quinta-feira, 17 de setembro de 2026

CLIMÃO: Aliados de Lula veem elogio a Moraes como “erro estratégico” na campanha eleitoral petista

 



Interlocutores próximos ao presidente Lula (PT) avaliaram como um “erro estratégico” o elogio feito por ele ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, durante um podcast nesta quarta-feira (16). A avaliação é de que a declaração gerou desconforto entre aliados em plena campanha eleitoral.

Na entrevista, Lula tentou se distanciar de Moraes ao lembrar que não foi responsável por sua indicação ao Supremo. Na sequência, porém, afirmou que o ministro “prestou grandes serviços à democracia do Brasil”.

De acordo com a analista de Política da CNN Brasil Jussara Soares, foi justamente o elogio que incomodou aliados do presidente, que consideram a fala prejudicial à estratégia eleitoral.

 

Dédalo: operação do MPRN combate tráfico de drogas em Canguaretama e Vila Flor

 


O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) deflagrou nesta quinta-feira (17) a operação Dédalo. O objetivo foi desarticular um grupo criminoso suspeito de traficar drogas e se associar para o tráfico nas cidades de Canguaretama e Vila Flor.

A ação é desdobramento da operação Ícaro, deflagrada anteriormente pelo MPRN. A ação desta quinta-feira contou com o apoio da Polícia Militar para o cumprimento das ordens judiciais. Foram cumpridos dois mandados de prisão preventiva e outros quatro, de busca e apreensão.

Durante o cumprimento das buscas, as equipes apreenderam aparelhos celulares, droga e dinheiro em espécie. Todo o material recolhido foi devidamente catalogado e apreendido pelas forças de segurança responsáveis pela ação ostensiva.

O material apreendido será analisado pelo MPRN para dar sequência às investigações do caso. O objetivo da análise do conteúdo é identificar novos alvos e descobrir outros crimes cometidos pelo grupo investigado na região.

O nome da operação faz referência ao personagem da mitologia grega famoso por construir o Labirinto de Creta. A arquitetura da obra era tão complexa que ninguém conseguia encontrar a saída. A escolha do termo simboliza a complexidade da rede criminosa investigada e o esforço das autoridades para desmantelar a estrutura.

 

 

Flávio tem 47,2% no 2º turno; Lula, 46,8%, diz Atlas

 


Em um eventual segundo turno para a Presidência da República, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparecem empatados tecnicamente. De acordo com a pesquisa AtlasIntel, divulgada nesta quinta-feira (17), o candidato do PL aparece numericamente à frente com 47,2% das intenções de voto.

O petista, por sua vez, registra 46,8% da preferência do eleitorado brasileiro. Como a margem de erro do levantamento é de um ponto percentual para mais ou para menos, os dois configuram um quadro de empate técnico. Os votos brancos, nulos e indecisos somam 6% na simulação.

No levantamento anterior, Flávio Bolsonaro tinha 46,4% e o atual presidente somava 46,2%.

O relatório da AtlasIntel também simulou outros quatro embates diretos para o segundo turno envolvendo o presidente da República. Veja:

Em um cenário contra o ex-governador Romeu Zema (Novo), Lula lidera a disputa. O petista alcança 46,3% dos votos, contra 43,7% do candidato do Novo. Brancos, nulos ou que não sabem são 10,1%.

Já na simulação com o ex-governador Ronaldo Caiado (PSD), a pesquisa aponta que Lula soma 46%, enquanto o candidato do PSD aparece com 41,7% da preferência do eleitorado nacional. O índice de brancos, nulos ou que não sabem totaliza 12,3%.

O instituto simulou ainda um confronto contra o escritor Augusto Cury (Avante). Nesta hipótese, o atual presidente pontua com 45,6%, superando Cury, que registra 37,8% das intenções de voto. O número de brancos, nulos ou que não sabem chega a 16,6%.

