quinta-feira, 12 de março de 2026

CAMPESTRENSE - VEM AÍ: A 2ª Corrida pela Saúde das Mulheres, um momento especial de incentivo ao esporte, à saúde e ao bem-estar feminino

 


Um momento especial de incentivo ao esporte, à saúde e ao bem-estar feminino em nosso município. A corrida é exclusiva para mulheres de todas as idades, celebrando força, superação e qualidade de vida!

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𝗟𝗮𝗿𝗴𝗮𝗱𝗮: 𝗨𝗕𝗦 𝗖𝗲𝗻𝘁𝗿𝗼
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𝗗𝗮𝘁𝗮: 𝟮𝟴 𝗱𝗲 𝗺𝗮𝗿𝗰̧𝗼
𝗛𝗼𝗿𝗮́𝗿𝗶𝗼: 𝟭𝟱𝗵

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𝗣𝗿𝗲𝗺𝗶𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼:
🥇
𝟭º 𝗹𝘂𝗴𝗮𝗿𝗥$ 𝟳𝟬𝟬,𝟬𝟬
🥈
𝟮º 𝗹𝘂𝗴𝗮𝗿𝗥$ 𝟱𝟬𝟬,𝟬𝟬
🥉
𝟯º 𝗹𝘂𝗴𝗮𝗿𝗥$ 𝟯𝟬��,𝟬𝟬

📝 Inscrições: na sede da Secretaria Municipal de Saúde
📆 De 16 a 20 de março
⏰ Das 07h às 17h

Prepare seu tênis, reúna suas amigas e venha participar desse grande momento de cuidado com a saúde e valorização das mulheres! 💪💖


Operação desmonta grupo que desviou R$ 710 milhões com ataques cibernéticos

 


A “Operação Cofre Digital”, realizada pelo MPSP (Ministério Público do Estado de São Paulo) e a PF (Polícia Federal), nesta quinta-feira (12), realizou uma ação contra grupo que lavava dinheiro a partir de ataques cibernéticos a empresa que interligava instituições financeiras a sistema de pagamento instantâneo, como o Pix.

As equipes cumpriram três mandados de prisão temporária e cinco mandados de busca e apreensão em São Paulo e Paraná. O prejuízo para as instituições financeiras foi de R$ 710 milhões.

Segundo a investigação que contou com a atuação do CyberGAECO, do MPSP, o furto foi realizado em agosto de 2025.Os criminosos utilizavam empresas de fachada para converter o valor roubado em criptomoedas como fonte legítima para dificultar a descoberta do desvio de dinheiro.

O ataque cibernético era realizado em sistema de uma empresa especializada em tecnologia que interligava entidades financeiras, como bancos comerciais ou de investimento, corretoras e fintechs de crédito, ao Sistema de Pagamentos Instantâneos, que permite transferência em tempo real de instituições participantes do Pix.

Quatro pessoas físicas e 28 jurídicas tiveram até R$ 28 milhões dos seus bens e valores bloqueados.

As ordens judiciais foram emitidas sob atuação da Vara Criminal Especializada em Crimes Tributários, Organização Criminosa e Lavagem de Bens e Valores de São Paulo.

CNN

 

Fátima articula votos visando mandato-tampão e diz que há outros além de Cadu cotados para o cargo

 


A governadora Fátima Bezerra (PT) falou, nesta quarta-feira (11), sobre as articulações da base governista para as eleições indiretas e eleição do governador com o “mandato-tampão”, e confirmou que trabalha com outros nomes além do pré-candidato Cadu Xavier (PT) para ocupar o cargo.

As declarações foram concedidas durante o programa Band Mulher, da TV Band. Na entrevista, a governadora confirmou que o deputado estadual e líder do governo da Assembleia Legislativa, Francisco do PT, também é um dos nomes avaliados

“Ele (Cadu Xavier) é o nosso candidato. Agora, a eleição para o mandato interino, nós estamos trabalhando com outros nomes também. (Francisco do PT) é um dos nomes. Os outros eu não vou dizer”, afirmou.

Bezerra comentou ainda que busca a articulação para eleger um nome do governo com o objetivo de concluir sua gestão, que iniciou em 2018 e teve continuidade em 2022.

