domingo, 11 de outubro de 2026

A herança fiscal do governo Lula que ameaça o futuro do Brasil

 


O governo Lula caminha para entregar ao próximo presidente, em 2027, um cenário fiscal marcado pelo aumento da dívida pública e por déficits sucessivos. A avaliação é da coluna de Ives Gandre publicada na Revista Oeste, que alerta para os riscos de manter o crescimento dos gastos públicos sem medidas suficientes para equilibrar as contas. Segundo o texto, a dívida bruta do governo chegou a 82,9% do PIB em agosto de 2026, o equivalente a R$ 11,1 trilhões.

O artigo compara a situação atual ao superávit de R$ 54 bilhões registrado no governo Jair Bolsonaro e afirma que o resultado foi revertido já no primeiro ano da gestão Lula. O autor também critica a opção do Executivo por ampliar a arrecadação em vez de priorizar cortes de despesas. Na avaliação apresentada, o desequilíbrio fiscal pressiona os juros, reduz a confiança dos investidores e pode dificultar o crescimento econômico, com impactos sobre empresas e consumidores.

Com experiência na Assembleia Nacional Constituinte, Ives Gandra defende que o equilíbrio das contas públicas deve ser tratado como uma obrigação constitucional e uma responsabilidade com as próximas gerações. Ele cobra do Congresso Nacional e da sociedade civil medidas para conter o avanço do endividamento e encerra o artigo com uma crítica à política econômica do governo: compara a gestão a O Exterminador do Futuro, afirmando que Lula estaria “exterminando o futuro econômico do Brasil”.

 

 

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