Por fim, na simulação de segundo turno contra Renan Santos (Missão), o levantamento indica que Lula vai a 46,1%, enquanto o coordenador do MBL atinge 29,7% da preferência geral. Os votos brancos, nulos ou que não sabem chegam a 24,2%.

Metodologia

A pesquisa AtlasIntel entrevistou 5.018 eleitores, entre os dias 11 e 16 de setembro, por meio de recrutamento digital. A margem de erro do levantamento é de um ponto percentual, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

A pesquisa foi contratada pela Bloomberg e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-06221/2026.

CNN Brasil

 

 

Senador revela que parlamentares que defendem investigação no STF estão sendo alvos de perseguição

 


O senador Carlos Viana (Podemos-MG) afirmou, durante sessão no Senado Federal, que parlamentares favoráveis a uma ampla reforma no Judiciário e à investigação de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) estão sendo alvo de perseguição por parte do que ele chamou de "sistema". Segundo o senador, ele próprio já teria sido atingido por inquéritos abertos com o objetivo de enquadrar adversários do governo. "Eu fui vítima disso, estou sendo vítima disso, mas eu não tenho medo nenhum. Podem investigar o que quiser. Eu não tenho medo de dar respostas e eu não vou me calar", declarou.

Viana citou o inquérito relacionado às emendas parlamentares como exemplo de instrumento que, na sua avaliação, tem sido usado politicamente. "É um inquérito para, infelizmente, colocar todo e qualquer adversário do governo na mira para ser colocado na imprensa", afirmou, sem apresentar provas da acusação.

O senador também disse haver uma articulação para impedir que candidatos favoráveis ao impeachment de ministros do Supremo sejam eleitos, citando seu próprio estado como exemplo. "Aqueles que fazem parte desse sistema estão se organizando para que nomes isentos não sejam eleitos. Isso tá acontecendo no meu estado. O sistema se organizou para impedir que eu e outros que queiram estar aqui para defender um impeachment de qualquer ministro que cometa crime, que não chegue a esta Casa", disse, sem detalhar quem estaria por trás dessa suposta articulação.

Crítica à sessão do STF e à omissão do Senado

Viana fez duras críticas à condução da sessão do Supremo que discutiu a abertura de investigação contra o ministro Alexandre de Moraes, classificando o episódio como uma "vergonha na história do nosso país depois da Constituição de 88". Para o senador, o caso ilustra o que descreveu como uma "ditadura de um judiciário corrupto", que garantiria a autoridades com explicações pendentes o direito de permanecer em seus cargos "apenas por um erro de processo".

O parlamentar também responsabilizou sucessivas presidências do Senado pela inércia da Casa frente ao Judiciário, citando nominalmente o ex-presidente Rodrigo Pacheco e o atual presidente, Davi Alcolumbre. "Davi Alcolumbre [.] não tem a coragem de ir lá buscar a chave de volta, porque tem medo possivelmente de chegar lá e receber voz de prisão, porque ele tem explicações a dar a esta Casa", disse, referindo-se a menções ao presidente do Senado encontradas em mensagens extraídas do celular do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, incluindo uma alegação de recebimento de R$ 155 milhões, não comprovada pelo senador durante o discurso.

Viana ainda relembrou decisões da CPMI do INSS, entre elas a que impediu a quebra de sigilo de 85 pessoas — incluindo familiares do presidente Lula — como exemplo do que chamou de interferência do Judiciário sobre o trabalho de comissões parlamentares. "Uma decisão parcial tomada pelo ministro Flávio Dino [.] um desrespeito e nenhuma fala do presidente do Senado [.] para pelo menos defender a investigação", afirmou.

Proposta de reforma do Judiciário

Ao encerrar seu discurso, o senador defendeu que o Congresso discuta, já na próxima legislatura, uma reforma no Judiciário que inclua mandato de 12 anos para ministros do STF — nos moldes da Corte Constitucional alemã —, idade mínima para o cargo e novos critérios de indicação, com exigência de pelo menos 25 anos de carreira e "conduta realmente ilibada". "Nós não podemos permitir que advogados de partido, advogados amigos de amigos sejam trazidos ao Supremo", disse, defendendo a adoção de critérios meritocráticos para a escolha de futuros ministros.

