Candidato a vice-presidente na chapa de Flávio
Bolsonaro (PL), o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL) defendeu o nome do
senador Rogério Marinho (PL-RN) para a sucessão de Davi Alcolumbre (União-AP)
na presidência do Senado e, por consequência, do Congresso Nacional.
Em discurso na Praia dos Artistas no último domingo
6, durante visita a Natal, Gaspar chamou o parlamentar potiguar de “futuro
presidente do Congresso Nacional” e afirmou que ele deverá ocupar posição
central na articulação política de um eventual governo do PL. “O senador
Rogério Marinho será nosso futuro presidente do Senado da República”, afirmou
Gaspar, diante de apoiadores potiguares.
Gaspar chamou Rogério de “padrinho”, “professor” e
“orientador” e disse que o parlamentar poderá ampliar o espaço político do Rio
Grande do Norte em Brasília. “Rogério Marinho vai estar ao lado de Flávio
Bolsonaro para olhar o Rio Grande do Norte com muito carinho, muito amor,
trazendo desenvolvimento, recursos, oportunidades e esperança”, declarou.
Além do discurso na Praia dos Artistas, Rogério e
Gaspar participaram de um bandeiraço na orla e, depois, seguiram para uma
carreata e caminhada em Extremoz. O ato na capital potiguar contou também com a
presença dos candidatos do PL ao Governo do Estado, Álvaro Dias, e ao Senado,
Coronel Hélio, além de candidatos a deputado federal e deputado estadual do
partido.
Coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro à
Presidência, Marinho chegou a ser cotado para ocupar a vaga de vice na chapa.
Segundo Alfredo Gaspar, porém, o próprio senador potiguar teve participação
direta na escolha de seu nome para a composição presidencial. “Todo mundo lhe
queria vice-presidente. Todo mundo torcia por Rogério Marinho. E esse rapaz, de
forma humilde, pensando no País, apontou o dedo para mim e disse: ‘Alfredo, vai
ser você’”, afirmou.
No discurso, Gaspar vinculou a eventual eleição de
Rogério Marinho para o comando do Senado ao fortalecimento das candidaturas do
PL no Estado. Afirmou que Marinho abriria “as portas dos ministérios, do poder
e dos recursos” para uma possível administração de Álvaro Dias e defendeu a
eleição de Coronel Hélio e Styvenson Valentim (Podemos) para o Senado.

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