Foi Malu Gaspar quem revelou, ainda em dezembro de
2025, que Alexandre de Moraes entrou em contato com o presidente do Banco
Central, Gabriel Galípolo, pelo menos quatro vezes para tratar de interesses
ligados ao Banco Master.
Em um encontro presencial, Moraes teria dito que
“gostava de Vorcaro” e pedido ao BC que aprovasse a venda do Master para o BRB,
banco estatal do Distrito Federal.
Galípolo respondeu que o BC havia encontrado fraudes
no repasse. Moraes negou a pressão. O BC endossou a versão.
Mas um detalhe salta aos olhos: nenhum dos encontros
entre os dois estava registrado nas agendas oficiais de nenhum dos dois.
Some isso ao contrato de R$ 80 milhões que o
escritório da mulher de Moraes, Viviane Barci, tinha com o Master, e pergunte:
existe coincidência desse tamanho no mundo real?

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