domingo, 24 de maio de 2026

TANGARAENSE - LUTO: Com profundo pesar que recebemos a notícia do falecimento de Dona Maria de Lourdes da Silva

 


Com profunda tristeza, recebemos a notícia do falecimento da senhora Maria de Lourdes da Silva.

Que Deus, em sua infinita misericórdia, console os corações de todos os seus familiares e acolha a senhora Elma em seus braços amorosos.

Manifestamos nossos mais sinceros pêsames e solidariedade à família e amigos neste momento de dor.

“Deixo-vos a paz; a minha paz vos dou. Não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize.” - João 14,27

Como o último Datafolha frustrou petistas e também trouxe más notícias a Lula

 


Após a revelação dos diálogos e negócios de Flávio Bolsonaro com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, muitos anunciaram a morte súbita da candidatura do Zero Um. O conjunto de mentiras, fatos mal explicados e a postura tatibitate do senador diante das revelações alimentaram essas previsões. As últimas pesquisas, especialmente o Datafolha divulgado na sexta, 23, no entanto, mostram que uma análise mais apressada a respeito da derrocada do senador do PL estava contaminada por torcida, especialmente de vozes ligadas ao PT e à campanha de Lula.

O Datafolha mostra que, na simulação do segundo turno, Lula venceria por 47% a 43%. Na comparação com o levantamento anterior, o presidente avançou 2 pontos, enquanto o senador recuou 2. É inegável o arranhão de imagem no Zero Um, mas o estrago parece menor diante da avalanche de notícias negativas que soterrou Flávio nos últimos dias. Segundo o Datafolha, a pancadaria não produziu o nocaute.

Caso não ocorra uma nova escalada relacionada ao escândalo Flávio-Vorcaro, o Zero Um tem chances de administrar o prejuízo. Terá dificuldades para recuperar a confiança com a cúpula do PL, com agentes importantes da Faria Lima e com o eleitorado mais independente. A tentativa de virar a página começou com os posts nas redes mostrando fotos de Lula ao lado da influencer Deolane Bezerra, presa por conexões com o crime organizado. As mensagens aproveitam para vender a plataforma eleitoral da oposição de classificar PCC e outras facções como terroristas, medida que o governo atual critica.

Lula pode comemorar alguns aspectos do recente Datafolha, que mostram uma certa recuperação de fôlego do presidente, além de apontarem para a interrupção do crescimento de Flávio. Por outro lado, como mostra o mesmo levantamento, a rejeição ao presidente continua em patamar muito alto, mesmo em meio à crise de seu principal oponente. A multiplicação de medidas eleitoreiras do governo tampouco produziu até agora um efeito na popularidade do presidente. Claro que a experiência e o carisma de Lula, aliados ao peso da máquina pública, ainda são elementos que podem pesar no resultado final.

O problema para o presidente é que o antipetismo vem se consolidando como um dos fatores que podem definir a vitória. Flávio, mesmo com a imagem arranhada, segue se beneficiando disso. Candidatos de oposição com baixa pontuação nas pesquisas de primeiro turno surgem como alternativas competitivas no segundo turno em confronto direto com Lula. Se não bastasse, os escândalos do Master e do INSS podem produzir estragos no governo. Vorcaro, como se sabe, não fez negócios e distribuiu dinheiro apenas para Flávio Bolsonaro e aliados dele do Centrão. No caso do INSS, a investigação da PF parece avançar de forma consistente na revelação das relações entre o Careca do INSS e Lulinha, o primogênito do presidente, conforme noticiou a mais recente edição da coluna Radar, de VEJA.

Na política brasileira, o tempo de cinco meses para as eleições representa um eternidade. Vence quem errar menos daqui para frente — e quem sobreviver à avalanche de lama que vem por aí.

