sábado, 2 de maio de 2026

Venda de pescado despenca após casos de intoxicação por ciguatera, diz Federação

 


A comercialização de pescado em Natal registrou queda de cerca de 90% nos últimos dias, segundo a Federação dos Pescadores do Rio Grande do Norte (Fepern). A retração ocorre em meio à repercussão de casos de intoxicação por ciguatera associados ao consumo de peixe e já afeta diretamente a renda de pescadores e comerciantes locais.

De acordo com o presidente da Federação, Rosângela Nascimento, o receio dos consumidores tem impactado todo o mercado, inclusive espécies que não estão relacionadas aos episódios. “É uma situação muito difícil. Eu entendo a sociedade quando não quer comer peixe, mas também tem o nosso lado de pescador que sobrevive da pesca”, afirmou, em entrevista à TV Tropical.

Ela destaca que grande parte dos pescadores da capital potiguar atua na costa e que os peixes associados à toxina vêm de áreas mais distantes. A intoxicação por ciguatera está associada ao consumo de algumas espécies, como bicuda e arabaiana. Segundo a Federação, a contaminação ocorre em áreas de arrecifes, onde peixes menores ingerem toxinas que, posteriormente, passam para espécies maiores. Apesar disso, o temor generalizado tem reduzido a procura por diferentes tipos de pescado.

Diante do cenário, foi realizada uma reunião entre a Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária e da Pesca (Sape-RN) e pescadores para levantar informações e subsidiar ações da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap-RN). A categoria afirma, no entanto, que ainda não houve diálogo com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, o Ibama, e avalia que não há viabilidade para a adoção de um período de defeso neste momento.

Os impactos já são sentidos em toda a cadeia produtiva. De acordo com Rosângela, há embarcações sendo colocadas à venda por falta de compradores e estoques parados. “Me deparei com um vendedor de peixe que vende para hotéis e restaurantes com seu freezer cheio, porque os clientes pediram para segurar o produto”, afirmou.

Casos

O Rio Grande do Norte chegou a 115 casos de intoxicação por ciguatera. Segundo a Sesap, o Estado é o único do País a realizar notificação específica para esse tipo de contaminação. Diante da alta no número de ocorrências, com 90 casos confirmados apenas em 2025, a pasta divulgou uma nota técnica com orientações voltadas à população, comerciantes e profissionais de saúde. Desde 2022, o RN registra episódios de ciguatera.

Os principais sinais e sintomas aparecem entre 30 minutos e 24 horas após a ingestão do pescado contaminado, caracterizados por: dor abdominal, náuseas, vômitos, diarreia, dores de cabeça, cãibras, coceira intensa, fraqueza muscular, visão turva e gosto metálico na boca, podendo persistir por semanas ou meses.

 

10ª Corrida do Trabalhador reúne 3 mil atletas, arrecada 3 toneladas de alimentos e reforça compromisso na gestão Nilda

 


Com cerca de 3 mil corredores nas ruas, arrecadação de 3 toneladas de alimentos e recorde de participação na categoria de pessoas com deficiência, a 10ª edição da Corrida do Trabalhador movimentou Parnamirim nesta sexta-feira (1º) e transformou o feriado em uma grande celebração de esporte, inclusão e solidariedade.

Quem também entrou no clima foi a prefeita Nilda, que não ficou apenas na largada: acompanhou tudo de perto e ainda encarou o percurso completo de 5 km, lado a lado com os participantes.

“Foi lindo de ver. Uma energia contagiante, famílias reunidas, atletas dando o seu melhor e, principalmente, um grande gesto de solidariedade com essas doações. Parabéns a todos que participaram e fizeram dessa corrida um momento tão especial para nossa cidade”, destacou a prefeita.

A organização também foi um dos pontos mais elogiados: estrutura bem montada, segurança garantida, trânsito organizado, boa sinalização em todo o percurso, além de pontos de hidratação e distribuição de frutas para os atletas. Todos os participantes receberam medalha, e a premiação contou ainda com troféus para os destaques, tudo pensado para oferecer a melhor experiência possível aos corredores.

