O Antagonista
Acusado de ser o organizador
do esquema de rachadinha de Flávio Bolsonaro na
Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (RJ), Queiroz disse à
repórter Débora Bergamasco que rachadinha “nunca existiu” —mas
acrescentou que não falaria sobre o assunto na entrevista, por orientação de
seu advogado e porque o processo corre em segredo de Justiça.
Também se referiu assim a
Frederick Wassef, “Nunca vi o Fred, não conheço. Só por televisão”.
Alegou que o contato com Wassef foi estabelecido por meio de um de seus
advogados.
E mais adiante: “O
pessoal queriam [sic] me matar, tem que ficar bem enfatizado isso. Eu ia ser
queima de arquivo para cair na conta do presidente [Jair Bolsonaro], como
aconteceu com o capitão Adriano [da Nóbrega, miliciano morto na Bahia em fevereiro
de 2020”.
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