sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

Natália teve R$ 500 milhões e não enviou emendas à ZN, denuncia Paulinho Freire

 


O prefeito de Natal, Paulinho Freire (União), acusou a deputada federal Natália Bonavides (PT) de não ter destinado recursos para obras de infraestrutura na Zona Norte da capital, apesar de a parlamentar, segundo ele, ter acumulado mais de R$ 500 milhões em emendas ao longo de oito anos de mandato.

“A senhora, durante oito anos, teve mais de R$ 500 milhões de emendas, entre emendas individuais, emendas de bancada e emendas de comissão. Me diga uma emenda que a senhora botou para a infraestrutura da Zona Norte”, afirmou o prefeito, em tom de cobrança direta, em vídeo publicado nas redes sociais na noite desta quinta-feira 12.

Paulinho também acusou a parlamentar de explorar politicamente o sofrimento das famílias atingidas por alagamentos na região do Jardim Primavera. O local está parcialmente submerso desde a semana passada, após o transbordamento de uma lagoa de captação. “Não queira se aproveitar da dor do povo”, disse. Em outro trecho, classificou a visita da deputada ao local como ato de “proselitismo político” e “demagogia”.

O prefeito ainda mencionou o apoio nacional que Natália recebeu na campanha municipal de 2024, quando foi derrotada por ele no segundo turno. De acordo com Paulinho, a petista deveria aproveitar o trânsito que tem no Governo Federal para canalizar recursos para a capital potiguar. “Deputada, a senhora teve no segundo turno quase 10 ministros aqui na nossa cidade. A senhora teve a presença do presidente Lula, que é presidente do seu partido, e a senhora não traz uma solução.”

No vídeo, Paulinho citou a governadora Fátima Bezerra (PT) como exemplo de postura institucional. “Diferente de você, a governadora Fátima ligou, prestando solidariedade, perguntando o que a prefeitura precisava, botando os serviços do governo à disposição.”

O prefeito, então, fez um apelo para que a deputada deixasse as disputas eleitorais de lado. “Saia do palanque, desça do palanque. A campanha acabou, a senhora perdeu. Se junte a nós, venha ajudar a Natal. Vamos pensar na nossa cidade, esquecer as questões políticas.”

Ele afirmou que o município tem recursos federais a receber e relembrou proposta feita durante a campanha: que a deputada se comprometa a enviar R$ 20 milhões em emendas para Natal durante o ano. “A senhora não pode trabalhar só para quem votou na senhora”, afirmou Paulinho. A senhora trabalhe para todos de Natal, assim como eu faço”, concluiu.

Outro lado

Natália Bonavides reagiu às críticas de Paulinho com um vídeo. Nas imagens, ela aparece ao lado do ex-vereador Milklei Leite em uma visita à região do Jardim Primavera. Os dois relatam que foram acompanhar a distribuição de alimentos para as famílias atingidas pelo alagamento.

No vídeo, a deputada é informada sobre a publicação do prefeito e destaca que só responderá após atender os afetados pela chuva. “Quando acabar, eu peço para alguém me mandar o vídeo, porque Paulinho Freire me bloqueou no Instagram. Eu só ouvi dizer que era outro vídeo de estúdio. Estamos aqui”, acrescentou.

Na legenda, a parlamentar escreveu: “Gente, o prefeito está com tempo para gravar vídeo, mas para visitar as pessoas atingidas pelos alagamentos ele não tem. Estou aqui fazendo o que ele deveria estar. Depois respondo como ele merece. O foco agora é ajudar o pessoal que perdeu tudo”.

 Agora RN

André Mendonça passa a acumular duas relatorias envolvendo Banco Master e gera tensão no Congresso

 


Relator do inquérito que investiga um esquema de fraudes no INSS, o ministro André Mendonça foi sorteado para substituir Dias Toffoli na relatoria do Banco Master.

Dois casos que se comunicam, pois há suspeitas de fraudes praticadas pelo Master tanto no sistema financeiro como também na concessão de crédito consignado do INSS.

A escolha agradou integrantes da CPMI, mas gera tensão em grupos do Centrão.