 

 

PF adota cautela em casos Master e INSS após Fachin pedir a Mendonça envio de investigações

 


Diante do impasse no Supremo Tribunal Federal (STF) a respeito das investigações sobre o caso Master e do escândalo do INSS, a Polícia Federal passou a adotar cautela sobre os próximos passos dos inquéritos. No domingo, o presidente da Corte, Edson Fachin, determinou que os processos fossem remetidos à Presidência do tribunal, em meio a questionamentos sobre a conduta do relator, André Mendonça.

Embora Mendonça siga oficialmente como relator dos procedimentos, Fachin foi aconselhado a assumir a função diante da escalada da crise na Corte. O presidente do STF marcou para o próximo dia 23 a análise de um procedimento aberto após o ministro Alexandre de Moraes acusar Mendonça de cometer atos de improbidade administrativa, crimes de responsabilidade e abuso de autoridade ao direcionar supostamente as investigações do caso Master. Como mostrou o GLOBO, contudo, há a possibilidade de essa discussão ser adiada.

Enquanto não há uma definição no STF sobre o destino dos dois casos, a PF tem mantido análise de documentos já coletados em fases anteriores das investigações, mas considera que novos pedidos, como quebras de sigilo, ou diligências para buscas e apreensões, terão de esperar. A avaliação é que as demandas ficariam represadas, já que no momento o processo está sendo analisado pelo presidente da Corte, que não é o relator.

No momento, os investigadores têm se aprofundado no material recolhido nas ações anteriores para concluir os inquéritos sobre a suposta propina paga a servidores do Banco Central e sobre a "Turma", o grupo que Vorcaro acionava para monitorar desafetos e acessar autos sigilosos da PF e do Ministério Público Federal. Estas duas investigações são as mais avançadas até agora e não dependem de novas diligências para a conclusão.

Advogados também dizem não saber para quem devem apresentar documentos no processo, se para Fachin ou para Mendonça. Eles avaliam protocolar pedidos de soltura e cancelamento de mandados com base em flancos abertos no julgamento de ontem. Na visão de um defensor, por exemplo, o julgamento evidenciou desconfianças de Mendonça em relação ao trabalho da PF.

O julgamento de terça-feira foi marcado após Mendonça apresentar um relatório da PF que identificava Moraes como interlocutor de 52 mensagens enviadas pelo banqueiro Daniel Vorcaro, do Master. Dentre elas, havia uma em que banqueiro questionava: "Acha que segunda já tenho que estar fora?". A pergunta foi enviada na véspera de ele ser preso, em novembro de 2025, quando tentava embarcar em um voo para Dubai, nos Emirados Árabes.

A defesa de Henrique Vorcaro, pai do banqueiro, pediu ao presidente da Corte, Edson Fachin, que reveja a suspensão de um dos procedimentos e permita que o processo volte a tramitar sob a condução do relator original. O objetivo é garantir que um recurso contra a prisão seja analisado.

A situação se tornou ainda mais incerta após o pedido de vista de Flávio Dino no julgamento do caso Moraes. O plenário discutia uma questão de ordem que poderia ter impacto sobre a organização dos diferentes procedimentos relacionados à crise, incluindo a possibilidade de reunião de casos e redistribuição para um novo relator.

Com a interrupção, não há prazo próximo para uma definição. Dino tem até 90 dias para devolver o processo, embora possa fazê-lo antes.

Ao mesmo tempo, Fachin ainda terá de decidir se as investigações remetidas à Presidência voltarão a tramitar sob a condução de Mendonça ou terão outro destino.

No pedido apresentado a Fachin, os advogados de Henrique afirmam que a suspensão não pode se prolongar diante da situação do investigado e argumentam que não há perspectiva de uma definição rápida sobre as questões de competência hoje em discussão no Supremo.

