Ayrton Senna passou a integrar o Livro dos Heróis e
Heroínas da Pátria, mantido no Panteão da Pátria, em Brasília. Com a inclusão,
o tricampeão mundial de Fórmula 1 tornou-se o 100º homenageado da obra, criada
para reconhecer personalidades que contribuíram para a construção e defesa do
Brasil.
A lei foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio
Lula da Silva após aprovação do Congresso. A homenagem havia sido proposta pelo
senador Marcos Pontes em 2024.
Senna conquistou os títulos mundiais de Fórmula 1 em
1988, 1990 e 1991 e morreu aos 34 anos em um acidente durante o GP de San
Marino, na Itália, em 1994. Antes dele, apenas os atletas Adhemar Ferreira da
Silva e João Carlos de Oliveira, ambos da modalidade salto triplo, haviam
recebido a homenagem.

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