Os vencedores em cada categoria foram:

Cidadão Parnamirinense (Masculino e Feminino)

Troféu para os 5 primeiros colocados:

 Feminino:

1º Tamires Larissa Souza da Rocha

2º Jennys Barillas

3º Raniele Oliveira

4º Rita Leite da Silva Ribeiro

5º Geiza de Souza Virginio da Silva

 Masculino:

1º Leonardo Teixeira de Lima

2º Silas Silva de Melo

3º Francisco Janilson de Almeida

4º João Cordeiro do Nascimento

5º Gabriel Lucas

 Categoria Geral (Masculino e Feminino)

Troféu para os 5 primeiros colocados:

 Feminino:

1º Janaina Fernandes Sales da Costa

2º Laura Gessica de Oliveira Costa

3º Camila Machado do Nascimento

4º Claudiana Cristina do Nascimento Silva

5º Rayane Daniel Torquato

 Masculino:

1º José Adailton

2º Francisco Nascimento

3º Jean da Silva Cosme

4º Cleyvan Antonio dos Santos Rocha

5º Leandro Reinaldo Rodrigues

  Pessoas com Deficiência (PCD) – 1º lugar por subcategoria:

 Feminino:

Membro inferior - Rita Catarina Tonico da Cunha

Auditivo - Maria Cristine Santiago de Lima Dantas

Membro superior - Maria Vieira de Lima

Visual - Rita Maria André da Silva

 Masculino:

Membro inferior - José Augusto Ribeiro de Oliveira

Membro superior - João Oliveira de Bastos

Visual - Joevan Francisco de Oliveira Costa

 

 

Inflação de alimentos põe em xeque bondades eleitorais de Lula

 


Como incumbente visando ficar no cargo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) repete Jair Bolsonaro (PL) e Dilma Rousseff (PT) com pacotes de bondades aos eleitores. A cinco meses do primeiro turno, no entanto, o petista mantém 40% de avaliação ruim/péssimo pelo Datafolha e está empatado com Flávio Bolsonaro (PL) nas projeções de segundo turno.

Além do alto endividamento das famílias, boa parte da explicação, segundo especialistas, está nos preços dos alimentos —que ofuscam tanto a recente recuperação da renda média quanto o desemprego em níveis historicamente baixos.

"Jair Bolsonaro perdeu a eleição pelo choque de preços dos alimentos no pós-pandemia. A popularidade de Joe Biden [nos EUA] também sofreu muito com isso. Para Lula, a agenda do custo de vida será decisiva", afirma Christopher Garman, diretor-geral para as Américas do Eurasia Group.

Embora o Brasil tenha tido alguns meses de deflação nos preços de alimentos e bebidas no ano passado, eles voltaram a acelerar em 2026. "Para o brasileiro, segue a percepção de que tudo ficou mais caro e de que ele não avança na vida", diz Garman.

Segundo o Datafolha, mesmo entre os mais pobres —com renda familiar mensal até dois salários mínimos e que tendem a ser mais favoráveis a Lula— a taxa de ruim/péssimo subiu de 24%, em dezembro de 2024, para 33%, em abril deste ano. No mesmo período, o percentual avançou de 22% para 27% no Nordeste, sua fortaleza eleitoral.

Pesquisa Genial/Quaest de abril mostrou que 72% acham que os preços dos alimentos subiram, ante 58% que disseram o mesmo em março. Os que afirmaram que seu poder de compra caiu em relação ao ano passado subiram de 64% em março para 71% em abril.

Apesar de dados positivos no emprego, a renda disponível das famílias após gastos com itens essenciais, impostos e pagamento de dívidas encontra-se no nível mais baixo desde 2011, segundo a Tendências Consultoria.

Há também um movimento de precarização do mercado de trabalho, em que o dinamismo na área formal e informal esconde a primazia na criação de vagas que pagam menos que a média salarial da economia.

Em fevereiro, a massa de renda disponível das famílias após gastos essenciais era de 21%, segundo a Tendências. No início de 2024, chegava a 23,6%. É uma deterioração expressiva em pouco tempo, diz Alessandra Ribeiro, sócia e diretora de macroeconomia da consultoria.

