

Operação segue em andamento

A Operação Mederi foi deflagrada pela Polícia Federal em janeiro de 2026. Mandados de busca e apreensão foram cumpridos contra sócios da Dismed; aliados políticos; o então prefeito Allyson Bezerra e integrantes da gestão municipal.

Até o momento, a PF não divulgou denúncia formal nem condenação dos investigados.

 

CRISE GRANDE: Rejeição de Lula dispara e chega a 54%, diz pesquisa Vox

 


O presidente Lula (PT) atingiu 54,1% de rejeição entre os eleitores brasileiros, segundo levantamento divulgado nesta sexta-feira (15) pela Vox Brasil. Os dados foram coletados entre os dias 9 e 12 de maio e refletem o atual cenário político nacional de olho nas eleições de 2026.

Conforme a pesquisa, o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 39,3% de rejeição. Já Romeu Zema (Novo) surge em terceiro lugar no índice, com 22,4%.

A pesquisa foi realizada antes da divulgação do áudio envolvendo pedido de dinheiro ao banqueiro Daniel Vorcaro.

Foram ouvidas 2.100 pessoas entre os dias 9 e 12 de maio de 2026. A margem de erro: 2,15 pontos percentuais e o grau de confiança, de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-02423/2026.

 

Flávio Bolsonaro abria vantagem sobre Lula antes dos áudios, aponta pesquisa Vox

 


Levantamento divulgado nesta sexta-feira (15) pela Vox Brasil mostra que o senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL), abria vantagem sobre o presidente Lula (PT) em um eventual 2º turno da eleição de 2026. A pesquisa foi realizada antes da divulgação dos áudios envolvendo Flávio e o banqueiro Daniel Vorcaro.

Neste, Flávio teria 43,8% das intenções de voto em um cenário de 2º turno contra Lula, que aparece com 40,2%.

Já no 1º turno, o senador varia entre 36,5% e 37,8% e o presidente, entre 34,3% e 35,1%.

Além de Flávio Bolsonaro, a pesquisa também testou Lula contra nomes da direita e do centro-direita Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão). 

Metodologia

A pesquisa Vox Brasil entrevistou 2.100 pessoas em todo o país, entre 9 a 12 de maio, com uma margem de erro de 2,15 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. O registro no TSE é o BR-02423/2026.

Com 109 cursos e 14 mil alunos, Uern custará R$ 500 mi este ano

 


Mantida pelo Governo do Estado, a Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) tem um orçamento previsto de R$ 496,8 milhões para 2026. Se esse valor for confirmado até o fim do ano, o repasse à universidade vai aumentar 9% em relação a 2025, quando a receita foi de R$ 455,2 milhões.

Os dados foram divulgados pela própria Uern nesta quarta-feira 13 a pedido da reportagem do AGORA RN, no momento em que o futuro da universidade entrou no centro do debate da pré-campanha eleitoral para o Governo do Estado.

Desde o fim de 2021, com a sanção da Lei nº 11.045/2021 pela governadora Fátima Bezerra (PT), a Uern tem autonomia de gestão financeira e patrimonial. Isso significa que a própria instituição administra seus recursos, planejando e fixando prioridades para seu funcionamento.

A mesma lei também estabeleceu um modelo de repasse de recursos para a universidade. Em 2022, o valor foi de 2,31% sobre o total da arrecadação de impostos do Estado. Esse índice subiu progressivamente nos anos seguintes, até atingir 3,08% em 2025. Para os próximos anos, a lei define que o repasse tem de ser de no mínimo 3,08%, podendo ser maior, a depender da negociação entre a universidade e o Governo do Estado.

Atualmente, a instituição mantém 109 cursos, entre graduação e pós-graduação, e reúne 14.280 estudantes. A Uern está presente em todas as regiões do Estado, com 6 campi e 22 polos de educação à distância.

Os seis campi presenciais da universidade estão localizados em Mossoró (Sede), Natal, Assú, Pau dos Ferros, Patu e Caicó. A estrutura inclui ainda 22 polos de educação a distância, distribuídos por todos os territórios do Rio Grande do Norte.

A universidade oferece 66 cursos de graduação e 43 cursos de pós-graduação, totalizando 109 cursos em todas as áreas do conhecimento.

O corpo funcional é composto por 1.538 servidores, sendo 862 professores e 678 técnicos administrativos. Ao todo, a instituição reúne 14.280 estudantes de graduação e pós-graduação.

Os indicadores socioeconômicos evidenciam o papel da universidade como instrumento de inclusão. Segundo dados institucionais, 80,2% dos alunos são oriundos da escola pública, 79,6% pertencem a famílias de baixa renda e 82,8% são naturais do Rio Grande do Norte.

