O endividamento das famílias brasileiras atingiu
49,7% em janeiro, segundo o Banco Central. O índice, que mede a relação entre
dívidas e renda acumulada em 12 meses, ficou próximo do maior nível da série
histórica, de 49,9%, registrado em julho de 2022.
Os dados também mostram aumento no comprometimento
da renda com pagamento de dívidas, que subiu para 29,3%. Quando desconsiderado
o crédito imobiliário, o indicador chega a 27,1%. Já o percentual de famílias
com algum tipo de dívida alcança 80,2%, de acordo com levantamento da
Confederação Nacional do Comércio.
O crédito segue em expansão, com destaque para o
financiamento habitacional, que atingiu R$ 1,326 trilhão, e para o crédito de
veículos, que cresceu mais de 16% em 12 meses. Ao mesmo tempo, o próprio Banco
Central elevou novamente a previsão de inflação para 2026, com o IPCA estimado
em 4,36%, mantendo tendência de alta nas projeções.
REVISTA OESTE

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