terça-feira, 3 de março de 2026

CAMPESTRENSE - EXCLUSIVO: Eribaldo Lima, declara apoio a pre´-candidatura de Alvaro Dias a governo do estado

 


Campestrense, o prefeito Eribaldo Lima, reencontrou hoje (03), o amigo e ex-prefeito de Natal, @alvarodiasrn , para uma reunião muito produtiva, e declarou o seu apoio para o governo do estado. 🤝✨

Eribaldo e Álvaro Dias, c
𝐨𝐧𝐯𝐞𝐫𝐬𝐚ram 𝐬𝐨𝐛𝐫𝐞 𝐚𝐬 𝐩𝐫𝐢𝐧𝐜𝐢𝐩𝐚𝐢𝐬 𝐝𝐞𝐦𝐚𝐧𝐝𝐚𝐬 𝐝𝐞 𝐒𝐚̃𝐨 𝐉𝐨𝐬𝐞́ 𝐝𝐨 𝐂𝐚𝐦𝐩𝐞𝐬𝐭𝐫𝐞🏙️, os desafios que enfrenta no dia a dia 📊 e os caminhos possíveis para fortalecer não apenas o município, mas todo o nosso estado do RN🌎💚

Foi um momento de diálogo, troca de experiências e construção de ideias 💡📌, sempre com responsabilidade, equilíbrio e compromisso com as pessoas 👥

𝗦𝗲𝗴𝘂𝗶𝗺𝗼𝘀 𝘂𝗻𝗶𝗱𝗼𝘀, 𝗽𝗲𝗻𝘀𝗮𝗻𝗱𝗼 𝗴𝗿𝗮𝗻𝗱𝗲, 𝗽𝗹𝗮𝗻𝗲𝗷𝗮𝗻𝗱𝗼 𝗼 𝗳��𝘁𝘂𝗿𝗼 𝗲 𝘁𝗿𝗮𝗯𝗮𝗹𝗵𝗮𝗻𝗱𝗼 𝗽𝗼𝗿 𝘂𝗺 𝗥𝗶𝗼 𝗚𝗿𝗮𝗻𝗱𝗲 𝗱𝗼 𝗡𝗼𝗿𝘁𝗲 𝗰𝗮𝗱𝗮 𝘃𝗲𝘇 𝗺𝗮𝗶𝘀 𝗳𝗼𝗿𝘁𝗲, 𝗷𝘂𝘀𝘁𝗼 𝗲 𝗽𝗿𝗼́𝘀𝗽𝗲𝗿𝗼 🚀🤍




CAMPESTRENSE - Nesta segunda-feira (02), o prefeito Eribaldo Lima, realizou a entrega dos Kits Escolares logo no primeiro dia de aula

 


Campestrense, nesta segunda-feira (02) o 𝐝𝐢𝐚 𝐝𝐞 𝐜𝐨𝐦𝐞𝐜̧ou 𝐨 𝐚𝐧𝐨 𝐥𝐞𝐭𝐢𝐯𝐨 𝐜𝐨𝐦 𝐨 𝐩𝐞́ 𝐝𝐢𝐫𝐞𝐢𝐭𝐨! O prefeito Eribaldo Lima, ao lado do secretário municipal de Educação, @luizzeeduardo_ , teve a alegria de realizar a entrega dos kits escolares logo no primeiro dia de aula. 🎒

Ver o sorriso no rosto de cada aluno recebendo seu material me dá ainda mais certeza de que estamos no caminho certo, investindo no que realmente importa: o futuro da nossa cidade! 💙📖 – Eribaldo Lima.

