segunda-feira, 5 de outubro de 2026

Editorial Estadão: Flávio na frente é recado claro do eleitor

 


Como esperado, haverá segundo turno entre Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na disputa presidencial, mas as urnas já deram um recado claríssimo no primeiro turno: com Flávio na frente de Lula, e com vitórias expressivas de partidos da oposição ao presidente – sobretudo o PL, partido dos Bolsonaros – na disputa pelo Senado e pelos governos estaduais, os brasileiros deixaram evidente que estão cada vez mais cansados do lulopetismo. Já se pode dizer que o eleitorado deseja mudanças.

O que se espera de Flávio e de Lula, agora, é que se disponham a debater suas ideias para que o eleitor possa saber qual dos dois é mais capaz de fazer essas mudanças. A campanha do primeiro turno, entretanto, não autoriza otimismo.

Ao longo das últimas semanas, o País assistiu a uma sucessão de ataques, insinuações e acusações recíprocas entre as campanhas de Lula e Flávio. Quase nada se ouviu sobre o que cada um deles pretende fazer a partir de janeiro. Ambos apostaram mais no medo de uma eventual vitória do adversário do que na confiança em suas próprias propostas, como se bastasse ao vitorioso ser menos detestado do que o derrotado para se qualificar como bom governante. O resultado é um eleitorado que foi às urnas mais por dever do que por esperança, e que decerto optou pelo que considerou o mal menor.

Lamentar a indigência do debate, contudo, não basta. O País é este. E, desde agora, os candidatos a governá-lo são Lula e Flávio Bolsonaro. É com um deles que a sociedade terá de lidar nos próximos quatro anos. Diante disso, o pior que o eleitor pode fazer por si mesmo e pelo Brasil é se entregar ao desalento, à indiferença ou à raiva. Sua decisão daqui a três semanas pesará muito no futuro. O próximo presidente da República terá pouca margem de erro para tratar de questões dificílimas de resolver.

As contas públicas estão em frangalhos. O crime organizado provoca medo nas ruas e avança sobre a economia formal, a política e até as instituições de Estado. A preservação do meio ambiente, ativo inestimável do Brasil, terá de ser conciliada com a exploração de petróleo e minerais raros. O Brasil precisa definir seu lugar em um mundo em convulsão após o colapso da ordem global do pós-guerra, notadamente marcado pela disputa geopolítica entre os Estados Unidos e a China, seus maiores parceiros comerciais. Como se nada disso bastasse, persistem os problemas domésticos nas áreas de saúde, educação e infraestrutura que, há décadas, frustram o potencial de desenvolvimento do Brasil.

Nenhum desses desafios é trivial. Por isso, os dois candidatos têm a obrigação de comparecer a todos os debates, entrevistas e sabatinas para dizer à Nação, com clareza e objetividade, o que pretendem fazer para resolvê-los. Fugir do debate, sob qualquer pretexto, ou recorrer a promessas vagas e ataques pessoais é não só um desrespeito ao eleitor, como um atentado contra um Brasil mais próspero para todos os seus cidadãos, tanto das atuais quanto das futuras gerações. Ademais, a sociedade merece saber como Lula e Flávio pretendem financiar suas políticas públicas. Não há futuro que não comece pela revalorização da responsabilidade fiscal, um princípio elementar da gestão pública que passou a ser tratado como xingamento.

Há ainda uma responsabilidade moral do futuro presidente perante a Nação. Quem vencer a eleição governará um país cindido, vale dizer, será o líder político também de milhões de cidadãos que não o escolheram para desempenhar esse papel. Não se superam desafios daquela envergadura sem a união do País em torno de objetivos comuns. O tom adotado por ambas as campanhas de agora até o dia 25 de outubro dirá muito sobre a disposição de Lula e de Flávio para curar as feridas abertas por uma disputa tão acirrada.

O segundo turno abre uma nova oportunidade para a qualificação do debate sobre os rumos do País. Os candidatos devem aproveitá-la para, enfim, falar de futuro. Se os problemas do Brasil são enormes, grandíssima também é a disposição de seu povo para resolvê-los – desde que bem liderado, como registra a História.

