O ex-governador de Minas
Gerais e possível pré-candidato à Presidência da República Romeu Zema (Novo),
voltou a elevar o tom contra o Supremo Tribunal Federal (STF) e o ministro
Gilmar Mendes, nesta terça-feira (21/4), durante a cerimônia da Inconfidência
em Ouro Preto.
“Eu pergunto a você,
ministro Gilmar Mendes: a Justiça não deveria ser cega?”, questionou Zema, ao
dizer que o país vive “um momento de vergonha moral” e mencionar polêmicas
envolvendo magistrados da Corte.
Em meio aos embates com
Gilmar Mendes, que chegou a pedir ao ministro Alexandre de Moraes para incluir
Zema no Inquérito das Fake News, o ex-governador de Minas acusou o STF de
“cometer abusos” e
proteger “os intocáveis”.
“Como pode a esposa de um
ministro do STF ter um contrato de R$ 129 milhões com o maior golpista do
Brasil? Um ministro que, do dia para a noite, vira investidor no turismo. Um
ministro que, ao julgar um processo positivo em MG, acha que estamos em dívida
com o Supremo”, continuou a questionar.
Zema também ampliou o
discurso para críticas ao governo federal e à estrutura de poder em Brasília,
que, segundo ele, “mantém o povo na pobreza”. “Enquanto o brasileiro de bem
derrama seu suor para melhorar a vida de sua família, a canetada de quem vive
em Brasília mantém o povo na pobreza”, declarou.
“Como pode a esposa de um
ministro do STF ter um contrato de R$ 129 milhões com o maior golpista do
Brasil? Um ministro que, do dia para a noite, vira investidor no turismo. Um
ministro que, ao julgar um processo positivo em MG, acha que estamos em dívida
com o Supremo”, continuou a questionar.
Zema também ampliou o
discurso para críticas ao governo federal e à estrutura de poder em Brasília,
que, segundo ele, “mantém o povo na pobreza”. “Enquanto o brasileiro de bem
derrama seu suor para melhorar a vida de sua família, a canetada de quem vive
em Brasília mantém o povo na pobreza”, declarou.
O ex-governador ainda
comparou o cenário atual a um “ciclo colonial”, afirmando que “Brasília explora
o Brasil como os portugueses fizeram”.

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