O suposto furto do relógio de luxo e da aliança do
presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante um comício na divisa entre
Juazeiro (BA) e Petrolina (PE), na noite de terça-feira, repercutiu nas redes sociais.
Perfis ligados à oposição aproveitaram o episódio para ironizar o presidente,
recorrendo ao ditado popular “ladrão que rouba ladrão tem 100 anos de perdão”. Com
informações do Diário 360.
As publicações também resgataram declarações antigas
de Lula sobre criminalidade e pequenos delitos, usando as falas para fazer
críticas ao petista. O episódio ganhou contornos políticos em meio à reta final
do segundo turno das eleições presidenciais de 2026.
O valor do relógio também voltou ao centro das
discussões. Durante o debate da Band, o acessório já havia sido mencionado em
críticas ao presidente, com questionamentos sobre o preço do item e sua relação
com a imagem pública de Lula, frequentemente associado à defesa dos
trabalhadores e das camadas mais pobres da população.
Nas redes sociais, o caso passou a ser utilizado por
adversários políticos como argumento contra o presidente. Até o momento, porém,
a repercussão nas plataformas digitais não permite dimensionar, por si só, o
impacto do episódio entre os eleitores.

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