O Senado Federal reagiu a uma informação falsa que
circulou nas redes sociais afirmando que senadores teriam aprovado, em uma
suposta “reunião secreta” durante a madrugada, um pedido de prisão preventiva
contra o ministro Alexandre de Moraes, do STF. Em nota oficial, a Casa
classificou a alegação como inverídica e sem qualquer respaldo institucional.
A informação é do colunista Paulo Cappelli, do
Metrópoles. Segundo o Senado, desde 23 de dezembro de 2025 os parlamentares
estão em recesso, com retorno apenas em 1º de fevereiro de 2026. Nesse período,
não há sessões plenárias nem deliberações dessa natureza. Durante o recesso,
quem atua é a Comissão Representativa do Congresso Nacional, que tem
atribuições limitadas a matérias urgentes e não pode deliberar sobre pedidos de
prisão ou ações contra ministros do Supremo.
A Casa também esclareceu que a convocação
extraordinária do Congresso só ocorre em situações específicas previstas na
Constituição, como decretação de estado de sítio, intervenção federal ou por
decisão da maioria absoluta da Câmara e do Senado — o que não aconteceu. Além
disso, a Constituição prevê votações secretas apenas em casos restritos, como
eleições internas, escolha de dirigentes e análise de indicações presidenciais.
Ao final da publicação, o Senado alertou para a
disseminação de desinformação e orientou a população a buscar informações em
canais oficiais, como o Portal Senado Notícias, a TV Senado e a Rádio Senado,
antes de compartilhar conteúdos sobre a atividade legislativa.
Com informações do Metrópoles

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