"A inflação de alimentos no domicílio aumentou 12% desde que Lula assumiu. Não à toa isso tem relação com sua popularidade", diz Ribeiro. "A renda média subiu no período, mas alguns gastos específicos aumentaram mais."

Na consultoria MB Agro, a projeção para a inflação de alimentos para este ano dobrou, de 2,5% para 5%, sobretudo por pressões nos preços de fertilizantes e outros insumos causadas pela guerra no Oriente Médio. Há também expectativa de impacto do El Niño no campo.

Relatório do Banco Mundial de abril também projeta inflação de alimentos três pontos percentuais maior para este ano e o próximo ante estimativa feita em janeiro.

Para André Braz, coordenador dos Índices de Preços da FGV-Ibre, o cenário otimista para a inflação geral e de alimentos fica cada vez mais distante. "Com o petróleo se sustentando acima de US$ 100 o barril, as pressões vão se acumulando."

Num cenário mais pessimista, a inflação geral deste ano chegaria a 5,4% (o teto da meta é 4,5%), e a de alimentação no domicílio, 6,6%.

Braz lembra que em abril o preço médio das matérias-primas brutas no IGP-M da FGV acelerou 5,78%, ante 0,67% em março. "Isso ainda não chegou aos bens finais ou intermediários, mas chegará em caso de continuidade da guerra."

Do ponto de vista macroeconômico, Lula mantém estratégia parecida com a de Dilma para tentar segurar preços, embora tenha sido atropelado pela guerra do Irã, que encareceu a cadeia do petróleo e os fertilizantes.

Com a taxa real de juros interna elevada (9,2% acima da inflação), o Brasil tem atraído dólares de investidores de fora, o que torna as importações mais baratas e ajuda a segurar preços de commodities. Lula também está turbinando uma série de programas para aliviar o aperto orçamentário das famílias.

O presidente tomou medidas para desonerar o diesel, anunciou R$ 20 bilhões no Fundo Social para a habitação e promove um pacote visando diminuir o endividamento de famílias e empresas. Segundo levantamento da Folha, o conjunto de ações pode injetar mais de R$ 100 bilhões na economia.

"O governo quer faturar a curto prazo, custe o que custar", afirma Renato Fragelli, professor da Escola Brasileira de Economia e Finanças da FGV. "Gastos e juros elevados beneficiam triplamente os pobres. Pelo bem-estar dos agraciados [por benesses eleitorais], pela valorização cambial que barateia bens e pelo fato de o baixo desemprego encarecer o preço do trabalho [porque gastos aumentam a atividade]."

Fragelli afirma que, em 2014, Dilma conquistou a reeleição com combinação semelhante de gastos e juros elevados. "A recessão que se seguiu foi a maior desde 1929, com a diferença de que a dívida bruta estava em 59% do PIB, muito abaixo dos 80% atuais", diz.

Folha de São Paulo

 

Opinião do Estadão: O fenômeno Alcolumbre

 


Davi Alcolumbre (União-AP) é a prova viva de que, em Brasília, poder não necessariamente anda ao lado de grandeza. Sem obra pública relevante, pensamento político identificável ou traço nítido de liderança nacional, o presidente do Senado tornou-se, por combinação de astúcia, faro político e domínio das engrenagens miúdas do Congresso, um dos homens mais poderosos do País. Foi esse representante do mais baixo clero quem impôs ao veterano Luiz Inácio Lula da Silva uma derrota histórica ao liderar a rejeição à indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF).

A noite de quarta-feira consagrou Alcolumbre como fiador de uma maioria capaz de dobrar o Planalto. Pela primeira vez em mais de um século, o Senado barrou uma indicação presidencial ao STF, numa cena de muitos autores: bolsonaristas, bancada evangélica, senadores incomodados com o ativismo do Supremo e aliados governistas de fidelidade duvidosa. Mas o personagem central foi Alcolumbre. Se ele colaborasse, o governo ganharia; com sua oposição, a derrota foi devastadora.

