segunda-feira, 2 de março de 2026

Influencer que sugeriu “desligar” Nikolas é intimado antes de show

 



A Polícia Legislativa Federal (PLF) indiciou o humorista e influenciador Tiago Santinelli por ameaça de morte ao deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e por incitação ao crime. O Metrópoles apurou que a intimação foi entregue pela PLF a Santinelli momentos antes de um show que Santinelli fez em São Paulo, no último sábado (28).

A informação é da coluna Grande Angular, do portal Metrópoles. O humorista passou a ser investigado por pedir que “desliguem” Nikolas. Na publicação, feita em janeiro deste ano, Santineli diz que “pode ser igual desligaram Charlie Kirk”, assassinado em setembro de 2025, nos Estados Unidos.

“Alguém desliga o Nikolas por favor. Pode ser igual desligaram o Charlie Kirk, não importa. A gente não pode ficar pagando 60K [R$ 60 mil] pra um filho da puta desse que pede para um país estrangeiro invadir o próprio país que ele é pago para representar”, escreveu o humorista na rede social X, antigo Twitter.

No sábado, Santinelli foi intimado a prestar esclarecimentos. No entanto, ele não compareceu à delegacia na data marcada. A investigação deve ser concluída e o inquérito encaminhado à Justiça Federal, que analisará as medidas cabíveis.

O influenciador já havia sido indiciado criminalmente em setembro de 2025 após a divulgação de um vídeo da morte de Charlie Kirk, no qual fez menção ao deputado Nikolas Ferreira. O conteúdo foi considerado ofensivo e passível de responsabilização penal.

 

 

Mais uma denúncia: Sucata também da Caern

 


Depois do "ferro velho" que se tornou o pátio do 4º Batalhão da Polícia Militar, na zona Norte de Natal, uma nova denúncia chega ao Blog: o sucatão próximo a Airton Sena. 

Aí é mais um de responsabilidade do Governo do RN. Seria da Caern, com várias viaturas sem uso se acumulando no terreno. Viaturas e, aparentemente, resto de obra. 

Esse texto foi copiado do Blog do Gustavo Negreiros

Preços do gás na Europa disparam mais de 50% devido ao conflito no Irã

 


Os preços de referência do gás natural no atacado na Holanda e no Reino Unido subiram mais de 50% nesta segunda-feira (2), após o Irã e Israel intensificarem os ataques no Oriente Médio e devido à suspensão de muitos embarques de energia pelo Estreito de Ormuz.

A notícia é da CNN Brasil. Por volta de 13h30, pelo horário de Brasília, o gás era cotado a US$ 111,66, representando uma alta de 42,36%. No entanto, na comparação com o valor de fechamento da sexta-feira (27), a commodity subiu 60,13%.

A maioria dos proprietários de navios-tanque, grandes empresas petrolíferas e empresas comerciais suspenderam os embarques de petróleo bruto, combustível e gás natural liquefeito (GNL) pelo Estreito de Ormuz, disseram fontes do setor, depois que Teerã alertou os navios para não transitarem pela hidrovia.

A Qatar Energy, maior produtora de gás natural do mundo, soltou um comunicado confirmando a paralisação.

"Devido a ataques militares às instalações operacionais da QatarEnergy na Cidade Industrial de Ras Laffan e na Cidade Industrial de Mesaieed, no Estado do Catar, a QatarEnergy interrompeu a produção de gás natural liquefeito (GNL) e produtos associados", diz a nota.

A Europa aumentou as importações de GNL nos últimos anos, buscando eliminar gradualmente o gás russo após a invasão da Ucrânia pela Rússia.

Cerca de 20% do GNL mundial transita pelo Estreito de Ormuz e uma suspensão prolongada ou o fechamento total aumentariam a concorrência global por outras fontes de gás, elevando os preços internacionalmente.

“Aproximadamente 8 a 10% das importações europeias de GNL estão indiretamente ligadas aos fluxos de Ormuz. Num cenário de interrupção, os compradores asiáticos licitariam agressivamente por cargas de GNL dos EUA, apertando o mercado na bacia do Atlântico e elevando drasticamente os preços europeus ”, afirmou Ole Hvalbye, analista de commodities da SEB.