A defesa sustenta que Henrique está preso há mais de 90 dias e afirma que não houve nova fundamentação para a manutenção da prisão nesse período. Também alega que ele sofre de diverticulite recorrente, condição que, segundo os advogados, representa risco à sua saúde.

Os advogados solicitam que Fachin revogue a suspensão e encaminhe o processo ao "relator originário", para que Mendonça possa analisar as providências apresentadas pela defesa no âmbito da Segunda Turma.

Mendonça x Andrei

Nos bastidores, as equipes técnicas da PF já viam com preocupação a escalada do conflito entre Mendonça e o diretor-geral da corporação, Andrei Rodrigues.

As desconfianças foram agravadas após Mendonça determinar, na semana passada, o afastamento de Andrei do cargo, em uma medida inédita que trouxe instabilidade aos policiais. O diretor-geral acabou não ficando um dia fora do posto. O ministro Flávio Dino o reintegrou ao cargo, contrariando a decisão do colega. Foi então que Fachin suspendeu as decisões de Dino e Mendonça e levou os casos do Master e do INSS ao seu gabinete.

Existe, ainda, uma preocupação na PF com a possibilidade de nulidade das investigações. Investigadores temem que os questionamentos levantados durante o julgamento e a disputa entre ministros sejam usados por advogados para apresentar questionamentos ao processo. Há uma preocupação em especial com um argumento dado pelo ministro Alexandre de Moraes de que houve falha na cadeia de custódia das provas, um conjunto de procedimentos adotados para preservar a autenticidade dos vestígios.

Entenda o caso

Os procedimentos abertos contra Moraes e Mendonça são desdobramentos da crise aberta a partir de um relatório da Polícia Federal sobre o celular de Vorcaro.

A origem da crise está em um relatório produzido pela Polícia Federal, por ordem de André Mendonça, a partir do material apreendido no celular de Daniel Vorcaro. O documento identificou que o banqueiro tinha Moraes como um de seus interlocutores.

Mendonça, relator de investigações relacionadas ao Banco Master, encaminhou o relatório à Procuradoria-Geral da República (PGR). A partir daí, o material passou a alimentar questionamentos sobre a existência ou não de elementos que justificassem uma investigação envolvendo Moraes.

A PGR se manifestou contra o prosseguimento da apuração e questionou a forma como o relatório foi produzido. A discussão, porém, deixou de ficar restrita aos autos e provocou uma disputa aberta dentro do Supremo.

A reação de Moraes abriu uma segunda frente da crise. O ministro passou a questionar a atuação de Mendonça na condução do caso e pediu que fossem investigadas as circunstâncias em que o colega determinou diligências relacionadas às mensagens de Vorcaro.

Moraes chegou a incluir a apuração sobre Mendonça no Inquérito das Fake News, aberto em 2019 e então conduzido por ele. Fachin retirou posteriormente o episódio desse inquérito e abriu um procedimento separado para analisar os fatos.

Com isso, o Supremo passou a lidar simultaneamente com questionamentos sobre a conduta de dois de seus próprios ministros: de um lado, as mensagens envolvendo Moraes; de outro, a atuação de Mendonça na investigação.

O Globo

 

 

Nove municípios do Rio Grande do Norte vão receber forças federais no 1º turno das eleições

 


Nove municípios do Rio Grande do Norte terão reforço de forças federais durante o primeiro turno das eleições de 2026. A autorização foi aprovada nesta terça-feira (15) pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para reforçar a segurança e garantir a ordem pública nos locais de votação.

O reforço será enviado para Serra Negra do Norte, Jardim de Piranhas, Alexandria, João Dias, Tibau, Boa Saúde, Sítio Novo, Serra Caiada e Ipanguaçu. Segundo o TRE-RN, os pedidos consideram a distância de algumas zonas eleitorais das sedes municipais, o baixo efetivo policial e o risco de confrontos entre grupos políticos.

