sábado, 6 de junho de 2026

O SEU DINHEIRO: Potiguares já pagaram R$ 12,75 bilhões em impostos em apenas 5 meses

 


Os contribuintes do Rio Grande do Norte já pagaram R$ 12,75 bilhões em impostos em pouco mais de cinco meses de 2026, segundo dados divulgados pelo Impostômetro.

O painel aponta que, entre 1º de janeiro e 6 de junho, a arrecadação de tributos no estado alcançou R$ 12.749.711.628,32. O valor reúne impostos, taxas e contribuições recolhidos pelos governos federal, estadual e municipal.

A marca bilionária foi atingida antes mesmo da metade do ano e reflete o volume de recursos arrecadados junto a pessoas físicas e empresas potiguares.

Os números são atualizados em tempo real pelo Impostômetro, ferramenta que acompanha a arrecadação tributária com base em dados oficiais das três esferas de governo.

O levantamento não detalha quanto do total arrecadado permanece no estado ou é destinado à União e aos municípios, mas mostra o montante de tributos recolhidos no Rio Grande do Norte ao longo de 2026.

Até a manhã deste sábado (6), o valor já superava R$ 12,7 bilhões, mantendo o ritmo elevado de arrecadação registrado desde o início do ano.

 

IMPOSTÔMETRO: brasileiros já pagaram R$ 1,77 trilhão em impostos de 1º de janeiro até este sábado (6)

 


Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) registrou que os brasileiros já pagaram R$ 1.775.158.220.004,13 em impostos entre 1º de janeiro e 6 de junho de 2026, o que corresponde a aproximadamente R$ 1,77 trilhão.

O dado reforça o ritmo acelerado da arrecadação tributária no país em poucos meses do ano, em meio a críticas recorrentes sobre a alta carga de impostos.

Apesar dos números expressivos, o debate sobre a qualidade dos serviços públicos volta a ganhar força, com questionamentos sobre a relação entre o volume arrecadado e a entrega de infraestrutura, saúde, educação e segurança à população.

A marca bilionária reacende discussões sobre o sistema tributário brasileiro, frequentemente apontado como complexo e pesado para o contribuinte.

O levantamento é do Impostômetro, ferramenta que contabiliza em tempo real os tributos pagos pelos brasileiros ao longo do ano.

 


André Mendonça cobra limites do STF e defende “respeito às decisões do Congresso”

 



O ministro do STF, André Mendonça, afirmou que a Corte deve respeitar as decisões do Congresso Nacional e defendeu a necessidade de delimitação clara entre as competências dos Poderes da República.

As declarações foram feitas durante um congresso de Direito Constitucional.

Segundo Mendonça, cabe ao Poder Legislativo a função de elaborar as leis, a partir da representação popular, enquanto ao Judiciário compete a interpretação e aplicação dessas normas, dentro dos limites estabelecidos pela Constituição Federal.

O ministro destacou ainda que a harmonia institucional depende do respeito às atribuições de cada Poder, reforçando o princípio da separação dos Poderes previsto no sistema constitucional brasileiro.

As falas ocorrem em meio a debates sobre o alcance das decisões do Supremo Tribunal Federal e o equilíbrio entre as funções exercidas pelas instituições da República.

Com informações de Poder 360

Pesca do RN permanece com exportações travadas e teme nova tarifa dos EUA

 


A nova preocupação envolve a possibilidade de os Estados Unidos aplicarem uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros, com eventual adicional de 12,5% ligado a acusações de omissão no combate ao trabalho escravo.

O setor pesqueiro do Rio Grande do Norte voltou a acender o alerta diante da possibilidade de uma nova tarifa dos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. Ainda em recuperação dos efeitos do tarifaço anterior, empresários temem que uma nova cobrança retire competitividade do pescado fresco potiguar, especialmente atum, meca e pescados costeiros, hoje entre os principais itens exportados pelo Estado para o mercado americano.

O diretor do Sindipesca no Rio Grande do Norte, Arimar França, afirmou que o setor ainda sente os efeitos da primeira taxação. Segundo ele, foram sete meses de dificuldades, com empresas que não resistiram, perda de empregos e tentativas de adaptação ao mercado interno. A alternativa, porém, não foi suficiente para absorver a produção antes destinada à exportação.

