domingo, 11 de janeiro de 2026

EUA usaram armamento secreto que fez tropa venezuelana ‘vomitar’ e ‘sangrar’ para não reagir

 


Um relato publicado por meio da Casa Branca, trouxe à tona uma suposta arma de energia direcionada utilizada por forças dos Estados Unidos durante a operação que resultou na captura do ditador venezuelano Nicolás Maduro, em 3 de janeiro. A informação foi publicada no jornal New York Post.

Segundo o testemunho reportado, um guarda presente no local da ofensiva descreveu a ação como “um massacre”, externando que centenas de combatentes venezuelanos foram neutralizados por um pequeno grupo de apenas 20 soldados norte-americanos, apoiados por drones e helicópteros. O militar, que não foi identificado, relatou ter visto os sistemas de radar falharem subitamente, seguido pelo avanço de equipamentos aéreos não tripulados sobre suas posições.

“Estávamos de guarda, mas de repente todos os nossos sistemas de radar desligaram sem qualquer explicação”, disse o guarda. “A próxima coisa que vimos foram drones, muitos drones, voando sobre nossas posições. Nós não sabíamos como reagir.”

O ponto mais sensível do relato envolve o uso de um armamento descrito como uma “onda sonora intensa”, cujos efeitos imediatos teriam causado sangramentos nasais, vômitos com sangue e incapacitação física generalizada entre os soldados venezuelanos.

“Foi como uma onda sonora muito intensa. De repente, senti como se minha cabeça estivesse explodindo por dentro”, afirmou. “Todos nós começamos a sangrar pelo nariz. Alguns estavam vomitando sangue. Nós caímos no chão, incapazes de nos mover.”

O número de mortos entre as forças venezuelanas teria alcançado cerca de 100 agentes de segurança, segundo dados divulgados pelo Ministério do Interior do regime. Ainda não há confirmação oficial de que os óbitos tenham ligação direta com a alegada arma de energia direcionada.

 

 

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