Veja

 

Farmacêutica que era ligada ao Master atrasa entrega de insulina ao SUS e é cobrada pelo governo

 


Registros públicos da execução de um dos principais contratos de fornecimento de insulina para o SUS indicam que há atraso na entrega ao Ministério da Saúde, com uma pendência de mais de 1,57 milhão de doses, restando apenas um mês para o encerramento do acordo. Esse volume de doses representa cerca de 20% do total de doses acertado quando o contrato foi assinado, em junho do ano passado.

Diante do atraso, o Ministério da Saúde optou por notificar a Biomm, que precisou prestar esclarecimentos. Em nota, a pasta assegurou à coluna que não há falta de insulina no SUS. Já a farmacêutica explicou que o atraso deve-se aos conflitos na região do Golfo e às restrições internacionais no fornecimento do produto em escala mundial (confira a íntegra das notas ao fim desta reportagem).

O acerto foi feito entre o Ministério da Saúde e a Fundação Ezequiel Dias (Funed), laboratório público controlado pelo Estado de Minas Gerais. A produção da insulina, porém, não é feita diretamente pela Funed, mas, sim, pela farmacêutica Biomm, em parceria com o laboratório indiano Wockhardt. As três partes formaram uma Parceria para Desenvolvimento Produtivo (PDP), aprovada pelo Ministério da Saúde em 2017, para transferência de tecnologia.

Em meio ao contrato, houve uma alteração significativa na estrutura societária da Biomm. Até abril deste ano, a farmacêutica tinha como principal sócio um fundo de investimentos controlado pelo Banco Master, de Daniel Vorcaro. Em meio ao escândalo envolvendo o Master, esse fundo, o Cartago FIA, foi liquidado. Com isso, as ações – que representavam quase 26% do capital social da Biomm – passaram para o controle do Banco de Brasília (BRB). O banco estatal, porém, vendeu essas ações, logo na sequência, para a gestora Alaska Asset Management.

Houve, também, um revés importante do parceiro indiano. A Wockhardt apresentou à Anvisa, um mês após a assinatura do contrato, um pedido de alteração no processo de fabricação da insulina. Não há detalhes sobre o teor do pedido, mas trata-se de requisição sensível, que demandava análise mais aprofundada da agência. A Anvisa fez uma série de exigências em novembro, mas, após meses de análise, decidiu em abril pelo indeferimento da modificação no processo de fabricação.

A empresa indiana também lida com questões tributárias no Brasil. A empresa representante dos indianos no país, a Gerais Comércio e Importação de Materiais e Equipamentos Médicos Ltda, consta como devedora de R$ 822 mil ao estado de Pernambuco, com débito inscrito em dívida ativa.

Conforme dados do governo federal, a Funed apresentou notas fiscais no valor total de R$ 114 milhões, referente às entregas de insulina. Ou seja, após entregar as doses, o laboratório contratado pelo Ministério da Saúde apresentou as faturas para pagamento. A última, NF 6146, foi apresentada em 27 de abril, referente a 118.780 doses. Essas faturas são emitidas para o governo sempre que lotes de insulina são entregues.

O valor total contratado, porém, foi de R$ 142,1 milhões, para fornecimento de pouco mais de 8 milhões de doses. Considerando os valores unitários das doses contratadas, o montante pendente de apresentação de notas fiscais nesta reta final de contrato – portanto, pendentes de entrega – equivalem a 1.570.323 doses, ou 19,6% do total contratado pelo Ministério da Saúde para abastecer o SUS.

Quando o contrato foi assinado, a previsão era que a insulina fornecida pela Funed a partir dessa parceria atendesse a 50% da demanda nacional pela substância. O fornecimento de insulina para o SUS vem sendo um tópico delicado no governo, a ponto de a pasta vir assinando contratos emergenciais em sequência, com laboratórios chineses que fornecem insulina sem registro na Anvisa, como forma de impedir uma crise de desabastecimento na rede pública.

