A Polícia Civil está investigando a morte do
adolescente Renan Henrique do Nascimento, de 17 anos, ocorrida no último dia
22, no condomínio Engenho I, no bairro Santa Teresa, em Parnamirim. Em nota, a
instituição afirmou que os policiais envolvidos na ocorrência, familiares e
testemunhas deverão prestar depoimentos nos próximos dias.
Além disso, serão requisitados exames
complementares, com o objetivo de exames detalhados integralmente a dinâmica
dos fatos. “Desde a comunicação dos fatos, as equipes da Divisão de Homicídios
e Proteção à Pessoa (DHPP) de Parnamirim realizaram diligências no local,
incluindo a coleta de imagens de câmeras de segurança do condomínio, que serão
reveladas no curso da investigação”, esclareceu.
Na última sexta-feira (23), um protesto foi
realizado na avenida em frente ao condomínio. Familiares e moradores
incendiaram pneus e outros objetos. O ato terminou com um debate entre os manifestantes
e as forças de segurança.
De acordo com a Polícia Militar, criminosos se
infiltraram em meio ao protesto dos populares com a intenção de lançar disparos
de arma de fogo contra as equipes da PM e da Guarda Municipal de Parnamirim.
Após diligências, um dos suspeitos foi identificado e preso nesse sábado (24).
Ele foi conduzido à Delegacia de Plantão de Parnamirim, onde ficou à disposição
da Justiça.
O adolescente morreu dentro do condomínio na
quinta-feira (22). O caso aconteceu em um corredor entre os blocos do
residencial. Segundo os familiares, o jovem foi morto após uma ação policial e
que os policiais foram aqui que foram recebidos a tiros, o que para eles não é
verdade.
Por sua vez, a Polícia Militar afirmou que se
deparou com o jovem ferido por disparos de arma de fogo e realizou o socorro da
vítima para o Hospital Deoclécio Marques. No entanto, ele não resistiu e morreu
ao dar entrada na unidade.
Ainda de acordo com a PM, com o jovem, os policiais
encontraram um aparelho celular e uma quantidade de entorpecentes, materiais
que foram devidamente apreendidos e apresentados à autoridade policial.
“A PMRN reafirma seu compromisso com a legalidade, a
transparência e a purificação rigorosa de qualquer ocorrência, permanecendo à
disposição das autoridades competentes para colaborar com as investigações”,
completou a corporação.

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