domingo, 11 de janeiro de 2026

Quem foi Titina Medeiros, atriz potiguar que conquistou o Brasil

 


Titina Medeiros foi uma atriz brasileira nascida em Currais Novos, no sertão do Rio Grande do Norte, e criada em Acari, cidade que sempre considerou sua verdadeira terra natal.

Foi no teatro de Natal que ela descobriu sua paixão pelas artes cênicas ainda na adolescência e começou sua carreira, integrando grupos como o Carmin e os Clowns de Shakespeare, além de idealizar e gerir a produtora Casa de Zoé, responsável por muitos de seus projetos teatrais. 

Com uma trajetória versátil no teatro, televisão e cinema, Titina tornou-se conhecida nacionalmente ao estrear na TV Globo na novela Cheias de Charme, em 2012, interpretando a personagem Socorro, que conquistou o público com seu carisma e irreverência.

Ao longo dos anos, ela atuou ainda em outras novelas da emissora, como Geração Brasil, A Lei do Amor e Mar do Sertão, além de séries como Os Roni e Chão de Estrelas. 

Além de suas participações na televisão, Titina dedicou-se a espetáculos marcantes, como Meu Seridó, explorando as raízes culturais do Nordeste, e foi reconhecida por sua presença forte e engajada no cenário artístico potiguar.

Sua carreira também incluiu trabalhos em cinema e representações de figuras históricas em produções televisivas, o que consolidou seu lugar como uma das atrizes mais respeitadas e queridas do Brasil.

Esse texto foi copiado do Blog do Gustavo Negreiros

Trump dá ultimato: ‘Não haverá mais petróleo ou dinheiro venezuelano para Cuba’

 


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou o regime cubano e criticou a relação de Havana com a Venezuela após a operação militar americana que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro, em 3 de janeiro.

Trump afirmou nas redes sociais que **“não haverá mais petróleo ou dinheiro” da Venezuela para Cuba, que dependia desses recursos antes da queda de Maduro. Ele sugeriu que o país caribenho “faça um acordo com os EUA antes que seja tarde demais”, sem detalhar termos.

O presidente americano responsabilizou Cuba pelo apoio de agentes de inteligência ao antigo regime venezuelano e disse que a Venezuela agora conta com a proteção dos Estados Unidos, a “maior potência militar do mundo”.

O governo cubano afirmou que 32 de seus militares foram mortos na operação, em que agentes cubanos atuavam ao lado de Maduro.

Especialistas e observadores destacam que Cuba vinha recebendo petóleo venezuelano e apoio financeiro como parte de uma aliança tradicional entre os dois países. Com o fim desse fluxo, a economia cubana, já fragilizada, enfrenta riscos ainda maiores.

A ameaça de Trump intensifica a pressão dos EUA sobre aliados do antigo regime de Maduro e reforça o papel estratégico dos Estados Unidos na região após a ação militar na Venezuela.

Esse texto foi copiado do Blog do Gustavo Negreiros

ONG anticorrupção diz sofrer “escalada de assédio” do governo Lula

 


A Transparência Internacional, organização sem fins lucrativos que atua no combate à corrupção, afirmou que sua unidade no Brasil enfrenta uma “escalada de assédio” por parte de membros do governo Lula. Segundo a ONG, declarações públicas tentam deslegitimar seu trabalho por meio de acusações sem comprovação e alegações de motivação política. A manifestação foi divulgada pelo secretariado global da organização, sediado em Berlim.

Em nota, a entidade diz que “seu capítulo brasileiro está enfrentando uma escalada de assédio vinda de membros do governo brasileiro”, apesar de o próprio governo defender publicamente o papel das organizações da sociedade civil na formulação de políticas públicas, na governança democrática e na prevenção da corrupção, especialmente em programas de grande volume de investimentos públicos.

A ONG afirma que o braço brasileiro participa de iniciativas governamentais e atua em debates sobre políticas públicas e mecanismos de controle, com recomendações baseadas em evidências e foco no fortalecimento institucional e na proteção de recursos públicos.

