quinta-feira, 16 de julho de 2026

 



TANGARAENSE - PORTARIA Nº 056: Dispõe sobre concessão de licença não remunerada a servidor(a), Synaia Andrea Fonseca e Silva, pelo período de 2 anos

 

GABINETE PREFEITO
PORTARIA Nº 056/2026-GP - LICENÇA NÃO REMUNERADA

PORTARIA nº 056/2026-GP, de 15 de julho de 2026.

 Dispõe sobre concessão de licença não remunerada a servidor(a) do município de Tangará.

 O PREFEITO MUNICIPAL DE TANGARÁ, no uso de suas atribuições legais conferidas pelo art. 60, V, XI, XV, da Lei Orgânica do Município,

 RESOLVE:

 Art. 1º CONCEDER à Senhora SYNAIA ANDREA FONSECA E SILVA, CPF nº ###.198.154-##, ocupante do cargo de provimento efetivo de Auxiliar de Administração, lotada na Secretaria Municipal de Educação, Licença Não Remunerada pelo período de 2 anos, a contar de 15 de julho de 2026 e término em 14 de julho de 2028.

 


quarta-feira, 15 de julho de 2026

"Roubo" do INSS: Relatório da PF confirma que PT tentou blindar indicados por Lula

 


O relatório de 265 páginas apresentado pela Polícia Federal ao STF, no âmbito da Operação Sem Desconto, indiciou 48 pessoas por fraudes em descontos previdenciários que somam cerca de R$ 6 bilhões. Entre os indiciados está o ex-presidente do INSS Alessandro Stefanutto, indicado ao cargo durante o governo Lula e já preso preventivamente desde o ano passado.

Os indiciamentos propostos pela PF deixam claro que o PT tentou blindar aliados durante os trabalhos da CPMI do INSS. O documento confirma exatamente o que a comissão já havia apurado meses antes, segundo o ex-presidente da CPMI, senador Carlos Viana (PSD-MG).

Em nota, Viana classificou como decisão "política", e não técnica, a rejeição do relatório final da CPMI, elaborado pelo relator Alfredo Gaspar (PL-AL), reprovado por 19 votos a 12 após manobra da base governista para incluir parlamentares que não integravam o colegiado na votação.

"Foi exatamente isso que a CPMI documentou. Mais de 4 mil páginas entregues à PGR, 216 pedidos de indiciamento, a voz que insistiu quando muitos queriam abafar. O relatório foi rejeitado por decisão política, não por falta de provas. E hoje a Polícia Federal começa a confirmar, no papel, o que a comissão já havia apontado", afirmou o senador.

Durante os trabalhos da comissão, a base do PT enfrentou acusações recorrentes de tentar proteger nomes ligados ao governo, incluindo o próprio Stefanutto, que atuou na transição entre os governos Bolsonaro e Lula, chegando a barrar requerimentos de quebra de sigilo, convocações e pedidos de prisão contra investigados próximos ao Planalto. O relatório rejeitado pela maioria governista também pedia o indiciamento e a prisão preventiva de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente.

Agora, com a confirmação do indiciamento pela própria PF, apontando os mesmos nomes que a base governista tentou proteger, as conclusões serão encaminhadas à Procuradoria-Geral da República, que decidirá sobre o oferecimento de denúncia contra Stefanutto e os demais investigados.

 

 

EUA confirmam tarifaço ao governo brasileiro e sinalizam novas exceções

 


O governo dos Estados Unidos deu como encerradas as negociações com o Brasil e confirmou, nesta quarta-feira (15), a aplicação de um novo tarifaço contra produtos brasileiros. A informação foi transmitida a interlocutores do governo Lula pelo chefe do Escritório do Representante Comercial da Casa Branca (USTR), Jamieson Greer, que já levou a recomendação final ao presidente americano Donald Trump.

Segundo apuração da CNN Brasil, a última reunião bilateral ocorreu na terça-feira (14), em Washington, e Greer se queixou da postura brasileira ao dar as discussões por encerradas. Apesar de confirmar a tarifa, o representante americano sinalizou um possível aumento na lista de produtos isentos, embora tenha descartado a criação de uma lista dinâmica de exceções.

