A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV)
publicou, na tarde desta sexta-feira (14/8), a nova política sobre atletas do
vôlei feminino. Com as diretrizes apresentadas, a modalidade será disputada
apenas por atletas do sexo biológico feminino, não permitindo mulheres trans em
competições oficiais.
De acordo com a própria Confederação Brasileira de
Voleibol, a nova política é um alinhamento com os critérios apresentados pelo
Comitê Olímpico Internacional (COI), pela Federação Internacional de Voleibol
(FIVB) e pela Confederação Sul-Americana de Voleibol (CSV).
Com isso, as atletas do sexo feminino passarão por
uma verificação feita por um teste e triagem do gene SRY. João Olyntho,
presidente do Conselho de Saúde do Voleibol, comentou sobre a nova diretriz da
CBV.
“A CBV se alinhou aos posicionamentos do COI e da
FIVB quanto a necessidade das jogadoras realizarem o processo de triagem do
gene SRY para a elegibilidade da categoria feminina. A coleta de material é
feita de forma pouco intrusiva e altamente precisa” comentou.
Ainda em comunicado da CBV, a nova política entra em
vigor em competições importantes no cenário nacional: Superliga A e B
(temporada 26/27), Supercopa 2026, Copa Brasil 2027, Circuito Brasileiro de
Vôlei de Praia 2027 (adulto), CBVP Challenger 2027 e nas respectivas edições
seguintes durante a vigência da política.
Com informações de Metrópoles

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