𝗦𝗲𝗴𝘂𝗶𝗺𝗼𝘀 𝘁𝗿𝗮𝗯𝗮𝗹𝗵𝗮𝗻𝗱𝗼 𝗰𝗼𝗺 𝗰𝗼𝗺𝗽𝗿𝗼𝗺𝗶𝘀𝘀𝗼, 𝗿𝗲𝘀𝗽𝗼𝗻𝘀𝗮𝗯𝗶𝗹𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗲 𝗺𝘂𝗶𝘁𝗼 𝗰𝗮𝗿𝗶𝗻𝗵𝗼 𝗽𝗲𝗹𝗮 𝗻𝗼𝘀𝘀𝗮 𝗲𝗱𝘂𝗰𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼. 🚀
#Educação #PrimeiroDiaDeAula #CompromissoComOFuturo

Guilheme Saldanha revela pressão de Cadu Xavier: ‘Ligou e disse: o candidato de Fátima sou eu’

 


Nome que passou a ser cotado nas últimas semanas para disputar o Governo do Estado na eleição indireta, o secretário de Agricultura, Guilherme Saldanha (PSDB), revelou ter sido emparedado pelo candidato oficial do governo até agora: o secretário da Fazenda, Cadu Xavier (PT).

Em entrevista à rádio Jovem Pan News Natal, Saldanha contou que, quando passou a ter o nome especulado para a eleição, recebeu uma ligação direta de Cadu. Na chamada, o secretário da Fazenda teria reiterado que ele é o candidato escolhido pela governadora Fátima Bezerra. O secretário de Agricultura falou sobre a história aos risos.

“Um dia desse ele ligou para mim, logo quando surgiu esse negócio dos nomes. Disse: ‘Eu vou encurtar logo a conversa aqui que eu vou para outro assunto’. Eu disse: ‘O que foi?’. Ele: ‘Olhe, esse negócio que estão dizendo de ser governador… O governador do nosso grupo, da governadora Fátima Bezerra, é Cadu Xavier, viu?’. Eu fiz: ‘Homem, não se estresse com isso não, pelo amor de Deus’”, afirmou Saldanha, ao Jornal da Manhã, na última quarta-feira 25.

Na mesma entrevista, Saldanha falou pela primeira vez que não descarta ser candidato na eleição indireta. Ele disse que, se for convidado para entrar na disputa, vai estudar a possibilidade “com carinho”.

“Precisa ter um entendimento muito grande, de todo mundo. Se chegarem ao entendimento, e a depender de qual seja essa conjuntura e de quais serão as responsabilidades, o que eu vou conseguir fazer, a gente vai estudar com carinho. Não descarto”, afirmou o secretário.

Guilherme Saldanha é filiado ao PSDB e está no governo por indicação do presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira (PSDB). O secretário de Agricultura tem surgido como alternativa para o mandato tampão diante da resistência de deputados estaduais ao secretário da Fazenda, nome preferencial de Fátima Bezerra.

Na entrevista à Jovem Pan News Natal, Saldanha declarou que acredita que o governo conseguirá viabilizar o sucessor na disputa da eleição indireta.

“Vai se encontrar um entendimento. Não tenho dúvida de que ela vai conseguir. A governadora Fátima é uma águia política. Ela deixa um legado de seriedade. Você nunca ouviu o nome da governadora, senadora ou deputada Fátima envolvida em nenhum tipo de escândalo. E ela cobra muito isso (dos auxiliares). A gente pode bater no peito e dizer que se dedica por algo que a gente tem plena convicção de que tem seriedade. E ela é muito bem articulada. Você nunca viu a governadora não falar com alguém. Ela cumprimenta todos com muita graça, cordialidade”, destacou o secretário.

Em um café da manhã com jornalistas no dia 11 de fevereiro, Fátima Bezerra defendeu que, após sua renúncia, um nome ligado ao PT assuma o governo até o final do mandato. Mas, em meio a resistência a Cadu, ela admitiu que considera “outras opções” para a eleição indireta.

“É mais do que legítimo que o PT possa indicar esse nome, visto que quem foi eleito nas urnas em 2018 e 2022 foi o Partido dos Trabalhadores. Então, é legítimo que o PT reivindique esse nome. O nome de Cadu Xavier foi colocado, mas Cadu desde o início sabe que nós trabalhamos com outras opções. Ele tem clareza exatamente disso”, afirmou Fátima Bezerra.