O processo tem como base a Seção 301 da Lei de Comércio dos Estados Unidos e prevê duas sobretaxas distintas: uma tarifa adicional de 12,5%, aplicada a mais de 60 países sob a justificativa de combate ao trabalho forçado nas cadeias produtivas, e uma taxa específica de 25% sobre produtos brasileiros, sob a alegação de que o governo do Brasil adota práticas que oneram ou restringem o comércio com empresas americanas. Inicialmente, o anúncio de Trump chegou a mencionar mais de 4 mil produtos afetados, mas fontes do governo brasileiro avaliam que o alcance final pode ser menor, como ocorreu no tarifaço anterior.

Do lado brasileiro, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Márcio Elias Rosa, já rebateu os argumentos do USTR, afirmando faltar embasamento técnico às investigações da Seção 301. O chanceler Mauro Vieira também enviou carta a Greer classificando a investigação como arbitrária e parte de uma pressão econômica generalizada dos EUA contra o Brasil.

A disputa comercial já soma cinco reuniões de alto nível entre as autoridades dos dois países desde 7 de maio, quando Lula e Trump decidiram criar um grupo de trabalho para o diálogo comercial. Em nota, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) reiterou que qualquer sobretaxa é injusta e não representa o caminho adequado para um acordo bilateral.

O setor do agronegócio brasileiro, apontado como um dos mais afetados pela medida, mobilizou lideranças em reuniões de emergência na última semana, com participação de entidades como a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), a Sociedade Rural Brasileira (SRB) e representantes do setor cafeeiro, incluindo o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé). Segundo o Brasil pode se tornar o segundo país mais tarifado pelos Estados Unidos caso a medida seja confirmada em sua totalidade.

Dentro do governo Lula, avalia-se ainda que, caso a tarifa seja de fato implementada, uma negociação mais efetiva só deverá ocorrer após as eleições de outubro, já que o resultado eleitoral no Brasil pode influenciar a postura americana nas próximas etapas da disputa comercial.

 

 

O FUTEBOL NÃO PERDOA OS COVARDES: A Argentina mostrou personalidade, virou o jogo e agora vai em busca do tetra na grande final da Copa do Mundo

 


No futebol, a covardia costuma cobrar um preço. A Argentina mostrou personalidade, buscou a virada sobre a Inglaterra e carimbou a vaga na grande final da Copa do Mundo. Agora, a atual campeã segue firme na missão de conquistar o tetracampeonato mundial.

Argentina sufoca a Inglaterra até virar e vai em busca do tetra da Copa

VIRADA HEROICA E VAGA NA FINAL

Atura ou surta. Uma virada que saiu da alma da Argentina. De Messi e de um time com repertório de respeito. A Scaloneta virou o jogo contra a Inglaterra com autoridade e vai fazer a final contra a Espanha no domingo, em Nova Jersey, às 16h. Os argentinos chegam à sétima final e vão em busca do tetra.

O roteiro de um jogo tenso foi para desesperar qualquer inglês e de enlouquecer argentinos por todo o planeta. No início do segundo tempo Gordon colocou a Inglaterra na frente. Mas a Argentina sufocou até virar. Teve bolas na trave e dois lindos gols, primeiro com Enzo Fernández e depois com Lautaro Martínez. Virada em seis minutos (aos 40 e 46) que entra para a história do duelo e das Copas.

 


Argentina vira no fim contra a Inglaterra e vai a final em busca do tetra

 


A Argentina está na final da Copa do Mundo de 2026. A equipe venceu a Inglaterra por 2 a 1, de virada, garantindo a classificação para a decisão.

Os ingleses abriram o placar com Anthony Gordon, mas a reação argentina veio nos minutos finais:

  • Enzo Fernández empatou aos 40 minutos do segundo tempo.
  • Lautaro Martínez marcou o gol da virada aos 46 minutos, selando a classificação da Albiceleste.