A Universidade do Estado do Rio Grande do Norte foi criada em 28 de setembro de 1968 através de uma lei municipal em Mossoró. Inicialmente, levou o nome de Universidade Regional do Rio Grande do Norte (URRN), vinculada à Fundação Universidade Regional do Rio Grande do Norte (FurRN).

Sua origem remonta a iniciativas anteriores de ensino superior em Mossoró, como a Faculdade de Ciências Econômicas, criada em 1943, e a Funcitec, fundada em 1963. O primeiro reitor da Uern foi o professor João Batista Cascudo Rodrigues, um dos principais articuladores do projeto universitário mossoroense.

A trajetória da Uern foi marcada por três momentos decisivos: a criação em 1968, a estadualização em 1987, no governo de Radir Pereira, e o reconhecimento oficial pelo Ministério da Educação em 1993.

Polêmica na pré-campanha

Nos últimos dias, o futuro da instituição entrou na pauta da pré-campanha para o Governo do Estado, após o pré-candidato Álvaro Dias (PL) dizer que sua equipe técnica realizaria estudos de propostas sobre a federalização ou a privatização da universidade. Depois da forte repercussão da fala, o ex-prefeito de Natal voltou atrás e afirmou que, se for eleito, a Uern seguirá estadual.

No recuo, Álvaro chamou a Uern de “patrimônio do Estado do Rio Grande do Norte”, destacou que a universidade já formou mais de 60 mil profissionais e garantiu que a manterá como instituição estadual caso seja eleito. “Eu jamais iria pensar em federalizar ou, muito menos, em privatizar a Uern”, afirmou, em entrevista à rádio 96 FM.

O ex-prefeito de Mossoró e também pré-candidato ao Governo Allyson Bezerra (União) reagiu às falas de Álvaro. “Não mexa com a Uern. A Uern não é problema, a Uern é solução para o Rio Grande do Norte”, declarou, pelas redes sociais. Allyson afirmou ainda que a universidade é “inegociável” e que não aceita qualquer discussão sobre venda, privatização ou medidas que enfraqueçam o vínculo estadual da instituição.

Outro pré-candidato ao governo, o ex-secretário da Fazenda Cadu Xavier (PT) também criticou Álvaro. Segundo ele, o ex-prefeito de Natal tratou a universidade como um problema, quando na verdade ela é responsável por transformar a vida de milhares de jovens, em especial estudantes de origem popular.

A reitora da Uern, professora Cicília Maia, afirmou que a universidade será defendida permanentemente diante de qualquer posicionamento que coloque em dúvida sua relevância. “Nossa postura primeira é a da defesa permanente da nossa universidade, sempre”, declarou.

Segundo a reitora, a resposta da instituição deve se basear na apresentação de resultados concretos nas áreas de ensino, pesquisa e extensão.

Secretária defende Universidade

A secretária estadual de Educação, Socorro Batista, que é professora aposentada da Uern e formada em Pedagogia pela instituição, também saiu em defesa da universidade. “A Uern é patrimônio do povo potiguar e símbolo da democratização do acesso ao ensino superior no Rio Grande do Norte”, afirmou.

Socorro destacou que a universidade exerce papel estratégico na formação de professores, pesquisadores e profissionais que atuam diretamente no desenvolvimento social, econômico e cultural do Estado.

A secretária ressaltou ainda o perfil inclusivo da instituição, lembrando que milhares de estudantes encontram na universidade pública a oportunidade concreta de transformar suas vidas por meio da educação. “Falar da Uern é falar de inclusão, interiorização e oportunidade”, declarou.

Na avaliação da secretária, a contribuição da Uern vai além da formação acadêmica, alcançando a produção científica, a qualificação de educadores e o fortalecimento de políticas públicas em todas as regiões do Rio Grande do Norte.

Ao mencionar sua própria trajetória, Socorro Batista afirmou que parte importante de sua formação acadêmica e humana foi construída dentro da universidade. “Defender a universidade pública é defender um projeto de sociedade mais justo, democrático e comprometido com o desenvolvimento do Rio Grande do Norte”, disse.

