O Senado aprovou nesta quarta-feira (8/7) a criação
de uma linha de crédito de até R$ 15 bilhões para ajudar empresas brasileiras
prejudicadas pelo aumento das tarifas cobradas pelos Estados Unidos sobre
produtos do Brasil e pela guerra do Oriente Médio.
A medida faz parte do Plano Brasil Soberano e segue
agora para sanção presidencial.
Os recursos não serão repassados diretamente às
companhias. O valor funcionará como uma linha de crédito, que deverá ser paga
pelas empresas, conforme juros, prazos e condições ainda definidos pelo
Conselho Monetário Nacional (CMN).
O crédito poderá ser usado para manter o
funcionamento das empresas, comprar máquinas, ampliar a produção, investir em
tecnologia e adaptar produtos para que possam ser vendidos em outros países.
Poderão solicitar os recursos empresas dos setores
industrial, agropecuário, pesqueiro, florestal e mineral, além de fornecedores
ligados a essas atividades. Cooperativas, associações e companhias consideradas
importantes para o comércio exterior também poderão ser atendidas.
O dinheiro virá, principalmente, do saldo disponível
no Fundo de Garantia à Exportação, além de outras fontes do Ministério da Fazenda
e do Orçamento da União. O BNDES será responsável por operar a linha de
crédito, diretamente ou por meio de outros bancos autorizados.
Metrópoles

Nenhum comentário:
Postar um comentário