Alcolumbre é a expressão acabada da política pequena que cresceu à sombra da fraqueza dos governos. A pergunta inevitável é por que ele dobrou a aposta contra o governo. A primeira explicação está no ressentimento. Lula recusou o nome preferido por Alcolumbre para a vaga, o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Ao escolher Messias, comprou uma briga que julgou administrável. Não era. O chefe do Senado retardou, esfriou e mostrou que o Planalto pagaria caro por ignorá-lo.

Mas seria ingênuo reduzir o episódio a uma pirraça. Há versões para todos os gostos. Uma delas, um tanto rocambolesca, diz que Messias estaria inclinado a apoiar a ala do STF empenhada em esclarecer o caso do Banco Master, razão pela qual teria sido barrado por uma convergência entre a cúpula do Senado e setores do Supremo supostamente interessados em jogar água na fervura do escândalo – que resvala em senadores (a começar pelo próprio Alcolumbre) e alguns ministros do STF. Vai saber. O que importa, no entanto, é o sentido do gesto: ao entregar a cabeça do indicado de Lula, o Senado avisou que sua paciência se esgotara.

Para parte do Senado, barrar Messias foi uma forma de enviar recado definitivo ao Supremo; para setores da própria Corte, uma chance de empurrar a tormenta para depois da eleição. Em vez de avançar sobre ministros do STF, a Casa demonstrou força no terreno em que a Constituição lhe confere poder de fato.

Há, nesse cálculo, certo cinismo institucional. O Senado deveria exercer sua prerrogativa com critérios republicanos. Como já se disse neste espaço, Messias não caiu porque a Casa recuperou sua vocação de guardiã da República nem porque a sabatina escancarou seu evidente despreparo para o posto. Caiu porque se tornou peça útil numa disputa entre Lula, Alcolumbre, oposição e Judiciário. O resultado pode até ter impedido uma escolha ruim. Ainda assim, o método rebaixou o Senado.

Também pesou a leitura eleitoral. Alcolumbre já calcula a sucessão presidencial e a eleição interna do Senado, em 2027. Ao derrotar Lula, Alcolumbre fala à oposição, ao Centrão e a todos os que veem no governo uma força em declínio e cacifa-se como fiador de uma maioria capaz de sobreviver ao lulismo. Não é de seu feitio romper de frente com governos. Sempre prestou serviços a Lula, mas também sabe fazer malcriações calculadas.

Alcolumbre não liderou uma rebelião ideológica nem encarnou uma causa institucional. Fez política como sempre: misturando interesses pessoais, cálculo corporativo, barganha, ressentimento e senso oportunista. Se Lula ainda dispõe de capacidade de sobrevivência, seu governo deu sinais de exaustão. Um presidente forte dificilmente teria permitido que sua indicação ao Supremo sangrasse por meses até morrer em plenário.

Não há motivo para lamentar Messias. Sua indicação carregava os vícios de Lula: personalismo, recompensa à fidelidade e tentativa de moldar o Supremo segundo conveniências palacianas e cálculo eleitoral. Mas tampouco há razão para celebrar Alcolumbre como restaurador do Senado. Ele é sintoma de uma deformação.

Opinião do Estadão

 

 

Mendonça mantém prisão de sócio oculto do Careca do INSS

 


O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça decidiu manter a prisão preventiva do empresário Tiago Schettini Batista, apontado pela Polícia Federal (PF) como sócio oculto do lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS. A decisão sigilosa foi obtida pela coluna.

Tiago Schettini é apontado como um dos controladores da Confederação Brasileira dos Trabalhadores da Pesca (CBPA), investigada por fraudar descontos de mensalidade nas aposentadorias do INSS. Ele está nos Estados Unidos desde dezembro do ano passado e, por isso, ainda não foi preso. O empresário viajou ao país às vésperas da Operação Sem Desconto.

A defesa de Tiago Schettini havia solicitado ao ministro André Mendonça a substituição da prisão preventiva por medidas cautelas diversas. O magistrado negou o pedido nessa terça-feira (28/4).