Números

Sobre a Uern
Ano de criação
: 1968
Campi presenciais: 6
Polos de educação a distância: 22
Cursos: 109 (66 de graduação e 43 de pós-graduação)
Servidores: 1.538 (862 professores e 678 técnicos-administrativos)
Alunos: 14.280 (80,2% oriundos da escola pública, 79,6% de baixa renda, 82,8% naturais do RN)
Orçamento estimado para 2026: R$ 496,8 milhões
Participação no orçamento líquido do Estado: 3,08%

 

Neoenergia Cosern anuncia desligamentos programados em bairros de Natal, Parnamirim, Nova Cruz e Apodi

 


A Neoenergia Cosern programou desligamentos temporários no fornecimento de energia elétrica para realização de serviços de reforço da rede em bairros de Natal, Parnamirim, Nova Cruz e Apodi até a próxima quinta-feira (21). Segundo a concessionária, as interrupções costumam durar, em média, quatro horas e podem ser concluídas antes do horário previsto.

Confira o cronograma dos desligamentos

Sexta-feira (15)

NATAL

  • Bairro Neópolis — Avenida Poços de Caldas e adjacências, das 8h às 12h
  • Bairro Lagoa Nova — Rua Dr. Paulo Pinto de Abreu e adjacências, das 14h às 17h

PARNAMIRIM

  • Bairro Cajupiranga — Rua Gilberto Roberto Gomes e adjacências, das 14h às 17h

Nova Cruz

  • Bairro Vista do Sol — Rua Cícero Patrício de Medeiros e adjacências, das 9h às 13h

Sábado (16)

NATAL

  • Bairro Rocas — Rua Desembargador Lins Bahia e adjacências, das 8h às 12h

Domingo (17)

NATAL

  • Bairro Planalto — Rua Mira Mangue e adjacências, das 8h às 12h

Terça-feira (19)

NATAL

  • Bairro Planalto — Rua Araguaína e adjacências, das 8h às 12h
  • Bairro Capim Macio — Rua Professor Antônio Henrique de Melo e adjacências, das 8h às 12h

APODI

  • Bairro Lagoa Seca — Rua Euclides Pereira Torres e adjacências, das 8h30 às 13h30

Quarta-feira (20)

NATAL

  • Bairro Bom Pastor — Rua Aristófanes Fernandes e adjacências, das 8h às 13h

Quinta-feira (21)

NATAL

  • Bairro Cidade Nova — Rua Dantas Barreto e adjacências, das 8h às 12h

Neoenergia Cosern orienta atualização cadastral

A Neoenergia Cosern reforçou a importância da atualização cadastral dos consumidores para recebimento de informações sobre desligamentos programados, falta de energia e acesso a benefícios como a Tarifa Social de Energia Elétrica.

Os clientes podem atualizar os dados pelos seguintes canais:

  • Site da Neoenergia Cosern
  • Teleatendimento 116, disponível 24 horas
  • WhatsApp: (84) 3215-6001
  • Lojas de atendimento da concessionária

 

Mulher é presa suspeita de matar o companheiro incendiado no interior do RN

 


Uma mulher foi presa suspeita de atear fogo e matar o companheiro. O crime aconteceu no município de Baraúna, no dia 3 de maio deste ano. Maria Fabiana Pereira da Silva, de 36 anos, foi presa em São José de Mipibu. A vítima foi identificada como Vitor Emanuel Costa da Silva, 24 anos.

"Segundo as informações que tivemos é que houve uma discussão e a mulher teria carbonizado o corpo do namorado. Eles moravam juntos e teriam acontecido essa discussão. Ele foi encontrado no banheiro, tinha uma geladeira impedindo a saída e ele foi resgatado pela parte de trás da casa, após quebrar a parede", detalhou o delegado Jomario Montenegro.

Uma câmera de segurança mostra a casa pegando fogo e uma pessoa aparece indo e voltando em frente ao imóvel. “Disse que tinha acontecido as discussões, que já tinha sido agredida antes. Ela estaria com um copo de cachaça e ele brincando com um isqueiro”, acrescentou Montenegro.

A vítima teve mais de 90% do corpo queimado. Ele chegou a ser socorrido para o Hospital Regional Tarcísio Maia, em Mossoró. No entanto, devido à gravidade dos ferimentos, ele precisou ser transferido para Natal de presidente, mas morreu durante a transferência.

"Ela não poderia precisar como ele foi para o banheiro ao invés de sair de casa, já que é só um cômodo. Ela disse que não tinha a intenção de matar. Seria uma brincadeira, não viu que estava com um copo de álcool na mão e o isqueiro", falou o delegado.

Segundo o delegado, Fabiana contou que o relacionamento era conturbado. Ela foi encaminhada para o Complexo Penal Estadual Agrícola Mário Negócio, em Mossoró, e fica à disposição da Justiça. "Agora vai para a Cadeia Pública, temos algumas diligências finais só para entender melhor as acusações. Mas para a polícia, ocorreu um homicídio doloso", encerrou o delegado.

 

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