As forças federais são formadas por militares do Exército, Marinha e Aeronáutica. Após a autorização do TSE, os pedidos são encaminhados ao Ministério da Defesa, responsável pelo planejamento e pela execução das ações.

Com informações da Tribuna do Norte

Fotógrafo flagra Moraes rindo depois de bate-boca com Mendonça no STF

 


O fotógrafo Wilton Junior registrou o ministro Alexandre de Moraes rindo ao final da sessão extraordinária do Supremo Tribunal Federal, realizada nesta terça-feira, 15, depois de quase oito horas de julgamento marcadas por tensões e trocas de acusações entre os ministros da Corte. A sessão, criticada por outros magistrados, terminou sem decisão sobre a abertura de investigação contra Moraes, com um placar de 4 a 3 pela separação dos casos.

O fotógrafo Wilton Junior, do jornal O Estado de S. Paulo, flagrou o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), rindo ao fim da sessão extraordinária desta terça-feira, 15. O registro foi feito depois de quase oito horas de julgamento marcadas por trocas de acusações entre o magistrado e o ministro André Mendonça.

A imagem circulou nas redes sociais ainda durante a noite e contrasta com o tom da sessão, que teve momentos de tensão entre os ministros e durou até depois das 20h. Horas antes, Moraes havia acusado Mendonça de usar a Polícia Federal (PF) para tentar incluí-lo em uma colaboração premiada. Mendonça respondeu chamando a acusação de mentira.

REVISTA OESTE

BOMBA: Mensagens revelam que lobista tratava Lulinha como “sócio” apesar de negar relação à PF

 


A lobista Roberta Luchsinger se referiu a Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, como seu “sócio” em pelo menos oito conversas de WhatsApp entre junho de 2023 e junho de 2024. As mensagens, com textos e áudios, foram obtidas pela coluna de Andreza Matais, do Metrópoles.

Os registros contradizem com o depoimento dado por Luchsinger à Polícia Federal em maio deste ano. Na ocasião, ela afirmou que mantinha apenas uma relação de amizade com o filho mais velho do presidente Lula e negou ter feito repasses financeiros a ele.



Em uma mensagem de junho de 2024, a lobista diz que estava com “meu sócio e a família” e acrescenta: “Filho do presidente Lula”. Em outro diálogo, afirma passar parte da semana em Brasília “com o meu sócio q é filho do pr”. Há ainda mensagens nas quais identifica diretamente Fábio como sócio e cita Fernando Bittar: “Eu ele e o Fernando Bittar”.



Lulinha e Luchsinger aparecem em investigações no STF relacionadas a suspeitas de tráfico de influência. Uma das apurações envolve possível atuação no Ministério da Saúde para a comercialização de produtos derivados de cannabis. Outros inquéritos tratam de supostos pagamentos a pessoas do entorno de Lula e de possível tráfico de influência na Dataprev.

Em agosto, durante sabatina no Jornal Nacional, Lula afirmou que não conhecia Luchsinger e que nunca havia conversado com ela. Após a declaração, adversários divulgaram fotografias em que os dois aparecem juntos.

 


NAS ALTURAS: Brasil volta a liderar ranking mundial de juros reais

 


Mesmo após o Copom reduzir a Selic de 14% para 13,75% ao ano nesta quarta-feira (16), o Brasil segue com o maior juro real do mundo. A taxa brasileira ficou em 8,45%, segundo levantamento da MoneYou e Lev Intelligence.

O cálculo considera os juros de mercado para os próximos 12 meses e desconta a inflação projetada para o período. O Brasil aparece à frente de Rússia (6,79%), Colômbia (6,33%) e Turquia (6,25%).

Já no ranking de juros nominais, sem descontar a inflação, o Brasil ocupa a quarta posição, com 13,75%. Turquia lidera, com 37%, seguida por Argentina (29%) e Rússia (14%).