“O quadro fático narrado pela própria petição evidencia que o investigado [Tiago Schettini] mantém atuação empresarial relevante, inclusive internacional, com capacidade de mobilização econômica e operacional, circunstância que, longe de neutralizar as cautelas, recomenda prudência na avaliação do risco processual, especialmente diante da gravidade concreta dos fatos investigados e da necessidade de preservação da eficácia da persecução penal”, escreveu o ministro do STF.

“A afirmação de que não houve fuga, por si só, não afasta a preocupação legítima com a aplicação da lei penal, notadamente quando o investigado permanece no exterior e a ordem de prisão ainda não foi cumprida”, prosseguiu André Mendonça.

Procurada, a defesa de Tiago Schettini não se manifestou sobre a decisão.

Mensagens revelam atuação de sócio oculto do Careca do INSS para se blindar

Mensagens obtidas pela Polícia Federal revelam a atuação do empresário Tiago Schettini Batista para se blindar e não ser identificado como sócio do Careca do INSS na criação de uma empresa de call center.

Schettini chegou a dizer que era necessário esconder “meu nome do dígito do Antônio”.

Ainda nas conversas, Schettini afirmou: “Onde entra meu nome, fode. Por causa das investigações e das dívidas”. Procurada, a defesa pontuou que é “errada a suposição de que Tiago era sócio de qualquer empresa da qual não figura no quadro societário”.

De acordo com os relatórios da apuração policial, o esquema de ocultação ficou evidente durante as tratativas para a criação de uma empresa de teleatendimento, a ACDS Call Center Ltda (Truetrust Call Center).

Tácio Lorran - Metrópoles

 

 

Score do serasa mudou: Veja como consultar e aumentar rápido

 


Muita gente leva um susto quando abre o aplicativo e percebe que a pontuação mudou de um dia para o outro. Isso acontece porque o sistema que calcula o Score do Serasa passa por atualizações frequentes para tentar refletir melhor a realidade financeira de cada um.

Não se trata apenas de um número frio na tela, mas de um resumo de como o mercado enxerga o seu comportamento com o dinheiro. Ter uma pontuação alta facilita muito a vida de quem deseja financiar um carro, uma casa ou simplesmente conseguir um cartão melhor.

O cálculo leva em conta diversos fatores, desde o pagamento das contas de luz até o histórico de empréstimos que você já fez. Quando as regras mudam, o peso que cada um desses comportamentos tem na nota final também pode sofrer variações importantes.

É fundamental entender que o score não sobe por milagre ou através de fórmulas mágicas vendidas na internet. O crescimento é fruto de uma construção diária e de hábitos que mostram para os bancos que você é um bom pagador.

A boa notícia é que, com as novas ferramentas disponíveis, ficou muito mais simples acompanhar essa evolução e saber exatamente o que está puxando sua nota para baixo.

Como funciona a consulta gratuita e o que mudou no cálculo

Para saber como anda a sua saúde financeira, o primeiro passo é acessar o site ou o aplicativo oficial da instituição. A consulta é totalmente gratuita e exige apenas o preenchimento de um cadastro básico com o seu CPF e uma senha de segurança.

Dentro da plataforma, você consegue ver não apenas a pontuação atual, mas também o que o mercado chama de “extrato de crédito”. Esse documento mostra quais empresas consultaram o seu nome recentemente e se existe alguma pendência antiga que você esqueceu de resolver.

A mudança mais recente no sistema deu um peso muito maior para o Cadastro Positivo. Antigamente, o score olhava muito para o que você deixava de pagar; agora, ele valoriza muito mais o fato de você pagar suas contas em dia, mesmo aquelas de valor baixo.

Outro ponto que ganhou relevância foi a frequência com que você solicita novos créditos. Se você pede vários cartões em uma mesma semana, o sistema entende que você pode estar passando por uma urgência financeira, o que acaba reduzindo a sua nota temporariamente.

Acompanhar esses detalhes de perto evita surpresas desagradáveis na hora de passar por uma análise de crédito em uma loja ou banco. Saber o que os analistas estão vendo ajuda você a se preparar melhor antes de fazer um pedido importante.

Passos práticos para elevar sua pontuação em pouco tempo

Se o seu score está baixo, a primeira atitude deve ser a limpeza imediata do seu histórico de dívidas. Ter o nome limpo é a base de tudo, e negociar débitos antigos através de feirões costuma dar um fôlego imediato para a sua pontuação começar a subir.