A avaliação do presidente da CPMI do INSS, Carlos Viana, é que agora os trabalhos da comissão envolvendo investigações sobre o banco Master devem ganhar mais apoio do Supremo Tribunal Federal.

Dias Toffoli havia retirado da CPMI dados sigilosos sobre Daniel Vorcaro e seu banco, transferindo os documentos para o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).

Agora, a expectativa da comissão é que André Mendonça possa devolver esses documentos para a comissão.

O ministro do STF tem adotado posições técnicas e reforçado as investigações em curso sobre as fraudes do INSS. O mesmo comportamento é esperado dele no comando do inquérito do Banco Master.

Próximos passos

André Mendonça, por exemplo, terá de decidir se as investigações das fraudes bancárias ficam no STF ou serão devolvidas para a Justiça Federal.

Ele deve analisar, porém, relatório que a Polícia Federal deve encaminhar com o nome de autoridades com foro privilegiado encontrados em conversas com Daniel Vorcaro e seu cunhado, Fabiano Zettel.

É esse relatório, a ser analisado por André Mendonça, que preocupa o Centrão, porque ele pode atingir nomes deste grupo que tinham relações políticas com Daniel Vorcaro e Fabiano Zettel.

Líderes partidários lembram que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, indicou nomes para o comando do fundo de pensão do Amapá, investigado pela PF por comprar títulos do Master.

Alcolumbre segurou a sabatina de André Mendonça por cinco meses, numa tentativa de que seu nome foi rejeitado. Amigos do ministro lembram que, na época, André Mendonça teve de ter muita resiliência para suportar toda a pressão e confiar que seu nome acabaria sendo aprovado, o que acabou acontecendo.

Valdo Cruz - G1

 

 

VÍDEO - Aldo Clemente desmascara oposição a respeito de recursos para obras de drenagem

 



O vereador Aldo Clemente, líder do governo na Câmara de Natal, desmascarou a turma da oposição a respeito de emendas para obras de drenagem.

"A verdade precisa ser dita. Diferente do que foi divulgado, já existiam mais de R$ 27 milhões destinados, dentro da Lei Orçamentária Anual, para obras de drenagem e lagoas de captação em Natal. Portanto, não procede a afirmação de que a Prefeitura não esteja atuando para resolver o problema. Das 82 lagoas da cidade, apenas uma apresentou transbordamento.

É necessário registrar outro fato: a vereadora Samanda Alves votou contra o FINISA, recurso que viabiliza obras importantes, como a intervenção na Lagoa do Panatis e drenagens em áreas historicamente afetadas por alagamentos.

O prefeito Paulinho Freire já afirmou — e reafirmo — que a responsabilidade é da Prefeitura, e ele não está fugindo dela. Está enfrentando problemas históricos com trabalho, planejamento e execução.

Seguimos defendendo a verdade, combatendo fake news e trabalhando por soluções reais para Natal. Politicagem com o sofrimento das pessoas não constrói cidade".

Esse texto foi copiado do Blog do Gustavo Negreiros

Mario Sabino: O celular de Vorcaro já deu a primeira alegria: Toffoli

 


O celular de Daniel Vorcaro já deu a primeira alegria: Dias Toffoli. Esperemos que não seja a única.

Só depois que a PF conseguiu acessar o conteúdo do aparelho do banqueiro e descobriu que Dias Toffoli recebeu indiretamente dinheiro do dono do Master, é que o ministro do STF admitiu ter sido dono do resort Tayayá, no interior do Paraná.

Foi dono porque é sócio da Maridt, a empresa da qual recebe dividendos e cuja propriedade era até ontem atribuída apenas a seus irmãos. O cunhado de Vorcaro, Fabiano Zettel, comprou a participação da Maridt no resort por meio de um fundo que faz parte da teia criada pelo banqueiro.

A Maridt é uma sociedade anônima, com capital social de míseros R$ 150 e endereço de fachada, em Marília, no interior de São Paulo, como mostrou a coluna de Andreza Matais. Tem, portanto, características de empresa usada para lavar dinheiro, embora ainda não se possa dizer que essa era a sua finalidade.