Eleição indireta

O RN deverá ter uma eleição indireta se forem confirmadas as renúncias da governadora Fátima Bezerra (PT) e do vice-governador Walter Alves (MDB) antes do fim do mandato. Eles já anunciaram que vão deixar os cargos até 4 de abril para ficarem aptos à disputa eleitoral de outubro. Neste cenário, a Assembleia Legislativa teria de eleger uma chapa para concluir a gestão até 5 de janeiro de 2027, no chamado “mandato tampão”.

 

 

A reação de Lula à quebra dos sigilos de Lulinha por Mendonça




 

O presidente Lula reagiu com espanto à notícia de que o ministro do STF André Mendonça autorizou a quebra dos sigilos de seu filho Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, no inquérito sobre a “Farra do INSS“. As informações são da coluna de Igor Gadelha, do Metropoles.

Segundo fontes do Palácio do Planalto, após a imprensa divulgar a notícia na quinta-feira (26/2), Lula buscou informações junto a auxiliares e conversou por telefone com o filho, que mora na Espanha.

Nas conversas, de acordo com relatos de assessores presidenciais, Lula perguntou por que o sigilo havia sido quebrado se o próprio filho havia se colocado à disposição da Justiça para esclarecimentos.

Lula, então, foi informado de que o pedido de quebra dos sigilos telefônico, bancário e telemático do filho foi feito pela Polícia Federal em janeiro de 2026 e autorizado por Mendonça em fevereiro.

Na conversa por telefone, o presidente orientou o filho a continuar prestando esclarecimentos ao STF. Lulinha, segundo aliados, está disposto até mesmo a viajar ao Brasil para depor, se necessário.

 Portal 96

PT bate martelo sobre 27 candidaturas ao Senado; veja quais

 


O PT, partido do presidente Lula, definiu ao menos 27 candidaturas ao Senado Federal que pretende apoiar nas eleições de outubro. As informações constam em um mapeamento sobre os palanques estaduais da legenda, ao qual a coluna teve acesso.

A pedido do chefe do Palácio do Planalto, a sigla, comandada por Edinho Silva, busca formar uma ampla base de apoio na Casa Alta.

Entre os nomes da própria legenda, o PT já bateu o martelo e deve apoiar pelo menos 14 candidatos. São eles:

Jorge Viana (AC)

Randolfe Rodrigues (AP)

Marcelo Ramos (AM)

Rui Costa e Jaques Wagner (BA)

Helder Salomão (ES)

Fabiano Contarato (ES

Vander Loubet (MT)

Marília Campos (MG)

Gleisi Hoffmann (PR)

Humberto Costa (PE)

Benedita da Silva (RJ)

Fátima Bezerra (RN)

Paulo Pimenta (RS)

Rogério Carvalho (SE)

Leandro Grass (DF)

Já entre os partidos aliados, o PT definiu apoio a nomes de candidatos que integram partidos da base, como MDB, PSD e PDT.

Renan Calheiros (MDB-AL)

Eduardo Braga (MDB-AM)

Helder Barbalho (MDB-PA)

Marcelo Castro (MDB-PI)

Confúcio Moura (MDB-RO)

Carlos Fávaro (PSD-MT)

Waldez Góes (União-AM)

João Azevêdo (PSB-PA)

Renato Casagrande (PSB-ES)

Manuela D’Avila (PSol-RS)

Acir Gurgacz (PDT-RO)

Metrópoles

 

 

INSS: suspeito de fraudar biometria de aposentados dribla investigação usando iPhone

 


Suspeito de desviar até R$ 1,4 bilhão do INSS ao criar um programa para fraudar biometrias faciais e assinaturas digitais de aposentados, o empresário Igor Dias Delecrode recorreu à tecnologia para enganar a polícia e obstruir a investigação promovida pela CPMI no Congresso Nacional.

A coluna apurou que Delecrode acionou os mecanismos de segurança do próprio iPhone imediatamente após a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito aprovar a apreensão do celular. A audácia ocorreu bem na frente dos integrantes do colegiado, que não perceberam a artimanha.

Quando o empresário entregou o aparelho às autoridades durante a sessão, já não era possível acessar o conteúdo. Um relatório da Polícia Federal obtido pela coluna aponta que Delecrode desligou e reiniciou o telefone, fazendo com que o dispositivo entrasse no estado conhecido como “Antes do Primeiro Desbloqueio”.

