quinta-feira, 19 de março de 2026

Fetronor alerta para o risco de redução da frota no RN após alta do diesel

 

 

A Federação das Empresas de Transporte de Passageiros do Nordeste (Fetronor) manifestou preocupação com os impactos do aumento no preço do óleo diesel sobre o setor de transporte no Rio Grande do Norte, no sistema intermunicipal. Segundo a entidade, o combustível já acumula alto em torno de 20%, enviando significativamente os custos operacionais das empresas.

O presidente da federação, Eudo Laranjeiras — que também ocupa a vice-presidência da Confederação Nacional dos Transportes (CNT) — avalia que o cenário pode provocar redução na oferta de serviços, já que os reajustes recentes comprometem o equilíbrio financeiro das operadoras. Diante disso, ele informou que pretende procurar o Governo do Estado do Rio Grande do Norte para discutir alternativas e buscar uma solução para o setor.

"Estamos diante de um aumento expressivo nos principais insumos do setor. O diesel tem um peso determinante na estrutura de custos, e essa elevação impacta diretamente a sustentabilidade das empresas", afirmou o dirigente.

Entre as principais preocupações da federação está o risco de diminuição na oferta de transporte. Segundo a Fetronor, o aumento dos custos pode levar as empresas a reverem as transações, afetando diretamente a população usuária, especialmente em linhas consideradas essenciais.

O cenário, de acordo com a entidade, exige atenção imediata. Sem medidas de mitigação, a tendência é de agravamento das dificuldades financeiras das operadoras, com reflexos na qualidade e na continuidade do transporte de passageiros no estado.

Distribuidoras alertam governo sobre riscos ao abastecimento de combustível

 


O Sindicom, que representa as principais distribuidoras de combustíveis no Brasil, enviou ofício ao governo federal apontando riscos ao abastecimento nacional de combustíveis e pedindo que sejam tomadas providências para que a Petrobras retome os leilões de diesel e gasolina, que foram cancelados nesta semana.

A notícia é da CNN Brasil. No documento, datado da véspera e visto pela Reuters nesta quinta-feira (19), o Sindicom afirmou que as suas distribuidoras têm observado um aumento relevante da demanda por produtos, porém relatam cortes nas cotas de fornecimento e negativa de pedidos adicionais nos meses de março e abril por parte da Petrobras.

A situação "estressa o fluxo regular de produtos", segundo o sindicato, que representa empresas como Vibra, Ipiranga e Raízen. "O cenário global atravessa um dos choques mais severos da história recente, elevando preços e intensificando a disputa internacional por suprimentos", afirmou o Sindicom em nota.

"No plano doméstico, a ausência de diretrizes claras na política de preços e a incerteza no atendimento integral dos pedidos pela Petrobras — somadas à instabilidade no calendário de leilões e ao cancelamento intempestivo de certames — comprometem severamente a previsibilidade operacional e o planejamento estratégico dos agentes de distribuição", afirmou o documento.

Procurada, a Petrobras não respondeu imediatamente a pedidos de comentários.

 

 

Impressionante: Foto mostra diferença de quase R$ 1 no preço da gasolina na divisa entre RN e PB

 


Longo do Blog querer culpar os donos de postos de gasolina pelo aumento dos combustíveis, a comparação nos preços na divisa do Rio Grande do Norte com a Paraíba impressiona. Na imagem, enviada por um leitor, é possível ver quanto custa a gasolina num posto em Mataraca, na Paraíba; e depois na cidade de Canguaretama, já no RN. 

Alguns quilômetros e a diferença de quase R$ 1. E é porque a imagem foi de ontem (18). Hoje (19), já houve um novo aumento da gasolina e do diesel. Ou seja: a diferença deve estar ainda maior. 

Esse texto foi copiado do Blog do Gustavo Negreiros

Pacifista: Trump acha pouco US$ 200 bi pela paz no Oriente Médio

 


A cada dia, a cada notícia, fica mais clara a certeza de que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, é um pacifista. Nesta quinta-feira (19), Trump confirmou que pode buscar 200 bilhões de dólares em novo financiamento do Pentágono, chamando-o de um "pequeno preço a pagar" para garantir que as forças armadas tenham tudo o que precisam para travar uma guerra com o Irã, mas observou que o pedido incluiria mais do que apenas o necessário para a guerra no Irã.