A PDP assinada ainda em 2017 com Funed, Biomm e a indiana Wockhardt foi alvo de questionamentos e só gerou seu primeiro contrato no ano passado. As insulinas fornecidas por esse contrato são as do tipo humana regular e NPH. São as mesmas previstas em novos contratos emergenciais firmados no último dia 12 pelo Ministério da Saúde com fornecedores da China.

Biomm confirma atraso na entrega de insulina

Em nota, a Biomm afirmou que os contratos de fornecimento de insulina estão substancialmente atendidos e explicou que notificações fazem parte do processo regular de monitoramento de todas as PDPs.

“Confirmamos que recentemente houve alterações no cronograma de entrega, sem qualquer impacto no nosso contrato. As alterações foram decorrentes da cadeia logística global, associadas aos conflitos na região do Golfo e às restrições internacionais no fornecimento do produto em escala mundial”, detalhou a farmacêutica. “Nesse momento, restam para entrega apenas 3% do volume contratado (445.168 carpules). Os produtos estão prontos e aguardam apenas os trâmites de faturamento e liberações por parte da Anvisa.”

Já o Ministério da Saúde explicou que não há atraso na distribuição de insulina ao SUS. “O Ministério da Saúde mantém envios regulares aos estados para a oferta à população. Para suprir a necessidade do país diante de cenário de crise global e restrição do mercado nacional, foram feitas contratações diversificadas e promovidas parcerias de transferência de tecnologia para fortalecer a indústria local.”

A pasta destacou ainda que, com a retomada dessa política, o Brasil voltou a produzir insulina após mais de 20 anos.

“O Ministério da Saúde acompanha, de forma rigorosa, a execução dos contratos, com a notificação das empresas em caso de descumprimento do cronograma. No caso da Funed, foram executadas 85,7% das entregas.”

Com informações de Tácio Lorran, do Metrópoles.

 

Deolane foi recepcionada por chefia em presídio de SP, diz sindicato

 


O Sindicato dos Policiais Penais de São Paulo afirma que dois integrantes da chefia da Penitenciária Feminina de Santana foram pessoalmente recepcionar a influenciadora Deolane Bezerra quando a detenta chegou ao local, na zona norte de São Paulo, na última quinta-feira (21).

A prática, segundo o sindicato, não é comum, já que há um setor de inclusão responsável por atender os presos que chegam às penitenciárias. Uma fonte disse ao Metrópoles que a recepção da influenciadora teria sido feita por um dos diretores de disciplina da unidade e pelo chefe de divisão substituto.

A reportagem questionou a Secretaria de Administração Penitenciária (SAP) se o procedimento era padrão, mas a pasta disse apenas que a atuação institucional da secretaria “limitou-se ao estrito cumprimento do dever legal e das ordens do Poder Judiciário”.

A denúncia da recepção feita por um diretor de disciplina e relatos de supostas regalias às quais Deolane teria tido acesso foram citadas em um ofício encaminhado pelo Sindicato dos Policiais Penais ao diretor geral da Polícia Penal, Rodrigo Santos Andrade. O documento, ao qual o Metrópoles teve acesso, cobra a abertura de um procedimento administrativo disciplinar para investigar o caso.

O ofício afirma que a recepção do diretor à Deolane trata-se de um “tratamento protocolar diferenciado, sem respaldo legal ou regulamentar”. Policiais da Penitenciária Feminina de Santana afirmaram, sob condição de anonimato, que uma sala foi preparada previamente para a advogada. O local teria tido pintura recente e recebeu cama com colchão e instalação de chuveiro quente. “Só faltou colocar ar-condicionado”, disse um dos agentes. Os policiais criticaram o tratamento diferenciado “enquanto as outras tomam banho no chuveiro frio”.

Depois de passar pelo presídio na capital paulista, Deolane foi transferida para a Penitenciária Feminina de Tupi Paulista, no interior do estado. Lá, ela teria sido obrigada a retirar o aplique de cabelo no estilo “mega hair”, com o qual estava quando foi presa.

