A crise financeira de grandes empresas entrou no
radar da campanha de reeleição do presidente Lula. Segundo a jornalista Milena
Teixeira, do Metrópoles, aliados temem que a oposição use os casos para
associar as dificuldades das companhias aos juros elevados e reforçar o
discurso de que empresas não conseguem sobreviver no atual governo.
A maior preocupação é com as Casas Bahia, pela
popularidade da marca e pelo número de trabalhadores e consumidores ligados à
empresa. O grupo pediu recuperação judicial para renegociar R$ 17,3 bilhões em
dívidas.
A Braskem protocolou pedido de recuperação
extrajudicial para reestruturar uma dívida de cerca de R$ 56 bilhões. A
Petrobras detém 47% do capital votante da petroquímica.

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