Com o resultado, a Argentina enfrentará a Espanha na grande final e buscará conquistar o seu quarto título mundial, após as conquistas de 1978, 1986 e 2022. A Inglaterra disputará a decisão do terceiro lugar contra a França.

 

Nunes Marques arquiva ação contra Bolsonaro sobre CPI da Covid

 


O ministro Kassio Nunes Marques, do STF, arquivou uma ação do Psol contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, relacionada à CPI da Covid. A Procuradoria-Geral da República não encontrou elementos para prosseguir com o caso, que se baseava em uma conversa telefônica entre Bolsonaro e o senador Jorge Kajuru. Nunes Marques afirmou que a conversa, de caráter privado, não demonstrava intenção criminosa.

O ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o arquivamento de uma ação apresentada pelo Psol contra o ex-presidente Jair Bolsonaro por supostas irregularidades relacionadas à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid.

A decisão, assinada na terça-feira 14, acompanhou o entendimento da Procuradoria-Geral da República (PGR), que concluiu não haver elementos para dar continuidade ao caso.

A ação teve como base uma conversa telefônica entre Bolsonaro e o senador Jorge Kajuru (PSB), gravada e divulgada em abril de 2021. Na ocasião, o partido alegou que o então presidente teria cometido os crimes de advocacia administrativa e corrupção ativa ao defender a ampliação do escopo da CPI.

Advocacia administrativa ocorre quando um agente público usa o cargo para defender ou favorecer interesses particulares dentro da administração pública.

Segundo Bolsonaro, a comissão deveria investigar também governadores e prefeitos. Na avaliação do então presidente, caso isso não ocorresse, a CPI ouviria apenas adversários políticos e produziria um relatório desfavorável ao governo federal.

Ao analisar o caso, Nunes Marques reproduziu trechos do parecer da PGR e destacou que o diálogo ocorreu em caráter privado e informal entre o presidente da República e um senador. Para o ministro, o conteúdo da conversa não revela nenhuma intenção criminosa.

“A instalação da referida CPI, à época da divulgação do diálogo, já havia sido amplamente noticiada pela mídia e gerado os mais variados debates, em todas as esferas de poder”, diz a decisão. “Mas a verdade é que não se extrai da conversa vazada qualquer propósito criminoso por parte do noticiado.”

O ministro rejeitou a acusação de advocacia administrativa. Segundo ele, Bolsonaro limitou-se a manifestar seu posicionamento político sobre o alcance das investigações da CPI, sem utilizar o cargo para defender interesses particulares de terceiros perante a administração pública.

Nunes Marques também rejeitou a acusação de corrupção ativa por entender que não houve oferta ou promessa de vantagem indevida em troca da prática de um ato de ofício. Na decisão, o ministro ressaltou ainda que a titularidade para propor ação penal por esse tipo de crime é do Ministério Público Federal.

Revista Oeste

 

Fifa analisa divisão dos direitos da Copa de 2030 entre Globo e CazéTV

 


A Fifa avalia uma mudança no modelo de comercialização dos direitos de transmissão da Copa do Mundo de 2030 no Brasil. A proposta em análise prevê o fim da venda exclusiva para um único grupo de mídia e a divisão dos pacotes entre diferentes plataformas, estratégia que pode colocar Globo e CazéTV como protagonistas das negociações.

A ideia da entidade é ampliar o alcance do Mundial combinando a audiência consolidada da televisão tradicional com o crescimento das plataformas digitais. Pelo formato estudado, a Globo teria os direitos para exibição em TV aberta, TV por assinatura e no Globoplay, enquanto a CazéTV ficaria com a transmissão digital, especialmente pelo YouTube, além da possibilidade de acordos com serviços de streaming.

O modelo acompanha uma tendência adotada pela Fifa em outros eventos recentes, com a distribuição dos direitos por diferentes formatos de consumo. A entidade já trabalha com uma estratégia semelhante para a Copa do Mundo Feminina de 2027, que será disputada no Brasil.