“O setor ainda está curtindo a ressaca do primeiro tarifaço. Foram sete meses de muita dificuldade. Algumas empresas não conseguiram. Ficaram pelo caminho. Muitos empregos foram perdidos e outros tentaram se adaptar”, disse.

Arimar afirmou que o programa Brasil Soberano, anunciado pelo governo federal para apoiar empresas afetadas, teve alcance limitado no setor. Segundo ele, diferentemente das linhas abertas durante a pandemia, o programa não contava com fundo garantidor, o que restringiu o acesso ao crédito. “Poucas empresas tiveram acesso. Só tiveram acesso utilizando seus próprios limites de crédito”, afirmou.

A nova preocupação envolve a possibilidade de os Estados Unidos aplicarem uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros, com eventual adicional de 12,5% ligado a acusações de omissão no combate ao trabalho escravo. Na conta do setor, a taxação poderia chegar a 37,5%. Para Arimar, esse patamar tornaria o pescado potiguar praticamente inviável no mercado americano.

“Vai complicar muito, porque fica quase que semelhante ao 50% que a gente teve o ano passado. Dá 37,5%. É impossível. É quase impossível”, afirmou. Ele disse que o Brasil consegue competir hoje porque a tarifa está em 10%, patamar semelhante ao de outros países. Se a cobrança subir, o produto brasileiro perderá espaço. “Quando a gente partir para 37,5% contra 10% dos outros, a gente vai ficar de fora de novo”, disse.

O peso dos Estados Unidos é maior porque a Europa, antigo destino relevante do pescado brasileiro, está fechada para o setor desde 2018. Arimar explicou que o pescado fresco produzido no Rio Grande do Norte tinha como principais mercados Estados Unidos e Europa, enquanto a Ásia compra sobretudo produtos congelados, como a lagosta. Com o mercado europeu suspenso, o RN ficou mais dependente dos americanos.

Uma possível reabertura da Europa, no entanto, passou a ser vista como alternativa. Arimar informou que auditores da autoridade sanitária europeia farão avaliação no Brasil e que a Produmar, empresa potiguar do setor, estará entre as unidades auditadas. Segundo ele, a vistoria não mira apenas empresas, mas o sistema de controle do governo brasileiro.

A cadeia atingida vai além das indústrias exportadoras. Arimar citou barcos de pesca industrial, fornecedores locais e comunidades pesqueiras distribuídas de Baía Formosa e Sagi até Areia Branca. Segundo ele, são centenas de embarcações e milhares de pescadores envolvidos na atividade. No caso da pesca, afirmou, cada emprego no mar gera sete ou oito empregos em terra.

O diretor do Sindipesca também chamou atenção para a perda de força da indústria pesqueira potiguar nos últimos anos. Segundo ele, o Estado já teve 11 frigoríficos processando lagosta e hoje basicamente conta com uma indústria nessa área. O RN também já liderou a produção de camarão e atum no Brasil, posições hoje ocupadas pelo Ceará.

Mesmo assim, Arimar afirmou que o Rio Grande do Norte mantém referência no atum voltado à culinária japonesa. Segundo ele, o pescador potiguar tem baixa escolaridade, mas alta qualificação, o que permite ao Estado competir com grandes produtores mundiais em qualidade.

O setor pretende procurar a Fiern e a CNI para acompanhar a evolução da discussão e buscar articulação antes da decisão americana. Arimar disse que, no momento, o clima é de incerteza, porque empresários, governo e consultores ainda não sabem se a tarifa permanecerá em 10%, subirá para 25% ou chegará a 37,5%. “Está muito perdido. O clima é de incerteza”, afirmou.

 

Ex-presidiário é morto a tiros no bairro Nova Descoberta, em Caicó/RN

 



Um homicídio foi registrado na noite desta sexta-feira (5) no bairro Nova Descoberta, na zona leste de Caicó, região Seridó do Rio Grande do Norte.

A vítima foi identificada como Thales, conhecido pelo apelido de “Talim”. De acordo com informações apuradas no local, ele foi alvejado por disparos de arma de fogo efetuados por indivíduos ainda não identificados.

Thales havia deixado recentemente o regime fechado do Presídio Estadual do Seridó (Pereirão), onde cumpria pena, e estava em regime semiaberto. Após o atentado, equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foram acionadas e prestaram socorro, mas a vítima não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local.