Após resolver as dívidas, o segredo é a pontualidade. Colocar as contas de consumo, como internet, água e energia, no débito automático garante que você nunca esqueça a data de vencimento. O sistema adora perceber que o seu comportamento é previsível e constante.

Manter seus dados cadastrais sempre atualizados também ajuda muito. Coisas simples, como confirmar seu endereço e telefone no portal, mostram que você é uma pessoa real e fácil de ser localizada pelas instituições financeiras.

Uma dica que pouca gente usa é evitar o uso total do limite do cartão de crédito. Se você gasta tudo o que o banco te oferece todo mês, isso sinaliza um risco maior. Tente manter seus gastos dentro de uma margem segura em relação ao que você ganha.

Lembre-se que o tempo é um aliado fiel nesse processo. Quanto mais tempo você passa sem atrasar nenhuma conta, mais o sistema confia em você, tornando o aumento do score uma consequência natural da sua organização.

Erros que impedem o seu score de crescer

Muita gente reclama que paga tudo em dia e a nota não sai do lugar, mas esquece de pequenos detalhes que travam o sistema. Um erro comum é desativar o Cadastro Positivo acreditando que isso protege a privacidade, quando na verdade isso esconde seu bom comportamento dos bancos.

Outro comportamento prejudicial é ser fiador de pessoas que não têm controle financeiro. Se a pessoa que você ajudou atrasar a conta, isso pode refletir de forma negativa no seu perfil, já que você é o garantidor daquela operação.

Pedir empréstimos para pagar outras dívidas sem um planejamento real também é um sinal vermelho. O ideal é usar o crédito apenas para investimentos ou bens duráveis, e não para cobrir rombos que se repetem todos os meses no seu orçamento.

Evite também ficar fechando e abrindo contas em bancos diferentes a todo momento. Ter um relacionamento de longo prazo com uma instituição ajuda a construir um histórico sólido, o que é muito bem visto pelos algoritmos de pontuação.

Seguindo essas orientações e mantendo a calma, você verá que o score é uma ferramenta que trabalha a seu favor. Com paciência e disciplina, o acesso ao crédito com juros mais baixos se torna uma realidade muito mais próxima.

 

VÍDEO: “Quem mais comete crime no Brasil é a polícia”, diz Daniela Mercury


 

A fala de Daniela Mercury insinuando que o cantor Edson Gomes batia na própria mulher não foi a única polêmica envolvendo a cantora na premiação do Troféu Armandinho e Irmãos Macêdo, realizada na noite da última terça-feira (28), em Salvador.

Daniela também afirmou que “quem mais comete crime no Brasil é a polícia”. Ela continuou, dizendo que “mais de 60% dos crimes não são os bandidos, não são os pretos… é de uma polícia que precisa ser educada”

Blog do BG

GRAÇAS A DEUS: Mendonça defende lei que permite pais vetarem participação dos filhos em atividades escolares sobre identidade de gênero e orientação sexual

 


O ministro André Mendonça votou para manter a validade de uma lei do Espírito Santo que permite aos pais vetarem a participação de estudantes em atividades escolares sobre identidade de gênero e orientação sexual.

A norma garante às famílias o direito de impedir que os filhos participem desse tipo de conteúdo tanto em escolas públicas quanto privadas do estado.

Em seu voto no Supremo Tribunal Federal, Mendonça argumentou que a lei não proíbe o ensino dos temas, mas assegura a participação dos responsáveis em decisões relacionadas a valores pessoais e familiares.

O entendimento diverge da posição da relatora do caso, Cármen Lúcia, que considerou a lei inconstitucional. Para ela, a medida invade a competência da União para definir diretrizes da educação nacional e pode comprometer princípios como pluralismo e inclusão no ambiente escolar.

Já Mendonça afirmou que a legislação trata da proteção à infância e não interfere diretamente no currículo escolar, nem configura censura.

O julgamento acontece no plenário virtual do STF e segue aberto até o dia 11 de maio, prazo para que os demais ministros apresentem seus votos.