O contrato holandês para o mês seguinte no hub TTF, considerado um preço de referência para a Europa, subiu quase 8 euros, para 39,96 euros por megawatt-hora (MWh). O contrato britânico de abril, NGLNMJ6, subiu 23,43 pence, para 102,00 pence por termia, segundo dados da ICE.

Analistas alertaram que uma interrupção prolongada poderia levar a um aumento ainda maior dos preços. “Mesmo uma redução parcial nas remessas pelo Estreito de Ormuz — e não um fechamento total — provavelmente elevaria o TTF para perto de 50 euros/MWh, dada a estrutura de oferta da Europa”, disseram analistas do Rabobank.

A Europa também depende das importações de GNL para ajudar a encher seus locais de armazenamento de gás, que foram esgotados durante o inverno e estão atualmente com cerca de 30% de sua capacidade, segundo os dados mais recentes da Gas Infrastructure Europe.

“Os estoques europeus já estão significativamente mais baixos do que no mesmo período do ano passado, e uma escassez no fornecimento do Oriente Médio também teria um impacto direto nos preços na Europa”, disseram analistas da Mind Energy.

 

 

Múcio cobra mais recursos e diz que Brasil acompanha ações no Oriente Médio

 


O ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, afirmou nesta segunda-feira (2) que o país acompanha a situação no Oriente Médio e está preparado caso precise atuar na dissuasão e proteção das riquezas internas. Ele defendeu, no entanto, ampliar investimentos no setor de Defesa.

A notícia é da CNN Brasil. "Assim como foi na Venezuela, nesses países onde a gente tem perspectiva de ter problema, nós estamos preparados. Não para agredir. As Forças Armadas brasileiras existem para dissuasão. Nós protegemos o nosso país. Quando digo que precisamos de investir mais em Defesa é para defender o que somos, o que temos, as nossas riquezas que são muitas", disse em entrevista a jornalistas.

Múcio participou nesta manhã de evento em comemoração ao início do Serviço Militar Inicial Feminino. Ao final da cerimônia, o ministro foi questionado sobre escalada no conflito do Oriente Médio após os ataques ao Irã e a retaliação do regime iraniano no último fim de semana.

Com todo mundo armado, eu digo sempre que a principal arma passou a ser a diplomacia. Você tem os primeiros combates, as pessoas atacam, outros se defendem, mas é na sequência que entra a diplomacia.

José Múcio Monteiro, ministro da Defesa

Na visão do ministro, o investimento na área militar deve ser uma prioridade brasileira e já era uma necessidade antes mesmo da recente escalada de tensões no Oriente Médio. "Nós precisamos [nos] armar não por conta disso, porque há muito anos estamos precisando fazer isso. Digo muito ao presidente da República e ele concorda comigo", disse.

Em relação ao conflito, Múcio declarou que Defesa ainda aguarda ser acionada sobre possíveis missões de repatriação de brasileiros que estejam no Oriente Médio. "Ainda não foi solicitado. Estamos conversando. Ainda ontem falei com o embaixador Mauro Vieira [.] Estamos à disposição. Quem diz isso é o Ministério das Relações Exteriores", disse.

 

 

Anvisa proíbe comercialização de marca de palmito em conserva

 


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a comercialização, distribuição, fabricação, propaganda e uso de todos os lotes do produto palmito em conserva da marca Palmito Lemos. A medida foi publicada nesta segunda-feira (2) no Diário Oficial da União (DOU).

Segundo a resolução, a decisão foi motivada por irregularidades constatadas em Relatório de Inspeção Sanitária emitido pela Vigilância Sanitária de Pariquera-Açu (SP). De acordo com o documento, a empresa BR Indústria de Alimentos Limitada, fabricante do produto, operava sem licença sanitária e sem comprovação das Boas Práticas de Fabricação. A Anvisa também apontou as seguintes falhas:

  • Ausência de Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC);
  • Inexistência de controles de qualidade e garantia;
  • Falta de registro dos lotes produzidos;
  • Ausência de Procedimentos Operacionais Padrão (POPs);
  • Ausência de registro de acidificação do palmito, conforme o padrão de identidade e qualidade exigido.