Como é advogada, Deolane deve ficar recolhida em sala de Estado Maior, como prevê o Estatuto da Advocacia (Lei 8.906/1994), até que uma potencial condenação transite em julgado. Na ausência de cela do tipo, o advogado deve ser encaminhado para prisão domiciliar.

METRÓPOLES

 

 

Decisões de Moraes são vistas com desconfiança por tribunais estrangeiros

 


Há algo constrangedor para uma democracia quando tribunais de outros países passam a demonstrar reservas diante de decisões produzidas por sua Suprema Corte. O que antes aparecia apenas no discurso político da oposição brasileira ganhou dimensão internacional. Itália, Espanha, Estados Unidos e até episódios envolvendo investigados refugiados na Argentina passaram a expor dificuldades do Brasil em obter cooperação judicial em casos ligados ao STF e ao ministro Alexandre de Moraes.

O caso mais recente envolve a Itália, onde a Justiça anulou a extradição de Carla Zambelli. Antes disso, a Espanha rejeitou de forma definitiva a entrega do blogueiro Oswaldo Eustáquio. Nos Estados Unidos, Allan dos Santos segue fora do alcance das autoridades brasileiras após resistência americana ao pedido de extradição. Na Argentina, aliados do bolsonarismo também encontraram ambiente político e jurídico menos receptivo às ordens expedidas pelo Brasil.

Embora cada processo tenha fundamentos diferentes, um elemento se repete: tribunais estrangeiros demonstram preocupação com liberdade de expressão, proporcionalidade das medidas e garantias processuais. O problema institucional surge justamente aí. Democracias consolidadas costumam cooperar entre si porque existe confiança recíproca nos sistemas judiciais. Quando essa confiança começa a apresentar fissuras, o desgaste ultrapassa personagens políticos.

É evidente que investigados tentam transformar acusações criminais em narrativa de perseguição. Isso acontece em qualquer parte do mundo. O ponto delicado aparece quando cortes estrangeiras não descartam automaticamente esses argumentos e, em alguns casos, acolhem parte deles.

Nos últimos anos, o STF ampliou de maneira inédita seu raio de atuação. O tribunal passou a conduzir investigações, determinar prisões, bloqueios financeiros, remoção de conteúdos e suspensão de perfis em redes sociais.Em nome da defesa da democracia, consolidou-se uma estrutura de excepcionalidade jurídica permanente. Críticos afirmam que parte dessas medidas concentra poderes excessivos e enfraquece garantias clássicas do devido processo legal.

Alexandre de Moraes tornou-se o símbolo desse modelo. Para seus defensores, representa a reação necessária contra ataques institucionais e campanhas de desinformação. Para seus críticos, encarna uma Justiça expansiva, personalista e pouco tolerante ao contraditório.

O desconforto internacional nasce exatamente dessa diferença de percepção. Países como Estados Unidos e Espanha possuem tradição muito mais ampla de proteção à liberdade de expressão, inclusive para discursos considerados radicais ou ofensivos. Quando magistrados estrangeiros começam a enxergar exageros onde o Brasil afirma defender a democracia, surge um alerta difícil de ignorar.

O impacto vai além do embate político interno. O Brasil passa a conviver com a imagem de um país onde decisões da Suprema Corte enfrentam resistência crescente no exterior. Isso desgasta a credibilidade do Judiciário brasileiro e alimenta a percepção de que o STF está ultrapassando limites fundamentais do Estado de Direito.