Com isso, mensagens, arquivos, registros e demais informações ficam protegidos pelo sistema, uma vez que as chaves de criptografia são “descarregadas” da memória RAM. Nesse modo, os investigadores não conseguem acessar qualquer conteúdo sem a autenticação do usuário. Apelidado de “gênio do mal” por investigadores, Delecrode se recusou a fornecer a senha.

Imagens da sessão analisadas pelos peritos mostram que, logo após a ordem, Delecrode pressionou os botões laterais do celular e deslizou o dedo pela tela, procedimento utilizado para desligar iPhones das gerações mais recentes. Minutos depois, o sistema registrou a reinicialização do dispositivo.

O laudo aponta que o aparelho, um iPhone 17 Pro Max, foi reiniciado por volta das 19h37 do dia 10 de novembro de 2025. A partir desse momento, passou a operar em modo de proteção máxima, bloqueando qualquer tentativa de extração de dados sem a senha.

Polícia aponta novos caminhos

No relatório, os peritos registram que “não foi possível extrair os dados da memória interna desse dispositivo, sendo, portanto, necessário o fornecimento da senha de desbloqueio”. Segundo o documento, a reinicialização eliminou as condições técnicas que permitiriam uma análise mais ampla do conteúdo.

A Polícia do Senado concluiu haver “plena coerência” entre o vídeo da sessão, os registros internos do telefone e o bloqueio identificado na perícia da Polícia Federal. Para os técnicos, a sequência indica que o próprio usuário realizou o procedimento com o objetivo de proteger as informações armazenadas.

A apreensão do celular foi aprovada por votação simbólica em sessão realizada em 10 de novembro de 2025, a partir de requerimento do relator da CPMI do INSS, o deputado Alfredo Gaspar (União Brasil). Após a decisão, o depoente entregou o telefone ao presidente do colegiado, o senador Carlos Viana (Podemos), que repassou o aparelho à Polícia Legislativa.

Durante o depoimento na CPMI, o advogado Levy Magno orientou o Delecrode a não informar a senha do aparelho. Segundo ele, a apreensão só poderia ocorrer mediante autorização judicial. O defensor também pediu a devolução do telefone, o que foi negado. Em fevereiro deste ano, Gaspar e Viana chegaram a pedir à Justiça a prisão preventiva de Delecrode, que segue solto.

O rumo da investigação

Investigadores recomendam a tentativa de recuperação de dados armazenados em nuvem e a quebra de sigilo junto à operadora Claro, vinculada ao número utilizado. Também sugerem a apuração de um número internacional identificado durante a perícia.

Por fim, policiais destacam que o uso dos próprios recursos de segurança do iPhone no momento da apreensão foi decisivo para bloquear o acesso às informações e interferiu diretamente na investigação sobre as suspeitas de fraudes no INSS.

A polícia acredita que Delecrode agiu em conluio com as seguintes entidades: Associação de Amparo Social ao Aposentado e Pensionista (Aasap), Amar Brasil Clube de Benefícios, Master Prev, Andapp e AAPEN.

Paulo Cappelli - Metrópoles

 

Eliane Cantanhêde: O que é mais explosivo para Lula: a guerra do Irã ou o Lulinha?

 


A guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã se espalha pelo Oriente Médio, impacta as bolsas ao redor do mundo, chacoalha o preço do petróleo e, por óbvio, é um problemaço para o Brasil e para o presidente de plantão, Luiz Inácio Lula da Silva. A principal preocupação de Lula no ano eleitoral, porém, não é essa. E qual seria?

Mais explosivo que a guerra para a campanha de Lula é o cerco do STF e do Congresso às peraltices do já habitualmente peralta Lulinha, que admitiu a interlocutores, como registrou o Estadão, que foi o Careca do INSS quem pagou passagem e hotel para ele em Lisboa. A isso se soma o depoimento de um dos envolvidos de que Lulinha recebia R$ 300 mil de mesada desse cidadão, pivô da roubalheira de aposentados e pensionistas.