Opinião do Estadão

 

 

 

Senado terá dois terços pró-impeachment de ministros do STF em 2027

 


O Senado Federal terá dois terços de seus integrantes pró-cassação de ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) a partir de 2027.

Do total de 81 senadores, 54 já se manifestaram favoravelmente ao impeachment, segundo levantamento inédito do centro de estudos Ranking dos Políticos.

Em liminar concedida no fim do ano passado e depois parcialmente revertida, o ministro Gilmar Mendes determinou pelo menos dois terços de todos os senadores para a abertura de processos de impeachment contra magistrados do STF.

A lei de 1950 estabelecia que era necessária apenas maioria simples dos senadores, o que poderia representar somente 21 votos, dependendo do número de parlamentares presentes na análise de um pedido.

Baseando-se em declarações dos senadores que ainda têm metade do mandato pela frente e daqueles eleitos neste domingo (4), o Ranking dos Políticos chegou à conclusão de que esse número já foi alcançado.

No total, 37 dos 54 recém-eleitos ou reeleitos defendem o impeachment de ministros do Supremo. É o caso de Domingos Sávio (PL-MG), Reinaldo Azambuja (PL-MS), Marcel Van Hattem (Novo-RS), Guilherme Derrite (PP-SP) e Alessandro Vieira (MDB-SE).

Dos demais 27 senadores na legislatura 2027-2031, apenas seis são abertamente críticos à possibilidade de cassação de integrantes do STF. Entre eles estão Marília Arraes (PDT-PE) e Jaques Wagner (PT-BA). Outros 21 não se posicionaram sobre o assunto, segundo o levantamento.

"O resultado da eleição muda bastante a relação de forças no Senado quando o assunto é impeachment dos ministros do STF", diz Juan Carlos Arruda, diretor-geral do Ranking dos Políticos.

"Isso não significa, claro, que existam hoje 54 votos para afastar um ministro específico. Uma coisa é defender o instrumento do impeachment, outra é votar pela condenação em um caso concreto. Mas o dado mostra que o tema deixou de ser uma pauta de um grupo minoritário e passou a ter um peso muito maior dentro do Senado."

CNN Brasil

 

TANGARAENSE: Comunicado à Comunidade Cigana de Tangará

 


COMUNICADO
Hoje encerro um ciclo muito importante da minha caminhada como porta-voz da Comunidade Cigana de Tangará/RN.
❤️

Foi muito gratificante tudo o que vivi, as experiências que tive e, principalmente, tudo o que aprendi ao longo dessa jornada. Tive a oportunidade de representar nosso povo, defender nossa cultura e crescer muito como pessoa e como liderança.

Mas também preciso ser sincera: por ser uma mulher jovem, nem sempre tive o apoio de toda a comunidade. Em alguns momentos, encontrei opiniões contrárias, questionamentos e situações que acabavam gerando debates dos quais, neste momento da minha vida, não quero mais fazer parte.

Eu amo nossa cultura, amo nosso povo e, por muito tempo, senti que aquele era o meu lugar. E talvez continue sendo parte de mim para sempre. Mas hoje entendo que também preciso escolher a minha paz, cuidar da minha saúde mental e respeitar os meus próprios limites.

Por isso, minha decisão não é de abandonar minhas raízes, muito menos deixar de amar a minha comunidade. É apenas escolher seguir de uma outra forma, com o coração em paz, sem conflitos e sem precisar provar nada a ninguém.

Saio grata por tudo que vivi, por tudo que aprendi e por cada pessoa que esteve ao meu lado nessa caminhada.

Que Deus continue abençoando nossa comunidade, nosso povo e cada um de nós. 🙏🏽
❤️

Sigo em paz, com a consciência tranquila e o coração cheio de gratidão.

Em caso de dúvidas de quem procurar para resolver algo relacionado a comunidade procurar por dona dalina ou seu esposo seu Miguel .

