Pais e mães de
estudantes matriculados na Escola Municipal Irmã Arcângela, no bairro Igapó,
zona Norte de Natal, estão com medo de uma ameaça de massacre na unidade. Um
perfil divulgou as ameças em uma rede social. A página já foi excluída, mas a
preocupação dos familiares permanece.
"Minha filha ficou
chorando e a gente fica com medo. Pode ser um boato? Pode. Mas pode ser
verídico. Quando uma pessoa faz um Instagram, já está com maldade",
comentou uma mãe. "Semana passada meu menino ficou dizendo que não queria
morrer. Não tem nada que pague a vida dos nossos filhos. Desde a semana passada
que dizem que vai ter massacre na escola", acrescentou outra.
Apesar disso, as aulas
continuam normalmente na unidade. As forças de segurança foram acionadas à
escola. Como medida preventiva, a Polícia Militar e a Guarda Municipal de Natal
estão realizando a segurança da unidade de ensino.
Em nota, a Polícia
Civil informou que está investigado o caso. "A instituição informa que o
caso está sendo investigado e que as diligências estão em andamento com o
objetivo de identificar e localizar o responsável pela divulgação das mensagens
ameaçadoras nas redes sociais", pontuou.
"A Polícia Civil
ressalta que as informações estão sendo apuradas e que as medidas necessárias
serão adotadas para esclarecer os fatos e garantir a segurança da comunidade
escolar", completou.
Em nota, a Secretaria
Municipal de Educação informou que está acompanhando a situação de possível
ameaça e orientou que a direção da escola registrasse o Boletim de Ocorrência.
"A SME-Natal reforça que, até o momento, não há registro de ocorrência de
ataque na escola e que as atividades escolares estão acontecendo normalmente,
com o acompanhamento das forças de segurança", destacou.
"A Secretaria
permanece em contato com os órgãos responsáveis e seguirá acompanhando a
situação, adotando todas as medidas necessárias para preservar a segurança de
estudantes, professores, servidores e demais integrantes da comunidade
escolar", encerrou.
No início do mês, a
Polícia Civil identificou uma suposta ameaça de massacre em uma escola de
Maxaranguape. O autor da publicação era um adolescente de 14 anos.
Portal da Tropical

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