A eleição presidencial ganhou uma aposta que
ultrapassou qualquer bolão eleitoral. Dois cidadãos resolveram colocar em jogo
nada menos que o “frezado” — expressão popular nordestina usada, em tom de
brincadeira, para se referir ao traseiro.
O acordo é simples e, digamos, arriscado: um apostou
na vitória de Lula; o outro, na de Flávio Bolsonaro. Quando sair o resultado
das urnas, quem tiver apostado no candidato derrotado terá que “dar o frezado”
ao vencedor da aposta.
Dinheiro? Nada. Caixa de cerveja? Também não. A
aposta foi logo no patrimônio pessoal.
Agora, além de acompanhar pesquisa eleitoral, os
dois vão precisar torcer com força redobrada. Afinal, nessa aposta, perder a
eleição pode significar perder muito mais do que o palpite.
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