Com carinho,
Dayla Rayane

ELEIÇÕES 2026: PL elege 19 senadores, dobra de tamanho e consolida a maior bancada da Casa

 


O Partido Liberal (PL) saiu fortalecido das urnas neste domingo (4), elegendo 19 senadores, o equivalente a 35% das 54 vagas em disputa na Casa Alta. Com o resultado, a legenda do ex-presidente Jair Bolsonaro e de seu filho, o presidenciável Flávio Bolsonaro, praticamente dobrará de tamanho, saltando de 15 para 28 parlamentares e mantendo a maior bancada do Senado. O domínio regional ficou evidente em estados como Rondônia e Santa Catarina, onde todos os representantes eleitos pertencem à sigla.

O novo desenho da Casa também considera as mudanças provocadas pelas vitórias de Sergio Moro (PL-PR) e Cleitinho (Republicanos-MG) no Executivo estadual já no primeiro turno, o que abrirá espaço para suplentes. Esse cenário ainda poderá sofrer novas alterações, uma vez que outros titulares seguem na disputa pelos governos estaduais ou estão licenciados. Em contrapartida, o Partido dos Trabalhadores (PT), do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, elegeu 6 senadores, mantendo sua bancada inalterada em nove cadeiras.

Impacto nas pautas e no comando do Congresso

A expansão da bancada era a principal aposta da direita para destravar pautas conservadoras e pressionar em direção a pedidos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Em junho do ano passado, durante ato na Avenida Paulista, Jair Bolsonaro havia apelado aos eleitores por maioria no Legislativo para redirecionar os rumos do país e influenciar diretamente a escolha dos comandos e das comissões de peso no Congresso.

Historicamente contidas por resistências na cúpula da Casa, como as negativas do atual presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), em dar andamento a processos de impeachment, as pautas da oposição ganham fôlego com o novo parlamento. O expressivo crescimento da bancada conservadora coloca em risco, inclusive, a articulação para a reeleição de Alcolumbre a um novo mandato à frente do Legislativo em 2027.

Com informações do Metrópoles

 

ELEIÇÕES 2026: Federação PSol-Rede perde fundo partidário e tempo de TV por apenas 185 votos

 


Por uma diferença cruel de apenas 185 votos, a federação formada por PSol e Rede falhou em superar a cláusula de barreira e, ao menos por enquanto, perderá o direito ao tempo de televisão e às verbas dos fundos partidário e eleitoral a partir do próximo ano.

Para garantir o acesso aos recursos e à propaganda gratuita nas eleições deste ano, os partidos precisavam cumprir uma das duas exigências da lei eleitoral: eleger pelo menos 13 deputados federais distribuídos em nove estados, ou alcançar 2,5% dos votos válidos nacionais para a Câmara, com um patamar mínimo de 1,5% em pelo menos nove estados.

A estratégia da federação apostava no segundo critério. Impulsionada por uma votação expressiva em São Paulo, onde ultrapassou os 12% dos votos, a meta nacional de 2,5% foi superada com folga. O entrave esteve na capilaridade estadual: a exigência de 1,5% foi atingida em oito estados (Ceará, Distrito Federal, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo), deixando a federação a apenas um estado da meta.

O fiel da balança poderia ter sido o Espírito Santo, a Bahia ou Santa Catarina. No Espírito Santo, a situação foi dramática: com 31.839 votos (1,49% dos votos válidos), a federação precisava de 32.024 votos para alcançar a marca de 1,5%. Faltaram exatamente 185 votos em um universo de mais de 2,1 milhões de eleitores no estado.

Chance de reviravolta judicial

A situação, contudo, ainda não é definitiva. O cenário pode ser revertido caso o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) anule candidaturas de outros partidos — uma ocorrência comum em casos de fraude à cota de gênero (candidaturas laranjas). Caso isso aconteça, o total de votos válidos diminuirá, recalculando a proporção e elevando o percentual da federação PSol-Rede acima da linha de corte.