Diante da descoberta da PF, fica claro que, na sessão em que Dias Toffoli e Alexandre de Moraes reagiram à iniciativa de Edson Fachin de criar um código de conduta para os integrantes do STF, o ministro sócio da Maridt estava antecipando uma linha de defesa ao dizer que “vários magistrados são donos de empresas, e eles, não excedendo a administração, têm todo o direito aos seus dividendos”.

Como a PGR de Paulo Gonet se recusa a fazer o seu trabalho no caso das implicações de ministros do STF com o dono do Master (tem-se também o caso da mulher advogada de Moraes, que firmou um contrato mirabolante de R$ 129 milhões com o banco de Vorcaro), coube à PF pedir a Edson Fachin que o STF considerasse Toffoli, bastante presente no celular do banqueiro, suspeito para continuar à frente do inquérito que investiga banco e banqueiro, do qual o ministro sócio da Maridt se assenhorou com argumento que não resistia aos fatos.

As conversas e menções a Toffoli encontradas no celular indicam que a ligação do ministro com Vorcaro era perigosa, o que leva a concluir que, fôssemos um país sério, mais do que suspeito para atuar como juiz do imbróglio protagonizado pelo dono do Master, Toffoli deveria estar na condição de investigado a partir de agora.

Aliás, não se esqueça de que o resort Tayayá pertence hoje, ao menos no papel, a um advogado da J&F, empresa dos irmãos Batista beneficiada por uma decisão do ministro, escandalosa de todos os pontos de vista.

A decisão foi a de anular a multa de R$ 10,3 bilhões a ser paga pela J&F no âmbito do acordo de leniência firmado com o Ministério Público Federal, em desdobramento da Lava Jato — a operação anticorrupção da qual Toffoli se empenha em destruir o legado, em missão aplaudida por pares seus.

Tudo é surpreendente, sem deixar de ser previsível. Toffoli ministro do STF é uma criação de Lula destinada a confusões; ministro do STF que acha que pode fazer o quiser, seja na vida privada ou no tribunal, ignorando conflito de interesses (e que interesses…), é fruto da esculhambação promovida contra o Estado de Direito por quem teria a obrigação de defendê-lo.

O celular de Vorcaro pode ser um Deus ex-machina para o caos institucional brasileiro. Aguardemos os próximos atos.

Mario Sabino - Metrópoles

 

 

Carla Dickson anuncia R$ 3 milhões para obras da Lagoa de Captação Jardim Primavera, na Zona Norte de Natal

 


A deputada federal Carla Dickson anunciou, nesta quinta-feira (12), a destinação de R$ 3 milhões em emendas parlamentares para a reurbanização da Lagoa de Captação Jardim Primavera, localizada na Zona Norte de Natal. O investimento tem como objetivo melhorar a infraestrutura da área, ampliar a capacidade de drenagem e contribuir para a redução de alagamentos que atingem moradores da região durante períodos de chuva intensa.

“Assim que assumi eu reafirmei meu compromisso de campanha, de encaminhar 20 milhões de reais em emendas para Natal, durante o mandato, e assim estou fazendo. Dei minha palavra à população da cidade de faço questão de cumprir. Esse é meu papel enquanto parlamentar e Natal sabe que pode contar sempre comigo”, declarou a deputada.

O anúncio ocorre em meio aos impactos das fortes precipitações registradas nos últimos dias na capital potiguar. Somente na última quarta-feira, Natal contabilizou mais de 100 milímetros de chuva em 24 horas, volume que provocou o transbordamento de lagoas de captação e deixou diversas ruas alagadas em diferentes bairros da cidade.

De acordo com a parlamentar, a reurbanização da Lagoa do Jardim Primavera deve incluir melhorias estruturais, intervenções urbanísticas e ações voltadas à segurança e ao bem-estar da população local. A proposta busca não apenas minimizar os efeitos das chuvas, mas também promover a valorização do espaço público e a qualidade de vida dos moradores da Zona Norte.

Na tarde desta quinta, durante a visita à área afetada pelos alagamentos, a deputada cobrou o Governo do Estado para que conclua a obra da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) de Jaguaribe, que já deveria ter sido entregue há 3 anos.