Diante das irregularidades encontradas, houve a suspensão da venda e da fabricação dos produtos, além da interdição total do estabelecimento e de seus produtos.

Fundamentação legal

Segundo a Anvisa, a empresa infringiu dispositivos do Decreto-Lei nº 986/1969, que estabelece normas básicas sobre alimentos no Brasil.

  • Artigo 46: trata das infrações relacionadas à fabricação e comercialização de alimentos em desacordo com as normas sanitárias;
  • Inciso II do artigo 48: prevê penalidades como apreensão e interdição para estabelecimentos que funcionem irregularmente.

A medida também tem como base o inciso XV do artigo 7º da Lei nº 9.782/1999, que atribui à Anvisa a competência para interditar estabelecimentos e proibir a fabricação e comercialização de produtos que apresentem risco à saúde pública.

Posicionamento da empresa

Ao SBT News, um responsável pela empresa, que fica localizada na região do Vale do Ribeira, em São Paulo, afirmou que a fabricante segue todos os padrões exigidos para fabricação e conservação do palmito. Segundo ele, a marca já teria regularizado todos os documentos necessários para o funcionamento das atividades.

O representante informou ainda que pretende buscar a reversão da decisão administrativa e afirmou acreditar que a medida tenha sido motivada por denúncia sem provas feita por comerciantes concorrentes.

A resolução publicada pela Anvisa já está em vigor.

 

CPMI mantém quebra de sigilos de Lulinha e presidente rebate acusação de “fraude” do PT

 


O presidente da CPMI que investiga fraudes no INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), afirmou nesta segunda-feira (2) que foi legítima a votação que aprovou a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula (PT). Segundo ele, não houve erro no procedimento.

“Não houve nenhum erro na votação, está muito claro que seguimos o Regimento o tempo inteiro”, declarou. A votação ocorreu na quinta-feira (26) e terminou em tumulto, após parlamentares governistas questionarem a contagem dos votos e o formato adotado.

De acordo com Viana, a votação em bloco foi solicitada pelo próprio governo, com base no Regimento. Ele também afirmou que a verificação de quórum passou a valer pelo painel eletrônico de presença, que registrou 31 parlamentares no momento da deliberação.

Já o deputado Paulo Pimenta (PT-RS) apresentou questão de ordem pedindo a anulação do resultado e disse ter formalizado à Mesa Diretora um comunicado “a respeito da fraude”.

“As imagens, as fotos oficiais, bem como a declaração assinada, são provas inequívocas de que ocorreu uma fraude. Houve uma decisão de fraudar a decisão. Não foi erro, fraudaram, por má-fé, por opção do presidente”, afirmou.

 

Carnaval de Natal movimenta quase R$ 339 milhões e gera R$ 18,83 para cada R$ 1 investido, aponta pesquisa

 


O Carnaval de Natal 2026 movimentou cerca de R$ 338,98 milhões na economia da capital, segundo a pesquisa “Perfil do Folião do Carnaval de Natal 2026”, do Observatório Potiguar de Inovação do Turismo (Opotur), ligado à UERN. O valor representa crescimento de 12,8% em relação ao ano anterior. O levantamento aponta ainda que, para cada R$ 1 investido pela Prefeitura do Natal, o retorno estimado foi de R$ 18,83 para a economia local e os cofres públicos.

De acordo com o estudo, o evento reuniu público estimado em 1,065 milhão de pessoas, considerando as prévias e os dias oficiais de programação. A ampliação dos polos carnavalescos ajudou a manter os natalenses na cidade, o que aumentou o consumo em setores como alimentação, lazer, transporte urbano e serviços.

A pesquisa também registrou ocupação média próxima de 80% na rede hoteleira durante o período. Houve maior circulação de recursos em áreas tradicionais da festa, como Petrópolis, Ponta Negra e Redinha.