A Polícia Militar isolou a área para preservar a cena do crime até a chegada das equipes do Instituto Técnico-Científico de Perícia (ITEP) e da Polícia Civil, que realizarão os procedimentos periciais e a remoção do corpo.

O caso será investigado pela Polícia Civil, que buscará identificar os autores do crime e esclarecer a motivação da execução.

Com mais este registro, a violência volta a preocupar moradores da região, enquanto as autoridades intensificam as investigações para elucidar o homicídio.

 

Homem é executado a tiros em via pública na cidade de Areia Branca, RN

 



Um homicídio foi registrado na noite desta sexta-feira (05) no município de Areia Branca, na região da Costa Branca potiguar. A vítima foi identificada como Paulo Roberto da Silva Dantas, de 28 anos.

Segundo informações, Paulo Roberto foi morto a tiros enquanto estava em via pública no bairro Navegantes. Moradores relataram ter ouvido diversos disparos, e a Polícia Militar foi acionada para atender a ocorrência.

Ao chegar ao local, os policiais realizaram o isolamento da área até a chegada das equipes da Polícia Civil e da perícia criminal. Durante os procedimentos periciais, foram recolhidas cápsulas deflagradas de pistola calibre .40, material que será submetido à análise para auxiliar nas investigações.

Equipes da Delegacia de Plantão de Mossoró e peritos da Polícia Científica realizaram os levantamentos iniciais na cena do crime. Após a conclusão dos trabalhos periciais, o corpo foi removido pelo Instituto Técnico-Científico de Perícia (ITEP) de Mossoró.

Até o momento, a motivação do crime e a identidade dos autores permanecem desconhecidas. O caso será investigado pela Polícia Civil de Areia Branca, que dará continuidade às diligências para esclarecer as circunstâncias do homicídio e identificar os responsáveis.

Com este crime, a violência volta a preocupar moradores da cidade, enquanto as autoridades intensificam as investigações para elucidar mais um assassinato registrado na região Oeste do Rio Grande do Norte.

 

Antes dos EUA, oposição propôs equiparar facções a terrorismo 19 vezes

 


A classificação de organizações criminosas brasileiras como grupos terroristas pelos Estados Unidos reacendeu uma mobilização de congressistas de direita que buscaram, ao menos 19 vezes via projetos de lei, mudar essa classificação no país.

As iniciativas miram, em especial, o PCC (Primeiro Comando da Capital) e o CV (Comando Vermelho), designados oficialmente como organizações terroristas estrangeiras pelos EUA na sexta-feira (5).

Levantamento da CNN mostra que há ao menos 18 projetos de lei em tramitação na Câmara dos Deputados que propõem alterações na categorização e na Lei Antiterrorismo, criada em 2016. Antes, durante a análise do chamado PL Antifacção, a oposição também tentou – sem sucesso – incluir a mudança.

Em maio de 2025, representantes da Casa Branca já haviam defendido reconhecer organizações criminosas transnacionais como terroristas durante uma reunião com o governo brasileiro. Na época, o Executivo brasileiro rejeitou a sugestão dos EUA.

Com isso, grupos da direita passaram a se mobilizar para levar adiante essa mudança via Legislativo. A principal ofensiva foi realizada no projeto Antifacção, enviado pelo governo após a megaoperação policial no Rio de Janeiro que mirou o CV e deixou mais de 120 mortos.

O texto passou por uma série de mudanças, mas o relator, deputado Guilherme Derrite (PP-SP), não obteve apoio para ampliar as motivações do crime de terrorismo e enfrentou forte resistência da base governista.

A ideia defendida por Derrite, no entanto, não foi uma novidade no Congresso. Um conjunto de projetos neste sentido tramita na Câmara. O mais antigo é de 2018.

Conforme levantamento da CNN, as propostas miram mudanças na Lei Antiterrorismo para ampliar o conceito de terrorismo e enquadrar a ação de organizações criminosas no Brasil, em especial as que promovem domínio de territórios e atentam contra a ordem pública.

Das propostas apresentadas, sete são de deputados do PL. As demais são de autoria de parlamentares do Novo, União Brasil, Podemos e PP. A intenção é reforçar o combate contra o crime organizado e ampliar punições. A ideia é defendida principalmente por representantes da direita.

