A greve nacional dos trabalhadores dos Correios,
iniciada na última sexta-feira (11), continua por tempo indeterminado e sem
previsão de encerramento. No Rio Grande do Norte, o SINTECT-RN confirmou a
adesão da categoria ao movimento.
O principal impasse envolve o plano de saúde de
empregados, aposentados e dependentes. Para tentar reduzir os impactos, a
estatal acionou um plano de contingência, com remanejamento de veículos,
mutirões e uso de funcionários administrativos em atividades operacionais.
Após o fracasso das negociações, os Correios levaram
o caso ao Tribunal Superior do Trabalho (TST). Uma decisão liminar determinou a
manutenção de 80% do efetivo em cada unidade. O julgamento do dissídio coletivo
está marcado para 21 de setembro, mas um acordo ainda pode ser fechado antes.
A paralisação ocorre em meio à grave crise
financeira da estatal no governo Lula. Os Correios acumulam 15 trimestres
seguidos no vermelho e registraram prejuízo de R$ 5,6 bilhões somente no
primeiro semestre de 2026. A empresa aguarda para esta terça-feira (15) a
liberação de um novo empréstimo de R$ 7 bilhões.
Com informações do g1

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