O médico Elder Freire da Silva Bezerra acusou o
secretário estadual de Saúde do Rio Grande do Norte, Alexandre Motta, de
perseguição profissional. Em vídeo publicado nas redes sociais no dia 4 de
outubro, ele afirmou ter recebido uma ordem para deixar seu plantão no Hospital
Monsenhor Walfredo Gurgel, em Natal, mesmo com a unidade superlotada.
Segundo Freire, ele chegou ao hospital às 7h e, uma
hora depois, foi informado de que seu plantão seria glosado, ou seja, não seria
reconhecido para pagamento. O médico afirmou que estava escalado para um setor
de emergência que precisava de profissionais para atender os pacientes.
Durante o desabafo, Freire criticou as condições do
hospital, relatou a presença de várias ambulâncias e afirmou que esta seria a
quarta vez que enfrentava situação semelhante. Segundo ele, episódios
anteriores ocorreram na UTI e na clínica médica do Hospital Regional de Assú.
O médico atribuiu as decisões ao secretário
Alexandre Motta. A justificativa administrativa para a suposta suspensão do
plantão não foi esclarecida nas informações apresentadas.
Com informações do BNews RN

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