O então secretário-executivo do Ministério da Saúde
Swedenberger Barbosa (foto acima), o potiguar “Berge”, espécie de petista
profissional que sempre ocupa cargos secundários, mas chaves, em governos do
PT, e Marco Aurélio Ribeiro, o Marcola, ex-titular do Gabinete Pessoal de Lula,
ajudaram a “abrir portas” do Ministério da Saúde para os negócios milionários
de interesse de Fábio Luiz, o Lulinha, filho do presidente da República, e seu
parceiro Antonio Camilo Antunes, o “Careca do INSS”. As informações são do
portal Diário do Poder.
O esquema foi detalhado em depoimento à Polícia
Federal por um delator do esquema que chegou a ser entrevistado pela emissora
CNN, mas pediu para não ter o nome divulgado. Os investigadores acreditam que
Lulinha e Antonio Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, estariam associados à
lobista Roberta Luchsinger para tentar obter contratos bilionários na área do
Ministério da Saúde, onde “Berge” era o secretário-executivo, na prática, o
vice-ministro.
Esse delator contou à PF em depoimentos realizados
no ano passado que o “Careca do INSS”, acusado de comandar parte do roubo
bilionário a cerca de 9 milhões de aposentados e pensionistas, pagava mesada
vultosa a Lulinha em troca de acesso à estrutura do Ministério da Saúde para
vender supostos medicamentos produzidos a partir do princípio ativo do canabidiol,
substância obtida na planta da maconha.
Com informações do Diário do Poder

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