Com informações do InfoMoney

Caravana 22 chega a Alexandria com apoio do prefeito Raimundinho Andrade e amplia mobilização no Alto Oeste

 


A Caravana 22 chegou a Alexandria, no Alto Oeste Potiguar, com o apoio do prefeito Raimundinho Andrade à candidatura de Álvaro Dias ao Governo do Rio Grande do Norte. Recebido por lideranças políticas do município, Álvaro percorreu as ruas da cidade em uma grande carreata e participou de comício em praça pública.

Raimundinho Andrade recebeu Álvaro ao lado do vice-prefeito Jorge Vieira e de um amplo grupo político local que declarou apoio ao candidato ao Governo do Estado.

O encontro reuniu o presidente da Câmara Municipal, Francisco de Assis Euflauzino, e os vereadores Cícero Bernardino, Raul Bezerra, Chiquinho Pires, Maria Clara e Ciro Patrício. Também participaram ex-vereadores, suplentes, secretários municipais, lideranças comunitárias, o ex-candidato a vice-prefeito Luiz Almeida e a ex-candidata a prefeita Aline Souza.

Também estiveram presentes os candidatos a deputado federal Coronel Brilhante e Wender Andrade, além do candidato a deputado estadual Expedito Ferreira.

Após o encontro com as lideranças, uma grande carreata percorreu as ruas de Alexandria. Em carro aberto, Álvaro recebeu manifestações de apoio da população durante o trajeto. A programação terminou com um comício em praça pública, em frente à Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição.

 Blog do BG




FIM DAS BETS? Governo articula medida provisória para banir jogos online e limitar apostas esportivas

 


O governo federal prepara uma Medida Provisória (MP) com o objetivo de proibir os jogos online e impor restrições severas às apostas esportivas no país. A minuta do texto ainda passa por ajustes finais, mas a tendência inicial avaliada nessa quarta-feira (16) era o veto total a essas modalidades. A publicação oficial é esperada para os próximos dias.

A iniciativa alinha-se às recentes críticas públicas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre o impacto negativo do vício em apostas e o endividamento das famílias brasileiras. Contudo, o teor da medida já enfrenta forte resistência de clubes de futebol, empresas do setor e veículos de imprensa.

No início da semana, Lula deu entrevista com críticas às bets, após encontrar famílias que sofreram com o vício do jogo. “Estamos tomando decisões e logo vamos anunciar a decisão que a gente vai tomar em relação a isso, porque é uma doença, não é um jogo. É a indução de inocentes a um vício”, disse o presidente.

Impacto financeiro e mobilização dos clubes

Os clubes de futebol brasileiros iniciaram uma forte articulação para tentar barrar a iniciativa governamental. O setor calcula uma perda estimada em R$ 1 bilhão em patrocínios caso a proibição seja confirmada.

Grandes clubes como Flamengo, Corinthians, Palmeiras e São Paulo possuem acordos de patrocínio master com casas de apostas que superam a marca de R$ 100 milhões anuais por clube. Nos bastidores, discute-se a redação de uma nota oficial classificando a MP como eleitoreira e resultado da ineficiência do Estado no combate ao mercado ilegal.

As empresas de apostas (bets) também se mobilizam para tentar reverter a decisão, estudando medidas judiciais caso a MP seja editada. O setor argumenta que a proibição formal pode surtir o efeito oposto, estimulando o crescimento de plataformas clandestinas, que operam sem registro oficial no Brasil e sem recolhimento de impostos. A medida desagrada a veículos de comunicação que transmitem partidas de futebol e lucram com a publicidade.

Com informações do Estadão

 

VÍDEO - OPERAÇÃO AGRADO 2: Polícia afasta 5 servidores e cumpre 20 mandados em investigação de fraude no Detran-RN

  Cinco servidores públicos foram afastados das funções e 20 mandados de busca e apreensão são cumpridos nesta quinta-feira (17), em Natal, ...