São quatro os riscos para Lula: a beligerância do Congresso, a expectativa zero de que a Polícia Federal passe pano, a expectativa menos 10 de que o ministro André Mendonça “quebre o galho” do governo e, no final das contas, uma onda crescente de revelações contra o seu filho.

Flávio e Jair Bolsonaro têm um passivo pesado, de golpes, rachadinhas, profusão de imóveis, mas Lula tem, além de dívidas do passado, dúvidas no presente. Segundo o presidente, se Lulinha errou, ele que pague pelo erro. Nesse caso, porém, não é só o filho que paga, é o papai candidato também, com suspeitas que remetem aos piores momentos de Lula na política, agora num ambiente internacional perverso.

Além de ameaçar a economia, o novo voluntarismo de Trump, sem consultar a ONU e o próprio Congresso americano, é mais um obstáculo na aproximação de Lula e o presidente dos EUA e pode, inclusive, adiar o encontro entre os dois, previsto para este março, em Washington. Não só porque Trump está ocupado com a guerra, mas porque o Brasil condenou os bombardeios ao Irã, como também se opôs à invasão da Venezuela e vem criticando sucessivas posições trumpistas.

Para a oposição bolsonarista, Lula deveria fazer tudo o que seu mestre Trump mandasse e aplaudir a política de bombas e caneladas contra Venezuela, Irã, Cuba. O Brasil, entretanto, leva a diplomacia a sério, respeita a ONU e as leis internacionais e Lula acertou ao não se omitir em troca da boa vontade de Trump. Acertou, inclusive, ao “sair à francesa” do tal “Conselho da Paz”.

Lula não se desgastou dizendo sim ou não, apenas não compareceu e deixou para lá o conselho que vinha classificando − aliás, devidamente − como uma tentativa de Trump de criar uma ONU paralela para chamar de sua ou de se tornar “dono da ONU”.

Logo depois de sua primeira reunião, o conselho “da Paz de Gaza” virou conselho “da guerra de todo o Oriente Médio”, com o ataque ao Irã, que responde disparando contra países ao redor que abrigam bases americanas. A grande dúvida é sobre o real poderio bélico iraniano e, portanto, sobre a duração da guerra. Quanto mais durarem a guerra e as investigações de Lulinha, pior para a reeleição.

Eliane Cantanhêde - Estadão

 

 

Raquel Landim: STF e Congresso blindam Toffoli e Lula paga a conta

 


Nesta terça-feira, 3, o relator da CPI do Crime Organizado, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), vai se reunir com seus pares para buscar alternativas jurídicas para recorrer da decisão do ministro Gilmar Mendes, que anulou a quebra de sigilo da Maridt, empresa da família do colega Dias Toffoli.

Vieira afirmou à Coluna que a decisão de Gilmar não se sustenta, porque ele desarquivou um processo já extinto e recorreu a um habeas corpus, instrumento só utilizado para pessoas físicas e não para pessoas jurídicas.

Em sua decisão, o ministro Gilmar deixou claro que a CPI do Crime Organizado fugiu ao seu escopo ao forçar uma ligação da empresa de Toffoli com o crime organizado, que teria sido utilizada para lavar dinheiro do Banco Master.

“Como imperativo de eficiência e a bem preservação de direitos fundamentais, a Constituição determina que a CPI tenha por objeto um fato determinado. Ficam impedidas devassas generalizadas”, disse o ministro.

Vale lembrar, no entanto, que a cúpula do Congresso evita a todo custo criar uma CPI sobre o caso Master, que teria, portanto, um foco bem específico. O presidente da Câmara, Hugo Motta, já disse que tem uma fila de CPIs à espera e que essa não vai passar na frente.

Andamento de processo, utilização de habeas corpus, escopo de CPI – são todos ordenamentos importantes do processo jurídico brasileiro. Mas, neste caso, vem sendo utilizados como brechas.

O fato político evidente é que aliados importantes vêm blindando o ministro Dias Toffoli de uma investigação, seja pela preservação institucional do STF ou por motivos nada republicanos.

