A defesa de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão,
conhecido como “Sicário”, afirmou nesta quinta-feira (5) que o quadro de saúde
dele segue grave, mas sem confirmação de morte encefálica. Ele está internado
no Hospital João XXIII, em Belo Horizonte, após tentar tirar a própria vida
enquanto estava sob custódia da Polícia Federal (PF).
Segundo o advogado Robson Lucas da Silva, o estado
clínico permanece estável dentro da gravidade. “O quadro permanece grave,
monitoramento permanente no CTI, mas não houve evolução. Ele não melhorou, mas
também não piorou”, afirmou.
A defesa também relatou que o advogado esteve com
Sicário horas antes do ocorrido e não percebeu sinais de que ele poderia
cometer o atentado contra a própria vida. De acordo com a PF, após o episódio
os agentes prestaram os primeiros socorros, utilizando adrenalina e desfibrilador
antes de encaminhá-lo ao hospital.
Na noite de quarta-feira (4), a corporação chegou a
informar que Mourão havia morrido, mas depois recuou e disse que não confirmava
o óbito. Informações extraoficiais indicavam a possibilidade de abertura de
protocolo de morte encefálica, o que legalmente caracteriza morte no Brasil.
O caso gerou forte repercussão. Enquanto o senador
Carlos Viana chegou a levantar a hipótese de “queima de arquivo”, o advogado
rejeitou essa possibilidade e afirmou que é preciso aguardar as investigações
abertas pela própria Polícia Federal para esclarecer o ocorrido.
Com informações da CNN
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