Após as declarações de Roberta Luchsinger à CNN
Brasil, a oposição ao governo iniciou uma forte ofensiva institucional e nas
redes sociais. Em publicação no X, parlamentares relataram ter acompanhado a
transmissão ao lado de lideranças como o deputado Luciano Zucco (PL-RS) e o
senador eleito Sanderson (PL-RS), defendendo a entrada imediata da empresária
no programa de proteção a testemunhas.
O líder da oposição na Câmara, deputado federal
Gilberto Silva (PL-PB), informou ter protocolado pedidos formais em diversas
instâncias para garantir a “proteção de vida à delatora de Lula”. Silva
afirmou que a oposição não aguardará uma decisão do governo sobre o tema e
confirmou o envio de ofícios à Polícia Federal, ao Ministério da Justiça, à
Procuradoria-Geral da República (PGR), à Procuradoria Federal dos Direitos do
Cidadão (PFDC), à Comissão Nacional de Direitos Humanos (CNDH) e ao relator do
caso no Supremo Tribunal Federal (STF).
A estratégia da oposição inclui ainda um
Requerimento de Informação e a convocação do ministro da Justiça para prestar
esclarecimentos na Comissão de Segurança Pública, além de pedidos de audiência
nas Comissões de Direitos Humanos e da Mulher. “Se o Estado não proteger,
levamos à Comissão Interamericana. Ninguém vai calar uma testemunha neste
País”, declarou o parlamentar.
Paralelamente, a repercussão ganhou tração nas redes
digitais. O candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, divulgou trechos
da entrevista no Instagram e mobilizou apoiadores no X ao impulsionar a
hashtag “Fala tudo Roberta”, que figurou entre os assuntos mais
comentados do dia na plataforma.
Com informações da Jovem Pan News


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