Lula abriu o coração e reclamou publicamente do
Banco Central.
O Copom cortou a Selic de 15% para 14,75%, queda de
apenas 0,25 ponto percentual, bem abaixo dos 0,50 que o presidente esperava.
A justificativa do BC foi a guerra no Irã, que
empurrou o petróleo acima de 100 dólares e aumentou a incerteza global. Lula
disse que estava “triste” e questionou: “Essa guerra até no nosso Banco
Central? Não é possível.”
Mas a ata do Copom revelou algo que Lula não quer
admitir. Os diretores, todos indicados pelo próprio Lula, deixaram claro que o
problema não é só a guerra.
É a gastança do governo, a irresponsabilidade
fiscal, o estímulo descontrolado ao consumo. Em resumo, os homens que Lula
colocou no BC disseram que ele mesmo é parte do problema.
A guerra deu o empurrão, mas a bagunça fiscal já
estava lá. O presidente reclama do remédio enquanto continua tomando o veneno.
Esse texto foi copiado do Blog do Gustavo Negreiros

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