DIÁRIO DO PODER

 

 

Pressão por CPI do Banco Master vira guerra de narrativas entre governo e oposição no Congresso

 


A defesa da instalação de CPIs para investigar o Banco Master está no centro da disputa política entre o governo Lula e a oposição bolsonarista no Congresso. Ao todo, sete iniciativas diferentes para criar comissões investigativas aguardam análise na Câmara e no Senado. O tema voltou a ganhar força após revelações sobre ligações entre o senador Flávio Bolsonaro e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

Apesar da pressão, a cúpula do Congresso é contra a instalação de uma CPI. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, barrou novamente a abertura do colegiado. Governistas e oposicionistas utilizam o assunto de olho nas eleições de 2026, transformando a CPI em instrumento de desgaste mútuo.

Para a instalação de uma CPI no Senado, são necessárias 27 assinaturas. Na Câmara, o quórum exige 171 deputados. Além disso, o requerimento precisa indicar fato determinado e prazo de funcionamento. A articulação entre Centrão, governo e oposição dificultou o avanço de todas as iniciativas.

O escândalo do Banco Master envolve suspeitas de irregularidades financeiras e conexões políticas em múltiplas esferas. A investigação pode ter desdobramentos tanto na esfera judicial quanto eleitoral.

 

Flávio Bolsonaro justifica uso de colete à prova de bala

 


O pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro gravou um vídeo explicando o motivo de usar colete à prova de balas.

Na gravação, ele relembra a facada que seu pai, Jair Bolsonaro, levou e disse que não pode dar sorte para o azar. Além disso, Flávio afirma que não se intimida.

Pleno News

 

Deolane na prisão gera denúncia de privilégio

 


O caso envolvendo Deolane na prisão ganhou novos desdobramentos após denúncias feitas pelo Sindicato dos Policiais Penais do Estado de São Paulo (Sinppenal). A entidade afirmou que a influenciadora e advogada recebeu tratamento diferenciado durante o período em que esteve detida na Penitenciária Feminina de Santana, na zona norte da capital paulista.

Deolane Bezerra foi presa sob suspeita de participação em um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC). Além disso, o sindicato apresentou denúncia formal à Direção-Geral da Polícia Penal pedindo abertura de procedimento administrativo para investigar possíveis irregularidades.

Segundo o Sinppenal, a influenciadora teria recebido benefícios considerados fora do protocolo padrão aplicado às demais detentas. Conforme a entidade, Deolane foi recebida diretamente pelo diretor da unidade prisional no momento da chegada.

Deolane na prisão teria recebido privilégios

De acordo com o sindicato, houve uma ordem para esvaziar uma sala normalmente utilizada por presas que aguardam atendimento médico. Em seguida, o espaço teria sido reservado exclusivamente para acomodar a advogada.

Além disso, a denúncia aponta que Deolane consumiu refeições destinadas aos carcereiros, e não a alimentação distribuída às detentas. Ainda segundo o relato, ela teria utilizado chuveiro elétrico privativo para banho quente e dormido em uma cama diferente das estruturas de concreto presentes nas celas comuns.

O Sinppenal também afirmou que o acesso de agentes penais ao local onde a influenciadora estava acomodada foi restringido. Conforme a entidade, essa medida teria comprometido a fiscalização e a segurança interna da unidade.

Em nota, o sindicato destacou que as supostas condutas violam princípios previstos na Lei de Execução Penal, como igualdade de tratamento entre presos provisórios e condenados. Além disso, a entidade citou a Lei Orgânica da Polícia Penal paulista, que exige impessoalidade e legalidade na atuação dos servidores.

Enquanto isso, a Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) informou que Deolane foi alocada conforme determinação judicial. Segundo a pasta, o procedimento levou em consideração o fato de a investigada possuir registro ativo como advogada.

A SAP também declarou que todas as ações adotadas seguiram estritamente as ordens do Poder Judiciário. Entretanto, o sindicato mantém críticas sobre as condições do sistema prisional e a superlotação nas unidades femininas do estado.