O governo, no entanto, é contrário à classificação. Integrantes do Executivo avaliam que a ação terrorista é subjetiva e envolve questões ideológicas e políticas, enquanto a atuação de facções mira lucro econômico por meio da prática de crimes.

Uma das propostas, de 2023, institui a “Lista de Organizações Terroristas” com mais de 80 grupos nacionais e estrangeiros listados, entre eles o PCC, CV, Hamas, Hezbollah e até o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra).

O projeto é de autoria do deputado Paulo Bilynskyj (PL-SP) e teve o apoio de outros 50 parlamentares que assinaram como coautores. A proposta aguarda análise na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça).

Classificações ampliadas

Outros projetos que tramitam na Casa miravam classificar grupos estrangeiros como terroristas, mas tiveram relatórios apresentados para ampliar a categorização para facções brasileiras.

É o caso de uma proposta do deputado Dr. Fernando Máximo (PL-RO), apresentada ano passado. Inicialmente, o texto propunha reconhecer o movimento Houthis como organização terrorista.

O relatório do deputado Rodrigo Valadares (União-SE) mudou o projeto e propôs a criação de uma lista nacional de pessoas, organizações e entidades terroristas. A definição dos nomes seria feita por decreto em ato conjunto dos Ministérios das Relações Exteriores, Justiça e Defesa. O projeto, no entanto, está parado e ainda aguarda análise na CCJ.

Mudanças semelhantes também foram apresentadas em um PL que reconhece, como organizações terroristas, grupos criminosos transnacionais de atuação na América Latina. O texto de Rodrigo Valadares (União-SE) propôs incluir somente as organizações venezuelanas Cartel de los Soles e Trem de Aragu como terroristas.

O relator na Comissão de Relações Exteriores, deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP), incluiu outras novas organizações: MS-13, Cartel de Sinaloa, Cartel de Jalisco Nueva Generación, Cartel del Noreste, La Nueva Familia Michoacana, Cartel del Golfo, Carteles Unidos, Clã do Golfo, Los Choneros, Barrio 18, além de PCC e CV. O projeto também tramita na CCJ.

Outras propostas

Além de iniciativas que miram a classificação de organizações criminosas, o Congresso tem ainda diversos projetos que detalham novos tipos de “atos de terrorismo” ou que agravam penas para essas condutas.

Há iniciativas, por exemplo, para considerar ato terrorista práticas como: ações contra o meio ambiente; invasões de terra; atentados contra o patrimônio público ou privado; porte de armas de fogo de uso restrito; homicídio de agentes de segurança pública; e o chamado “novo cangaço”.

Pelo menos outros três projetos miram tipificar o crime de “narcoterrorismo” para considerar o tráfico de drogas por facções como ato de terrorismo.

No Senado, há ainda uma proposta de Jorge Seif (PL-SC) que determina a criação de um Cadastro Brasileiro de Organizações Terroristas, chamado de CadTerror.

A ideia é responsabilizar pessoas jurídicas pelo financiamento ao terrorismo e incluir a prevenção e combate ao financiamento do terrorismo nas atividades de inteligência financeira. O texto, no entanto, está parado em uma comissão temática que não tem novas reuniões desde 2025.

CNN Brasil

 

 

Prazo de inscrição do Enem é prorrogado

 


Os estudantes ganharam mais alguns dias para garantir participação no Enem 2026. O prazo de inscrição para o exame foi prorrogado até o dia 12 de junho. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (5) em edição extra do Diário Oficial da União.

Com a mudança, os candidatos devem fazer a inscrição exclusivamente pela Página do Participante. O novo prazo também vale para estudantes da rede pública que tiveram a pré-inscrição realizada automaticamente e precisam confirmar os dados para participar da prova.

A prorrogação também alterou o calendário de pagamento da taxa de inscrição, que continua em R$ 85 para quem não tem direito à isenção. O pagamento poderá ser feito até 12 de junho. Já as provas seguem mantidas para os dias 8 e 15 de novembro em todo o país.

O Enem é utilizado como porta de entrada para universidades públicas e privadas por meio de programas como Sisu, Prouni e Fies. As notas também podem ser usadas para certificação do ensino médio por participantes maiores de 18 anos que não concluíram os estudos.

 

PF planeja colocar Vorcaro em lista da Interpol para rastrear movimentações no exterior

 


A Polícia Federal pretende incluir o empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, na chamada lista de difusão prateada da Interpol. O mecanismo internacional é utilizado para localizar, monitorar e identificar bens e movimentações financeiras de investigados fora do país.