 

Vândalo é preso após danificar carro em Assú

 


Na tarde desta sexta-feira (01), um homem foi preso após causar danos a um veículo na cidade de Assú, região Oeste do Rio Grande do Norte.

De acordo com as informações, o indivíduo, identificado como Thaciano Gomes da Silva, natural do Maranhão e em situação de rua, foi flagrado após subir e se deitar sobre o teto de um carro modelo Gol, de cor vermelha, amassando a lataria. O caso aconteceu na Rua Aureliano Lopes.

Populares acionaram a polícia, que rapidamente chegou ao local e realizou a detenção do suspeito. Ele foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil, onde foram adotados os procedimentos cabíveis.

O proprietário do veículo ficou no prejuízo e deverá buscar as medidas legais para reparação dos danos.

 

Alagoano caminhou até São Paulo por 6 meses após ser traído pela companheira com o próprio irmão: “Pra não m*tar ele”

 


Natural de Alagoas, Ronaldo Carvalhos  vive em situação de rua há 20 anos, após ser traído pela ex-companheira com o seu próprio irmão. Segundo ele, a separação aconteceu depois de descobrir que a ex-companheira se envolveu com o próprio irmão.

Ele conta que, para não matar o irmão, decidiu sair de casa e vir caminhando do Nordeste até a capital paulista durante seis meses em busca de doações e emprego.

“Acabei ficando na rua por causa dessa separação. Minha ex ficou com o meu irmão de sangue. Então, para não fazer nada contra ele, preferi ir embora e me afastar de todo mundo, até da minha mãe”, relembra Ronaldo.

Durante os seis meses de caminhada, Ronaldo passou por Bahia e Minas Gerais antes de chegar a São Paulo. Ele lembra que pedia comida nas casas, mas, quando não recebia doações, apenas bebia água pela estrada.

“Pedia numa casa, às vezes a pessoa dava, às vezes não dava. Às vezes eu só tomava água da estrada. Aí eu vim porque aqui em São Paulo, aqui é muita doação, sabe? Muita doação. O pessoal ajuda muito”, relata.

Trabalhador da construção civil, ele já conseguiu uma oportunidade como ajudante de pedreiro na capital. No entanto, após o término da obra em que atuava, voltou a ficar desempregado.

Hoje, Ronaldo diz sentir falta principalmente do pai, já falecido, e segue em busca de uma nova chance de trabalho para sair das ruas. Apesar disso, ele afirma que enfrenta muitas dificuldades vivendo  na rua

Desde que chegou, o homem dorme todas as noites na Praça do Patriarca, bem em frente ao gabinete do prefeito Ricardo Nunes (MDB). No dia a dia, ele se alimenta por meio de doações de ações humanitárias e toma banho em um Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua (Centro POP) da prefeitura.

“Todo dia ‘nós dorme’ aqui, porque aqui tem alimentação, né? Arroz e feijão, às vezes vem carne, às vezes vem carne moída, é assim que vem. Aí às vezes eles trazem pão com mortadela, trazem suco, aí assim vai levando a vida”, destaca o alagoano.

Metrópoles

Servidor da cidade de Pedro Velho morre após parada cardíaca em evento do Dia do Trabalhador; veja os últimos passos de ‘Pinto’ na corrida

 


Um homem identificado como Marcio Fonseca, 51 anos,  e conhecido carinhosamente por todos como “Pinto” faleceu na cidade de Pedro Velho, no Agreste Potiguar, na tarde desta sexta-feira (1), enquanto participava da tradicional Corrida do Trabalhador do Município.

Pinto participava da tradicional Corrida do Trabalhador quando sofreu uma parada cardíaca. Ele chegou a ser socorrido e levado ao hospital, onde foram realizados os primeiros procedimentos de reanimação, mas infelizmente já deu entrada sem sinais vitais.

Marcio Fonseca era agente de endemias do município, muito conhecido e respeitado pela população. Uma pessoa simples, dedicada e um verdadeiro entusiasta da vida pedrovelhense, sempre presente no dia a dia da comunidade.

Blog Nova Pedro Velho

 

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