Mesmo com predominância de público local, o levantamento aponta impacto positivo na imagem turística de Natal. Segundo os dados, 92,4% dos participantes afirmaram que recomendariam o Carnaval e 88,5% disseram que pretendem voltar na próxima edição, reforçando o papel do evento como gerador de atividade econômica e visibilidade para a capital.

Veja o resultado completo da pesquisa AQUI.

 

Dólar sobe e petróleo dispara com ataque militar ao Irã; entenda

 


O preço do petróleo no mercado internacional disparou na manhã desta segunda-feira (2), primeiro dia útil após a ofensiva militar dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, que tem como saldo a morte de, ao menos, centenas de pessoas, incluindo o líder supremo do país, o aiatolá Ali Khamenei, e outras autoridades do primeiro escalão.

Pouco depois das 12h, o contrato futuro do petróleo tipo Brent, referência global da matéria-prima, era negociado em Londres perto de US$ 79 o barril, o que representa alta de cerca de 7,6%.

Já o WIT, negociado em Nova York, era cotado a pouco mais de US$ 71 o barril, o que representa salto de cerca de 6%.

Os produtos são negociados 24h por dia nos dias úteis, e as cotações oscilam de acordo com humores do mercado. 

No Brasil, pouco antes das 13h, as ações da Petrobras negociavam na B3 (bolsa de valores de São Paulo) a R$ 44,39, alta de 3,90%. 

Estreito de Ormuz

De acordo com analistas, a alta do petróleo reflete preocupação com a situação do Estreito de Ormuz.

A passagem marítima fica ao sul do Irã e liga os golfos Pérsico ou de Omã. Por lá, passam cerca de 20% da produção mundial de petróleo e gás.

O economista Rodolpho Sartori, da agência classificadora de risco de crédito Austin Rating, explicou à Agência Brasil que o Estreito de Ormuz é a principal rota global para o transporte de petróleo vindo do Irã, Arábia Saudita, Iraque, grandes produtores da commodity (matéria-prima negociada em grandes quantidades e preços internacionais).

“É o principal fator que faz o preço do petróleo explodir. Com o Estreito de Ormuz fechado, a oferta cai muito e, consequentemente, os preços sobem quase que de forma imediata.”

No sábado, dia dos primeiros ataques, houve relatos de centenas de embarcações ancoradas, sem poder atravessar o estreito.

Sartori lembra que o barril do Brent chegou a bater 13% de alta nesta segunda, superando US$ 80. Segundo ele, a alta “é sintomática, pois expõe o quão volátil podem ser os preços em cenários de conflito”.

Para Sartori, enquanto o conflito seguir, e o Estreito de Ormuz seguir fechado, é esperado que os preços do petróleo sigam elevados “e até subam conforme os estoques disponíveis se reduzam”.

Problema logístico

O gerente da tesouraria do Banco Daycoval, Otávio Oliveira, frisa que a preocupação global não é com a produção de petróleo, mas sim com a questão logística.

De acordo com Oliveira, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep+) já anunciou no domingo (1º) o aumento da produção, como forma de garantir a oferta do combustível.

“A Opep tem capacidade produtiva ociosa suficiente para poder suprir o Irã, se o país for retirado da equação produtiva do petróleo global”, avalia.

No entanto, o gerente chama atenção para a logística do Estreito de Ormuz. “Realmente é estreito, com pouca coisa você conseguiria fechá-lo. Um conflito, então, nem se fala”, diz tesoureiro do banco especializado em crédito, investimento e mercado de câmbio.

De acordo com Oliveira, a interrupção do tráfego de navios levaria a uma “bagunça” em todas as cadeias produtivas. Na visão dele, mesmo sendo exportador de petróleo, o Brasil poderia ser afetado por importar derivados do óleo bruto, que chegariam encarecidos ao país.

Inflação

O economista Rodolpho Sartori aponta que, caso a guerra dure bastante tempo, a alta do preço do petróleo pode levar à necessidade de repasse de preços ao consumidor, o que representaria um “repique na inflação”.

O gerente da tesouraria do Banco Daycoval, Otávio Oliveira, não descarta que o conflito tenha como reflexo a diminuição da magnitude do corte de juros no país.

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central já anunciou que pretende cortar a taxa básica de juros, a Selic, na reunião do conselho em março. 