A gestora é pré-candidata ao Senado Federal, e segue a orientação do diretório nacional petista para fortalecer o projeto político do presidente Lula no Congresso Nacional e sua reeleição em outubro.

Questionada sobre uma possível permanência no cargo que ocupa, Fátima foi cautelosa. “Vamos aguardar os acontecimentos”, disse.

 

Apuração: Centrão mapeia votos no STF para tentar soltar Daniel Vorcaro e evitar delação

 


Políticos ligados ao centrão articulam uma ofensiva para tentar garantir a libertação do banqueiro Daniel Vorcaro no julgamento que será realizado pela Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF). As apurações, relacionadas aos bastidores do movimento no Congresso Nacional, é da jornalista Andreia Sadi, do g1.

De acordo com a apuração, a movimentação ocorre em meio ao receio de que o avanço das investigações leve o banqueiro a firmar um acordo de delação premiada. Nesse tipo de colaboração, o investigado aceita fornecer informações aos investigadores em troca de benefícios, como eventual redução de pena. Nos bastidores, a avaliação é que uma delação poderia expor relações políticas e financeiras envolvendo outras autoridades.

Nesta quinta-feira (12), a defesa de Vorcaro negou que ele esteja negociando qualquer acordo de colaboração.

O banqueiro foi preso no dia 4 por ordem do ministro André Mendonça, relator do caso no STF após a redistribuição do processo que estava sob responsabilidade de Dias Toffoli. Vorcaro está custodiado em uma cela isolada em um presídio federal de segurança máxima em Brasília.

A Segunda Turma do STF começa a analisar nesta sexta-feira (13) se mantém ou revoga a prisão. Mendonça justificou a medida citando risco à ordem pública e às investigações.

Nos bastidores, interlocutores políticos passaram a mapear os possíveis votos do colegiado e a trabalhar para formar maioria pela soltura do banqueiro. A estratégia ganhou novo contorno após Toffoli declarar-se suspeito para participar do julgamento.

Com a saída de Toffoli, o caso será analisado por quatro ministros. Nesse cenário, um eventual empate favorece o réu, o que poderia resultar na libertação de Vorcaro.

Além de Mendonça, integram a Segunda Turma os ministros Gilmar Mendes, Nunes Marques e Luiz Fux.

Entre os integrantes do STF, a avaliação é que ainda não há indicativos claros sobre o desfecho do julgamento. Até o momento, apenas a posição de Mendonça, favorável à manutenção da prisão, é conhecida.

 

'Quadrilha do luto': Bandidos violam túmulos e roubam pertences em cemitério do RN

 


Um episódio de vandalismo e furto foi registrado no último fim de semana no cemitério do Sítio Serrote, situado na zona rural de Governador Dix-Sept Rosado, no Oeste do Rio Grande do Norte. Segundo relatos de moradores da comunidade, aproximadamente 45 sepulturas foram violadas.

De acordo com as informações, os criminosos teriam invadido o local durante a noite e levado crucifixos, peças metálicas e outros objetos decorativos que estavam fixados ou sobre os túmulos. Em vários casos, as sepulturas ficaram danificadas após a retirada forçada dos itens.

A situação causou indignação entre familiares de pessoas enterradas no cemitério, que consideraram o ato um grande desrespeito e uma profanação. Muitos moradores só perceberam o ocorrido ao visitar o local nos dias seguintes, quando encontraram os túmulos violados e sem os objetos que faziam parte das homenagens aos seus entes queridos.

Até o momento, não há informações sobre suspeitos. A comunidade espera que o caso seja investigado para identificar os responsáveis e tentar recuperar os materiais furtados.

Moradores acreditam que os objetos levados, principalmente os feitos de metal, possam ter sido furtados para venda em ferros-velhos ou pontos de reciclagem. Diante da situação, a população também pede reforço na vigilância do cemitério para evitar que novos crimes aconteçam.

 Portal 96

Vorcaro fez sondagem com investigadores da PGR e da PF sobre delação premiada

 


O banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, fez uma sondagem inicial com investigadores da Procuradoria-Geral da República (PGR) e da Polícia Federal sobre a possibilidade de fazer um acordo de delação premiada.