“Estamos totalmente focados em ajudar a reurbanizar a Lagoa do Jardim Primavera, mas se não houver para onde escoar o esgoto, vai inundar tudo de novo. Lagoa de captação é para drenar água de chuva e não ser reservatório de esgoto a céu aberto trazendo mosquitos e doenças para a população. O Governo do Estado precisa fazer sua parte", finaliza Carla Dickson.

Esse texto foi copiado do Blog do Gustavo Negreiros

Saída de Toffoli do caso Master complica situação de Alexandre de Moraes

 


Ao entregar a Edson Fachin o relatório sobre as conexões entre Dias Toffoli e Daniel Vorcaro, na segunda-feira, o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, começou a pavimentar o caminho para a etapa seguinte: o envio de um novo documento ao Supremo Tribunal Federal (STF), desta vez compilando tudo o que há no material apreendido com os executivos do Banco Master sobre Alexandre de Moraes.

A equipe da coluna apurou que Rodrigues já confidenciou a Fachin que o ministro, que tinha relação próxima com Vorcaro, trocava mensagens com o banqueiro e é citado diversas vezes em diálogos do celular do controlador o Master apreendido pela PF, inclusive em conversas sobre pagamentos.

Como publicamos em dezembro, a mulher de Moraes, Viviane Barci de Moraes, tinha um contrato com o Master que previa o pagamento de R$ 130 milhões em três anos para a defesa dos interesses do banco em diversos órgãos do Executivo, do Legislativo e do Judiciário.

Até hoje, porém, não foram encontradas evidências de que ela de fato prestou serviços correspondentes a honorários tão vultosos. Nem Viviane e nem o ministro explicaram até hoje a que se refere o contrato.

O relatório sobre Moraes, porém, ainda não está liberado para ser entregue a Fachin. Mas, caso fosse entregue diretamente a Toffoli, que como relator do caso Master tomou diversas medidas que se chocavam com a orientação da PF para o inquérito, o documento muito provavelmente acabaria arquivado.

Não é por acaso que Moraes e Toffoli têm feito uma dobradinha em público e nos bastidores do Supremo. Nos últimos dias, o marido de Viviane foi o maior defensor do ministro na Corte, apesar de todas as evidências de que a situação do colega se tornara insustentável. Na reunião fechada dos ministros que discutiu o caso e acabou com o afastamento de Toffoli do caso, a pedido, Moraes foi quem mais defendeu o colega.

Com a saída de Toffoli da relatoria, a coisa muda de figura. O caso foi distribuído para um novo relator, André Mendonça, por sorteio. Ainda assim, Moraes tem razões para estar preocupado, porque suas chances de escapar ileso das investigações diminuem a cada dia.

Malu Gaspar - O Globo

 

Opinião do Estadão: A situação de Toffoli era insustentável

 


A saída do ministro Dias Toffoli da relatoria das investigações envolvendo executivos do Banco Master no Supremo Tribunal Federal (STF), anunciada esta noite após uma reunião dos dez ministros da Corte, foi a solução institucional encontrada para conter uma crise que há meses tem degradado ainda mais a confiança pública na imparcialidade do STF.

Ao se afastar do caso, ainda que de forma negociada, vale dizer, sem o reconhecimento formal de seu evidente impedimento, Toffoli cessou, ao menos por ora, os danos que seu vínculo comercial com o Banco Master vinham causando à confiança pública na condução das investigações e, principalmente, à legalidade de uma provável ação penal que, ao final do inquérito da Polícia Federal (PF), tende a ser aberta contra Daniel Vorcaro et caterva. Nesse sentido, o afastamento de Toffoli era a medida processual saneadora fundamental para evitar nulidades futuras.

Em nota subscrita por todos os ministros, o Supremo afirmou não haver impedimento legal de Toffoli e destacou que ele atendeu a todos os pedidos formulados pela PF e pela Procuradoria-Geral da República (PGR) no curso das investigações. Foi um claro ato de desagravo ao ministro, pois pululam razões de fato e de direito no sentido diametralmente oposto. Mas, ao fim e ao cabo, prevaleceu a prudência de resguardar o Supremo e evitar vícios processuais que possam contaminar os desdobramentos penais de uma investigação de altíssima sensibilidade político-institucional.