Fora do Espírito Santo, o desempenho em outros redutos também pesou contra. Em Santa Catarina, a federação estacionou em 0,99%. Na Bahia, ficou em 1,08%. E no Acre,.histórico reduto político de Marina Silva, fundadora da Rede, a legenda chamou atenção pelo fraco desempenho: a Rede sequer lançou candidato a deputado federal, e a candidatura mais votada do PSol na região obteve apenas 104 votos. 

Com informações do Metrópoles

 

domingo, 4 de outubro de 2026

ELEIÇÕES 2026: Veja quem são os deputados federais eleitos no RN; Natália Bonavides (PT) bate recorde de votos

 


Confira quem são os deputados federais eleitos para representarem o RN em Brasília.

A deputada federal Natália Bonavides (PT) foi reeleita com mais de 214 mil votos, alcançando a maior votação já registrada para a Câmara dos Deputados na história política do RN, superando a marca de 157.565 votos dela própria em 2022.

Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV) · 3 vagas

* Natália Bonavides (PT)

* Dr. Bernardo (PV)

* Thabatta Pimenta (PV)

PL · 3 vagas

* Nina

* Sargento Gonçalves

* General Girão

União Progressista (União Brasil e PP) · 2 vagas

* Benes Leocádio (UNIÃO)

* João Maia (PP)

96 FM

 

ELEIÇÕES 2026: Confira os deputados estaduais eleitos no RN; Coronel Azevedo se torna o mais votado da história

 


Confira os deputados estaduais eleitos no Rio Grande do Norte na noite deste domingo (4).

Coronel Azevedo (PL) foi o mais votado no pleito e superou o recorde de Wendell Lagartixa.

Azevedo teve mais de 104 mil votos.

Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV) · 7 vagas

* Francisco do Pt (PT)

* Kaline de Dr. Bernardo (PV)

* Isolda Dantas (PT)

* Divaneide Basílio (PT)

* Daniel Valença (PT)

* Eudiane Macedo (PV)

*  Ivanilson Oliveira (PV)

PL · 7 vagas

* Coronel Azevedo

* Dr. Kerginaldo

* Tomba Farias

* Gustavo Carvalho

* Adjuto Dias

* Luíz Eduardo

* Camila Araújo

União Progressista (União Brasil e PP) · 6 vagas

* Robson Carvalho (UNIÃO)

* Julio Cesar (PP)

* Cinthia de Allyson (UNIÃO)

* Kleber Rodrigues (PP)

* Neilton Diógenes (PP)

* Nelter Queiroz (PP)

PSDB Cidadania · 3 vagas

* Ezequiel

* Dr Gustavo Soares

* Cristiane Dantas

MDB · 1 vaga

* Bibiano

96 FM

 

TANGARAENSE - ÓRFÃOS DO PASTEL: Tangará perde sua voz na Assembleia e Ubaldo Fernandes fica de fora

 


A Capital Gastronômica do Pastel amanhece sem deputado estadual. Com 100% das urnas apuradas no RN, o nome de Ubaldo Fernandes (PV) não aparece entre os 24 eleitos.

A noite de domingo (4) terminou em silêncio para a política de Tangará. Candidato à reeleição pelo PV, Ubaldo Fernandes não conseguiu uma das 24 vagas da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte e deixa o mandato.

O número que decidiu tudo: 2.494 votos para Ubaldo, enquanto o PV precisava de 3mil votos para garantir a vaga pelo quociente eleitoral.

A maré virou

A trajetória de Ubaldo na Assembleia sempre dependeu de mais do que os votos dele. Em 2018, ele chegou lá puxado pela nominata. Em 2022, assumiu a cadeira depois da cassação de Wendel Lagartixa. Em 2026, sem um puxador de votos forte e sem um fato novo a seu favor, a conta não fechou.

O peso do grupo não bastou

Em Tangará, Ubaldo contou com o apoio declarado do prefeito Augusto Alves (Manteiga), da vice-prefeita Shayanna e dos vereadores Chicutinha, Alcimar, Breno e Paulo Anderson. Era a base política que se esperava transformar em votos dentro de Tangará.

O resultado nas urnas, porém, ficou abaixo da expectativa. Em Tangará, Ubaldo recebeu 2.494 votos, contra mais de 3 mil votos ou o dobro que se projetavam para o grupo. A pergunta que a cidade faz agora é simples: onde foram parar os votos?

