O Supremo Tribunal Federal enfrenta o que
vem sendo apontado como a maior crise de credibilidade de sua história recente.
Nos bastidores, o presidente da Corte, Edson Fachin, tem discutido com outros
ministros possíveis saídas institucionais para conter o desgaste da imagem do
tribunal.
Entre as hipóteses levantadas por juristas estaria o
incentivo ao afastamento voluntário de ministros envolvidos em polêmicas
recentes, como Dias Toffoli e Alexandre de Moraes. A medida,
considerada dura por especialistas, é vista como improvável por não se alinhar
ao perfil mais cauteloso de Fachin.
Outra possibilidade seria encaminhar questionamentos
à Procuradoria-Geral da República, comandada por Paulo Gonet, embora
a atuação do órgão também esteja sendo alvo de críticas.
Dentro do STF, parte dos ministros avalia que a
Corte estaria “sob ataque”, defendendo que a presidência do tribunal adote
postura de defesa institucional e proteção aos integrantes da Casa.
Nos bastidores, cresce a avaliação de que, caso o
próprio STF não adote providências, o Senado Federal poderá ser
pressionado a analisar pedidos de impeachment contra ministros, ampliando ainda
mais a crise institucional.
Com informações do Diário do Poder

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