 

Apreensão de cocaína: PM recolhe 2 kg em Baraúna/RN

 


A apreensão de cocaína realizada pela Polícia Militar neste sábado (23) resultou na retirada de mais de dois quilos de pasta base de circulação no município de Baraúna, na região Oeste do Rio Grande do Norte. A ação ocorreu na Rua Francisca Alves e foi conduzida por policiais da Rádio Patrulha do 2º Batalhão da PM.

Segundo informações divulgadas pela corporação, os militares receberam denúncias sobre um imóvel que estaria sendo utilizado para armazenamento de entorpecentes. Diante disso, as equipes intensificaram as diligências na área e passaram a monitorar a movimentação no local indicado.

Durante a ação, os policiais localizaram dois tabletes e outras porções de substância análoga à cocaína. Conforme a Polícia Militar, o material apreendido totalizou mais de 2 kg de droga.

Apreensão de cocaína reforça combate ao tráfico

Após a localização dos entorpecentes, os policiais conduziram o suspeito e todo o material apreendido até a Delegacia de Polícia Civil, responsável pelos procedimentos legais da ocorrência.

 

Mulher condenada por tráfico de drogas é localizada e presa em Serra do Mel

 


Uma ação integrada entre as polícias Civil e Militar resultou na prisão de uma mulher condenada por tráfico de drogas, neste sábado (23), no município de Serra do Mel, na região Oeste potiguar.

A mulher, identificada como Fernanda Alves da Silva, de 38 anos, foi localizada na Vila Brasília após trabalho conjunto das forças de segurança durante o cumprimento de mandado judicial.

Segundo informações da polícia, contra ela existia um mandado de prisão em aberto expedido pela 3ª Vara Regional de Execução Penal da Comarca de Mossoró, em decorrência de condenação pelo crime de tráfico de drogas.

Natural de Crateús, Fernanda foi conduzida à Delegacia de Polícia Civil de Serra do Mel, onde foram realizados os procedimentos cabíveis. Em seguida, ela foi encaminhada ao sistema prisional em Mossoró, onde permanecerá à disposição da Justiça.

A operação reforça a atuação conjunta das forças de segurança no combate ao tráfico de drogas e no cumprimento de decisões judiciais na região Oeste do Rio Grande do Norte.

 

Adolescente é flagrado pilotando moto e garupa acaba preso por tráfico em Campo Grande/RN

 



Mais uma ocorrência de tráfico de drogas foi registrada no município de Campo Grande/RN entre a noite de sexta-feira (22) e a madrugada deste sábado (23). A ação foi realizada por uma guarnição da Polícia Militar após o recebimento de uma denúncia anônima informando que uma motocicleta estaria trafegando em alta velocidade com dois ocupantes em atitude suspeita.

De acordo com informações colhidas pela reportagem do Focoelho, a equipe se deslocou até as proximidades da cidade e conseguiu abordar a motocicleta Honda CG 160 Start, de cor prata e placa RGE2H86. Durante a verificação, os policiais constataram que o condutor, identificado como Jefferson Lucas da Silva França, é menor de idade. A motocicleta pertence à mãe do adolescente.

Na abordagem, o garupa identificado como Carlos Gabriel, maior de idade, foi flagrado portando uma porção de substância análoga à maconha, outra porção semelhante a crack e a quantia de R$ 46,00 em dinheiro fracionado, característica frequentemente associada ao comércio de entorpecentes.

Diante da situação, os envolvidos foram conduzidos à delegacia para os procedimentos cabíveis. Após análise da autoridade policial, o delegado decidiu autuar a ocorrência por tráfico de drogas.

Esta é a segunda ocorrência relacionada ao tráfico registrada em Campo Grande em menos de 24 horas, fato que reforça a intensificação das ações policiais no combate ao crime na região.

 

TANGARAENSE - LUTO: Com profundo pesar que recebemos a notícia do falecimento de Dona Maria de Lourdes da Silva

  Com profunda tristeza, recebemos a notícia do falecimento da senhora Maria de Lourdes da Silva. Que Deus, em sua infinita misericórdia, ...