"Queremos estar na melhor forma, a melhor forma em que já estivemos", disse ele do Salão Oval. "É um pequeno preço a pagar para garantir que permaneçamos firmes." Trump não ofereceu detalhes sobre para que o Pentágono precisava do financiamento, dizendo apenas que quer garantir que o exército tenha "grandes quantidades de munições".

Mesmo assim, ele negou que os EUA estivessem com falta de qualquer armamento, argumentando que a administração estava sendo "criteriosa" sobre seus gastos. "Estamos pedindo por muitas razões, além do que estamos falando sobre o Irã", disse Trump. "Munições em particular, as mais sofisticadas, temos muitas, mas estamos preservando-as."

 

 

VÍDEO - Imperdível: Relator da CPMI do INSS pressiona e CEO C6 Bank gagueja e se contradiz

 



Momento imperdível no depoimento do CEO do C6 Bank, Artur Ildefonso Brotto Azevedo, nesta quinta-feira (19), na CPMI do INSS. O relator da comissão, o deputado federal Alfredo Gaspar, encurralou o banqueiro diante dos valores altíssimos de lucro do C6 com os empréstimos consignados.

Em diversos momentos, o CEO chegou a gaguejar ao ser questionado sobre uma série de irregularidades apontadas pela Controladoria-Geral da União (CGU) em empréstimos consignados firmados pelo banco.

Ao final do depoimento, Alfredo Gaspar afirmou que presidentes de entidades que receberam valores semelhantes aos do C6 Bank, cerca de R$ 300 milhões, foram tratados como bandidos na CPMI por serem bandidos.

Por isso, passou-se a questionar se o CEO do C6 Bank também deveria ser tratado como investigado ou como testemunha.

Esse texto foi copiado do Blog do Gustavo Negreiros

Ministros do STF veem prisão domiciliar para Bolsonaro como forma de proteger a Corte; alas do governo consideram medida positiva

 


Um grupo de ao menos quatro ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) avalia que a eventual concessão de prisão domiciliar ao ex-presidente Jair Bolsonaro pode funcionar como uma forma de proteção institucional da própria Corte, diante do agravamento de seu quadro de saúde e dos possíveis desdobramentos políticos do caso. Integrantes do governo e do PT também têm considerado, sob reserva, que a piora clínica indica que chegou o momento de o ex-presidente voltar a cumprir pena em casa.

Reservadamente, os ministros do STF favoráveis à medida passaram a considerar que a manutenção da prisão na Papudinha, em meio a relatos de pneumonia e piora clínica, pode aumentar a pressão sobre o tribunal caso haja uma evolução negativa no estado de saúde do ex-presidente.

Na avaliação desse grupo, uma eventual deterioração poderia expor o STF a um custo político elevado e aprofundar a crise em torno do caso.

Segundo o GLOBO apurou, a leitura ganhou força nos últimos dias após a sinalização de que o quadro de saúde de Bolsonaro acendeu um alerta entre integrantes da Corte. Para esses ministros, a adoção da domiciliar, nesse contexto, poderia reduzir tensões e mitigar riscos ao afastar o tribunal do centro de uma possível crise ainda maior.

Apesar disso, não há consenso no Supremo. Ministros contrários à medida argumentam que o caso de Bolsonaro não se compara ao do ex-presidente Fernando Collor, em que a concessão de domiciliar foi embasada em laudos médicos que apontavam prejuízo concreto à saúde com a manutenção da prisão — o que, até o momento, não está presente no caso atual, sendo que a perícia realizada pela PF não indicou necessidade de tratamento em casa.

Outro ponto levantado por integrantes da Corte é o fato de Bolsonaro ter descumprido medidas cautelares anteriormente, com a violação do uso de tornozeleira eletrônica, o que pesa contra a substituição da prisão preventiva por uma medida mais branda.

A palavra final caberá ao relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, que, segundo interlocutores, ainda não deu sinais claros sobre qual caminho pretende adotar.

Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e 3 meses de prisão, em regime inicial fechado, após condenação por tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

O ex-presidente está internado desde a última sexta-feira em um hospital de Brasília após passar mal durante a madrugada do último dia 13 no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, a “Papudinha”, onde cumpre prisão desde janeiro.

Em paralelo, integrantes do governo e petistas têm afirmado, também de forma reservada, que há riscos eleitorais ao petista na hipótese de piora clínica do antigo mandatário na prisão.

O temor é de que isso sensibilize o eleitor indeciso e acabe beneficiando a candidatura do senador Flavio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência. Governistas entendem que qualquer revés relacionado à saúde pode ser colocado na conta de Moraes e Lula.

A avaliação é que é inegável a fragilidade de saúde do ex-presidente e que se ele for para prisão domiciliar, com o conforto de casa e do convívio familiar, haverá menos comoção popular na hipótese de novas hospitalizações ou mesmo agravamento do quadro.

Outra ponderação feita nos bastidores do governo é de que a decisão de mandar Bolsonaro para casa poderia ser encarada como um gesto de Moraes para baixar a temperatura diante dos desgastes gerados à imagem do ministro em meio as escândalo do Banco Master.

O entorno de Lula, no entanto, pondera que um risco de ter Bolsonaro de volta à prisão domiciliar seria o fato de o ex-presidente voltar a ter amplo contato com o mundo político, ter ainda mais influência na campanha de Flavio Bolsonaro.

O Globo

 

Brasil mantém 2ª maior taxa de juros reais do mundo

 


Mesmo após o Banco Central ter anunciado, nesta quarta-feira (18), uma redução na taxa básica de juros, o movimento não foi suficiente para retirar o Brasil da segunda posição entre as maiores taxas de juros reais do mundo. Com um índice de 9,51%, o país permanece atrás apenas da Turquia, que lidera o levantamento global com 10,38%. Os dados constam no Ranking Mundial de Juros Reais.

A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) estabeleceu um corte de 0,25 ponto percentual, fixando a Selic em 14,75% ao ano. Trata-se do primeiro alívio monetário promovido pela instituição desde maio de 2024, quando a taxa havia sido alterada de 10,75% para 10,5%. A medida confirmou as projeções de analistas que previam uma postura mais conservadora do BC devido ao agravamento do cenário externo.

O atual cenário de guerra no Oriente Médio, envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, gerou uma onda de desconfiança na economia global. O bloqueio do tráfego de embarcações no Estreito de Ormuz pela Guarda Revolucionária Iraniana é o principal ponto de pressão, já que a rota é responsável pelo escoamento de aproximadamente 20% do petróleo mundial. Esse fator pesou na revisão das expectativas do mercado nacional.

Até o início desta semana, o Boletim Focus registrava 23 semanas consecutivas de apostas em um corte mais agressivo, de 0,5 ponto percentual. No entanto, o relatório publicado na segunda-feira (16) já indicava que os investidores “puxaram o freio”, passando a prever o ajuste mais moderado de 0,25 ponto que acabou se concretizando.

O Copom tem novo encontro agendado para os dias 28 e 29 de abril, quando deve reavaliar o patamar da Selic frente aos desdobramentos da crise internacional.

Abaixo, confira os dez países com as maiores taxas de juros reais no ranking global:

Posição

País

Juro real (%)

1

Turquia

10,38%

2

Brasil

9,51%

3

Rússia

9,41%

4

Argentina

9,41%

5

México

5,39%

6

África do Sul

5,22%

7

Indonésia

3,31%

8

Hungria

3,02%

9

Colômbia

2,99%

10

Filipinas

2,81%

 

Moraes aguarda perícia médica para decidir sobre prisão domiciliar de Bolsonaro

 


O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, vai analisar o pedido de prisão domiciliar feito pela defesa de Jair Bolsonaro após a realização de uma perícia médica.

Bolsonaro está internado há uma semana em Brasília com broncopneumonia e ainda não tem previsão de alta. A perícia será determinada após a saída do hospital.

A defesa pede a domiciliar desde o fim do ano passado, mas Moraes já negou ao menos quatro solicitações, com base em laudos que apontam atendimento médico adequado no sistema prisional.

Condenado a 27 anos e três meses por tentativa de golpe, Bolsonaro cumpre pena no Complexo da Papuda desde janeiro.

