segunda-feira, 22 de junho de 2026

Desde que Trump cortou financiamento da USAID, sete países latino-americanos elegeram presidentes de direita

 


A mudança na política externa dos Estados Unidos durante a administração de Donald Trump, marcada pelo corte de recursos destinados à Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID), coincidiu com uma sequência de vitórias eleitorais de candidatos alinhados à direita em países da América Latina.

Desde então, Chile, Bolívia, Peru, Equador, Honduras, Colômbia e Costa Rica passaram a ser governados por líderes que setores da imprensa internacional costumam classificar como representantes da “ultradireita”.

Os presidentes José Antonio Kast, Jaime Paz, Keiko Fujimori, Daniel Noboa, Nasry Asfura, Abelardo De la Espriella e Laura Fernández simbolizam uma mudança no cenário político regional.

O avanço dessas lideranças é um reflexo do desgaste de grupos progressistas que, durante anos, contaram com o apoio de organizações e programas financiados por recursos internacionais.

A sucessão de resultados eleitorais demonstra uma reconfiguração política em curso no continente, com crescimento de pautas conservadoras e de direita em diversos países latino-americanos.

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