A notícia é do Metrópoles. Reservadamente,
lideranças do partido de Lula afirmam não enxergar motivo para apreensão.
Alegam que não “há agonia”, que dormem com a consciência tranquila e sustentam
que qualquer irregularidade envolvendo a operação do programa Credcesta pelo
Banco Master seria recebida com surpresa dentro da própria legenda.
Como revelou o Metrópoles, na coluna de Igor
Gadelha, o acordo sugerido por Vorcaro menciona supostos pagamentos que teriam
sido realizados como contrapartida à operação do programa Credcesta pelo Banco
Master no estado.
O banqueiro Daniel Vorcaro
O Credcesta é um cartão de benefício consignado
destinado a servidores públicos da ativa e aposentados, com parcelas
descontadas diretamente na folha de pagamento.
O Banco Master operou o programa na Bahia entre 2018
e 2022, período em que o estado era administrado por Rui Costa (PT), ex-
ministro da Casa Civil.
Segundo interlocutores petistas, a única ligação
conhecida entre integrantes do partido e o Banco Master remete ao episódio
revelado pela coluna envolvendo a empresa da nora do senador Jaques Wagner
(PT-BA).
A companhia da advogada e florista Bonnie de Bonilha
firmou contrato de R$ 12 milhões com a instituição financeira.

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