“Tem a possibilidade de esse corte de juros vir um pouco mais tímido. Talvez não 0,50 ponto percentual (p.p.), talvez 0,25 p.p.”, assinala.

Atualmente, a Selic está em 15% ao ano. Quanto menor a taxa, maior o incentivo à atividade econômica e a geração de emprego.

Dólar

O dólar também apresenta alta nesta segunda-feira, interrompendo uma trajetória de queda das ultimas semanas, quando atingiu o menor valor em 21 meses. 

Pouco depois das 12h, a cotação da moeda estrangeira beirava R$ 5,20, alta perto de 1%.

Otávio Oliveira, do Daycoval, explica que, em um primeiro momento, ocorre um movimento chamado de fuga do risco, quando investidores migram recursos de países emergentes, considerados investimento de risco, para economias mais consolidadas.

“Tem a venda do real e a compra de outros ativos, tal qual o próprio dólar, que se fortalece globalmente, e outras moedas que são justamente utilizadas para momentos como esse, como o iene, japonês”, detalha.

Quando uma moeda e muito procurada, o preço dela sobe. O inverso acontece quando uma moeda é muito vendida.

Rodolpho Sartori, da Austin ratings, considera o cenário do dólar complexo. “Em outros períodos, incertezas globais gerariam um dólar mais forte, mas parece que estamos em uma mudança de paradigma”, diz.

Ele avalia que a questão geopolítica que envolve a gestão do presidente Donald Trump leva a incertezas que “têm pesado contra a própria moeda”.

“Parece-me natural que haja algum repique no dólar nesses primeiros dias de conflito, mas não temos mais o quadro do dólar se valorizar de forma abrupta por conta de conflitos, como antes ocorria. Imagino que a moeda americana siga oscilando na faixa de R$ 5,20 a R$ 5,25”, estima Sartori.

 

Motorista é preso suspeito de embriaguez após atropelar quatro pessoas, incluindo duas crianças, no interior do RN

 


Um homem foi preso na noite deste domingo (1º) após atropelar quatro pessoas, entre elas duas crianças, no município de Porto do Mangue, Oeste Potiguar. 

De acordo com a Polícia Militar do Rio Grande do Norte, o motorista apresentou sinais de embriaguez no momento da abordagem. Dentro do veículo, os policiais encontraram latinhas de cerveja.

As crianças receberam os primeiros atendimentos ainda no local e foram encaminhadas ao Hospital Regional Tarcísio Maia, em Mossoró. Até o momento, não há confirmação oficial sobre o estado de saúde das vítimas.

O motorista foi detido e encaminhado à delegacia para os procedimentos cabíveis. O caso será investigado pela Polícia Civil.

 

Nua, misteriosa do sobretudo desafia a PM e se esbalda na fila do bumbum guloso

 


Uma semana após a primeira e bombástica revelação sobre o submundo da QS 3, em Taguatinga Sul, a reportagem da coluna retornou ao cenário da luxúria. O objetivo era claro: conferir se a exposição havia esfriado os ânimos ou se a avidez por uma “rapidinha” no breu ao fundo de um atacadista era mais forte que o medo do flagrante.

A notícia é da coluna Na Mira, do Metrópoles. No entanto, o cenário encontrado foi uma noite que teima em arder, na qual o jogo perigoso apenas tempera o desejo. Por volta da 1h, quando o point já fervilhava e a fila de veículos se estendia como uma serpente metálica no acostamento, um elemento diferente cortou a fluidez da sacanagem.

O giroflex desligado por alguns momentos não impediu que a silhueta inconfundível de uma viatura da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) surgisse na retaguarda dos surubeiros.

O zíper que se fecha no susto

A viatura passou vagarosamente, como um predador observando seu território. O feixe de luz da lanterna tática varreu o interior dos carros estacionados, devassando a intimidade da fila da perdição. O efeito foi instantâneo: um homem que mantinha a porta do motorista aberta, entregue ao prazer, assustou-se com a claridade invasiva.