A crise reputacional do STF foi agravada pela revelação de que Toffoli era sócio oculto da Maridt, empresa – formalmente controlada por dois de seus irmãos – que realizou negócios com fundos e indivíduos ligados ao Banco Master e a Vorcaro, pessoalmente. Um relatório sigiloso da PF, encaminhado ao presidente do STF, ministro Edson Fachin, teria detalhado a extensão dessas relações e levantado dúvidas sobre a natureza da participação do ministro na empresa. A Lei Orgânica da Magistratura autoriza juízes a deter participação societária e receber dividendos, mas veda o exercício de funções de gestão. É justamente a suspeita que recai sobre Toffoli. Como seguir supervisionando diligências diante disso?

Seja qual for o teor do relatório da PF, a mera existência do documento já bastava para colocar acima de qualquer dúvida a imperiosa necessidade de Toffoli se afastar da relatoria do caso enquanto é investigada toda a extensão de sua relação com a Maridt e desta com o Banco Master.

Ao agir coletivamente diante desses novos fatos, o STF evitou o prolongamento de um desgaste de consequências imprevisíveis pela recalcitrância de Toffoli em deixar o caso. A alternativa – prolongar o impasse até eventual julgamento de uma arguição de suspeição – exporia ainda mais a Corte. A solução negociada, embora tardia, não deixa de ser bem-vinda.

A bem da verdade, Toffoli jamais deveria ter aceitado a relatoria do caso Master quando o processo lhe foi distribuído por sorteio, no final de novembro do ano passado. Se, como agora se sabe, o ministro tinha conhecimento das relações societárias da Maridt e das conexões da empresa e de seus irmãos com Vorcaro e interpostas pessoas que poderiam suscitar dúvida sobre sua imparcialidade, o gesto de boa-fé e republicanismo teria sido a recusa. Teria sido uma louvável manifestação de respeito à lei processual e ao próprio Supremo, dragado para uma gravíssima crise reputacional causada pelo comportamento impróprio de alguns de seus ministros.

Não são poucos os que apostam na confusão para que, adiante, uma eventual ação penal contra Vorcaro et caterva venha a ter o mesmo destino da Lava Jato. Recorde-se que o próprio Toffoli, por muito menos do que os elementos de suspeição que ora pesam sobre ele, fez tábula rasa da maior operação de combate à corrupção de que o País já teve notícia, o que não apenas exonerou muitos criminosos confessos, como hoje permite que posem como vítimas. Vorcaro não poderia ter um sonho mais doce do que esse.

Opinião do Estadão

 

 

Mulher bota assaltante pra correr com “guarda-chuvada” em Mossoró, veja o vídeo

 


Uma tentativa de assalto registrada ao lado do Tribunal Regional Eleitoral do RN, em Mossoró, ganhou um desfecho digno de roteiro inusitado nesta semana. A vítima caminhava tranquilamente pela calçada quando percebeu que um homem em uma motocicleta tipo Pop a perseguia. O suspeito se aproximou com a intenção de levar a bolsa, porém não contava com a reação rápida e criativa da pedestre.

Ao notar a movimentação suspeita, a mulher não perdeu tempo. Primeiro, tentou se afastar; em seguida, decidiu que o guarda-chuva não serviria apenas para proteger da chuva. Com firmeza, ela desferiu golpes contra o suspeito enquanto pedia socorro. A cena surpreendeu quem passava pelo local e, ao mesmo tempo, deixou o criminoso visivelmente desconcertado.

Diante da reação corajosa e nada convencional, o homem preferiu recuar. Assim, ele desistiu da tentativa de assalto e fugiu rapidamente, pois a ação criminosa que parecia fácil acabou se transformando em uma verdadeira “guarda-chuvada”. Apesar do susto, a vítima não sofreu ferimentos e manteve todos os seus pertences.

Ponta Negra News

 

Esquema que vendia atestados médicos falsos por R$ 25 é investigado no RN

 


A Polícia Civil do Rio Grande do Norte instaurou inquérito policial para apurar a utilização de atestados médicos falsos por funcionários de uma empresa, após comunicação formal dos fatos feita pela própria instituição às autoridades policiais.

