A história da "Devoradora de Machos" teve
grande repercussão aqui no Blog, baseado na notícia da coluna Na Mira, do
Metrópoles. Agora, já há repercussão no caso: “Devoradora de machos” ganha
concorrência, com sexo frenético entre homens, aponta a mesma coluna.
O texto diz o seguinte:
"Se o matagal do Polo JK, em Santa Maria, é o
trono em que a “Devoradora do Cerrado” reina absoluta entre espasmos e sombras,
uma via asfaltada logo adiante guarda um segredo igualmente voraz, mas de outra
natureza.
Nas ruas desertas que serpenteiam o centro industrial,
a poucos metros de onde a morena platinada atrai suas presas, o cenário muda,
mas a temperatura mantém os níveis de pura ebulição.
Virando a esquina, o jogo é outro e ninguém entra
sem a “supervisão de um profissional”. O que rola é uma verdadeira “luta de
espadas” entre homens que não buscam o perfume feminino, mas o vigor bruto de
outros homens.
“Pau quebra” ao entardecer
A reportagem da coluna, infiltrada em um dia da
semana, no fim do horário comercial, identificou um trecho específico em que o
silêncio industrial é rompido pelo som de portas de carros se abrindo. Não há
convites formais ou jantares à luz de velas. O código é visual, instintivo e
imediato.
Naquele “reduto de testosterona”, homens de todas as
idades estacionam seus veículos de forma estratégica. As luzes se apagam, mas o
movimento não para. Em questão de segundos, o que se vê é o “pau quebrando”.
Sem as amarras das convenções sociais, os
frequentadores partem para o embate direto: corpos que se chocam contra o lombo
de outros, mãos que exploram com urgência e uma energia motora que toma conta
do asfalto perfeito de Santa Maria.
Sem papo, só ação
O que diferencia este ponto da sacanagem brasiliense
é a ausência quase total de diálogo. O “papo reto” resume-se a um olhar ou à
pergunta que ecoa como um desafio: “Vamos brincar?”. O sexo é seco, rápido e
vigoroso. Não há espaço para preliminares românticas.
O capô dos carros, ainda quente das rodovias, serve
de apoio para encontros que duram o tempo exato da satisfação. Da mesma forma
que começa, o encontro termina em um silêncio absoluto. Homens ajustam suas
roupas, entram em seus carros e partem, deixando para trás apenas o rastro dos
pneus no asfalto e a poeira que assenta sobre o desejo satisfeito.
Embora a voracidade domine a cena, a lei brasileira
não ignora o que acontece sob o céu do Polo JK. Assim como no caso da
Devoradora, a prática de atos sexuais em via pública enquadra-se no Artigo 233
do Código Penal."

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