Segundo informações divulgadas pelo jornal O Globo, a medida faz parte das investigações que apuram operações financeiras ligadas a Vorcaro no exterior. Diferentemente da difusão vermelha, usada para localizar foragidos, a difusão prateada tem como foco o rastreamento de patrimônio e ativos.

A iniciativa ocorre em meio às apurações sobre recursos que teriam sido enviados aos Estados Unidos para financiar o filme "Dark Horse", produção sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. A Polícia Federal também avalia solicitar a quebra de sigilo bancário de um fundo americano que teria recebido parte desses valores.

O diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, afirmou que a corporação aguarda manifestações da Procuradoria-Geral da República e do Supremo Tribunal Federal para definir os próximos passos da investigação. A inclusão de Vorcaro na lista da Interpol permitiria ampliar a cooperação internacional para identificar eventuais bens e movimentações financeiras mantidos fora do Brasil.

O Globo

 

 

CAERN INFORMA: A CAERN, realiza parada programada de abastecimento na Adutora Monsenhor Expedito, terça-feira (09)

 


A Caern realiza uma parada programada de abastecimento para as cidades atendidas pela Adutora Monsenhor Expedito, nesta terça-feira (9), a partir das 7 horas da manhã.

Durante a suspensão do fornecimento de água, equipe da Companhia vai realizar melhoria na Estação 2 de bombeamento situada no município de Monte Alegre, com a execução de uma estrutura para a instalação de um novo conjunto motobomba, garantindo maior vazão e melhores condições operacionais.

O serviço tem previsão de conclusão em 24 horas, ou seja, o sistema será religado no início da manhã da quarta-feira (10). Após retomado o abastecimento, a normalização para todas as cidades atendidas se dará em até 72 horas.

PETROLÃO NA MIRA: Justiça condena seis por corrupção e lavagem em contratos da Petrobras

 


A Justiça Federal condenou seis pessoas pelos crimes de corrupção ativa e lavagem de dinheiro em um esquema envolvendo contratos firmados entre consórcios de empreiteiras e a Petrobras.

A decisão é da 13ª Vara Federal de Curitiba (PR) em ação movida pelo MPF e os condenados ainda podem recorrer, segundo informações do Diário do Poder.

De acordo com as investigações, o grupo atuou entre 2004 e 2014 em um esquema que fraudava licitações da estatal por meio de um cartel de grandes empreiteiras. Eles combinavam os vencedores dos contratos e pagavam propinas a gestores da Petrobras para garantir a execução das obras.

O caso envolve contratos ligados à Refinaria Henrique Lage (Revap), em São José dos Campos (SP), à Refinaria de Paulínia (Replan), em Paulínia (SP), e à Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), em Araucária (PR).

Como acusados atuavam

Segundo a investigação, três ex-executivos de uma empresa de engenharia industrial participaram diretamente do direcionamento dos contratos. Outros três condenados atuavam como operadores financeiros responsáveis por movimentar e ocultar recursos ilícitos.

Para esconder a origem do dinheiro, o grupo utilizava contratos fictícios, notas fiscais falsas e empresas de fachada. Os valores eram movimentados por transferências bancárias, saques em dinheiro e operações realizadas no exterior.

As investigações também apontaram prejuízos à Petrobras. Em um dos contratos analisados, relacionado a obras na Revap, o valor final ficou 39,42% acima da estimativa inicial da própria estatal.

A Receita Federal confirmou irregularidades e aplicou uma autuação superior a R$ 107 milhões à empresa envolvida no caso.

Penas

Os três ex-executivos foram condenados por corrupção ativa e lavagem de dinheiro. As penas variam de 12 anos e dois meses a 14 anos e sete meses de prisão, além de multa.

Já os três operadores financeiros receberam penas de sete anos, seis meses e 20 dias de reclusão, em regime inicial semiaberto, também com pagamento de multa.

A sentença ainda extinguiu a punibilidade de outros dois acusados. Segundo a decisão, ambos possuem mais de 70 anos, situação que reduz pela metade os prazos previstos na legislação penal.

 

O SEU DINHEIRO: Potiguares já pagaram R$ 12,75 bilhões em impostos em apenas 5 meses

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