De acordo com as investigações, 12 colaboradores foram demitidos por justa causa após a constatação de que apresentavam atestados médicos falsificados para justificar ausências ao trabalho. Foi apurado que ao menos três médicos tiveram seus nomes utilizados indevidamente nos documentos fraudulentos.

A suspeita surgiu em razão da elevada frequência de afastamentos, da repetição dos nomes dos mesmos profissionais de saúde e de inconsistências verificadas nos atestados apresentados. Ao serem procurados pela empresa, os médicos negaram ter emitido os documentos, bem como não reconheceram as assinaturas atribuídas a eles.

Diligências realizadas pela equipe policial identificaram que o responsável pela falsificação reside no município de Mossoró/RN. Ele cobrava o valor de R$ 25 por “dia de afastamento”, recebia os pagamentos por meio de conta bancária de terceiro e utilizava número telefônico com prefixo DDD 17.

Ainda segundo as investigações, o suspeito identificado é um dos ex-colaboradores da empresa que haviam sido demitidos por justa causa.

O inquérito policial segue em andamento para a completa elucidação dos fatos e responsabilização dos envolvidos.

 

Sesap descarta surto de “superfungo” em hospital de Natal

 


A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) negou a ocorrência de surto de Candida auris, conhecido como “superfungo”, no Hospital Central Coronel Pedro Germano, o Hospital da Polícia Militar, em Natal. A pasta também descartou bloqueio ou fechamento de leitos, após circulação de informações sobre possível contaminação em equipamentos da unidade.

Segundo a Sesap, o fungo foi detectado apenas na grade da cama e na cadeira usadas por um paciente já diagnosticado, que permanece internado em isolamento. A secretaria destacou que não há outros casos confirmados no hospital e que o quadro clínico do paciente, que trata uma condição cardíaca, está estável, sem sintomas relacionados à infecção fúngica.

O diagnóstico do paciente foi confirmado em 5 de fevereiro pelo Laboratório Central do Estado (Lacen), após suspeita inicial registrada em 20 de janeiro. Testes de genotipagem realizados em São Paulo confirmaram o tipo do fungo, e o caso segue sob acompanhamento do Ministério da Saúde. Não há novos registros em investigação no Rio Grande do Norte.

A Candida auris é um fungo emergente, raro no Brasil, mas capaz de provocar infecções graves, principalmente em pacientes hospitalizados por longos períodos ou internados em unidades de terapia intensiva. O controle de casos exige isolamento do paciente e higienização rigorosa de equipamentos e superfícies hospitalares.

A Sesap reforçou que a identificação limitada do fungo não caracteriza surto e que todas as medidas de prevenção e monitoramento estão sendo rigorosamente aplicadas na unidade.

 

Tentativa de furto terminar com suspeito morto dentro da escola na Grande Natal

 


Um homem morreu durante uma tentativa de invasão a uma escola estadual na madrugada desta sexta-feira (13), em Nova Parnamirim, na Grande Natal. A ocorrência foi registrada no Centro Estadual de Educação Profissional Professora Lourdinha Guerra, localizado na Avenida Abel Cabral.

De acordo com a Polícia Militar, três pessoas continuaram entrando na unidade de ensino com a intenção de furtar fios de cobre. O vigilante é responsável pela segurança do local, ocorrerá uma suspeita e um disparo efetuoso. Um dos invasores foi atingido e morreu ainda dentro da área da escola.

Os outros dois envolvidos pretendiam fugir. Um deles conseguiu escapar antes da chegada da polícia. Já uma mulher que estaria com o grupo foi abordada e detida no local.

A Polícia Militar foi acionada, isolou a área e realizou os primeiros procedimentos. A mulher e a mulher foram prorrogadas à delegacia de plantão para prestar esclarecimentos.

A arma utilizada na ação foi aprendida. De acordo com a PM, o armamento estava regularizado. A liberação do vigilante dependerá da análise da autoridade policial após os depoimentos e demais procedimentos.

O caso será investigado pela Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

 

Natália teve R$ 500 milhões e não enviou emendas à ZN, denuncia Paulinho Freire

  O prefeito de Natal, Paulinho Freire (União), acusou a deputada federal Natália Bonavides (PT) de não ter destinado recursos para obras de...