Essa primeira conversa ocorreu poucos dias depois de ele ter sido preso por ordem do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, na quarta-feira passada, 4. O estágio das tratativas é inicial e ainda não houve, por exemplo, a assinatura de um termo de confidencialidade, que formaliza uma negociação desse tipo.

As tratativas foram divulgadas inicialmente pelo UOL e confirmadas pelo Estadão com fontes que acompanham o caso.

A defesa de Vorcaro negou que ele esteja negociando uma delação premiada.

Os advogados do empresário e os investigadores avaliam que o avanço dessas conversas depende do resultado do julgamento de sua liberdade, que terá início na sexta-feira, 13, no plenário virtual do STF.

O empresário fez duras reclamações com seus advogados logo após ter sido preso e sinalizou não estar disposto a enfrentar um longo período de preventiva, de acordo com fontes que acompanham o caso.

Após ser preso em São Paulo, ele foi transferido para uma penitenciária federal em Brasília. Seus advogados solicitaram que as visitas ao empresário não sejam gravadas nem monitoradas por câmeras, como é o padrão nesse tipo de estabelecimento.

A ideia inicial no acordo de delação seria que a equipe do procurador-geral da República, Paulo Gonet, comandasse as tratativas. A PF poderia participar da colheita dos depoimentos, mas os termos e as cláusulas seriam negociadas e discutidas com a PGR.

Estadão

 

 

Opinião do Estadão: A esquerda que teme o PT

 


Após semanas de embates públicos entre alas favoráveis a se abraçar ao PT e correntes que, temerosas de serem engolidas pelos petistas, rejeitavam a ideia, o PSOL decidiu não aderir a uma federação com o partido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O grupo liderado pelo hoje ministro Guilherme Boulos (PSOL-SP) defendia a união sob o argumento de fortalecer o campo progressista e ampliar a bancada de esquerda no Congresso. Do outro lado, dirigentes e militantes advertiam para o risco de perda de autonomia e de diluição do partido na estrutura petista. Ao final, prevaleceu com folga a posição contrária à federação. O episódio encerra formalmente a disputa, mas deixa o PSOL visivelmente fissurado – e expõe algo maior que suas próprias divisões. Há fraturas que hoje atravessam a esquerda brasileira.

A controvérsia revelou um debate que há muito percorre, ainda que em voz baixa, os partidos do chamado campo progressista: o receio de ser absorvido pelo peso político do PT. Está longe de ser uma suspeita repentina. Trata-se do reconhecimento – tardio, sublinhe-se – de uma dinâmica conhecida da política brasileira. Afinal, o PT nunca escondeu sua vocação hegemônica. Desde sua origem, organizou-se como força destinada não apenas a participar da esquerda, mas a liderá-la. Essa característica foi central para seu crescimento e permanência como principal partido do campo progressista, mas também produziu um efeito colateral evidente: a dificuldade de convivência equilibrada com aliados, entre os quais se inclui o próprio PSOL, que, convém lembrar, nasceu de uma costela do PT para encarnar a extrema esquerda que o partido de Lula se recusava a ser.

O PT não sabe dividir o poder. Esse apetite hegemônico não é propriamente novidade. Partidos organizados sob estruturas fortemente centralizadas tendem a operar com lógica de predominância. A cooperação com aliados existe, mas quase sempre subordinada a um projeto mais amplo de liderança política. Em tais circunstâncias, a convivência raramente se dá em pé de igualdade. Com o tempo, legendas menores passam a gravitar em torno da força dominante, muitas vezes perdendo visibilidade, quadros e identidade própria.

A experiência recente da esquerda oferece exemplos eloquentes. Na federação formada por PT, PV e PCdoB, os parceiros menores acabaram progressivamente ofuscados. O PV praticamente desapareceu do debate nacional. O PCdoB mantém presença institucional, mas perdeu o pouco que tinha de sua esquálida densidade política e viu parte de suas lideranças se dispersar. Mesmo partidos maiores convivem com tensões recorrentes na relação com o petismo. O PSB, por exemplo, oscila entre a cooperação governista e o esforço para preservar algum espaço político próprio, tensão visível tanto nas disputas regionais quanto nas negociações em torno do papel de suas lideranças no governo.

