O amanhã já vai chegar, com o coração batendo forte
para a cidade levantar. Renova Tangará, deixe o medo para lá; quando o povo se
levanta, nada pode segurar. Eu acredito no que faço, pois Tangará é o meu
lugar. Da calçada ao campo aberto, vejo a força popular; é do suor do nosso
rosto que o futuro vai brotar. Cada mão que se oferece faz a terra prosperar.
Chega de promessas vazias e de discursos sem olhar. Vem com a gente nessa
virada, está na hora de mudar. Renova Tangará, o amanhã já vai chegar, com o coração
batendo forte para a cidade levantar. Deixe o medo para lá; quando o povo se
levanta, nada pode segurar.
Unindo todas as forças em uma corrente do bem, do
bairro à baixada, todo mundo quer também. Vamos pôr fim ao atraso, pois você
sabe bem de quem se trata. Quem esquece a nossa gente não merece ir além. Chega
de viver no escuro se a cidade pode brilhar; venha fazer parte da história que
a gente vai contar. Renova Tangará, o amanhã já vai chegar. Mão na mão, rua
cheia, olho no olho, ninguém se vende. Voz a voz, a chama incendeia; quando o
povo acredita, tudo acontece. Eu acredito no que faço, Tangará é o meu lugar.
Da calçada ao campo aberto, vejo a força popular. É do suor do nosso rosto que
o futuro vai brotar; cada mão que se oferece faz a terra prosperar. Chega de
promessas vazias e de discursos sem olhar. Vem com a gente nessa virada, está
na hora de mudar.
Bom dia, Tangará! Bom dia, Rio Grande do Norte! Bom
dia a você que, neste momento, teve a iniciativa de acessar seu celular ou sua
Smart TV. Estamos ao vivo com o programa Renova Tangará, porque quem ama,
renova. Este não é apenas um projeto de comunicação, mas um projeto de gestão
para o município de Tangará, onde a oposição desempenha um papel relevante.
Estamos aqui para contribuir e conscientizar você de que nosso município
precisa de renovação, ajustes e mudanças, para que você se sinta
verdadeiramente um cidadão tangaraense, vendo uma cidade mais próspera e
bonita. Estamos aqui como oposição, cidadãos e políticos para contribuir com
este projeto. Ao meu lado está o empresário e filho de Tangará, Miguel Rocha.
Bom dia, Miguel!
"Bom dia, Nilson. Bom dia, Tangará. Muito
obrigado pelo convite. Bom dia também ao Murilo, que está participando conosco
do outro lado. Você que ama Tangará, fique ligado, pois espero contribuir e
somar um pouco com ideias para a nossa cidade", disse Miguel. É verdade,
Miguel. E você pode compartilhar nossa transmissão; estamos no YouTube,
Instagram e Facebook. Sigam-nos, deem o seu "joinha" e compartilhem
com os amigos no WhatsApp. Isso ajuda muito o nosso podcast Renova Tangará. Do
outro lado, em Natal, temos Murilo Cabral, por quem tenho grande admiração. Ele
foi prefeito e, no passado, eu produzia o programa dele na Rádio Santa Cruz.
Bom dia, meu amigo Murilo!
"Bom dia, vereador Nilson. É um prazer enorme
participar deste programa semanal. Nilson é sempre muito organizado nessas
coisas. É um prazer estar presente para contribuir com as pessoas que realmente
amam Tangará. Temos aqui grandes amigos e adoradores da cidade. Um abraço a
todos que nos ouvem e assistem", respondeu Murilo. Tivemos um pequeno
problema técnico no som do Instagram, mas acredito que já foi resolvido. Se
houver dificuldade, podem nos acompanhar pelo Facebook ou YouTube.
Miguel, a temática de hoje é: qual Tangará queremos
para o futuro? Murilo tem uma visão ampla de gestão e atualmente auxilia o
município de São José de Mipibu, sob a gestão do prefeito Zé Figueiredo.
Miguel, você tem uma trajetória empresarial em Natal, no ramo da saúde, com
serviços de home care. Explique um pouco sobre sua empresa. "Estamos nesse
ramo há 28 anos. Minha esposa e eu somos pioneiros em nutrição parenteral e
atendimento domiciliar. Hoje, ajudo diretamente na parte de logística e
manutenção da empresa", explicou Miguel.
Sobre sua origem, Miguel contou: "Meus pais e
avós são de Tangará. Fui alfabetizado aqui no jardim de Inês e estudei no Grupo
Escolar Professor Severino Bezerra. Vivi a época áurea do algodão, pela qual
sou apaixonado. Sonho em dar mais atenção ao homem do campo e à agricultura.
Morei na rua Miguel Barbosa e, quando o ciclo do algodão acabou, fui estudar em
Natal, onde me formei em Administração".
Nilson perguntou se Miguel percebeu mudanças
estruturais em Tangará ao longo dos anos. Miguel respondeu: "Gosto de
comparar com cidades vizinhas como Santa Cruz e Serra Caiada, que se
desenvolveram, enquanto nossa cidade parece estagnada. Eu tive o bar Baby Night
aqui e, desde cedo, fui fascinado pelo empreendedorismo e pela cultura. O setor
comercial de culinária se espalhou, o que é bom, mas precisamos explorar mais o
potencial turístico, especialmente com a proximidade de Santa Rita de Cássia em
Santa Cruz".