Nos bastidores, aliados avaliam que uma eventual concessão poderia reduzir pressões sobre o STF. O senador Flávio Bolsonaro se reuniu com Moraes nesta semana para reforçar o pedido.

Com informações de CNN Brasil

Anvisa suspende lotes de fórmula infantil Aptamil após identificação de toxina

 


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária suspendeu a comercialização, distribuição e uso de três lotes da fórmula infantil Aptamil Premium 1 após a identificação de risco de contaminação por toxina. A medida foi publicada no Diário Oficial da União e envolve os lotes 2026.09.09, 2026.10.03 e 2026.09.07, fabricados entre março e abril de 2025.

A decisão foi tomada após a Danone comunicar o recolhimento voluntário dos produtos, motivado pela detecção de cereulida no alimento já preparado. A substância é uma toxina produzida pela bactéria Bacillus cereus e pode causar efeitos adversos, especialmente em bebês.

Segundo a Anvisa, há risco de sintomas como vômitos, diarreia e letargia, caracterizada por sonolência excessiva e redução do estado de alerta. A orientação é que pais e responsáveis interrompam imediatamente o uso dos lotes afetados e verifiquem as informações nas embalagens antes do consumo.

A agência também determinou a retirada dos produtos do mercado e alertou que o descumprimento da medida pode configurar infração sanitária. Em nota, a Danone informou que o recall é preventivo e segue protocolos rigorosos de segurança alimentar. O caso permanece sob monitoramento das autoridades sanitárias.

 

Ação integrada com RN apreende 1,5 t de skunk e marca maior apreensão em rodovias de GO

 




Uma ação integrada entre a Polícia Rodoviária Federal, a Receita Federal e a Polícia Civil do Rio Grande do Norte resultou na maior apreensão de “supermaconha” já registrada nas rodovias federais de Goiás. Ao todo, cerca de 1,5 tonelada de skunk foi interceptada na noite desta quarta-feira (18), na BR-060, no município de Abadia de Goiás.

A operação foi desencadeada a partir do compartilhamento de informações entre os órgãos, que apontavam possíveis irregularidades no transporte de uma carga. Durante a fiscalização, os agentes abordaram um caminhão ocupado por dois homens, de 29 e 39 anos.

Os suspeitos afirmaram transportar portas e estofados automotivos, com origem em Manaus e destino a Brasília. No entanto, inconsistências nas informações sobre o trajeto levantaram suspeitas.

Diante das contradições, os policiais realizaram uma vistoria detalhada no compartimento de carga. Ao fundo da mercadoria declarada, foram encontrados 49 tonéis lacrados contendo aproximadamente 1,5 tonelada de skunk.

Os dois homens foram detidos e encaminhados, junto com o veículo e a droga, à Polícia Civil, que ficará responsável pela continuidade das investigações.

A apreensão histórica reforça a importância da atuação integrada das forças de segurança no combate ao tráfico de drogas nas rodovias do país.

 

 

Eleição de Erika Hilton na presidência da Comissão de Mulheres é rejeitada por 75% dos jovens, diz pesquisa

 



A eleição da deputada Erika Hilton (PSOL-SP) para a presidência da Comissão da Mulher da Câmara dos Deputados é rejeitada pela maioria dos eleitores mais jovens, segundo pesquisa da Realtime Big Data.

A notícia é do R7. De acordo com o levantamento, 75% dos entrevistados entre 16 e 34 anos dizem discordar da escolha, enquanto 25% afirmam concordar.

Na reunião da Comissão da Mulher desta quarta-feira (19), Erika Hilton enfrentou muita tensão com protesto das deputadas por falas da parlamentar trans.

A pesquisa foi realizada nos dias 17 e 18 de março, com 1.200 entrevistados em todo o país, e indica que, embora os jovens apresentem menor resistência relativa, a rejeição à escolha de Erika Hilton permanece majoritária em todas as faixas etárias.

Fetronor alerta para o risco de redução da frota no RN após alta do diesel

    A Federação das Empresas de Transporte de Passageiros do Nordeste (Fetronor) manifestou preocupação com os impactos do aumento no preço ...