Foi à luz desse histórico que boa parte do PSOL recebeu a proposta de federação com compreensível desconfiança. Enquanto o PT enfrenta sinais de desgaste em sua base tradicional, o PSOL reúne quadros jovens e ativistas mobilizados. Entrar numa federação significaria compartilhar recursos, estratégia eleitoral e atuação parlamentar por quatro anos. Em termos práticos, seria uma convivência política permanente sob a sombra do maior partido da esquerda.

A decisão de rejeitar a federação pode ser interpretada, portanto, como uma tentativa de preservar autonomia. Mas isso não significa que o problema tenha desaparecido. O processo deixou cicatrizes evidentes dentro do PSOL. É plausível imaginar que parte de suas lideranças busque outro caminho político. Guilherme Boulos, cuja proximidade com Lula e com o próprio PT é cada vez mais explícita, poderá acabar formalizando uma migração que hoje já parece, em muitos aspectos, apenas uma questão de tempo.

No fundo, a questão ultrapassa o destino do PSOL. Diz respeito ao próprio funcionamento da esquerda brasileira nas últimas décadas. Enquanto o PT permanecer como força dominante, com vocação para dirigir todo esse campo político, alianças à esquerda tendem a oscilar entre dois riscos conhecidos: a fragmentação ou a absorção. O PSOL decidiu evitar a segunda hipótese. Resta saber se conseguirá escapar da primeira. E se a esquerda brasileira aprenderá, algum dia, a viver sem a inevitável batuta do PT.

Opinião do Estadão

 

 

William Waack: As dificuldades de Lula para se reeleger não são apenas momentâneas

 


Mesmo com o desempenho recente de Flávio Bolsonaro, no fundo, o cenário da eleição presidencial é estável, demonstram seguidas pesquisas de vários institutos. É essa estabilidade e o uso de modelos estatísticos que levam respeitadas agências de análise de risco (como a Eurásia, por exemplo) a dizer que Lula tem 60% de chances de ganhar.

Mas modelos estatísticos têm célebre dificuldade em captar movimentos subterrâneos e correntes estruturais, ainda que pesquisas acusem tendências e sofram oscilações. E a grande corrente está trabalhando contra os planos de reeleição de Lula.

É o que explica o fato do enorme esforço de marketing e bondades colocados em prática pelo governo não trazerem até aqui os resultados pretendidos. A imagem é forte: quem nada contra a corrente se esforça em dobro e, se tiver muita sorte, fica no mesmo lugar.

Essa grande corrente se compõe de dois elementos principais. O primeiro é político em sentido bem amplo e vem sendo descrito (inclusive em sistemas políticos europeus e na vizinhança) como “sentimento antissistema”. Por óbvio, prejudica o incumbente, não importa o nome dele, partido ou país.

No Brasil esse primeiro fator é reforçado pelo cansaço do material Lula. Muita coisa mudou, menos ele. O antigo encantador de serpentes virou um personagem enfadonho.

O segundo componente da grande corrente contrária é claramente de natureza sociológica. Tem a ver com modificações profundas no mercado de trabalho (resultado de inovações tecnológicas), com a religião na formação de voto (o PT nunca soube lidar com isso) e o deslocamento de regiões dinâmicas da economia para outras áreas (simplificando: o arco de produção da agroindústria).

Chegou-se ao ponto no qual deveria estar claro para os estrategistas de Lula (parece ser apenas seu homem de marketing) que não há bala de prata para enfrentar situações desse tipo. Ou que seja apenas “questão de tempo” até que bondades eleitoreiras se traduzam em melhoria significativa nas pesquisas.

A alta volatilidade política, trazida por dois grandes escândalos, tem sido fator negativo para a reeleição. Ela aprofundou a crise institucional na qual o Planalto está longe, muito longe, de surgir como qualquer fator de equilíbrio ou estabilidade. Ao contrário: o abraço com o STF tem no momento as feições de um abraço de afogados.

Lula está derrotado? Não. Falta muito tempo ainda para as eleições e seus adversários não têm exibido grande habilidade política. Mas os dados atuais sugerem que uma vitória seria uma surpresa.

