Presa após ser descoberta vivendo sob uma identidade
falsa e se apresentando como uma adolescente de 12 anos, Amanda Maria Souza de
Oliveira já foi denunciada pelo Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO) por falsidade
ideológica. A “falsa criança” chegou a ser condenada com a pena de um ano de
reclusão.
A notícia é do Metrópoles. Segundo os autos, o caso
ocorreu em agosto de 2024, quando um conselheiro tutelar de Goiânia (GO) foi
informado por uma policial militar que uma adolescente necessitava de ajuda,
pois a mesma teria sido vítima de abuso e exploração sexuais no estado do Rio
Grande do Sul.
Na ocasião, o conselheiro orientou os militares a
conduzirem a vítima ao Hospital da Mulher, localizado no Setor Coimbra. Na
unidade hospitalar, a vítima se identificou como “Gabriele”.
No entanto, durante o atendimento médico, a mulher
se retratou e disse que seu nome não seria Gabriele, mas um outro nome, o qual
será preservado pois se trata da identificação de uma criança real.
Ao pesquisarem o nome novo, a equipe do hospital
constatou que a identificação era de uma criança de 11 anos. Em razão disso, a
suposta vítima foi levada ao Hospital da Criança e Adolescente para que
recebesse um tratamento especializado.
O conselheiro, então, considerando que a vítima
relatou ter sofrido abusos sexuais em Porto Alegre (RS), entrou em contato com
o Conselho Tutelar do estado de onde ela teria vindo, além de encaminhar a foto
da mesma. Contudo, o conselheiro recebeu como resposta uma reportagem com a
fotografia da suposta criança, que na verdade era Amanda.

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