O presidente do Conselho Global da Transparência Internacional, François Valérian, manifestou apoio à unidade brasileira e pediu que o governo cesse o que a entidade classifica como assédio, defendendo que organizações da sociedade civil exerçam análise independente sem retaliações.

A nota menciona ainda declaração recente de um integrante do governo segundo a qual a Transparência Internacional – Brasil estaria sob investigação da Polícia Federal. De acordo com a organização, “não há registros públicos dessa investigação, e a Transparência Internacional – Brasil não foi formalmente notificada nem recebeu documentação oficial”. Diante disso, a entidade informa ter enviado cartas ao ministro da Casa Civil, Rui Costa, e a outros ministros solicitando esclarecimentos.

O texto cita também que, em outubro, a Transparência Internacional já havia reagido a ataques após autoridades do alto escalão do Judiciário brasileiro repetirem publicamente alegações que a organização classifica como infundadas sobre seu financiamento e suas atividades.

 

As promessas não cumpridas por Lula

 


Foto: Cristiano Mariz/Agência O Globo

No último ano do terceiro mandato, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem promessas promessas não cumpridas nas áreas de segurança pública, trabalho e meio ambiente.

Entre elas estão o fim da escala 6×1 e a PEC da Segurança Pública, pautas que devem orientar o discurso político do governo.

Outras promessas seguem pendentes, como a criação de uma nova legislação trabalhista, a instalação de uma autoridade climática — defendida por Marina Silva desde a campanha — e a universalização do acesso à água.

Na área social, apesar de o Brasil ter saído do Mapa da Fome, dados da FAO indicam que 3,4% da população ainda vive em insegurança alimentar grave.

Promessas como o fim do orçamento secreto e do sigilo de 100 anos continuam sendo alvo de críticas, já que especialistas apontam a permanência dessas práticas em novos formatos.

Na infraestrutura, o Planalto afirma avançar no acesso à água e à energia elétrica, mas milhões de brasileiros ainda não contam com esses serviços básicos.

Com pautas pendentes e foco em temas populares, Lula entra no último ano de governo tentando consolidar resultados e fortalecer sua posição para a disputa eleitoral.

Promessas de campanha de Lula

Não se candidatar à reeleição: Em 2022, o então candidato do PT afirmou que, se eleito, seria um presidente de um “mandato só”. Lula, porém, vai disputar seu quarto mandato este ano.

Criação do Ministério da Segurança Pública: Durante a campanha, Lula defendeu a criação de um ministério específico para a área. A proposta previa apoio direto aos governadores no combate ao crime.

Fim do sigilo de 100 anos a documentos:Lula prometeu acabar com o sigilo de 100 anos logo no início do mandato. A medida foi apresentada como forma de ampliar a transparência governamental.

Regulação das big techs: O governo passou a defender a regulação das plataformas após o 8/1. O tema foi tratado como prioridade para a democracia e o combate à desinformação.

Extinção do orçamento secreto: O modelo foi encerrado, mas surgiram novas formas de repasse. Especialistas apontam que emendas de comissão mantêm práticas semelhantes.

Proposta de nova legislação trabalhista: O plano previa ampla revisão, incluindo maior proteção social, com especial atenção aos autônomos, e revogação de pontos considerados regressivos.

Direitos garantidos a trabalhadores de app: Lula afirmou que eles deveriam ter direitos básicos assegurados e destacou a necessidade de proteção social e dignidade no trabalho.

Três refeições diárias para a população: O governo assumiu o compromisso de combater a fome de forma estruturante. Apesar de avanços, a meta de três refeições para todos não foi alcançada.

Universalização do acesso à luz e à água: Lula prometeu retomar programas para levar luz e água a todo o país. A proposta incluía a reconstrução de iniciativas como Luz para Todos e Cisternas.

Criação da Autoridade Climática: A ideia era ter um órgão específico para enfrentar emergências climáticas. Em 2024, Lula voltou a anunciar a medida durante visita a Manaus.