William Waack - Estadão

 

 

“Operação Duplo Alvo” cumpre mandos de prisão nos municípios de Mossoró e Tibau

 


Polícia Civil do Rio Grande do Norte deflagrou, na manhã desta quinta-feira (12), a “Operação Duplo Alvo”, que resultou no cumprimento de três mandados de prisão preventiva e sete mandados de busca e apreensão nos municípios de Mossoró e Tibau. A ação teve como objetivo reprimir crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e comércio ilegal de armas de fogo.

De acordo com as investigações, que tiveram início em 19 de setembro de 2025, após uma apreensão realizada no bairro Abolição, em Mossoró, ocasião em que foram localizados aproximadamente 3kg de cocaína, 7kg de maconha, além de petrechos utilizados no tráfico de drogas e armas com munições de grosso calibre.

Durante a operação, foram presos dois irmãos, de 33 e 21 anos, apontados como responsáveis pelos entorpecentes apreendidos no início das investigações. De acordo com as diligências, ambos exercem papel de liderança em um grupo criminoso com atuação no município de Tibau.

Grupo criminoso

Além deles, os policiais civis também prenderam um homem de 38 anos, que possuía registro de CAC (Colecionador, Atirador e Caçador). Ainda segundo as investigações, ele utilizava essa condição para fornecer armamentos ao grupo criminoso. O suspeito possui 17 armas de fogo registradas, sendo que quatro já foram formalmente identificadas como comercializadas para integrantes de facções criminosas. Por determinação judicial, além da prisão preventiva, o suspeito também teve o registro de CAC suspenso.

Toda a ação resultou na apreensão de entorpecentes, armas e munições de grosso calibre, além da autuação em flagrante de suspeitos durante as diligências. Os suspeitos foram conduzidos à delegacia para os procedimentos legais e, em seguida, encaminhados ao sistema prisional, onde permanecerão à disposição da Justiça.

 

Suspeito de matar morador de rua é preso em Macaíba

 


Um suspeito de homicídio foi preso nesta terça-feira (10) no bairro Morada da Fé, no município de Macaíba, na Grande Natal. A prisão ocorreu após investigações relacionadas à morte de um homem em situação de rua registrada no último domingo no bairro Santos Reis, em Parnamirim.

Segundo informações da polícia, a vítima foi identificada apenas como Marcel. Ele costumava dormir nas proximidades da marquise da Defensoria Pública de Parnamirim. No dia do crime, o homem foi surpreendido e atingido na cabeça com golpes de madeira enquanto permanecia no local.

Durante o trabalho investigativo, os agentes analisaram imagens de câmeras de segurança instaladas nas proximidades da cena do crime. Com base nesses levantamentos, os investigadores chegaram até um homem conhecido pelo apelido de Bigode. Ele foi localizado no bairro Morada da Fé, em Macaíba.

De acordo com a polícia, o homem já possui passagens pelo sistema policial por crimes de furto. Além disso, ele utilizava tornozeleira eletrônica e havia sido solto recentemente. segundo a investigação, ele confessou a autoria do crime. O homem relatou que mantinha uma desavença antiga com a vítima.

 

Flávio Bolsonaro se encontra com María Corina Machado no Chile

 



O senador Flávio Bolsonaro (PL) se encontrou com a líder da oposição a Nicolás Maduro na Venezuela, María Corina Machado, durante viagem ao Chile. O contato aconteceu nesta quarta-feira (11/3) durante a posse do novo presidente chileno, José Antonio Kast.

Nas redes sociais, o parlamentar brasileiro, que também é pré-candidato a Presidência, compartilhou imagens do momento. O senador aproveitou o breve encontro para parabenizar Machado pelo Nobel da Paz que ganhou no último ano — cuja medalha foi posteriormente dada para o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Apesar da captura de Maduro no início do ano, e da aprovação de uma lei de anistia para presos político na Venezuela, Machado ainda não retornou ao país.

Mesmo após presentear Trump com a medalha do Nobel da Paz, uma das obsessões declaradas do presidente dos EUA, a política venezuelana não tem recebido apoio suficiente de Washigton para um possível envolvimento na nova realidade política do país latino-americano.

Ao invés disso, Trump se mostra cada vez mais satisfeito com a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez. Logo após assumir o cargo, a vice de Maduro passou a dar diversas sinalizações positivas aos interesses dos EUA, incluindo a abertura do setor petrolífero venezuelano para empresas norte-americanas.

Metrópoles

 

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