Em entrevista ao vivo à emissora francesa CNews, o
senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) elevou o tom contra o presidente Luiz Inácio
Lula da Silva (PT), o ministro Alexandre de Moraes, do STF, e o presidente da
França, Emmanuel Macron. O parlamentar afirmou que o Brasil não vive uma
“democracia plena” e voltou a sustentar que decisões judiciais contra a
oposição seriam fruto de perseguição política, discurso que reacende a tensão
entre bolsonaristas e instituições.
Durante a conversa, Flávio citou investigações
envolvendo o INSS e mencionou o filho do presidente, Fábio Luís Lula da Silva,
o Lulinha, ao falar de suspeitas de desvios. O senador classificou o cenário
nacional como uma “crise moral”, enquanto o próprio Lula já declarou que
eventuais responsabilidades devem ser apuradas e punidas caso sejam
comprovadas.
O pré-candidato ao Planalto também mirou Macron,
dizendo que França e Brasil precisariam eleger “novos presidentes” e acusando o
líder europeu de fazer críticas ambientais apenas durante o governo Jair
Bolsonaro. A fala ocorre após a visita do francês ao Brasil e a participação em
agendas ambientais, tema que segue sendo ponto sensível na relação bilateral.
Em tom eleitoral, Flávio ainda comentou o acordo
União Europeia-Mercosul e encontros recentes com políticos da direita europeia,
reforçando o discurso internacional alinhado à oposição brasileira. As
declarações ampliam o embate político fora do país e sinalizam que o clima
pré-eleitoral já contamina agendas externas e entrevistas internacionais.
Com informações do Poder360

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