 

 

TANGARAENSE - CONVITE MISSA DE 30º DIA: Missa de 30º dia em memória de Ana Catarina de Carvalho. Aqueles que partem, continuam vivos em nossas memórias, e agora olham por nós ao lado de Deus. 🙏


 

Mulher é morta pelo companheiro de Felipe Camarão; ele tentou se matar em seguida, diz PM

 


Uma mulher foi vítima de feminicídio na noite desse sábado (10), no bairro Felipe Camarão, zona Oeste de Natal. De acordo com a Polícia Militar, a vítima foi identificada como Rosicleia Rodrigues de Sousa, de 41 anos, e a principal suspeita pelo crime é o companheiro dela.

Segundo a PM, a mulher sofreu vários golpes de arma branca e não resistiu aos ferimentos, morrendo ainda no local. Após o crime, o suspeito tentou tirar a própria vida, mas sobreviveu e foi encaminhado para o Hospital Clóvis Sarinho, onde se encontra internado e custodiado.

O corpo da vítima foi removido pela Polícia Científica do Rio Grande do Norte para passar por perícia. O caso será investigado pela Polícia Civil.

Morre a atriz Global Titina Medeiros; seridoense tinha 48 anos

 


Morreu neste domingo (11), aos 48 anos, a atriz potiguar Titina Medeiros, natural de Acari, na região do Seridó do Rio Grande do Norte. A artista vinha lutando contra um câncer há cerca de seis meses e não resistiu às complicações da doença.

Titina nasceu em Currais Novos, mas construiu forte ligação com Acari e com a cultura seridoense, levando as raízes do interior potiguar para os palcos e para a televisão. Reconhecida pelo talento e versatilidade, destacou-se em diversos trabalhos no teatro, no cinema e na TV Globo, onde participou de produções como Cheias de Charme e, mais recentemente, No Rancho Fundo.

A morte da atriz gerou grande comoção entre artistas, amigos e admiradores. Em mensagens de despedida, colegas destacaram sua luz, sensibilidade e a importância de sua contribuição para as artes brasileiras.

Titina Medeiros deixa o marido, César Ferrário, além de um legado marcante para a cultura do Rio Grande do Norte e do país. Informações sobre velório e sepultamento devem ser divulgadas pela família nas próximas horas.

EUA usaram armamento secreto que fez tropa venezuelana ‘vomitar’ e ‘sangrar’ para não reagir

 


Um relato publicado por meio da Casa Branca, trouxe à tona uma suposta arma de energia direcionada utilizada por forças dos Estados Unidos durante a operação que resultou na captura do ditador venezuelano Nicolás Maduro, em 3 de janeiro. A informação foi publicada no jornal New York Post.

Segundo o testemunho reportado, um guarda presente no local da ofensiva descreveu a ação como “um massacre”, externando que centenas de combatentes venezuelanos foram neutralizados por um pequeno grupo de apenas 20 soldados norte-americanos, apoiados por drones e helicópteros. O militar, que não foi identificado, relatou ter visto os sistemas de radar falharem subitamente, seguido pelo avanço de equipamentos aéreos não tripulados sobre suas posições.

“Estávamos de guarda, mas de repente todos os nossos sistemas de radar desligaram sem qualquer explicação”, disse o guarda. “A próxima coisa que vimos foram drones, muitos drones, voando sobre nossas posições. Nós não sabíamos como reagir.”

O ponto mais sensível do relato envolve o uso de um armamento descrito como uma “onda sonora intensa”, cujos efeitos imediatos teriam causado sangramentos nasais, vômitos com sangue e incapacitação física generalizada entre os soldados venezuelanos.

“Foi como uma onda sonora muito intensa. De repente, senti como se minha cabeça estivesse explodindo por dentro”, afirmou. “Todos nós começamos a sangrar pelo nariz. Alguns estavam vomitando sangue. Nós caímos no chão, incapazes de nos mover.”

O número de mortos entre as forças venezuelanas teria alcançado cerca de 100 agentes de segurança, segundo dados divulgados pelo Ministério do Interior do regime. Ainda não há confirmação oficial de que os óbitos tenham ligação direta com a alegada arma de energia direcionada.

 

 

Governo Lula amplia uso do sigilo e dificulta acesso a informações pela LAI

 


O sigilo virou o principal argumento do governo Lula para negar pedidos de acesso a informações públicas feitos com base na Lei de Acesso à Informação (LAI). Levantamento mostra que, nos últimos três anos, mais de um terço das solicitações rejeitadas por órgãos federais foi barrado sob a justificativa de que os dados eram sigilosos, índice superior ao registrado no governo Bolsonaro.