Cumprindo seu dever, a Polícia Federal foi para cima do caso Master e os sinais são de que, além de um dos maiores rombos financeiros da história, pode ter atingido um dos esquemas de financiamento do Centrão.

Só que no meio do caminho estava Toffoli.

A falta de transparência sobre como a empresa do ministro recebeu R$ 35 milhões do esquema do banqueiro Daniel Vorcaro está começando a mobilizar a oposição e a atingir o governo.

Nenhuma pauta movimenta mais a direita brasileira do que o impeachment de ministros do STF.

Conforme pesquisa do Monitor do Debate Político da USP, mais de 90% das pessoas reunidas pela direita na Avenida Paulista neste domingo eram a favor do impeachment dos ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli – porcentual muito superior aos 39% daqueles que eram a favor da anistia para os condenados do 8 de Janeiro que cometeram violência.

O público na Paulista, no entanto, foi de tamanho “médio”, porque as lideranças não se entendiam.

Enquanto o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) clamava pelo “Fora, Lula, Fora, Toffoli e Fora, Moraes”, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato a presidente da República, falou que estava favorável ao impeachment de “qualquer ministro do STF”.

Com a proximidade muito estreita de caciques do Centrão com o escândalo do Master, Flávio não pode comprometer possíveis apoios.

Perceba que Lula entra no mote da manifestação, embora seu envolvimento direto com o escândalo seja reduzido até agora a apenas a uma reunião com Vorcaro e à proximidade do PT da Bahia com o sócio dele.

Lula é abatido pela crise porque indicou Toffoli, que foi advogado do PT, e porque o STF é percebido como um aliado do governo em temas que vão desde a defesa da democracia até questões econômicas.

A direita, por sua vez, é vista por uma parcela da população como quem vem denunciando os “podres” do Supremo.

Para o Planalto, não tem caminho: ou Toffoli se afasta de vez do poder ou é punido. Caso contrário, o governo vai continuar sangrando, mesmo com a PF nos calcanhares de Vorcaro. Ironicamente, Congresso e STF blindam Toffoli e Master e quem paga a conta é Lula.

Raquel Landim - Estadão

 

 

Mario Sabino - Caso Master: O STF golpeia a democracia para proteger os seus ministros

 


A guerra de Estados Unidos e Israel contra o Irã tirou um pouco do foco a questão que o Brasil enfrenta com o STF. Mas ela é tão grande e tão urgente que não vai demorar para que volte a ter o destaque necessário.

Retomo acontecimentos da semana passada, que não tive a oportunidade de comentar aqui.

Com toda a dignidade que lhe impõe a posição de decano do tribunal, Gilmar Mendes reclamou da imprensa, em sessão plenária. Disse o ministro:

“Caso um alienígena chegasse ao Brasil e acompanhasse apenas o noticiário dos últimos dias, ele provavelmente imaginaria que todos os problemas do país se restrigem ao Supremo.”

Um dia depois, o próprio decano se encarregou de mostrar que, se não todos, boa parte dos problemas do Brasil se restringe ao STF.

Os advogados dos irmãos de Dias Toffoli recorreram ao tribunal para evitar que a Maridt, da qual são proprietários no papel, tivesse os sigilos bancário, fiscal e telemático quebrados pela CPI do Crime Organizado.

Para alcançar o seu objetivo, eles usaram um estratagema que pareceu combinado: entraram com o pedido no âmbito de uma ação que jazia havia três anos nos escaninhos do STF, cujo relator é Gilmar.

Na ação ressuscitada tal qual a Bela Adormecida, a Brasil Paralelo requeria a anulação de requerimentos da CPI da Covid que determinavam as quebras de sigilo da empresa acusada de fazer campanha antivacina.

Gilmar concordou com o pleito da Brasil Paralelo em 2021 — e criou o precedente para a Maridt em 2026. aDessa maneira para lá de esperta, ele pôde blindar a empresa da qual o ministro Dias Toffoli admitiu ser sócio também e que foi usada para as operações de venda do resort Tayayá, todas elas envoltas em suspeitas de lavagem de dinheiro com a participação indireta de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.