Em um movimento reflexo de sobrevivência, fechou o zíper, recolheu o corpo para dentro do carro e bateu a porta. Não houve abordagem, apenas a presença intimidadora que arrefeceu temporariamente a surubada a céu aberto.

Mas o desejo na QS 3 tem memória curta para o medo. Assim que a patrulha zarpou e as luzes traseiras da viatura sumiram na curva, a distopia sacana ganhou contornos cinematográficos. Foi então que uma Hilux branca, impecável, manobrou com precisão para se espremer na fila da safadeza.

O sobretudo que escondia o fogo

Quem desembarcou do veículo deixou os veteranos do local em estado de choque. Uma mulher, cuja presença desafiava a hegemonia masculina na escuridão, desceu do carro usando apenas um sobretudo entreaberto. Pela fenda do tecido, o contraste era absoluto: seios bem torneados e nudez total sob o casaco enfrentavam a incredulidade da macharada.

A conversa foi curta, mas a ação foi digna de um roteiro proibido. Sem se fazer de rogada, ela se esticou sobre o capô da caminhonete, oferecendo-se ao asfalto e ao destino. Todas as imagens foram registradas pela equipe de reportagem do Metrópoles como capítulos de um seriado apimentado.

Um homem aleatório, que já rondava a Hilux como um lobo, não perdeu a oportunidade. Engatou por trás com uma selvageria que parecia vingar o tempo perdido durante a ronda policial. O sexo foi vigoroso, ruidoso e cru, transformando o capô branco em um altar de prazer profano.

A sacanagem é de todos

O clímax da cena só foi interrompido quando mais um carro, buscando seu lugar na fila, jogou o feixe de luz alto sobre a traseira da Hilux. O clarão denunciou o óbvio para quem ainda tinha dúvidas: a “fila do bumbum guloso” não serve apenas aos desejos masculinos.

A sacanagem ali é democrática, fluida e faminta. Ignora gêneros e faz pouco caso das leis, quando o que está em jogo é o espasmo final sob o céu nebuloso de Taguatinga.

A noite na QS 3 provou, mais uma vez, que o proibido não se apaga com exposição midiática ou rondas policiais. Ele apenas se reinventa, em novas formas, cores e intensidades.

Sexo em público é crime

Segundo a Polícia Civil do DF, os homens flagrados “se divertindo” no meio da rua ferem o Código Penal Brasileiro, já que praticar sexo em público é crime. Enquadram-se no artigo 233, que dispõe sobre a prática de ato obsceno.

A pena prevista varia de 3 meses a 1 ano de prisão ou multa. O crime é registrado como contravenção penal.

 

 

CNJ afasta desembargador suspeito de vender sentenças

 


O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) afastou o desembargador de Mato Grosso Dirceu dos Santos, investigado por suposta venda de sentenças. O magistrado foi alvo de operação da Polícia Federal (PF) nesta segunda-feira (2/3).

A notícia é do Metrópoles. Segundo as investigações do CNJ, Dirceu é suspeito de receber vantagens indevidas para proferir decisões favoráveis a terceiros, entre empresários e advogados.

As suspeitas surgiram após a quebra dos sigilos bancário e fiscal do desembargador. A apuração indicou que o aumento do patrimônio dele não é compatível com os rendimentos declarados ao longo da carreira na magistratura.

Os dados indicam que o magistrado movimentou R$ 14,6 milhões em bens nos últimos cinco anos. A análise do CNJ, com base nas declarações de Imposto de Renda, identificou variação patrimonial a descoberto, especialmente entre 2021 e 2023 — período em que os ilícitos teriam ocorrido.

“Apenas neste último ano, a diferença entre o incremento patrimonial e seus rendimentos licitamente auferidos alcançou o patamar de R$ 1.913.478,48”, informou o CNJ.

O afastamento foi determinado pelo corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell Marques.

Operação

A PF cumpriu diligências na sede do Tribunal de Justiça de Mato Grosso com o objetivo de recolher documentos e equipamentos eletrônicos.

O material recolhido pelos investigadores será periciado e, posteriormente, entregue pela PF ao CNJ.

 

 

Influencer que sugeriu “desligar” Nikolas é intimado antes de show

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