Desde a entrada em vigor da LAI, em 2012, a negativa por “dados pessoais” costumava liderar os motivos para recusa. Esse padrão mudou a partir de 2019 e se consolidou na atual gestão. Sob Bolsonaro, cerca de 28% dos pedidos negados alegavam sigilo; com Lula, o percentual subiu para 34%, mesmo sem estar em vigor o decreto que ampliava o número de autoridades aptas a classificar informações como ultrassecretas.

A Controladoria-Geral da União (CGU) contesta a leitura e afirma que o governo mantém alto nível de transparência, com cerca de 74% dos pedidos atendidos entre 2023 e 2025. A pasta argumenta que parte das negativas envolve sigilos previstos em legislações específicas, como dados bancários, e cita um pico em 2025 causado por solicitações repetidas sobre extratos do PIS/Pasep.

Especialistas, porém, veem fatores políticos e administrativos por trás do aumento do sigilo. Para a ONG Fiquem Sabendo, a redução de quadros experientes na CGU e a insegurança de servidores contribuem para decisões mais restritivas. Já o professor Gregory Michener, da FGV, aponta que governos com coalizões frágeis tendem a recorrer mais à opacidade como moeda política, preservando aliados e reduzindo a exposição de informações sensíveis.

Com informações do Estadão

 

Aliados de Lula veem eleição mais dura e apontam ‘fator Trump’ como ameaça em 2026

 


Aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva avaliam que a disputa presidencial deste ano tende a ser mais difícil do que a eleição de 2022, quando o petista derrotou Jair Bolsonaro por uma margem apertada de 1,8% dos votos válidos — cerca de 2,1 milhões de eleitores. Nos bastidores, a leitura é de que o cenário político e internacional impõe novos obstáculos à campanha do PT.

Entre os fatores citados está o contexto global, especialmente a influência do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Interlocutores de Lula classificam o pleito como a “primeira eleição internacional” enfrentada pelo PT, com impacto direto de governos estrangeiros, em especial do americano. A avaliação é de que Trump atua de forma mais explícita na América Latina, inclusive interferindo em disputas eleitorais.

Como exemplo, aliados mencionam as eleições legislativas da Argentina, em outubro, quando o partido do presidente Javier Milei enfrentava risco de derrota. Segundo essa análise, a entrada de US$ 20 bilhões teria sido decisiva para garantir o resultado favorável, o que acendeu o alerta no entorno do Planalto.

No cenário interno, o avanço das redes sociais também preocupa. Petistas acreditam que o peso do ambiente digital será ainda maior do que em 2022, citando como sinal de alerta a chamada “crise do Pix”, que gerou desgaste ao governo e levou o Executivo a recuar em medidas relacionadas ao sistema de pagamentos. A combinação entre pressão externa e disputa digital intensa é vista como um dos maiores desafios da campanha de Lula.

Com informações do R7

 

Sindicato que foi presidido por Fátima Bezerra e mais oito convocam protesto em frente à Governadoria por atraso no 13º salário

 


O atraso no pagamento do 13º salário levou nove sindicatos a convocarem um Ato Público Unificado contra o Governo do Rio Grande do Norte. A manifestação acontece nesta segunda-feira (12), às 9h, em frente à Governadoria, no Centro Administrativo.

Entre as entidades confirmadas estão o SINTE/RN, Sindsaúde, Sinsp, Sinai, Astran, Sindppen, Aduern, Sinter/Sefaz e SINDPCI. Apesar da promessa do governo de concluir o pagamento na sexta-feira (9), aposentados e pensionistas afirmam não ter recebido, sobretudo nas áreas da Saúde e da Administração Indireta.

Os sindicatos classificam o atraso como desrespeito aos servidores e afirmam que não há previsão para regularização. O ato é aberto a ativos, aposentados, pensionistas e apoiadores, mesmo àqueles que já receberam o benefício.

Quem foi Titina Medeiros, atriz potiguar que conquistou o Brasil

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