O caso do Banco Master deixou de ser um caso de
fraude privada para se tornar um escândalo político-institucional de grandes
proporções. Reportagens, investigações e decisões atípicas revelam uma
proximidade preocupante entre integrantes do governo Lula, aliados políticos e
ministros do Supremo Tribunal Federal justamente no momento em que o banco
entrava em colapso. Encontros fora da agenda, contratos milionários e
tentativas posteriores de dissociação expõem um padrão de pacidade e
promiscuidade que compromete a credibilidade das instituições e a separação
entre o público e o privado.
O colapso do Banco Master deixou de ser um episódio
isolado de má gestão financeira para se tornar um escândalo
político-institucional de grandes proporções. O que as investigações da Polícia
Federal, as reportagens de veículos nacionais e a imprensa internacional vêm
revelando é um padrão inquietante de proximidade, proteção cruzada e opacidade
envolvendo integrantes centrais do governo Lula e ministros do Supremo Tribunal
Federal alinhados ao Planalto.
Não se trata de uma coincidência. Tampouco de
episódios desconexos. O que emerge é uma teia de relações pessoais, contratuais
e políticas que atravessa o Executivo, o Judiciário e o sistema financeiro —
justamente no momento em que o banco entrava em colapso e passava a ser
investigado.
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