A cada mês, o mesmo cenário: atrasos, promessas não
cumpridas e a constante transferência de responsabilidades entre o governo
Fátima e as empresas terceirizadas.
Para o secretário de Saúde do Estado, Alexandre
Motta, porém, a decisão da categoria que atua em unidades hospitalares estatais
teria motivação política. “Por que iniciar uma greve justamente no domingo,
coincidindo com a abertura do calendário eleitoral?”, questionou.
Já para o sindicato da categoria (Sipern
Trabalhador), a paralisação é a única resposta possível ao descaso com quem
cuida da população potiguar.
A greve ocorre porque os salários não são pagos,
consequência da falta de repasses pelo Governo do Estado às empresas
prestadoras de serviço, como a JMT e a Justiz.
“Sem dinheiro, pais e mães de família não conseguem
nem pagar passagem para trabalhar nem colocar comida na mesa. Essa situação
humilhante não é um fato isolado, mas sim uma rotina no Rio Grande do Norte”,
denuncia a entidade.

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