A possível divisão dos direitos abre espaço para uma disputa mais ampla entre empresas de comunicação. Além da Globo e da CazéTV, outros grupos acompanham as negociações, como o SBT, que demonstrou interesse em participar da concorrência pelos pacotes de transmissão.

No mercado, também chama atenção o papel da LiveMode, empresa responsável pela operação da CazéTV. A companhia ganhou espaço nos últimos anos ao atuar na negociação de direitos esportivos, produção de conteúdo e distribuição em plataformas digitais.

A participação da CazéTV representa uma mudança no cenário tradicional de transmissões esportivas no Brasil. O canal digital conquistou relevância ao apostar em uma linguagem mais próxima das redes sociais, com interação em tempo real e foco em públicos que consomem conteúdo principalmente pela internet.

Correio 24h

 

Deputado faz graves acusações contra Dino no Maranhão

 


O deputado estadual Yglésio Moyses (PRD) fez acusações graves ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino durante sessão na Assembleia Legislativa do Maranhão realizada dias atrás e que continuam repercutindo nos meios políticos.

Segundo Yglésio, Dino estaria utilizando sua posição na Corte para “chantagear” e “ameaçar” políticos locais, com o objetivo de influenciar o cenário pré-eleitoral do Estado e derrotar o candidato do governador Carlos Brandão à sua sucessão.

O deputado chegou a relatar uma suposta frase de Flávio Dino em evento social: “Eu botei, eu tiro”, que interpretou como referência ao poder de Dino em tirar Carlos Brandão do cargo.

Diário do Poder

 

VÍDEO: Motorista colide veículo da Secretaria de Fazenda do RN e derruba dois postes no interior do estado

 

Motorista colidiu um veículo da Secretaria de Estado da Fazenda do Rio Grande do Norte (Sefaz-RN) e derrubou dois postes em um acidente na manhã desta quarta-feira (15), na BR-110, no centro de Campo Grande, no Oeste potiguar.

Uma câmera de segurança registrou o momento do acidente.

Segundo a Sefaz-RN, o motorista não ficou ferido e o acidente provocou apenas danos materiais. As causas do sinistro ainda serão apuradas.

Com informações do Portal da Tropical

 


Pré-campanha de Lula tem disputas internas, e aliados travam embates na comunicação, jurídico e programa de governo

 


A pouco mais de um mês do início oficial da campanha eleitoral, a pré-campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enfrenta disputas internas por espaço nas áreas de comunicação, programa de governo e jurídico.

Segundo a Folha de S.Paulo, um dos episódios ocorreu durante uma discussão entre o ministro da Secretaria de Comunicação (Secom), Sidônio Palmeira, e o chefe de gabinete da Presidência, Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, sobre a estratégia de comunicação da campanha. De acordo com aliados, Lula precisou interromper o debate ao dar um soco na mesa.

A reportagem afirma que o desentendimento começou após o presidente criticar o tom festivo de uma peça publicitária produzida pela Secom. Sidônio teria defendido o material, enquanto Marcola apoiou a posição de Lula. Auxiliares de Sidônio negam qualquer mal-estar e afirmam que o ministro permanecerá no governo por decisão do presidente.

Outro foco de divergência envolve a elaboração do plano de governo. O coordenador do programa, Sérgio Gabrielli, criticou a política de juros no combate à inflação, o que gerou reação do ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Após o episódio, Lula determinou que o programa só seja debatido publicamente com o aval da equipe econômica.

Também há impasse na coordenação jurídica da campanha. Lula defende uma atuação mais política contra fake news e o uso de inteligência artificial nas eleições, enquanto o presidente do PT, Edinho Silva, prefere manter parte da equipe jurídica de 2022.

À Folha, Edinho negou qualquer disputa. “Não há nenhuma disputa no jurídico da campanha. A equipe está em pleno trabalho na pré-campanha presidencial.” Já o advogado Marco Aurélio Carvalho afirmou: “Respeito a opinião dele [Edinho]. Mas tenho uma opinião distinta sobre o papel do coordenador jurídico sem um papel político.”