Os sinais estavam nas pesquisas

O Instituto Exatus já mostrava um cenário difícil. Nas citações espontâneas, Ubaldo ficou entre 0,72% e 1,52% das menções, longe dos mais lembrados, que ficavam perto de 3%. A pesquisa espontânea não decide uma eleição proporcional, mas indicava que o nome dele não decolava.

E agora, Tangará?

A cidade que se orgulha do título de Capital Gastronômica do Pastel fica sem representante direto na Assembleia pelos próximos quatro anos. Resta saber quem vai assumir esse papel e se Ubaldo volta ao jogo em 2028 ou em 2030.

 

ELEIÇÕES 2026: Tarcísio de Freitas (Republicanos) é reeleito governador de São Paulo no primeiro turno

 


O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), foi reeleito no primeiro turno das eleições, neste domingo (4). Com 90,02% das urnas apuradas, Tarcísio obteve 62,85% dos votos, enquanto Fernando Haddad (PT), seu principal adversário, somou 36,22%.

Votos em branco atingiram 5,06% e nulos, 7,23%.

O resultado das urnas confirma as pesquisas de intenções de voto, que indicavam vitória do ex-ministro de Jair Bolsonaro com ampla margem de vantagem sobre o ex-ministro da Fazenda de Lula.

Reeleito ao lado de Felício Ramuth (MDB), Tarcísio permanecerá no comando do governo de São Paulo por mais um mandato.

Veja percentuais com 90,02% das urnas apuradas:

Tarcísio de Freitas (Republicanos): 62,85%;

Fernando Haddad (PT): 36,22%;

Vivian Mendes (UP): 0,35%;

Vera Lúcia (PSTU): 0,32%;

Carlos Machado (PCB): 0,25%;

Votos em branco: 5,06%;

Votos nulos: 7,23%;

SBT News

 

ELEIÇÕES 2026: Marcos Rogério (PL) é eleito governador de Rondônia

 


O senador Marcos Rogério (PL) foi eleito neste domingo (4) governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 2026. Com 94,68% das urnas apuradas, ele somava 57,02% dos votos válidos, segundo dados da Justiça Eleitoral.

Marcos Rogério sucederá Marcos Rocha (PSD), que comandou o estado por dois mandatos e não poderia disputar uma nova reeleição.

Natural de Ji-Paraná, Marcos Rogério é jornalista e iniciou sua trajetória política em 2008, quando foi eleito vereador. Em 2011, chegou à Câmara dos Deputados, onde cumpriu dois mandatos, e em 2018 foi eleito senador por Rondônia.

O novo governador também disputou o Governo de Rondônia em 2022, quando chegou ao segundo turno contra Marcos Rocha, mas não foi eleito.

Veja os percentuais com 94,68% das urnas apuradas

Marcos Rogério (PL): 57,02%

Adaílton Fúria (PSD): 19,31%

Hildon Chaves (União): 14,66%

Pedro Abib (MDB): 0,72%

Expedito Netto (PT): 7,82%

Samuel Costa (PSB): 0,47%

Com informações do SBT News

 

ELEIÇÕES 2026: Luciano Zucco (PL) é eleito governador do Rio Grande do Sul

 


Luciano Zucco (PL) foi eleito governador do RS neste domingo (4). Às 19h15, com 90,25% das seções apuradas, o candidato tinha 57,86% dos votos válidos, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A vice-governadora eleita é Silvana Covatti (PP). Segunda colocada, Juliana Brizola (PDT) tinha 31,89%.

Luciano Zucco (Alegrete-RS, 1974) cresceu na Serra Gaúcha e depois morou e estudou em Porto Alegre. Militar de carreira formado pela Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), serviu na Brigada de Infantaria Paraquedista, onde se especializou como sniper e mestre de salto.

g1

 

Editorial Estadão: Flávio na frente é recado claro do eleitor

  Como esperado, haverá segundo turno entre Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na disputa presidencial, mas as urnas já ...