Murilo Cabral acrescentou: "Tangará é uma
cidade de cruzamentos, o que traz benefícios e problemas. Está muito estagnada.
No meu tempo de prefeito, tentamos trazer indústrias e um centro de confecções,
mas as mudanças políticas interromperam os projetos. A saúde não está boa e
poderíamos melhorar o setor de serviços, talvez criando um centro de
convivência e valorizando o artesanato, que era forte no passado e hoje está
esquecido".
Nilson relembrou sua trajetória política iniciada em
2004, inspirada por seu avô. "Entrei na política para fortalecer a
oposição na época de Teodorico Neto. É decepcionante ver prefeitos entrarem e
saírem sem que a cidade mude de cara. Não priorizaram o urbanismo ou o
paisagismo. Cuidam apenas do básico, como folha de pagamento e manutenção
hospitalar mínima, mas falta planejamento de futuro. Se eu fosse prefeito, em
um ano mudaria o centro da cidade. A via principal, João Ataíde de Melo, merece
asfalto melhor, canteiros organizados, iluminação padronizada e acessibilidade.
Tenho a ideia de criar a 'Calçada dos Prefeitos' e a 'Calçada do Hino
Municipal', transformando a caminhada em uma experiência histórica e
artística".
Miguel lembrou que seu pai, Gaspar, foi o primeiro
promotor de justiça de Tangará em 1959. Ele ressaltou a importância de resgatar
a história local e sugeriu um projeto de arborização técnica para amenizar o
calor da cidade, utilizando plantas adequadas como oiticicas ou ipês. Murilo
concordou, destacando que as praças estão em péssimo estado e as calçadas são
inacessíveis, desrespeitando as leis atuais.
Nilson criticou a falta de acabamento nas obras
públicas: "O prefeito faz propaganda de reformas, mas muitas vezes é
apenas pintura sobre revestimento velho, sem qualidade visual ou estrutural.
Equipamentos de lazer como a Praça Jabuti e a Praça da Igreja mereciam um
cuidado maior, com materiais de qualidade e iluminação moderna. Gastam dinheiro
com empreiteiros, mas as praças não têm vida". Miguel sugeriu a instalação
de academias da terceira idade, que são baratas e promovem a saúde preventiva.
A crítica estendeu-se à gestão financeira. Nilson
afirmou que Tangará recebeu 78 milhões de reais no último ano, mas o dinheiro é
mal gerido. "Gastam 38 mil reais por mês no aluguel de um caminhão de lixo
velho, o que daria para comprar um novo em um ano. Gastaram mais de um milhão
em manutenção de uma frota quase inexistente, favorecendo empresas de fora em
detrimento do comércio local. Enquanto cidades vizinhas como Campestre e Japi
adquirem veículos elétricos e constroem hospitais com recursos próprios ou
emendas específicas, Tangará depende de emendas de custeio para o básico, sem
realizar investimentos estruturantes".
Sobre a educação, Nilson apontou um aumento
exorbitante nos contratos de terceirização de pessoal, que saltaram de 1,7
milhão para mais de 8 milhões de reais, sem que o número de alunos ou escolas
tenha aumentado proporcionalmente. "Isso é falta de confiança política;
usam contratos para garantir apoio eleitoral, enquanto o dinheiro que deveria
ir para obras é desperdiçado".
O programa também abordou a situação da creche no
bairro Nossa Senhora de Fátima, uma obra iniciada há anos e que continua
inacabada, apesar das promessas de repactuação de recursos. "É um elefante
branco. Dizem que há milhões investidos, mas a obra avança a passos de
tartaruga com poucos operários", criticou Nilson. Outro ponto foi a "fake
news" sobre uma unidade móvel odontológica anunciada em 2023 que nunca
chegou, e a promessa de casas populares que não saíram do papel.
Sobre a mudança da folha de pagamento para o Banco
Mentori, Nilson publicou uma nota de repúdio: "Foi uma decisão arbitrária,
sem diálogo com os servidores. Trocaram instituições sólidas por uma fintech
desconhecida, colocando em risco o salário do funcionalismo por uma negociação
de 250 mil reais. O servidor não é mercadoria". Murilo acrescentou que
tais mudanças muitas vezes escondem interesses em empréstimos consignados com
taxas abusivas.
No cenário político estadual, Nilson e os convidados
comentaram o recente evento do PL em Natal, com a presença de Flávio Bolsonaro
e Álvaro Dias. "A direita está crescendo no estado. O povo está cansado do
modelo atual. Precisamos de gestores preparados e de uma união para mudar o
rumo do Rio Grande do Norte e do Brasil", afirmou Murilo.
Ao final, Nilson agradeceu a Miguel Rocha,
destacando seu trabalho social silencioso realizado há dez anos no Natal de
Tangará, levando brinquedos e alegria às comunidades carentes. "Agradeço o
convite. A política se faz com diálogo e boas ideias. Espero continuar
contribuindo com nossa cidade", finalizou Miguel. Murilo também se
despediu, reforçando a necessidade de renovação e fiscalização. "Quem ama,
renova. Vamos refletir sobre o amanhã que queremos para Tangará. Um abraço a
todos e até o próximo domingo".
Fonte: Murilo Cavalcante Cabral

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