Antes disso, Dias Toffoli já havia tido outra boa notícia: o ministro André Mendonça, que herdou a relatoria do caso Master, já havia autorizado que os irmão do colega não comparecessem à CPI do Crime Organizado. Eles foram convocados na condição de investigados.

O STF foi usado mais uma vez, portanto, para proteger os ministros que o integram, bem como os seus parentes, como se eles estivessem acima dos demais cidadãos brasileiros, ao arrepio da Constituição e em atropelo aos outros poderes, nesse caso o Legislativo.

A conclusão lógica é que, ao contrário do que dizem, se é que eles acreditam mesmo nas suas próprias palavras, o grande entrave à normalidade democrática é o Supremo.

Temos um tribunal que rasga o texto constitucional para adaptar as leis à jurisprudência de ocasião, que faz tábua rasa das regras processuais e, não menos preocupante, que persegue cidadãos por suas opiniões, como assistimos desde a instauração do inquérito das fake news, lá se vão sete anos.

O país conta com o desfavor de um Supremo que golpeia os fundamentos da democracia, e isso já salta aos olhos de quem defendia o tribunal até pouco tempo atrás, fazendo vista grossa aos abusos cometidos por seus integrantes.

Mario Sabino - Metrópoles

 

 

Israel ataca emissora estatal do Irã; explosões são ouvidas em Teerã

 


O Exército de Israel anunciou na noite desta segunda-feira (2) que iniciou uma nova onda de ataques contra Teerã, capital do Irã, tendo como alvo o complexo da emissora estatal do país.

A mídia iraniana disse que duas explosões foram ouvidas perto da sede da emissora.

"Há pouco tempo, a Força Aérea Israelense atacou e desmantelou o centro de comunicações do regime terrorista iraniano", informaram as Forças de Defesa de Israel.

"O centro também foi usado recentemente pelas forças do regime iraniano para promover atividades militares sob o pretexto de atividades civis e ativos, além das atividades de propaganda que emanam do centro de comunicações", adicionou o comunicado.

A área visada é a mesma que Israel atacou em junho de 2025, quando uma forte explosão foi ouvida enquanto um apresentador falava ao vivo, segundo uma transmissão ao vivo. A emissora estatal informou posteriormente que um de seus funcionários foi morto no ataque do ano passado.

A ofensiva desta segunda-feira (2) ocorre após a emissão de um alerta de desocupação para os moradores de Teerã, especialmente aqueles que residem perto da sede da emissora estatal IRIB.

CNN Brasil

 

 

VÍDEO - Coincidência? Namorada de José Dirceu assume defesa do "Careca do INSS"

 



A ex-secretária do Careca do INSS, Aline Cabral, perdeu a paciência algumas vezes durante o depoimento na CPMi do INSS, nesta segunda-feira (2/3), no Senado Federal. Em um desses momentos, a depoente foi confrontada pelo deputado federal Marcel van Hatten, que afirmou que, na opinião dele, ela está "escondendo coisas". 

Marcel van Hatten apontou contradições da depoente, que estava lá na condição de testemunha. Segundo ele, ela primeiro afirmou que fazia os pagamentos tirando dinheiro do cofre do Careca, mas depois disse que não. Ao final, ainda pareceu se irritar com as insinuações do parlamentar.

O deputado ainda questionou o escritório de advocacia que a defende na CPMi do INSS, que seria do mesmo escritório da "namorada do ex-ministro José Dirceu, que atualmente está trabalhando na defesa do próprio Careca do INSS", segundo ele frisou.  

Lembrando que o relator da CPMI do INSS, Alfredo Gaspar, afirmou que Aline Cabral era a "braço-direito" do Careca do INSS e conduziu as "safadezas" dele com o dinheiro público. 

 

 

CAMPESTRENSE - EXCLUSIVO: Eribaldo Lima, declara apoio a pre´-candidatura de Alvaro Dias a governo do estado

  Campestrense, o prefeito Eribaldo Lima, reencontrou hoje (03), o amigo e ex-prefeito de Natal,  @alvarodiasrn  , para uma reunião muito pr...